Professores do Paraná querem audiência de conciliação na Justiça

A greve de professores e funcionários da rede estadual de ensino do Paraná, que chega ao 26º dia, ainda depende de alguns impasses para terminar; a mobilização dos servidores reúne cerca de 100 mil pessoas em todo o estado; presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Paraná (APP-Sindicato), Hermes Leão afirmou que "há descrédito da categoria com relação às últimas propostas apresentadas pelo governo estadual"

Curitiba- PR- Brasil- 04/03/2015- Os professores e funcionários da rede estadual de ensino do Paraná decidiram manter a greve da categoria, que completa 24 dias nesta quarta-feira (4). Os servidores se reúnem no Estádio da Vila Capanema, em Curitiba e ini
Curitiba- PR- Brasil- 04/03/2015- Os professores e funcionários da rede estadual de ensino do Paraná decidiram manter a greve da categoria, que completa 24 dias nesta quarta-feira (4). Os servidores se reúnem no Estádio da Vila Capanema, em Curitiba e ini (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - A greve de professores e funcionários da rede estadual de ensino do Paraná, que chega ao 26º dia nesta sexta-feira (6), ainda depende de alguns impasses para terminar. A mobilização dos servidores reúne cerca de 100 mil pessoas em todo o estado. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Paraná (APP-Sindicato), Hermes Leão, afirmou que "há descrédito da categoria com relação às últimas propostas apresentadas pelo governo estadual".

“Nós reconhecemos que o texto com as últimas propostas tem alguns avanços, mas ainda não são suficiente para que a gente possa voltar ao trabalho confiante que o governo vai mesmo cumprir com tudo”, disse o sindicalista ao G1.

De acordo com o dirigente, para garantir o que já foi proposto e acertar os demais pedidos, a categoria pretende pedir uma audiência de conciliação perante o Tribunal Regional do Trabalho (TRT-PR), conforme decisão tomada em uma reunião realizada na tarde de quinta-feira (5) com representantes do comando de greve em todo o estado.

“A conciliação é um instrumento previsto na Justiça como direito de greve. Como eles ouviram o governo, nós queremos o mesmo direito”, afirmou Leão.

O sindicalista acrescentou que a decisão judicial que determina o retorno imediato possibilidade da audiência de conciliação, mas propõe calendário para depois do início das aulas. "Pra nós seria importante que eles [ representantes da Justiça] nos ouvissem antes", argumenta.

 

 

 

 

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