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Decisão mostrou arrogância e espírito predatório

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"Os 61 votos a 20 contra Dilma assinalam a grande derrota da geração que venceu a luta democrática contra o regime de 1964. A responsabilidade pelo esquema golpista que articulou a queda da presidente já no final da campanha de 2014 não pode ser amenizada. Envolveu lideres do PSDB e PMDB, o chefe da corrupção Eduardo Cunha, a grande mídia e setores do Judiciário", escreve Paulo Moreira Leite, colunista do 247; "Protegido pelo golpismo de coalizão, que submete o país a todas as doenças do presidencialismo do mesmo nome, agravadas ao infinito pela ausência de qualquer ligação à soberania do povo, o novo governo nasce envelhecido e descartável. Está condenado a caminhar  a passos trôpegos pela dificuldade de traçar um destino aceitável para a maioria de brasileiros", diz ele

Dilma: “Nós voltaremos”

Roberto Stuckert Filho/PR: <p>dilma</p>

Em entrevista coletiva no Palácio da Alvorada logo após ter sido afastada definitivamente da presidência da República, Dilma afirmou, em referência aos golpistas: "A história será implacável com eles"; fez um discurso incisivo em defesa da continuação da luta e para "construir um Brasil melhor"; "Nada poderá nos fazer recuar. Não direi adeus a vocês, tenho certeza que poderei dizer ‘até daqui a pouco’", declarou; "Nós voltaremos. Voltaremos para continuar nossa jornada rumo a um Brasil onde o povo é soberano", disse; "Haverá contra eles a mais determinada oposição que um governo golpista pode sofrer", prometeu