Requião: “queremos transformar nosso País numa república bananeira?”

Apesar de crítico do impeachment da presidente Dilma Rousseff, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) endossou o coro à PEC que propõe eleição presidencial para o mês de outubro; segundo o parlamentar, uma eleição antecipada "deixa de ser essa sucessão um negócio feito às escuras entre banqueiros e donos do capital financeiro, com a exclusão absoluta do povo brasileiro a respeito dos rumos do nosso País"; Requião propôs ainda que, depois de um ano de eleito, todo presidente seja submetido a um referendo, com aprovação de dois terços do Congresso ou dez milhões de assinaturas da sociedade; "Novamente seria votado a permanência ou não no governo. Se esse voto de desconfiança popular, através de um referendo, fosse não, teríamos nova eleição", acrescentou  

Apesar de crítico do impeachment da presidente Dilma Rousseff, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) endossou o coro à PEC que propõe eleição presidencial para o mês de outubro; segundo o parlamentar, uma eleição antecipada "deixa de ser essa sucessão um negócio feito às escuras entre banqueiros e donos do capital financeiro, com a exclusão absoluta do povo brasileiro a respeito dos rumos do nosso País"; Requião propôs ainda que, depois de um ano de eleito, todo presidente seja submetido a um referendo, com aprovação de dois terços do Congresso ou dez milhões de assinaturas da sociedade; "Novamente seria votado a permanência ou não no governo. Se esse voto de desconfiança popular, através de um referendo, fosse não, teríamos nova eleição", acrescentou
 
Apesar de crítico do impeachment da presidente Dilma Rousseff, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) endossou o coro à PEC que propõe eleição presidencial para o mês de outubro; segundo o parlamentar, uma eleição antecipada "deixa de ser essa sucessão um negócio feito às escuras entre banqueiros e donos do capital financeiro, com a exclusão absoluta do povo brasileiro a respeito dos rumos do nosso País"; Requião propôs ainda que, depois de um ano de eleito, todo presidente seja submetido a um referendo, com aprovação de dois terços do Congresso ou dez milhões de assinaturas da sociedade; "Novamente seria votado a permanência ou não no governo. Se esse voto de desconfiança popular, através de um referendo, fosse não, teríamos nova eleição", acrescentou   (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) sugeriu que a presidente Dilma Rousseff antecipe a eleição presidencial para o mês de outubro deste ano por meio de uma emenda constitucional. Segundo o parlamentar, com eleição antecipada, os candidatos terão de dizer o que pretendem fazer, "deixa de ser essa sucessão um negócio feito às escuras entre banqueiros e donos do capital financeiro, com a exclusão absoluta do povo brasileiro a respeito dos rumos do nosso País".

“A eleição obriga a reabertura de uma discussão. Nós queremos fim do banco do Brasil, a entrega do nosso petróleo, nós queremos transformar nosso País numa República bananeira, primarizada, subordinada a interesses de países economicamente mais fortes?”, questionou o peemedebista, em áudio divulgado no seu próprio site.

Para o congressista, a emenda constitucional deveria prever um referendo. O peemedebista propôs que, depois de um ano de eleito, o presidente seja submetido a um referendo, com aprovação de dois terços do Congresso ou dez milhões de assinaturas da população, juntas ou separadas (essas duas condições)".

"Novamente seria votado a permanência ou não no governo. Se esse voto de desconfiança popular, através de um referendo, fosse não, teríamos nova eleição. O que não podemos é admitir que nas madrugadas, nas salas das direções dos bancos, nos escondidos interesses do capital financeiro os destinos da nação sejam decididos sem a participação do povo".

O parlamentar voltou a criticar o documento "A Ponte para o Futuro", base do programa de governo do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). "Acaba com aposentadoria, com o salário mínimo, entrega a Petrobras, ameaça a existência do Banco do Brasil, da Caixa, acaba com instrumentos para um governo que viabilize um projeto de nação. São propostas que primarizam a economia e nos entrega ao domínio do capital financeiro".

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