'Querem dar a Petrobras a alguma das 7 irmãs'

Senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou o projeto que retira a obrigatoriedade da Petrobras de participar de todos os consórcios na exploração do pré-sal; segundo ele, a proposta foi apresentada "aos brasileiros e aos tolos do Congresso como possibilidade de investimentos das Sete Irmãs que a Petrobras não poderia fazer", em referências às sete maiores companhias de petróleo no mundo; "Mentira absoluta", rebateu; em discurso durante ato contra a Globo e pela liberdade de expressão, Requião disse que é preciso se mobilizar para "resistir à direita orquestrada internacionalmente através dos meios de comunicação"; "A mídia é um instrumento de amortecimento da consciência nacional, um instrumento de precarização da utilidade, do Estado, do Congresso e das leis que protegem os trabalhadores"

Senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou o projeto que retira a obrigatoriedade da Petrobras de participar de todos os consórcios na exploração do pré-sal; segundo ele, a proposta foi apresentada "aos brasileiros e aos tolos do Congresso como possibilidade de investimentos das Sete Irmãs que a Petrobras não poderia fazer", em referências às sete maiores companhias de petróleo no mundo; "Mentira absoluta", rebateu; em discurso durante ato contra a Globo e pela liberdade de expressão, Requião disse que é preciso se mobilizar para "resistir à direita orquestrada internacionalmente através dos meios de comunicação"; "A mídia é um instrumento de amortecimento da consciência nacional, um instrumento de precarização da utilidade, do Estado, do Congresso e das leis que protegem os trabalhadores"
Senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou o projeto que retira a obrigatoriedade da Petrobras de participar de todos os consórcios na exploração do pré-sal; segundo ele, a proposta foi apresentada "aos brasileiros e aos tolos do Congresso como possibilidade de investimentos das Sete Irmãs que a Petrobras não poderia fazer", em referências às sete maiores companhias de petróleo no mundo; "Mentira absoluta", rebateu; em discurso durante ato contra a Globo e pela liberdade de expressão, Requião disse que é preciso se mobilizar para "resistir à direita orquestrada internacionalmente através dos meios de comunicação"; "A mídia é um instrumento de amortecimento da consciência nacional, um instrumento de precarização da utilidade, do Estado, do Congresso e das leis que protegem os trabalhadores" (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 – O senador Roberto Requião (PMDB-PR) voltou a criticar o projeto que retira a obrigatoriedade da Petrobras de participar de todos os consórcios com 30% na exploração do pré-sal. O projeto é de autoria do senador José Serra (PSDB-SP) e foi aprovada pela Casa. De acordo com o parlamentar, "o dinheiro, o capital financeiro que se organiza contra o estado social".

"O petróleo objeto de guerra geopolítica de países que querem domínio das reservas, é apresentado aos brasileiros, e aos tolos do Congresso como possibilidade de investimentos das Sete Irmãs que a Petrobras não poderia fazer. Mentira absoluta", disparou ele, nesta segunda-feira (7), em evento no Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo.

A expressão "Sete Irmãs" se refere às sete maiores companhias internacionais de petróleo, que, segundo Requião, não é apenas um combustível que move 95% dos transportes. "O petróleo se compõe de mais de três mil derivados que influenciam a indústria de forma ampla. Mas a tolice passou pelo Congresso" disse. Na avaliação de Requião, os defensores do projeto querem entregar a Petrobras "a um dos sete bandidos das sete irmãs".

De acordo com o senador, é preciso fazer mobilização, não no sentido de buscar conflito, mas para "resistir a direita orquestrada internacionalmente através dos meios de comunicação". "A mídia é um instrumento de amortecimento da consciência nacional, um instrumento de precarização da utilidade, do Estado, do Congresso e das leis que protegem os trabalhadores", complementou.

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O peemedebista também afirmou há um movimento, capitaneado pela mídia, para fazer com que se pensa que o ex-presidente Lula é bandido, que PT é culpado por tudo". "Mas quando você sai da mobilização da mídia, você raciocina", disse.

Segundo Requião, "Lula é símbolo de mudanças". O senador disse, ainda, que é preciso mobilizar "todos os que têm o Brasil no coração, que têm a luta pela Petrobras, pelos direitos trabalhistas, para quebrar hegemonia direita e colocar Lula no governo". "Temos que sustentar essa posição nas ruas. Não esperem nada do governo nem do Congresso. É mobilização e pressão".

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