Operação Custo Brasil: PF indicia Paulo Bernardo

A Polícia Federal indiciou criminalmente o ex-ministro Paulo Bernardo na Operação Custo Brasil, que investiga um suposto desvio de R$ 100 milhões de empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento, pelos crimes de organização criminosa e corrupção passiva; o MPF vai analisar o inquérito para decidir se denuncia ou não o ex-ministro e outros envolvidos na operação; ao depor na PF, o ex-ministro negou irregularidades

Brasilia - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, é o convidado do programa Bom Dia Ministro. Ele vai falar sobre medidas para preservar o sigilo das comunicações pela internet, segunda etapa do programa Cidades Digitais e crescimento da internet mó
Brasilia - O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, é o convidado do programa Bom Dia Ministro. Ele vai falar sobre medidas para preservar o sigilo das comunicações pela internet, segunda etapa do programa Cidades Digitais e crescimento da internet mó (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - A Polícia Federal indiciou criminalmente o ex-ministro Paulo Bernardo na Operação Custo Brasil, que investiga um suposto desvio de R$ 100 milhões de empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento entre 2010 e 2015.

A PF enquadrou Paulo Bernardo por integrar organização criminosa e corrupção passiva. Agora, o Ministério Público Federal vai analisar o inquérito para denunciar ou não o ex-ministro e outros envolvidos na operação. A informação sobre o indiciamento foi divulgada pela colunista Sônia Racy.

O ex-ministro negou ter recebido propinas do esquema dos consignados, ao depor na PF, há uma semana. Ele afirmou que não existe contrato da Consist (empresa de software) com o ministério que dirigiu. "O Ministério do Planejamento nunca contratou a Consist", disse.

Em nota, a advogada Verônica Abdalla Sterman, que defende o ex-ministro, reiterou que ele nega ter participado ou ter feito intervenção "na celebração ou manutenção do acordo de cooperação técnica celebrado autonomamente entre a Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e as associações de Bancos e Previdência (ABBC e SINAPP). Também reitera que não recebeu qualquer quantia da Consist, direta ou indiretamente".

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