"Vou construir a derrota de Requião", diz Pessuti

Ex-governador do Paraná, Orlando Pessuti (PMDB) revelou o seu principal objetivo para os próximos três meses: "Vou me dedicar a construir a derrota do Requião", disse; de acordo com o peemedebista, caso o seu grupo não tire do senador Roberto Requião o domínio do PMDB paranaense, o ex-chefe do Executivo local vai se filiar a outro partido para lançar candidatura a prefeito de Curitiba, e pode disputar contra o seu atual correligionário

Ex-governador do Paraná, Orlando Pessuti (PMDB) revelou o seu principal objetivo para os próximos três meses: "Vou me dedicar a construir a derrota do Requião", disse; de acordo com o peemedebista, caso o seu grupo não tire do senador Roberto Requião o domínio do PMDB paranaense, o ex-chefe do Executivo local vai se filiar a outro partido para lançar candidatura a prefeito de Curitiba, e pode disputar contra o seu atual correligionário
Ex-governador do Paraná, Orlando Pessuti (PMDB) revelou o seu principal objetivo para os próximos três meses: "Vou me dedicar a construir a derrota do Requião", disse; de acordo com o peemedebista, caso o seu grupo não tire do senador Roberto Requião o domínio do PMDB paranaense, o ex-chefe do Executivo local vai se filiar a outro partido para lançar candidatura a prefeito de Curitiba, e pode disputar contra o seu atual correligionário (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 – Sai faísca no PMDB paranaense. O ex-governador do Paraná Orlando Pessuti (PMDB) revelou o seu principal objetivo para os próximos três meses: "Vou me dedicar a construir a derrota do Requião", disse o peemedebista à coluna de Celso Nascimento, do jornal Gazeta do Povo. "Se meu grupo não tirar de Requião o domínio do PMDB, vou aproveitar os três meses seguintes, de janeiro a março, para buscar um outro partido e me lançar candidato a prefeito de Curitiba".

Pessuti foi vice-governador por sete anos e completou os nove meses finais do mandato de Roberto Requião como governador, que renunciou para disputar o Senado. Pessuti , no entanto, acusava o seu correligionário ter "desmanchado" o que de bom havia sido feito pelo Paraná nos sete anos anteriores.

Em 2014, a briga entre os dois peemedebistas ficou mais estremecida depois que Pessuti liderou um grupo de dissidentes para levar o PMDB a apoiar a reeleição do então candidato à reeleição Beto Richa (PSDB), e impedir que Requião se fosse candidato. Mas os dissidentes perderam na convenção, e o senador tentou o quarto mandato como governador, mas o tucano venceu ainda no primeiro turno.

A briga pode se acirrar no próximo dia 31 de outubro, quando ocorre a convenção estadual peemedebista. Pessuti trabalha para obter o apoio de delegados, e derrotar Requião, seja ele próprio o candidato à presidência ou seu sobrinho, o deputado federal João Arruda.

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