Gleisi: ‘o que eu mais queria era esta resistência’

Em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP), a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse que "a coisa mais dolorida que estamos passando neste momento é essa fase da prisão"; "E o mais dolorido para mim foi quando o presidente Lula tomou a decisão de cumprir a sentença. Por que foi difícil? Porque ele é inocente, não deve nada, não devia ser submetido a uma situação dessas", disse; a congressista afirmou que o que ela mais quera "era esta resistência, era fechar os portões do Sindicato e não deixar ele sair"

Em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP), a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse que "a coisa mais dolorida que estamos passando neste momento é essa fase da prisão"; "E o mais dolorido para mim foi quando o presidente Lula tomou a decisão de cumprir a sentença. Por que foi difícil? Porque ele é inocente, não deve nada, não devia ser submetido a uma situação dessas", disse; a congressista afirmou que o que ela mais quera "era esta resistência, era fechar os portões do Sindicato e não deixar ele sair"
Em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP), a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse que "a coisa mais dolorida que estamos passando neste momento é essa fase da prisão"; "E o mais dolorido para mim foi quando o presidente Lula tomou a decisão de cumprir a sentença. Por que foi difícil? Porque ele é inocente, não deve nada, não devia ser submetido a uma situação dessas", disse; a congressista afirmou que o que ela mais quera "era esta resistência, era fechar os portões do Sindicato e não deixar ele sair" (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - Em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP), a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse que "a coisa mais dolorida que estamos passando neste momento é essa fase da prisão".

"E o mais dolorido para mim foi quando o presidente Lula tomou a decisão de cumprir a sentença. Por que foi difícil? Porque ele é inocente, não deve nada, não devia ser submetido a uma situação dessas", disse a parlamentar.

A congressista afirmou que o que ela mais quera "era esta resistência, era fechar os portões do Sindicato e não deixar ele sair". "Era estar nessa rua e encarar a polícia se viesse aqui buscá-lo. Uma vez, me sacanearam porque eu disse: ‘Se tiver que prender Lula, vai ter que matar gente’. Porque eu sei a importância que esse homem tem para o povo. E eu sabia que ia acontecer, de gente resistindo. O Lula significa muito", disse.

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