Requião Filho critica Richa e promete rever licitação do transporte público

O candidato a prefeito de Curitiba Requião Filho (PMDB) criticou o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e prometeu rever a licitação do transporte público na capital; segundo o peemedebista, "O sistema está sendo mal gerenciado. A licitação feita na época em que o Beto Richa era prefeito, mudou de quilômetro rodado para passagem técnica por por passageiro, e o sistema foi desenhado para funcionar por quilômetro rodado", disse. "Foi um grande erro. Mais um erro da vida de Beto Richa. Nós temos que rever a licitação. A licitação está sendo investigada por fraude e por sobrepreço pela CPI da Câmara dos Vereadores e pelo Tribunal de Contas"

O candidato a prefeito de Curitiba Requião Filho (PMDB) criticou o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e prometeu rever a licitação do transporte público na capital; segundo o peemedebista, "O sistema está sendo mal gerenciado. A licitação feita na época em que o Beto Richa era prefeito, mudou de quilômetro rodado para passagem técnica por por passageiro, e o sistema foi desenhado para funcionar por quilômetro rodado", disse. "Foi um grande erro. Mais um erro da vida de Beto Richa. Nós temos que rever a licitação. A licitação está sendo investigada por fraude e por sobrepreço pela CPI da Câmara dos Vereadores e pelo Tribunal de Contas"
O candidato a prefeito de Curitiba Requião Filho (PMDB) criticou o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e prometeu rever a licitação do transporte público na capital; segundo o peemedebista, "O sistema está sendo mal gerenciado. A licitação feita na época em que o Beto Richa era prefeito, mudou de quilômetro rodado para passagem técnica por por passageiro, e o sistema foi desenhado para funcionar por quilômetro rodado", disse. "Foi um grande erro. Mais um erro da vida de Beto Richa. Nós temos que rever a licitação. A licitação está sendo investigada por fraude e por sobrepreço pela CPI da Câmara dos Vereadores e pelo Tribunal de Contas" (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - O candidato a prefeito de Curitiba Requião Filho (PMDB) criticou o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e prometeu rever a licitação do transporte público na capital. Segundo o peemedebista, "transporte bom é transporte com ônibus novo, rápido e barato. Uma tarifa justa. Hoje, Curitiba tem ônibus velhos, é caro e demorado".

"O sistema está sendo mal gerenciado. A licitação feita na época em que o Beto Richa era prefeito, mudou de quilômetro rodado para passagem técnica por por passageiro, e o sistema foi desenhado para funcionar por quilômetro rodado", disse. Foi um grande erro. Mais um erro da vida de Beto Richa. Nós temos que rever a licitação. A licitação está sendo investigada por fraude e por sobrepreço pela CPI da Câmara dos Vereadores e pelo Tribunal de Contas", acrescentou.

De acordo com o candidato, "aumentando a competitividade, garantimos o menor preço. E assim a gente consegue um transporte coletivo com preço justo, um transporte coletivo com ônibus novos, um transporte coletivo que atenda a população".

Ao falar sobre o metrô, ele disse que o transporte "são R$ 8 bilhões em um buraco só". "Uma linha só custaria até R$ 8 bilhões. Com muito menos do que isso, eu consigo fazer um terceiro anel viário integrando dez terminais urbanos em algo que a gente chama de subcentros", disse .

Segundo ele, a gente desafoga o Centro de Curitiba, a gente cria os subcentros, cria o terceiro anel viário. Não se precisa mais entrar no Centro de Curitiba para se atravessar a cidade, você consegue fazer a volta. Diminuímos o número de carros, diminuímos o número de ônibus que vêm da região metropolitana para o Centro".

"Você vem até o Centro da Região Metropolitana para voltar para um bairro. Agora, não precisa mais disso. Nós podemos transformar o Guadalupe em um centro de convivência num espaço cultural, o Terminal do Guadalupe. E fazemos esses dez terminais urbanos. Desafogamos o trânsito. Isso custa, mais ou menos, R$ 600 milhões. Muito menos do que o metrô, com um impacto muito maior. Mudamos a lei de zoneamento e pensamos hoje em uma Curitiba para daqui a 30, 50 anos".

Segurança

Ao comentar sobre políticas para conter a criminalidade, Requião reforçou que segurança é obrigação dos governos estaduais. "De quem é a obrigação de colocar segurança na rua, polícia na rua? Governo estadual. O atual governador vem desmontando a Polícia Militar em todo o estado, em especial, aqui na capital, porque ele não gosta do atual prefeito. As viaturas da Polícia Militar não têm gasolina, não têm manutenção, e a polícia sequer, hoje, tem comida no quartel. O que a prefeitura pode fazer? A prefeitura faz a sua parte. A parte da prefeitura seria, basicamente, garantir iluminação nas ruas, uma melhor manutenção do espaço público", disse.

"Se você for aos nossos parques, nas nossas praças, nas ruas centrais de Curitiba, você vai ver que está todo abandonado. Se você for aos bairros, vai achar que não existe nenhum órgão público dando atenção aos bairros. É escuridão, é asfalto arrebentado, é mato nas praças, são as canjas poliesportivas que viraram local de consumo de drogas porque são escurar, perigosas", acrescentou. A entrevista foi concedida ao G1.

O candidato disse que é possível "usar a Guarda Municipal de maneira inteligente – bem treinada, bem equipada nos locais de grande tráfego de pessoas"." Então, nós podemos colocar a Guarda Municipal na saída dos colégios, nós podemos colocar a Guarda Municipal nas ruas do comércio de cada bairro e a Guarda Municipal presente nos terminal de ônibus, nos horários de pico, que são quando acontece grande parte dos roubos".

Educação

O candidato afirmou que, para melhor a qualidade do ensino público, aumentar o número de vagas, em teoria, é muito fácil. A gente aumenta o espaço físico ou a gente coloca mais crianças por sala. Vira um depósito de criança, cai a qualidade do ensino, o professor fica estressado, o profissional de educação começa a baixar a média... E fica lá o dado", disse..

"Então, como é que a gente faz isso? Devagar. Primeiro, a gente pode fazer um convênio com as faculdades de pedagogia. Eles são obrigados a fazer estágio. Por que não fazer estágio dentro da escola municipal? Dentro do Cmei, já pegando essa experiência e ajudando a sociedade? É uma mão-de-obra barata. Uma mão-de-obra que não gera impacto na Lei de Responsabilidade Fiscal e é possível. Ajuda todo mundo", defendeu.

"Então, nós vamos, sim, aumentar o número de vagas em berçários e nas creches, conforme formos aumentando o número de profissionais para atender a essas crianças. Porque educação é essencial, e a primeira infância, esse primeiro estímulo psicomotor, esse primeiro estímulo de aprender a língua, de aprender o português, de formar essa base é mais do que necessário. Pode definir a vida de uma pessoa", continuou.

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