Juíza proíbe Havan de dar "golpe" e abrir loja como se fosse supermercado

Luciano Hang, dono das Lojas Havan, colocou pacotes de feijão e arroz em suas lojas para tentar burlar a lei e abrir os estabelecimentos como serviços essenciais

Luciano Hang
Luciano Hang (Foto: Reprodução)
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247 - A Justiça do Paraná negou um pedido da loja Havan em Pato Branco (PR) para abrir em horário normal, como se fosse supermercado. Na ação, a rede do empresário bolsonarista Luciano Hang argumenta que o estabelecimento deveria ser enquadrado como serviço essencial, colocando no local pacotes de arroz e feijão para burlar a lei. As informações são do portal Istoé. 

No entanto, em sua decisão, a juíza Vivian Hey Wescher afirma que a loja não tem como finalidade a venda de gêneros alimentícios essenciais e ressalta que a oferta de produtos como arroz e feijão pela loja foi uma tentativa de reabrir como serviço essencial.

“Basta uma simples consulta ao website da impetrante para constatar que as ofertas anunciadas não dizem respeito a gêneros alimentícios e sim a produtos diversos, como eletrodomésticos, brinquedos, decoração, utensílios domésticos, etc”, escreveu a juíza

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