Lava Jato: Delúbio e Bumlai participam de acareação

O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o pecuarista José Carlos Bumlai participam nesta segunda-feira (27) de uma acareação em consequência de um processo da Operação Lava Jato; Bumlai participará por videoconferência em São Paulo e Delúbio em Curitiba, na Justiça Federal; a acareação foi um pedido da defesa de Delúbio, que nega a versão de Bumlai de que o ex-tesoureiro tenha intermediado um empréstimo de R$ 12 milhões do Banco Schahin para Bumlai

O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o pecuarista José Carlos Bumlai participam nesta segunda-feira (27) de uma acareação em consequência de um processo da Operação Lava Jato; Bumlai participará por videoconferência em São Paulo e Delúbio em Curitiba, na Justiça Federal; a acareação foi um pedido da defesa de Delúbio, que nega a versão de Bumlai de que o ex-tesoureiro tenha intermediado um empréstimo de R$ 12 milhões do Banco Schahin para Bumlai
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o pecuarista José Carlos Bumlai participam nesta segunda-feira (27) de uma acareação em consequência de um processo da Operação Lava Jato; Bumlai participará por videoconferência em São Paulo e Delúbio em Curitiba, na Justiça Federal; a acareação foi um pedido da defesa de Delúbio, que nega a versão de Bumlai de que o ex-tesoureiro tenha intermediado um empréstimo de R$ 12 milhões do Banco Schahin para Bumlai (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e o pecuarista José Carlos Bumlai participam nesta segunda-feira (27) de uma acareação em consequência de um processo da Operação Lava Jato. Bumlai participará por videoconferência emSão Paulo e Delúbio em Curitiba, na Justiça Federal. A acareação foi um pedido da defesa de Delúbio, que nega a versão de Bumlai de que o ex-tesoureiro tenha intermediado um empréstimo de R$ 12 milhões do Banco Schahin para Bumlai. 

Dos R$ 12 milhões, o empresário Ronan Maria Pinto recebeu R$ 6 milhões, segundo o Ministério Público Federal (MPF) – ele também é réu no processo. As investigações apontaram que empréstimo foi pago por meio da contratação do Grupo Schahin como operador do navio-sonda Vitória 10.000, pela Petrobras, em 2009, ao custo de US$ 1,6 bilhão.

Segundo as investigações, o empresário Marcos Valério disse ao MPF que parte do empréstimo obtido por Bumlai era destinado Ronan Maria Pinto, que extorquia dirigentes do PT. O MPF informou não ter provas que expliquem os motivos da extorsão.

O dinheiro tinha como finalidade a compra de ações do jornal "Diário do Grande ABC" segundo a acusação. Valério disse que o objetivo de comprar ações era porque o jornal estava ligando Ronan Maria Pinto a denúncias da morte do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel.

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