{"id":10270,"date":"2026-06-18T06:58:00","date_gmt":"2026-06-18T09:58:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/?p=10270"},"modified":"2026-06-18T06:54:52","modified_gmt":"2026-06-18T09:54:52","slug":"o-peixe-brasileiro-que-sobe-rios-contra-a-correnteza-por-centenas-de-quilometros-so-para-se-reproduzir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/2026\/06\/18\/o-peixe-brasileiro-que-sobe-rios-contra-a-correnteza-por-centenas-de-quilometros-so-para-se-reproduzir\/","title":{"rendered":"O peixe brasileiro que sobe rios contra a correnteza por centenas de quil\u00f4metros s\u00f3 para se reproduzir"},"content":{"rendered":"\n<link href=\"https:\/\/fonts.googleapis.com\/css2?family=Inter:wght@400;600;700;800&amp;display=swap\" rel=\"stylesheet\">\n<style>\n\/* Prote\u00e7\u00e3o contra inje\u00e7\u00e3o do \"Veja Tamb\u00e9m\" (JNews inline related posts) *\/\n.rdp-curiosidades-wrapper .jnews_inline_related_post_wrapper,\n.rdp-curiosidades-wrapper .jnews_inline_related_post,\n.rdp-curiosidades-wrapper .jeg_postblock,\n.rdp-curiosidades-wrapper [class*=\"jnews_inline\"],\n.rdp-curiosidades-wrapper [class*=\"jeg_postblock\"],\n.rdp-curiosidades-wrapper [class*=\"jeg_block\"] {\n  display: none !important;\n  height: 0 !important;\n  max-height: 0 !important;\n  overflow: hidden !important;\n  visibility: hidden !important;\n  margin: 0 !important;\n  padding: 0 !important;\n  border: none !important;\n  font-size: 0 !important;\n  line-height: 0 !important;\n}\n.rdp-curiosidades-wrapper {\n  max-width: 620px;\n  margin: 28px auto;\n  background: #FFFFFF;\n  border: 1px solid #E0E0E0;\n  border-top: 3px solid #2FC3EE;\n  border-radius: 12px;\n  padding: 28px 32px;\n  font-family: 'Inter', sans-serif;\n  box-shadow: 0 4px 20px rgba(47,195,238,0.18);\n  overflow: hidden;\n  contain: layout style;\n  isolation: isolate;\n  position: relative;\n  z-index: 1;\n}\n.rdp-curiosidades-wrapper > *:not(.rdp-curiosidades-header):not(.rdp-curiosidades-list) {\n  display: none !important;\n  height: 0 !important;\n  overflow: hidden !important;\n  margin: 0 !important;\n  padding: 0 !important;\n  border: none !important;\n}\n.rdp-curiosidades-header {\n  display: flex;\n  align-items: center;\n  justify-content: center;\n  gap: 16px;\n  margin-bottom: 24px;\n}\n.rdp-curiosidades-line {\n  flex: 1;\n  height: 1px;\n  background: #E0E0E0;\n}\n.rdp-curiosidades-title {\n  font-family: 'Inter', sans-serif;\n  font-size: 12px;\n  font-weight: 800;\n  text-transform: uppercase;\n  letter-spacing: 4px;\n  color: #1A1A1A;\n  white-space: nowrap;\n}\n.rdp-curiosidades-list {\n  list-style: none;\n  padding: 0;\n  margin: 0;\n  text-align: center;\n}\n.rdp-curiosidades-item {\n  padding: 0 0 18px 0;\n  line-height: 1.7;\n}\n.rdp-curiosidades-item:last-child {\n  padding-bottom: 0;\n}\n.rdp-curiosidades-item-bullet {\n  display: inline-block;\n  width: 8px;\n  height: 8px;\n  background: #2FC3EE;\n  border-radius: 50%;\n  box-shadow: 0 0 6px rgba(47,195,238,0.40);\n  margin-right: 10px;\n  vertical-align: middle;\n}\n.rdp-curiosidades-item-title {\n  font-size: 15px;\n  font-weight: 700;\n  color: #1A1A1A;\n}\n.rdp-curiosidades-item-desc {\n  font-size: 15px;\n  color: #333333;\n  line-height: 1.7;\n}\n@media (max-width: 768px) {\n  .rdp-curiosidades-wrapper {\n    max-width: 100%;\n    margin: 20px 12px;\n    padding: 22px 20px;\n  }\n}\n<\/style>\n<div class=\"rdp-curiosidades-wrapper\">\n  <div class=\"rdp-curiosidades-header\">\n    <span class=\"rdp-curiosidades-line\"><\/span>\n    <span class=\"rdp-curiosidades-title\">Curiosidades<\/span>\n    <span class=\"rdp-curiosidades-line\"><\/span>\n  <\/div>\n  <ul class=\"rdp-curiosidades-list\">\n    <li class=\"rdp-curiosidades-item\">\n      <span class=\"rdp-curiosidades-item-bullet\"><\/span><span class=\"rdp-curiosidades-item-title\">Maratona aqu\u00e1tica di\u00e1ria:<\/span> <span class=\"rdp-curiosidades-item-desc\">O curimbat\u00e1 consegue nadar at\u00e9 43 quil\u00f4metros em apenas 24 horas, o equivalente a completar uma maratona ol\u00edmpica todos os dias, nadando contra a correnteza.<\/span>\n    <\/li>\n    <li class=\"rdp-curiosidades-item\">\n      <span class=\"rdp-curiosidades-item-bullet\"><\/span><span class=\"rdp-curiosidades-item-title\">O esfor\u00e7o ativa os horm\u00f4nios:<\/span> <span class=\"rdp-curiosidades-item-desc\">A luta contra a correnteza n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma jornada: ela \u00e9 biologicamente necess\u00e1ria para estimular a gl\u00e2ndula hip\u00f3fise e a produ\u00e7\u00e3o dos horm\u00f4nios reprodutivos. Sem nadar rio acima, o peixe simplesmente n\u00e3o consegue se reproduzir.<\/span>\n    <\/li>\n    <li class=\"rdp-curiosidades-item\">\n      <span class=\"rdp-curiosidades-item-bullet\"><\/span><span class=\"rdp-curiosidades-item-title\">Milh\u00f5es de \u00f3vulos de uma vez:<\/span> <span class=\"rdp-curiosidades-item-desc\">No momento da desova, a piava lan\u00e7a em m\u00e9dia 160 mil \u00f3vulos de uma s\u00f3 vez, enquanto a f\u00eamea do dourado pode ultrapassar 1,5 milh\u00e3o. Uma aposta em escala industrial pela continuidade da esp\u00e9cie.<\/span>\n    <\/li>\n  <\/ul>\n<\/div>\n<div style=\"clear:both;height:0;overflow:hidden;\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Imagine ter que correr uma maratona todos os dias, durante semanas, sem comer quase nada e ainda lutando contra uma for\u00e7a que empurra voc\u00ea para tr\u00e1s o tempo todo. \u00c9 exatamente isso que o <strong>curimbat\u00e1<\/strong> faz todo ano nos rios brasileiros. Esse peixe de \u00e1gua doce, que passa grande parte do ano se alimentando nas partes baixas dos rios, se transforma em um verdadeiro atleta quando chegam as primeiras chuvas do ver\u00e3o, protagonizando um dos fen\u00f4menos migrat\u00f3rios mais fascinantes da biologia: a <strong>piracema<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a ci\u00eancia descobriu sobre a piracema e a migra\u00e7\u00e3o dos peixes<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A palavra <strong>piracema<\/strong> vem do tupi-guarani: &#8220;pir\u00e1&#8221; significa peixe e &#8220;cema&#8221; significa subida, da\u00ed a tradu\u00e7\u00e3o mais aceita por fontes oficiais como o Minist\u00e9rio da Pesca: &#8220;subida dos peixes&#8221;. Todo ano, entre setembro e mar\u00e7o, dependendo da bacia hidrogr\u00e1fica e da regi\u00e3o do pa\u00eds, esp\u00e9cies como o curimbat\u00e1, o dourado, o pintado e o pacu percebem sinais do ambiente que funcionam como um gatilho biol\u00f3gico. A temperatura da \u00e1gua sobe, as chuvas elevam o n\u00edvel dos rios em at\u00e9 5 metros e as horas de luz do dia aumentam. Esses fatores estimulam a <strong>gl\u00e2ndula hip\u00f3fise<\/strong>, na base do c\u00e9rebro dos peixes, a liberar os horm\u00f4nios que acionam o instinto de migrar e se reproduzir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que a ci\u00eancia revela de mais surpreendente \u00e9 que o esfor\u00e7o f\u00edsico da subida n\u00e3o \u00e9 apenas uma consequ\u00eancia da migra\u00e7\u00e3o: ele \u00e9 parte indispens\u00e1vel do processo reprodutivo. Ao nadar contra a correnteza por centenas de quil\u00f4metros, os peixes queimam gordura acumulada e estimulam a produ\u00e7\u00e3o dos horm\u00f4nios respons\u00e1veis pelo amadurecimento dos \u00f3rg\u00e3os sexuais. Em outras palavras, <strong>sem o esfor\u00e7o, n\u00e3o h\u00e1 reprodu\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-2-1024x576.jpg\" alt=\"O peixe brasileiro que sobe rios contra a correnteza por centenas de quil\u00f4metros s\u00f3 para se reproduzir\" class=\"wp-image-10271\" srcset=\"https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-2-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-2-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-2-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-2-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-2-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-2.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Chuvas e mudan\u00e7as no ambiente iniciam o ciclo.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como isso funciona na pr\u00e1tica: a jornada rio acima<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Peixes como o <strong>curimbat\u00e1<\/strong> e o dourado chegam a migrar mais de 600 quil\u00f4metros at\u00e9 alcan\u00e7ar as cabeceiras dos rios, onde as \u00e1guas s\u00e3o mais rasas e a correnteza \u00e9 forte, condi\u00e7\u00f5es ideais para a desova. O ritmo varia muito entre as esp\u00e9cies: piavas avan\u00e7am no m\u00e1ximo 3 quil\u00f4metros por dia, enquanto curimbat\u00e1s j\u00e1 foram registrados percorrendo impressionantes 43 quil\u00f4metros em apenas 24 horas. \u00c9 como se um corredor completasse uma maratona por dia, durante semanas seguidas, carregando nas costas o peso da sobreviv\u00eancia de toda a sua esp\u00e9cie.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando finalmente chegam ao ponto de desova, as f\u00eameas lan\u00e7am seus \u00f3vulos na \u00e1gua e os machos despejam o s\u00eamen sobre eles. A piava, por exemplo, libera em m\u00e9dia 160 mil \u00f3vulos de uma s\u00f3 vez, enquanto a f\u00eamea do dourado pode ultrapassar 1,5 milh\u00e3o. As larvas que nascem s\u00e3o carregadas pela correnteza at\u00e9 lagoas marginais, onde crescem protegidas durante cerca de um ano antes de retornar ao leito principal do rio e repetir o ciclo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Barragens e obst\u00e1culos: o que mais os pesquisadores encontraram sobre a migra\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos maiores desafios investigados pela ci\u00eancia \u00e9 o impacto das barragens hidrel\u00e9tricas sobre a <strong>migra\u00e7\u00e3o dos peixes<\/strong>. Estudos realizados no Canal da Piracema, na barragem de Itaipu, monitoraram o curimbat\u00e1 e outras esp\u00e9cies com marcadores eletr\u00f4nicos para entender como esses animais interagem com as passagens constru\u00eddas nas represas. Os resultados mostraram que determinadas se\u00e7\u00f5es das estruturas funcionam como barreiras reais, dificultando ou atrasando significativamente a subida dos cardumes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pesquisadores de diversas universidades brasileiras tamb\u00e9m investigaram a estrutura gen\u00e9tica de popula\u00e7\u00f5es de <strong>curimbat\u00e1<\/strong> fragmentadas por barragens. A conclus\u00e3o foi preocupante: represas que bloqueiam a migra\u00e7\u00e3o isolam grupos de peixes, reduzem a diversidade gen\u00e9tica das popula\u00e7\u00f5es e comprometem a capacidade das esp\u00e9cies de se adaptar a mudan\u00e7as ambientais no longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<link href=\"https:\/\/fonts.googleapis.com\/css2?family=Inter:wght@400;600;700;800&amp;display=swap\" rel=\"stylesheet\">\n<style>\n\/* Prote\u00e7\u00e3o contra inje\u00e7\u00e3o do \"Veja Tamb\u00e9m\" (JNews inline related posts) *\/\n.rdp-pontos-wrapper .jnews_inline_related_post_wrapper,\n.rdp-pontos-wrapper .jnews_inline_related_post,\n.rdp-pontos-wrapper .jeg_postblock,\n.rdp-pontos-wrapper [class*=\"jnews_inline\"],\n.rdp-pontos-wrapper [class*=\"jeg_postblock\"],\n.rdp-pontos-wrapper [class*=\"jeg_block\"] {\n  display: none !important;\n  height: 0 !important;\n  max-height: 0 !important;\n  overflow: hidden !important;\n  visibility: hidden !important;\n  margin: 0 !important;\n  padding: 0 !important;\n  border: none !important;\n  font-size: 0 !important;\n  line-height: 0 !important;\n}\n.rdp-pontos-wrapper {\n  max-width: 100%;\n  margin: 32px 0;\n  background: #F8F9FA;\n  border: 1px solid #E0E0E0;\n  border-radius: 12px;\n  padding: 28px 28px 20px;\n  font-family: 'Inter', sans-serif;\n  box-shadow: 0 4px 20px rgba(47,195,238,0.12);\n  overflow: hidden;\n  contain: layout style;\n  isolation: isolate;\n  position: relative;\n  z-index: 1;\n}\n.rdp-pontos-wrapper > *:not(.rdp-pontos-title):not(.rdp-pontos-grid) {\n  display: none !important;\n  height: 0 !important;\n  overflow: hidden !important;\n  margin: 0 !important;\n  padding: 0 !important;\n  border: none !important;\n}\n.rdp-pontos-title {\n  font-family: 'Inter', sans-serif;\n  font-size: 20px;\n  font-weight: 800;\n  color: #1A1A1A;\n  margin: 0 0 20px 0;\n  line-height: 1.3;\n  text-align: center;\n}\n.rdp-pontos-grid {\n  display: grid;\n  grid-template-columns: repeat(3, 1fr);\n  gap: 18px;\n}\n.rdp-pontos-item {\n  background: #FFFFFF;\n  border: 1px solid #E0E0E0;\n  border-top: 3px solid #2FC3EE;\n  border-radius: 10px;\n  padding: 22px 20px;\n  box-shadow: 0 2px 10px rgba(47,195,238,0.10);\n  transition: box-shadow 0.3s ease, border-color 0.3s ease;\n  text-align: center;\n}\n.rdp-pontos-item:hover {\n  box-shadow: 0 4px 20px rgba(47,195,238,0.22);\n  border-color: #2FC3EE;\n}\n.rdp-pontos-emoji {\n  font-size: 32px;\n  line-height: 1;\n  margin-bottom: 12px;\n  display: block;\n  text-align: center;\n}\n.rdp-pontos-item-title {\n  font-size: 15px;\n  font-weight: 700;\n  color: #1A1A1A;\n  margin-bottom: 8px;\n  line-height: 1.3;\n}\n.rdp-pontos-item-desc {\n  font-size: 14px;\n  color: #333333;\n  line-height: 1.6;\n  margin: 0;\n}\n@media (max-width: 768px) {\n  .rdp-pontos-wrapper {\n    padding: 20px 16px 14px;\n  }\n  .rdp-pontos-grid {\n    grid-template-columns: 1fr;\n    gap: 14px;\n  }\n  .rdp-pontos-title {\n    font-size: 18px;\n  }\n}\n<\/style>\n<div class=\"rdp-pontos-wrapper\">\n  <div class=\"rdp-pontos-title\">Pontos-chave do estudo<\/div>\n  <div class=\"rdp-pontos-grid\">\n    <div class=\"rdp-pontos-item\">\n      <span class=\"rdp-pontos-emoji\">\ud83d\udc1f<\/span>\n      <div class=\"rdp-pontos-item-title\">O esfor\u00e7o ativa a reprodu\u00e7\u00e3o<\/div>\n      <p class=\"rdp-pontos-item-desc\">Nadar contra a correnteza estimula a gl\u00e2ndula hip\u00f3fise a produzir os horm\u00f4nios reprodutivos. Sem essa jornada f\u00edsica, o curimbat\u00e1 e outras esp\u00e9cies migrat\u00f3rias simplesmente n\u00e3o amadurecem sexualmente.<\/p>\n    <\/div>\n    <div class=\"rdp-pontos-item\">\n      <span class=\"rdp-pontos-emoji\">\ud83c\udfca<\/span>\n      <div class=\"rdp-pontos-item-title\">600 km de migra\u00e7\u00e3o<\/div>\n      <p class=\"rdp-pontos-item-desc\">Curimbat\u00e1s e dourados percorrem mais de 600 quil\u00f4metros rio acima durante a piracema, com alguns indiv\u00edduos atingindo 43 km em apenas 24 horas de nata\u00e7\u00e3o cont\u00ednua.<\/p>\n    <\/div>\n    <div class=\"rdp-pontos-item\">\n      <span class=\"rdp-pontos-emoji\">\ud83d\udea7<\/span>\n      <div class=\"rdp-pontos-item-title\">Barragens amea\u00e7am o ciclo<\/div>\n      <p class=\"rdp-pontos-item-desc\">Pesquisas mostram que hidrel\u00e9tricas bloqueiam rotas migrat\u00f3rias, isolam popula\u00e7\u00f5es de peixes e reduzem a diversidade gen\u00e9tica das esp\u00e9cies ao longo do tempo.<\/p>\n    <\/div>\n  <\/div>\n<\/div>\n<div style=\"clear:both;height:0;overflow:hidden;\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O comportamento migrat\u00f3rio do curimbat\u00e1 nos rios brasileiros foi documentado em um estudo publicado no <em>Brazilian Journal of Biology<\/em>, dispon\u00edvel no SciELO, que monitorou a subida desses peixes na <a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/bjb\/a\/RJ4zb4JyjX88FYscn6WR8mR\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cachoeira de Emas, no rio Mogi-Gua\u00e7u<\/a>, registrando padr\u00f5es detalhados sobre os per\u00edodos de pico da migra\u00e7\u00e3o e o comportamento das esp\u00e9cies diante das estruturas de transposi\u00e7\u00e3o instaladas na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que essa descoberta importa para voc\u00ea<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A <strong>piracema<\/strong> n\u00e3o \u00e9 apenas um fen\u00f4meno fascinante da natureza: ela sustenta toda a cadeia alimentar dos rios brasileiros. Esp\u00e9cies como o curimbat\u00e1, o dourado e o pintado s\u00e3o fundamentais para o equil\u00edbrio dos ecossistemas aqu\u00e1ticos e para a sobreviv\u00eancia da pesca artesanal em todo o pa\u00eds. Por isso, a legisla\u00e7\u00e3o brasileira estabelece o chamado <strong>per\u00edodo de defeso<\/strong>, quando a pesca comercial fica proibida para proteger a reprodu\u00e7\u00e3o dos peixes. As datas variam por regi\u00e3o e bacia hidrogr\u00e1fica: em geral, o defeso ocorre entre outubro e mar\u00e7o, mas cada estado tem suas pr\u00f3prias regras, definidas com base em dados cient\u00edficos sobre o ciclo reprodutivo de cada esp\u00e9cie local.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando esse ciclo \u00e9 interrompido, seja por barragens, polui\u00e7\u00e3o ou pesca predat\u00f3ria, os estoques pesqueiros entram em colapso e comunidades inteiras que dependem dos rios para sobreviver s\u00e3o diretamente afetadas. Entender a piracema \u00e9, portanto, entender por que a preserva\u00e7\u00e3o dos rios importa para cada brasileiro, mesmo para quem nunca colocou os p\u00e9s na beira de um rio.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-1-1024x576.jpg\" alt=\"O peixe brasileiro que sobe rios contra a correnteza por centenas de quil\u00f4metros s\u00f3 para se reproduzir\" class=\"wp-image-10272\" srcset=\"https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-1-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/www.brasil247.com\/tendencias\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/peixe-1.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A jornada exige esfor\u00e7o cont\u00ednuo contra a correnteza.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que mais a ci\u00eancia est\u00e1 investigando sobre a migra\u00e7\u00e3o de peixes nos rios brasileiros<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pesquisadores de diversas universidades brasileiras continuam estudando formas de tornar as passagens para peixes nas barragens mais eficientes, al\u00e9m de mapear geneticamente as popula\u00e7\u00f5es de esp\u00e9cies migrat\u00f3rias para identificar quais grupos est\u00e3o mais vulner\u00e1veis. O uso de marcadores eletr\u00f4nicos, como os <strong>transponders PIT<\/strong>, permite rastrear individualmente cada peixe ao longo de sua jornada, gerando dados in\u00e9ditos sobre rotas, velocidade e taxas de sucesso na transposi\u00e7\u00e3o de obst\u00e1culos. O futuro da piracema, e de toda a biodiversidade que depende dela, vai depender muito do quanto conseguimos aprender sobre esse fen\u00f4meno antes que seja tarde demais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pr\u00f3xima vez que chover forte e os rios come\u00e7arem a subir no ver\u00e3o brasileiro, vale lembrar que, l\u00e1 embaixo, cardumes inteiros est\u00e3o travando uma batalha silenciosa e extraordin\u00e1ria, nadando contra tudo para garantir que a vida continue. A natureza raramente para de nos surpreender.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Curiosidades Maratona aqu\u00e1tica di\u00e1ria: O curimbat\u00e1 consegue nadar at\u00e9 43 quil\u00f4metros em apenas 24 horas, o equivalente a completar uma maratona ol\u00edmpica todos os dias, nadando contra a correnteza. O esfor\u00e7o ativa os horm\u00f4nios: A luta contra a correnteza n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma jornada: ela \u00e9 biologicamente necess\u00e1ria para estimular a gl\u00e2ndula hip\u00f3fise e a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":10273,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[164],"tags":[2906,2907,2905,2908],"class_list":["post-10270","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ciencia","tag-curimbata","tag-migracao-de-peixes","tag-piracema","tag-rios-brasileiros"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>O peixe brasileiro que sobe rios contra a correnteza por centenas de quil\u00f4metros s\u00f3 para se reproduzir - 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