Subserviência do PPD não garantirá Taiwan nenhuma misericórdia dos EUA, diz porta-voz da parte continental

9 de abril de 20262 min de leitura
Compartilhe

Beijing, 9 abr (Xinhua) -- Os compatriotas de Taiwan estão cada vez mais conscientes de que os Estados Unidos promovem seus interesses por meio de pressão e política de poder, sem levar em conta a justiça ou a razão, disse nesta quarta-feira uma porta-voz da parte continental.

"A subserviência do Partido Progressista Democrata (PPD) de Taiwan não trará misericórdia para Taiwan", disse Zhu Fenglian, porta-voz do Departamento dos Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado, em resposta a uma pergunta da mídia sobre o plano dos EUA de impor uma tarifa de 100% sobre produtos farmacêuticos importados e o fato de Taiwan não estar na lista de exportadores que desfrutam de tratamento preferencial, apesar da alegação do PPD de ter obtido "tratamento preferencial".

O chamado "tratamento preferencial" que Taiwan obteve é, na verdade, coerção e exploração por parte dos Estados Unidos, disse a porta-voz em uma coletiva de imprensa.

Zhu assinalou que os Estados Unidos sempre seguiram uma política de "América em Primeiro Lugar", com foco exclusivo em seus próprios interesses. As tentativas do PPD de bajular e angariar favores à custa dos interesses econômicos de Taiwan revelam sua intenção maliciosa de buscar o apoio dos EUA para sua agenda separatista.

Em resposta a outra pergunta da mídia sobre as declarações de Lai Ching-te de que Taiwan continuaria a "aprofundar a cooperação com os EUA para salvaguardar a segurança da cadeia de abastecimento global", a porta-voz disse que as autoridades de Lai Ching-te estavam agindo por interesses políticos partidários mesquinhos.

Zhu disse que as declarações de Lai eram, em essência, uma tentativa de solicitar o apoio dos EUA e vender Taiwan, expondo ainda mais sua busca calculada pela secessão por meio de forças externas.

Ela enfatizou que o comércio entre os dois lados do Estreito manteve um ritmo de crescimento constante nos dois primeiros meses deste ano, atingindo US$ 52,54 bilhões, demonstrando plenamente que as economias dos dois lados do Estreito estão profundamente integradas e não podem ser dissociadas nem separadas.