Lula recorre para que Dallagnol o indenize por PowerPoint

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu da decisão da Justiça paulista que negou pedido do petista por uma indenização de R$ 1 milhão pela já famosa apresentação em PowerPoint do procurador Deltan Dallagnol; no recurso, Lula argumenta que "ninguém pode ser acusado daquela forma, por meio de uma coletiva repleta de adjetivações"

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu da decisão da Justiça paulista que negou pedido do petista por uma indenização de R$ 1 milhão pela já famosa apresentação em PowerPoint do procurador Deltan Dallagnol; no recurso, Lula argumenta que "ninguém pode ser acusado daquela forma, por meio de uma coletiva repleta de adjetivações"
A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu da decisão da Justiça paulista que negou pedido do petista por uma indenização de R$ 1 milhão pela já famosa apresentação em PowerPoint do procurador Deltan Dallagnol; no recurso, Lula argumenta que "ninguém pode ser acusado daquela forma, por meio de uma coletiva repleta de adjetivações" (Foto: Aquiles Lins)

Paraná 247 - A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recorreu da decisão da Justiça paulista que negou pedido do petista por uma indenização de R$ 1 milhão pela já famosa apresentação em PowerPoint do procurador Deltan Dallagnol.

No recurso, Lula argumenta que "ninguém pode ser acusado daquela forma, por meio de uma coletiva repleta de adjetivações".

Na ação de indenização, a defesa de Lula alegou que Dallagnol agiu de maneira abusiva e ilegal em rede nacional ao utilizar o power point que o retratava como o principal personagem do esquema de corrupção na Petrobras.

Além disso, segundo a ação, a estrutura da apresentação feita pela Força Tarefa foi fielmente copiada de um processo que tramitou pela Justiça dos Estados Unidos, tendo o membro local do Ministério Público utilizado da mesma estratégia para postular a condenação do acusado.

"No caso usado como referência (State of Washington x Edward Michael Glasmann), a Suprema Corte Estadunidense anulou a decisão condenatória e determinou que o acusado fosse submetido a novo julgamento, justamente pela indevida utilização dos slides, abalando a presunção de inocência do acusado e impedindo que o réu exerça o direito constitucional do fair trial e do due process of law", diz a defesa na ação (leia mais).

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