STF mantém com Moro julgamento da mulher e filha de Cunha

Ministro Celso de Mello arquivou o habeas corpus em que a Cláudia Cruz e Danielle Dytz, mulher e filha do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediam para não serem julgadas pelo juiz federal Sérgio Moro; na decisão, Mello entendeu que não é possível derrubar a decisão de um colega da Corte por meio de habeas corpus; Cláudia e Danielle são acusadas pelo Ministério Público Federal de utilizarem dinheiro de contas secretas na Suíça abastecidas com dinheiro de propina

Ministro Celso de Mello arquivou o habeas corpus em que a Cláudia Cruz e Danielle Dytz, mulher e filha do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediam para não serem julgadas pelo juiz federal Sérgio Moro; na decisão, Mello entendeu que não é possível derrubar a decisão de um colega da Corte por meio de habeas corpus; Cláudia e Danielle são acusadas pelo Ministério Público Federal de utilizarem dinheiro de contas secretas na Suíça abastecidas com dinheiro de propina
Ministro Celso de Mello arquivou o habeas corpus em que a Cláudia Cruz e Danielle Dytz, mulher e filha do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediam para não serem julgadas pelo juiz federal Sérgio Moro; na decisão, Mello entendeu que não é possível derrubar a decisão de um colega da Corte por meio de habeas corpus; Cláudia e Danielle são acusadas pelo Ministério Público Federal de utilizarem dinheiro de contas secretas na Suíça abastecidas com dinheiro de propina (Foto: Aquiles Lins)
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André Richter, da Agência Brasil - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello arquivou ontem (29) o habeas corpus em que a mulher e filha do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pediam para não serem julgadas pelo juiz federal Sérgio Moro, da Justiça Federal em Curitiba.

Na decisão, Mello entendeu que não é possível derrubar a decisão de um colega da Corte por meio de habeas corpus.

No dia 15, o ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF, atendeu pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e desmembrou a investigação, deixando somente a parte do inquérito referente ao presidente da Câmara no Supremo.

De acordo com a denúncia apresentada este mês contra o presidente da Câmara, Cláudia Cruz e Danielle Cunha, que também são investigadas com o marido e pai no Supremo, foram beneficiadas pelos recursos que estavam depositados em contas na Suíça atribuídas a Cunha. Com a decisão, somente Cunha responderá às acusações no STF.

Pela denúncia, US$ 165 mil foram encontrados em uma conta na Suíça atribuída à mulher de Cunha. De acordo com as investigações, parte do valor foi usada para pagar despesas do cartão de crédito de Danielle Cunha.

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