Lava Jato: executivos da OAS ficam em silêncio

Cinco executivos da empreiteira OAS investigados na Operação Lava Jato ficaram em silêncio, durante interrogatório conduzido pelo juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba; por orientação dos advogados, os acusados não responderam qualquer pergunta do magistrado; diante da situação, Moro decretou prazo de dez dias para que os investigados e o MPF apresentem alegações finais, última fase antes da sentença

Cinco executivos da empreiteira OAS investigados na Operação Lava Jato ficaram em silêncio, durante interrogatório conduzido pelo juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba; por orientação dos advogados, os acusados não responderam qualquer pergunta do magistrado; diante da situação, Moro decretou prazo de dez dias para que os investigados e o MPF apresentem alegações finais, última fase antes da sentença
Cinco executivos da empreiteira OAS investigados na Operação Lava Jato ficaram em silêncio, durante interrogatório conduzido pelo juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba; por orientação dos advogados, os acusados não responderam qualquer pergunta do magistrado; diante da situação, Moro decretou prazo de dez dias para que os investigados e o MPF apresentem alegações finais, última fase antes da sentença (Foto: Leonardo Lucena)
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André Richter - Repórter da Agência Brasil

Cinco executivos da empreiteira OAS investigados na Operação Lava Jato ficaram em silêncio hoje (8), durante interrogatório conduzido pelo juiz federal Sérgio Moro, em Curitiba.

Por orientação dos advogados, os acusados não responderam qualquer pergunta do magistrado. Diante da situação, Moro decretou prazo de dez dias para que os investigados e o Ministério Público Federal (MPF) apresentem alegações finais, última fase antes da sentença.

Na audiência estiveram presentes José Ricardo Nogueira Breghirolli, Agenor Franklin, Mateus Coutinho e José Aldemário Filho - libertados semana passada, por decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) -, além de Fernando Augusto Stremel Andrade e João Alberto Lazzari.

De acordo com as investigações, todos os envolvidos são acusados de pagar propina para obter contratos com a Petrobras.

Segundo o Código de Processo Penal (CPP), o investigado tem direito de permanecer calado, sem prejuízo da defesa, que, posteriormente, deverá ser feita por escrito.

Semana que vem, a Justiça Federal em Curitiba deve tomar depoimentos dos investigados ligados à empreiteira Mendes Júnior, do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Nestor Cerveró e do empresário Fernando Soares, conhecido com Fernando Baiano, acusado de intermediar pagamento de propina.

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