“Vereadores não sabem o que votam”, acusam médicos sobre terceirizações

A Câmara Municipal de Curitiba começa a votar nesta segunda-feira (28) o projeto encaminhado pelo prefeito Rafael Greca (PMN) que revogando proibição das terceirizações na saúde e na educação; presidido por Mário Ferrari, o Sindicato dos Médicos do Paraná (Simepar) acusou os vereadores de Curitiba de serem "pouco interessados em compreender o que estarão aprovando" acerca das terceirizações

A Câmara Municipal de Curitiba começa a votar nesta segunda-feira (28) o projeto encaminhado pelo prefeito Rafael Greca (PMN) que revogando proibição das terceirizações na saúde e na educação; presidido por Mário Ferrari, o Sindicato dos Médicos do Paraná (Simepar) acusou os vereadores de Curitiba de serem "pouco interessados em compreender o que estarão aprovando" acerca das terceirizações
A Câmara Municipal de Curitiba começa a votar nesta segunda-feira (28) o projeto encaminhado pelo prefeito Rafael Greca (PMN) que revogando proibição das terceirizações na saúde e na educação; presidido por Mário Ferrari, o Sindicato dos Médicos do Paraná (Simepar) acusou os vereadores de Curitiba de serem "pouco interessados em compreender o que estarão aprovando" acerca das terceirizações (Foto: Leonardo Lucena)

Blog do Esmael - Daqui a pouco, a Câmara Municipal de Curitiba começará a votar em primeiro turno o projeto encaminhado pelo prefeito Rafael Greca (PMN) que revogando proibição das terceirizações na saúde e na educação.

Em nota oficial divulgado neste domingo (27), véspera da votação, o Sindicato dos Médicos do Paraná (Simepar) acusou os vereadores de Curitiba de serem “pouco interessados em compreender o que estarão aprovando” acerca das terceirizações.

Servidores municipais prometem protestar em frente à Câmara contra projeto que permite organizações sociais na saúde, educação e assistência social.

Greca apresentou o projeto no último dia 18, em regime de urgência. Oposição colhe assinaturas para mudar o regime e permitir o debate.

“A prefeitura quer entregar o serviço público à iniciativa privada. Sem conversa, sem discussão. Somente a pressão dos servidores é capaz de reverter mais essa pancada na nossa categoria”, diz o Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc).

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