Lava Jato de Curitiba vai se arrastar até a eleição de 2018

"Embora o juiz Sergio Moro e o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima tenham dito que a Lava Jato caminha para a reta final, a força-tarefa de Curitiba tem validade até setembro de 2018, ano de eleição presidencial. E a operação vai se arrastar além deste prazo, porque o magistrado simbolo da Lava Jato ainda tem 44 processos para julgar (fora os que podem ser instaurados daqui para frente)", informa reportagem do Jornal GGN

O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Gisele Federicce)

Jornal GGN - Embora o juiz Sergio Moro e o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima tenham dito que a Lava Jato caminha para a reta final, a força-tarefa de Curitiba tem validade até setembro de 2018, ano de eleição presidencial. E a operação vai se arrastar além deste prazo, porque o magistrado simbolo da Lava Jato ainda tem 44 processos para julgar (fora os que podem ser instaurados daqui para frente). Em três anos e sete meses, Moro julgou número inferior: 35 processos.

Segundo reportagem do Estadão desta terça (24), nesse período, Moro condenou "109 pessoas, entre elas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (9 anos e 6 meses de prisão), os ex-ministros Antonio Palocci (12 anos e 2 meses) e José Dirceu (32 anos) e o empresário Marcelo Odebrecht (29 anos e 4 meses) – que virou delator em 2016, cumpre pena desde junho de 2015 e aguarda para progredir para o regime domiciliar no início do próximo ano."

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