Solitário, Cabral é ajudado por Cunha em presídio

Transferido para Complexo Médico Penal de Pinhais (PR), por supostas regalias no presídio de Benfica (RJ), o ex-governador do Rio Sergio Cabral anda tendo ajuda do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, ambos do MDB, para respirar ares fora da cela; segundo o colunista Lauro Jardim, as duas primeiras de Cabral foram passadas numa espécie de solitária, sem direito a banho de sol; nestes 15 dias, ele foi ajudado por Cunha, pois, enquanto o ex-governador berrava, Cunha ouvia e chamava os carcereiros

Transferido para Complexo Médico Penal de Pinhais (PR), por supostas regalias no presídio de Benfica (RJ), o ex-governador do Rio Sergio Cabral anda tendo ajuda do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, ambos do MDB, para respirar ares fora da cela; segundo o colunista Lauro Jardim, as duas primeiras de Cabral foram passadas numa espécie de solitária, sem direito a banho de sol; nestes 15 dias, ele foi ajudado por Cunha, pois, enquanto o ex-governador berrava, Cunha ouvia e chamava os carcereiros
Transferido para Complexo Médico Penal de Pinhais (PR), por supostas regalias no presídio de Benfica (RJ), o ex-governador do Rio Sergio Cabral anda tendo ajuda do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, ambos do MDB, para respirar ares fora da cela; segundo o colunista Lauro Jardim, as duas primeiras de Cabral foram passadas numa espécie de solitária, sem direito a banho de sol; nestes 15 dias, ele foi ajudado por Cunha, pois, enquanto o ex-governador berrava, Cunha ouvia e chamava os carcereiros (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - Transferido para  Complexo Médico Penal de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), por supostas regalias no presídio de Benfica (RJ), o ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral anda tendo ajuda do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, ambos do MDB, para respirar ares fora da cela. 

Segundo informações do colunista Lauro Jardim, as duas primeiras de Cabral foram passadas numa espécie de solitária, sem direito a banho de sol. Nem Cunha, André Vargas ou qualquer outro preso célebre da Operação Lava-Jato recebeu este tratamento, ainda de acordo com o jornalista.

Nestes 15 dias, Cabral foi ajudado por Cunha, pois, enquanto o ex-governador berrava, Cunha ouvia e chamava os carcereiros.

O ex-chefe do executivo fluminense está preso desde novembro de 2016. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o emedebista liderou uma organização criminosa para lavar dinheiro de propina, que atuou entre outubro de 2007 e agosto de 2014. Ele foi condenado em quatro dos 21 processo em que réu na Lava Jato. As penas somam 87 anos de prisão.

Cunha é está preso desde outubro de 2016 por ordem do juiz Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em segunda instância. O Ministério Público Federal argumentou que o ex-parlamentar representava risco à instrução do processo e à ordem pública se estivesse em liberdade. Segundo os procuradores, também existia a “possibilidade concreta de fuga em virtude da disponibilidade de recursos ocultos no exterior” e da dupla nacionalidade, uma vez que Cunha tem passaporte italiano.

Cunha foi denunciado pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Moro condenou o ex-parlamentar a 15 anos de prisão.

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