Lava Jato: MP pede prisão preventiva de ex-vereador

Ministério Público Federal pediu à Justiça Federal a prisão preventiva do ex-vereador do PT Alexandre Romano, preso temporariamente na 18ª Fase da Operação Lava-Jato, na semana passada; MPF também pediu o bloqueio de bens do ex-vereador no montante de R$ 60 milhões; Romano é acusado de ter arrecadado e distribuído cerca de R$ 40 milhões em propina por ter beneficiado a empresa Consist num convênio com o Ministério do Planejamento

Ministério Público Federal pediu à Justiça Federal a prisão preventiva do ex-vereador do PT Alexandre Romano, preso temporariamente na 18ª Fase da Operação Lava-Jato, na semana passada; MPF também pediu o bloqueio de bens do ex-vereador no montante de R$ 60 milhões; Romano é acusado de ter arrecadado e distribuído cerca de R$ 40 milhões em propina por ter beneficiado a empresa Consist num convênio com o Ministério do Planejamento
Ministério Público Federal pediu à Justiça Federal a prisão preventiva do ex-vereador do PT Alexandre Romano, preso temporariamente na 18ª Fase da Operação Lava-Jato, na semana passada; MPF também pediu o bloqueio de bens do ex-vereador no montante de R$ 60 milhões; Romano é acusado de ter arrecadado e distribuído cerca de R$ 40 milhões em propina por ter beneficiado a empresa Consist num convênio com o Ministério do Planejamento (Foto: Gisele Federicce)
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Paraná 247 - O Ministério Público Federal pediu à Justiça Federal a prisão preventiva do ex-vereador do PT Alexandre Romano, preso temporariamente na 18ª Fase da Operação Lava-Jato, na semana passada. O MPf também pediu o bloqueio de bens do ex-vereador no montante de R$ 60 milhões.

Romano é acusado de ter arrecadado e distribuído cerca de R$ 40 milhões em propina por ter beneficiado a empresa Consist num convênio com o governo federal. Em depoimento, ele afirmou ter feito depósitos a pedido de vários petistas, como Paulo Ferreira, marido da ministra Tereza Campello, do Desenvolvimento Social; e do ex-presidente do PT Luiz Gushiken, falecido em 2013.

Romano afirmou em depoimento que passou a "atuar a favor da Consist" em 2009, por indicação de Gushiken. De acordo com as investigações, 40% da receita da empresa com o negócio foram destinados a Romano, que dividiu o dinheiro com pessoas ligadas ao PT. Para os procuradores, Romano atuou para beneficiar funcionários do alto escalão do Ministério do Planejamento e o partido.

Para o o MPF, Silva "tinha as condições de, recebendo valores em troca, fazer com que fosse renovado no âmbito do Ministério do Planejamento", renovando o termo de parceria que beneficiava a Consist.

Segundo Romano, foram feitos ainda pagamentos ao escritório de advocacia Portanova a pedido de Paulo Ferreira, ex-secretário de relações institucionais do PT e marido da ministra Tereza Campello. Os pagamentos ao escritório, que fica em Porto Alegre, somam cerca de R$ 270 mil.
A JD2 recebeu R$ 7,2 milhões da Consist entre 2012 e 2015. Os escritórios de Guilherme Gonçalves receberam a mesma quantia: R$ 7,2 milhões. Também por indicação de Gushiken, segundo Romano, foram feitos pagamentos à CRLS Consultoria, no valor de R$ 309 mil.

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