Gleisi: terrorista é quem apoia tortura e tem como símbolo político munição de arma

"Sem ter o que dizer sobre sua submissão a Trump, Bolsonaro ataca o PT", escreveu no Twitter a presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR). "Ninguém invadiu a Esplanada, fomos eleitos quatro vezes de forma legítima. Terrorista é quem apoia tortura, incentiva violência, libera armas e tem como símbolo político munição de revólver", disse

(Foto: Gustavo Bezerra | Reuters | Reprodução)
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247 - A presidente nacional do PT, deputada federal Gleisio Hoffmann (PR), criticou Jair Bolsonaro pela posição do governo sobre o conflito entre Estados Unidos e Irã, depois que forças americanas mataram o general iraniano Qasem Soleimani no Iraque.

"Sem ter o que dizer sobre sua submissão a Trump, Bolsonaro ataca o PT. Ninguém invadiu a Esplanada, fomos eleitos quatro vezes de forma legítima. Terrorista é quem apoia tortura, incentiva violência, libera armas e tem como símbolo político munição de revólver", escreveu a parlamentar no Twitter.

"Bolsonaro ñ quer imprensa livre ñ só pq ñ tem apreço pela democracia, mas é uma tentativa de esconder o desastre q é o governo e continuar espalhando Fake News p/ manipular a opinião pública. Ñ vai dar certo, jornalistas continuarão trabalhando e a oposição denunciando o desmonte", acrescentou. 

O assassinato do general pode desencadear um conflito de proporções incalculáveis. O Irã, inclusive, anunciou que "não reconhecerá limites" às suas atividades de enriquecimento de urânio.

Em nota, o PT repudiou a posição do governo brasileiro sobre a crise EUA-Irã, a de que é preciso defender o "combate ao terrorismo". 

"Repudiamos a posição precipitada e submissa do governo brasileiro, que age como vassalo dos Estados Unidos ao apoiar a infame operação e instigar a escalada de guerra. Enquanto chefes de Estado e dirigentes do sistema ONU expressam preocupação com a paz e fazem apelos nesse sentido, o Brasil despeja gasolina na fogueira acesa por Washington”, diz trecho da nota publicada pelo PT.

O PCdoB afirmou ser "inadmissível que o governo Bolsonaro envolva o Brasil nesta aventura gravíssima ou nesta política de militarização regional, distorcendo e manchando nossa história diplomática de promoção e defesa do direito internacional, de respeito à soberania das nações e à solução pacífica de controvérsias".

Em nota, o Itamarary afirmou: "Ao tomar conhecimento das ações conduzidas pelos EUA nos últimos dias no Iraque, o Governo brasileiro manifesta seu apoio à luta contra o flagelo do terrorismo e reitera que essa luta requer a cooperação de toda a comunidade internacional sem que se busque qualquer justificativa ou relativização para o terrorismo".

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