Mulher de Cunha prestará depoimento a Moro em novembro

Juiz federal Sérgio Moro marcou para dia 16 de novembro o interrogatório de Cláudia Cruz, mulher do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ); a jornalista é ré na ação penal pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas; ela é acusada de ser beneficiária das contas atribuídas ao deputado na Suíça; denúncia é vinculada à ação penal a que Cunha responde por não ter declarado contas no exterior

Juiz federal Sérgio Moro marcou para dia 16 de novembro o interrogatório de Cláudia Cruz, mulher do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ); a jornalista é ré na ação penal pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas; ela é acusada de ser beneficiária das contas atribuídas ao deputado na Suíça; denúncia é vinculada à ação penal a que Cunha responde por não ter declarado contas no exterior
Juiz federal Sérgio Moro marcou para dia 16 de novembro o interrogatório de Cláudia Cruz, mulher do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ); a jornalista é ré na ação penal pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas; ela é acusada de ser beneficiária das contas atribuídas ao deputado na Suíça; denúncia é vinculada à ação penal a que Cunha responde por não ter declarado contas no exterior (Foto: Aquiles Lins)
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André Richter, da Agência Brasil - O juiz federal Sérgio Moro marcou para dia 16 de novembro o interrogatório de Cláudia Cruz, mulher do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Cláudia será interrogada na ação penal em que responde pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Ela é acusada de ser beneficiária das contas atribuídas ao deputado na Suíça.

Em junho, Moro recebeu denúncia apresentada pela força-tarefa de procuradores da Operação Lava Jato contra Cláudia Cruz e outros investigados que viraram réus. A denúncia é vinculada à ação penal a que Cunha responde por não ter declarado contas no exterior.

Na semana passada, Moro decidiu dar prosseguimento à ação. Eduardo Cunha virou réu quando a ação ainda estava no Supremo Tribunal Federal. Com a perda do mandato, Cunha deixou de ter foro privilegiado e o processo foi enviado à Justiça Federal em Curitiba. O ex-deputado também responde pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

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