Tarso Genro será ouvido como testemunha de Lula

A Justiça Federal do Paraná ouve duas testemunhas de defesa na ação penal da Operação Lava Jato, que tem como um dos réus o ex-presidente Lula; Tarso Genro, que foi ministro da Justiça, da Educação e de Relações Institucionais durante o Governo Lula, é testemunha de defesa do ex-presidente; o processo penal envolve o caso do tríplex em Guarujá, no litoral de São Paulo. 

A Justiça Federal do Paraná ouve duas testemunhas de defesa na ação penal da Operação Lava Jato, que tem como um dos réus o ex-presidente Lula; Tarso Genro, que foi ministro da Justiça, da Educação e de Relações Institucionais durante o Governo Lula, é testemunha de defesa do ex-presidente; o processo penal envolve o caso do tríplex em Guarujá, no litoral de São Paulo. 
A Justiça Federal do Paraná ouve duas testemunhas de defesa na ação penal da Operação Lava Jato, que tem como um dos réus o ex-presidente Lula; Tarso Genro, que foi ministro da Justiça, da Educação e de Relações Institucionais durante o Governo Lula, é testemunha de defesa do ex-presidente; o processo penal envolve o caso do tríplex em Guarujá, no litoral de São Paulo.  (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - A Justiça Federal do Paraná ouve, nesta quinta-feira (16), duas testemunhas de defesa na ação penal da Operação Lava Jato, que tem como um dos réus o ex-presidente Lula. Tarso Genro, que foi ministro da Justiça, da Educação e de Relações Institucionais durante o Governo Lula, é testemunha de defesa do ex-presidente. O processo penal envolve o caso do tríplex em Guarujá, no litoral de São Paulo. A previsão é de que a audiência com o juiz Sérgio Moro comece às 15h30. 

Fábio Oliveira do Vale também será ouvido no processo, como testemunha de defesa do réu Paulo Gordilho, arquiteto e ex-executivo da OAS. Além de Lula, outras seis pessoas também são rés no mesmo processo. A esposa de Lula, Marisa Letícia, que morreu em 3 de fevereiro, também era ré nesta ação penal.

A denúncia foi aceita em setembro do ano passado e abrange três contratos da OAS com a Petrobras. Segundo as acusações, Lula recebeu R$ 3,7 milhões em propinas por meio da reserva e reforma do apartamento triplex, em Guarujá, e do custeio do armazenamento de seus bens.

O curioso é que, ao apresentar a denúncia contra Lula, no dia 14 de setembro do ano passado, o procurador Henrique Pozzobon disse: "não teremos aqui provas cabais de que Lula é o efetivo proprietário no papel do apartamento". O procurador Deltan Dallagnol afirmou que "provas são pedaços da realidade, que geram convicção sobre um determinado fato ou hipótese". "Todas essas informações e todas essas provas analisadas como num quebra-cabeça permitem formar seguramente, formar seguramente a figura de Lula no comando do esquema criminoso identificado na Lava Jato", disse.

O ex-presidente, no entanto, já desmontou a farsa do tripléx, inclusive com documentos. Lula publicou seus contratos com a Bancoop, sua declaração de Imposto de Renda, a declaração de bens ao Tribunal Superior Eleitoral e os contratos que compravam a desistência da ex-primeira-dama Marisa Letícia em continuar com o imóvel (veja aqui).

 

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