Promotoria oferece denúncia contra primo de Richa

O Ministério Público do Paraná ofereceu nesta sexta (27) denúncia contra sete pessoas suspeitas de formação de organização criminosa, falsidade ideológica e fraude à licitação; segundo a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Londrina, o grupo é liderado pelo empresário Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa (PSDB), e que desviou recursos públicos ao obter ilegalmente contratos para consertar carros oficiais do Estado, do início de 2013 até este mês

O Ministério Público do Paraná ofereceu nesta sexta (27) denúncia contra sete pessoas suspeitas de formação de organização criminosa, falsidade ideológica e fraude à licitação; segundo a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Londrina, o grupo é liderado pelo empresário Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa (PSDB), e que desviou recursos públicos ao obter ilegalmente contratos para consertar carros oficiais do Estado, do início de 2013 até este mês
O Ministério Público do Paraná ofereceu nesta sexta (27) denúncia contra sete pessoas suspeitas de formação de organização criminosa, falsidade ideológica e fraude à licitação; segundo a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Londrina, o grupo é liderado pelo empresário Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa (PSDB), e que desviou recursos públicos ao obter ilegalmente contratos para consertar carros oficiais do Estado, do início de 2013 até este mês (Foto: Valter Lima)

247 - O Ministério Público do Paraná ofereceu nesta sexta-feira (27) denúncia contra sete pessoas suspeitas de formação de organização criminosa, falsidade ideológica e fraude à licitação. Segundo a investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Londrina, o grupo é liderado pelo empresário Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa (PSDB), e que desviou recursos públicos ao obter ilegalmente contratos para consertar carros oficiais do Estado, do início de 2013 até este mês.

A Promotoria afirma que eles constituíram uma empresa, chamada Providence, especialmente para prestar o serviço. Ela estaria registrada em nome de um "testa de ferro", mas, de acordo com a investigação, pertenceria a Abi Antoun e outro sócio. Inicialmente, a Providence foi contratada de forma emergencial, com dispensa de licitação. Depois do prazo de vigência desse acordo, uma outra empresa venceu a concorrência do governo para a manutenção dos veículos. O grupo de Abi Antoun teria então feito um acordo para que a Providence fosse subcontratada, permitindo, segundo a denúncia, "a permanência do sistema de enriquecimento ilícito".

O governo do Paraná nega que eles sejam parentes. A gestão diz que a bisavó do tucano era irmã da avó de Abi Antoun e que, de acordo com o Código Civil, isso não configura relacionamento familiar.

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