Lula: 'Espero que as pessoas estejam mais civilizadas' durante a campanha

Em entrevista à rádio Onda Sul nesta segunda-feira, 26, o ex-presidente Lula afirmou que as tentativas de agressão que vem sofrendo durante passagem de sua caravana pelo sul do país partem de um mesmo grupo "minoritário" de "vândalos ou fascistas"; "Um cidadão pode fazer comício contra, pode fazer passeata, pode fazer jornal, dar entrevista, pode fazer tudo. Só não pode ser irresponsável de tacar pedra no ônibus. Ontem uma pedra quase quebra o para-brisas. Se quebra, e pega no motorista, o ônibus poderia ficar desgovernado e acontecer uma coisa mais grave", alertou Lula

Em entrevista à rádio Onda Sul nesta segunda-feira, 26, o ex-presidente Lula afirmou que as tentativas de agressão que vem sofrendo durante passagem de sua caravana pelo sul do país partem de um mesmo grupo "minoritário" de "vândalos ou fascistas"; "Um cidadão pode fazer comício contra, pode fazer passeata, pode fazer jornal, dar entrevista, pode fazer tudo. Só não pode ser irresponsável de tacar pedra no ônibus. Ontem uma pedra quase quebra o para-brisas. Se quebra, e pega no motorista, o ônibus poderia ficar desgovernado e acontecer uma coisa mais grave", alertou Lula
Em entrevista à rádio Onda Sul nesta segunda-feira, 26, o ex-presidente Lula afirmou que as tentativas de agressão que vem sofrendo durante passagem de sua caravana pelo sul do país partem de um mesmo grupo "minoritário" de "vândalos ou fascistas"; "Um cidadão pode fazer comício contra, pode fazer passeata, pode fazer jornal, dar entrevista, pode fazer tudo. Só não pode ser irresponsável de tacar pedra no ônibus. Ontem uma pedra quase quebra o para-brisas. Se quebra, e pega no motorista, o ônibus poderia ficar desgovernado e acontecer uma coisa mais grave", alertou Lula (Foto: Aquiles Lins)

Rádio Brasil Atual - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as tentativas de agressão que vem sofrendo durante passagem de sua caravana pelo sul do país partem de um mesmo grupo "minoritário" de "vândalos ou fascistas". Ele instou as autoridades a coibirem os atos de violência, e disse esperar que esse tipo de coisa não se repita durante as eleições. "Espero que, quando chegar no auge da campanha, as pessoas estejam mais civilizadas."

Em entrevista à rádio Onda Sul, da cidade de Francisco Beltrão, no Paraná, nesta segunda-feira (26), Lula disse que, apesar de alguns episódios de tentativa de agressões, o povo o tem recebido com carinho. Ele afirmou que um mesmo grupo, composto por cerca de 30 pessoas, persegue a caravana.

"Conseguimos identificar três pessoas, que eram de uma cidade vizinha. Foi dado queixa na polícia, e espero que daqui pra frente a polícia prenda esses elementos", afirmou.

O ex-presidente disse que protestar é normal, e lembrou que "passou a vida protestando". "Um cidadão pode fazer comício contra, pode fazer passeata, pode fazer jornal, dar entrevista, pode fazer tudo. Só não pode ser irresponsável de tacar pedra no ônibus. Ontem uma pedra quase quebra o para-brisas. Se quebra, e pega no motorista, o ônibus poderia ficar desgovernado e acontecer uma coisa mais grave", alertou Lula.

Assista à entrevista do ex-presidente Lula:

A caravana passa

A presidenta do PT, senadora paranaense Gleisi Hoffmann, também afirmou hoje que mesmo com os incidentes de violência, a caravana tem cumprido com seus objetivos de debater de perto os problemas do Brasil com a população e seguirá normalmente até Curitiba, na próxima quarta-feira (28), onde será encerra a passagem pela região Sul da Caravana Lula pelo Brasil.

Ela também afirmou que o PT denuncia e cobra providências das autoridades contra os agressores, pois teme que esses atos de violência sejam "prenúncio" do que pode vir a ocorrer durante a campanha das eleições presidenciais em outubro, com a atuação de "milícias" e "grupos de extrema-direita".

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