Moro condena dono da Engevix a 19 anos de prisão

Gerson de Mello Almada foi condenado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa; ele é acusado de pagar R$ 15 milhões em propina à Petrobras, "um valor expressivo", observou, na sentença, o juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato

Gerson de Mello Almada foi condenado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa; ele é acusado de pagar R$ 15 milhões em propina à Petrobras, "um valor expressivo", observou, na sentença, o juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato
Gerson de Mello Almada foi condenado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa; ele é acusado de pagar R$ 15 milhões em propina à Petrobras, "um valor expressivo", observou, na sentença, o juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato (Foto: Aline Lima)
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247 – Sócio da empreiteira Engevix, o empresário Gerson de Mello Almada foi condenado nesta segunda-feira 14 a 19 anos de prisão pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância.

O executivo foi condenado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele é acusado de pagar R$ 15 milhões em propina à Petrobras, "um valor expressivo", observou Moro na sentença.

Também foram condenados o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, a 14 anos e 10 meses, e o doleiro Alberto Youssef, a 19 anos e 2 meses, por corrupção e lavagem de dinheiro. Os dois,  porém, cumprirão outras penas, uma vez que firmaram acordo de delação premiada.

Por falta de provas, os executivos Newton Prado Junior, Luiz Roberto Pereira e Carlos Eduardo Strauch Albero foram absolvidos "de todas as imputações. Enivaldo Quadrado foi absolvido da imputação de lavagem de dinheiro, pelo mesmo motivo. O juiz deixou de condenar Waldomiro de Oliveira.

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