Lava Jato: mesmo preso, Marcelo pagou propinas

Investigadores da força-tarefa da Operação Lava Jato disseram em coletiva de imprensa nesta manhã ter identificado uma "estrutura profissional de pagamento de propinas dentro da Odebrecht"; segundo a procuradora Laura Tessler, havia um "pagamento sistemático de propina" na empreiteira, mesmo depois de iniciada a investigação contra a empresa e da prisão do executivo Marcelo Odebrecht; havia "relação do Marcelo Odebrecht diretamente no pagamento de propina", disse a procuradora, citando referências às iniciais "MBO" (Marcelo Bahia Odebecht) ou "diretor-presidente" em e-mails emitidos até "recente data, novembro de 2015", o que para ela "chega a ser de certa forma assustador" e uma "ousadia"

Investigadores da força-tarefa da Operação Lava Jato disseram em coletiva de imprensa nesta manhã ter identificado uma "estrutura profissional de pagamento de propinas dentro da Odebrecht"; segundo a procuradora Laura Tessler, havia um "pagamento sistemático de propina" na empreiteira, mesmo depois de iniciada a investigação contra a empresa e da prisão do executivo Marcelo Odebrecht; havia "relação do Marcelo Odebrecht diretamente no pagamento de propina", disse a procuradora, citando referências às iniciais "MBO" (Marcelo Bahia Odebecht) ou "diretor-presidente" em e-mails emitidos até "recente data, novembro de 2015", o que para ela "chega a ser de certa forma assustador" e uma "ousadia"
Investigadores da força-tarefa da Operação Lava Jato disseram em coletiva de imprensa nesta manhã ter identificado uma "estrutura profissional de pagamento de propinas dentro da Odebrecht"; segundo a procuradora Laura Tessler, havia um "pagamento sistemático de propina" na empreiteira, mesmo depois de iniciada a investigação contra a empresa e da prisão do executivo Marcelo Odebrecht; havia "relação do Marcelo Odebrecht diretamente no pagamento de propina", disse a procuradora, citando referências às iniciais "MBO" (Marcelo Bahia Odebecht) ou "diretor-presidente" em e-mails emitidos até "recente data, novembro de 2015", o que para ela "chega a ser de certa forma assustador" e uma "ousadia" (Foto: Ana Pupulin)

247, com Reuters - As investigações da operação Lava Jato identificaram pagamento de propina por parte da Odebrecht além do esquema de corrupção na Petrobras, com irregularidades identificadas na áreas de óleo e gás, ambiental, infraestrutura, e estádios de futebol, entre outras, disse nesta terça-feira o procurador federal Carlos Fernando dos Santos Lima.

Segundo a força-tarefa da Lava Jato, um esquema de contabilidade paralela da empreiteira também realizou pagamentos na Argentina e em Angola. Investigadores da força-tarefa falaram em uma "estrutura profissional de pagamento de propinas dentro da Odebrecht" durante coletiva de imprensa nesta manhã. 

Segundo a procuradora Laura Tessler, havia um "pagamento sistemático de propina" na empreiteira, mesmo depois de iniciada a investigação contra a empresa e da prisão do executivo Marcelo Odebrecht. Havia "relação do Marcelo Odebrecht diretamente no pagamento de propina", disse a procuradora, citando referências às iniciais "MBO" (Marcelo Bahia Odebecht) ou "diretor-presidente" em e-mails emitidos até "recente data, novembro de 2015", o que para ela "chega a ser de certa forma assustador" e uma "ousadia".

A Polícia Federal lançou a 26ª fase da operação Lava Jato para cumprir 15 mandados de prisão tendo como alvo principal a Odebrecht, suspeita de realizar pagamento sistemático de propinas a pessoas ligadas ao poder público em todas as esferas devido a contratos firmados pela empresa em diferentes áreas de atuação.

(Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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