Janot pede que STF anule indiciamento de Gleisi

Para o procurador-geral da República, o pedido de indiciamento "presta-se apenas a estigmatizar o cidadão investigado. Não traz esse ato consequência relevante em benefício da persecução penal; tem como resultado principal prender rótulo ao investigado, que passa à categoria de 'indiciado', sobretudo quando a imprensa se interessa pelo caso"; Rodrigo Janot ainda fez críticas à imprensa: "São incontáveis e quase diárias notícias em que jornais e outros veículos dão grande destaque ao indiciamento de fulano ou sicrano, como se o ato possuísse alguma consequência jurídica"; leia o documento

Para o procurador-geral da República, o pedido de indiciamento "presta-se apenas a estigmatizar o cidadão investigado. Não traz esse ato consequência relevante em benefício da persecução penal; tem como resultado principal prender rótulo ao investigado, que passa à categoria de 'indiciado', sobretudo quando a imprensa se interessa pelo caso"; Rodrigo Janot ainda fez críticas à imprensa: "São incontáveis e quase diárias notícias em que jornais e outros veículos dão grande destaque ao indiciamento de fulano ou sicrano, como se o ato possuísse alguma consequência jurídica"; leia o documento
Para o procurador-geral da República, o pedido de indiciamento "presta-se apenas a estigmatizar o cidadão investigado. Não traz esse ato consequência relevante em benefício da persecução penal; tem como resultado principal prender rótulo ao investigado, que passa à categoria de 'indiciado', sobretudo quando a imprensa se interessa pelo caso"; Rodrigo Janot ainda fez críticas à imprensa: "São incontáveis e quase diárias notícias em que jornais e outros veículos dão grande destaque ao indiciamento de fulano ou sicrano, como se o ato possuísse alguma consequência jurídica"; leia o documento (Foto: Gisele Federicce)
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Esmael Morais - O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em parecer, pediu ao Supremo anulação do indiciamento da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Para Janot, ao pleitear a anulação do indiciamento da parlamentar, esse expediente visa apenas ao massacre midiático:

"(o) ato de indiciamento não possui utilidade, presta-se apenas a estigmatizar o cidadão investigado. Não traz esse ato consequência relevante em benefício da persecução penal; tem como resultado principal prender rótulo ao investigado, que passa à categoria de "indiciado", sobretudo quando a imprensa se interessa pelo caso."

O procurador-geral ainda puxou a orelha dos profissionais de imprensa:

"São incontáveis e quase diárias notícias em que jornais e outros veículos dão grande destaque ao indiciamento de fulano ou sicrano, como se o ato possuísse alguma consequência jurídica."

Confira aqui a íntegra do documento, ao qual o 247 teve acesso.

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