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Brasil perde importância e fica de fora de principais decisões em Davos

O Brasil de Michel Temer tem uma participação encolhida e de pouca relevância no Fórum Econômico Mundial, que reúne uma boa parte da elite econômica do planeta nesta semana em Davos, na Suíça; ao contrário de anos anteriores, quando foi protagonista nos diálogos e assumiu papel de liderança entre os emergentes, o País dessa vez ficou de fora das principais discussões e foi reduzido até entre as nações em desenvolvimento; em discussão sobre as previsões para o sistema bancário, nenhum banqueiro brasileiro estava participante; em um painel sobre as previsões para o G20, a Argentina foi convidada, não o Brasil; nem a presença de três ministros da área econômica —Henrique Meirelles (Fazenda), Marcos Pereira (Desenvolvimento) e Fernando Coelho (Minas e Energia) —, conseguiu impedir que o país fosse relegado a discussões secundárias

Boulos: “A luta só vai crescer, só vai aumentar a cada gesto fascista”

Mídia Ninja

Após 10 horas de detenção, o líder do MTST, Guilherme Boulos, detido em reintegração de posse em São Paulo nesta manhã, disse, após ser liberado, que sua prisão teve "o intuito de intimidar o MTST e a luta dos movimentos populares"; "Quero dizer que não vão conseguir nos intimidar. A luta só vai crescer, só vai aumentar a cada gesto fascista, a cada gesto ilegal, abusivo, como essa prisão de hoje", afirmou; ele disse ainda que foi preso por "incitação à violência, por desobediência e por outros crimes"; "Acabei sendo indiciado por resistência. Para mim, resistência não é crime. Crime é despejar 700 famílias sem ter alternativa, resistência é uma reação legítima das pessoas contra uma barbaridade como esta", rebateu