Perdão não basta: é preciso reconhecer a partidarização, diz Maria do Rosário sobre Lava Jato

"Gesto nobre, que aliás reconhece a veracidade das conversas divulgadas, mas não basta reconhecer que errou na troca de mensagem, é preciso ter grandeza e reconhecer a perseguição política contra @LulaOficial, a fraude contra a Democracia e o Estado de Direito", afirmou a deputada Maria do Rosário (PT-RS)

(Foto: Cleia Viana - Câmara)

247 - A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) elogiou a procuradora Jerusa Viecili, que pediu perdão pela deboche sobre a morte de Dona Marisa Letícia em 2017, quando a então esposa do ex-presidente Lula sofreu uma AVC em São Paulo. Mas, de acordo com a parlamentar, é necessário reconhecer a partidazação da Operação Lava Jato.

"Gesto nobre, que aliás reconhece a veracidade das conversas divulgadas, mas não basta reconhecer que errou na troca de mensagem, é preciso ter grandeza e reconhecer a perseguição política contra @LulaOficial, a fraude contra a Democracia e o Estado de Direito", afirmou a congressista no Twitter.

De acordo com reportagem do Intercept Brasil em parceria com o Uol, em um chat no Telegram, a procuradora debochou do falecimento de Marisa: "querem que eu fique pro enterro?".

Em um chat no Telegram, o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, escreveu: "Um amigo de um amigo de uma prima disse que chegou ao atendimento sem resposta, como um vegetal".

O procurador Januário Paludo responde: "estão eliminando as testemunhas".

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