Janio de Freitas sugere a Dallagnol que investigue a corrupção tucana

"Não sendo a corrupção exclusividade de um ou de outro, não seria o caso de a Lava Jato interessar-se também pela corrupção do outro? Os doleiros informantes da Lava Jato não serviram só ao 'partido A'. E as empreiteiras não atuaram apenas durante governos do mesmo 'A'", disse o colunista Janio de Freitas, ao comentar declarações do procurador Deltan Dallagnol; "O complemento não precisa ser verbal. É mesmo preferível que seja em atos"

"Não sendo a corrupção exclusividade de um ou de outro, não seria o caso de a Lava Jato interessar-se também pela corrupção do outro? Os doleiros informantes da Lava Jato não serviram só ao 'partido A'. E as empreiteiras não atuaram apenas durante governos do mesmo 'A'", disse o colunista Janio de Freitas, ao comentar declarações do procurador Deltan Dallagnol; "O complemento não precisa ser verbal. É mesmo preferível que seja em atos"
"Não sendo a corrupção exclusividade de um ou de outro, não seria o caso de a Lava Jato interessar-se também pela corrupção do outro? Os doleiros informantes da Lava Jato não serviram só ao 'partido A'. E as empreiteiras não atuaram apenas durante governos do mesmo 'A'", disse o colunista Janio de Freitas, ao comentar declarações do procurador Deltan Dallagnol; "O complemento não precisa ser verbal. É mesmo preferível que seja em atos" (Foto: Leonardo Attuch)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 – No artigo Fim e Começo, publicado neste domingo, o colunista Janio de Freitas, sugere ao procurador Deltan Dallagnol que não investigue apenas a corrupção do PT – mas também de seus adversários.

"O procurador Deltan Dallagnol dá notícia da preocupação na Lava Jato, da qual é coordenador, com a visão de que "a mudança de governo e mesmo a Lava Jato [são] meio caminho contra a corrupção. Não concordamos com essa visão. A corrupção não é privilégio do partido A ou do partido B", diz ele.

"A preocupação se justifica e fica bem que integrantes da Lava Jato a tenham. Mas pede um complemento. Não sendo a corrupção exclusividade de um ou de outro, não seria o caso de a Lava Jato interessar-se também pela corrupção do outro? Os doleiros informantes da Lava Jato não serviram só ao 'partido A'. E as empreiteiras não atuaram apenas durante governos do mesmo 'A'", diz ainda o colunista. "O complemento não precisa ser verbal. É mesmo preferível que seja em atos".

 

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247