Requião demonstra ‘angústia com demolição do estado social’

Um dos principais críticos do afastamento da presidente eleita Dilma Rousseff, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) voltou a disparar críticas contra o governo interino; "Confesso angústia diante da demolição do estado social no Brasil e certa impotência diante da dificuldade de informação e diálogo no Pais", postou no Twitter; "O fundamental é que nossa opinião seja clara. Não importa a popularidade do momento, mas a razão, afinal Hitler e Mussolini foram populares", comparou

Um dos principais críticos do afastamento da presidente eleita Dilma Rousseff, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) voltou a disparar críticas contra o governo interino; "Confesso angústia diante da demolição do estado social no Brasil e certa impotência diante da dificuldade de informação e diálogo no Pais", postou no Twitter; "O fundamental é que nossa opinião seja clara. Não importa a popularidade do momento, mas a razão, afinal Hitler e Mussolini foram populares", comparou
Um dos principais críticos do afastamento da presidente eleita Dilma Rousseff, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) voltou a disparar críticas contra o governo interino; "Confesso angústia diante da demolição do estado social no Brasil e certa impotência diante da dificuldade de informação e diálogo no Pais", postou no Twitter; "O fundamental é que nossa opinião seja clara. Não importa a popularidade do momento, mas a razão, afinal Hitler e Mussolini foram populares", comparou (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - Um dos principais críticos do afastamento da presidente eleita Dilma Rousseff, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) voltou a disparar contra o governo do presidente interino Michel Temer, também da legenda peemedebista. "Confesso angustia diante da demolição do estado social no Brasil e certa impotência diante da dificuldade de informação e diálogo no Pais", disse o parlamentar no Twitter.

Um trecho do documento "A Ponte para o Futuro", elaborado pelo PMDB e apresentado pro Temer no ano passado diz na página 9 que, para retomar o equilíbrios das contas pública, é necessário, "em primeiro lugar acabar com as vinculações constitucionais estabelecidas, como no caso dos gastos com saúde e com educação, em razão do receio de que o Executivo pudesse contingenciar, ou mesmo cortar esses gastos em caso de necessidade, porque no Brasil o orçamento não é impositivo e o Poder Executivo pode ou não executar a despesa orçada".

"O fundamental é que nossa opinião seja clara.Não importa a popularidade do momento ,mas a razão, afinal Hitler e Mussolini foram populares", acrescentou o senador.

No final do mês passado, Requião proferiu uma de suas mais duras críticas contra o presidente interino, após uma reportagem dos jornalistas Pedro Venceslau e Valmar Hupsel Filho (leia mais aqui) revelar como Temer vem tendo que barganhar votos para consolidar o impeachment, ainda não garantido, da presidente Dilma Rousseff.

O senador não usou meias palavras para denunciar o toma-lá-dá-cá. “O Temer está comprando a bancada. É uma compra explícita de apoio”, afirmou.

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