Gleisi: ‘salvamento de Temer custou R$ 14 bilhões aos cofres públicos’

Senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, resumiu o pensamento da base parlamentar golpista: "Explodimos o orçamento, mas salvamos o chefe", disse; "É um escândalo. E muitos parlamentares ainda votaram em nome da moralidade", criticou a senadora ao relatar que foram gastos por volta de R$ 14 bilhões para que os deputados votassem a favor do presidente"

Senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, resumiu o pensamento da base parlamentar golpista: "Explodimos o orçamento, mas salvamos o chefe", disse; "É um escândalo. E muitos parlamentares ainda votaram em nome da moralidade", criticou a senadora ao relatar que foram gastos por volta de R$ 14 bilhões para que os deputados votassem a favor do presidente"
Senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, resumiu o pensamento da base parlamentar golpista: "Explodimos o orçamento, mas salvamos o chefe", disse; "É um escândalo. E muitos parlamentares ainda votaram em nome da moralidade", criticou a senadora ao relatar que foram gastos por volta de R$ 14 bilhões para que os deputados votassem a favor do presidente" (Foto: Leonardo Lucena)
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Blog do Esmael - Toda vez que o pacato cidadão abastecer seu carro, lembre-se, estará pagando a conta do salvamento de Michel Temer na Câmara dos Deputados.

Dito isto, vamos ao discurso da senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, que resumiu nesta quinta-feira (3) o pensamento da base parlamentar golpista: “Explodimos o orçamento, mas salvamos o chefe.”

Gleisi Hoffmann subiu à tribuna do Senado hoje para denunciar a “Operação Mala” que funcionou no plenário da Câmara.

“É um escândalo. E muitos parlamentares ainda votaram em nome da moralidade”, criticou a senadora ao relatar que foram gastos por volta de R$ 14 bilhões para que os deputados votassem a favor do presidente.

Pelo placar de 263 votos favoráveis ao arquivamento da denúncia contra Temer a 227 votos contrários à absolvição, a Câmara trancou ontem (2) a investigação do ilegítimo por corrupção passiva pelo Supremo Tribunal Federal.

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