Procurador diz que PMDB é mais difícil de investigar do que o PT

Modelo de organização interna do PMDB permitiu ao partido se beneficiar mais do foro privilegiado na Operação Lava Jato do que outras legendas apontadas como integrantes do esquema de corrupção na Petrobras, como é o caso do PT; é o que afirma o procurador regional da República e integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, Carlos Fernando dos Santos Lima

Modelo de organização interna do PMDB permitiu ao partido se beneficiar mais do foro privilegiado na Operação Lava Jato do que outras legendas apontadas como integrantes do esquema de corrupção na Petrobras, como é o caso do PT; é o que afirma o procurador regional da República e integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, Carlos Fernando dos Santos Lima
Modelo de organização interna do PMDB permitiu ao partido se beneficiar mais do foro privilegiado na Operação Lava Jato do que outras legendas apontadas como integrantes do esquema de corrupção na Petrobras, como é o caso do PT; é o que afirma o procurador regional da República e integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, Carlos Fernando dos Santos Lima (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para o procurador regional da República e integrante da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba Carlos Fernando dos Santos Lima, o modelo de organização interna do PMDB permitiu ao partido se beneficiar mais do foro privilegiado na operação do que outras legendas apontadas como integrantes do esquema de corrupção na Petrobras, como é o caso do PT.

"Quando você tem um partido que se organiza na forma piramidal, quase que como uma organização, efetivamente, como é o PT, você tem pessoas com foro, mas tem toda uma estrutura burocrática e administrativa que participa da criminalidade. E isso é o que estamos investigando aqui no Paraná", disse ele, em entrevista ao Valor.

Santos Lima defende a extinção ou, ao menos, a redução significativa do foro privilegiado para deputados e senadores (leia aqui).

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