Palocci pede que plenário do STF julgue pedido de liberdade

A defesa do ex-ministro Antonio Palocci pediu ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que o plenário da Corte julgue seu pedido de liberdade; entre os argumentos da defesa ao pedir a soltura do ex-ministro é o longo tempo da prisão preventiva, ocorrida nove meses antes da condenação; o caso ainda não foi julgado em segunda instância

Palocci é escoltado por policiais em Curitiba. 26/9/2016. REUTERS/Rodolfo Buhrer
Palocci é escoltado por policiais em Curitiba. 26/9/2016. REUTERS/Rodolfo Buhrer (Foto: Charles Nisz)

Paraná 247 - A defesa do ex-ministro Antonio Palocci pediu ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que o plenário da Corte julgue seu pedido de liberdade. O julgamento do habeas corpus do ex-ministro da Fazenda seria analisado em novembro de 2017, mas foi suspenso a pedido da própria defesa. Palocci está preso em Curitiba desde setembro de 2016, quando foi alvo da 35ª fase da Lava Jato, a Operação Omertà.

Entre os argumentos da defesa ao pedir a soltura do ex-ministro é o longo tempo da prisão preventiva, ocorrida nove meses antes da condenação. O caso ainda não foi julgado em segunda instância. Fachin decidiu levar o tema ao plenário para que os 11 ministros possam firmar entendimento para as prisões provisórias.

Para o advogado de Palocci, Alessandro Silverio, uma eventual decisão da Corte para impedir a prisão após decisão em segunda instância - também poderá beneficiar o ex-ministro caso ele também seja condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). O advogado espera que a ministra Cármen Lúcia paute o pedido de Palocci para o início de março.

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