Partidos perderam o controle dos protestos; hora de ir à rua
29 Eduardo Guimarães,
A dita horizontalidade dos protestos era mais real do que acreditavam os partidos que tentaram direcioná-los aos seus objetivos políticos. Ou seja: a rua é de todos
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¶ Banco Central (BC) injetou quase US$ 2 bilhões no mercado de câmbio depois que o dólar atingiu R$ 2,1728, contendo o ritmo de alta, mas o dólar comercial fechou com alta de 0,84%, em R$ 2,1661 para venda, o maior valor desde 30 de abril de 2009
29 Eduardo Guimarães,
A dita horizontalidade dos protestos era mais real do que acreditavam os partidos que tentaram direcioná-los aos seus objetivos políticos. Ou seja: a rua é de todos
17 Voney Malta,
Collor sofreu a desestabilização e foi apeado da Presidência da República. Lula sofreu os tiros da desestabilização, mas sobreviveu. Agora é a vez de Dilma
120 Davis Sena Filho,
A verdade é que vaia de playboy não vale. Conheço muito bem os miamiplayboys de Brasília, que nunca passaram trabalho na vida, bem como conheço os do Rio de Janeiro e de muitas outras capitais e estados brasileiros
40 Lula Miranda,
Os senhores governantes, que diziam que não voltariam atrás, terão que voltar atrás; terão que governar, daqui pra frente, para uma maioria e não mais para alguns poucos privilegiados que, definitivamente, não andam de trem, ônibus ou metrô superlotados
21 Roberto Freire,
Em apenas cinco meses no cargo, o petista Fernando Haddad já deixou ao menos uma grande marca como prefeito de São Paulo: a omissão desavergonhada nos momentos de crise
Chico Vigilante,
Mostrar ao mundo as atrocidades cometidas pelo governo norte-americano em relação a outras nações poderá causar a Bradley Manning e a Edward Snowden a perda da liberdade
0 Miguel do Rosário,
O vandalismo ataca objetos inanimados. A brutalidade policial ataca seres humanos, e vem justamente daqueles que pagamos com nossos impostos para zelarem por nossa proteção
5 Carlos Henrique Abrão,
O Estado brasileiro está em falta com o cidadão, superendividado de promessas não cumpridas e obrigações destratadas
0 Antônio Teodoro,
Espera-se que o governo opte por um caminho que traga crescimento econômico, mas que mantenha o equilíbrio fiscal, sem perder a estabilidade e confiança institucional criada ao longo dos anos
1 Luis Mauro Queiroz,
Vemos protestos cada vez maiores e mais contundentes em várias cidades do Brasil, e que vêm tendo um retorno. O povo está acordando, e quem sabe com ele, uma esperança de um Brasil melhor para todos
1 Cristovam Buarque,
A crise é de falta de estratégia para enfrentar os problemas estruturais, em todo o sistema, e de falta de percepção das tendências de longo prazo da economia
2 Kátia Abreu,
Fazer política industrial com barreira comercial e subsídio é tentar reviver algo que cumpriu seu ciclo
¶ Economistas de instituições financeiras elevaram a projeção da taxa básica de juros neste e no próximo ano a 9%, ao mesmo tempo em que subiram a perspectiva para a inflação a 5,83%; eles reduziram, ainda, a projeção para a expansão da economia em 2103 a 2,49%
¶ Presidente do Banco Central garante que fará o que for necessário para combater, "sem alívio nem trégua", a inflação; mesmo que isso signifique uma taxa Selic de dois dígitos; O objetivo, com o manuseio dos juros, é encerrar o ano com uma variação do IPCA menor do que os 5,84% de 2012 e, para 2014, entregar uma inflação abaixo da deste ano
¶ Na comparação com abril do ano passado, as vendas subiram 1,6%. O acumulado de 2013 chega a 3% e, nos últimos 12 meses, o setor acumula alta de 6,4%
¶ A classificação, sobre o desempenho das maiores economias do mundo desde o início da crise internacional, em novembro de 2008, consta no relatório da Global Trade Alert, organização independente que monitora políticas que afetam o comércio global
¶ Medida foi anunciada nesta noite pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, segundo quem a equipe econômica pratica ajuste fiscal permanente; "Diante dessa situação de acomodação do mercado cambial em todo planeta, não faz sentido manter empecilho e penalizar as posições vendidas no mercado futuro com alíquota de 1%", disse o ministro; nesta quarta, o dólar fechou no patamar de R$2,15 pela primeira vez em mais de quatro anos
¶ É como o blogueiro Miguel do Rosário, do O Cafezinho, dá a notícia sobre a recuperação da indústria divulgada pela CNI; a indústria vem se recuperando em todos os setores, segundo o presidente da entidade, e inicia o segundo trimestre em forte crescimento
¶ Escassez de recursos do Ministério do Turismo e a pouca divulgação dos grandes eventos que serão realizados no Brasil a partir deste ano preocupam especialistas do setor, expôs debate em audiência pública no Senado; "Se nós não tomarmos o devido cuidado com o Brasil, nós não vamos chegar em 600 mil turistas. Não adianta fazer milagre. A Copa do Mundo não se vende sozinha", alertou o presidente da Federação de Convention & Visitors Bureaux de São Paulo, Márcio de Oliveira
¶ Para Mohamed El-Erian, CEO da Pimco, o país enfrenta a turbulência mundial relativamente bem por conta de políticas bem-sucedidas no passado; O ponto fraco da economia brasileira é a falta de "proatividade", essencial em momentos de baixo crescimento
¶ Depois de a Justiça impedir a Petrobras de importar, exportar ou mesmo participar das rodadas do pré-sal, devido a dívida de R$ 7,4 bilhões junto à Receita, estatal presidida por Graça Foster informa que está trabalhando para recuperar sua certidão negativa de débitos "num breve espaço de tempo"; segundo a companhia, não há risco de interrupção das operações e nem de desabastecimento de petróleo e derivados no país; ações em queda
¶ Colunista Carlos Alberto Sardenberg, do Globo, vocaliza o desejo dos grandes jornais e revistas, que só veem erros na política econômica; segundo ele, o caminho da salvação seria chamar de volta o ex-ministro Antonio Palocci, promover um duro ajuste fiscal, subir os juros para combater expectativas inflacionárias e anunciar reformas microeconômicas; ele avisa ainda que, se Dilma não seguir os conselhos, se transformará rapidamente numa Cristina Kirchner; confiante no rumo de sua política, a presidente Dilma não pretende mexer nas peças de sua equipe nem mudar a direção da economia
¶ Segundo o jornal de João Roberto Marinho, banco dirigido por Luciano Coutinho deve se desvencilhar de uma visão autárquica da indústria brasileira: "Toda vez que a burocracia estatal, em qualquer país, resolve substituir o mercado e decide ela mesma planificar o desenvolvimento, o resultado são enormes prejuízos a serem socializados, cedo ou tarde"
¶ Fortalecimento do dólar tem tido como pano de fundo turbulências externas: expectativas de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, possa reduzir em breve seu estímulo monetário têm pressionado as cotações da divisa em todo o mundo, diante da ameaça de limitação da liquidez externa; no Brasil, pesa a deterioração das contas públicas e externas, apesar de o governo já ter endurecido o discurso e se comprometido em manter as contas em ordem
¶ Região Metropolitana de Curitiba registrou a menor inflação do País entre janeiro e maio de 2013, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA); variação foi de 2,44%, contra 2,88% para o conjunto do País (superior aos 2,24% registrados no mesmo período do ano passado); dado indica variações de preços dos bens e serviços consumidos por famílias com renda mensal urbana entre um e 40 salários mínimos
¶ Ao contrário da expectativa criada hoje sobre o mercado, presidente Dilma Rousseff não tem qualquer intenção de lançar um pacote fiscal na sexta-feira, apurou 247; meta de 2,3% de superávit primário será mantida sem contingenciamento orçamentário; governo considera estar com credibilidade em dia; IPO da BB Seguridade, licitação do Pré-Sal, aumento da produção industrial em abril e perspectiva de inflação em nova queda em junho fortalecem equipe econômica; "Situação real que o país vive é de inflação sob controle e de contas públicas sob controle", disse Dilma em discurso pela manhã no Palácio do Planalto
29 Eduardo Guimarães,
A dita horizontalidade dos protestos era mais real do que acreditavam os partidos que tentaram direcioná-los aos seus objetivos políticos. Ou seja: a rua é de todos
17 Voney Malta,
Collor sofreu a desestabilização e foi apeado da Presidência da República. Lula sofreu os tiros da desestabilização, mas sobreviveu. Agora é a vez de Dilma
120 Davis Sena Filho,
A verdade é que vaia de playboy não vale. Conheço muito bem os miamiplayboys de Brasília, que nunca passaram trabalho na vida, bem como conheço os do Rio de Janeiro e de muitas outras capitais e estados brasileiros
40 Lula Miranda,
Os senhores governantes, que diziam que não voltariam atrás, terão que voltar atrás; terão que governar, daqui pra frente, para uma maioria e não mais para alguns poucos privilegiados que, definitivamente, não andam de trem, ônibus ou metrô superlotados
21 Roberto Freire,
Em apenas cinco meses no cargo, o petista Fernando Haddad já deixou ao menos uma grande marca como prefeito de São Paulo: a omissão desavergonhada nos momentos de crise
Chico Vigilante,
Mostrar ao mundo as atrocidades cometidas pelo governo norte-americano em relação a outras nações poderá causar a Bradley Manning e a Edward Snowden a perda da liberdade
Miguel do Rosário,
O vandalismo ataca objetos inanimados. A brutalidade policial ataca seres humanos, e vem justamente daqueles que pagamos com nossos impostos para zelarem por nossa proteção
Carlos Henrique Abrão,
O Estado brasileiro está em falta com o cidadão, superendividado de promessas não cumpridas e obrigações destratadas
Antônio Teodoro,
Espera-se que o governo opte por um caminho que traga crescimento econômico, mas que mantenha o equilíbrio fiscal, sem perder a estabilidade e confiança institucional criada ao longo dos anos
Luis Mauro Queiroz,
Vemos protestos cada vez maiores e mais contundentes em várias cidades do Brasil, e que vêm tendo um retorno. O povo está acordando, e quem sabe com ele, uma esperança de um Brasil melhor para todos
Cristovam Buarque,
A crise é de falta de estratégia para enfrentar os problemas estruturais, em todo o sistema, e de falta de percepção das tendências de longo prazo da economia
Kátia Abreu,
Fazer política industrial com barreira comercial e subsídio é tentar reviver algo que cumpriu seu ciclo
18 de Junho de 2013 Brasil 247: o seu jornal digital 24 horas por dia, 7 dias por semana
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