Termina rebelião em penitenciária do Paraná

A Polícia Civil informou que, após 12 horas, terminou a rebelião na cadeia pública de Santo Antônio da Platina, no norte do Paraná; detentos liberaram o agente carcerário que estava refém depois das negociações com a presença do juiz responsável pela Vara de Execuções Penais; os presos se rebelaram devido a superlotação, de acordo com a PM; a unidade tem capacidade para 57 detentos, mas antes da rebelião estava com 103

A Polícia Civil informou que, após 12 horas, terminou a rebelião na cadeia pública de Santo Antônio da Platina, no norte do Paraná; detentos liberaram o agente carcerário que estava refém depois das negociações com a presença do juiz responsável pela Vara de Execuções Penais; os presos se rebelaram devido a superlotação, de acordo com a PM; a unidade tem capacidade para 57 detentos, mas antes da rebelião estava com 103
A Polícia Civil informou que, após 12 horas, terminou a rebelião na cadeia pública de Santo Antônio da Platina, no norte do Paraná; detentos liberaram o agente carcerário que estava refém depois das negociações com a presença do juiz responsável pela Vara de Execuções Penais; os presos se rebelaram devido a superlotação, de acordo com a PM; a unidade tem capacidade para 57 detentos, mas antes da rebelião estava com 103 (Foto: Leonardo Lucena)

Paraná 247 - A Polícia Civil informou que, após 12 horas, terminou a rebelião na cadeia pública de Santo Antônio da Platina, no norte do Paraná. Detentos liberaram o agente carcerário que estava refém por volta das 11h30 depois das negociações com a presença do juiz responsável pela Vara de Execuções Penais. Os presos se rebelaram devido a superlotação, de acordo com a Polícia Militar. A unidade tem capacidade para 57 detentos, mas antes da rebelião estava com 103.

Segundo o Departamento de Execuções Penitenciárias do Paraná (Depen), após dominarem o agente quando ele fechava uma das portas da carceragem, os presidiários pegaram as chaves e abriram as celas.

A PM disse que os internos escaparam pelo portão da frente da cadeia. Depois, os apenados subiram no telhado da cadeia e seguraram um botijão de gás.

Serão abertos um inquérito policial e um procedimento administrativo para apurar o caso, conforme o Departamento de Execuções Penitenciárias.

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