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29.03.2015

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Jurista questiona: propina de sonegador não revolta?

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Jurista gaúcho Jacques Távora Alfonsin afirma que os crimes descobertos pela Operação Zelotes, da Polícia Federal, são superiores aos da Lava Jato, mas não devem despertar a mesma atenção dos meios de comunicação; até porque um deles, o grupo RBS, está envolvido; Alfonsin lembra que a RBS, de Eduardo Sirotsky, é suspeita de pagar R$ 15 milhões para obter redução de débito fiscal de cerca de R$ 150 milhões; "A existência de razões, porém, para a sua pregação moral já se encontrar sob suspeita de hipócrita e cínica, não há como negar. Se andou usando e abusando da tão proclamada liberdade de iniciativa, fazendo o que fez, e da não menos defendida liberdade de expressão, para mentir, não vai dar mais para recolher as pedras que andou lançando sobre a moral alheia e a conduta política do governo", afirma

Moro propõe prisões antes do trânsito em julgado

Ricardo Borges: RIO DE JANEIRO, 04.12.2014: CORRUPÇÃO/JUSTIÇA - O juiz federal de Curitiba Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, participa do Seminário Nacional sobre Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro, no Rio de Janeiro. (Foto: Ricardo Borges/Folhap

Responsável pela Operação Lava Jato, o juiz Sergio Moro, do Paraná, defendeu uma ideia polêmica, neste domingo, em artigo publicado em parceria com Antônio Cesar Bochenek, presidente da Associação dos Juízes Federais; Moro defende que réus condenados já em primeira instância permaneçam presos, perdendo o direito de recorrer em liberdade; hoje, de acordo com as leis brasileiras, as prisões ocorrem após o trânsito em julgado, ou seja, depois de apreciados todos os recursos; "A melhor solução é a de atribuir à sentença condenatória, para crimes graves em concreto, como grandes desvios de dinheiro público, uma eficácia imediata, independente do cabimento de recursos", diz Moro, que vem sendo criticado por advogados por manter alvos da Lava Jato presos há mais de 120 dias, mesmo sem sentença condenatória

Opinião

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