Moro autoriza transferência de mais quatro detidos

O juis federal Sérgio Moro autorizou a transferência de Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, Olívio Rodrigues Júnior, Marcelo Rodrigues e Luiz Eduardo da Rocha Soares; eles estavam na carceragem da PF, em Curitiba, e serão levados para o Complexo Médico-Penal em Pinhais, na região metropolitana; a locomoção dos presos está prevista para a tarde desta quarta-feira (4); a 26ª etapa da Lava Jato investiga o "Setor de Operações Estruturadas" da Odebrecht, que, segundo a PF, se tratava de um departamento exclusivo para o gerenciamento e pagamento de propina  

Brasília- DF- Brasil- 07/04/2015- O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Brasília- DF- Brasil- 07/04/2015- O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 - A Justiça Federal do Paraná autorizou, nesta quarta-feira (3), a transferência de quatro presos da Operação Lava Jato detidos na 26ª fase, deflagrada em março deste ano - Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho, Olívio Rodrigues Júnior, Marcelo Rodrigues e Luiz Eduardo da Rocha Soares. Eles estavam na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba, e serão levados para o Complexo Médico-Penal em Pinhais, na região metropolitana. A locomoção dos presos está prevista para a tarde desta quarta-feira (4).

O complexo é uma penitenciária de regime fechado e com finalidades médicas. O pedido foi feito pelo delegado Igor Romário de Paula, que apontou dificuldades de espaço para manter os detentos na carceragem da PF na capital.

A 26ª etapa da Lava Jato investiga o "Setor de Operações Estruturadas" da Odebrecht, que, segundo a PF, se tratava de um departamento exclusivo para o gerenciamento e pagamento de propina. A operação foi baseada na delação premiada de Maria Lúcia Tavares, ex-funcionária da empreiteira que atuava no setor.

"De fato, a carceragem da Polícia Federal, apesar de suas relativas boas condições, não comporta, por seu espaço reduzido, a manutenção de número significativo de presos. Tanto por isso autorizei, anteriormente, a remoção de outros presos relacionados à Operação Lava Jato para o Complexo Médico Penal, local que vem atendendo satisfatoriamente as condições de custódia dos referidos presos provisórios. Pelo que foi verificado anteriormente, ficarão em ala reservada, com boas condições de segurança e acomodação", disse Moro ao aceitar a solicitação do delegado.

Nesta terça-feira (3), o magistrado autorizou a transferência de outros quatro detentos - o ex-marqueteiro João Santana, sua esposa, Monica Moura, o ex-senador Gim Argello (PTB-DF) e o empresário Ronan Maria Pinto, dono do jornal "Diário do Grande ABC".

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