Youssef diz que se reuniu com Padilha e Vargas

Em depoimento, o doleiro Alberto Youssef disse que o então ministro da Saúde Alexandre Padilha participou de reunião para tratar da regularização do laboratório Labogen junto ao ministério; encontro teria acontecido na casa do então deputado federal André Vargas (ex-PT-PR) em Brasília, na presença de Cândido Vaccarezza (PT-SP) e de Pedro Argese, um dos representantes do Labogen; em nota, ex-ministro nega

Em depoimento, o doleiro Alberto Youssef disse que o então ministro da Saúde Alexandre Padilha participou de reunião para tratar da regularização do laboratório Labogen junto ao ministério; encontro teria acontecido na casa do então deputado federal André Vargas (ex-PT-PR) em Brasília, na presença de Cândido Vaccarezza (PT-SP) e de Pedro Argese, um dos representantes do Labogen; em nota, ex-ministro nega
Em depoimento, o doleiro Alberto Youssef disse que o então ministro da Saúde Alexandre Padilha participou de reunião para tratar da regularização do laboratório Labogen junto ao ministério; encontro teria acontecido na casa do então deputado federal André Vargas (ex-PT-PR) em Brasília, na presença de Cândido Vaccarezza (PT-SP) e de Pedro Argese, um dos representantes do Labogen; em nota, ex-ministro nega (Foto: Roberta Namour)

247 – Em acordo de delação premiada com o Ministério Público, o doleiro Alberto Youssef disse que o então ministro da Saúde Alexandre Padilha participou de reunião para tratar da regularização do laboratório Labogen junto ao ministério.

Segundo ele, participaram do encontro na casa do então deputado federal André Vargas (ex-PT-PR) em Brasília, Cândido Vaccarezza (PT-SP) e de Pedro Argese, um dos representantes do Labogen.

Em julho do ano passado, uma sindicância no ministério da Saúde concluiu que não houve irregularidades na gestão de Alexandre Padilha na contratação do laboratório Labogen. De acordo com a investigação, a empresa não foi favorecida pela pasta.
Interceptações telefônicas apontaram que o deputado André Vargas (sem partido/PR) teria sido o meio de campo entre o doleiro e o ministério da Saúde. Em uma das mensagens a Youssef, o ex-petista afirmou que Padilha chegou a indicar um executivo para o laboratório Labogen.

Depois das denúncias, o ministério suspendeu contratos firmados com o Labogen e com o Laboratório Farmacêutico da Marinha no valor de R$ 6,2 milhões anuais.

Ao analisar a delação, o MPF considerou que “não haveria qualquer irregularidade praticada por eles”. 

Em nota, Padilha afirmou que “não tem registro de qualquer encontro ou evento na casa do então vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas, cujo objetivo específico tenha sido tratar do tema questionado”.

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