PF cumpre mandados de busca e apreensão no Instituto Jaime Lerner

A Polícia Federal (PF) cumpriu mandado de busca e apreensão no Instituto Jaime Lerner, em Curitiba, na manhã desta quinta-feira, no âmbito da Operação Nosotros; ação, que tem como foco principal Palmas, capital do Tocantins, investiga suspeitas de irregularidades na implantação, na cidade, do sistema de ônibus BRT ao custo de R$ 260 milhões; segundo a polícia, houve repasse de informações privilegiadas da prefeitura de Palmas a empresas que participaram da concorrência do BRT

A Polícia Federal (PF) cumpriu mandado de busca e apreensão no Instituto Jaime Lerner, em Curitiba, na manhã desta quinta-feira, no âmbito da Operação Nosotros; ação, que tem como foco principal Palmas, capital do Tocantins, investiga suspeitas de irregularidades na implantação, na cidade, do sistema de ônibus BRT ao custo de R$ 260 milhões; segundo a polícia, houve repasse de informações privilegiadas da prefeitura de Palmas a empresas que participaram da concorrência do BRT
A Polícia Federal (PF) cumpriu mandado de busca e apreensão no Instituto Jaime Lerner, em Curitiba, na manhã desta quinta-feira, no âmbito da Operação Nosotros; ação, que tem como foco principal Palmas, capital do Tocantins, investiga suspeitas de irregularidades na implantação, na cidade, do sistema de ônibus BRT ao custo de R$ 260 milhões; segundo a polícia, houve repasse de informações privilegiadas da prefeitura de Palmas a empresas que participaram da concorrência do BRT (Foto: Romulo Faro)

Paraná 247 - A Polícia Federal (PF) cumpriu mandado de busca e apreensão no Instituto Jaime Lerner, em Curitiba, na manhã desta quinta-feira (10). A Operação Nosotros está sendo conduzida pela PF de Tocantins e não tem relação com a 36ª fase da Lava Jato, também deflagrada nesta quinta.

A ação da PF, que tem como foco principal Palmas, capital do Tocantins, investiga suspeitas de irregularidades na implantação, na cidade, do sistema de ônibus BRT (de expressos em canaletas) ao custo de R$ 260 milhões.

Segundo a polícia, houve repasse de informações privilegiadas da prefeitura de Palmas a empresas que participaram da concorrência do BRT.

"Em conluio com grandes imobiliárias da região, agentes públicos também pressionavam proprietários para que cedessem, a título gratuito, parte de suas terras para pessoas ligadas ao esquema criminoso. Uma das formas de coação era através da cobrança de altos valores de IPTU desses proprietários. A implantação do sistema BRT valorizaria os imóveis que o grupo tivesse posse após a obra", informa a Polícia Federal.

O Instituto Jaime Lerner confirmou a operação, mas negou participação no projeto do BRT de Palmas e no suposto esquema, alvo da operação.

"Toda a documentação necessária relativa ao plano de ocupação foi prontamente fornecida aos agentes", informa o instituto, em nota. "Tanto o Instituto Jaime Lerner como a Jaime Lerner Arquitetos Associados não tiveram e não têm nenhuma relação com os projetos e com a implantação do BRT da cidade de Palmas, Tocantins, processos estes conduzidos sob estrita responsabilidade da Prefeitura Municipal de Palmas".

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