Moro nega mais um pedido de Cunha para ficar preso em Brasília

O juiz federal Sérgio Moro negou, mais uma vez, pedido da defesa do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para ficar mais tempo preso em Brasília, para onde foi transferido por autorização do magistrado para prestar depoimento ao juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal; na capital, o peemedebista é réu no processo pelo suposto envolvimento em irregularidades na liberação de valores do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS); Em sua delação premiada,  ex-vice-presidente de Fundos e Loteria da Caixa, Fabio Cleto, Cleto disse que o ex-parlamentar e o corretor Lúcio Bolonha Funaro intermediavam pagamento de propina para liberação de valores do FI-FGTS para grandes grupos econômicos

Brasília - Eduardo Cunha faz sua defesa no Conselho de Ética da Câmara (Wilson Dias/Agência Brasil)
Brasília - Eduardo Cunha faz sua defesa no Conselho de Ética da Câmara (Wilson Dias/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - O juiz federal Sérgio Moro negou, mais uma vez, pedido da defesa do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para ficar mais tempo preso em Brasília, para onde foi transferido por autorização do magistrado para prestar depoimento ao juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal. Na capital, o peemedebista é réu no processo pelo suposto envolvimento em irregularidades na liberação de valores do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS).

Cunha deverá prestar esclarecimentos sobre a sua suposta atuação junto ao ex-vice-presidente de Fundos e Loteria da Caixa, Fabio Cleto, conforme aponta o blog do Fausto Macedo. Em sua delação premiada, Cleto disse que o ex-parlamentar e o corretor Lúcio Bolonha Funaro intermediavam pagamento de propina para liberação de valores do FI-FGTS para grandes grupos econômicos. 

O ex-deputado está preso em Curitiba desde 19 de outubro de 2016, acusado de obstruir a Operação Lava Jato. Cunha foi condenado a 15 anos e 4 meses de prisão por propinas de U$S 1,5 milhão na compra do campo petrolífero de Benin, na África, pela Petrobrás, em 2011.

 

 

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