“Obter benefícios é a minha vontade”, disse Palocci

"Eu não tenho acordo de delação premiada. Eu tenho tratativas. Isso é um assunto a cargo dos meus advogados. Eu confio no trabalho deles, são advogados de alta qualificação, com experiência no setor. Confio que eles estejam fazendo o melhor dentro da lei, olhando a maneira de contribuir com a Justiça, que é minha vontade, e também de obter benefícios, que também é minha vontade", disse o ex-ministro Antonio Palocci, num dos trechos do seu depoimento ao juiz Sergio Moro

"Eu não tenho acordo de delação premiada. Eu tenho tratativas. Isso é um assunto a cargo dos meus advogados. Eu confio no trabalho deles, são advogados de alta qualificação, com experiência no setor. Confio que eles estejam fazendo o melhor dentro da lei, olhando a maneira de contribuir com a Justiça, que é minha vontade, e também de obter benefícios, que também é minha vontade", disse o ex-ministro Antonio Palocci, num dos trechos do seu depoimento ao juiz Sergio Moro
"Eu não tenho acordo de delação premiada. Eu tenho tratativas. Isso é um assunto a cargo dos meus advogados. Eu confio no trabalho deles, são advogados de alta qualificação, com experiência no setor. Confio que eles estejam fazendo o melhor dentro da lei, olhando a maneira de contribuir com a Justiça, que é minha vontade, e também de obter benefícios, que também é minha vontade", disse o ex-ministro Antonio Palocci, num dos trechos do seu depoimento ao juiz Sergio Moro (Foto: Leonardo Attuch)

Jornal GGN - Condenado por Sergio Moro na Lava Jato, o ex-ministro Antonio Palocci decidiu mudar seu depoimento e incriminar o ex-presidente Lula em uma das ações penais em que ambos são acusados de receber vantagens indevidas da Odebrecht.

Defendido por Adriano Bretas, Palocci tenta, há alguns meses, fechar um acordo de delação premiada, mas Moro e os procuradores têm esnobado as informações, principalmente após o ex-ministro sinalizar que poderia entregar nomes do mercado financeiro e grandes grupos de comunicação.

Nesta quarta (6), Palocci disse que a compra de um imóvel para o Instituto Lula ocorreu dentro de um "pacto de sangue" que envolvia a entrega de um "presente para Lula", que é o sítio de Atibaia, entre outras vantagens ao ex-presidente, como uma "reserva de R$ 300 milhões."

No depoimento, o advogado Cristiano Zanin, que defende Lula, perguntou se Palocci agora muda sua versão dos fatos de olho em uma delação.

"Não, não. Eu não tenho acordo de delação premiada. Eu tenho tratativas. Isso é um assunto a cargo dos meus advogados. Eu confio no trabalho deles, são advogados de alta qualificação, com experiência no setor. Confio que eles estejam fazendo o melhor dentro da lei, olhando a maneira de contribuir com a Justiça, que é minha vontade, e também de obter benefícios, que também é minha vontade. Estou falando claramente."

Leia a íntegra no jornal GGN.

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