Requião: ‘não podemos aceitar a dívida pública sem uma auditoria’

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou o fato de a União cobrar dívida dos estados, que, segundo ele, "não existe"; "A dívida dos estados em 1997 foi assumida e paga pela União com dinheiro do contribuinte. Daí a União cobrou novamente dos estados. Quem pagaria de novo? Os contribuintes", disse; "Se dívida já foi paga, a União deveria devolver o que já cobrou dos estados para a retomada dos investimentos", afirmou; ao comentar sobre a dívida pública, Requião lembrou que a origem da dívida está na Ditadura Militar e disse que "não podemos aceitá-la sem um auditoria"; vídeo

Senador Roberto Requião (PMDB-PR) apresenta substitutivo a projeto de lei (PLS 60/2012) proibindo doações de empresas em dinheiro, ou por meio de publicidade, a candidatos e partidos políticos
Senador Roberto Requião (PMDB-PR) apresenta substitutivo a projeto de lei (PLS 60/2012) proibindo doações de empresas em dinheiro, ou por meio de publicidade, a candidatos e partidos políticos (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247- O senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou o fato de a União cobrar dívida dos estados, que, segundo ele, "não existe". "A dívida dos estados em 1997 foi assumida e paga pela União com dinheiro do contribuinte. Daí a União cobrou novamente dos estados. Quem pagaria de novo? Os contribuintes", disse. "Se dívida já foi paga, a União deveria devolver o que já cobrou dos estados para a retomada dos investimentos", afirmou.

Ao comentar sobre a dívida pública, Requião lembrou que a origem da dívida está na Ditadura Militar. "Havia dinheiro barato, juros insignificantes", disse o senador. De acordo com Requião, "não podemos aceitar (a dívida) sem uma auditoria da dívida".

"Unilateralmente, o Federal Reserv Bank (Banco Central dos EUA), põe um juros de 20% ao ano. Com a crise a partir dos EUA, os juros em moeda americana chegara a ter condições quase negativa, os detentores da divida interiorizam e transformaram em real. E dai a dívida passou a ser inflada com juros mais altos do mundo. Porque o Banco Central e o Cupom estão nas mãos dos rentistas. Não é dinheiro que entrou. Não entrou um tostão", acrescentou o parlamentar.

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