Justiça decide manter servidoras da UFPR presas

Ao acatar pedidos da PF e do MPF, o juiz Marcos Josegrei da Silva manteve presas as servidoras Conceição Abadia de Abreu Mendonça e Tânia Márcia Catapan, suspeitas de comandarem um esquema que desviou R$ 7,3 milhões da UFPR; elas estão na carceragem da PF desde o dia 15 de fevereiro, quando foram detidas provisoriamente durante a Operação Research; a prisão provisória, de cinco dias, foi prorrogada por igual período e depois convertida em preventiva, por tempo indeterminado

Ao acatar pedidos da PF e do MPF, o juiz Marcos Josegrei da Silva manteve presas as servidoras Conceição Abadia de Abreu Mendonça e Tânia Márcia Catapan, suspeitas de comandarem um esquema que desviou R$ 7,3 milhões da UFPR; elas estão na carceragem da PF desde o dia 15 de fevereiro, quando foram detidas provisoriamente durante a Operação Research; a prisão provisória, de cinco dias, foi prorrogada por igual período e depois convertida em preventiva, por tempo indeterminado
Ao acatar pedidos da PF e do MPF, o juiz Marcos Josegrei da Silva manteve presas as servidoras Conceição Abadia de Abreu Mendonça e Tânia Márcia Catapan, suspeitas de comandarem um esquema que desviou R$ 7,3 milhões da UFPR; elas estão na carceragem da PF desde o dia 15 de fevereiro, quando foram detidas provisoriamente durante a Operação Research; a prisão provisória, de cinco dias, foi prorrogada por igual período e depois convertida em preventiva, por tempo indeterminado (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - Ao acatar pedidos da polícia (PF) e do Ministério Público Federal (MPF), o juiz Marcos Josegrei da Silva manteve presas as servidoras Conceição Abadia de Abreu Mendonça e Tânia Márcia Catapan, suspeitas de comandarem um esquema que desviou R$ 7,3 milhões da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Elas estão na carceragem da PF desde o dia 15 de fevereiro, quando foram detidas provisoriamente durante a Operação Research. A prisão provisória, de cinco dias, foi prorrogada por igual período e, nesta sexta-feira (24), foi convertida em preventiva, por tempo indeterminado.

A Justiça aceitou os argumentos da investigação de, se estivessem em liberdade, elas poderiam agir para ocultar provas e tentar persuadir os outros envolvidos a mudarem suas versões sobre os depósitos de recursos que deveriam estimular pesquisas. De acordo com despacho do juiz, as duas “mentiram”, escondendo documentos durante a fase de auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) e 

Foram bloqueados R$ 200 mil dos T$ 7,3 milhões em contas bancárias e mais cinco veículos, avaliados em aproximadamente R$ 200 mil. A Justiça bloqueou os bens de mais nove servidores da universidade, como os da vice-reitora eleita da atual gestão, Graciela Bolzon, que assinou liberações de pagamentos à época em que ocupava cargo estratégico na pró-reitoria.

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