Protesto de professores faz Traiano suspender sessão na Alep

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná Ademar Traiano (PSDB) não aguentou os protestos de professores, durante a prestação de contas públicas do secretário da Fazenda Mauro Ricardo; o tucano suspendeu a sessão diante da manifestação dos educadores contra o calote de 8,53% do governador Beto Richa (PSDB); a APP-Sindicato é a instituição que está fazendo o questionamento da divergência entre os números da prestação de contas; para a entidade, a arrecadação crescente não combina com o cenário de crise que tentam empurrar para o funcionalismo

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná Ademar Traiano (PSDB) não aguentou os protestos de professores, durante a prestação de contas públicas do secretário da Fazenda Mauro Ricardo; o tucano suspendeu a sessão diante da manifestação dos educadores contra o calote de 8,53% do governador Beto Richa (PSDB); a APP-Sindicato é a instituição que está fazendo o questionamento da divergência entre os números da prestação de contas; para a entidade, a arrecadação crescente não combina com o cenário de crise que tentam empurrar para o funcionalismo
O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná Ademar Traiano (PSDB) não aguentou os protestos de professores, durante a prestação de contas públicas do secretário da Fazenda Mauro Ricardo; o tucano suspendeu a sessão diante da manifestação dos educadores contra o calote de 8,53% do governador Beto Richa (PSDB); a APP-Sindicato é a instituição que está fazendo o questionamento da divergência entre os números da prestação de contas; para a entidade, a arrecadação crescente não combina com o cenário de crise que tentam empurrar para o funcionalismo (Foto: Leonardo Lucena)

Blog do Esmael - O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná Ademar Traiano (PSDB) não aguentou os protestos de professores, na manhã desta quarta-feira (31), durante a prestação de contas públicas do secretário da Fazenda Mauro Ricardo. O tucano suspendeu a sessão diante da manifestação dos educadores contra o calote de 8,53% do governador Beto Richa (PSDB).

A APP-Sindicato é a instituição que está fazendo o questionamento da divergência entre os números da prestação de contas.

Para a entidade, a arrecadação crescente não combina com o cenário de crise que tentam empurrar para o funcionalismo.

“Nós não vamos descansar dos nossos esforços para que o governo pague o que é justo e devido a cada educador e educadora”, afirma o presidente da APP, professor Hermes Leão, que reivindica o pagamento da data-base de 8,53% devido pelo governador tucano.

A APP-Sindicato argumenta que Beto Richa persegue os educadores, pois, segundo a organização, o aumento da arrecadação do estado reflete no reajuste de 4,08% concedido a servidores públicos do Tribunal de Justiça, do Ministério Público e da Assembleia Legislativa.

Neste sábado (6), em Cascavel, a categoria realiza assembleia geral da APP. Não está descartada uma nova greve da educação para o final do mês de junho.

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