Brasil 24/7 http://www.brasil247.com/ O seu jornal digital 24 horas por dia 7 dias por semana pt Copyright 2014, Brasil 24/7 Fri, 31 Oct 2014 21:30:58 +0000 60 Newscoop http://www.brasil247.com/themes/publication_1/theme_4/assets/img/logo.png Brasil 24/7 http://www.brasil247.com/ 144 120 O que explica o golpismo? É apenas o ano de 2026 http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158987 : Alguém se arriscaria a dizer que o ex-presidente Lula não é favorito a vencer as eleições presidenciais em 2018? E que, se tiver saúde, poderá concorrer novamente em 2022, ano do bicentenário da Independência? Se esse cenário se confirmar, o PSDB e a centro-direita terão uma chance de retornar ao poder talvez em 2026; ano em que não existirão mais jornais impressos e que golpistas de hoje já estarão aposentados; só isso explica a ofensiva golpista para tentar mudar, agora, o resultado das urnas, com um auditoria sobre a apuração do Tribunal Superior Eleitoral <br clear="all"> :

247 - Por que será que, de repente, depois de o próprio candidato derrotado Aécio Neves (PSDB-MG) ter aceito o resultado das urnas, pregado união e desejado boa sorte à presidente reeleita Dilma Rousseff, seu partido partiu para o mais escancarado golpismo, colocando em xeque o sistema eleitoral brasileiro, que é reconhecido no mundo inteiro?

A resposta parece ser 2026. Sim, antes disso, parecem remotas as possibilidades de que o PSDB, ou a centro-direita, retorne ao poder no Brasil. Eis os motivos:

1) Dilma fará um bom governo e já emitiu sinais nessa direção. Ao elevar a taxa de juros para enfrentar a inflação e buscar um nome de mercado para o Ministério da Fazenda, ela busca aplacar as críticas que sofre do setor empresarial – especialmente do mundo financeiro. Se o Brasil voltar a ser a "bola da vez", como foi no segundo governo Lula, e como já preveem consultorias internacionais, seus níveis de popularidade retornarão às alturas.

2) Numa decisão inteligente, o presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, já designou o candidato do PT em 2018. Ele próprio: Luiz Inácio Lula da Silva, chamado por Barack Obama de "o cara". Alguém em sã consciência duvida que a primeira pesquisa eleitoral sobre 2018 apontará Lula como o favorito, disparado, para suceder Dilma? Esse movimento, além de reduzir as perspectivas de poder da oposição, contribui também para cortar pela raiz a possibilidade de "fogo amigo" dentro do PT.

3) Se Lula vier a ser eleito, aos 72 anos, para governar o Brasil em 2018, ele fará de tudo para preservar sua saúde e buscar um quarto mandato em 2022. O motivo é o bicentenário da Independência. E estar à frente do País, neste momento, que marcaria a emancipação definitiva dos brasileiros, é o maior sonho de Lula.

Ou seja: se tudo isso der certo, o PSDB, ou centro-direita brasileira, poderão sonhar com a volta ao poder em 2026 – ano em que, segundo estudos de consultorias norte-americanas, não haverá mais jornais impressos. E golpistas atuais já estarão aposentados. Daí a urgência em recontar as urnas de 2014.

Poder Leonardo Attuch Fri, 31 Oct 2014 12:28:20 +0000 http://www.brasil247.com/158987
Altman: PMDB prepara farsa contra reforma política http://www.brasil247.com/pt/247/poder/159050 : Jornalista diz que declaração feita ontem pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), de que a "reforma política é um consenso" e "tem que ter realmente a participação popular", não passa de uma "farsa"; isso porque a PEC 352/2013, enviada à Comissão de Constituição e Justiça no dia 28 de outubro e costurada pelo PMDB, reafirma, segundo Breno Altman, "os piores aspectos do sistema político-eleitoral" e "preserva os pilares do modelo eleitoral herdado da ditadura"; "São medidas, entre outras, para alargar a influência de correntes centristas, a mais importante delas o PMDB", completa; leia a íntegra <br clear="all"> :

247 – O PMDB prepara no Congresso a "farsa da reforma política". A expressão é usada pelo jornalista Breno Altman, em nova coluna em seu blog no 247. Ele chama de "farsa" as declarações feitas nesta quinta-feira pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), assim que deixou a reunião com o ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil. "A reforma política é um consenso", disse ele a jornalistas, acrescentando que "tem que ter realmente a participação popular".

Farsa, segundo Altman, em razão da Proposta de Emenda Constitucional 352/2013, projeto costurado pelo PMDB e enviado à Comissão de Constituição e Justiça no dia 28 de outubro, que na visão do colunista, "reafirma os piores aspectos do sistema político-eleitoral. Trata-se de documento que reforça o poder econômico, limita a participação popular e fragiliza os partidos políticos".

O texto da PEC, que traz sede medidas fundamentais, destacadas por Breno Altman em seu artigo, "preserva os pilares do modelo eleitoral herdado da ditadura", afirma. "Não há como esconder, no núcleo fundamental da proposta, o desejo de despolitizar o país (...). São medidas, entre outras, para alargar a influência de correntes centristas, a mais importante delas o PMDB", ressalta.

O jornalista conclui: "O fato é que está emergindo, com ímpeto crescente, uma aliança entre os partidos da direita e o centro oligárquico, mudando o cenário parlamentar dos últimos anos. A farsa encarnada pela PEC 352 é passo estratégico para esta coalizão antipopular".

Leia aqui a íntegra de seu texto.

Poder Gisele Federicce Fri, 31 Oct 2014 16:33:46 +0000 http://www.brasil247.com/159050
Pedido do PSDB é “coisa de golpista e mau perdedor” http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/159028 : Líder do PT no Senado, Humberto Costa classificou a atitude do PSDB de pedir auditoria especial da apuração dos votos do segundo turno como algo "lamentável, coisa de golpista e mal perdedor"; "É uma coisa ridícula, não há qualquer questionamento sobre qualquer coisa relativa ao segundo turno da eleição", disparou o senador; em decisão inédita desde a volta das eleições diretas, em 1989, tucanos protocolaram o pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira; tentam forçar um "terceiro turno", completou o petista <br clear="all"> :

Pernambuco 247 - O líder do PT no Senado, Humberto Costa, classificou a atitude do PSDB de pedir uma auditoria especial da apuração dos votos da eleição presidencial junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como algo "lamentável, coisa de golpista e mau perdedor". "É uma coisa ridícula, não há qualquer questionamento sobre qualquer coisa relativa ao segundo turno da eleição", completou o petista. O PSDB protocolou o pedido de auditoria especial nesta quinta-feira (30).

Em entrevista ao Blog do Jamildo, Humberto disse que o PSDB tenta forçar um "terceiro turno" após perder as eleições por cerca de 3 milhões de votos. "Seja criando dificuldades para a presidente, seja patrocinando essas coisas de impeachment", disparou. O parlamentar também qualificou o pedido como sendo "uma atitude criminosa", que se assemelha a uma "tentativa de golpe".

Como exemplo do que seria esta tentativa de golpe, Humberto destacou a revista Veja que chegou às bancas dois dias antes da eleição, com a denúncia de que tanto a presidente Dilma Rousseff como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinham conhecimento do esquema de desvios de recursos em contratos firmados pela Petrobras junto a empreiteiras e prestadoras de serviços.

 

Pernambuco 247 Paulo Emílio Fri, 31 Oct 2014 14:32:36 +0000 http://www.brasil247.com/159028
Lula reforça importância de parceiros que não sejam EUA e Europa http://www.brasil247.com/pt/247/poder/159041 : Em novo vídeo, em que fala sobre a política externa no governo do PT, ex-presidente ressalta a importância de se manter parceiros comerciais como na África, no Oriente Médio e na própria América do Sul, para ficarmos "menos dependentes" de Estados Unidos e União Europeia; segundo ele, "ainda predomina" em alguns setores no Brasil o complexo de vira-latas, que define aquele "que não acredita em si, que tá sempre achando que os outros são melhores do que a gente" <br clear="all"> :

247 – No quarto vídeo da série em que comenta as eleições de 2014, o ex-presidente Lula fala sobre política externa e defende a relação do Brasil com parceiros que não sejam apenas Estados Unidos e União Europeia.

Ele disse que, durante o governo do PT, "nós introduzimos no Brasil uma novidade", que foi estabelecer novas relações, como na África, na Ásia, no Oriente Médio e na própria América Latina. "Tem pessoas que não aceitam isso até agora", afirmou.

Segundo ele, "ainda predomina", em alguns setores do País, o "complexo do vira-lata", característica que define, segundo Lula, aquele "que não acredita em si, que tá sempre achando que os outros são melhores do que a gente". "No caso da política externa, são pessoas que acreditam que tudo tem que ser feito com os Estados Unidos e com a Europa", explica.

"Nós introduzimos no Brasil uma novidade, não queríamos diminuir a relação com os EUA, que é um parceiro estratégico, e reconhecemos a importância da União Europeia, mas nós precisaríamos ficar menos dependentes desses dois blocos", disse.

"Nós resolvemos então criar outros blocos. Foi por isso que nós não deixamos aprovar a Alca, fortalecemos o Mercosul, a América Latina, a América do Sul, criamos a Unasul, estabelecemos uma forte relação com a África, com o Oriente Médio, com a China. Porque o que nós queríamos, na verdade, era procurar novos parceiros para que não ficássemos dependendo dos EUA e da Europa", disse.

Assista:  

Poder Gisele Federicce Fri, 31 Oct 2014 15:05:59 +0000 http://www.brasil247.com/159041
Kennedy: auditoria de urna é “erro político” do PSDB http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/159046 : "Mensagem que o PSDB transmite é a de contestação do resultado", diz jornalista; pedido de auditoria ao TSE, segundo ele, "lança um voto de desconfiança sobre o sistema de votação e apuração baseado em mensagens que os tucanos estão recebendo nas redes sociais"; em sua opinião, para fazer um pedido como o do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), "seria importante que o partido tivesse evidências e indícios de eventuais fraudes"; com a ação, o PSDB alimenta radicais nas redes e, de certa forma, dá crédito a teorias conspiratórias <br clear="all"> :

247 – Ao pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma auditoria especial no sistema de votação e de contagem de votos, o PSDB comete um "erro político", avalia o jornalista Kennedy Alencar (leia aqui).

Apesar de o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), coordenador jurídico do PSDB, alegar que não se trata de pedir recontagem dos votos e dizer que o partido não contesta a lisura do processo, a "mensagem que o PSDB transmite", diz Kennedy, "é a de contestação do resultado".

O pedido, segundo ele, "lança um voto de desconfiança sobre o sistema de votação e apuração baseado em mensagens que os tucanos estão recebendo nas redes sociais". Em sua opinião, para fazer um pedido como esse, "seria importante que o partido tivesse evidências e indícios de eventuais fraudes".

"O pedido de auditoria acirra ainda mais o clima beligerante entre governo e oposição. O PSDB alimenta radicais nas redes sociais e, de certa forma, dá crédito a teorias conspiratórias", constata ainda o colunista.

Mídia Gisele Federicce Fri, 31 Oct 2014 16:03:37 +0000 http://www.brasil247.com/159046
Conselheiro de Marina também fala em “incerteza” das urnas http://www.brasil247.com/pt/247/economia/159029 : Economista Eduardo Giannetti afirma em artigo que "a incerteza sobre o resultado das urnas deu lugar à dúvida sobre os rumos da política econômica no segundo mandato"; coordenador da economia na campanha da candidata derrotada Marina Silva parece fazer birra: "Quem armou e subestimou o tamanho da encrenca que cuide dela agora. À vencedora, os pepinos" <br clear="all"> :

247 – O PSDB tem ganhado adeptos na desconfiança sobre o resultado dos votos das urnas eletrônicas no segundo turno, que elegeram a presidente Dilma Rousseff no último domingo 26. Eduardo Giannetti, que coordenou a área de economia na campanha da candidata derrotada Dilma Rousseff, usa a expressão "incerteza" das urnas em artigo publicado nesta sexta-feira 31.

"A incerteza sobre o resultado das urnas deu lugar à dúvida sobre os rumos da política econômica no segundo mandato", escreve ele, na coluna da Folha de S. Paulo. Birrento e indo de encontro ao discurso do PSDB, que, ao questionar o resultado das urnas, não parece querer deixar com Dilma a responsabilidade para resolver os problemas, ele afirma ainda: "Quem armou e subestimou o tamanho da encrenca que cuide dela agora. À vencedora, os pepinos".

Ele conclui o texto falando sobre a "retórica populista" da campanha do PT, aponta "o estado de negação em que vivem os expoentes do petismo e a dificuldade da presidente em admitir erros e delegar poderes". E completa: Some-se a isso a bomba-relógio do petrolão, a queda de preço das commodities, a alta dos juros americanos e a eventual perda do 'grau de investimento' e a conclusão é só uma: a Argentina é logo ali".

Economia Gisele Federicce Fri, 31 Oct 2014 13:34:37 +0000 http://www.brasil247.com/159029
PML: depois do golpe, vai ficar por isso mesmo? http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158997 : Colunista do 247 Paulo Moreira Leite cobra "investigação oficial sobre os indícios criminais de uma ação contra a ordem democrática", uma semana depois da publicação da capa criminosa de Veja; "Está na hora de aquelas autoridades que falam em nome do Estado brasileiro cumprirem o dever legal de garantir os direitos dos cidadãos de escolher os governantes através de eleições livres e limpas, sem golpes sujos", diz ele, lembrando que estamos diante de um caso em que a Polícia Federal e o Ministério Público "têm todos os meios de apurar e chegar aos responsáveis sem muita dificuldade"; publicação de reportagem com suposta frase do doleiro Alberto Youssef - "Eles sabiam de tudo" - a dois dias das eleições "trouxe prejuízos inegáveis" a Dilma, que poderia ter perdido a presidência, afirma o jornalista <br clear="all"> :

247 – Uma semana depois da publicação da capa criminosa de Veja, que traz uma declaração atribuída ao doleiro Alberto Youssef – "Eles sabiam de tudo" – em referência ao ex-presidente Lula e à presidente Dilma Rousseff, o jornalista Paulo Moreira Leite cobra, em seu blog no 247, "investigação oficial" do que chama de "indícios criminais de uma ação contra a ordem democrática".

"Está na hora de aquelas autoridades que falam em nome do Estado brasileiro cumprirem o dever legal de garantir os direitos dos cidadãos de escolher os governantes através de eleições livres e limpas, sem golpes sujos", diz ele, lembrando que estamos diante de um caso em que a Polícia Federal e o Ministério Público "têm todos os meios de apurar e chegar aos responsáveis sem muita dificuldade".

PML ressalta que a declaração de Youssef, que, conforme divulgado posteriormente, sequer fora feita no próprio depoimento à Polícia Federal, mas numa segunda conversa, 48 horas depois, "pode ter sido obtida artificialmente, sem caráter oficial". Ele traz à tona ainda a antecipação da edição pela Editora Abril para a quinta-feira à noite, na internet, e sexta, nas bancas, e constata que a publicação a dois dias do pleito "trouxe prejuízos inegáveis" à candidatura de Dilma, que saiu da disputa com um desfalque de milhões de votos potenciais e poderia até ter perdido a presidência, caso houvesse mais tempo para explorar o tema.

Leia a íntegra em Vai ficar tudo por isso mesmo?

Mídia Gisele Federicce Fri, 31 Oct 2014 10:00:36 +0000 http://www.brasil247.com/158997
Mulheres são responsáveis por 37,3% dos lares brasileiros http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/159014 ROOSEWELT PINHEIRO/ABr          : Proporção cresce para 39,3% quando considerados os domicílios das áreas urbanas ante 24,8% nos das rurais, segundo estudo do IBGE sobre o senso demográfico de 2010; quando os cônjuges vivem juntos com os filhos, as mulheres são consideradas responsáveis em 22,7% das residências; quando há apenas um dos pais, elas passam a responder por 87,4% dos lares; percentual é maior entre as negras <br clear="all"> ROOSEWELT PINHEIRO/ABr          :

Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil 

As mulheres eram as principais responsáveis por 37,3% dos lares brasileiros em 2010 informou nesta sexta-feira 31 o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na pesquisa Estatísticas de Gênero – Uma análise dos resultados do Censo Demográfico 2010. A proporção cresce para 39,3% quando considerados os domicílios das áreas urbanas ante 24,8% nos das rurais.

A pesquisa mostra que, quando os cônjuges vivem juntos com os filhos, as mulheres são consideradas responsáveis em 22,7% das residências. Quando apenas um dos pais vive com os dependentes, as mulheres passam a responder por 87,4% dos lares. O IBGE informa que a identificação do responsável parte do entrevistado: este aponta quem é reconhecido como tal pelos demais membros da família.

Quando considerada a cor ou raça do responsável pela família, as mulheres brancas têm uma taxa menor que as pretas e pardas: estas últimas são integradas pelo IBGE em um único indicador como negras. Enquanto o primeiro grupo responde por 35,6% dos lares em que brancos são chefes de família, ficando abaixo da média nacional, o segundo grupo comanda 38,7% das residências em que pretos e pardos chefiam.

A participação das mulheres como responsáveis supera a média nacional quando analisados os domicílios com menor renda. Quando o ganho per capita é de até meio salário mínimo (R$ 362), a proporção de mulheres chefiando sobe para 40,8% e chega a 46,4% nas áreas urbanas. Já quando a renda é de mais de dois salários por pessoa da família (R$ 1.448), a taxa cai para 32,7%, cinco pontos percentuais abaixo da média geral (37,3%).

Sem levar em consideração o chefe da família, o IBGE mostra que a participação das mulheres em 2010 era de 40,9% da renda dos lares, enquanto a contribuição dos homens estava em 59,1%. Apesar de chefiarem menos famílias nas áreas rurais, as mulheres têm maior contribuição na renda dessas residências, com 42,4%, contra 40,7% das famílias que moram nas áreas urbanas.

As mulheres nordestinas são as que mais participam da renda familiar, com 46,8%. Os lares rurais do Nordeste são os únicos em que a participação delas supera a dos homens, com 51%. Em grande parte das cidades dessa região, além de Tocantins, Minas Gerais e Amazonas, as mulheres respondem por mais da metade da renda familiar, enquanto em São Paulo, sul e oeste de Minas, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a participação feminina é menor. Os domicílios rurais do Centro-Oeste são os que registram menor participação feminina na renda, de 26,8%.

Ainda segundo a pesquisa, as mulheres pretas e pardas têm maior participação na renda de suas famílias que as brancas, com uma proporção de 42% contra 39,7%.

Brasil Gisele Federicce Fri, 31 Oct 2014 11:25:58 +0000 http://www.brasil247.com/159014
Jovens que amarraram rapaz em poste no Rio são presos por tráfico http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/159005 : Polícia do Rio prendeu oitos jovens de classe média acusados de associação com o tráfico de drogas no Rio de Janeiro; entre os detidos estavam responsáveis pelo "justiçamento" a um adolescente acusado de cometer furtos na zona zul do Rio; o jovem, negro, foi amarrado a um poste e espancado pelo grupo; os presos também praticaram crimes como estupro, roubo, furto de carros e tentativas de homicídios <br clear="all"> :

Rio 247 – A polícia do Rio prendeu nesta quinta-feira (30) oitos jovens de classe média acusados de associação com o tráfico de drogas no Rio de Janeiro.

Entre os detidos estavam jovens conhecidos como "justiceiros", que, no final de janeiro, amarraram um adolescente a um poste no Aterro do Flamengo, Zona Sul do Rio, e agrediram o rapaz, acusado de cometer furtos na região.

Segundo o delegado Roberto Gomes Nunes, os jovens presos praticaram crimes como estupro, roubo, furto de carros, tentativas de homicídios e associação ao tráfico. As informações são da Rádio CBN.

"É uma quadrilha e ela anda armada. Alguns desses componentes participaram da agressão a pessoas que cometiam crimes na localidade, inclusive um rapaz que foi preso e amarrado a um poste e esses fatos só vieram para comprovar que eles estariam envolvidos com o tráfico sim", afirmou.

As investigações tiveram início há dez meses e foram cumpridos 15 mandados de busca a apreensão.

Rio 247 Leonardo Lucena Fri, 31 Oct 2014 11:05:57 +0000 http://www.brasil247.com/159005
Com 4ª maior bancada, Kassab deve ser ministro das Cidades http://www.brasil247.com/pt/247/poder/159003 : Ex-prefeito de São Paulo preside o PSD, que, fundido com o PL, será o quarto maior partido no Congresso – terceiro da base aliada – em número de parlamentares, atrás do PT, PMDB e PSDB; segundo a colunista Sonia Racy, ele deve ser o ministro das Cidades no segundo governo Dilma <br clear="all"> :

247 – O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab deve ser o ministro das Cidades no segundo governo da presidente Dilma Rousseff, noticiou a colunista Sonia Racy nesta sexta-feira 31.

No Congresso, Kassab, que é presidente do PSD, terá a quarta maior bancada – terceira da base aliada, atrás apenas de PT, PMDB e PSDB em número de parlamentares. O partido deverá se fundir com o PL, que está sendo criado para atrair descontentes em outros partidos.

Kassab saiu das eleições com prestígio no PT, uma vez que soube conservar o PSD longe de aliança com os tucanos e evitou, nos bastidores, que o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles (filiado ao seu partido) fosse vice de Aécio Neves.

Apesar de ter apoiado o governador Geraldo Alckmin em São Paulo, ele se manteve fiel à aliança com a presidente Dilma na esfera federal. Leia reportagem anterior do 247 Irmãos Gomes e Kassab ganham prestígio no PT.

Poder Gisele Federicce Fri, 31 Oct 2014 10:35:11 +0000 http://www.brasil247.com/159003
Governo central tem déficit de R$ 20,4 bi em setembro http://www.brasil247.com/pt/247/economia/159012 : Resultado de R$ 20,399 bilhões no mês passado foi o pior da série histórica, informou o Tesouro Nacional nesta sexta-feira 31 <br clear="all"> :

Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil

O resultado primário do Governo Central (Banco Central, Tesouro Nacional e Banco Central) foi deficitário em R$ 20,4 bilhões, em setembro, o que demonstra elevado aumento de gastos ante o déficit de R$ 10,4 bilhões no mês anterior. Os números foram divulgados há pouco pelo Tesouro Nacional. O Tesouro foi responsável por R$ 6,8 bilhões desse resultado negativo e Previdência com menos R$ 13,6 bilhões. O Banco Central por outro lado apresentou resultado positivo de R$ 7,1 bilhões.

O resultado primário é definido pela diferença entre receitas e despesas do governo, excluindo-se da conta as receitas e despesas com juros. Caso essa diferença seja positiva, tem-se um superávit primário; caso seja negativa, tem-se um déficit primário.

Governos, assim como as famílias, estabelecem fundamentos econômicos para não gastar além da receita. Quando isso não acontece, precisam pedir dinheiro emprestado ao sistema financeiro para não ficarem inadimplentes.

O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, ao comentar os números, disse - em entrevista - que o resultado vai alterar a meta de superávit primário do governo. Por isso, disse, o governo enviará projeto para ao Congresso Nacional alterando a previsão da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014. Para 2015, disse, não haverá alteração.

Os números mostram que as receitas do Governo Central diminuíram R$ 8,2 bilhões (8,2%) no mês passado. De acordo com o Tesouro, esse comportamento decorreu principalmente do decréscimo de R$ 5,3 bilhões (36,1%) na arrecadação das receitas não administradas pelo Fisco federal e da redução de R$ 2,4 bilhões (10,8%) na arrecadação do imposto de renda.

As transferências da União para Estados e Municípios apresentaram, assim, redução de R$ 3,5 bilhões (19,9%), como consequência da variação de arrecadação dos tributos compartilhados, Imposto de Renda e Imposto sobre Produtos Industrializados, com repasse sazonal de recursos provenientes da participação especial pela exploração de petróleo e gás natural ocorrido em agosto sem evento semelhante em setembro, informou o Tesouro.

As despesas do Governo Central apresentaram acréscimo no período de R$ 5,2 bilhões (5,6%) entre agosto e setembro, sendo, entre outras, de R$ 7,4 bilhões (22%) nas despesas da Previdência Social, parcialmente compensado por uma redução de R$ 2,3 bilhões (5,5%) nas despesas de Custeio e Capital.

Economia Gisele Federicce Fri, 31 Oct 2014 11:18:20 +0000 http://www.brasil247.com/159012
Empresária de internet assume jornais da RBS http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/159007 : Grupo de mídia do Sul nomeou Andiara Petterle para o cargo de vice-presidente de jornais e mídias digitais; com isso, os jornais da RBS ficarão sob o comando de uma executiva que fez toda a carreira na internet; "Fiz o caminho oposto [ao da maioria] e estou vindo do on-line para o off-line", disse ela ao jornal Valor Econômico <br clear="all"> :

247 – A executiva Andiara Petterle foi nomeada pelo Grupo RBS para o cargo de vice-presidente de jornais e mídias digitais. Ela passa a comandar agora o total de oito publicações, entre eles o tradicional Zero Hora, que completou 50 anos em 2014.

Com isso, as publicações impressas do grupo de mídia do Sul, uma das áreas mais tradicionais da companhia, ficarão sob o comando de alguém que fez toda a carreira na internet. "Fiz o caminho oposto [ao da maioria] e estou vindo do on-line para o off-line", disse ela ao jornal Valor Econômico.

Na RBS desde 2011, ela ocupa os postos de executiva-chefe da Predicta, voltada para a tecnologia de publicidades, e da e.Bricks, empresa de investimentos do grupo na área digital. Ela também foi criadora do site Bolsa de Mulher, voltado para o público feminino.

Ela sinaliza que pretende realizar a integração das mídias impressa e digital no novo cargo. "Estamos diante de uma oportunidade única de fazer a integração de mídias", afirmou. Ela fala ainda em um caminho único para o leitor.

Mídia Gisele Federicce Fri, 31 Oct 2014 11:04:38 +0000 http://www.brasil247.com/159007
Justiça autoriza uso da marca Legião Urbana por Dado e Bonfá http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/159008 : Juiz autorizou o uso do nome Legião Urbana por Dado Villa Lobos e Marcelo Bonfá, ex-integrantes da banda; eles brigam pelo uso da marca com Giuliano Manfredini, filho de Renato Russo, morto em 1996; o herdeiro do vocalista e dos direitos da marca alega que deseja continuar permitindo o uso dentro de certas limitações <br clear="all"> :

Brasília 247 - A Justiça do Rio de Janeiro autorizou o uso do nome Legião Urbana por Dado Villa Lobos e Marcelo Bonfá, ex-integrantes do grupo. Eles brigam pelo uso da marca com Giuliano Manfredini, filho de Renato Russo, morto em 1996. Ele é herdeiro dos direitos de uso do nome da banda, que estavam registrados no nome do vocalista.

Em sentença publicada na última terça-feira (28), o juiz Fernando Cesar Ferreira Viana determinou que Giuliano Manfredini não pode impedir Dado e Bonfá de usar o nome Legião Urbana em suas atividades profissionais. "Por certo, os autores são ex-integrantes da banda e contribuíram durante toda a sua existência, em nível de igualdade com Renato Russo, para todo o sucesso alcançado. Assim sendo, não parece minimamente razoável que não possam fazer uso de algo que representa a consolidação de um longo e bem sucedido trabalho conjunto - reconhecido por milhões de fãs", diz a sentença. A ação corre na 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro.
A multa para o caso de Giuliano tentar impedir o uso do nome Legião Urbana pelos ex-membros da banda em suas atividades é de R$ 50 mil, determinou o juiz.

O advogado de Giuliano, Luiz Edgard Montaury Pimenta, afirma que vai recorrer e questiona a clareza da decisão. O termo "atividades profissionais" indica que Dado e Bonfá podem usar o nome em futuros trabalhos como músicos, mas não deixa claros outros direitos relativos à marca, como licenciamento de produtos e lançamento de álbuns póstumos. Giuliano quer "continuar permitindo o uso dentro de certas limitações", diz o advogado.

Em comunicado à imprensa, Dado e Bonfá disseram que a primeira tentativa foi de que eles e o filho de Renato cuidassem juntos da marca. Mas a proposta não foi aceita. "Perante o juiz, apresentamos a seguinte proposta de conciliação: Que as decisões em relação ao uso do nome da banda voltassem a ser tomadas pelas três partes da Legião Urbana, da mesma forma que era quando o Renato estava entre nós. A outra parte não apresentou nenhuma proposta de conciliação", diz o comunicado.

Brasília 247 Leonardo Araújo Fri, 31 Oct 2014 11:06:48 +0000 http://www.brasil247.com/159008
Com trinca de ases, Dilma vira mesa a seu favor http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158944 : Jogo vira a favor da presidente; com três cartas sobre a mesa, Dilma Rousseff barrou as apostas contra; investidores mandam sinais de aprovação tanto para Luiz Carlos Trabuco, Nelson Barbosa e Henrique Meirelles; presidente do Bradesco, ex-secretário-executivo da Fazenda e ex-presidente do BC são craques no jogo do mercado financeiro; eles conhecem atalhos para atrair investimentos, gostam de controlar despesas e tem vocação para o crescimento; conheça as chances de cada um <br clear="all"> :

247 – Um jogo que parecia perdido está virando a favor da presidente Dilma Rousseff. Até o final da semana passada, antes de conseguir a reeleição, tudo o que Dilma fazia ou dizia atentava contra ele própria no chamado mercado. Pesquisas a favor da presidente correspondiam a quedas nos principais índices econômicos, especialmente na Bolsa de Valores de São Paulo e no câmbio. Quando perdia terreno para Aécio Neves, os investidores e especuladores soltavam foguetes e a marcas subiam na mesma velocidade. Ao crescer, Dilma derrubava as expectativas. Para os analistas montados em espaços da mídia tradicional, a presidente, no final das contas, só errava.

A partir do pronunciamento das urnas, porém, a partida ganhou uma feição bem direfente. Com rapidez, Dilma retomou a iniciativa, discursou pela união e pelo diálogo nacional, assumiu que havia se distanciado mais do que desejava das forças produtivas e, melhor de tudo, deixou correr a versão, verdadeira, de quem está fixada na escolha de um entre três nomes para o comando do Ministério da Fazenda – a saber, o verdadeiro fiador da política econômica.

Após uma segunda-feira 27 de ressaca das eleições, a Bovespa só fez subir nos dias seguintes. Na base do crescimento do valor das ações das companhias brasileiros estão os chamados rumores positivos. A presidente deixou circular, sem nenhum sinal de desmentido, que o ministro Guido Mantega encerrará seu período na Fazenda com tranquilidade. Acrescentou que ela própria não tem toda a pressa do mundo em anunciar o sucessor dele, o que deverá acontecer ao longo do mês de novembro. E, numa jogada de mestra, fixou-se em três em três nomes que agradaram em cheio aos investidores.

Na primeira deixa, o governo lançou, informalmente, o nome do presidente-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi. Foi um estorou. Tanta na mídia quanto empresas privadas e consultorias financeiras, o nome de Trabuco foi saudado como uma grande solução de mercado. À frente do banco de maior capilaridade do País, Trabuco vai realizando um trabalho que soma lucros para os acionistas e inclusão bancária para populações mais carentes. Na classe média, ele é reconhecido com o líder de uma instituição sólida, antiga e que dá atenção para pequenos poupadores e empresários de todos os portes, inclusive os pequenos.

Formado em Filosofia, com uma história de sucesso dentro do banco, no qual entrou como contínuo, em 1969, Trabuco tem um sotaque interiorano que é o mesmo de grande parte da população. Sem exibicionismo, ele tem colecionado resultados a cada trimestre melhores no Bradesco. Nesta quinta-feira, o lucro reportado pelo banco nos nove primeiros meses do ano foi nada menos que 25% maior no período anterior. As despesas da instituição ficaram abaixo da inflação e os ativos administrados chegaram bem perto de R$ 1 trilhão. Resultado: as ações do banco dispararam em alta na Bovespa.

Ex-secretário-executivo da Fazenda, o economista Nelson Barbosa deixou a equipe de Guido Mantega com divergências sobre a política econômicas, mas não perdeu a confiança da presidente. Ele se tornou, desde então, um dos principais conselheiros dela, com a grande vantagem de saber onde estão os nós e os laços das contas públicas. Dilma acostumou-se a convocar Barbosa para ter uma segunda opinião. Ele, por sua vez, não saiu atirando, foi extremamente econômico em entrevistas e, assim, poupou sua imagem para, agora, ter chances reais de ser o nome capaz de encarnar o binômio continuidade com mudança.

- A presidente confia em Barbosa. Ele sabe os pontos em que ela é turrona, e ele conhece os pontos que ela não negocia. Se entendem muito bem, contou uma fonte palaciana.

Para completar a trinca de ases, a presidente tem ainda um nome considerado acima do bem e do mal pelo mercado financeiro: Henrique Meirelles. O ex-presidente do Bank Boston e do Banco Central da era Lula, é simplesmente o cara que formou as bases para as atuais reservas de mais de US$ 300 bilhões que o Brasil possui. Com Meirelles, discreto mas que, quando quer, sabe aparecer, a inflação nunca fugiu da meta, permanecendo em seu centro.

Entre auxiliares de Dilma, os três nomes estão vivos. A presidente está descansando na Bahia, e de lá mesmo poderá fazer os contatos necessários para definir sua escolha.

Trabuco precisará ser convencido a deixar o comando do Bradesco, o que não é tão simples assim. Porém, o fato de ele não ter reclamado da inclusão de seu nome na lista da presidente já é visto como um sinal de que, bem convidado, ele aceitaria a missão.

Para Barbosa, o movimento é mais simples. Ele já é das relações de Dilma, tem todo o conhecimento da máquina e faria uma transição natural com Mantega. Nesta medida, é, neste momento, o favorito.

Quanto a Meirelles,  ocorreram diferenças com Dilma durante o governo Lula. Mas o próprio Lula, agora, recomenda a sua parceira a superação das pequenas rusgas para a inauguração de uma novo relacionamento. Pode, assim, ser ele o nome.

O fato comum é que, com qualquer um dos três, Dilma fez o que de melhor poderia ter feito nessa fase de articulações: preencheu o vácuo, expôs preferencias e agradou o mercado. Quer mais?

Economia Marco Damiani Fri, 31 Oct 2014 05:43:36 +0000 http://www.brasil247.com/158944
Engavetador da corrupção tucana é processado http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/158971 : Procurador Rodrigo de Grandis manteve engavetado por quase três anos um pedido de investigação da Suíça que envolve pagamento de propina da Alstom e outras empresas a políticos do PSDB; solicitação envolvia buscas na casa de João Roberto Zaniboni, que foi diretor da estatal CPTM entre 1999 e 2003, nos governos do PSDB de Mário Covas e Geraldo Alckmin; ele é alvo de processo disciplinar do Conselho Nacional do Ministério Público, por violar deveres de "cumprir os prazos processuais" e "desempenhar com zelo e probidade as suas funções" <br clear="all"> :

247 - O CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) abriu processo disciplinar contra o procurador da República Rodrigo de Grandis por manter engavetado por quase três anos um pedido de investigação da Suíça sobre o caso Alstom em gestões tucanas.

Em 2011, o Ministério da Justiça, chefiado por José Eduardo Cardozo, também cobrou, em pelo menos três ofícios, que De Grandis respondesse à solicitação sobre a investigação que envolve pagamento de propina da multinacional francesa e outras empresas a políticos do PSDB. 

O pedido da Suíça incluía buscas na casa de João Roberto Zaniboni, que foi diretor da estatal CPTM entre 1999 e 2003, nos governos do PSDB de Mário Covas e Geraldo Alckmin.

No entanto, o procurador, contudo nada fez para ajudar os colegas suíços em dois anos e oito meses. Ele alegou "falha administrativa", dizendo que o documento havia sido colocado incorretamente em uma pasta de arquivo. 

O corregedor do CNMP interpretou o caso como "violação, em tese", dos deveres de "cumprir os prazos processuais", "desempenhar com zelo e probidade as suas funções" e "adotar as providências cabíveis em face das irregularidades de que tiver conhecimento ou que ocorrerem nos serviços a seu cargo".

Leia aqui reportagem de Frederico Vasconcelos sobre o assunto. 

Brasil Roberta Namour Fri, 31 Oct 2014 06:22:54 +0000 http://www.brasil247.com/158971
PSDB faz tentativa de "venezualizar" o País http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158974 : “Tal qual na Venezuela, a oposição tenta pôr sob suspeição o processo eleitoral com o objetivo claro, cristalino mesmo de deslegitimar a vitória incontestável de Dilma Rousseff, por mais de 3 milhões de votos de diferença”, afirma Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania; ele ressalta que o quadro de radicalização é tão semelhante ao do país de Nicolas Maduro que na emissora Globo News, enquanto as urnas nem bem tinham acabado de ser apuradas, os comentaristas Merval Pereira, Renata Lo Prete, Cristiana Lobo e Gerson Camarotti já falavam em “impeachment” devido às denúncias sem provas veiculadas pela revista Veja contra a presidente <br clear="all"> :

Por Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania

Se tivesse que definir com uma palavra o pedido que o PSDB acaba de fazer para que sejam recontados os votos da eleição presidencial, essa palavra seria “previsível”. Este blogueiro tinha certeza de que isso ocorreria e irá provar. Antes, porém, revejamos certos fatos.

Para quem não sabe, na última quinta-feira os portais de internet foram tomados pela notícia de que o PSDB pedira a recontagem dos votos de Dilma Rousseff e Aécio Neves devido a um “Quadro de desconfiança por parte considerável da população brasileira”.

Que quadro é esse? Dias antes da eleição presidencial de 2014 em 2º turno, o Blog do Esmael Morais veiculou denúncia do deputado Protógenes Queiróz sobre “suspeita de fraude nas urnas eletrônicas”.

Nos dias seguintes, uma infinidade de blogs – aqui e aqui, por exemplo – repercutiu a denúncia. Era inevitável e os blogs e militantes em redes sociais que manifestaram preocupação agiram movidos pelo mais alto espírito público.

Porém, a denúncia de Protógenes era um tiro no pé. Por conta dela, daquele momento em diante a blogosfera e as redes sociais foram tomadas por centenas e centenas de leitores e militantes petistas preocupados com a lisura do pleito que se avizinhava. Eles trataram de difundir a teoria.

Lá pela centésima vez que um leitor manifestou preocupação com as urnas eletrônicas nesta página ou no perfil de seu autor nas redes sociais, postei mensagem no Twitter alertando que aquela preocupação era exagerada e até descabida e pedi que aquilo parasse porque tinha certeza de que o PSDB faria o que fez.

O mais engraçado é que quem lê este Blog ou me acompanha no Twitter ou no Facebook sabe que desde o começo do processo eleitoral eu dizia que a disputa entre Dilma e Aécio seria “apertada” e em um clima de radicalização muito parecido com o da eleição de Nicolás Maduro em abril do ano passado, na Venezuela.

Os fatos acabaram por me dar razão. O clima de radicalização entre “petistas” e “tucanos” dispensa maiores comentários. Todos sabem que a situação descambou para a violência. Um cadeirante chegou a ser agredido por 4 eleitores do PSDB por ostentar no peito uma estrela do PT. Os relatos de brigas entre petistas e tucanos são fartos.

A recente eleição presidencial no Brasil terminou apertada como a da Venezuela em abril do ano passado, na qual Nicolás Maduro venceu Henrique Capriles. E agora, tal qual na Venezuela, a oposição tenta pôr sob suspeição o processo eleitoral com o objetivo claro, cristalino mesmo de deslegitimar a vitória incontestável de Dilma, por mais de 3 milhões de votos de diferença.

O quadro de radicalização é tão semelhante ao da Venezuela que na emissora a cabo Globo News, entre outras, enquanto as urnas nem bem tinham acabado de ser apuradas os comentaristas Merval Pereira, Renata Lo Prete, Cristiana Lobo e Gerson Camarotti já falavam em “impeachment” de Dilma devido às denúncias sem provas veiculadas pela revista Veja contra a presidente.

Cinco dias após o pleito, o Palácio do Planalto amanhece com duas faixas estendidas na frente, consoantes com a pregação dos autômatos da família Marinho.

Como já disse acima, é tudo tão previsível que chegaria a dar sono se o processo que está sendo desencadeado não fosse uma ameaça à democracia, sobretudo por estar sendo conduzido por veículos de comunicação que, há 50 anos, atiraram este país em uma ditadura de duas décadas.

Poder Roberta Namour Fri, 31 Oct 2014 06:58:08 +0000 http://www.brasil247.com/158974
Temer tenta mobilizar PMDB contra candidatura de Cunha http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158967 : Vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer convocou uma reunião com o conselho político do partido para a próxima quarta-feira, no Palácio do Jaburu, para minar a candidatura à presidência da Câmara do líder do partido, Eduardo Cunha (RJ), desafeto da presidente Dilma Rousseff; objetivo é deixar o Senado com a sigla e a Câmara com o PT; também foram convocados senadores, governadores e deputados federais eleitos <br clear="all"> :

247 – Em uma manobra para acalmar a relação com o PT de Dilma Rousseff, o vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer convocou uma reunião com o conselho político do partido para a próxima quarta-feira, no Palácio do Jaburu, para minar a candidatura à presidência da Câmara do líder do partido, Eduardo Cunha (RJ).

Também foram convocados senadores, governadores e deputados federais eleitos. Objetivo é deixar o Senado com o PMDB e a Câmara com o PT, seguindo a tradição de que o comando deve ser dado ao partido com a maior bancada.

A tarefa não será fácil. No início da semana, deputados federais do PMDB se uniram à volta do líder Eduardo Cunha para, na prática, impor a candidatura dele à Presidência da Cassa. Ele seria o favorito em Brasília.

Poder Roberta Namour Fri, 31 Oct 2014 05:08:56 +0000 http://www.brasil247.com/158967
Endividados, candidatos pedem socorro a Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158969 : Do PT ao PSB, de Marina Silva, candidatos a governador deste ano recorrem à campanha pela reeleição de Dilma Rousseff para fechar contas milionárias; é o caso do governador reeleito da Paraíba, Ricardo Coutinho e de Alexandre Padilha e do senador Lindbergh Farias; os dois petistas que ficaram de fora da disputa em SP e no Rio já no 1° turno, têm uma dívida de R$ 30 milhões e R$ 6 milhões, respectivamente <br clear="all"> :

247 – Partidos aliados da campanha pela reeleição de Dilma Rousseff agora cobram ajuda financeira para fechar contas milionárias de disputas ao governo do Estado. 

Endividados, eles vêm do PT e até do PSB, de Marina Silva, pedir socorro. É o caso do governador reeleito da Paraíba, Ricardo Coutinho. 

Do lado petista, Alexandre Padilha e o senador Lindbergh Farias, que ficaram de fora da disputa em SP e no Rio já no 1° turno, têm uma dívida de R$ 30 milhões e R$ 6 milhões, respectivamente. "É muito ruim perder. Os doadores acabam fugindo", disse Lindbergh.

Leia aqui reportagem de Gustavo Uribe sobre o assunto.

Poder Roberta Namour Fri, 31 Oct 2014 05:43:30 +0000 http://www.brasil247.com/158969
Serra nega ter favorecido cartel de trens em SP http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/158965 : Acusado pelo executivo da Siemens Nelson Branco Marchetti de ter advertido a multinacional alemã de que, se fosse à justiça contra licitação vencida pela espanhola CAF em 2008, ele anularia o processo de concorrência, senador eleito, José Serra (PSDB) alegou que sua preocupação era com a preservação do erário <br clear="all"> :

247 – Em depoimento na Polícia Federal, o senador eleito, José Serra (PSDB) negou ter beneficiado qualquer empresa do cartel de trens e metrô durante seu mandato de governador de São Paulo (2006/2010).

Ele foi acusado pelo executivo da Siemens Nelson Branco Marchetti de ter advertido a multinacional alemã de que, se fosse a justiça contra licitação vencida pela espanhola CAF em 2008, ele anularia o processo de concorrência. “No edital havia a exigência de um capital social integralizado que a CAF não possuía. Mesmo assim, o então governador e seus secretários fizeram de tudo para defender a CAF”, afirmou Marchetti em depoimento.

Para a PF, Serra afirmou que sua preocupação era com a preservação do erário porque a CAF venceu a concorrência pelo critério do menor preço.

O inquérito civil contra Serra por improbidade foi arquivado há duas semanas pelo Conselho Superior do Ministério Público.

Leia aqui reportagem de Fausto Macedo sobre o assunto.

SP 247 Roberta Namour Fri, 31 Oct 2014 05:23:19 +0000 http://www.brasil247.com/158965
TIM será repartida entre Claro, Vivo e Oi http://www.brasil247.com/pt/247/relacoes_com_investidores/158966 : Acordo teria sido fechado entre as três operadoras e o banco BTG Pactual, de André Esteves; valor da transação pode chegar a R$ 31,5 bilhões, através de uma oferta aberta aos acionistas da Telecom Italia, dona da TIM Brasil <br clear="all"> :

247 – Em um acordo fechado com o banco BTG Pactual, as operadoras Claro, Vivo e Oi acertaram a compra da TIM Brasil.

A segunda maior empresa do mercado será repartida em três, segundo reportagem de Julio Wiziack. Ainda não confirmado, o valor da transação pode chegar a R$ 31,5 bilhões, através de uma oferta aberta aos acionistas da Telecom Italia, dona da TIM Brasil.

Em ofício à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na tarde desta quinta-feira, a Oi reiterou que contratou o banco de André Esteves para "viabilizar proposta para a aquisição da participação da Telecom Italia na TIM". No entanto, disse não haver qualquer definição até o momento.

"Nesse sentido, o BTG Pactual tem mantido conversas com terceiros com relação a uma possível operação, dentre os quais foram mantidos contatos com a América Móvil, controladora da operadora Claro", reiterou a empresa, completando que há ainda contato com outros participantes do mercado (leia aqui).

Relações com Investidores Roberta Namour Fri, 31 Oct 2014 05:16:26 +0000 http://www.brasil247.com/158966
Pezão declara guerra contra uso do Rio Paraíba http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/158972 : Governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão ameaça levar à Brasília disputa com o governador tucano Geraldo Alckmin, que quer desviar para o sistema Cantareira águas da bacia do rio Paraíba do Sul: "São Paulo não pode tomar decisões unilaterais. Ele sabe disso" <br clear="all"> :

247 – O governador Luiz Fernando Pezão declarou guerra ao governo tucano de Geraldo Alckmin, que tenta desviar para o sistema Cantareira águas da bacia do rio Paraíba do Sul para remedir a crise da agua em SP.

"É claro que isso nos preocupa. O que prejudica o Paraíba prejudica o Rio", reage Pezão. Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, o peemedebista ameaça levar a disputa a Brasília. "São Paulo não pode tomar decisões unilaterais. Ele sabe disso", afirma.

A disputa sobre o assunto é antiga. Em março, quando Alckmin lançou a ideia de desviar água do Jaguari, o então governador do Rio, Sérgio Cabral, foi ao Planalto e ameaçou recorrer à Justiça.

Rio 247 Roberta Namour Fri, 31 Oct 2014 06:36:43 +0000 http://www.brasil247.com/158972
Pizzolato: anomalias na AP 470 impediram extradição http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/158890 : Jornalista Tereza Cruvinel revela outros dois motivos, além das más condições das prisões brasileiras, apontados pela Justiça italiana para não atender ao pedido do governo brasileiro de extraditar Henrique Pizzolato, condenado na Ação Penal 470, o 'mensalão', relatado pelo ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa; "O fato de não ter sido observado, no julgamento de Pizzolato pelo STF (bem como para os demais réus) o direito universal ao duplo grau de jurisdição e a ocorrência de omissão de provas apresentadas pela defesa", diz colunista em seu blog no 247; "Das três alegações da justiça italiana, a imprensa brasileira só tem mencionado uma. Por que será?", questiona ela; julgamento acumulou irregularidades <br clear="all"> :

247 – Além das péssimas condições dos presídios brasileiros, o que colocaria em risco a saúde de Henrique Pizzolato, a Justiça italiana alegou outras duas razões para não extraditar ex-diretor do Banco do Brasil, condenado na Ação Penal 470, a pedido do governo brasileiro para que cumprisse sua pena por aqui. As duas estão relacionadas às anomalias do julgamento do STF, segundo Tereza Cruvinel, colunista do 247.

"Os magistrados italianos apontaram também o fato de não ter sido observado, no julgamento de Pizzolato pelo STF (bem como para os demais réus) o direito universal ao duplo grau de jurisdição e a ocorrência de omissão de provas apresentadas pela defesa", escreve a jornalista, em seu blog no 247.

Pizzolato levou consigo quando fugiu do Brasil para a Itália, conforme informa Tereza, "um grande volume de documentos de defesa". Os documentos, segundo ela, "teriam sido mais determinantes que as condições dos presídios brasileiros para que ele obtivesse a recusa da extradição e a liberdade de que agora desfrutará na Itália, onde tem a segunda cidadania".

O julgamento do chamado 'mensalão', sob relatoria do então ministro do Supremo Joaquim Barbosa, não deu aos réus que não tinham foro privilegiado o direito ao duplo grau de jurisdição. Ou seja, os réus foram condenados já na instância máxima, sem poder recorrer. No caso de Pizzolato, provas apresentadas pela defesa não foram incluídas na AP 470.

Leia a íntegra em Pizzolato: Justiça italiana alegou três razões para não extraditá-lo

Brasil Gisele Federicce Thu, 30 Oct 2014 15:55:51 +0000 http://www.brasil247.com/158890
Recado do BC funciona, bolsa sobe e Dilma relaxa http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158856 : A mensagem do Banco Central chegou ao mercado; Bovespa sobe 2,5%, com ações de bancos disparando; dólar cai 2,6%; Copom presidido por Alexandre Tombini subiu taxa Selic para 11,25%, num sinal de mais ortodoxia na política econômica; nomes cogitados para comandar Ministério da Fazenda, como o do economista Nelson Barbosa, agradam investidores; presidente da Fiat anuncia R$ 15 bilhões em investimentos no Brasil até 2016; com economia voltando a rodar, presidente Dilma Rousseff embarcou para a Bahia; descanso após vencer eleição duríssima <br clear="all"> :

247 – A presidente Dilma Rousseff está no litoral da Bahia, descansando ao lado de familiares – mas deixou atrás dela uma economia que começa a rodar melhor do que muitos imaginavam. Os primeiros recados do governo ao mercado, após a reeleição da presidente, chegaram aos destinatários desejados – e agradaram em cheio.

Na quarta-feira 29, o Copom do Banco Central subiu a taxa básica de juros para 11,25%. Hoje, a Bolsa de Valores de São Paulo abriu em alta, com liderança do Bradesco, que reportou um balanço considerado bastante positivo pelos investidores. O movimento puxou para cima as ações do setor financeiro como um todo.

O Ibovespa fechou o pregão desta quinta-feira 30 com ganhos de 2,52%, com os papéis da Petrobras tendo registrado alta de cerca de 2%, do Bradesco 7% e do Itaú Unibanco 8%. O dólar, por sua vez, despencou 2,45%, a R$ 2,408, maior queda em mais de um ano. 

A expectativa para as ações da Petrobras também era de forte alta, uma vez que fontes da área econômica do governo igualmente transmitiram mensagens de que os combustíveis deverão ser reajustados em cerca de 5% na reunião do Conselho de Administração da companhia, marcada pela esta quinta 30, no Rio de Janeiro.

Na economia de consumo, perspectivas positivas são emitidas pelo setor automobilístico. Depois de longa depressão, os executivos do setor foram tomados de otimismo à espera de incentivos do governo.

- Vamos investir 15 bilhões de reais até 2016, para fortalecermos as marcas Fiat e Jeep no Brasil, anunciou o presidente da Fiat, Clodorvino Beline.

- Esse país já exportou um milhão de automóveis por ano e tem condições de retomar essas marcas, completou o executivo.

Ainda sobre o setor, dados do Banco Central divulgados hoje apontaram que a concessão de financiamento para aquisição de veículos por pessoas físicas cresceu 11% em setembro ante agosto. Foram liberados no mês passado R$ 8,5 bilhões no País em empréstimos nessa linha de crédito.

Nesse contexto, os nomes que estão sendo cogitados pelo governo para ocupar o Ministério da Fazenda igualmente estão sendo bem recebidos pelo mercado.

Nas bolsas de apostas sobre quem Dilma irá escolhar, o nome do ex-secretário-executivo Nelson Barbosa está em alta nesta quinta. Fonte próxima da presidente transmitiu que a relação de confiança existente entre a presidente e o economista deve ser o maior diferencial para a escolha:

- Ele sabe os pontos em que a presidente é turrona, mas ela também sabe os pontos em que ele é turrão. A relação de ambos tem grande base de confiança, disse a fonte à jornalista Claudia Safatle, do jornal Valor.

Economia Ana Pupulin Thu, 30 Oct 2014 18:15:07 +0000 http://www.brasil247.com/158856
Gleisi: “é hora de o país retomar sua normalidade” http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/158918 Jefferson Rudy/Agência Senado: Senadora do PT acrescentou que o momento é de diálogo e que o PMDB, que faz parte da aliança que dá sustentação ao governo no Congresso, é fundamental nesse processo após as eleições; "O clima de beligerância, o belicismo, as posições acirradas, não podem fazer parte do ambiente do Congresso. Aqui devem prevalecer as posturas que buscam o consenso e o entendimento" <br clear="all"> Jefferson Rudy/Agência Senado:

Agência Senado - A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse que chegou a hora de se acabar com o discurso de que o resultado da eleição revelou a divisão existente no país entre ricos e pobres e entre Sul/Sudeste e Norte/Nordeste.

Para ela, o momento agora é de diálogo entre todos os envolvidos no processo eleitoral, que, no período, mostraram ao país suas propostas e as formas diferentes de comandar o país.

Gleisi Hoffmann criticou ainda os que tentam dividir a base governista, especialmente o PT e o PMDB, criando conflitos que não existem entre os dois partidos.

Para ela, chegou a hora de o país retomar a sua normalidade. Ela acrescentou que o PMDB, que faz parte da aliança que dá sustentação ao governo, é fundamental nesse processo.

- O clima de beligerância, o belicismo, as posições acirradas, não podem fazer parte do ambiente do Congresso. Aqui devem prevalecer as posturas que buscam o consenso e o entendimento. A eventual divergência - e ela é salutar e por diversas vezes ocupei essa tribuna com posições divergentes, fiz embates, defendi ideias - não significa instabilidade na aliança política, mas divergência. Isso faz parte da política e é natural na vida política - afirmou a senadora.

Gleisi Hoffmann também defendeu a reforma política, com medidas como o fim da suplência de senadores e do financiamento de campanha por pessoas jurídicas.

Paraná

A senadora Gleisi Hoffmann saudou os paranaenses, independentemente do candidato que tenham escolhido para governar o estado.

Ela lamentou, no entanto, que a campanha no Paraná tenha sido marcada por troca de acusações e pela falta de propostas. Gleisi Hoffmann, que foi acusada de virar as costas para o estado nos últimos anos, lembrou que, durante esse período, atuava como ministra da Casa Civil da Presidência da República, o que a impedia de visitar o estado com mais frequência.

Gleisi acrescentou que irá cobrar o cumprimento de todas as promessas feitas pelo governador reeleito, Beto Richa, do PSDB, e aproveitou para criticar a medida adotada por ele de cortar 30% do orçamento para equilibrar as contas e poder pagar pessoal e o 13º salário, apesar de o estado ter recebido empréstimos e a União ter liberado todos os recursos para o Paraná.

Segundo a senadora, Beto Richa ainda enviou um pacote de projetos para a Assembleia Legislativa do Paraná com medidas polêmicas, como o desconto de 10% para quem pagar o IPVA à vista e também a redução de multas e juros para os contribuintes em dívida com o estado por atraso no pagamento de ICMS, IPVA e ITCMD.

No caso do IPVA, Gleisi lembrou que a medida é controversa, pois, há alguns anos, Beto Richa reajustou em 200% as taxas do Detran.

Segundo ela, essas medidas, num primeiro momento, podem parecer boas para os contribuintes, mas, na verdade, trazem prejuízos para alguns setores.

- Eu acho muito importante que o governo do estado se preocupe em cumprir integralmente a lei de responsabilidade fiscal, o que não fez no primeiro mandato no que se refere aos gastos de saúde e com pessoal. Porém, é preciso ter planejamento e responsabilidade para não comprometer as receitas futuras do estado e, principalmente, não comprometer os recursos para os municípios, para a saúde, e para a educação. porque toda vez que se encontra contas em relação ao ICMS, se dá descontos ou se abre mão do pagamento de multas, o que acontece é que municípios, saúde e educação também saem no prejuízo - alertou a senadora.

Paraná 247 Gisele Federicce Thu, 30 Oct 2014 18:00:26 +0000 http://www.brasil247.com/158918
Lula: "Veja fez um panfleto da campanha do Aécio" http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158875 : Em vídeo divulgado nesta quinta-feira 30, ex-presidente Lula fez uma análise, um desabafo e uma crítica contundente à revista Veja; "Essa revista odeia o PT, odeia os governos do PT, nós temos de entender isso e não ter azia por causa disso", assinalou Lula; "Se você olha a revista Veja achando que ela é uma revista de informação, você fica nervoso pelo monte de mentiras que tem nela. Mas se você olha para ela como um panfleto da campanha do Aécio Neves, ai você entende", disse; ele próprio deu sua posição: "Faz muito tempo que eu não leio a revista Veja"; sob risco de ser condenada por crime eleitoral e ter de conceder novo direito de resposta ao PT, publicação de Gianca Civita, dirigida por Fábio Barbosa e Eurípedes Alcântara, está em apuros <br clear="all"> :

247 – Numa contundente crítica à revista Veja, o ex-presidente Lula, em vídeo divulgado nesta quinta-feira 30, classificou a publicação do Grupo Abril como "talvez o melhor panfleto da campanha do Aécio". Lula se referiu diretamente à edição antecipada da revista, na sexta-feira antes da eleição, com acusações diretas contra Lula e a presidente Dilma.

- A Veja jogou na perspectiva de iria dar o golpe final, que com aquela capa iria virar a eleição. Na verdade, a Veja deu instrumento para o resto da mídia ter o que falar. A Veja talvez tenha feito o melhor panfleto da campanha do Aécio.

Lula, assim, deu a entender que a capa com supostas acusações do doleiro Alberto Yousseff contra ele e a presidente Dilma Rousseff poderia, de fato, ter mudado o resultado da eleição.

- Se você olha a Veja como uma revista de informação, você fica irritado pelo monte de mentiras que tem nela. Mas se você enxerga a Veja como um panfleto da campanha do Aécio Neves, ai você entende. Ela fez um panfleto e fez a campanha, antecipou a tiragem. Eu não leio a Veja há muitos anos, porque eu não levo a revista a sério.

Para Lula, "a Veja se definiu ideologicamente há muito tempo".

- Nós, em vez de ficarmos irritados, a gente tem de entender que a Veja é uma revista de oposição ao governo, pronto, acabou. Em lugar de a gente ficar com azia, não dormir à noite, a gente tem de sofrer menos, não vai ter azia. Se eles perceberem que a gente dormir e não perdeu o sono por causa deles, eles é que vão perder o sono, eles é que vão ter azia e ficar muito mal. É assim que eu trato eles. 

Abaixo, o link para o vídeo:

Revista Veja inventa declarações e as atribuiu a Lula

20/10/2014 16:48 |

NOTA SOBRE MATÉRIA NO SITE DA VEJA

Infelizmente, já é usual a revista Veja inventar fatos e declarações relacionados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tanto em sua edição impressa quanto nos textos, blogs e vídeos publicados em seu site (leia aqui a matéria). Para contrapor mais esse registro mentiroso, segue em anexo o áudio com a íntegra da fala do ex-presidente Lula em Belo Horizonte. Como fica provado no áudio, ao contrário daquilo que foi publicado em texto da revista na internet, o ex-presidente não falou em Belo Horizonte que Aécio Neves seria "canalha" ou "desprezível".

Ouça o áudio da fala completa, que comprova que Lula não se referiu ao candidato nesses termos.

Mídia Marco Damiani Thu, 30 Oct 2014 13:58:23 +0000 http://www.brasil247.com/158875
Advogado de Youssef confirma armação de Veja http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158823 : O crime eleitoral cometido pela revista Veja, que pertence a Giancarlo Civita e é comandada pelo executivo Fábio Barbosa e pelo jornalista Eurípedes Alcântara (à dir.), foi confirmado, nesta quinta-feira, por reportagem do jornal Valor Econômico, pelo próprio advogado Antônio Figueiredo Basto, que defende o doleiro Alberto Youssef; reportagem da semana passada diz que Youssef afirmou que "Lula e Dilma sabiam de tudo"; eis, no entanto, o que aponta Figueiredo Basto: "Não houve depoimento no âmbito da delação premiada. Isso é mentira. Desafio qualquer um a provar que houve oitiva da delação premiada"; caso está nas mãos de Teori Zavascki, ministro do STF, que pode obrigar Veja desta semana a circular com direito de resposta; atentado à democracia envergonha o jornalismo <br clear="all"> :

247 - A situação da revista Veja e da Editora Abril, que atingiu o fundo do poço da credibilidade no último fim de semana, com a capa criminosa contra a presidente Dilma Rousseff, acusada sem provas pela publicação, pode se tornar ainda mais grave.

Reportagem do jornal Valor Econômico, publicada nesta quinta-feira, revela algo escandaloso: o "depoimento" do doleiro Alberto Youssef que ancora a chamada "Eles sabiam de tudo", sobre Lula e Dilma, simplesmente não existiu.

Foi uma invenção de Veja, que atentou contra a democracia, tirou cerca de 3 milhões de votos da presidente Dilma Rousseff e, por pouco, não mudou o resultado da disputa presidencial, ferindo a soberania popular do eleitor brasileiro.

Quem afirma que o depoimento não existiu é ninguém menos que o advogado Antônio Figureido Basto, que representa o doleiro. "Nesse dia não houve depoimento no âmbito da delação. Isso é mentira. Desafio qualquer um a provar que houve oitiva da delação premiada na quarta-feira", disse ele.

Basto também nega uma versão pró-Veja que começou a circular após as eleições – a de que Youssef teria feito um depoimento e depois retificado. "Não houve retificação alguma. Ou a fonte da matéria mentiu ou isso é má-fé mesmo", acusa o defensor de Youssef.

Com isso, a situação de Veja torna-se delicadíssima. No fim de semana, a publicação passou por uma das maiores humilhações de sua história, ao ser obrigada a publicar um direito de resposta contra um candidato – no caso, a presidente Dilma Rousseff – em pleno dia de votação.

Agora, a revista pode ser condenada a circular neste próximo fim de semana com uma capa e páginas internas, também com direito de resposta. A decisão está nas mãos do ministro Teori Zavascki, que pode decidir monocraticamente – ou levar a questão ao plenário do Supremo Tribunal Federal. Mas mesmo no plenário Veja tende a perder. Afinal, como os ministros justificariam o direito de informar uma mentira, com claras finalidades eleitorais e antidemocráticas?

Veja cometeu um atentado contra a democracia brasileira, que envergonha o jornalismo, e este crime é apontado pelo próprio advogado do doleiro Youssef. Os responsáveis diretos são: Giancarlo Civita, controlador da Abril, Fábio Barbosa, presidente da empresa, e Eurípedes Alcântara, diretor de Redação de Veja.

Abaixo, reportagem do Valor Econômico sobre o caso:

Advogado de Youssef nega participação em 'divulgação distorcida'

Por André Guilherme Vieira | De São Paulo

O advogado que representa Alberto Youssef, Antonio Figueiredo Basto, negou envolvimento na divulgação de informações que teriam sido prestadas pelo doleiro no âmbito da delação premiada, sobre o conhecimento de suposto esquema de corrupção na Petrobras pela presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) e pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Asseguro que eu e minha equipe não tivemos nenhuma participação nessa divulgação distorcida", afirmou ao Valor Pro. A informação de que Dilma e Lula sabiam da corrupção na Petrobras foi divulgada na sexta-feira passada pela revista "Veja".

No mesmo dia, o superintendente da Polícia Federal (PF) no Paraná, delegado Rosalvo Ferreira Franco, determinou abertura de inquérito para apurar "o acesso de terceiros" ao conteúdo do depoimento prestado por Youssef a delegados da PF e a procuradores da República.

"Acho mesmo que isso tem que ser investigado. Queremos uma apuração rigorosa", garante Basto, que já integrou o conselho da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). "Eu não tenho nenhuma relação com o PSDB. Me desliguei em 2002 do conselho da Sanepar [controlada pelo governo do Estado]. Não tenho vínculo partidário e nem pretendo ter. Nem com PSDB, nem com PT, nem com partido algum", afirma. O Paraná é governado por Beto Richa desde janeiro de 2011. Ele foi reconduzido ao cargo no primeiro turno da eleição deste ano.

A reportagem menciona que a declaração de Youssef teria ocorrido no dia 22 de outubro. "Nesse dia não houve depoimento no âmbito da delação. Isso é mentira. Desafio qualquer um a provar que houve oitiva da delação premiada na quarta-feira", afirma, irritado, Basto. O advogado diz ser falsa a informação de que o depoimento teria ocorrido na quarta-feira para que fosse feito um "aditamento" ou retificação sobre o que o doleiro afirmara no dia anterior: "Não houve retificação alguma. Ou a fonte da matéria mentiu ou isso é má-fé mesmo", acusa o defensor de Youssef.

Iniciadas no final de setembro, as declarações de Youssef que compõem seu termo de delação premiada são acompanhadas pelo advogado Tracy Joseph Reinaldet dos Santos, que atua conjuntamente com Basto.

O Valor PRO apurou que o alvo principal da operação Lava-Jato disse em conversas informais com advogados e investigadores, que pessoalmente considerava "muito difícil" que o presidente da República não tivesse conhecimento de um esquema que desviaria bilhões de reais da Petrobras para abastecer caixa dois de partidos e favorecer empreiteiras.

"Todo mundo lá em cima sabia", teria dito o doleiro, sem, no entanto, citar nomes ou apresentar provas.

O esquema de corrupção na diretoria de Abastecimento da Petrobras teria começado em 2005, segundo a investigação e o interrogatório à Justiça Federal do ex-diretor de Abastecimento da petrolífera, Paulo Roberto Costa. Era o segundo ano do primeiro mandato do então presidente Lula. Dilma foi nomeada ministra de Minas e Energia em 2003.

Segundo a versão de Costa à Justiça, Lula teria cedido à pressão partidária para nomeá-lo diretor da Petrobras, sob risco de ter a governabilidade ameaçada pelo trancamento da pauta do Congresso. "Mesmo que essa declaração do Paulo Roberto [Costa] seja fato e que a comprovemos nos autos, qual é o crime que existe nisso?", questiona um dos investigadores da Lava-Jato. "Uma coisa é a atividade política. Outra é eventual crime dela decorrente. Toda a delação de Costa e outras que venham a ocorrer serão submetidas ao crivo do inquérito policial e da devida investigação", esclarece.

A PF também instaurou inquérito para apurar supostos vazamentos da delação premiada de Costa.

Investigações sobre vazamentos podem resultar em processo penal. No dia 21 deste mês, o deputado federal Protógenes Queiroz (PC do B-SP) foi condenado pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por violação de sigilo funcional qualificada. Queiroz, que é delegado da PF, foi responsabilizado por "vazar" informações da operação Satiagraha, deflagrada em São Paulo em 2008.

Mídia Leonardo Attuch Thu, 30 Oct 2014 09:39:05 +0000 http://www.brasil247.com/158823
PML: Gilmar trava projeto contra doação privada http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/158847 Foto: STF: "Devolve, Gilmar!", apela o jornalista Paulo Moreira Leite, sobre a matéria que prevê o fim das doações de empresas privadas a campanhas eleitorais, que o ministro segura há sete meses no STF; ele pediu vistas do caso em abril, quando a votação estava em 6 a 1 contra seu ponto de vista e a favor do financiamento público; "No momento em que o STF encerrar a votação, as eleições brasileiras serão realizadas sob um sistema mais igualitário e menos vulnerável à pressão do poder econômico", avalia PML; colunista chama de "absurdo jurídico" e "manobra antidemocrática" a ação de Gilmar Mendes de impedir que o Supremo contribua justamente quando os brasileiros retomam o debate sobre a reforma política <br clear="all"> Foto: STF:

247 – Em novembro, o pedido de vistas do ministro Gilmar Mendes para o projeto contra doações privadas de campanhas eleitorais completa sete meses. Com isso, Gilmar impede, justamente no momento em que os brasileiros retomam o debate sobre a reforma política, que o Supremo Tribunal Federal (STF) contribua com o tema. "Devolve, Gilmar!", apela o jornalista Paulo Moreira Leite, em nova coluna no 247.

À época, o ministro argumentou, em meio a um placar de 6 a 1 contra seu ponto de vista e a favor do financiamento público de campanha: "Não cabe discutir isso agora. O financiamento já está feito para esta campanha, já está estruturado". Leia abaixo um trecho do comentário de PML sobre sua atitude:

Sua argumentação poderia fazer sentido quando não havia urgência em prosseguir um debate que não teria qualquer efeito prático sobre a campanha presidencial de 2014 (...). Mas também poderia ser uma tentativa de ganhar tempo para convencer colegas influenciáveis do plenário para mudar um placar que, naquele momento, anunciava uma derrota de seu ponto de vista (..). Hoje em dia, não faz sentido algum, no entanto, impedir que o STF dê sua contribuição ao debate que envolve o país inteiro sobre contribuições de campanha — a menos, claro, que se pretenda garantir, até de forma artificial, a conservação do sistema atual.

O colunista defende que a votação seja retomada e que Gilmar "vote como quiser", como lhe faculta sua função, e compara a situação com uma hipotética: se Ricardo Lewandowski, hoje presidente do tribunal, "pedisse vistas no processo da AP 470, carregasse 60 000 documentos para seu gabinete e ficasse anos sem devolver a papelada". E constata: "Não é razoável impedir — por um artifício — que se faça o debate. É um absurdo jurídico e uma manobra antidemocrática".

Leia a íntegra aqui: Devolve, Gilmar!

Brasil Gisele Federicce Thu, 30 Oct 2014 12:05:01 +0000 http://www.brasil247.com/158847
Haddad: SP está “recuperando o tempo perdido” http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/158866 Fábio Arantes / SECOM: Prefeito pedalou nesta manhã com o americano Gary Fischer, designer de bicicletas e um dos inventores da mountain bike, do Centro Cultural São Paulo até a sede da prefeitura, ambos na região central; ele defendeu que a capital esteja "recuperando o tempo perdido" ao investir em ciclovias <br clear="all"> Fábio Arantes / SECOM:

SP 247 – O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), pedalou na manhã desta quinta-feira 30 com o norte-americano Gary Fischer, designer de bicicletas e um dos precursores da moutain bike. A partida foi do Centro Cultural São Paulo, por volta das 8h30, com destino à sede da prefeitura, no Viaduto do Chá.

Durante a pedalada, Fischer deu sugestões a Haddad sobre como incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte urbano. Ele veio a capital paulista para participar de um encontro com entidades de defesa dos ciclistas, mas o encontro com o prefeito foi o único de sua agenda que envolveu representantes do poder público.

Haddad afirmou que a cidade está "recuperando o tempo perdido" com o investimento em ciclovias. "Dá a impressão que São Paulo está inventando uma tecnologia. Na verdade, o mundo inteiro já aprendeu a lidar com isso e está 10, 20 anos à nossa frente", disse.

SP 247 Gisele Federicce Thu, 30 Oct 2014 12:44:52 +0000 http://www.brasil247.com/158866
Meirelles ainda tem chances de levar a Fazenda http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158813 : Presidente do Banco Central durante os oito anos do governo Lula, período marcado por inflação controlada, acúmulo de reservas internacionais, confiança em alta e forte crescimento econômico, Henrique Meirelles ainda tem chances de retornar ao governo; desta vez, no Ministério da Fazenda, com total autonomia; Meirelles é o candidato número 1 de Lula e de lideranças petistas que fazem parte do seu círculo mais próximo; a brincadeira que se faz entre os lulistas é que Meirelles representaria o "dólar a R$ 2", enquanto Aloizio Mercandante, outro potencial concorrente, o "dólar a R$ 3"; caso o escolhido seja Nelson Barbosa, a situação melhoraria, mas ainda com o "dólar a R$ 2,50"; presidente Dilma, que descansa em Aratu (BA), reflete sobre as alternativas <br clear="all"> :

247 - A presidente Dilma Rousseff, que descansa em Aratu (BA), tem a possibilidade de real de mostrar ao País que se tornou uma pessoa mais leve, com maior capacidade para ouvir e dialogar. Caso a promessa se transforme em realidade, são reais as possibilidades de que Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central, que tem o respeito e a admiração da classe empresarial, não apenas financeira, se torne o novo ministro da Fazenda, com total autonomia.

Meirelles é o candidato número 1 de ninguém menos que o ex-presidente Lula. Foi presidente do Banco Central durante os oito anos de seu governo – período de inflação baixa, forte crescimento, acúmulo de reservas internacionais, baixa volatilidade e alta confiança empresarial. Tem também o apoio de pessoas próximas ao ex-presidente, como o presidente do PT, Rui Falcão, e de outras forças que gravitam em torno do Institulo Lula, no bairro do Ipiranga. Por mais que correntes à esquerda do PT critiquem o retorno de Meirelles como uma "rendição de Dilma ao mercado", seria, na verdade, uma rendição da presidente aos desejos de seu antecessor e possível sucessor – uma que Lula pretende concorrer em 2018, num país menos polarizado e com a economia em ordem.

Nos círculos lulistas, a comparação que se faz é que, com Meirelles, o segundo governo Dilma daria um sinal positivo às forças econômicas. O que não é certeza com a eventual escolha de Aloizio Mercadante, chefe da Casa Civil, que se tornou um dos ministros mais próximos da presidente Dilma. "Meirelles representa o dólar a R$ 2 e mais facilidade para enfrentar a inflação", diz um dirigente do PT. "Mercadante representa o dólar a R$ 3 e um cenário mais turbulento". Segundo ele, o caminho do meio seria representado por nomes como Nelson Barbosa, que melhorariam a relação com os agentes econômicos, mas não de forma tão expressiva. "O Nelson é mais do mesmo, dólar a R$ 2,50".

Outros nomes que circularam no mercado, como o do presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, e da Vale, Murilo Ferreira, parecem possibilidades boas, porém, menos concretas. Em ambos os casos, as posições que hoje ocupam oferecem tanto poder e melhores recompensas do que o Ministério da Fazenda. Embora Meirelles seja também presidente de um banco, o Original, do grupo JBS, ele, ao contrário de Trabuco e Ferreira, tem vocação pública e há tempos planeja maior exposição política.

Mercadante chegou a procurar lideranças do partido, como o presidente Rui Falcão, para ter aval à sua eventual nomeação. Foi advertido que não tem o apoio do PT para essa eventual mudança. "Você tem ambições eleitorais e o cenário exige ajustes e não está fácil", disse Rui. "Melhor ficar onde está". Ou seja: na Casa Civil, coordenando progamas e ações do governo.

O que falta para a volta de Meirelles é convencer a presidente Dilma Rousseff. O argumento é que, com Meirelles, e a relação com os agentes econômicos e financeiros pacificada, ela terá mais tempo, mais energia e melhores condições para conferir novas marcas ao seu segundo mandado. Especialmente, o aprofundamento das políticas de igualdade, inclusão social e ampliação dos direitos civis – e sem ser criticada todos os dias nos cadernos de economia e em publicações internacionais. Além disso, evitaria problemas na economia, quando a prioridade atual parece ser recompor a paz na sua base de apoio político.

Economia Leonardo Attuch Thu, 30 Oct 2014 06:20:55 +0000 http://www.brasil247.com/158813
Sarney nega voto em Aécio: "sórdida montagem" http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/158807 : Por meio da assessoria, senador José Sarney critica vídeo em que aperta o 45 na urna de votação, número do PSDB, mesmo usando adesivos da presidente Dilma Rousseff: “O senador e a presidente Dilma são aliados de longa data e não faz nenhum sentido essa farsa que circula nas redes sociais. É mais uma prova da campanha sórdida que emergiu na internet na disputa deste ano, com o objetivo de usar a rede para manchar reputações”, declarou a assessoria do peemedebista <br clear="all"> :

247 – Após polêmica sobre suposto voto no tucano Aécio Neves, o senador José Sarney rebate por meio de sua assessoria: “O senador e a presidente Dilma são aliados de longa data e não faz nenhum sentido essa farsa que circula nas redes sociais. É mais uma prova da campanha sórdida que emergiu na internet na disputa deste ano, com o objetivo de usar a rede para manchar reputações”.

Leia na nota do Diário do Poder:

ASSESSORIA DE SARNEY DIZ QUE VÍDEO É UMA “SÓRDIDA MONTAGEM”
VIDEO MOSTRA SUPOSTO VOTO DE JOSÉ SARNEY EM AÉCIO NEVES

Rodrigo Vilela

Circula na internet vídeo em que o senador José Sarney (PMDB-AP) supostamente vota no candidato Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial. O senador é aliado de Dilma Rousseff (PT), que enfrentou o tucano no pleito.

Assessores do parlamentar desmentiram que Sarney tenha ‘virado a casaca’ e classificaram o vídeo como “mais uma farsa” e “sórdida montagem”.

O vídeo mostra imagens ampliadas, exibidas pela TV Amapá, afiliada da TV Globo, que Sarney, mesmo usando adesivos de Dilma, apertou 45 (número do PSDB) na urna eletrônica.

“O senador José Sarney não se pronunciou ainda sobre se vai tomar medidas judiciais contra a violação do voto, mas rechaça qualquer tentativa de manipulação que envolva o nome dele. O senador e a presidente Dilma são aliados de longa data e não faz nenhum sentido essa farsa que circula nas redes sociais. É mais uma prova da campanha sórdida que emergiu na internet na disputa deste ano, com o objetivo de usar a rede para manchar reputações”, declarou a assessoria do peemedebista.

Assista:

Neste vídeo, você assiste à reportagem da TV Amapá, em que Sarney aparece de longe, com o mesmo terno:  

Brasil Roberta Namour Thu, 30 Oct 2014 05:06:45 +0000 http://www.brasil247.com/158807
Outro sonho do PT: Jaques Wagner na Petrobras http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158814 : Partido avalia que a prioridade é retomar, com urgência, a imagem e a credibilidade da Petrobras, maior empresa do País e que concentra o maior plano de investimentos do setor de petróleo em todo o mundo; "é preciso alguém com força política"; hoje, grandes fornecedores, também atingidos pela Operação Lava Jato, se queixam do cenário de paralisia na estatal, citada em escândalos; "é preciso fazer a máquina voltar a girar, num ambiente novo", afirma um líder do PT <br clear="all"> :

247 - Apontado como um vencedor incontestável das eleições de 2014, o governador Jaques Wagner, que elegeu Rui Costa, na Bahia, como seu sucessor, e transferiu mais de 70% dos votos à presidente Dilma Rousseff, tem sido sugerido para diversas missões: chefe da Casa Civil, articulador político e até mesmo ministro da Fazenda.

Agora, no entanto, surgiu uma nova corrente, que prega uma função corporativa para o político baiano: presidente da Petrobras, maior empresa brasileira, que concentra investimentos de mias de R$ 240 bilhões para os próximos anos.

A visão, no PT, é que Dilma deveria buscar um nome com autoridade política para virar a página na estatal, depois da Operação Lava Jato, que já atingiu um diretor, Paulo Roberto Costa, e ameaça outro, Renato Duque, com escândalos de corrupção.

Wagner seria um nome, segundo a direção do PT, capacitado para não apenas recuperar a imagem da empresa, como também devolver a normalidade à companhia. Paralisada por denúncias e CPIs, a empresa travou pagamentos e diversos fornecedores hoje enfrentam dificuldades econômicas.

Ainda que a produção do pré-sal tenha crescido, e já seja de 500 mil barris/dia, há um clamor, no meio empresarial, por uma nova gestão. A dificuldade para Dilma seria acomodar sua amiga Graça Foster, que preside a companhia. Graça, de certa forma, tem o mérito de ter feito a limpeza na companhia – afastando diretores como Paulo Roberto Costa. E caso venha a ser substituída por Wagner, mereceria um lugar de destaque no próximo governo.

Economia Leonardo Attuch Thu, 30 Oct 2014 06:45:08 +0000 http://www.brasil247.com/158814
Campanha de Aécio usou dados enganosos de pesquisa http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/158811 IGO ESTRELA: Instituto Veritá afirma que o PSDB fez uso indevido de resultados parciais de uma pesquisa que foi feita para retratar a disputa eleitoral no Brasil como um todo; partido explorou fato de o tucano aparecer em Minas Gerais com 14 pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff (PT): 57% ante 43% da petista; "Eles não podiam usar nesse contexto. Nós avisamos [...] Usou na garganta. Não representa Minas. Não é o real cenário do Estado", diz o estatístico Leonard de Assis <br clear="all"> IGO ESTRELA:

247 – A campanha do tucano Aécio Neves usou dados enganosos de pesquisa do Veritá. É o que diz o próprio dono do instituto, que fez o levantamento, Adriano Silvoni.

O PSDB explorou o fato de o tucano aparecer em Minas Gerais com 14 pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff (PT): 57% ante 43% da petista.No cenário nacional, registrado entre os dias 6 e 8 de outubro, ele teria 54,2% dos votos válidos contra 45,2% de Dilma.

No entanto, Silvoni teria alertado que a pesquisa não era conclusiva já que, tanto o número de entrevistas quanto os municípios de coleta de dados foram definidos para retratar a disputa eleitoral no Brasil como um todo. "Para Minas, foram 561 questionários. Não é confiável", disse. 

"Eles não podiam usar nesse contexto. Nós avisamos [...] Usou na garganta. Não representa Minas. Não é o real cenário do Estado", confirma o estatístico responsável pelas pesquisas do Veritá, Leonard de Assis.

Minas 247 Roberta Namour Thu, 30 Oct 2014 05:43:42 +0000 http://www.brasil247.com/158811
Barbosa seria o mais próximo de Dilma para a Fazenda http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158812 : Segundo estimativa do Valor, entre os nomes já cogitados para a Fazenda, o que mais se adaptaria ao perfil da presidente Dilma Rousseff é o de Nelson Barbosa, ex-secretário-executivo da pasta; a publicação afirma ainda que pelo menos 12 ministros devem continuam no segundo mandato; entre eles: Luiz Alberto Figueiredo, do Itamaraty; Mercadante, da Casa Civil; Miriam Belchior, do Planejamento (em outra pasta); e Tereza Campello, do Desenvolvimento Social; Alexandre Tombini deve ficar na presidência do BC, assim como Manoel Dias, no Trabalho, e Luís Inácio Adams, na Advocacia Geral da União (AGU) <br clear="all"> :

247 – Em meio aos rumores sobre mudanças no governo Dilma Rousseff para o segundo turno, pelo menos 12 ministros devem permanecer no Planalto, segundo estimativas do Valor.

Entre eles, Luiz Alberto Figueiredo, do Itamaraty; Mercadante, da Casa Civil; Miriam Belchior, do Planejamento (em outra pasta); e Tereza Campello, do Desenvolvimento Social. Alexandre Tombini deve ficar na presidência do BC, assim como Manoel Dias, no Trabalho e Luís Inácio Adams, na Advocacia Geral da União (AGU). Ricardo Berzoini pode ocupar outro Ministério – é cotado para as Comunicações.

Entre as mudanças, o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, ficará em um cargo no Palácio do Planalto, próximo à presidente, na Secretaria de Assuntos Institucionais.

Quanto à disputa pela Fazenda, entre os nomes já cogitados, o que mais se adaptaria ao perfil da presidente Dilma Rousseff, segundo a publicação, é o de Nelson Barbosa, ex-secretário-executivo da pasta. Apesar de Lula defender um nome do mercado, Dilma não teria afinidade com o presidente do Bradesco, Luiz Trabuco, ou Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central, por exemplo (leia mais).

Poder Roberta Namour Thu, 30 Oct 2014 06:18:54 +0000 http://www.brasil247.com/158812
Kotscho relaciona vitória de Dilma ao “fator Lobão” http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158809 : Colunista Ricardo Kotscho ironiza o cantor que prometeu deixar o Brasil em caso de reeleição de Dilma Rousseff: “Ainda não se tem um levantamento científico sobre os votos dados a Dilma pelo eleitorado que queria aproveitar a chance para se livrar desta figura patética, meio quarta-feira, com aparência de doentinho fora da casinha, mas como a decisão aconteceu por estreitíssima margem de votos, sempre é bom levar em consideração todos os fatores possíveis de terem interferido no resultado, além da capa-panfleto daquela revista” <br clear="all"> :

247 – O colunista Ricardo Kotscho ironizou o cantor Lobão que prometeu deixar o Brasil se Aécio Neves (PSDB) não fosse eleito à Presidência. Segundo ele, o “fator Lobão” pode ter causado um efeito inverso e reeleito Dilma. Leia:

Exclusivo: Quem elegeu a Dilma foi o Lobão?

Juro que este é meu último comentário sobre as razões que levaram à reeleição de Dilma Rousseff. É minha contribuição para os analistas que ainda estão quebrando a cabeça para entender o que aconteceu no último domingo.

Como ninguém ainda pensou nisso, sugiro que se leve em conta também o "fator Lobão" _ o cantor, vejam bem, não o ministro.

Entusiasmado cabo eleitoral de Aécio Neves no meio artístico, algumas semanas antes da eleição, como vocês se recordam, Lobão anunciou que deixaria o país se Dilma fosse eleita. Teve gente nas redes sociais que até convocou uma festa de despedida para o cantor, no agora famoso aeroporto de Cláudio.

Ainda não se tem um levantamento científico sobre os votos dados a Dilma pelo eleitorado que queria aproveitar a chance para se livrar desta figura patética, meio quarta-feira, com aparência de doentinho fora da casinha, mas como a decisão aconteceu por estreitíssima margem de votos, sempre é bom levar em consideração todos os fatores possíveis de terem interferido no resultado, além da capa-panfleto daquela revista.

Pois não é que apenas algumas horas após a vitória de Dilma, feito um D. Pedro redivivo, Lobão voltou atrás e anunciou que, para o bem do povo, não irá mais embora do Brasil? Que poderemos fazer agora para que ele cumpra sua promessa, ou vamos ter que esperar quatro anos pela próxima eleição? Vamos ter que continuar vendo e ouvindo Lobão?

Sem paciência para tanto, já tem colunistas inconformados com o resultado discutindo os rumos do "terceiro turno", e alguns mais aloprados propondo abertamente o impeachment de Dilma, alegando que o país foi vítima da propaganda enganosa de Lobão.

Como os amigos podem reparar, estou urgentemente precisando de uma folguinha, depois deste verdadeiro massacre que foi acompanhar a campanha eleitoral. A partir de amanhã, vou dar também um descanso aos caros comentaristas do Balaio: estarei em Ouro Preto, Minas, para participar do tradicional Fórum das Letras, onde poderei tratar de outros assuntos mais amenos, além de reencontrar velhos amigos "feirantes", habitués destes eventos livrescos, que reúnem escritores e leitores e estão se espalhando como febre por todo o país, o que é muito bom.

A vida não pode ser feita só de política. É fundamental que a gente não perca o bom humor para não perder a fé.

Até a volta.

Mídia Roberta Namour Thu, 30 Oct 2014 05:19:07 +0000 http://www.brasil247.com/158809
Collor aconselha Dilma: ‘saiba ouvir o Parlamento’ http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158808 Foto: Sheyla Leal/ Agência Senado (14/04/2014): Senador reeleito pelo PTB de Alagoas e ex-presidente da República, Fernando Collor diz que principal requisito à chefe do Executivo é relacionar-se adequada e permanentemente com os demais Poderes e saber ouvir o que o Parlamento tem a dizer: “Ao reassumir o poder, será hora de a presidenta absorver o sentido da realidade da população, sem retóricas de ocasião ou mágoa política” <br clear="all"> Foto: Sheyla Leal/ Agência Senado (14/04/2014):

247 – Reeleito senador pelo PTB de Alagoas, o ex-presidente da República Fernando Collor aconselha a presidente Dilma Rousseff a ouvir o Parlamento em sua segunda gestão. Segundo ele, a fluidez do diálogo institucional e o respeito à independência dos Poderes é que vão “pavimentar a correta leitura das circunstâncias que envolvem o ato de governar”. Leia aqui:

Sentido da realidade

Ao reassumir o poder, será hora de a presidenta absorver o sentido da realidade da população, sem retóricas de ocasião ou mágoa política

O amadurecimento político com a redemocratização brasileira, a partir da nova Constituição, e a experiência pessoal como primeiro presidente da República eleito diretamente pela população após o fim do regime militar me permitem elencar três requisitos essenciais para que a presidenta reeleita Dilma Rousseff continue sem percalços seu segundo mandato.

Primeiro, que assimile ainda mais a postura estadista que exige, além de serenidade e liturgia, o conhecimento da relação direta entre as possibilidades da ação política e as reais circunstâncias que a determinam. Trata-se do sentido da realidade que deve nortear os programas de governo e a atuação política para viabilizá-los. Ou seja, a capacidade de assimilar a realidade e o ambiente político como são, e não como deveriam ser.

Sem dúvida, os ensinamentos do seu primeiro mandato permitirão à presidenta aperfeiçoar esse fator.

Um segundo requisito para que a presidenta não se torne apenas uma gerente do país, e sim uma estadista com visão de longo prazo, é a leitura correta do cenário internacional para perceber que o mundo estagnou à espera de um novo concerto das nações e de um premente conserto de suas noções, tanto no campo da diplomacia como no terreno das relações comerciais.

A inserção do Brasil como "global player", a quebra de reservas e monopólios e a abertura do mercado que promovi a partir de 1990 foram possíveis por essa condição.

O eleitor enviou o recado de que o Brasil de hoje clama mais por políticas realistas e planejadas do que por ações ideológicas e improvisadas. É aí que surge o terceiro e principal requisito à chefe do Executivo: relacionar-se adequada e permanentemente com os demais Poderes e saber ouvir o que o Parlamento tem a dizer.

Só assim discernirá factualmente as reais e iminentes demandas da sociedade expressadas pelos seus legítimos representantes.

Aprendi que a sintonia entre Executivo e Legislativo, a fluidez do diálogo institucional, o respeito à independência dos Poderes e a busca pela harmonia entre eles é que vão pavimentar a correta leitura das circunstâncias que envolvem o ato de governar. É certo que a presidenta reeleita também já percebeu isso e saberá mais ainda cumprir esse salutar convívio democrático.

As mensagens, expectativas e aspirações do eleitor foram transmitidas às autoridades nos últimos tempos. Ao reassumir o poder, será hora de a presidenta reconhecer com franqueza e absorver com humildade aquele sentido da realidade na sua mais profunda essência, sem retóricas de ocasião, debates ideológicos ou mágoa política.

Educação e infraestrutura eficazes; enxugamento do Estado, planejamento e desburocratização; previsibilidade das regras e respeito aos contratos; equilíbrio econômico e fiscal, descentralização e simplificação tributária, além de transparência política e respeito às instituições são remédios mais do que conhecidos para a enfermidade brasileira.

Mas para aplicá-los corretamente o país precisa, antes, de um plano de ação imediato que viabilize um projeto duradouro de nação. Sinto ser esse o maior desafio, a mais intrigante missão que a presidenta Dilma Rousseff terá de enfrentar, impreterivelmente.

Assim, não poderá insistir em eventuais erros das atuais políticas econômica e externa. A real política, na sua mais pura acepção, e o diálogo franco com o Parlamento é que sustentarão o sentido da verdade dos fatos. Com isso, a presidenta poderá reconhecer a singularidade de cada problema para, então, planejar e imprimir sua própria ação singular.

Por fim, pela prática dos diversos mandatos que exerci, uma última palavra cabe ser dita, sob a inspiração de Edmund Burke: "Quando desejardes agradar a qualquer povo, deveis dar-lhe o benefício que ele pede, e não aquilo que pensais que é melhor para ele".

Poder Roberta Namour Thu, 30 Oct 2014 05:13:43 +0000 http://www.brasil247.com/158808
Requião sai em defesa de agradecimentos de Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/158806 Waldemir Barreto: Senador Roberto Requião (PMDB-PR) pede à Câmara dos Deputados que coloque logo em votação seu projeto de lei com novas regras para o direito de resposta a quem se sentir ofendido ou caluniado por informações divulgados pelos veículos de comunicação Segundo o senador Roberto Requião (PMDB-PR), os jornalistas não entenderam que, ao agradecer a São Paulo, no domingo à noite, após o resultado das eleições, o tucano Aécio Neves se referiu ao santo, não ao Estado que lhe deu maioria dos votos: “Em sua fala ele disse que, mais uma vez, citaria São Paulo, isto é, o apóstolo Paulo, na Carta de Paulo aos Coríntios: “Combati o bom combate, corri a carreira e guardei a fé” <br clear="all"> Waldemir Barreto: Senador Roberto Requião (PMDB-PR) pede à Câmara dos Deputados que coloque logo em votação seu projeto de lei com novas regras para o direito de resposta a quem se sentir ofendido ou caluniado por informações divulgados pelos veículos de comunicação

247 – Em discurso no Senado, Roberto Requião (PMDB-PR) declarou solidariedade à presidente Dilma Rousseff, mas também saiu na defesa do Aécio Neves, em sua avaliação, mal compreendido pela mídia.

Segundo ele, os jornalistas não entenderam que, ao agradecer a São Paulo, no domingo à noite, após o resultado, o tucano se referia ao santo, não ao Estado que lhe deu maioria dos votos.

“Em sua fala de domingo à noite, ele disse que, mais uma vez, citaria São Paulo, isto é, o apóstolo Paulo, na Carta de Paulo aos Coríntios: “Combati o bom combate, corri a carreira e guardei a fé.”, disse.

“Não conhecendo a citação famosa, os nossos jornalistas e seus veículos saíram dizendo que Aécio agradecia a São Paulo e havia esquecido Minas Gerais. Quão obtusos são os nossos ilustres donos da imprensa brasileira! Diziam que Aécio agradecia ao Estado de São Paulo, e alguns chegaram mesmo a criticá-lo por essa “desfeita” com a sua Minas Gerais. O tempora! O mores!”, exclamou o senador.

Paraná 247 Roberta Namour Thu, 30 Oct 2014 05:41:17 +0000 http://www.brasil247.com/158806
Executivo vai devolver R$ 40 mi na Lava Jato http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/158810 : Em acordo de delação premiada, Julio Camargo, da Toyo-Setal, empresa que tem contratos de cerca de R$ 4 bilhões com a Petrobras, pagará multa e promete revelar detalhes do esquema de corrupção contra pena menor; ele afirma que senadores petistas receberam 38% dos R$ 6,7 mi que repassou a 13 siglas entre 2006 e 2014  <br clear="all"> :

247 – Primeiro executivo a assinar acordo de delação premiada na operação Lava Jato, Julio Camargo, executivo da Toyo-Setal, afirma que repassou R$ 6,7 milhões a 13 partidos entre 2006 e 2014 – só o PT teria recebido R$ 2,56 milhões, o equivalente a 38% do total. A empresa tem contratos de cerca de R$ 4 bilhões com a Petrobras.

Segundo ele, foram beneficiados os senadores Marta Suplicy (SP), Lindbergh Farias (RJ) e Delcídio do Amaral (MS) e o deputado Adriano Diogo (SP).

Já o PR recebeu R$ 2,49 milhões (36,9%), com uma concentração de R$ 2 milhões na campanha de José Roberto Arruda, que teve a candidatura ao governo do Distrito Federal barrada neste ano.

Além de se comprometer a revelar detalhes do esquema montado pelo doleiro Alberto Youssef, ele também pagará multa de R$ 40 milhões.

Leia aqui reportagem de Gabriela Terenzi e Mario Cesar Carvalho sobre o assunto.

Brasil Roberta Namour Thu, 30 Oct 2014 05:36:23 +0000 http://www.brasil247.com/158810
Lula sobre País dividido: “bobagem sem tamanho” http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/158771 : "Não existe nenhuma possibilidade de imperar nesse País qualquer tentativa separatista, isso só demonstra ignorância de quem pensa assim, falta de sabedoria política", afirma o ex-presidente Lula, em novo comentário sobre as eleições; ele alfineta críticas como a de Diogo Mainardi, que atacou o Nordeste após a vitória de Dilma; "É uma pena que algumas pessoas ainda não conhecem o Nordeste, ainda pensam que o Nordeste é atrasado"; e defende que é preciso "parar de falar bobagem e dizer que a democracia venceu" <br clear="all"> :

247 – Em novo comentário sobre as eleições, o ex-presidente Lula afirmou em vídeo publicado nesta quarta-feira 29 que o discurso de que o Brasil está dividido é uma "bobagem que não tem tamanho". Ele comparou o pleito a "uma partida de futebol, um clássico, em que 24 horas depois do jogo ainda tem uma tensão enorme entre as torcidas, que se se encontrarem na rua são capazes de brigar, mas depois as pessoas compreendem que cada um tem o direito de torcer pelo seu time. Na política é a mesma coisa", diz ele.

Lula prossegue: "Não existe nenhuma possibilidade de imperar nesse País qualquer tentativa separatista, isso só demonstra ignorância de quem pensa assim, falta de sabedoria política". O líder petista cita exemplos similares de bipartidarismo na França e nos Estados Unidos, onde há os democratas e o republicanos. "E eles convivem", ressalta. "Só aqui no Brasil é que as pessoas acham que porque a eleição foi bastante disputada tem uma divisão no País. O Brasil é o exemplo mais importante no mundo de País unificado".

Lula alfineta quem criticou o Nordeste depois da vitória da presidente Dilma Rousseff, como o comentarista da Globo News Diogo Mainardi: "É uma pena que algumas pessoas ainda não conhecem o Nordeste, ainda pensam que o Nordeste é atrasado. As pessoas precisam só aprender um pouco de história para saber que durante mais de 300 anos o Nordeste foi mais importante do que São Paulo, do que o Sul do País, e nem por isso brigaram para ser separatistas", afirmou.

Ele ressaltou ainda que Dilma teve 41% de votos do Sudeste e lembrou que a presidente "sabe que tem que governar para todos". "Vamos parar de falar bobagem e dizer que a democracia venceu", defendeu. Assista: 

Brasil Ana Pupulin Wed, 29 Oct 2014 17:24:27 +0000 http://www.brasil247.com/158771
Câmara pode processar Mainardi por preconceito http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/158769 : Deputado federal Sílvio Costa (PSC) pediu que a Câmara dos Deputados envie um ofício à Globonews e a Diogo Mainardi solicitando uma retratação pelas declarações preconceituosas do jornalista, que chamou o Nordeste de "retrógrado", "bovino", "região atrasada, pouco educada, pouco instruída"; declaração foi feita após o anúncio da vitória da presidente Dilma no domingo 26 <br clear="all"> :

Pernambuco 247 - A onda de preconceito contra o Nordeste que se seguiu após a reeleição da presidente Dilma Rousseff levou o deputado federal Sílvio Costa (PSC) a pedir que a Câmara dos Deputados envie um ofício ao canal de televisão Globonews e ao jornalista Diogo Mainardi.

O pedido é para que seja feita uma retratação em relação às declarações feitas por Mainardi, do programa Manhattan Connection, que afirmou que o Nordeste é "retrógrado", "bovino", uma "região atrasada, pouco educada, pouco instruída". A declaração foi feita pouco depois da contagem dos votos que deram vitória a Dilma no último domingo (26).

"Revoltado com a reeleição da Presidente Dilma, o jornalista ultrapassou todos os limites da ética, da liberdade de imprensa e da democracia quando fez uma agressão, sem precedentes, na história do jornalismo brasileiro ao povo nordestino. Ele disse textualmente 'os nordestinos são bovinos', uma agressão inqualificável", disparou Costa, que é pernambucano.

Segundo o parlamentar, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), afirmou que, caso não haja uma retratação, o jornalista e a emissora serão acionados judicialmente.

Pernambuco 247 Paulo Emílio Wed, 29 Oct 2014 17:00:53 +0000 http://www.brasil247.com/158769
Com broche de Dilma, Sarney votou em Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/amapa247/158767 : Imagens produzidas pela TV Amapá, retransmissora da Rede Globo no estado, revelam que o senador José Sarney (PMDB-AP), mesmo usando broche da presidente Dilma Rousseff (PT), na hora de digitar o voto optou pelo candidato Aécio Neves (PSDB) no último domingo; assista <br clear="all"> :

Amapá 247 - Imagens produzidas pela TV Amapá, retransmissora da Rede Globo no Estado, revelam que o senador José Sarney, mesmo usando broche da presidente Dilma Rousseff (PT), na hora de digitar o voto optou pelo candidato Aécio Neves (PSDB) no último domingo 26.

Sarney vota no Amapá desde que transferiu o domicílio eleitoral do Maranhão para o Estado, onde se elegeu senador logo após deixar a presidência da República. Recentemente, às vésperas do prazo para o registro de candidatura, o senador anunciou que estava desistindo de disputar novamente o pleito.

Provavelmente pesou na decisão de Sarney a forte oposição do PT do Amapá e a falta de apoio da direção nacional do partido da presidente Dilma. O senador esperava obter apoio da direção nacional para impedir que o PT local lançasse a atual vice-governadora Dora Nascimento (PT) como candidata ao Senado.

O peemedebista foi um dos mais fortes aliados dos petistas durante o governo do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva e manteve a aliança durante o governo Dilma indicando inclusive ministros, como Edison Lobão, das Minas e Energia. Assista abaixo as imagens, que mostram que, mesmo usando broche da atual presidente, Sarney votou contra ela. 



Neste vídeo, você assiste à reportagem da TV Amapá, em que Sarney aparece de longe, com o mesmo terno: 

Amapá 247 Gisele Federicce Wed, 29 Oct 2014 16:56:16 +0000 http://www.brasil247.com/158767
PSB terá que devolver mais de R$ 1 milhão a SP http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/158766 : Após decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), que apontou diversas irregularidades na prestação de contas da legenda referentes às eleições de 2010, o diretório estadual do partido, presidido pelo deputado federal Márcio França, teve suspenso por 12 meses repasse do fundo partidário; partido omitiu receita, realizou gastos não eleitorais e não identificou o montante de R$ 896.560,00, além de ter apresentado divergência de identificação de mais de um doador <br clear="all"> :

MPF - Seguindo parecer da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo (PRE-SP), o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), na sessão desta terça-feira, 28 de outubro, reprovou a prestação de contas do Diretório Estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB), referente à campanha das eleições de 2010. Com isso, o partido foi condenado à suspensão do repasse das cotas do fundo partidário pelo período de doze meses.

A decisão ainda impôs a intimação do partido para recolhimento da quantia de R$ 1.026.000,00 ao Tesouro Nacional, tendo em vista regra que impõe devolução à União dos gastos irregulares de recursos do Fundo Partidário, ou no caso de ausência de sua comprovação. As medidas foram determinadas após as contas do PSB apresentarem diversas irregularidades.

O Diretório Estadual do PSB em São Paulo não apresentou extrato de conta bancária específica para as eleições desde sua abertura até 30 de junho, bem como entre os dias 5 de novembro e o encerramento da conta, no dia 8 do mesmo mês. Ele também omitiu receita em sua prestação de contas. Foi verificada ainda a falta de trânsito de recursos pela conta bancária específica da campanha.

Além dessas irregularidades, houve divergência de CNPJ de um doador, bem como de identificação de alguns doadores. Também se constatou a ocorrência de gastos de natureza não eleitoral e omissão de despesas no montante de R$ 181.968,50.

Outras irregularidade observadas foram a ausência de identificação do montante de R$ 896.560,00, provenientes do diretório estadual do partido, a omissão de despesa de campanha em relação a bens e serviços e a ausência de comprovação da regularidade dos gastos eleitorais, realizados com a receita de R$ 1.026.000,00, provenientes do Diretório Nacional do PSB.

O procurador regional eleitoral substituto Paulo Thadeu Gomes da Silva, em sua manifestação, asseverou a gravidade das irregularidades do partido, como omissão de receita, ocorrência de gastos de natureza não eleitoral e omissão de despesa de campanha em relação a bens e serviços. O procurador ressaltou que o Tribunal "já se manifestou pela desaprovação das contas em caso semelhante".

SP 247 Gisele Federicce Wed, 29 Oct 2014 16:35:03 +0000 http://www.brasil247.com/158766
Altman: 'maioria de centro-direita ameaça governo' http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158759 : Jornalista avalia que "a polarização eleitoral, com choque frontal de projetos para o país, modificou o cenário político. Atraiu para o campo petista forças sociais e de esquerda que haviam se afastado nos últimos anos. Mas erodiu o apoio de grupos centristas cuja adesão ao governo era tática ou fisiológica"; parlamentares derrubaram ontem o decreto de conselhos populares, enquanto atacam frontalmente a proposta de plebiscito para a reforma política; próximo lance será o empenho em fazer do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) presidente da Câmara; momento pode forçar uma "revisão da política de alianças", afirma Breno Altman <br clear="all"> :

247 – "A derrubada do decreto sobre participação popular revela, ao mesmo tempo, o caráter antidemocrático do conservadorismo e seu avanço contra o petismo", afirma o jornalista Breno Altman, ao começar sua nova coluna no 247. Ele lembra que "ao menos metade dos deputados e senadores do PMDB apoiou Aécio Neves no segundo turno", assim como em outros partidos da base aliada, e ressalta que o bloco conservador "busca aceleradamente construir um acordo que isole e paralise o governo".

Altman menciona a derrubada ontem do decreto de conselhos populares da presidente Dilma Rousseff, o ataque frontal à proposta de plebiscito para a reforma política e cita como provável "próximo lance neste jogo" o empenho para fazer do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) presidente da Câmara, a despeito de o PT ter a maior bancada na Casa. "O fato é que está se inviabilizando uma estratégia de governabilidade baseada centralmente em acordos parlamentares ou lastreada na coalizão prioritária com o PMDB", aponta.

"O governo e o PT precisam, com rapidez, decantar uma estratégia diferente para um distinto período político. Aliás, como tem afirmado o presidente da legenda, Rui Falcão", defende ele, que enxerga no momento necessidade de ser revista a "política de alianças". Altman sugere: o PT poderia forjar uma frente parlamentar de esquerda, que agrupasse, além de partidos, movimentos sociais e sindicatos, por exemplo, "em defesa de um programa mínimo de reformas".

Leia aqui a íntegra do artigo.

Poder Gisele Federicce Wed, 29 Oct 2014 16:01:31 +0000 http://www.brasil247.com/158759
Ressentidos da Câmara trombam com apelo popular http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158729 : Colunista do 247 Tereza Cruvinel escreve sobre os "ressentidos do PMDB e da oposição" que derrubaram ontem na Câmara o decreto da presidente Dilma que ampliava a participação da sociedade civil nos conselhos de gestão das principais políticas públicas, algo que foi "na contramão das ruas"; principal articulador foi o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, que atribui sua derrota na eleição do Rio Grande do Norte ao apoio dado por Lula a seu adversário; "Ainda falta a palavra do Senado, onde a situação do governo é melhor, embora Renan Calheiros também esteja falando grosso por lá", comenta; lição que fica para Dilma, segundo ela: governo deve limitar ao máximo demandas legislativas com o Congresso velho <br clear="all"> :

247 – Integrantes do PMDB e da oposição ressentidos com as eleições de 2014 derrubaram ontem decreto da presidente Dilma Rousseff que ampliava a participação popular em conselhos de gestão das principais políticas públicas. Em nova coluna em seu blog no 247, Tereza Cruvinel aponta como principal articulador para a derrota do governo federal o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Tereza recorda que Alves, derrotado na disputa ao governo do Rio Grande do Norte, atribui à campanha mal sucedida o apoio do ex-presidente Lula a seu adversário no estado, o governador eleito Robinson Maia (PSD). "Já havíamos antecipado, neste blog, que ele teria um grande poder de retaliação neste final de governo", escreve a jornalista, sobre Alves.

O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República, atribuiu a derrubada do decreto a uma "vontade conservadora de impor uma derrota política à presidente" Dilma Rousseff. "Nada mais anacrônico, nada mais contra os ventos da História, nada mais como uma tentativa triste que se colocou contra uma vontade irreversível do povo brasileiro que é a participação social", comentou ele (leia aqui).

"Ainda falta a palavra do Senado, onde a situação do governo é melhor, embora Renan Calheiros também esteja falando grosso por lá", aponta ainda a colunista, sobre o presidente da Casa legislativa. Fica como lição para Dilma, segundo ela: "com o Congresso velho, o governo deve limitar ao máximo suas demandas legislativas este ano, limitando-se à aprovação do Orçamento de 2015". Já o Congresso, "se mantiver sua postura anacrônica e atrasada, em algum momento acertará contas com a sociedade".

Leia aqui a íntegra do post.

Poder Gisele Federicce Wed, 29 Oct 2014 12:19:47 +0000 http://www.brasil247.com/158729
“Democratização dos meios se impõe”, diz Wanderley http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158709 : Cientista político e um dos principais pensadores do Brasil atual, Wanderley Guilherme dos Santos aponta grandes prejuízos com a concentração dos meios de comunicação; "Não é possível governar democraticamente uma sociedade com uma imprensa amordaçada por interesses oligárquicos como é o caso brasileiro. É crucial produzir a liberdade de imprensa do mundo moderno, até hoje ausente do país que se moderniza em outras dimensões", diz ele, em entrevista a Paulo Moreira Leite <br clear="all"> :

247 – Cientista político e um dos maiores pensadores do Brasil hoje, como define o jornalista Paulo Moreira Leite, Wanderley Guilherme dos Santos fala sobre o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff e avalia que a democratização dos meios de comunicação deve ser um dos temas urgentes para os próximos quatro anos de governo. Leia sua opinião sobre o assunto, manifestada em entrevista concedida ao blog de PML no 247:

Enquanto a sociedade se torna mais pluralista, como as eleições demonstram, os meios de comunicação se concentram e se mostram obstáculos à formação de consensos operacionais, tentando introduzir linhas de conflito inegociáveis entre grupos e segmentos sociais e econômicos. Não é possível governar democraticamente uma sociedade com uma imprensa amordaçada por interesses oligárquicos como é o caso brasileiro. É crucial produzir a liberdade de imprensa do mundo moderno, até hoje ausente do país que se moderniza em outras dimensões.

O analista político afirma não acreditar "na visão de que projetos mais ousados — como um imposto sobre grandes fortunas — não seriam recomendáveis face ao resultado das eleições", com vitória apertada do PT sobre o candidato do PSDB, Aécio Neves. Ele sugere ainda como "prioridades" os "avanços na preocupação social" e uma "revisão da estrutura tributária".

Leia aqui a íntegra da entrevista.

Poder Felipe L. Goncalves Wed, 29 Oct 2014 10:58:07 +0000 http://www.brasil247.com/158709
Contra 3º turno, Alckmin vai a Dilma pela água http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/158749 : "A eleição já acabou, não deve haver um terceiro turno", disse governador tucano, que vai procurar a presidente com pedidos de recursos financeiros e desoneração de impostos para São Paulo enfrentar a pior crise hídrica em 84 anos; em tom de diálogo, diferente das eleições, quando os dois trocaram acusações sobre o problema, Alckmin disse que o governo federal é "um grande parceiro" e encaminhará "vários pleitos"; posição foi manifestada um dia depois de o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) afirmar que não aceita diálogo com o PT <br clear="all"> :

SP 247 – Três dias após as eleições, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta quarta-feira 29 que irá procurar a presidente Dilma Rousseff com pedidos de recursos financeiros e desoneração de impostos para que São Paulo enfrente a pior crise hídrica dos últimos 84 anos. O tom foi diferente do período das eleições, quando ele e Dilma trocaram acusações sobre o problema da água.

"A eleição já acabou. Não deve haver um terceiro turno. Isso prejudica a população. A nossa disposição é a do diálogo e da cooperação", disse Alckmin durante visita a Santos, no litoral paulista, onde anunciou um repasse de R$ 4,4 milhões para o início das obras de duas policlínicas. A afirmação foi feita um dia depois de o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) ter dito em discurso que não aceita diálogo com o PT (leia aqui).

"O governo federal precisa tirar o imposto da água. A presidente prometeu que faria isso há quatro anos. Só a Sabesp paga R$ 680 milhões de PIS e Cofins. Vamos conversar com ela. O governo federal sempre foi nosso grande parceiro", ressaltou. Ele também voltou a descartar o rodízio ou o racionamento de água em São Paulo. "Não há necessidade", defendeu.

Apesar do anúncio de conversa, Alckmin fez críticas ao governo Dilma, que segundo ele, usou parte das águas das represas de Jaguari e Paraibuna para produzir energia elétrica. "Nós vínhamos preservando a represa de Jaguari. Essa água ia garantir o abastecimento humano do Vale do Paraíba, do Rio de Janeiro e de Campinas. A Agência Nacional de Águas, que pertence ao Governo Federal, nos obrigou a fazermos a abertura das águas a ponto de ameaçar uma intervenção", disse ele.

O governador completou que a represa, que estava com 40% de sua capacidade total, registra agora apenas 12%. "Parte dessa água foi para produzir energia elétrica. A represa de Paraibuna está com 5% da capacidade e cai 0,4% por dia. Boa parte dessa água não está indo para abastecimento humano".

Terceira cota

O governador também rebateu o presidente da Ana, Vicente Abreu, que disse ser impossível fazer a retirada de uma terceira reserva técnica do Sistema Cantareira, mas caso acontecesse, seria apenas lodo. Segundo Alckmin, a reserva não está contaminada. "Qual o motivo de não fazermos a retirada se o reservatório é o mesmo? É perfeitamente possível", ressaltou. "A água da Sabesp é potável. Ela é controlada. Se não estiver limpa não será distribuída", completou.

SP 247 Gisele Federicce Wed, 29 Oct 2014 14:48:51 +0000 http://www.brasil247.com/158749
Derrubada de decreto foi por “vontade de impor derrota” a Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/158740 WILSON DIAS/ABr: Ministro da Secretaria Geral da Presidencia da República Gilberto Carvalho, participa da reunião do Estágio Preliminar de Preparação da Jornana Mundial da Juventude 2013. É o que afirma o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, sobre o fato de deputados terem derrubado ontem na Câmara o decreto presidencial que ampliava a participação popular em conselhos de gestão de políticas públicas; "Nada mais anacrônico, nada mais contra os ventos da História, nada mais como uma tentativa triste que se colocou contra uma vontade irreversível do povo brasileiro que é a participação social", criticou <br clear="all"> WILSON DIAS/ABr: Ministro da Secretaria Geral da Presidencia da República Gilberto Carvalho, participa da reunião do Estágio Preliminar de Preparação da Jornana Mundial da Juventude 2013.

247 – O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, atribuiu nesta quarta-feira 29 a derrubada do decreto presidencial sobre conselhos populares na Câmara dos Deputados, ontem à noite, a uma "vontade conservadora de impor uma derrota política à presidente" Dilma Rousseff.

O texto ainda será apreciado no Senado, mas a derrota na Câmara tem um significado alarmante para Dilma, que foi reeleita no último domingo. Em coluna publicada no 247, a jornalista Tereza Cruvinel afirma que os articuladores para a derrota são "ressentidos do PMDB e da oposição" com as eleições, em especial o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) (leia aqui).

"Nada mais anacrônico, nada mais contra os ventos da História, nada mais como uma tentativa triste que se colocou contra uma vontade irreversível do povo brasileiro que é a participação social", criticou Gilberto Carvalho. Ele minimizou a ação do PMDB afirmando que não se trata de uma posição geral do partido, principal aliado do governo no Congresso Nacional.

"Alguns setores ontem do PMDB haviam tomado a decisão de nos derrotar. Isso eu sei. Eu não confundo isso com o conjunto do partido até porque o PMDB é mais que um aliado nosso. É muito mais na medida em que é parte do governo com o nosso vice-presidente Michel Temer que preside também o PMDB", declarou.

Abaixo, reportagem da Agência Brasil a respeito:

"Derrota não nos abate", diz ministro sobre rejeição de decreto presidencial

Yara Aquino – O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse hoje (29) que a derrubada, ontem (28), pela Câmara dos Deputados, do decreto presidencial que criou a Política Nacional de Participação Social demonstrou a vontade de se impor uma derrota política à presidenta Dilma Rousseff. Segundo Carvalho, o governo não desistirá de tornar constitucional e estável o processo de participação social.

"Na prática esse decreto mexia tão pouco com as estruturas. É uma vitória de Pirro, uma vitória que não significa nada a não ser a vontade conservadora de impor uma derrota política à presidenta. Mas é uma derrota que não nos abate", disse se referindo à expressão 'vitória de Pirro' usada para expressar uma vitória com ares de derrota.

"Nunca falamos em inventar conselhos, falamos simplesmente em organizar e aprofundar a participação social. Eles não entenderam isso, mas não desistiremos dessa luta para tornar estável o processo de que a participação social seja um método de governo no nosso país", acrescentou.

Para Carvalho, ao não aceitar o decreto, os parlamentares agiram contra o desejo de participação do povo brasileiro. "A meu juízo, nada mais anacrônico, mais contra os ventos da história, nada mais do que uma tentativa triste de se colocar contra uma vontade irreversível do povo brasileiro que é a vontade da participação. O povo brasileiro não aceita mais uma postura de mero espectador", acrescentou ao discursar na abertura da 42ª Reunião Nacional do Conselho das Cidades.

Na avaliação do ministro, a derrota de ontem mostra que a presidenta Dilma Rousseff tem razão ao considerar que a reforma política só ocorrerá com uma forte mobilização social e popular.

Ao ser perguntado por jornalistas sobre o apoio de integrantes do PMDB, partido da base aliada, na derrubada do decreto, o ministro respondeu que havia setores do partido que tinham tomado a decisão de derrotar a proposta do governo e que não se deve confundir essa atitude com o conjunto do partido. "Prefiro considerar esse um episódio isolado que não afeta nossa aliança com o PMDB".

A rejeição do decreto pelos deputados se deu com a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1491/14, apresentado pela oposição, anulando o decreto presidencial. O PDC tem agora que ser apreciado pelo Senado Federal. O decreto presidencial foi publicado em maio deste ano e, desde então, os partidos de oposição tentam anular o decreto com o argumento, entre outros, de que ele invade as prerrogativas do Legislativo.

O ministro também comentou o resultado das eleições presidenciais e disse que a reeleição da presidenta Dilma Rousseff aumentou a responsabilidade do governo em apressar os processos, superar limites e corrigir erros.

Para Carvalho, o Brasil não ficou dividido após a eleição. "O fato de um ter votado na Dilma e o outro no Aécio, não nos separa. Nos separa os que tentaram plantar o ódio, mesmo a esses temos que lançar o apelo de que esse não é o caminho", disse.

Brasil Gisele Federicce Wed, 29 Oct 2014 12:47:54 +0000 http://www.brasil247.com/158740
Marília Arraes: PSB pode estar arrependido de ter apoiado Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/158773 : Marília Arraes Vereadora do Recife e prima do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos diz que partido "pode agora estar um pouco arrependido, porque é difícil ser oposição. Nós fomos oposição no último governo de Miguel Arraes. Só que nem todo mundo é Arraes para conseguir a firmeza de governar um estado do Nordeste, que é um estado pobre, que ainda está crescendo, assim na oposição"; Marília Arraes (PSB), que foi de encontro ao PSB ao apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff, disse também que não pretende deixar a legenda <br clear="all"> : Marília Arraes

Pernambuco 247 - A vereadora do Recife e prima do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, Marília Arraes (PSB), avalia que o PSB pode estar arrependido de ter apoiado Aécio Neves (PSDB) no segundo turno das eleições presidenciais. "O PSB pode agora estar um pouco arrependido, porque é difícil ser oposição. Nós fomos oposição no último governo de Miguel Arraes. Só que nem todo mundo é Arraes para conseguir a firmeza de governar um estado do Nordeste, que é um estado pobre, que ainda está crescendo, assim na oposição", disse Marília.

Marília, que é neta do ex-governador Miguel Arraes, disse, nesta quarta-feira (29), em entrevista à Rádio Jornal, que o PSB agora tende a avaliar uma reaproximação com o PT. "Acho que o PSB daqui pode até fazer o ensaio de se aproximar do PT, sim. Só que eu não sei se o povo vai aceitar. Porque o povo já se chocou muito nesse segundo turno com o apoio do PSB a Aécio. E marcou muito a história política de Pernambuco", ponderou a socialista. As duas legendas, que já mantiveram uma aliança histórica, romperam quando Campos, que faleceu em um acidente aéreo em agosto deste ano, lançou sua candidatura à Presidência da República.

Marília, que desde o início se mostrou contrária ao lançamento de uma candidatura própria pelo partido acabou rompendo com a legenda em junho em função de uma série desentendimentos internos. Na disputa estadual ela apoiou a postulação do senador Armando Monteiro Neto (PTB) contra o candidato dos eu partido, o ex-secretário da Fazenda Paulo Câmara. Em níve nacional, ela não apoiou a candidatura de Aécio Neves, a despeito do PSB e da família Campos estarem no palanque tucano. "Pernambuco deu um grande recado para o Brasil e um grande recado para quem ganhou o Governo do Estado", alfinetou Marília. No segundo turno, Dilma ganhou as eleições em Pernambuco com mais de 70% dos votos válidos.

Segundo a vereadora, ela não pensa em deixar o partido apesar da rusga interna. "Não é de minha vontade sair do PSB. Até porque eu contribui muito mais para a construção do partido, desde minha juventude, dos meus 17 ou 18 anos. Contribui para a construção do partido junto com meu avô, Miguel Arraes, e, posteriormente, na minha própria militância política. E muito mais do que muitos que se dizem líderes agora do partido, que quatro, cinco ou oito anos atrás a gente não sabia nem onde era que estavam", disse. 

Apesar disso, ela adiantou que caso o partido continue a discriminá-la a possibilidade de ingressar em um outro partido não está descartada. "Agora, se continuar a perseguição e a discriminação do partido que eu venho sofrendo, obviamente que eu vou precisar sair do partido. Mas não vai ser algo que eu vá fazer por minha livre e espontânea vontade", ressaltou. 

 

Pernambuco 247 Paulo Emílio Wed, 29 Oct 2014 17:42:57 +0000 http://www.brasil247.com/158773
Lula: "todos ganham com a ascensão dos humildes" http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158686 : Num vídeo postado ontem à noite, o ex-presidente Lula afirma que o povo brasileiro foi sábio e deu uma lição ao País; Lula fez também um manifesto contra o ódio e o preconceito; "A miséria absoluta acabou, as pessoas ganharam cidadania e quem mais ganhou com isso? Ganhou a classe média, ganharam as empresas", disse ele; "Mais generosidade e menos preconceito vai fazer um bem imenso ao País"; "Faço um convite a você que tem preconceito: abra seu coração, abra sua alma e dê uma chance a quem tem menos"; Lula já é pré-candidato à presidência em 2018; assista <br clear="all"> :

247 - Em vídeo postado na noite desta terça-feira, o ex-presidente Lula agradeceu o apoio do povo e disse que os eleitores deram uma lição ao País. “Eu acho que o povo brasileiro, com todas as divergências, com todos os seus votos diferenciados, deu uma lição de política nos políticos".

Segundo ele, o Brasil melhorou muito com programas sociais como o Bolsa-Família: "A miséria absoluta acabou, as pessoas ganharam cidadania e quem mais ganhou com isso? Ganhou a classe média, ganharam as empresas".

Lula também fez também um manifesto contra o ódio e o preconceito: "Mais generosidade e menos preconceito vai fazer um bem imenso ao País"; "Faço um convite a você que tem preconceito: abra seu coração, abra sua alma e dê uma chance a quem tem menos".

Desde a vitória da presidente Dilma Rousseff neste domingo, ele já não esconde mais seu desejo de voltar ao poder em 2018. A ideia foi publicamente defendida pelo presidente do PT, Rui Falcão, e pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante.

Ele teria dito a aliados que pretende atuar de forma mais efetiva no segundo mandato de Dilma Rousseff para evitar maiores desgastes do governo com a base aliada, como tem ocorrido nos últimos anos. Busca também corrigir o distanciamento dos movimentos sociais, o afastamento com empresários e o excesso de centralização nas ações.

Lula afirma que quer ser mais ouvido quando em situações de crise e dificuldades com o Congresso. Em entrevista nesta terça (28) ao SBT, Dilma disse que "o que o Lula quiser ser, eu apoiarei".

Leia aqui reportagem de Natuza Nery sobre o assunto.

Assista o vídeo de Lula:

 

Poder Roberta Namour Wed, 29 Oct 2014 05:07:06 +0000 http://www.brasil247.com/158686
Em alta, Berzoini pode tocar regulação da mídia http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158685 Gustavo Bezerra: Atual ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini é indicado como o nome forte do governo para assumir a pasta das Comunicações e, assim, enfrentar o projeto de regulação da mídia; ele tem usado o Twitter para criticar a TV Globo e também a postura editorial da Veja; em entrevista à TV Brasil, o ministro disse que "há a preocupação em propiciar um sistema que não concentre poder e que permita ao cidadão se defender"; "Não acho que a regulamentação dos meios de comunicação seja esquerdista. Acho que é democrática" <br clear="all"> Gustavo Bezerra:

247 – Atual ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini é cotado como o nome forte do governo para assumir a pasta das Comunicações e, assim, enfrentar o projeto de regulação da mídia.

Recentemente, ele tem usado o Twitter para criticar a TV Globo. No sábado, reproduziu textos que chamavam a emissora de "lixo" e pediam CPI para investigá-la. No mês passado, ele também acusou a Veja de tentar encobrir o ‘aécioporto’.

A medida é uma demanda antiga da ala de Rui Falcão e de Franklin Martins no PT, mas vem sendo postergada pelo governo Dilma. Ontem, no entanto, em entrevista ao SBT, a presidente reeleita indicou que irá implementar a questão: "Sou de uma época que vivi sob a ditadura e sei o valor da liberdade. Mas como setor econômico, porque a mídia não é só setor cultural, vamos discutir uma regulação, mas antes de fazer vamos discutir muito", afirmou; ela também comentou a capa da revista Veja, divulgada quatro dias antes das eleições que a acusava de saber tudo o que ocorria no esquema de corrupção dentro da Petrobras; "Eu mesma fui vítima de um vazamento seletivo estranhíssimo nos últimos dias da minha campanha", disse.

Também em entrevista à TV Brasil, o ministro disse que "há a preocupação em propiciar um sistema que não concentre poder e que permita ao cidadão se defender"; "Não acho que a regulamentação dos meios de comunicação seja esquerdista. Acho que é democrática".

Leia aqui reportagem de Mariana Tokarnia, da Agência Brasil, sobre o assunto: O ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, disse nessa terça-feira (28), ao participar do programa Espaço Público, da TV Brasil, que a intenção do governo não é buscar uma homogeneidade de opiniões, mas sim, o diálogo na heterogeneidade. "O enfrentamento existe e é normal na democracia. Mas temos que cuidar que esse enfrentamento seja no patamar do diálogo e da construção política. Não podemos ir para um enfrentamento para nada".

Sobre o diálogo com o Parlamento, agora composto por 28 partidos, e com uma base heterogênea, que representa quase 60% do Congresso Nacional, o ministro disse que os ministérios e até mesmo a presidenta Dilma Rousseff devem reservar tempo na agenda para atender aos parlamentares. "Não há motivo para não fazermos esse relacionamento". O ministro também ressaltou que a priori o PT não deve desistir da disputa pela presidência nem da Câmara nem do Senado e que "está aberto ao diálogo com todos os partidos de forma a compor uma mesa que ajude no diálogo". 

Perguntado sobre a divisão da população no pleito eleitoral, ministro disse que "uma divisão do ponto de vista eleitoral não significa uma divisão do país. O país tem muitas correntes de opinião". E acrescentou: "A simplificação é cabível, mas quem conhece o Brasil e sua complexidade regional, econômica, cultural, sabe que as coisas não são assim". 

O ministro reforçou o que tem sido dito pela presidenta Dilma e por especialistas de que será necessária a participação popular para que se possa fazer uma reforma política. De acordo com ele, é preciso definir qual a reforma que se quer fazer e repercuti-la na sociedade.

"Não acredito em reforma política com profundidade que venha do Congresso ou do Executivo para o Congresso. Se não repercutirmos isso na sociedade ela não existirá. Temos que fazer muitas consultas que permitam valorizar a democracia participativa e representativa", disse. 

O ministro também falou sobre a questão do fator previdenciário. Segundo ele, existe disposição da presidenta em retomar a discussão sobre o tema, "que chegou a avançar, e chegou a algo próximo a um acordo". Uma das propostas é uma variante do cálculo que libere do fator aqueles que tiverem soma da idade com o tempo de contribuição: 85 para as mulheres e 95 para os homens. 

Sobre a conduta do governo em relação aos meios de comunicação, principalmente após os problemas enfrentados durante as eleições com a revista Veja, o ministro disse que "há a preocupação em propiciar um sistema que não concentre poder e que permita ao cidadão se defender", ressaktou."Não acho que a regulamentação dos meios de comunicação seja esquerdista. Acho que é democrática", acrescentou. 

O programa Espaço Público vai ao ar todas as terças-feiras, às 22h, na TV Brasil. É apresentado pelos jornalistas Paulo Moreira Leite e Florestan Fernandes Júnior. Na edição dessa terça-feira, contou com a presença da jornalista Denise Rothenburg, do Correio Braziliense.

Mídia Roberta Namour Wed, 29 Oct 2014 05:16:08 +0000 http://www.brasil247.com/158685
Goldman diz que eleitor de Dilma não é livre http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/158697 : Vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman cita a alta votação de Dilma nas áreas mais pobres do país e diz que o PT criou um "processo de terror" sobre beneficiários de programas sociais: "Nas cidades em que mais de 50% da população recebe o Bolsa Família, ela ganhou disparado. Não foi um voto livre. É como se botassem uma pistola na cabeça do sujeito" <br clear="all"> :

247 – Derrotado na disputa pela Presidência, o PSDB ainda atribui o desempenho da presidente Dilma Rousseff a regiões mais pobres do Brasil.

Desta vez, o vice-presidente da legenda, Alberto Goldman, acusa o PT criou um "processo de terror" sobre os beneficiários de programas sociais, segundo o colunista Bernardo Mello Franco.

"Nas cidades em que mais de 50% da população recebe o Bolsa Família, ela ganhou disparado. Não foi um voto livre. É como se botassem uma pistola na cabeça do sujeito", disse.

SP 247 Roberta Namour Wed, 29 Oct 2014 06:53:40 +0000 http://www.brasil247.com/158697
Pizzolato: 'Não fugi, eu salvei minha vida' http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/158682 : Liberado pela Justiça italiana, o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no processo do chamado ‘mensalão’, afirmou ter a consciência tranquila: 'Eu não fugi, eu salvei minha vida. Você não acha que salvar a vida não vale a pena? Nunca perdi uma noite de sono. Fiz meu trabalho no banco, o banco não encontrou nenhum erro no meu trabalho. O banco sempre disse que não sumiu um centavo. Não é um banco pequeno, é o maior banco da América Latina, é um banco que tem um enorme sistema de controle' <br clear="all"> :

247 – Liberado pela Justiça italiana nesta terça-feira (28), o ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no processo do chamado ‘mensalão’, afirmou ter a consciência tranquila: "Eu não fugi, eu salvei minha vida. Você não acha que salvar a vida não vale a pena?", disse ao deixar a prisão.

Ele voltou a afirmar que é inocente: "Tenho a consciência tranquila. Nunca perdi uma noite de sono. Fiz meu trabalho no banco, o banco não encontrou nenhum erro no meu trabalho. O banco sempre disse que não sumiu um centavo. Não é um banco pequeno, é o maior banco da América Latina, é um banco que tem um enorme sistema de controle", disse.

Condenado no Brasil a 12 anos e 7 meses de prisão por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro, Pizzolato fugiu para a Itália em setembro do ano passado e foi preso em Maranello em fevereiro deste ano. A Corte de Apelação de Bolonha negou o pedido de extradição do governo brasileiro e ele foi libertado.

Segundo Alessandro Sivelli, advogado do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, a "situação das cadeias brasileiras" foi decisiva para que a justiça italiana negasse a extradição.

Brasil Roberta Namour Wed, 29 Oct 2014 05:31:38 +0000 http://www.brasil247.com/158682
Sarney: Dilma terá coragem para enfrentar reforma http://www.brasil247.com/pt/247/maranhao247/158683 MARCELLOCASAL-ABR               : Senador José Sarney (PMDB), que se despede da vida pública, reconhece avanços sociais no Brasil, mas diz que a política regrediu; segundo ele, o sistema político terá que ser reformado ou recriado e será a tônica do novo mandato: “A presidente Dilma terá que ter a coragem de enfrentar o problema. Não será fácil. Enfrentará resistências de aliados e contrários. Mas está preparada para isso”   <br clear="all"> MARCELLOCASAL-ABR               :

247 – O senador José Sarney (PMDB), que deixará a vida pública este ano, acredita que o Brasil obteve avanços sociais, mas regrediu na política. Segundo ele, o sistema político terá que ser reformado ou recriado e será a tônica do novo mandato. Leia:

O futuro presente

O sistema político terá que ser reformado ou recriado e será a tônica do novo mandato. Dilma deverá ter a coragem de enfrentar o problema

A eleição contabilizou uma hipoteca séria que vai marcar o futuro governo: um país dividido. Carlos Drummond de Andrade escreveu que vivíamos um "tempo de partido,/tempo de homens partidos".

Estamos divididos, na pequena diferença do resultado entre os candidatos, entre pobres e ricos, Nordeste e Sudeste, os bons e os maus.

Construiu-se durante toda a campanha a retórica de uns condenados à perdição e outros à salvação. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Dias Toffoli, foi feliz em dizer que se criou um debate para escolher o menos pior, o que é uma injustiça criada pela mídia.

Esse problema da divisão do país é uma herança amarga, que vai obrigar a presidente Dilma a ter como tarefa principal conjurar o possível gérmen da desintegração.

O sistema político terá que ser reformado ou recriado e será a tônica do novo mandato. A presidente Dilma terá que ter a coragem de enfrentar o problema. Não será fácil. Enfrentará resistências de aliados e contrários. Mas está preparada para isso. Basta ver a garra e a força com que lutou e atravessou períodos de extrema dificuldade. A sua eleição foi obra de Lula. Sua vitória, "droit de conquête" (direito de conquista, em francês).

A democracia não se aprofundou depois da redemocratização. Avançou um corporativismo anárquico que foi beneficiando ilhas de interesses, gerando essa divisão que aflorou nas eleições.

Avanço algumas ideias: acabar com o voto uninominal, que não permite partidos fortes ou a formação de lideranças. Graças a ele o Parlamento desmoralizou-se, instituiu práticas condenáveis e perdeu legitimidade. Implantar o voto distrital misto, com distrito e lista partidária. Barrar esse arquipélago de partidos, que não possuem democracia interna, são cartórios de registros de candidatos, só servem para negociações materiais.

Levar a sério o problema da reeleição, que precisa acabar, estabelecendo um mandato maior. Proibir os ex-presidentes de voltar a exercer qualquer cargo público, mesmo eletivo. Opino com o exemplo do meu erro e arrependimento.

Há uma compulsão de expandir poderes em muitos setores, que avançam tornando o país ingovernável. Resolver o grave problema de financiamento de campanhas, pois estabeleceu-se uma promiscuidade entre cargos, empresas e setores da administração que apodreceu o sistema. Uma modernização estrutural para melhor controle das estatais é urgente.

As medidas provisórias deformam o regime democrático: o Executivo legisla e o Parlamento fica no discurso. As leis são da pior qualidade e as MPs recebem penduricalhos que nada têm a ver com elas para possibilitar negociações feitas por pequenos grupos a serviço de lobistas.

A economia é o transitório, o institucional é o definitivo. Julgava que o Brasil tinha atravessado esse gargalo. Depois do caos da política brasileira tenho receio de que tenhamos um grande impasse pela frente.

É hora de pensarmos no parlamentarismo e marchar em sua direção. Não dá mais para protelar. A presidente Dilma Rousseff marcará a história do Brasil se fizer essa transformação.

Estou saindo da atividade política, a idade chegou, mas não posso perder a visão do futuro. Estamos no mundo da tecnologia e da ciência. O Brasil está atrasado --nossas últimas descobertas de ponta foram do meu tempo (enriquecimento do urânio, fibra ótica, fabricação de satélites, semicondutores).

Gastamos mal na educação. Os avanços ficam por conta da agroindústria. A falta de reforma administrativa é responsável em grande parte pelo nosso emperramento.

Temos tido grandes avanços. Consolidamos a liberdade. O país ficou mais justo e humano, avançou no social, mas a política regrediu. Dilma está preparada para esses desafios.

Maranhão 247 Roberta Namour Wed, 29 Oct 2014 05:24:22 +0000 http://www.brasil247.com/158683
Câmara derruba decreto de Dilma sobre conselhos http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/158684 : Medida criava a Política Nacional de Participação Social; autor do projeto que anula a decisão da presidente Dilma Rousseff, o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), disse que o decreto presidencial tem viés autoritário: “É uma forma autocrática, autoritária, passando por cima do Parlamento, do Congresso Nacional, de estabelecer mecanismos de ouvir a sociedade”   <br clear="all"> :

Iolando Lourenço - Repórter da Agência Brasil - Depois de muitas horas de discussão e obstrução do PT, PCdoB e do PSOL, o plenário da Câmara rejeitou o decreto presidencial que criou a Política Nacional de Participação Social. A rejeição se deu com a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 1491/14, apresentado pela oposição, anulando o decreto presidencial. O PDC tem agora que ser apreciado pelo Senado Federal.

Foram quase três horas de obstrução dos petistas, que estavam acompanhados do PCdoB e do PSOL, na tentativa de impedir a derrubada do decreto presidencial. Esses partidos utilizaram dispositivos regimentais, como a apresentação de requerimentos para tentar impedir a votação do PDC da oposição. De acordo com o líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), o decreto presidencial apenas fortalece um conjunto de conselhos.

Os partidos de oposição tiveram o apoio de partidos aliados do governo como o PMDB, o PSD e outros da base governista para aprovar o PDC que anula o decreto presidencial. A oposição critica o decreto presidencial com o argumento de que ele invade as prerrogativas do Congresso Nacional e também pode contribuir para o aparelhamento do Estado, uma vez que toda a participação deverá ser coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República.

Autor do PDC que anula o decreto, o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), disse que o decreto presidencial tem viés autoritário. “É uma forma autocrática, autoritária, passando por cima do Parlamento, do Congresso Nacional, de estabelecer mecanismos de ouvir a sociedade”.

Os governistas argumentam que o dispositivo visa a ampliar o diálogo do Poder Executivo com os movimentos sociais. O decreto presidencial foi publicado no fim de maio e, desde então, os partidos de oposição tentam anular o decreto, com o argumento, entre outros, de que ele invade as prerrogativas do Legislativo. Desde a publicação do documento, a oposição vem insistindo na sua rejeição.

Brasília 247 Roberta Namour Wed, 29 Oct 2014 05:38:19 +0000 http://www.brasil247.com/158684
Minas rica também deu mais votos a Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/158692 Ichiro Guerra/ Dilma 13: Dilma Rousseff durante caminhada no bairro Venda Nova, em Belo Horizonte. Belo Horizonte - MG, 03/09/2014. Foto: Ichiro Guerra Votação no Estado derruba a tese de que regiões mais ricas votam no PSDB e mais pobres, no PT; Walfrido dos Mares Guia, coordenador da campanha presidencial petista, disse que na véspera já contava com a vitória de Dilma em Minas, por margem de 5%, confirmada pela vantagem de 550 mil votos nas urnas; "Não foi surpresa para nós" <br clear="all"> Ichiro Guerra/ Dilma 13: Dilma Rousseff durante caminhada no bairro Venda Nova, em Belo Horizonte. Belo Horizonte - MG, 03/09/2014. Foto: Ichiro Guerra

247 – O desempenho da eleição da presidente Dilma Rousseff em Minas Gerais derruba a tese de que regiões mais ricas votam no PSDB e mais pobres, no PT.

A colunista Mônica Bergamo lembra que, enquanto o tucano ganhou em Belo Horizonte e no Sul de Minas, a petista venceu no próspero Triângulo Mineiro e em cidades médias importantes, como Juiz de Fora, assim como na região mais carente do Estado, o Vale do Jequitinhonha.

Walfrido dos Mares Guia, coordenador da campanha presidencial petista, disse que na véspera já contava com vitória de Dilma em Minas, por margem de 5%, confirmada pela vantagem de 550 mil votos nas urnas; "Não foi surpresa para nós".

Minas 247 Roberta Namour Wed, 29 Oct 2014 06:33:09 +0000 http://www.brasil247.com/158692
Recurso adia setença do mensalão tucano http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/158689 : Transferência do processo do mensalão tucano da 11.ª Vara Criminal do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, para a 9.ª Vara Criminal, por determinação do Supremo Tribunal Federal por decisão do Supremo Tribunal Federal deverá adiar ainda mais a sentença contra o ex-deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG); ele é acusado de montar um esquema de desvio de recursos públicos para sua campanha à reeleição como governador de Minas, em 1998 <br clear="all"> :

247 – A transferência do processo do mensalão tucano da 11.ª Vara Criminal do Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, para a 9.ª Vara Criminal por determinação do Supremo Tribunal Federal por decisão do Supremo Tribunal Federal deverá adiar ainda mais a sentença contra o ex-deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG).

A decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do STF, foi expedida em recurso do ex-senador Clésio Andrade (PMDB-MG), que ao renunciar em julho perdeu o foro privilegiado e solicitou que o processo retorne à 9.ª Vara Criminal.

Com a decisão, qualquer sentença expedida pelo juiz Marcos Henrique Caldeira Brant, da 11.ª Vara, poderia ser anulada.

Conforme denúncia da Procuradoria-Geral da República, Azeredo montou um esquema de desvio de recursos públicos para sua campanha à reeleição como governador de Minas, em 1998. Rodrigo Janot pediu sua condenação a 22 anos de prisão.

Minas 247 Roberta Namour Wed, 29 Oct 2014 05:41:08 +0000 http://www.brasil247.com/158689
Melo defende ampliação da Zona Franca de Manaus http://www.brasil247.com/pt/247/amazonas247/158691 : "Precisamos ampliar a área para levar desenvolvimento ao resto do Estado", afirma o governador reeleito do Amazonas, José Melo (Pros); “Parte das empresas já está construindo as fábricas fora do distrito industrial, no caminho para o aeroporto e nas estradas vicinais, mas o raio da Zona Franca é muito pequeno" <br clear="all"> :

247 – Reeleito no Amazonas, o governador José Melo (Pros) sugere a expansão da Zona Franca de Manaus: "Parte das empresas já está construindo as fábricas fora do distrito industrial, no caminho para o aeroporto e nas estradas vicinais, mas o raio da Zona Franca é muito pequeno. Precisamos ampliar a área para levar desenvolvimento ao resto do Estado".

Em entrevista ao site do Valor, ele conta que o distrito 1 do polo industrial de Manaus está completamente ocupado e o distrito 2 já teve metade da área tomada por empresas.

Um projeto de lei sobre o assunto está em discussão no Congresso Nacional desde 2011. A proposta foi rejeitada pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados no fim de 2013 (leia mais).

Amazonas 247 Roberta Namour Wed, 29 Oct 2014 06:22:44 +0000 http://www.brasil247.com/158691
Trabuco participa de reunião a portas fechadas na CNC http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158687 : Ao lado da senadora Katia Abreu, presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, esteve presente em reunião na sede da Confederação Nacional do Comércio (CNC), no Centro do Rio de Janeiro; ele é cotado para assumir o Ministério da Fazenda e, ela, o da Agricultura  <br clear="all"> :

Jornal do Brasil - Durante a tarde desta terça-feira (28), o presidente do Banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, e a senadora Kátia Abreu estiveram em uma reunião, que aconteceu a portas fechadas, na sede da Confederação Nacional do Comércio (CNC), no Centro do Rio.

Após a reeleição da presidente Dilma Rousseff, o nome de Trabuco foi especulado para assumir o Ministério da Fazenda e o de Kátia para o Ministério da Agricultura.

Por volta das 15h40, após a reunião, Trabuco e Kátia saíram da CNC sem falar com a equipe do Jornal do Brasil. Segundo a agenda da Confederação, a reunião estava agendada para começar às 12h30. A assessoria de imprensa não soube informar o conteúdo ou quem esteve na reunião além do presidente do Bradesco e da senadora.

Economia Roberta Namour Wed, 29 Oct 2014 05:21:20 +0000 http://www.brasil247.com/158687
Na cabeça de Dilma, os novos rumos da economia http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158613 : Nomes já não faltam para a presidente Dilma Rousseff montar nova equipe econômica; tempo ela conseguiu, ao demarcar claramente que novo ministério não sairá imediatamente, mas até dezembro; mercado entendeu, com bolsa em alta hoje e recuperação das ações da Petrobras; a questão é saber para qual lado Dilma vai pender; nome do futuro ministro será sinal positivo para investidores, caso contemple Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco, na Fazenda, e Eduardo Loyo, do BTG Pactual, no BC; setor industrial seria agradado com escolha por Josué Gomes da Silva, da Coteminas, e espaço para Abílio Diniz, no Desenvolvimento; políticas anticíclicas ganhariam força com Aloizio Mercadante no lugar de Guido Mantega e Alexandre Tombini permanecendo no BC; ex-secretário Nelson Barbosa indicaria solução rigorosamente técnica; façam suas apostas <br clear="all"> :

247 – Para a primeira grande decisão da presidente reeleita Dilma Rousseff já não faltam nomes. Cabeça de chave do novo ministério, já há na praça uma dezena de nomes viáveis – e que, de fato, estão em cogitação pela presidente – para substituir o atual titular Guido Mantega. Para cada grupo à sua disposição, Dilma mandará um recado para a sociedade brasileira e o mercado global. O lado bom é que a presidente, com as declarações claras na noite de ontem, em entrevistas às redes Record e Globo, ganhou tempo para pensar. Mesmo sob pressão do chamado mercado, que ontem derrubou a bolsa em 2,77%, Dilma ganhou o tempo que precisa. Ela foi muito bem compreendida ao afirmar que, "no tempo exato", anunciará todo o novo ministério em bloco. Isso deve ocorrer até o início de dezembro, mais provavelmente em novembro, segundo a própria Dilma.

Até lá, gravitam nas cogitações da presidente e seu núcleo duro uma série de nomes que, cada um por si, sinalizam mensagens diferentes ao País e, pela importância do Brasil no cenário global, ao mundo.

É assim que uma dupla a ser formada pelo presidente-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, e o atual economista-chefe do banco BTG Pactual, Eduardo Loyo, seria uma sinalização de paz com o mercado financeiro. Reconhecido como tecnicamente competente e extremamente cordial, Trabuco é o nome que o ex-presidente Lula ofereceu para Dilma considerar. Já em meados do ano passado, o titular do Bradesco já havia sido mencionado à presidente, mas, como se sabe, ela preferiu manter Mantega. Loyo tem a bagagem de ter sido diretor do Banco Central e diretor-executivo do Fundo Monetário Internacional. Um currículo e tanto. Ambos seriam uma cartada forte na direção de transmitir a credibilidade necessária pelo novo governo para a atração de investimentos.

Caso a cabeça da presidente decida mandar um sinal para o setor empresarial, o nome do presidente da Coteminas e ex-candidato a senador por Minas Gerais, Josué Gomes da Silva, também está à disposição de Dilma. Nesse caso, a manutenção do atual presidente do BC, Alexandre Tombini, com algumas mudanças em diretorias estratégicas, representaria uma tentativa de compor uma equipe mais ao feito do setor produtivo, mas que não deixaria de contemplar o pedido do setor financeiro de atualizar o time econômico federal.

O nome de Josué poderia vir acompanhado, no Desenvolvimento, do de um empresário reconhecido como Abílio Diniz. Ele sinalizou à Dilma, em artigo publicado nesta terça-feira 28, que quer colaborar.

Na decisão que poderia ser considerada a mais radical, no sentido de ultrapassar a turbulência financeira para uma nova aposta em políticas anticíclicas, Dilma pode recair sua escolha sobre o ministro Aloízio Mercadante,  integrante do núcleo duro de sua administração. Haveria espaço, nesse caso, para o ex-secretário-executivo da Fazenda Nelson Barbosa ser contemplado com um cargo de peso na estrutura da Pasta. As chances de continuidade de Tombini no BC, nessa vertente, subiriam.

A troca de Mantega por um desses nomes, ou outros que ainda não surgiram no noticiário, é mesmo a primeira decisão importante da presidente reeleita – e já será, pelos próximos quatro anos, uma das mais importantes e definidoras do sucesso da segunda administração.

Economia Ana Pupulin Tue, 28 Oct 2014 16:01:02 +0000 http://www.brasil247.com/158613
Berzoini: “É hora de recompor a coalizão” http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158586 : Ministro das Relações Institucionais afirma que momento "é de refazer os laços e recompor a base aliada" no Congresso, onde a prioridade é retomar a pauta de votações na qual se destaca o Orçamento de 2015; "Já estamos conversando, avaliando os resultados para cada partido e buscando compreender a situação dos que foram derrotados", diz ele ao blog de Tereza Cruvinel; apesar de ser cotado a substituir Paulo Bernardo nas Comunicações, Ricardo Berzoini assegura não ter recebido qualquer indicação de Dilma nesse sentido; nesse caso, ele poderia ser substituído pelo governador baiano Jaques Wagner; mas enquanto isso, será seu o papel de acalmar os ânimos dos feridos dessa guerra, de todas as siglas <br clear="all"> :

247 – "A hora é de refazer os laços e recompor a base aliada". A frase é do ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, que falou ao blog de Tereza Cruvinel no 247. Ele é cotado a assumir o lugar de Paulo Bernardo nas Comunicações, e pode ser substituído pelo governador baiano, Jaques Wagner. Mas enquanto não recebeu qualquer indicação da presidente Dilma Rousseff nesse sentido, como assegura, será dele a responsabilidade de acalmar os ânimos dos feridos após as eleições.

A prioridade, como ressalta Tereza, "é retomar a pauta de votações na qual se destaca o Orçamento de 2015, que este ano precisa ser aprovado até o fim de dezembro, para que Dilma comece o segundo mandato com mais liberdade para gastar". Depois, acrescenta, "virá a articulação com o novo Congresso derivado da eleição de 5 de outubro". "Já estamos conversando, avaliando os resultados para cada partido e buscando compreender a situação dos que foram derrotados", comenta Berzoini.

"A guerra deixou feridos em todas as siglas", avalia a jornalista, que prevê que se por um lado "alguns vão bater à porta do Planalto chorando as pitangas e pedindo compensações, outros vão ameaçar ou partir mesmo para a oposição". Para ela, "no segundo mandato, a gestão político-parlamentar será sem dúvida mais complicada, embora na ponta do lápis Dilma tenha maioria nas duas casas".

Leia a íntegra em Berzoini: é hora de recompor a coalizão

Poder Gisele Federicce Tue, 28 Oct 2014 11:32:01 +0000 http://www.brasil247.com/158586
PML: Dilma monta núcleo duro do segundo governo http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158575 : Presidente quer por perto, em seu segundo mandato, Aloizio Mercadante, Jaques Wagner e Miguel Rossetto, que tiveram papel fundamental na campanha que levou à reeleição, afirma Paulo Moreira Leite; colunista do 247 vê uma presidente "cada vez mais ciosa de suas prerrogativas e direitos de reeleita"; a partir de 2015, para ele, "o 'volta Lula' deixa de ser um problema, até pelo impedimento legal de Dilma candidatar-se a um terceiro mandato consecutivo"; sobre o evento que comemorou a vitória de Dilma, domingo, ele descreve que foi vista "a reaparição de uma força política que esteve colocada numa posição perto da irrelevância nos debates reais do governo, nos últimos anos — o Partido dos Trabalhadores" <br clear="all"> :

247 – Em nova coluna em seu blog no 247, Paulo Moreira Leite prevê "uma configuração diferente da atual" no Palácio do Planalto no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. "Nela se destacam Aloizio Mercadante, Jaques Wagner e Miguel Rossetto", que tiveram papel fundamental na campanha que levou à reeleição da petista. "O certo é que a presidenta quer os três por perto e fala-se deles, na Brasília de Dilma, com uma reverência que há muito tempo não se via", diz PML.

O jornalista fala ainda sobre o movimento "Volta Lula", que em 2015, segundo ele, "deixa de ser um problema, até pelo impedimento legal de Dilma candidatar-se a um terceiro mandato consecutivo", além de, "ao colocar Lula no primeiro lugar da fila, o que se garante é a disciplina dos eventuais pretendentes", que não se atreveriam a disputar com o líder maior do partido. "A pergunta é saber se Lula irá tentar o retorno, em 2018, quando estará com 73 anos de idade", pondera.

Paulo Moreira Leite vê, a partir do próximo ano, o Brasil "sob o governo de uma presidente cada vez mais ciosa de suas prerrogativas e direitos de reeleita". Em sua opinião, "o ritual da vitória, na noite de domingo, espelha isso". PML destaca o papel da militância do PT, que em sua avaliação, "deu à campanha um tom bem mais à esquerda do que o governo Dilma em seu cotidiano".

E ainda sobre a comemoração da reeleição em Brasília, afirma: "a vitória por uma diferença magra chegou a assustar o PT. Personagens graúdos até imaginaram o pior. Mas depois do domingo, aquela força social que parecia sem orientação e sem grande motivação durante muitos anos havia recuperado a própria identidade e tinha muita clareza sobre aonde quer chegar — e essa é uma das boas novidades da vitória".

Leia a íntegra em Novidades sobre o segundo governo Dilma

Poder Felipe L. Goncalves Tue, 28 Oct 2014 12:13:41 +0000 http://www.brasil247.com/158575
Kennedy: Dilma deve manter cerca de dez ministros http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158618 : Colunista diz que presidente sinaliza, em conversas reservadas, "uma mudança grande na equipe ministerial", que é formada ao todo por 39 ministros; "A principal peça é a equipe econômica", diz ele, lembrando que Guido Mantega, da Fazenda, deu uma declaração infeliz ao dizer que a reeleição era uma aprovação da política econômica; "Ora, a presidente quase perdeu por causa da política econômica", comenta o jornalista <br clear="all"> :

247 - A presidente Dilma Rousseff sinaliza, em conversas reservadas, que deve fazer uma "grande mudança" em sua equipe ministerial. Dos 39 ministros, ela pretende manter apenas dez, segundo o colunista político Kennedy Alencar. Em comentário na CBN e em seu blog, ele ressalta que "a principal peça é a equipe econômica".

Em sua opinião, Guido Mantega, que deve ser substituído na Fazenda, "deu uma declaração infeliz" ao dizer que a reeleição significava a aprovação pelo povo da política econômica do governo Dilma. "Ora, a presidente quase perdeu por causa da política econômica. O mercado financeiro e o empresariado torceram contra a petista. A inflação alta é um problema. Há dificuldade para cumprir a meta fiscal de 2014", comenta Kennedy.

O jornalista avalia que Dilma ganhou tempo com a ideia do diálogo e que é preciso agir com calma, mas que é necessário "resolver com alguma rapidez a formação da nova equipe econômica. Essa que está aí perdeu a credibilidade". Leia ou ouça a íntegra aqui.

Mídia Gisele Federicce Tue, 28 Oct 2014 16:45:25 +0000 http://www.brasil247.com/158618
Temer se encontra com Dilma e fala em amplo diálogo com Congresso http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158604 : Vice-presidente da República se reuniu hoje com a presidente Dilma para conversar sobre a realização do plebiscito sobre a reforma política; "O objetivo é exatamente esse: passado o calor e a paixão eleitoral, fazer uma unidade em todo o país. Isso significa diálogo, como ela tem repetidamente dito, com todos os setores", disse Michel Temer; em relação à posição do presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL), que defende um referendo e não o plebiscito, Temer disse que o assunto será debatido em um grande diálogo <br clear="all"> :

Luana Lourenço - Repórter da Agência Brasil

O vice-presidente da República, Michel Temer, se reuniu, hoje (28), com a presidenta Dilma Rousseff para conversar sobre a realização do plebiscito sobre a reforma política, proposta anunciada como prioritária pela presidenta em seu discurso após a reeleição, na noite de domingo (26).

"Ela está em busca da união nacional em todos os setores brasileiros, vamos trocando ideias sobre isso. O objetivo é exatamente esse: passado o calor e a paixão eleitoral, fazer uma unidade em todo o país. Isso significa diálogo, como ela tem repetidamente dito, com todos os setores", disse Temer na saída do Palácio da Alvorada. Ele acrescentou que pretende "colaborar muito" com a proposta.

Em relação à posição do presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB-AL), que defende um referendo e não o plebiscito, Temer disse que o assunto será debatido em um grande diálogo.

"É preciso dialogar sobre isso com o Congresso, com a sociedade. Estamos no começo de tudo, aliás, nem no começo do novo mandato, apenas vencemos. Haverá, como disse a presidente, um grande diálogo no Congresso Nacional sobre esse tema e temos que caminhar juntos nisso: o Congresso, o Executivo e a sociedade brasileira", ponderou.

Temer disse que ainda não conversou com Dilma sobre a indicação de nomes para a formação do novo governo. Perguntado sobre a participação do PMDB no primeiro escalão, Temer respondeu que o espaço do partido "será compatível com o tamanho do PMDB".

O vice-presidente também comentou a escolha do próximo presidente da Câmara dos Deputados, em fevereiro, e disse que defende a manutenção do acordo de revezamento entre o PT e PMDB no comando da Casa. "Esse acordo deu certo para o Congresso, deu muita harmonia interna para o Congresso e deu muita harmonia na relação com o Poder Executivo. O Congresso vai discutir isso, mas eu volto a dizer, deu bons resultados lá no Congresso", avaliou.

Poder Gisele Federicce Tue, 28 Oct 2014 14:59:27 +0000 http://www.brasil247.com/158604
Crise leva mais 2,6 mi de crianças à pobreza em países desenvolvidos http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/158597 REUTERS/Yorgos Karahalis: Crianças jogam bola em uma viela de Atenas. 21/10/2013. REUTERS/Yorgos Karahalis Crianças de Irlanda, Letônia e Grécia foram as mais atingidas pela crise econômica mundial entre os países mais prósperos, revelou um novo relatório do Unicef; desde o início da crise, em 2008, aumentou o número estimado de crianças que vivem na pobreza no mundo desenvolvido para cerca de 76,5 milhões; no Brasil, o cenário é inverso: País foi destacado pela ONU como um dos mais bem sucedidos no combate à pobreza <br clear="all"> REUTERS/Yorgos Karahalis: Crianças jogam bola em uma viela de Atenas. 21/10/2013. REUTERS/Yorgos Karahalis

Por Karrie Kehoe

LONDRES (Thomson Reuters Foundation) - A crise econômica mundial levou 2,6 milhões de crianças à situação de pobreza nos países mais prósperos do mundo, tendo as crianças de Irlanda, Letônia e Grécia como as mais atingidas, revelou um novo relatório do Unicef.

O aumento da pobreza infantil desde o início da crise, em 2008, aumentou o número estimado de crianças que vivem na pobreza no mundo desenvolvido para cerca de 76,5 milhões, segundo o estudo.

"Muitos países ricos sofreram um 'grande salto para trás' em termos de rendimento familiar, e o impacto sobre as crianças terá repercussões duradouras para elas e suas comunidades", disse Jeffrey O'Malley, chefe de política e estratégia global do Unicef.

Os níveis de pobreza infantil aumentaram em mais da metade dos 41 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da União Europeia analisados ​​pelo Unicef.

Na Grécia, que impôs duras medidas de austeridade para cumprir os termos de um acordo de resgate internacional, mais de 40 por cento das crianças estavam vivendo na pobreza até 2012.

O bem-estar econômico das crianças melhorou em 18 países, incluindo Austrália e Finlândia, com destaque para os benefícios de se ter uma forte rede de segurança social para proteger os jovens e mais vulneráveis, disse o relatório.

"O estudo do Unicef mostra que a força de políticas de proteção social foi um fator decisivo na prevenção da pobreza", disse O'Malley em comunicado. "Todos os países precisam de fortes redes de segurança social para proteger as crianças em tempos ruins e bons - e os países ricos devem liderar pelo exemplo."

Embora os programas iniciais de estímulo econômico em alguns países tenham ajudado a proteger as crianças, até 2010 a maioria dos países adotou cortes no orçamento, com impacto negativo sobre as crianças, especialmente nos países mediterrâneos como Itália, Grécia e Portugal.

Mundo Gisele Federicce Tue, 28 Oct 2014 12:31:20 +0000 http://www.brasil247.com/158597
Youssef: quadro estável, mas sem previsão de alta http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/158606 : Internado em um hospital de Curitiba (PR) após passar mal na carceragem da Polícia Federal, doleiro mantém quadro clínico e cardiológico estáveis, segundo boletim médico; o doleiro apresenta-se lúcido e orientado, com sinais vitais dentro da normalidade; exames ao qual Youssef foi submetido tiveram resultado "dentro da normalidade" e ele segue fazendo fisioterapia e reposição de nutrientes, sem previsão de alta <br clear="all"> :

Ivan Richard - Repórter da Agência Brasil

O doleiro Alberto Youssef, internado em um hospital de Curitiba (PR) desde à tarde do último sábado (25) após passar mal na carceragem da Polícia Federal, mantém quadro clínico e cardiológico estáveis, conforme avaliação médica feita na manhã de hoje (28).

Segundo boletim médico divulgado há pouco pelo cardiologista Rubens Zenobio Darwinch, o doleiro apresenta-se lúcido e orientado, com sinais vitais dentro da normalidade. Ainda de acordo com o laudo médico, os exames ao qual Youssef foi submetido tiveram resultado “dentro da normalidade” e ele segue fazendo fisioterapia e reposição de nutrientes, sem previsão de alta.

Preso pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Lava Jato, Alberto Youssef deu entrada na UTI Coronariana do Hospital Santa Cruz às 16h20, no sábado (25), em função de um episódio de síncope (perda rápida da consciência), mas apresentava um quadro clínico estável com “sinais de desidratação e emagrecimento importante”.

Foi a terceira vez que o doleiro precisou de atendimento médico desde que foi preso pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), em março. Ainda no sábado, a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba negou boatos de que ele poderia ter sido envenenado.

Paraná 247 Leonardo Lucena Tue, 28 Oct 2014 15:10:29 +0000 http://www.brasil247.com/158606
Dilma isola radicais e obtém tempo e trégua http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158517 : Day after das eleições mais acirradas do País é marcado pela palavra união; termo foi usado por ex-candidato Aécio Neves e presidente reeleita Dilma Rousseff; governador reeleito Geraldo Alckmin se dedica à agenda de São Paulo, senador reeleito José Serra adianta que terá "muito trabalho" no Senado e ex-candidata Marina Silva avisa que voltará a ser militante; golpismo  zero; na economia, bolsa caiu e dólar subiu, como já era previsto; nenhum sinal de fuga de capitais; "Teremos medidas pelo crescimento econômico no mês que começa na próxima semana", prometeu Dilma em entrevista ao Jornal Nacional; até Rede Globo se portou com civilidade <br clear="all"> :

247 – No day after das eleições mais acirradas da história do Brasil, prevaleceu o chamado à união feito tanto pelo candidato derrotado, Aécio Neves, como, especialmente, pela presidente reeleita Dilma Rousseff. Para quem temia incidentes políticos, provocados por setores descontentes com o resultado, as ocorrências foram iguais a zero. Nem mesmo no epicentro do nervosismo econômico, a Bolsa de Valores de São Paulo, o discurso fim do mundo assustou os investidores além da conta. Após chegar a cair mais de 6%, o índice Bovespa se recuperou parcialmente e fechou em -2,77%.

Não houve nada parecido, no entanto, com uma fuga de capitais ou pânico entre investidores. É certo que as ações da Petrobras caíram 12%, mas isso foi visto como apenas maios uma nova rodada da especulação que já vinha ocorrendo nos últimos dois meses.  O dólar, por outro lado, chegou a R$ 2,50, atingindo um pico em três anos. A alta se deu sem qualquer intervenção do Banco Central.

Na política, as reações foram de tranquilidade diante da reeleição de Dilma. Os chefes do PSDB, Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra seguiram pela linha da discrição, sem pronunciamentos na segunda-feira 27. Na véspera, Aécio considerou que a missão "prioritária" é a de unir o País. Alckmin seguiu tocando a agenda de São Paulo, enquanto Serra declarou estar se preparando para ter "muito trabalho" no Senado, onde pretende elaborar e aprovar projeto como da Nota Fiscal Brasileira.

Até mesmo a ex-candidata Marina Silva, que tinha bons  motivos para manter suas críticas ao governo, manifestou que voltará aos seus tempos de militante política.

Da parte do PT, as manifestações ficaram restritas à própria Dilma. Em entrevistas ao Jornal da Record, da emissora do mesmo nome, e ao Jornal Nacional, da Rede Globo, Dilma outra vez pregou a união entre os setores da sociedade:

- Minha palavra de ordem é diálogo. Quero dialogar com os empresários, com o setor financeiro, com o agronegócio e com os movimentos populares, de modo a fazer o que o povo brasileiro me demandou nas urnas: mudanças e reformas.

À tarde, a presidente chamou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao Palácio da Alvorada, de onde despachou ao longo do dia. Ele entrou para a conversa como o nome que deverá ser trocado por Dilma, conforme ela mesma prometeu ao longo da campanha. E saiu na mesmíssima condição. Ele segue como comandante da economia, mas Dilma, com um novo estilo mais pausado e calmo, adiantou que não arquivou a ideia de injetar sangue novo no coração da área econômica:

- Eu tenho medidas para o crescimento que serão apresentadas no tempo exato, disse Dilma ao Jornal da Record.

- Eu não vou trocar apenas um ministro, mas fazer uma mudança em todo o ministério, para fazer, como eu disse na campanha, um governo novo com ideias novas, completou a presidente.

MUDANÇAS EM NOVEMBRO -  Ao Jornal Nacional, Dilma foi mais precisa:

- Farei as mudanças antes do final do ano, no mês que começa na próxima semana, disse ela referindo-se a novembro.

Com isso, a presidente reeleita conseguiu ter um protagonismo positivo no primeiro dia como presidente reeleita. Os políticos deram um passo atrás para esperar pelos movimentos dela. Dilma, por sua vez, não se precipitou nem, tampouco, deixou de prestar contas aos eleitores que votaram e não votaram nela.

- Como eu disse na campanha, repetiu a presidente, doa a quem doer eu vou investigar todos os casos de corrupção. Não vai sobrar pedra sobre pedra.

Com coerência entre a prática do primeiro dia e o discurso dos palanques, a presidente deu um passo pela unidade nacional, obteve uma trégua não declarada dos principais adversários e ainda ganhou uma semana para iniciar, antes mesmo de janeiro, seu segundo mandato.

Pode parecer pouco, mas para quem saiu das urnas sob análises de que o País se dividiu no domingo 26, a presidente agiu como articuladora da união. Ponto para ela.

Poder Aline Lima Tue, 28 Oct 2014 05:27:47 +0000 http://www.brasil247.com/158517
Setubal sai da oposição e agora apoia Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158525 Foto: Apu Gomes/Folhapress: SÃO PAULO, SP, 18.09.2013: CONVENÇÃO SECOVI 2013/SP -  Roberto Egydio Setúbal, presidente do Itaú  - Abertura da Convenção Secovi 2013 realizada na sede da entidade localizada Rua Dr. Bacelar, número 1.043, na Vila Mariana, na zona sul de São Paulo. (Foto O banqueiro Roberto Setubal, dono do Itaú Unibanco, banco que se engajou, primeiro, na campanha de Marina Silva e, depois, na de Aécio Neves, além de ter fomentado um discurso alarmista contra o Brasil em publicações internacionais, agora é Dilma; "Finalizada a disputa eleitoral, acredito que todos devem trabalhar e colaborar com objetivo de melhorar o País. Este também é o compromisso do Itaú Unibanco, que reafirma sua confiança no Brasil, reforçado pela nossa crença num futuro melhor para a nação, sempre em torno da união e do diálogo, dos investimentos e de mais cidadania", disse ele; no primeiro governo Dilma, Itaú foi multado em R$ 18 bilhões pela Receita Federal <br clear="all"> Foto: Apu Gomes/Folhapress: SÃO PAULO, SP, 18.09.2013: CONVENÇÃO SECOVI 2013/SP -  Roberto Egydio Setúbal, presidente do Itaú  - Abertura da Convenção Secovi 2013 realizada na sede da entidade localizada Rua Dr. Bacelar, número 1.043, na Vila Mariana, na zona sul de São Paulo. (Foto

247 - Multado em R$ 18 bilhões pela Receita Federal no primeiro governo Dilma e um dos principais agentes da oposição, o Itaú Unibanco agora é Dilma. Pelo menos, é o que sinaliza seu presidente Roberto Setubal, irmão de Neca Setubal, que se engajou diretamente na campanha de Marina Silva, e empregador de economistas como Ilan Goldfajn, que fez campanha sistemática contra a política econômica, e Pedro Malan, que ajudou a articular críticas internacionais ao País, em publicações como Financial Times e The Economist.

Eis o que disse Setubal, à revista Istoé Dinheiro, após a vitória de Dilma:

“A campanha eleitoral que culminou com a reeleição da presidenta Dilma Rousseff foi um extraordinário momento na vida política do País, que fez a democracia sair fortalecida das urnas. O pronunciamento da presidenta foi muito positivo e a proposta de dialogar na busca de alinhamento para aprovação das reformas necessárias é extremamente importante para o futuro do País. O compromisso com o combate à corrupção e à impunidade reenfatizado por ela é muito bem recebido por todos os brasileiros. A importância da parceria com o setor produtivo e financeiro declarada pela presidenta também traz confiança e tranquilidade aos agentes econômicos, empresários e investidores. Finalizada a disputa eleitoral, acredito que todos devem trabalhar e colaborar com objetivo de melhorar o País. Este também é o compromisso do Itaú Unibanco, que reafirma sua confiança no Brasil, reforçado pela nossa crença num futuro melhor para a nação, sempre em torno da união e do diálogo, dos investimentos e de mais cidadania.”

Economia Leonardo Attuch Mon, 27 Oct 2014 21:15:10 +0000 http://www.brasil247.com/158525
Aloysio, o "black bloc" tucano: não tem 'lua de mel' http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158548 Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil: "Não tem por que diminuir a intensidade da oposição. Ela (Dilma) não tem direito à lua de mel que todo governante recém-eleito tem quando tem novo mandato. Nós vamos trabalhar para cobrar aquilo que ela prometeu (na campanha), para revelar aquilo que ela escondeu. Ela não terá trégua da nossa parte", disse o senador Aloysio Nunes, que saiu derrotado na disputa à Presidência como vice na chapa de Aécio Neves (PSDB); além de Aécio Neves e Aloysio, o PSDB contará com outros nomes de peso no Senado, como José Serra (SP), Alvaro Dias (PR) e Tasso Jereissati (CE)  <br clear="all"> Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil:

247 – Derrotado na disputa à Presidência como vice na chapa de Aécio Neves (PSDB), Aloysio Nunes prepara volta ao Senado e avisa: presidente Dilma Rousseff "não tem direito à lua de mel", comportando-se como um dos poucos radicais no PSDB.

"Não tem por que diminuir a intensidade da oposição. Ela (Dilma) não tem direito à lua de mel que todo governante recém-eleito tem quando tem novo mandato", afirmou Aloysio. "Nós vamos trabalhar para cobrar aquilo que ela prometeu (na campanha), para revelar aquilo que ela escondeu. Ela não terá trégua da nossa parte".

Além de Aécio Neves e Aloysio, o PSDB contará com outros nomes de peso, como José Serra (SP), Alvaro Dias (PR) e Tasso Jereissati (CE). Em 2015, a bancada tucana no Senado será menor, com dois parlamentares a menos.

Poder Roberta Namour Tue, 28 Oct 2014 05:20:30 +0000 http://www.brasil247.com/158548
Preconceituoso, Globo divide Brasil entre trabalhadores e assistidos http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158559 : Em editorial, o jornal de João Roberto Marinho afirma que resultado das eleições à Presidência deixa “evidente que o país que produz e paga impostos — pesados, ressalte-se — deseja o PT longe do Planalto, enquanto aquele Brasil cuja população se beneficia dos lautos programas sociais — não só o Bolsa Família —, financiados pelos impostos, não quer mudanças em Brasília, por óbvias razões” <br clear="all"> :

247 – O jornal “O Globo” desta terça-feira traz um editorial preconceituoso sobre o resultado das eleições. Segundo a publicação, o pleito deste domingo torna evidente a divisão de um país que trabalha de outro de assistidos pelo governo. Leia trecho:

A mensagem das urnas

A eleição presidencial mais parelha dos 125 anos de República deixa o país dividido entre os que produzem e pagam impostos e os beneficiários de programas sociais

A 21ª eleição presidencial direta ganha o merecido destaque nos 125 anos de história da República brasileira. O seu desfecho foi não só o mais parelho desde 1989, quando Collor venceu Lula, como de todos os tempos, com a vitória da candidata petista à reeleição, Dilma Rousseff, por apenas 3,2 pontos percentuais sobre o oposicionista tucano Aécio Neves, metade da já estreita margem observada em 89: 51,64% contra 48,36%, uma diferença, em grandes número, de 3 milhões de votos, equivalente a um eleitorado pouco maior que o da Paraíba. O desenho esboçado no primeiro turno, com a divisão do país em dois grandes blocos, recebeu traços mais fortes: grosso modo, o Norte-Nordeste perfilado ao PT, o Sudeste-Sul-Centro/Oeste com a oposição. Fica evidente que o país que produz e paga impostos — pesados, ressalte-se — deseja o PT longe do Planalto, enquanto aquele Brasil cuja população se beneficia dos lautos programas sociais — não só o Bolsa Família —, financiados pelos impostos, não quer mudanças em Brasília, por óbvias razões.

Este comportamento eleitoral previsível foi explorado pelo PT. A campanha de Aécio denunciou uma série de golpes baixos desfechados para aterrorizar beneficiários desses programas — considerando os dependentes, apenas o Bolsa Família congrega uma clientela de 50 milhões de pessoas, um quarto da população brasileira, muitos deles eleitores. Há registro de mensagens recebidas por bolsistas de que Aécio acabaria com o BF, o mesmo tendo ocorrido com participantes do Minha Casa Minha Vida. Quem teria acesso a esses cadastros a não ser gente do governo? A arma do terrorismo é peça de artilharia da marquetagem eleitoral já conhecida. Mas, desta vez, seu emprego teria aumentado de escala.

Partidos do governo, num país como o Brasil, de grandes desníveis sociais e regionais, costumam cavar trincheiras nas áreas mais pobres, por serem elas as mais dependentes de repasses de recursos públicos. Não é novidade. A ressalva está na demarcação de um forte sentimento antipetista no Sudeste, Centro-Oeste e Sul, mais que em outros pleitos.

A avassaladora antipetização do Estado de São Paulo, o mais populoso e rico da Federação, leva mensagem que precisa ser decifrada pelo Planalto e partido. O mais otimista tucano não poderia esperar que um mineiro receberia 15,3 milhões de votos no estado, 64,3% do colégio eleitoral paulista, contra 35,6% confiados a Dilma. Foi dura a derrota do PT no estado em que nasceu, inclusive na região específica do ABC, na qual o movimento sindical dos metalúrgicos, na década de 70, gerou Lula e outras lideranças do partido e da CUT (leia mais).

 

Mídia Roberta Namour Tue, 28 Oct 2014 07:27:22 +0000 http://www.brasil247.com/158559
Jabor sugere que Brasil colocou “burrice” no poder http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158573 : Em um artigo em que só escreve asneiras, colunista do Globo afirma que "nosso futuro será pautado pelos burros espertos, manipulando os pobres ignorantes. Nosso futuro está sendo determinado pelos burros da elite intelectual numa fervorosa aliança com os analfabetos"; ele acrescenta: "O diabo é que a burrice no poder chama-se 'fascismo'" <br clear="all"> :

247 – Em sua coluna desta terça-feira 28, o colunista Arnaldo Jabor discorre sobre as diferenças entre a ignorância e a burrice e constata algumas grandes asneiras. Uma delas, que "mesmo inconscientemente, aqui e lá fora, a sociedade está faminta de algum tipo de autoritarismo". "Sente-se um vazio com a democracia", diz.

Segundo Jabor, "a burrice tem avançado muito" no Brasil, enquanto "a ignorância forma um contingente imenso de eleitores". Sobre as eleições, depois de falar que "Bush se orgulhava de sua burrice", afirma: "Aqui, também assistimos à vitória da testa curta, o triunfo das toupeiras".

"Nosso futuro será pautado pelos burros espertos, manipulando os pobres ignorantes. Nosso futuro está sendo determinado pelos burros da elite intelectual numa fervorosa aliança com os analfabetos. Como disse acima, a liberdade é chata, dá angústia. A burrice tem a 'vantagem' de 'explicar' o mundo. O diabo é que a burrice no poder chama-se 'fascismo'", constata.

Mídia Felipe L. Goncalves Tue, 28 Oct 2014 11:37:53 +0000 http://www.brasil247.com/158573
Bolsa fecha em forte alta; mercado aposta em nova equipe econômica http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158581 : Depois de sete quedas em nove pregões e de cair mais de 9% em uma semana, a Bolsa recuperou uma parte das perdas nesta terça-feira (28) com correção e espera por indicação de novo ministro da Fazenda. Índice fechou com alta de 3,62%, a 52.330 pontos, enquanto o dólar caía 1,9%, a R$ 2,47. O volume negociado na Bovespa foi de R$ 9,371 bilhões; Petrobras teve ganhos de quase 5% <br clear="all"> :

Por Ricardo Bomfim

SÃO PAULO - Depois de sete quedas em nove pregões e de cair mais de 9% em uma semana, a Bolsa recuperou uma parte das perdas nesta terça-feira (28) com correção e espera por indicação de novo ministro da Fazenda. Ainda mexem na Bolsa as expectativas por conta da reuniões do Copom e FOMC. O índice fechou com alta de 3,62%, a 52.330 pontos, enquanto o dólar caía 1,9%, a R$ 2,47. O volume negociado na Bovespa foi de R$ 9,371 bilhões.

No noticiário político, as atenções ficaram voltadas para as sinalizações do novo governo em relação ao combate à inflação e uma possível mudança na matriz econômica atual. Investidores aguardam por indicação do novo ministro da Fazenda pela presidente Dilma. Nomes de Luiz Carlos Trabuco, Henrique Meirelles e Nelson Barbosa já foram sugeridos pelo ex- presidente Lula.

Segundo analista da Leme Investimentos, João Pedro Brugger, os rumores de que o ex- presidente do Banco Central, Henrique Meirelles poderia ser nomeado para o ministério trouxeram otimismo aos investidores. "Meirelles seria a ponte que falta entre o mercado e este governo", afirmou. "Seja ele ou o Trabuco, agradariam o mercado financeiro".

Dilma disse em entrevista ao Jornal Nacional, da Rede Globo, que pretende anunciar as medidas econômicas antes do final de 2014, provavelmente em novembro. A petista afirmou que pretende dialogar com todos os setores da economia antes de começar a adotar medidas para transformar e retomar o crescimento econômico do país.

Com relação ao Copom, o consenso é de manutenção da Selic em 11% ao ano, segundo relatório da Guide Investimentos. Apesar disso, o BofAML (Bank of America Merrill Lynch) indicou que vê pouco mais de 50% de chance de Selic ter alta 0,25%.

Destaques

As ações da Gol (GOLL4; +17,35%, a R$ 12,65) registram o maior ganho do Ibovespa. Além da queda do dólar hoje, após ter atingido a maior cotação desde 2008, a empresa teve sua recomendação elevada de market perform (desempenho em linha com a média) para outperform (desempenho acima da média) pela Raymond James. O preço-alvo das ações em 12 meses é de US$ 6.

Destaque ainda para a notícia de que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) permitiu a alocação de uma frequência semanal à companhia aérea Gol para realização de serviços aéreos mistos entre o Brasil e EUA. Para a TAM, foram alocadas 14 frequências semanais.

Enquanto isso, ações do chamado "kit eleições" - composto por estatais e bancos - vivem dia de correção após perdas de ontem, mesmo com o fim da corrida presidencial. No caso do Itaú Unibanco (ITUB4; +5,94%, a R$ 33,90), indicações de que o fluxo de caixa do banco continua forte trazem otimismo aos investidores.

Outras grandes instituições do setor financeiro como Bradesco (BBDC3; +6,68%, a R$ 33,52; BBDC4; +6,38%, a R$ 35,02) e Banco do Brasil (BBAS3; +7,34%, a R$ 26,19) também tinham alta.

Já a Petrobras (PETR3; +4,17%, a R$ 14,50; PETR4; +4,69%, a R$ 14,96) espera definição na questão do reajuste dos preços de combustíveis. O ministro da Fazenda, Guido Mantega disse mais de uma vez que o acerto de preços viria até o fim do ano. Mas duas semanas atrás fontes do governo comemoraram o fato de a queda dos preços internacionais do petróleo terem deixado o combustível no Brasil alinhados com os do Exterior, o que afastaria a necessidade de aumento de gasolina e diesel agora. O propósito do provável aumento seria acalmar o mercado e ajudar a recompor o caixa da Petrobras.

Por outro lado, o pior desempenho fica com os papéis da Fibria (FIBR3; -1,87%, a R$ 28,41), que junto com Embraer (EMBR3; -0,34%, a R$ 23,27) e Suzano (SUZB3; -0,49%, a R$ 10,14), caem por conta da queda do dólar. Empresas com perfil exportador são beneficiadas por altas da moeda americana porque a receita delas se dá em dólar.

Mercados internacionais

Nos EUA, as ações sobem com resultados corporativos e espera da reunião do FOMC, que deve decidir pelo fim do programa de compra de ativos para estimular a economia conhecido como "Quantitative Easing" nesta quarta-feira (29). O Fed deve manter sua promessa de aguardar antes de subir os juros novamente.

Entre os indicadores econômicos, a confiança do consumidor avançou em outubro com melhoras no mercado de trabalho e redução dos preços da gasolina. O índice subiu para 94,5 pontos, de uma leitura de 89 pontos em setembro.

Enquanto isso, índices europeus fechavam em alta, com as bolsas no velho continente sendo puxadas pelo setor financeiro.

Economia Gisele Federicce Tue, 28 Oct 2014 13:01:47 +0000 http://www.brasil247.com/158581
Kotscho vê mídia no "fundo do poço" após derrota http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158568 : Colunista Ricardo Kotscho diz que, ‘cegados pela intolerância, barões da imprensa ainda não se deram conta de que já nem elegem nem derrubam mais presidentes’; ele cita a tentativa de manipulação eleitoral com a publicação da capa-panfleto da revista "Veja" e defende que Dilma Rousseff apresente a criação de um marco regulatório das comunicações <br clear="all"> :

247 – O colunista Ricardo Kotscho critica a postura dos “barões da imprensa” e sugere que a presidente Dilma Rousseff apresente a criação de um marco regulatório das comunicações diante da última tentativa de manipulação eleitoral da Veja. Leia:

Mídia vai ao fundo do poço e sofre a 4ª derrota

2002, 2006, 2010, 2014.

Nas últimas quatro eleições presidenciais, a velha mídia familiar brasileira fez o diabo, vendeu a alma e foi ao fundo do poço para derrotar o PT de Lula e Dilma.

Perdeu todas.

Desta vez, perdeu também a compostura, a vergonha na cara e até o senso do ridículo.

Teve até herdeiro de jornalão paulista que deu uma de black bloc e foi sem máscara à passeata pró-Aécio em São Paulo, chamada de

"Revolução da Cashmere" pela revista britânica "The Economist", carregando um cartaz com ofensas à Venezuela.

Antigamente, eles eram mais discretos, mas agora perderam a modéstia, assumiram o protagonismo.

Agora, não adianta rasgar as pregas das calças nem sapatear na avenida Faria Lima. "The game is over", como eles gostam de dizer em bom inglês.

Se bem que alguns já pregam o terceiro turno e pedem abertamente o impeachment da presidente reeleita Dilma Rousseff, que derrotou o candidato deles, o tucano Aécio Neves, por 51,6% a 48,4%. Endoidaram de vez. E não é para menos: ao final do segundo mandato de Dilma, o PT terá completado 16 anos no poder central, um recorde na nossa história republicana.

Só teremos nova eleição presidencial daqui a quatro anos. Até lá, terão que esperar no banco de reservas do poder os herdeiros dos barões de imprensa e seus sabujos amestrados, inconformados com o resultado das urnas, se é que vão sobreviver aos novos tempos da mídia democratizada. Cegados pela intolerância, ainda não se deram conta de que já nem elegem nem derrubam mais presidentes. Alguns ficaram parados em 1932 ou 1964, por aí. Vivem ainda em tempos passados, dos quais o Brasil contemporâneo não tem saudades. Devo-lhes informar que o país mudou, e não é mais o mesmo dos currais midiáticos de meia dúzia de famílias, hoje abrigadas no Instituto Millenium.

Diante da gravidade dos acontecimentos nas últimas 48 horas que antecederam a votação, a partir da publicação da capa-panfleto da revista "Veja", a última "bala de prata" do arsenal de infâmias midiáticas para mudar o rumo das eleições, não dá agora para simplesmente fingir que nada houve, virar a página e tocar a bola pra frente, como se isso fosse algo natural na disputa política. Não é.

Caso convoque uma rede nacional de rádio e televisão para anunciar os rumos, as mudanças e as primeiras medidas do seu novo governo _ o que se tornou um imperativo, e deve ocorrer o mais rápido possível, para restaurar a normalidade democrática no país ameaçada pelos pittbulls da imprensa _ a presidente Dilma terá que tocar neste assunto, que ficou de fora do seu pronunciamento após a vitória de domingo: a criação de um marco regulatório das comunicações.

No seu brilhante artigo "Dilma 7 X 1 Mentira", publicado pela Folha nesta segunda-feira, o xará Ricardo Melo foi ao ponto:

"Além do combate implacável à corrupção e de uma reforma política, a tarefa de democratizar os meios de informação, sem dúvida, está na ordem do dia. Sem intenção de censurar ou calar a liberdade de opinião de quem quer que seja. Mas para dar a todos oportunidades iguais de falar o que se pensa. Resta saber qual caminho Dilma Rousseff vai trilhar".

A presidente reeleita, com a força do voto, não precisa esperar a nova posse no dia 1º de janeiro de 2015. Pode, desde já, demitir e nomear quem ela quiser, propor as reformas que o país reclama, desarmando os profetas do caos e acabando com este clima pesado que se abateu sobre o país nas últimas semanas de campanha.

Pode também, por exemplo, anunciar logo quem será seu novo ministro da Fazenda e, imediatamente, reabrir o diálogo com os empresários e investidores nacionais e estrangeiros, que jogaram tudo na vitória do candidato de oposição, especulando na Bolsa e no dólar, e precisam agora voltar à vida real, já que eles não têm o hábito de rasgar dinheiro. Queiram ou não, o Brasil continua sendo um imenso mercado potencial para quem bota fé no seu taco e acredita na vitória do trabalho contra a usura.

O povo, mais uma vez, provou que não é bobo.

Valeu a luta, Dilma. Valeu a força, Lula.

Vida que segue.

 

Mídia Roberta Namour Tue, 28 Oct 2014 08:17:54 +0000 http://www.brasil247.com/158568
Irmãos Gomes e Kassab ganham prestígio no PT http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158469 : Líderes do Pros, irmãos Cid e Ciro Gomes cumpriram papel estratégico ao não fortalecerem PSB; apoio deles a governador eleito Camilo Santana representou conquista, pela primeira vez, do PT no Ceará; em São Paulo, Gilberto Kassab soube conservar PSD longe do PSDB e evitou, nos bastidores, que Henrique Meirelles se tornasse vice de Aécio Neves; resultado apertado a favor de Dilma revelou que articulações deles foram decisivas; Cid cotado para ser o novo ministro da Saúde; Kassab pode comandar Cidades <br clear="all"> :

247 – Entre os aliados do PT na campanha presidencial, os irmãos Cid e Ciro Gomes, do PROS, e o ex-prefeito Gilberto Kassab, do PSD, são os grandes vitoriosos nos bastidores da eleição que acaba de ser encerrada. Cada um ao seu modo, eles cumpriram papéis estratégicos ao longo da campanha, cujos efeitos contribuíram de maneira decisiva para o resultado final.

No Ceará, os Gomes recusaram de primeira hora a alternativa de entrar para o PSB e resolveram trabalhar pela criação de uma nova legenda, o PROS. O movimento deu resultado e impediu o PSB, que na época era articulado por Eduardo Campos, de ser dominante no Nordeste. O atual governador Cid Gomes e seu irmão, o ex-ministro Ciro, apoiaram o candidato do PT ao governo do Estado. Camilo Santana venceu Eunício Oliveira, do PMDB, no segundo turno, o que ressaltou a importância do trabalho dos Gomes para ele.

Agora, Cid Gomes já é um dos nomes mais cotados na bolsa de apostas de Brasília para se tornar ministro da Saúde no novo governo Dilma, a partir de 2015.

Em São Paulo, o ex-prefeito Gilberto Kassab foi igualmente decisivo para o desfecho da eleição presidencial. Mesmo assediado pelo PSDB, que chegou a lhe oferecer a vaga de vice na chapa do governador reeleito Geraldo Alckmin, Kassab preferiu resistir à pressão. Na véspera do último dia para registro de chapas, ele foi procurado pelo ex-governador José Serra para que retirasse sua candidatura ao Senado. Serra, que acabou por se eleger para o cargo, não queria correr riscos. O ex-prefeito, no entanto, não o atendeu. Isso significou um afastamento jamais registrado anteriormente entre os dois.

Mas Kassab cumpriu ainda um papel ainda mais importante. Ele não trabalhou pela ida do ex-presidente do BC Henrique Meirelles para ser vice na chapa de Aécio Neves. Filiado ao PSD, Meirelles foi convencido pelo ex-presidente Lula a ficar fora das eleições. Agora, Meirelles está cotado para integrar uma nova equipe econômica federal. E Kassab, no comando do PSD, pode se tornar o novo ministro das Cidades.

Poder Marco Damiani Mon, 27 Oct 2014 15:38:42 +0000 http://www.brasil247.com/158469
Dilma dará entrevistas ao JN e Jornal da Record http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158484  Ichiro Guerra: Conversas serão transmitidas ao vivo na noite desta segunda-feira 27, no Jornal da Record, a partir das 20h, e no Jornal Nacional, da TV Globo, a partir das 20h30; presidente Dilma Rousseff também pretende conversar com jornalistas de grandes jornais ao longo da semana <br clear="all">  Ichiro Guerra:

247 – A presidente Dilma Rousseff dará nesta segunda-feira 27, um dia após ter sido reeleita em uma vitória apertada contra Aécio Neves (PSDB), duas entrevistas ao vivo na TV.

A primeira, a partir das 20h, será ao Jornal da Record, seguida de uma conversa com William Bonner no Jornal Nacional, na TV Globo, às 20h30.

Dilma também pretende conversar com jornalistas de grandes jornais ao longo desta semana.

Mídia Gisele Federicce Mon, 27 Oct 2014 16:14:15 +0000 http://www.brasil247.com/158484
Líder do PT diz que partido precisa se reformular http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/158483 : Senador Humberto Costa ressaltou que o partido precisa sofrer uma reformulação interna com o resultado das eleições deste ano; a observação foi feita sob a luz dos resultados da eleição presidencial, em que a presidente Dilma Rousseff foi reeleita com 51,64% dos votos válidos, contra 48,36% do adversário Aécio Neves; segundo o petista, até mesmo o peso dado ao Nordeste tem que ser repensado pela legenda; o PT precisa se reformar internamente. O presidente Lula quer fazer isso", disse <br clear="all"> :

Pernambuco 247 - O líder do PT no Senado, Humberto Costa, ressaltou que o partido precisa sofrer uma reformulação interna com o resultado das eleições deste ano. A observação foi feita sob a luz dos resultados da eleição presidencial, quando a presidente Dilma Rousseff foi reeleita com 51,64% dos votos válidos, contra 48,36% do adversário Aécio Neves. Segundo o petista, até mesmo o peso dado ao Nordeste tem que ser repensado pela legenda.

"O PT precisa se reformar internamente. O presidente Lula quer fazer isso", disse Humberto. Segundo ele, que foi coordenador da campanha petista em Pernambuco, o momento não é de se pensar nas eleições de 2016 ou de 2018. "Temos que deixar essa poeira baixar para fazer algumas análises", ponderou.

Dentre as análises citadas pelo petista estão peso que o Partido dos Trabalhadores vem dando à Região Nordeste, área onde a petista obteve uma maioria esmagadora dos votos e que é apontada como fundamental para que Dilma fosse reeleita. "O PT é muito mais do que o Rio de Janeiro e São Paulo", cravou.

Humberto também observou que apesar do partido não ter com seguido eleger nenhum representante para o Congresso Nacional nesta eleição, a vitória de Dilma no Estado – ela ganhou com 70,2% dos votos válidos – serviu para mostrar que o PT pernambucano não está morto. "

Aqui em Pernambuco nós temos muito problemas que não superamos ainda totalmente, mas nós vamos superar. E nesse processo de discussão, aí é que nós vamos conversar sobre a estratégia do partido para se fortalecer no Estado. Nenhum de nós vai sair por aí ainda gritando vitória, que ganhamos aqui em Pernambuco", disse. "Nós não estamos mortos. Não nos destruíram como gostariam", completou.

Pernambuco 247 Paulo Emílio Mon, 27 Oct 2014 15:58:27 +0000 http://www.brasil247.com/158483
Mantega diz que governo buscará maior esforço fiscal em 2015 http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158477 : "Em 2014, vamos nos empenhar para fazer a melhor meta possível de fiscal e já temos que olhar para o próximo ano (...) Temos que fazer um esforço fiscal maior no próximo ano e manter assim para os próximos", disse ministro da Fazenda, que deve deixar o governo neste segundo mandato de Dilma; questionado sobre quem seria seu substituto, ele disse que a pergunta deveria ser feita à presidente; Guido Mantega também disse que um eventual projeto de independência do Banco Central "não faz o menor sentido" <br clear="all"> :

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta segunda-feira que o governo fará a melhor meta fiscal possível este ano e buscará um esforço maior em 2015, afirmando ainda que a política macroeconômica do governo da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) será mantida e reforçada.

"Em 2014, vamos nos empenhar para fazer a melhor meta possível de fiscal e já temos que olhar para o próximo ano (...) Temos que fazer um esforço fiscal maior no próximo ano e manter assim para os próximos."

O governo enfrenta grande dificuldade em cumprir a meta de superávit primário de 99 bilhões de reais deste ano, equivalente a 1,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). De janeiro a agosto, a economia para o pagamento de juros da dívida pública ficou em apenas 0,94 por cento do PIB, evidenciando a dificuldade do governo em cumprir o alvo.

No dia seguinte à eleição presidencial, Mantega buscou reforçar o compromisso do governo petista com o tripé macroeconômico composto por superávit primário, meta de inflação e câmbio flutuante.

Ao mencionar esse compromisso, o ministro que vai deixar o governo foi indagado sobre qual nome para ocupar a Fazenda reuniria as credenciais capazes de ajudar a recuperar a confiança de empresários e investidores na economia brasileira.

"Essa pergunta tem que ser feita à presidente. Na verdade estou aqui apresentando as políticas, porque para além dos nomes existem as políticas", disse Mantega.

"A prioridade significa fortalecer os fundamentos fiscais, manter um bom resultado fiscal para que a dívida pública fique sob controle (...) A prioridade de manter a inflação sob controle, o compromisso de continuar gerando empregos e, portanto, manter o mercado interno em expansão."

Ele disse que a área econômica trabalha com uma agenda de medidas destinadas a melhorar a atividade econômica, mas não entrou em detalhes sobre o que será feito, restringindo-se a dizer que há muito a ser feito até o término do ano.

Dilma foi reeleita no domingo com 51,6 por cento dos votos válidos, contra 48,4 por cento do candidato Aécio Neves (PSDB).

A presidente, que garantiu ao PT o quarto mandato consecutivo no governo federal, terá grandes desafios pela frente, como retomar o crescimento econômico, controlar mais efetivamente a inflação e reconquistar a confiança de empresários e investidores.

As declarações de Mantega nesta segunda vão de encontro ao discurso feito por Dilma após a vitória no domingo, embora ambos tenham evitado dar detalhes sobre o que será feito no front econômico e fiscal.

"Vamos dar mais impulso à atividade econômica em todos os setores, em especial no setor industrial", disse Dilma em pronunciamento a militante e aliados.

"Quero a parceria de todos os segmentos, setores, áreas produtivas e financeiras, nessa tarefa que é responsabilidade de cada um de nós brasileiros e brasileiras", afirmou a presidente, acrescentando que seguirá "combatendo com rigor a inflação e avançando no terreno da responsabilidade fiscal".

Independência do BC "não faz sentido", diz Mantega

Um eventual projeto de independência do Banco Central "não faz o menor sentido", afirmou o ministro da Fazendo, Guido Mantega, nesta segunda-feira ao comentar a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Mantega, cuja saída da pasta já havia sido anunciada, disse ainda que este não é o momento de anunciar mais medidas de estímulos econômicos, e que elas não estão finalizadas.

(Reportagem de Luciana Otoni e Nestor Rabello)

Economia Gisele Federicce Mon, 27 Oct 2014 15:18:34 +0000 http://www.brasil247.com/158477
Anfavea confia em cenário econômico mais positivo após reeleição http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158480 : Presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Luiz Moan Yabiku Junior, elogiou o trecho do discurso da presidente reeleita que prevê novos estímulos para a economia; "A riqueza do Brasil provém do mercado interno. Então, todo estímulo ao mercado interno é muito bem vindo", disse <br clear="all"> :

Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan Yabiku Junior, elogiou o trecho do discurso da presidenta reeleita Dilma Rousseff que prevê novos estímulos para a economia. Na avaliação de Luiz Moan, a riqueza do país provém do mercado interno. Para ele, passadas as eleições é importante ter paciência e aguardar até que a presidenta adote novas medidas destinadas a melhorar o cenário econômico.

"Há uma visão muito clara, inclusive da nossa entidade, de que o Brasil é país que depende muito do seu mercado interno. A riqueza do Brasil provém do mercado interno. Então, todo estímulo ao mercado interno é muito bem vindo", disse, ao deixar o Ministério da Fazenda, em Brasília, onde participou de reunião com o secretário executivo Paulo Rogério Caffarelli.

Moan disse que informou ao secretário números que mostram que a Anfavea aguarda no segundo semestre maior dinamismo nas vendas de veículos. Ele apresentou também dados parciais, de outubro, que demonstram que as vendas nos quinze primeiros dias do mês estão 2% superiores na comparação ao mesmo período de setembro. "Esperamos continuar desta forma na segunda quinzena de outubro. É crescimento das vendas mesmo [não há fatores sazonais], destacou.

Enumera, entre as razões para a melhoria do setor, a existência no segundo semestre de maior número de dias úteis em relação ao primeiro semestre e a abertura do Salão do Automóvel na próxima quinta-feira em São Paulo. Também observou que os últimos dois meses do ano são melhores para as vendas em razão da aproximação das festas de final de ano e do décimo terceiro salário.

Sobre os acordo do setor com outros países em busca de uma maior "integração produtiva e comercial", ele disse que haverá um novo encontro com representantes da Colômbia, desta vez no Brasil. Novas discussões serão iniciadas, em meados de novembro, com o México, já que o atual acordo com este país vence em março de 2015. "São acordos de troca de autopeças e de veículos. Podemos ter mercados crescentes, na Colômbia e no México, tanto de veículos quanto de autopeças, assim como eles poderão exportar mais para nós". Sobre a Argentina, ele lembra que as vendas estão ruins, mas há conversas para a melhoria do cenário não só com autoridades do país como também com dirigentes de montadoras de forma individual. "Acho que eles estão buscando uma solução própria", concluiu.

Economia Gisele Federicce Mon, 27 Oct 2014 15:28:28 +0000 http://www.brasil247.com/158480
Jantar na casa de Barbosa pode mudar cúpula de Veja http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158464 : Presidente do Grupo Abril chama às falas diretor de redação de Veja, Eurípedes Alcântara, e os três redatores-chefes da publicação; cardápio indigesto na residência dele, em jantar convocado para a noite desta segunda-feira 27; Fábio Barbosa irritado com capa sem provas, que obteve dois direitos de resposta do PT, contra presidente Dilma Rousseff e ex-presidente Lula; sede da editora, em São Paulo, teve símbolo pichado; carro-chefe de uma Abril em crise financeira e de credibilidade, Veja pode amanhecer na terça-feira com um novo diretor; cabeça de Euripa, como é chamado pelos amigos, virou solução de momento; bola sete  <br clear="all"> :

247 – Carro-chefe do Grupo Abril, a revista Veja pode amanhecer na terça-feira 28 com um novo núcleo de direção de redação. O diretor de redação Eurípedes Alcântara está com seu cargo por um fio. Ele foi chamado a um jantar na casa do presidente do Grupo Abril, Fábio Barbosa, nesta segunda-feira 27, ao qual também comparecerão os redatores-chefes Lauro Jardim, Fabio Altman, Policarpo Jr. e Thaís Oyama.

Em pauta, como sair da situação criada com a capa sem provas, que rendeu dois direitos de resposta ao PT e custou à Abril a pichação à entrada de sua sede, na avenida Marginal, em São Paulo.

Barbosa ficou irritadíssimo com a repercussão negativa da capa de Veja, lançada às pressas, na sexta-feira 24, a tempo de interferir na eleição presidencial.

Seis meses atrás, ficou definido que Alcântara teria de se reportar diretamente a Barbosa a respeito das principais decisões editoriais de Veja. No jantar, ficará claro que a situação do diretor-de-redação nunca foi tão delicada. Mudanças no comando da revista podem ser anunciados nas próximas horas.

Mídia Ana Pupulin Mon, 27 Oct 2014 13:17:42 +0000 http://www.brasil247.com/158464
Lula, de novo, em 2018? http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158197 STUCKERT: Ex-presidente já se coloca como candidato a candidato na sucessão da presidente Dilma Rousseff. “Só o que eu não posso dizer é que não”, diz ele, sobre concorrer em 2018. À sua maneira, ele deixa claro que vai esperar o momento certo para assumir formalmente o que já está assumido politicamente: "A gente tem de saber o seguinte: a gente faz política, e dependendo do que irá acontecer nesses próximos quatro anos, a gente vai tomar decisão na hora que tiver de tomar a decisão" <br clear="all"> STUCKERT:
247 – O ex-presidente Lula está a um passo do paraíso político. No domingo 26, uma vez confirmadas as pesquisas que apontam a vitória da presidente Dilma Rousseff, do PT, sobre o senador Aécio Neves, do PSDB, ele será o primeiro e único na fila de candidatos do partido às eleições  de 2018.

O próprio Lula já fala com desenvoltura sobre o tema, deixando claro que não pode recusar a possibilidade de vir a ser o nome do partido para suceder Dilma:

- A única coisa que eu não posso dizer é que não, respondeu Lula, nesta semana, em entrevista ao radialista Geraldo Freire, da rádio Jornal Jornal, do Recife.

O ex-presidente justificou sua posição:

- Eu não sei qual vai ser a circunstância política de 2018.

Isso significa que o ex-presidente já se assume como candidato a candidato. Da condição de ‘Pelé no banco de reservas’, ele agora já está no aquecimento para entrar em campo na hora exata de concorrer à próxima eleição;

- Estou completando 69 anos de idade. Em 2018, terei 72. É preciso levar isso em conta, contabiliza o ex-presidente.

ANIMAL POLÍTICO - À sua maneira, ele deixa claro que vai esperar o momento certo para assumir formalmente o que já está assumido politicamente:

- A gente tem de saber o seguinte: a gente faz política, e dependendo do que irá acontecer nesses próximos quatro anos, a gente vai tomar decisão na hora que tiver de tomar a decisão, cravou.

O ex-presidente quer mais atores políticos na cena:

- Eu tenho fé em Deus que o Brasil vai produzir quadros mais novos, jovens, pessoas com velocidade, com mais garra, pessoas mais comprometidas, completa, com modéstia.

O que fica, mesmo, é que Lula é sim candidato a candidato em 2018. E ele não está sozinho, bem ao contrário. O primeiro a instalar o nome de Lula como candidato do PT à Presidência, na sucessão de Dilma, foi o presidente da legenda, Rui Falcão:

- O eleitor vai ver os resultados (de um eventual segundo governo Dilma) e, certamente, se o presidente Lula for o nosso candidato, vai ficar muito feliz.

Em seguida, foi a vez de Dilma apoiar o nome de Lula para a sua sucessão:

- Isso foi dito pelo Rui Falcão (a possibilidade de Lula vir a ser candidato). Ele não me disse isso, mas se depender de mim, pode ter certeza que eu ajudo, clareou Dilma.

A presidente e o ex passaram os últimos quatro anos sobre a mira da mídia tradicional. Uma pauta permanente foi a apuração de possíveis divergências entre eles. A cada rumor, no entanto, ora Dilma, ora Lula, saiam a campo para desmentidos.

Houve, de fato, um período de maior afastamento entre a presidente e o ex. Ocorreu entre outubro do ano passado e março deste ano. No final do ano passado, em meio a baixas nos indicadores econômicos e ironias na mídia internacional contra o ministro Guido Mantega, da Fazenda, o ex-presidente chegou a dizer a amigos que uma troca cairia bem para Dilma. Daria, segundo ele, uma ‘sacudida’ no governo. Mesmo sem jamais ter tido grandes confidentes, em algumas conversas Lula citou o nome do empresário Josué Gomes da Silva como o mais adequado para assumir o posto e dar novo pique para a política econômica. O recado chegou a Dilma, que, como se sabe, manteve Mantega contra todas as pressões. Houve, a partir daí, um retraimento de Lula. O ex-presidente assumiu uma posição de neutralidade sobre a gestão do governo Dilma.

Neste tempo e espaço políticos, surgiu o hoje famoso, sempre anônimo e que terminou sendo o frustrado movimento ‘volta, Lula’. Em diferentes  encontros informais do ex-presidente com empresários, uma menção ao assunto, da parte dos interlocutores dele, era quase obrigatória, mesmo feita em tom de brincadeira ou mais seriamente. A ideia era testar a reação de Lula até o limite do conveniente.

VOLTA QUE NÃO EMPLACOU - Num desses momentos, no auge do burburinho sem fontes, Lula cedeu, abrindo uma janela para a possibilidade de concorrer no lugar da presidente. A frase atribuída a ele, em março deste ano, em quase todas as colunas políticas, até agora não foi desmentida:

- Estou pronto, só não posso magoar a Dilma.

Lula tem radares sobre todas as mídias. Ele é municiado a respeito dos principais fatos, notadamente os que envolvem seu nome, muitas vezes ao dia. O ex-presidente, assim, não deixa passar sem desmentidos nada que, atribuído a ele, ele próprio considere impreciso ou inverídico. Mas aquela passou.

A marolinha do ‘volta, Lula’, para ter se tornado uma onda verdadeira,  precisaria ter sido adensada por dirigentes do partido. E isso nunca aconteceu. Em sua maneira de levar, dentro do PT, os preparativos para a convenção nacional que indicou Dilma à reeleição, o presidente Rui Falcão promoveu uma série de encontros nacionais numerosos para  afirmar, confirmar e reconfirmar o nome da presidente como o único existente. Lula, mais de uma vez, declarou com todas as letras que a vez era mesmo dela.

Enquanto isso, Dilma corria nas pesquisas de opinião na faixa dos 40% de intenção, sempre à frente de Aécio Neves e do então pré-candidato do PSB, Eduardo Campos. Sem abrir qualquer margem para a discussão de seu nome, a presidente manteve a primazia, levada até a vitória em primeiro turno e para o teste decisivo do domingo 26.

CHEFIA DA OPOSIÇÃO - Caso as projeções das pesquisas não se confirmem – o que seria uma grande surpresa em razão das tendências aferidas de crescimento da presidente e perda de pontos para o senador -, ainda assim Lula terá um futuro operoso pela frente. Ele chefiará a oposição. Uma de suas missões, nesse caso, será garantir as eleições de 2018. Aécio, afinal, declarou-se contrário à reeleição e defendeu um mandato de cinco anos para o cargo. Isso levaria o pleito para 2019. Com mais um ano de mandato sobre os cinco pretendidos, a depender de negociações no Congresso, a nova disputa iria para 2020.  

A dar a lógica, com Dilma vitoriosa, Lula pretende se colocar em campo para a convocação de uma assembleia constituinte exclusiva. Ele defende a eleição de um grupo único para fazer uma reforma política. E já deixa claro que os participantes desse grupo, em seu modelo, não poderão ser candidatos em seguida ao parlamento.

- Temos de acabar com essa bagunça de 28 partidos. Não dá mais para continuar assim, precisamos de uma reforma política urgente, tem manifestado o ex-presidente.

Ele também já anuncia que quer estar muito próximo da presidente Dilma na gestão do governo.

Nesta reta final de campanha, Lula foi o responsável pela linha geral da campanha, de comparação entre os resultados das gestões petistas frente aos alcançados pelos governos do PSDB. A partir desse posicionamento, a candidatura de Dilma passou a crescer sobre a de Aécio, o que não ocorrera, com clareza, até então. Além disso, Lula subiu nos palanques, deu seus motes engraçados para o público, como ao chamar o adversário de “filhinho de papai” e jogou todo o seu carisma na transferência de votos para Dilma. Na noite deste domingo, o ex-presidente não tem dúvidas de que irá colher exatamente o que plantou – uma presidente reeleita com um candidato de continuidade já posicionado, o velho e bom Luiz Ignácio Lula da Silva.

Poder Fri, 24 Oct 2014 17:57:44 +0000 http://www.brasil247.com/158197
Uma representante da “elite” que não fará falta ao País http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158475 : Jornalista Deborah Albuquerque Chlaem, de São Paulo, publica vídeo em que chama eleitores do PT de "miseráveis, imbecis e burros, que votaram na p... da Dilma" e diz que está se "preparando para viajar para Orlando", nos EUA, pois é "rica e muito bem de vida"; depois da repercussão, ela publicou outro vídeo nesta segunda-feira em que diz ter sido "mal interpretada" e que não é "contra pobres", mas contra os petistas <br clear="all"> :

247 – Causou grande repercussão no Facebook um vídeo publicado na noite deste domingo 26 pela jornalista Deborah Albuquerque Chlaem, de São Paulo, que chama os eleitores que reelegeram a presidente Dilma Rousseff (PT) de "miseráveis, imbecis e burros, que votaram na p... da Dilma". No campo profissão de sua página na rede social, ela diz ser artista na Rede TV.

Deborah conta estar se preparando para deixar o País com destino a Orlando, nos Estados Unidos, onde mora seu pai. "Eu sou rica, bem sucedida, muito bem de vida, e tentei ajudar vocês, miseráveis, imbecis, burros, que votaram na p... da Dilma. Vocês são muito burros e vão depender de Bolsa Família e Bolsa Miséria para o resto da vida, vocês vão continuar na merda, eu não, eu tenho condições de sair desse País, que vai virar uma ditadura. Estragaram o Brasil, merda de petistas!", ataca.

Nesta segunda-feira 27, em um segundo vídeo, ela aparece ao lado de uma senhora que diz ser sua mãe de criação e afirma ter sido "mal interpretada" na mensagem de ontem. "Eu vim esclarecer uma declaração que eu dei ontem, que foi muito mal interpretada pros petistas, como lhe convém, de que eu não gosto de pobres, discrimino... não, eu discrimino você, petista, que votou na Dilma, que ajudou a reeleger, você realmente concorda com a roubalheira que está acontecendo nesse país, com petrolão, com todos os esquemas corruptos".

A jornalista afirma ainda que a "vitória da Dilma ontem foi um fracasso pro Brasil, nossa maior derrota". E que tem orgulho de ter votado 45, número do PSDB de Aécio Neves.

Assista: 

 
 
Mídia Aline Lima Mon, 27 Oct 2014 14:41:41 +0000 http://www.brasil247.com/158475
PSDB promete oposição “firme” no novo governo Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158458 : Coordenador da campanha tucana, senador José Argipino (DEM-RN) disse que Aécio Neves (PSDB) e seu grupo farão uma "oposição enérgica" ao novo mandato da presidente Dilma <br clear="all"> :

Por Paula Barra

SÃO PAULO - Após perder o segundo turno para Dilma Rousseff (PT) no último domingo, líderes do PSDB já prometem uma oposição "firme" neste novo governo, informou O Estado de S. Paulo.

Em Belo Horizonte, o senador eleito José Serra (PSDB) disse que vai pensar no caminho do partido em fevereiro, quando reabrir o Congresso, e em janeiro, quando muitos governadores vão assumir ou reassumir.

Além dele, o coordenador da campanha tucana, senador José Argipino (DEM-RN), disse, na capital mineira, onde acompanhou o discurso de Aécio após resultado da eleição, que o senador mineiro e seu grupo farão uma "oposição enérgica" à nova gestão Dilma.

Segundo Argipino, o número de votos que Aécio Neves teve no segundo turno mostrou um "imenso avanço" da oposição e o "início da contagem regressiva do PT".

 

Poder Gisele Federicce Mon, 27 Oct 2014 12:46:42 +0000 http://www.brasil247.com/158458
PML: “a lição de Dilma em vitória histórica” http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158426 : Presidente "dará continuidade a um projeto político de pelo menos 16 anos", lembra o colunista Paulo Moreira Leite, em seu blog no 247; "É um período mais longo do que o primeiro governo de Getúlio Vargas (...). A ditadura militar de 1964 durou 21 anos (...). Terceiro mais longo período político desde o Segundo Reinado de Pedro II, o governo Lula-Dilma é o único que sempre se apoiou na soberania popular e no voto do povo", escreve; jornalista ressalta que "Dilma foi vitoriosa ontem depois de enfrentar o mais selvagem massacre político de nossa história republicana" <br clear="all"> :

247 – Ao escrever sobre a vitória da presidente Dilma Rousseff no segundo turno, neste domingo 26, o colunista do 247 Paulo Moreira Leite fala sobre uma "lição" dada pela petista, em uma vitória definida como "histórica". Leia um trecho do texto publicado em seu blog:

Ao lado de Lula, com direito a voz própria, Dilma dará continuidade a um projeto político de pelo menos 16 anos. É um período mais longo do que o primeiro governo de Getúlio Vargas, iniciado com a revolução de 1930 e, após períodos democráticos e autoritários, encerrado em 1945. A ditadura militar de 1964 durou 21 anos. Foi iniciada por tanques e baionetas, encerrando-se com vaias e gritos de revolta. Seu último general-presidente deixou o Palácio pela porta dos fundos. Terceiro mais longo período político desde o Segundo Reinado de Pedro II, o governo Lula-Dilma é o único que sempre se apoiou na soberania popular e no voto do povo.

Para PML, "Dilma foi vitoriosa ontem depois de enfrentar o mais selvagem massacre político de nossa história republicana", encarando até "uma delação premiada cronometrada para jogar o esquema da Petrobrás no colo do governo assim que o eleitorado estivesse a caminho das urnas".

Na opinião do jornalista, "se pudesse contar com adversários leais, capazes de respeitar as regras do jogo democrático e travar o combate político em termos duros e mesmo radicalizados, mas dentro de limites aceitáveis, Dilma teria obtido uma vantagem numérica maior" ante seu adversário, Aécio Neves (PSDB). "Perdeu entre dois ou quatro pontos — você escolhe o instituto de sua preferência — no mínimo, no jogo sujo que teve início na sexta-feira".

Leia a íntegra em A lição de Dilma em vitória histórica

Poder Felipe L. Goncalves Mon, 27 Oct 2014 09:49:39 +0000 http://www.brasil247.com/158426
‘Resultado exige de Dilma sintonia com dois desejos’ http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158442 Foto: Ichiro Guerra: Dilma Rousseff durante pronunciamento após resultado das eleições 2014. Brasília - DF, 26/10/2014. Foto: Ichiro Guerra "Pouco mais da metade do país amanheceu de alma lavada, outra metade, frustrada", escreve Tereza Cruvinel, colunista do 247; segundo sua avaliação, "a maioria eleitoral escassa não lhe tira a legitimidade, nem o cenário brasileiro é tão difícil como apregoado no calor da campanha, mas impõe à presidente o desafio de combinar continuidade com mudanças"; para a jornalista, "Dilma respondeu corretamente no discurso de posse ao pronunciar cinco vezes a palavra diálogo", assim como "mudança", reconhecendo que é preciso atender a este anseio <br clear="all"> Foto: Ichiro Guerra: Dilma Rousseff durante pronunciamento após resultado das eleições 2014. Brasília - DF, 26/10/2014. Foto: Ichiro Guerra

247 – O resultado revelado nas urnas neste domingo 26, com diferença de apenas 3,4 milhões de votos entre Dilma Rousseff e Aécio Neves (PSDB), "exigirá da presidente uma fina sintonia com estes dois desejos que se enfrentaram na campanha", avalia Tereza Cruvinel, em nova coluna em seu blog no 247. Leia um trecho:

Ainda que Dilma tenha perdido cerca de três milhões de votos com a investida de Veja e a boataria sobre o assassinato do doleiro Yousef nos dois dias finais da campanha (uma sangria que jamais saberemos em que proporções ocorreu), a cisão já estava esboçada, embora menos aguda: ela tinha 53% no Datafolha de quinta-feira e Aécio Neves, 47%. A diferença de seis pontos caiu para três.

A jornalista analisa como positivo o discurso da petista ter trazido, por diversas vezes, a palavra "diálogo", assim como "mudança", reconhecendo que é preciso atender a este anseio. A colunista ressalta que "o que a maioria dos eleitores optou por manter, dando a Dilma o segundo mandato, é bastante claro: as conquistas dos mais pobres nos governos petistas". Já o desejo de mudança, diz ela, "é mais difuso".

Tereza Cruvinel acredita que, "no enfrentamento da corrupção, não bastará aprovar as medidas que ela anunciou na campanha". E ainda que "não basta a reforma política. Será preciso dar demonstrações cabais de intolerância, doa a quem doer, como ela disse". "Afora estes e outros desafios na fina sintonia a ser buscada entre mudar e conservar", acrescenta a colunista, "existe a questão subjetiva. Dilma tem que enfrentar Dilma. Ela também parece ter reconhecido o peso de sua personalidade na criação das dificuldades que quase lhe custaram a reeleição".

Leia a íntegra em Dilma, entre mudar e conservar

Poder Gisele Federicce Mon, 27 Oct 2014 11:36:37 +0000 http://www.brasil247.com/158442
Crivella tentará anular a reeleição de Pezão http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/158440 : O senador Marcelo Crivella (PRB) afirmou que vai continuar acompanhando o julgamento de processos movidos contra o governador eleito Luiz Fernando Pezão (PMDB) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ); "Em nome de cada eleitor que votou em mim, vou à Justiça, porque há treze pedidos de cassação do Pezão. Acho prematuro ele comemorar a vitória", disse Crivella, em coletiva de imprensa, após a divulgação do resultado; caso a sua coligação seja derrotada no TRE-RJ, seus "advogados recorrerão ao Tribunal Superior Eleitoral" <br clear="all"> :

Rio 247 – O senador Marcelo Crivella (PRB) afirmou que vai continuar acompanhando o julgamento de processos movidos contra o governador eleito Luiz Fernando Pezão (PMDB) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ).

"Em nome de cada eleitor que votou em mim, vou à Justiça, porque há treze pedidos de cassação do Pezão. Acho prematuro ele comemorar a vitória", disse Crivella, em coletiva de imprensa, após a divulgação do resultado. Crivella alcançou 44,22% dos votos válidos. Pezão teve 55,78% dos votos.

Segundo o parlamentar, caso a sua coligação seja derrotada no TRE-RJ, seus "advogados recorrerão ao Tribunal Superior Eleitoral". "Lá em Brasília, o julgamento estará livre de influências regionais", acrescentou.

Crivella afirmou que a vitória da presidente Dilma Rousseff (PT) compensa a tristeza. "Ela garante o avanço do salário mínimo, do pré-sal e do Bolsa Família", disse.

Rio 247 Leonardo Lucena Mon, 27 Oct 2014 11:27:56 +0000 http://www.brasil247.com/158440
Bolsa fecha em queda de 2,7% após reeleição http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158429 © Nacho Doce / Reuters: Homem olha telas com cotações na bolsa de valores BM&FBovespa, em São Paulo. 04/08/2011 REUTERS/Nacho Doce Ibovespa registrou nesta segunda-feira 27 a sétima queda em nove pregões, um dia depois da vitória da presidente Dilma em segundo turno; índice caiu forte na abertura, chegou a derreter 6%, mas amenizou perdas e fechou em queda moderada; ainda assim, Bolsa teve o menor fechamento desde 15 de abril, quando fechou a 50.454 pontos; dólar subiu 2,7% e Petrobras desabou 12% <br clear="all"> © Nacho Doce / Reuters: Homem olha telas com cotações na bolsa de valores BM&FBovespa, em São Paulo. 04/08/2011 REUTERS/Nacho Doce

Por Ricardo Bomfim

SÃO PAULO - Depois de cair 6,2%, quando bateu a mínima intraday desde 27 de março, a Bolsa amenizou perdas ao longo do primeiro pregão pós-reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT).

A corrida para vender ativos, que foi iniciada após a abertura por investidores que estavam posicionados se fiando a uma vitória de Aécio Neves (PSDB), perdeu fôlego durante a tarde.

O Ibovespa teve a sétima queda em 9 pregões e caiu 2,77%, a 50.503 pontos, enquanto o dólar fechou com alta de 2,6%, cotado a R$ 2,52. A moeda norte-americana chegou a valer R$ 2,56, batendo seu maior valor desde 2008.

Segundo o analista da Guide Investimentos, Luís Gustavo Pereira, o que amenizou a queda foi a volta das atenções aos fundamentos, olhando menos para o cenário político. Para ele, papéis mais defensivos como os do setor de educação ou ligados ao dólar como as exportadoras cresceram forte e trouxeram "alívio" à Bolsa.

Papéis do setor financeiro também passaram a cair com menor intensidade visto que o setor continua forte e "não é um ano com sinal claro de deterioração da economia para os bancos", segundo Luis Gustavo. Ele lembrou que continua-se a ver uma melhora das carteiras de crédito em 2014. "Não há um movimento tão forte de aversão ao risco para pressionar os bancos", afirmou.

Dilma foi reeleita com 51,64% dos votos e Aécio Neves obteve 48,36%. A diferença entre os dois foi de 3.459.963 de votos, bastante apertado. No discurso ontem, a presidente falou em união e diálogo como compromisso. Ela ainda mencionou a reforma política e acrescentou que uma das suas primeiras medidas antes da posse será promover ações "com urgência" para retomar o crescimento econômico do País. Além disso, Dilma prometeu avanços em relação a responsabilidade fiscal e combate a inflação.

O mercado agora olhará para sinalizações de mudança ou continuidade na política macroeconômica da atual gestão para o futuro. Indicações de nomes para ministro da Fazenda e presidente de Banco Central devem causar oscilações na Bolsa durante as próximas semanas. Nomes de Luiz Carlos Trabuco e Henrique Meirelles já foram ventilados.

O mercado repercutiu de forma bastante limitada os dados do relatório Focus, que veio sem muitas mudanças. Selic segue em com projeção de 11% em 2014, mas cai para o final de 2015 de 11,88% para 11,50%. Enquanto expansão do PIB segue em 0,27% para 2014 e 1% para 2015.

Economia Gisele Federicce Mon, 27 Oct 2014 10:22:57 +0000 http://www.brasil247.com/158429
PIB deverá ficar em 0,27% em 2014, estima mercado http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158430 : O mercado financeiro manteve inalteradas as projeções de inflação e de crescimento da economia na semana que antecedeu as eleições. Segundo o boletim semanal Focus, divulgado pelo Banco Central, o crescimento da economia esse ano deverá ser de 0,27%. Já a estimativa de inflação é 6,45%, pelo IPCA <br clear="all"> :

Daniel Lima - Repórter da Agência Brasil

O mercado financeiro manteve inalteradas as projeções de inflação e de crescimento da economia na semana que antecedeu as eleições. O boletim semanal Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, informa que analistas e investidores mantiveram em 0,27% a expectativa de crescimento da economia para 2014.

Já a estimativa de inflação para este ano é 6,45%, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), segundo a mesma publicação. Os preços administrados, regulados pelo governo, deverão ser reajustados no patamar de 5,15% no período.

Não houve alteração também para as projeções de câmbio: o dólar deverá atingir o valor de R$ 2,40; a taxa básica de juros (Selic) deverá chegar a 11% no final de 2014. A dívida líquida do setor público, no entanto, está estimada com uma leve piora, passando de 35,10% para 35,25% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todas as riquezas produzidas no país.

No setor externo, a situação continua delicada: o deficit em conta corrente, o indicador que mede o desequilíbrio das contas externas, deverá sburi de US$ 81 bilhões para US$ 81,5 bilhões. O saldo da balança comercial deberá cair de US$ 2,29 bilhões para US$ 2,10 bilhões. Os investimentos estrangeiros diretos (IED) estimados deverão permanecer em US$ 60 bilhões.

O IED, que é canalizado para o setor produtivo da economia, constitui uma das formas de o governo financiar o deficit em conta corrente.

A produção industrial, que já estava com previsão negativa, deverá ficar em -2,24 no final de 2014.

Economia Gisele Federicce Mon, 27 Oct 2014 10:08:53 +0000 http://www.brasil247.com/158430
É hora de comprar Brasil! http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158254 Roberto Stuckert Filho: Rio Grande - RS, 17/09/2012. Presidenta Dilma Rousseff durante visita ao local de construção da P-58 no Estaleiro Quip. Foto: Roberto Stuckert Filho/Pr Raras vezes, na história da humanidade, um país se deixou cegar tanto pelo ódio político, pela intolerância e pela mentira, sendo tão vilipendiado por sua própria elite. Agora, que as eleições acabaram, relembre: o Brasil é exemplo global no combate à fome, tem a menor taxa de desemprego de sua história, uma nova classe média pujante, que adensa um dos maiores mercados de consumo de massa do mundo, e uma presidente revigorada pela vitória nas urnas; além disso, está prestes a se tornar um dos grandes produtores globais de petróleo, não há descontrole inflacionário e os ajustes necessários na economia são bem menos severos do que se apregoa; por último, mas não menos importante, o Brasil NÃO é bolivariano!; um bom Dilma a todos; artigo de Leonardo Attuch, editor-responsável pelo 247 <br clear="all"> Roberto Stuckert Filho: Rio Grande - RS, 17/09/2012. Presidenta Dilma Rousseff durante visita ao local de construção da P-58 no Estaleiro Quip. Foto: Roberto Stuckert Filho/Pr

Por Leonardo Attuch

O Brasil amanhece, nesta segunda-feira, não muito diferente do que foi nos últimos dias, semanas e anos de governo Dilma – uma aposta renovada pelo eleitor brasileiro para os próximos quatro anos. O desemprego continua a ser um dos mais baixos da história, a inflação não está fora de controle e transformações estruturais, como o avanço na exploração do pré-sal, continuam em curso.

No entanto, raras vezes, na história da humanidade, um país foi tão vilipendiado e rebaixado por sua própria elite. Como jamais se viu, uma sociedade se permitiu cegar pelo ódio político, pela intolerância e pela mentira. Para citar apenas um caso, o dirigente de uma consultoria financeira lançou um livro intitulado "O Fim do Brasil", profecia que se realizaria em caso de reeleição da presidente Dilma. A julgar por seu catastrofismo, que foi levado a sério por alguns agentes do mercado financeiro, esta segunda-feira seria o "dia em que a terra parou", como diria Raul Seixas.

No entanto, basta abrir os olhos – sim, abrir os olhos, após a cegueira e a histeria das últimas semanas – para enxergar uma realidade bem diferente. O Brasil fechará o ano com a inflação dentro dos limites da meta pelo décimo ano consecutivo, com uma dívida interna estável, embora a situação fiscal seja menos confortável do que no passado, e com uma população que volta a confiar no futuro – este, um dos dados mais importantes das últimas pesquisas. Quando as pessoas acreditam que irão manter seus empregos e seu poder de compra, o motor do consumo e do crédito se mantém ligado e a pleno vapor.

Se há a necessidade de ajustes na economia, eles já são reconhecidos pelas autoridades, em Brasília. Especialmente em alguns setores, como o do etanol, que foi prejudicado pela contenção dos preços dos combustíveis e será beneficiado com a volta da Cide – um importo que tornará o álcool mais competitivo na bomba. A boa notícia é que os ajustes necessários são bem menos severos do que se apregoa – 2015, ao contrário do que muitos imaginam, não será o ano da catástrofe anunciada.

Passadas as eleições, é também a hora de superar antagonismos, divisões e retomar o diálogo. Em vez de enxergar o copo meio vazio, é hora de encarar a metade cheia, repleta de avanços. O Brasil é hoje reconhecido pelas Nações Unidas como exemplo global no combate à fome e às desigualdades sociais. É também um país montado num caminhão de reservas internacionais, capazes de amortecer qualquer crise internacional. E que, com sua nova classe média, possui um dos maiores mercados de consumo do mundo, que irá continuar recebendo investimentos por muitos e muitos anos.

Se isso não bastasse, o pré-sal, de onde se extraem mais de 500 mil barris de petróleo/dia, já não é mais uma promessa. É realidade concreta e palpável. Aliás, se o Brasil foi rebaixado e vilipendiado por sua elite, que daqui extrai suas fortunas, o que dizer, então, da Petrobras? Relatórios das agências internacionais de energia, feitos por quem realmente entende do setor, a apontam como uma das empresas de maior crescimento projetado para os próximos anos. Depois dos investimentos, virá a colheita. E o Brasil, que viveu agudas crises no balanço de pagamentos no passado, em razão de sua dependência energética, tem tudo para se transformar num dos grandes exportadores globais de petróleo – como já é no setor de alimentos.

Dilma venceu as eleições porque, em algum momento, os eleitores – e não apenas os supostamente mal-informados, como diria FHC – se deram conta de que a propaganda negativa não correspondia à realidade. Será mesmo que o Brasil dos novos aeroportos, das usinas do Rio Madeira e da hidrelétrica de Belo Monte é mesmo "um cemitério de obras inacabadas"? Aliás, o que aconteceu com o apagão elétrico previsto no início de 2014? E a Copa do Mundo? Por onde andam os arautos do #naovaitercopa? Se tiverem bom senso, depois de o Brasil ter realizado a melhor de todas as Copas – fato que, infelizmente, ficou ausente da campanha eleitoral – não farão o mesmo discurso terrorista em 2016, ano dos Jogos Olímpicos.

O Brasil que emerge dessas eleições também tem uma possibilidade única de enfrentar a corrupção. Depois de tantos escândalos, todos eles associados ao financiamento privado de campanhas políticas, o País se vê diante da oportunidade histórica de aprovar a reforma política, tornando as disputas eleitorais menos dependentes do poder econômico. E a presidente Dilma, sem uma reeleição pela frente, e reconhecida como honesta por seus próprios adversários, é a pessoa ideal para levar esse desafio adiante. "Estou pronta a responder a essa convocação. Sei do poder que cada presidente tem de liderar as grandes causas populares. E eu o farei", disse ela ontem, em seu discurso da vitória. Um discurso preciso – e de arrepiar.

Por último, mas não menos importante, há que se dizer com todas as letras. Apesar de toda a histeria e toda a estridência dos nossos neoconservadores, o Brasil não é bolivariano. Aliás, o próprio PT é um partido que, há muitos anos, fez um escolha. Optou pelo caminho democrático – e não revolucionário. O Brasil é um país capitalista, que respeita a propriedade e os contratos, e que, neste caminho, promove a inclusão social. Aliás, a aposta na radicalização interessa apenas a pequenos grupelhos, que se alimentam do discurso do ódio. A estes, basta dizer que Miami é logo ali. À verdadeira elite brasileira, comprometida com o País, o que importa é seguir adiante, com mais igualdade e liberdade.

Como diria Eduardo Campos, não vamos desistir do Brasil. Até porque, depois de tantas mentiras e ataques, o Brasil ficou barato. É hora de comprar Brasil!

* Leonardo Attuch é fundador e editor-responsável pelo 247

Economia Leonardo Attuch Sun, 26 Oct 2014 22:01:59 +0000 http://www.brasil247.com/158254
Reeleita, Dilma clama por paz, união e mudanças http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158369 : "Agradeço, do fundo do mundo do meu coração, ao militante número 1 das causas do povo brasileiro: o presidente Lula", disse a presidente Dilma Rousseff, em seu discurso da vitória; com as urnas apuradas, ela teve 51,6% dos votos, contra 48,4% de Aécio Neves; "Não acredito que essas eleições tenham dividido o Brasil ao meio. Entendo que elas mobilizaram emoções contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca de um futuro melhor"; depois de clamar por paz e união, ela afirmou ainda que resultados apertados nas urnas podem promover mudanças mais rápidas e mais profundas; "sei do poder que cada presidente tem de liderar as grandes causas populares. E eu o farei", disse Dilma, num discurso histórico, de arrepiar, em que ela colocou como prioridade de seu segundo mandato a reforma política <br clear="all"> :

247 - Aos gritos de olê, olê, olá, Dilma foi recebida por militante do PT em São Paulo. Seu primeiro agradecimento foi ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em seguida, ao vice Michel Temer e a sua esposa Marcela. Depois, vieram os presidentes dos partidos que a apoiam, começando por Rui Falcão, do PT.

Eis trechos de sua fala:

"Chegamos ao final de uma disputa que mobilizou todas as forças dessa Nação. Tenho palavras de agradecimento e conclamação. Agradeço a meu vice e aos partidos que sustentaram nossa aliança. Agradeço a cada um e a cada uma dos integrantes dessa militância combativa, que foi a alma e a força dessa vitória. E agradeço a todos os brasileiros e brasileiras. 

Agradeço, do fundo do mundo do meu coração, ao militante número 1 das causas do povo brasileiro: o presidente Lula. Conclamo a todos os brasileiros e brasileiras a nos unirmos. Não acredito que essas eleições tenham dividido o Brasil ao meio. Entendo que elas mobilizaram emoções contraditórias, mas movidas por um sentimento comum: a busca de um futuro melhor.

Em lugar de ampliar divergências, creio que é hora de construção de pontes. O calor liberado no fragor da disputa pode ser transformado em energia construtiva de um novo momento no Brasil. Em alguns momentos da história, resultados apertados produziram mudanças mais rápidas e mais amplas. Essa é minha esperança. Aliás, é minha certeza. Esta presidenta aqui está disposta ao diálogo e este é meu primeiro compromisso neste segundo mandato. Toda eleição é uma forma de mudança. Principalmente para nós, que vivemos numa das maiores democracias do mundo.

Quero ser uma presidenta muito melhor do que fui até agora. Quero ser uma pessoa ainda melhor do que tenho me esforçado por ser. A palavra mais dita foi mudança. O tema mais amplamente invocado foi reforma. Estou sendo reconduzida à presidência para realizar as grandes mudanças que a sociedade brasileira exige. Estou pronta a responder a essa convocação. Sei do poder que cada presidente tem de liderar as grandes causas populares. E eu o farei."

Em seguida, Dilma defendeu o plebiscito pela reforma política. "Quero discutir esse tema profundamente com o novo Congresso Nacional e com toda a sociedade brasileira".

Com as urnas apuradas, a presidente Dilma Rousseff teve 51,6% e Aécio Neves 48,4%. Ela venceu no Norte, no Nordeste, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e perdeu em São Paulo. 

O resultado é muito semelhante ao da pesquisa Datafolha, que apontou vitória de Dilma por 52% a 48%.

Com a vitória, o Partido dos Trabalhadores, que foi criado em 1980, terá um ciclo de 16 anos no poder.

Abaixo, reportagem da Agência Brasil: 

Luana Lourenço e Sabrina Craide – Repórteres da Agência Brasil

Com 97,62% das urnas apuradas, a atual presidenta da República, Dilma Rousseff (PT), tem 51,38% dos votos válidos e está matematicamente reeleita para o cargo. O candidato Aécio Neves (PSDB) tem 48,62% dos votos válidos até o momento.

Mineira de Belo Horizonte, Dilma Rousseff, tem 66 anos, é economista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tem uma filha e um neto. Foi reeleita hoje (26), junto com o vice-presidente Michel Temer (PMDB), com o apoio da coligação formada por PT, PMDB, PDT, PCdoB, PR, PP, PRB, PROS e PSD. No primeiro turno, Dilma ficou em primeiro lugar, com 43.267.668 votos (41,59% dos votos válidos).

Filha de um imigrante búlgaro e de uma professora do interior do Rio de Janeiro, Dilma viveu em Belo Horizonte, capital mineira, até 1970, onde integrou organizações de esquerda, como o Comando de Libertação Nacional (Colina) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Foi presa em 1970 pela ditadura militar e passou quase três anos no Presídio Tiradentes, na capital paulista, onde foi torturada.

Em 1973, mudou-se para Porto Alegre, onde construiu sua carreira política. Na capital gaúcha, Dilma dedicou-se à campanha pela anistia, no fim do regime militar, e ajudou a fundar o PDT no estado. Em 1986, assumiu seu primeiro cargo político, o comando da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre, convidada pelo então prefeito Alceu Collares.

Com a redemocratização, Dilma participou da campanha de Leonel Brizola à Presidência da República em 1989. No segundo turno, apoiou o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em 1993, Dilma assumiu a Secretaria de Energia, Minas e Comunicação do Rio Grande do Sul, cargo que ocupou nos governos de Alceu Collares (PDT) e Olívio Dutra (PT).

Em 2000, Dilma filiou-se ao PT e, em 2002, foi convidada a compor a equipe de transição entre os governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Quando Lula assumiu, em janeiro de 2003, Dilma foi nomeada ministra de Minas e Energia, onde comandou a reformulação do marco regulatório do setor. Em 2005, ainda no primeiro governo Lula, Dilma assumiu a chefia da Casa Civil, responsável até então por projetos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida.

Dilma deixou a Casa Civil em abril de 2010 e, em junho do mesmo ano, teve sua candidatura à Presidência da República oficializada. Venceu sua primeira eleição no segundo turno, contra o candidato do PSDB, José Serra, com mais de 56 milhões de votos.

Em um governo de continuidade, Dilma manteve e ampliou programas sociais da gestão Lula e implantou iniciativas que levaram à redução da pobreza, da fome e da desigualdade. Criou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e ampliou programas de empreendedorismo. Também implantou um programa de concessões para obras de infraestrutura e logística, muitas ligadas à realização da Copa do Mundo. Em um governo marcado por episódios de corrupção, Dilma chegou a demitir seis ministros em dez meses, em 2011. A presidenta reeleita também enfrentou problemas com a economia, com queda no ritmo do crescimento do país e avanço da inflação.

Leia, ainda, reportagem da Reuters:

SÃO PAULO (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff (PT) foi reeleita neste domingo em uma disputa marcada por reviravoltas e que teve o resultado mais apertado desde a redemocratização, indicando os desafios que ela terá para unir um Brasil que se mostrou dividido nas urnas.

A vitória de Dilma, primeira mulher na Presidência da República, veio principalmente com votos obtidos no Norte e Nordeste, regiões mais pobres do país e onde programas sociais como o Bolsa Família têm ajudado a melhorar a vida de dezenas de milhões de pessoas.

A petista, que garantiu ao seu partido o quarto mandato consecutivo no governo central, terá grandes desafios pela frente, como retomar o crescimento econômico, controlar mais efetivamente a inflação e reconquistar a confiança de empresários e investidores.

Seu governo precisará também dar respostas à sociedade sobre a suposta corrupção na Petrobras e que teria o envolvimento de partidos e políticos da base aliada do governo, que veio à tona durante a campanha e virou tema de embate, porém sem força para mudar de forma significativa o voto de eleitores.

Após 98 por cento da apuração, Dilma tinha 51,45 por cento dos votos válidos, contra 48,55 por cento de Aécio, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Restando 1,87 por cento dos votos a serem apurados, é impossível matematicamente para o tucano alcançar a petista.

Dilma tinha 53,3 milhões de votos e Aécio aparecia com 50,3 milhões. Ainda faltavam 2,7 milhões de votos a serem apurados.

A última parcial do TSE apontava para um resultado final agora mais estreito em termos percentuais do que foi a vitória de Fernando Collor de Mello (PRN) contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva em 1989, quando o primeiro foi eleito com 53,03 por cento dos votos válidos.

A eleição deste ano foi marcada pela imprevisibilidade, com Dilma tendo visto sua chance de reeleição ameaçada por dois candidatos diferentes ao longo da campanha, primeiro por Marina Silva (PSB), terceira colocada na votação de 5 de outubro, e depois por Aécio.

A trágica morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB) em um acidente aéreo em 13 de agosto alçou sua vice na chapa ao topo da corrida presidencial. Marina chegou a abrir 10 pontos de vantagem sobre Dilma em simulação de segundo turno. A ex-senadora e ambientalista, contudo, viu aos poucos suas intenções de voto cederem, em meio aos ataques de seus adversários.

Aécio teve uma votação no primeiro turno bastante acima do que apontavam as pesquisas e apareceu numericamente à frente de Dilma nos primeiros levantamentos do segundo turno, em empate dentro da margem de erro. Mas logo a presidente voltou a aparecer na frente, o que persistiu até a véspera da votação deste domingo.

Além de viradas dramáticas, a disputa deste ano ficará marcada pelos incansáveis ataques entre os principais candidatos e pela crescente radicalização na polarização PT x PSDB, que domina a corrida presidencial há 20 anos.

(Por Cesar Bianconi e Gustavo Bonato)


Poder Nicolas Iwashita Sun, 26 Oct 2014 22:23:34 +0000 http://www.brasil247.com/158369
Falcão: sonho em lançar Lula candidato em 2018 http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158401 : Satisfeito com a reeleição de Dilma, presidente do PT, Rui Falcão, já sonha com possibilidade de emplacar o ex-presidente Lula na próxima disputa nacional: "Eu, pessoalmente, sou a favor de que o presidente Lula seja candidato em 2018. Naturalmente isso vai depender da disposição dele, mas ele tem dito que sempre se colocará à disposição do PT"; Aloizio Mercadante, ministro-chefe da Casa Civil, endossou o discurso: "Eu não sei a que ele vai ser candidato em 2018, mas seja o que for eu serei cabo eleitoral. Ele é a liderança que está no coração de todo militante do PT e dos movimentos populares" <br clear="all"> :

SÃO PAULO – O presidente nacional do PT, Rui Falcão, comentou sobre a possibilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se candidatar à presidência em 2018 e admitiu "sonhar" com a hipótese de colocar o líder petista na próxima eleição.

"Eu, pessoalmente, sou a favor de que o presidente Lula seja candidato em 2018. Naturalmente isso vai depender da disposição dele, mas ele tem dito que sempre se colocará à disposição do PT", explicou o presidente nacional do PT, acrescentando que a sigla promove um processo de seleção interno para determinar quem será candidato.

Para Falcão, Aécio Neves, presidenciável do PSDB derrotado por Dilma no segundo turno, deve ser o nome escolhido para concorrer ao Planalto em 2018 pela legenda peessedebista, diante do seu desempenho nas urnas em sua primeira disputa presidencial em 2014.

Aloizio Mercadante, ministro-chefe da Casa Civil e um dos cotados para assumir o Ministério da Fazenda na segunda gestão de Dilma, endossou o discurso de Falcão e garantiu que apoiaria qualquer decisão de Lula sobre a eleição de 2018. "Eu não sei a que ele vai ser candidato em 2018, mas seja o que for eu serei cabo eleitoral. Ele é a liderança que está no coração de todo militante do PT e dos movimentos populares", concluiu.

Poder Roberta Namour Mon, 27 Oct 2014 05:07:09 +0000 http://www.brasil247.com/158401
PMDB tem mais Estados; PSDB governa mais eleitores e PT cresce http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/158402 : Peemedebistas conquistam sete Estados, incluindo o Rio Grande do Sul com Ivo Sartori; tucanos perderam a liderança no ranking, mas ainda governarão maior fatia da população, com cinco governos estaduais, com a reeleição de Marconi Perillo em Goiás; já o PT manteve número de colégios eleitorais conquistados, com cinco, porém mais importantes; PT ficou com Minas Gerais e com a eleição inédita de um petista no Ceará, Camilo Santana <br clear="all"> :

247 – No balanço da disputa estadual de 2014, o PMDB foi o partido mais vitorioso, conquistando nas urnas os governos de sete Estados.

O PMDB, partido do vice-presidente da República, Michel Temer, que já havia eleito quatro governadores no primeiro turno, conquistou o governo de mais três Estados neste domingo: no Rio de Janeiro com Luiz Pezão; no Rio Grande do Sul com Ivo Sartori; e em Rondônia, com Confúcio Moura. Com o resultado, um dos maiores partidos do país e mais pulverizado passa a comandar sete unidades da Federação.

O PSDB, que nas eleições de 2010 liderava o ranking, com oito governadores eleitos, fechou a conta deste ano com cinco Estados. Mesmo assim, irá governar a maior fatia da população. Além do Paraná e São Paulo, importante colégio eleitoral, obteve mais três vitórias neste domingo: no PA, com Simão Jatene; em GO, com a reeleição de Marconi Perillo; e no MS, com Reinaldo Azambuja.

O PT conquistou mais Estados desta vez e conquistou também cinco governos, incluindo, na primeira rodada de votações, Minas Gerais --o segundo maior colégio eleitoral do país e até então reduto do PSDB-- e com a eleição inédita de um petista no Ceará (Camilo Santana) - venceu ainda no Acre, Bahia e no Piauí.

O PSB elegeu os governadores do Distrito Federal e da Paraíba neste domingo e já havia ganho a disputa estadual de Pernambuco no primeiro turno.

Brasil Roberta Namour Mon, 27 Oct 2014 05:20:36 +0000 http://www.brasil247.com/158402
Aécio sai fortalecido, mas Alckmin ainda é favorito http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158403 : Tucano mais bem colocado nas eleições à Presidência desde 2002, Aécio Neves saiu fortalecido dentro do PSDB; virou o jogo contra Marina Silva no 1° turno e chegou a liderar a maior parte da apuração deste domingo contra Dilma Rousseff; saiu derrotado com margem apertada; no entanto, isso não garante sua vaga para 2018; reeleito governador de São Paulo no 1.º turno, o governador Geraldo Alckmin já é tratado por correligionários e aliados como pré-candidato “incontornável” à Presidência <br clear="all"> :

247 – Apesar de ter perdido em casa, no Estado de Minas Gerais, o que provavelmente causou sua derrota, Aécio Neves saiu fortalecido dentro do PSDB da disputa com Dilma Rousseff pela Presidência.

Foi o tucano mais bem colocado em eleições nacionais desde 2002. Além disso, demonstrou força ao virar o jogo contra Marina Silva no 1° turno e liderar a maior parte da apuração deste domingo, saindo derrotado com margem apertada.

No entanto, isso não o garante vaga automática para 2018. Aliados de Geraldo Alckmin já tratam o governador reeleito de São Paulo como candidato “incontornável”: “Aécio terá que recuperar o governo de Minas para ajudar o PSDB a voltar à Presidência”, segundo o colunista Bernardo Mello Franco.

A ala alckmista do partido lembra que ele teve papel decisivo no desempenho de Aécio no Estado. Lembram ainda que os paulistas ampliaram a bancada de deputados federais, elegeram José Serra senador e conquistaram o melhor desempenho da sigla no País de todos os tempos.

Mas, por ora, o PSDB tenta manter a união – pelo menos aparente: “Pela votação que teve, o Aécio se tornará uma liderança fortíssima, assim como o Geraldo. Serão dois polos fortes do partido”, diz o vereador Andrea Matarazzo, ex-coordenador da campanha de Aécio em SP.

Poder Roberta Namour Mon, 27 Oct 2014 05:12:25 +0000 http://www.brasil247.com/158403
Dilma busca sinais rápidos para acalmar o mercado http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158404 : Embora acredite que o “o ambiente especulativo se encerra” após a eleição, a presidente reeleita se preocupa em tranquilizar o setor; segundo reportagem da Reuters, ela pretende manter Alexandre Tombini (à esq.) à frente do Banco Central e deve convidar o empresário Josué Gomes (à dir.) para assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; na Fazenda, Dilma estaria entre o atual ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante (PT), e o ex-secretário executivo da Fazenda Nelson Barbosa <br clear="all"> :

247 – Reeleita neste domingo, a presidente Dilma Rousseff demonstra preocupação com a instabilidade do mercado e quer emitir sinais rápidos para tranquilizar o setor.

Porta-voz da área econômica durante o segundo turno, o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil), garante que a responsabilidade fiscal e o combate à inflação serão reforçados antes mesmo da nova posse.

Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, o comando da campanha diz não temer uma disparada do dólar ou novas quedas da Bolsa. “A eleição acabou. Agora o ambiente especulativo se encerra. Vamos voltar à normalidade”, promete Miguel Rossetto (Desenvolvimento Agrário).

Segundo reportagem da Reuters, a presidente pretende manter Alexandre Tombini à frente do Banco Central e deve convidar o empresário Josué Gomes para assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

"A presidente avalia que ele (Tombini) fez um bom trabalho no BC e o nome para o Desenvolvimento é o de Josué Gomes", disse a fonte, que falou sob condição de anonimato, esclarecendo que o convite ao filho do ex-presidente José Alencar para assumir o Desenvolvimento ainda não ocorreu.

No Ministério da Fazenda, Dilma estaria trabalhando neste momento, segundo a fonte, com duas opções para substituir Guido Mantega, cuja saída da pasta já foi anunciada: o atual ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante (PT), e o ex-secretário executivo da Fazenda Nelson Barbosa.

De acordo com a fonte, a escolha do titular da Fazenda passa pela definição do comando da Casa Civil, que poderá acomodar o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), cujo mandato termina este ano. Wagner, um petista ligado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deverá ter posição de destaque no segundo mandato da presidente.

No desenho com Wagner na Casa Civil, Mercadante passaria a ministro da Fazenda. Se Wagner tiver outro cargo, Mercadante continuaria à frente da Casa Civil e Barbosa assumiria a Fazenda.

Ainda segundo a fonte, o gaúcho Miguel Rossetto é um petista em ascensão e um nome considerado para a secretaria-Geral da Presidência da República no segundo mandato da presidente, em substituição a Gilberto Carvalho (PT).

Economia Roberta Namour Mon, 27 Oct 2014 05:17:17 +0000 http://www.brasil247.com/158404
Marina: "volto para militância de cabeça erguida" http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158407 Foto: Rollemberg 40: Ao lado de Rollemberg, Marina participa de evento de campanha  Foto: Rollemberg 40 No Acre, candidata do PSB à Presidência avalia que se saiu “maior" do que em 2010 e promete tocar projeto da Rede: “Eu sou uma pessoa que, assim que termina uma eleição, volto para as minhas causas. Não fico na cadeira cativa de candidata. A política para mim é um ideal. Faço política lutando para que o Brasil seja melhor, para que o mundo seja melhor. Agora eu volto para a minha militância socioambiental de cabeça erguida. O Brasil me deu 22 milhões de votos, saímos maiores do que em 2010” <br clear="all"> Foto: Rollemberg 40: Ao lado de Rollemberg, Marina participa de evento de campanha  Foto: Rollemberg 40

247 – Em balanço sobre a eleição de 2014, Marina Silva (PSB) afirma que se saiu maior do que o pleito de 2010, apesar de ter sido derrotada já no 1.º turno e ver seu aliado da segunda etapa, Aécio Neves, perder para a presidente Dilma Rousseff.

No Acre, ela traça seu futuro político: “Eu sou uma pessoa que, assim que termina uma eleição, volto para as minhas causas. Não fico na cadeira cativa de candidata. A política para mim é um ideal. Faço política lutando para que o Brasil seja melhor, para que o mundo seja melhor. Agora eu volto para a minha militância socioambiental de cabeça erguida. O Brasil me deu 22 milhões de votos, saímos maiores do que em 2010.”

Ela também irá retomar o projeto de criar a Rede. Segundo Walter Feldman, que coordenou a campanha da ex-ministra, haverá reunião esta semana para discutir o futuro da sigla.

Poder Roberta Namour Mon, 27 Oct 2014 06:06:15 +0000 http://www.brasil247.com/158407
Pereira: Aécio não saiu da zona de conforto do PSDB http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/158412 : Ex-marqueteiro do presidenciável Aécio Neves, Renato Pereira diz que tucano perdeu porque "pregou para convertidos" ao centrar no discurso contra a corrupção e não saiu da “zona de conforto” do PSDB; ele aponta o anúncio de Armínio Fraga como futuro ministro da Fazenda como outro grande erro; defende ainda a tática do PT de desconstrução e critica o TSE por tentar limitar ataques: “Eleição é para ser seleção natural” <br clear="all"> :

247 – Marqueteiro do presidenciável tucano Aécio Neves até dezembro de 2013, Renato Pereira hoje critica a estratégia do candidato e diz que sua derrota se deve a não ter saído da "zona de conforto do PSDB". Para ele, Aécio "pregou para convertidos" ao centrar no discurso contra a corrupção.

Além disso, ele aponta o anúncio de Armínio Fraga como futuro ministro da Fazenda como outro grande erro do tucano, o que, segundo ele, que permitiu ao PT tornar tangível a narrativa do governo de ricos versus de pobres.

“Ao anunciar o Armínio, Aécio buscou ganhar credibilidade. Mas só entre quem já votava nele. O segundo erro foi ter chamado a Dilma de leviana. No Nordeste, leviana tem o sentido de "mulher da vida". Ficou agressivo”, afirmou em entrevista à “Folha de S. Paulo”.

Quanto ao PT, ele defendeu a tática da desconstrução e criticou o TSE de tentar limitar os ataques: “Eleição é para ser seleção natural. Tem competidores, partidos e seus representantes que precisam passar por um processo em que suas vantagens e desvantagens competitivas têm que aparecer. O que o TSE começa a dizer, que eleição tem que ser só proposta, é uma piada” (leia mais).

Brasil Roberta Namour Mon, 27 Oct 2014 06:16:35 +0000 http://www.brasil247.com/158412
Veja zomba da lei e só a cumpre parcialmente http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158320 : Revista da Abril, que cometeu um crime eleitoral e perpetrou um atentado contra a democracia brasileira, publicou direito de resposta determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral, mas não com o mesmo destaque da notícia anterior; reparação foi apenas parcial e está publicada ao lado da mesma capa em que a presidente Dilma Rousseff é acusada sem provas, como admite a própria revista; no site de Veja, deveria constar a capa da imagem acima, o que não foi feito pela Editora Abril; crime contra a democracia permanece sem o devido castigo; Veja ainda publicou texto em que desqualifica o ministro Admar Gonzaga, responsável pela decisão; "O ministro Admar Gonzaga decidiu-se pela concessão do Direito de Resposta depois de examinar o pedido da coligação da candidata Dilma Rousseff por duas horas, tempo em que também redigiu as nove laudas de seu despacho — ao ritmo de 13 minutos por lauda", diz a resposta da Abril <br clear="all"> :

247 - A Editora Abril, que publica Veja e foi condenada pelo Tribunal Superior Eleitoral por crime eleitoral e tentativa de golpe contra a democracia e a soberania popular, se submeteu apenas parcialmente à lei. A empresa da família Civita, que deveria publicar, com o mesmo destaque, direito de resposta relacionado à capa criminosa em que a presidente Dilma Rousseff foi acusada, sem provas, às vésperas de uma eleição presidencial, não agiu desta maneira. Veja publicou o direito de resposta, mas de forma bastante discreta. Além disso, a reparação está colocada ao lado da mesma capa criminosa – que não foi alterada. 

Leia, abaixo, o texto do direito de resposta:

VEJA veicula a resposta conferida à Dilma Rousseff, para o fim de serem reparadas as informações publicadas na edição nº 2397 - ano 47 - nº 44 - de 29 de outubro de 2014.

A democracia brasileira assiste, mais uma vez, a setores que, às vésperas da manifestação da vontade soberana das urnas, tentam influenciar o processo eleitoral por meio de denúncias vazias, que não encontram qualquer respaldo na realidade, em desfavor do PT e de sua candidata.

A Coligação "Com a Força do Povo" vem a público condenar essa atitude e reiterar que o texto repete o método adotado no primeiro turno, igualmente condenado pelos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por terem sido apresentadas acusações sem provas.

A publicação faz referência a um suposto depoimento de Alberto Youssef, no âmbito de um processo de delação premiada ainda em negociação, para tentar implicar a Presidenta Dilma Rousseff e o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ilicitudes. Ocorre que o próprio advogado do investigado, Antônio Figueiredo Basto, rechaça a veracidade desse relato, uma vez que todos os depoimentos prestados por Yousseff foram acompanhados por Basto e/ou por sua equipe, que jamais presenciaram conversas com esse teor.

No pé do texto, Veja ainda publicou texto em que desqualifica o ministro Admar Gonzaga, do TSE, que concedeu o direito de resposta. Leia abaixo:

Resposta do direito 

A fragilidade da liberdade de expressão durante as eleições

O Direito de Resposta que se lê neste link é resultado de uma decisão individual de Admar Gonzaga,  ex-advogado da campanha de Dilma Rousseff em 2010 e hoje ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),  nomeado por Dilma Rousseff. Decisão judicial se cumpre. Ela foi baseada em jurisprudência firmada no TSE, segundo a qual “sempre que órgão de imprensa se referir de forma direta a candidatos, partidos ou coligações que disputam o pleito, com ofensa ou informação inverídica, extrapolando o direito de informar, haverá campo para atuação da Justiça Eleitoral para processar e julgar direito de resposta”.

O ministro Admar Gonzaga decidiu-se pela concessão do Direito de Resposta depois de examinar o pedido da coligação da candidata Dilma Rousseff por duas horas, tempo em que também redigiu as nove laudas de seu despacho — ao ritmo de 13 minutos por lauda. VEJA recorreu ao pleno do TSE e ao Supremo Tribunal Federal (STF), o que, entretanto, sem a decisão definitiva, não susta a publicação do texto.

A defesa da revista baseou-se em três fatos: 1) Ocorreu o depoimento do doleiro Alberto Youssef  no âmbito do  processo de delação premiada ainda em negociação; 2) As afirmações atribuídas a Youssef  pela revista foram anexadas ao processo de delação premiada e; 3) o advogado do investigado, Antônio Figueiredo Basto, não rechaçou a veracidade do relato.

Em seu aspecto doutrinário, lamenta-se a fragilidade a que se submete, em período eleitoral,  o preceito constitucional da liberdade de expressão, ao se permitir que, ao cabo de poucas horas, de modo monocrático, um ministro decida merecerem respostas informações jornalísticas que, em outras circunstâncias, seriam simplesmente verdades inconvenientes —passíveis, é claro, de contestação, mesmo quando fruto apenas de dúvida hiperbólica, mas sempre mediante a análise detida de provas e tomadas de testemunhos.

Mídia Leonardo Attuch Sun, 26 Oct 2014 06:19:19 +0000 http://www.brasil247.com/158320
Dilma: o país está mais sólido do que no passado http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158319 : Em busca da reeleição, presidente Dilma Rousseff exalta as mudanças sociais conquistadas em 12 anos de PT no poder: “Com programas como o Bolsa Família, com o aumento do salário mínimo em 71% e a geração de mais 21 milhões de empregos, praticamente erradicamos a pobreza extrema e elevamos 42 milhões à condição de classe média”; e diz que a grande prioridade estratégica de seu governo é e será a educação: “Mudamos o país para que ele possa mudar muito mais. O Brasil, com a ascensão do seu povo, ascende também. Essa é a grande e verdadeira mudança. Agora temos rumo” <br clear="all"> :

247 – Na disputa pela reeleição, presidente Dilma Rousseff faz último balanço dos 12 anos do PT no governo com ganhos na área social; compara situação econômica da era FHC ao controle atual da inflação e promete priorizar a educação. Leia:

Fizemos muito, faremos muito mais

Mudamos o país para que ele possa mudar muito mais. O Brasil, com a ascensão do seu povo, ascende também. Essa é a grande e verdadeira mudança. Agora temos rumo

Quando Lula foi eleito presidente, em 2002, o Brasil estava com uma inflação de 12,5%, tinha taxa de desemprego de 11,7%, reservas de apenas US$ 37 bilhões, dos quais US$ 20 bilhões de um empréstimo do Fundo Monetário Internacional. Ninguém pode negar que o país estava mal, muito mal. Passados 12 anos, ninguém pode negar também que o país melhorou de forma substancial e profunda.

Transformamos o social no eixo estratégico do desenvolvimento, com resultados extraordinários. Realizamos o mais profundo processo de inclusão social de nossa história. Com programas inovadores de transferência de renda como o Bolsa Família, com o aumento do salário mínimo em 71% e a geração de mais 21 milhões de empregos, praticamente erradicamos a pobreza extrema e elevamos 42 milhões à condição de classe média.

Esse processo de ascensão social constituiu um amplo mercado interno de massas, estimulando os investimentos e a retomada do crescimento. Diante da crise, ao contrário do que acontecia no passado, mantivemos o emprego e a renda. Hoje, enquanto boa parte do mundo desemprega e reduz salários e direitos, o Brasil tem a menor taxa de desemprego da sua história (4,9%) e continua a avançar na redução da pobreza e das desigualdades.

O resultado desse compromisso social é que o Brasil saiu do Mapa da Fome da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), cumpriu antecipadamente a maior parte do Objetivos do Milênio da ONU e é considerado hoje um exemplo no combate à pobreza e às desigualdades.

Tudo isso foi acompanhado de um importante equilíbrio macroeconômico. Em meu governo, a inflação se manteve dentro do regime de metas.

Governamos com responsabilidade fiscal, a dívida pública líquida caiu de 60% do PIB em 2002 para o patamar de 35%. Nossas reservas cambiais estão em torno de US$ 376 bilhões. Eliminamos a histórica vulnerabilidade das contas externas, reduzimos os juros e nos livramos da tutela do FMI. Este é um país muito mais forte, soberano e sólido do que no passado.

Também retomamos os imprescindíveis investimentos em infraestrutura que haviam sido abandonados. Com as obras do PAC, as exitosas concessões de aeroportos, rodovias e ferrovias, o forte apoio dos bancos públicos aos investimentos produtivos e o estabelecimento de novas parcerias público-privadas, semeamos o Brasil de obras vitais para seu futuro.

Mas a grande prioridade estratégica do meu governo é e será a educação. Ela é fundamental para assegurar a competitividade do país e a continuidade dos processos de distribuição da renda. Por isso, triplicamos o orçamento dessa pasta e aprovamos a destinação dos royalties e de parcela do fundo social do pré-sal para a educação. Transformaremos uma riqueza finita, o petróleo, numa riqueza permanente, a educação do nosso povo.

Implantamos um programa inédito de creches, investimos na formação dos professores alfabetizadores, multiplicamos as escolas em tempo integral e implementamos o maior programa de ensino técnico da nossa história: o Pronatec. Expandimos fortemente as escolas técnicas e as universidades federais. Duplicamos as matrículas no ensino superior e abrimos as portas das universidades para os mais precisavam, com o Prouni, o Reuni, as cotas, o Fies e o programa Ciência Sem Fronteiras. Este é um país que tem muito mais futuro.

Tudo isso é somente o começo. Vou avançar ainda mais o combate à corrupção com o fortalecimento das instituições de controle e avanços na legislação para acabar com a impunidade. Vou dar absoluta prioridade à reforma política. Criamos as condições para que o Brasil inicie um novo ciclo de desenvolvimento.

Mudamos o país para que ele possa mudar muito mais. O Brasil, com a ascensão do seu povo, ascende também. Essa é a grande e verdadeira mudança. Agora temos rumo. O Brasil colocou o povo no centro das suas políticas e achou um caminho correto e sólido para percorrer.

Poder Roberta Namour Sun, 26 Oct 2014 06:00:12 +0000 http://www.brasil247.com/158319
Aécio: vamos construir uma agenda para o futuro http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/158321 Igo Estrela/Coligação Muda Bra: Candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves aponta “falhas” do governo do PT na economia e diz que a balança comercial no vermelho e a desindustrialização em curso destroem a nossa indústria e nos roubam os melhores empregos: “A retomada do crescimento demanda uma economia saudável e previsível, que não penaliza quem trabalha e produz, e um governo que guarda com zelo as políticas que estão sob sua responsabilidade. A primeira delas é gastar menos com o governo para poder investir mais na população” <br clear="all"> Igo Estrela/Coligação Muda Bra:

247 – Na disputa pela Presidência, o candidato tucano Aécio Neves lista “falhas” do PT no campo econômico e diz que Brasil precisa, principalmente, de uma política para gastar menos com o governo para poder investir mais na população. Leia:

Por que quero ser presidente

Para fazer a grande mudança que o país exige, será preciso mais do que propostas inovadoras de boa governança. Temos que construir uma agenda para o futuro do Brasil

Chego ao final desta longa caminhada honrado pela livre vontade dos brasileiros de representar o sonho da mudança que move o país. Em cada pedaço de chão por onde caminhei, tive o privilégio de me encontrar com o Brasil de verdade e de ver transmudadas frustrações e desalento em indignação e novas esperanças, que alimentaram meu espírito e tornaram ainda mais vivas as nossas grandes causas.

Obstinadamente, procuramos cumprir o nosso dever. Mergulhamos na realidade nacional e em problemas gigantescos, que se eternizaram pela incúria do atual ciclo de poder. Repete-se hoje o que já vimos: uma década perdida e sonhos de futuro adiados pelas circunstâncias ou pela conveniência.

Ao final, a constatação é a de que há quase tudo a ser feito e resta intocada uma grandiosa dívida social para com os brasileiros que querem melhorar de vida. Um novo e definitivo salto de desenvolvimento acabou engolfado pela má gestão, pelo desapreço ao planejamento, pelo aparelhamento do Estado, nenhum compromisso com o resultado e um projeto de país.

O nosso povo cobra uma nova e corajosa condução da economia nacional, capaz de reverter a posição do mais promissor entre os países emergentes, agora adernado na lanterna do crescimento, sem credibilidade e confiança, em plena recessão.

A estabilidade duramente conquistada fraqueja, atingida pela inflação. A balança comercial no vermelho e a desindustrialização em curso destroem a nossa indústria e nos roubam os melhores empregos.

Quase nenhum passo foi dado para resgatar da precariedade a nossa infraestrutura. Nesse campo, a paisagem é desoladora: obras pela metade, com orçamentos decuplicados, abandonadas pelo caminho.

No campo social, crises desrespeitam os cidadãos que mais precisam: hospitais públicos afundados em insuficiências, repletos de doentes sem atendimento digno! Persistem as filas para consultas, exames, cirurgias e remédios.

No campo da segurança, prevalece a omissão. O governismo abdicou da responsabilidade de coordenar uma efetiva política nacional e assiste, impassível, à tragédia de 56 mil assassinatos por ano, terceirizando responsabilidades a Estados e municípios endividados. Estamos perdendo uma geração inteira de jovens brasileiros, vítimas ou aliciados pelo crime.

Dos gabinetes em Brasília anunciou-se o fim da miséria, atropelando a realidade de um país ainda desigual. Essas, entre outras, são realidades do Brasil que hoje define seu futuro. Contentaram-se com a gestão diária da pobreza para instrumentalizá-la, como fazem agora, chantageando os beneficiários dos programas sociais com o tradicional terrorismo petista.

Para fazer a grande mudança que o país exige, será preciso mais do que propostas inovadoras e eficientes de boa governança. O primeiro passo é o resgate de princípios e valores cruciais --ética, transparência e planejamento público, qualidade dos gastos do Estado, do controle de resultados e tolerância zero com a corrupção. Acrescento ainda uma inédita audição da nossa sociedade, para tornar efetiva a participação dos cidadãos nos destinos do país.

Uma nova agenda se impõe.

No plano da gestão, é preciso acabar com o gigantismo e desperdícios de um governo com 39 ministérios e milhares de cargos de confiança, que servem a todos os interesses, menos ao interesse público.

A prioridade é cuidar das grandes emergências em duas áreas capitais --saúde e segurança--, que não podem esperar. Delas depende a vida das pessoas.

A retomada do crescimento demanda uma economia saudável e previsível, que não penaliza quem trabalha e produz, e um governo que guarda com zelo as políticas que estão sob sua responsabilidade. A primeira delas é gastar menos com o governo para poder investir mais na população.

Simultaneamente, temos que construir uma agenda para o futuro, que depende de uma nova escola e de um salto na qualidade da educação pública. Sem educação transformadora, nenhum sonho de desenvolvimento se tornará real e possível.

Minas 247 Roberta Namour Sun, 26 Oct 2014 06:30:23 +0000 http://www.brasil247.com/158321
PF: Youssef passa bem e ficará hospitalizado por 48 horas http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/158322 JOEDSON ALVES: Doleiro preso na Operação Lava Jato foi internado na tarde desta quinta-feira devido a uma forte queda de pressão arterial causada por uso de medicação no tratamento de doença cardíaca crônica; é o que afirma a Polícia Federal sobre o estado de saúde de Alberto Youssef, “São infundadas as informações de possível envenenamento”, diz nota; “Não havendo nenhuma outra intercorrência retornará à carceragem da PF da Superintendência em Curitiba” <br clear="all"> JOEDSON ALVES:

Carolina Gonçalves - Repórter da Agência Brasil - A Polícia Federal divulgou há pouco nota informando que o doleiro Alberto Youssef, internado desde a tarde de ontem (25) no hospital Santa Cruz, em Curitiba, passou bem a noite e permanecerá hospitalizado por 48 horas, sob escolta de policiais. “Não havendo nenhuma outra intercorrência retornará à carceragem da PF da Superintendência em Curitiba”, destacou o texto. O doleiro, preso em março deste ano pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), foi encaminhado para a unidade depois de sentir uma indisposição.

Ontem (25), a Polícia Federal em Curitiba negou a suspeita de envenenamento. No texto, informa que a internação ocorreu em função de “ uma forte queda de pressão arterial causada por uso de medicação no tratamento de doença cardíaca crônica”. Desde a sua prisão, Youssef precisou de atendimento médico por três vezes.

A revista Veja desta semana, divulgou matéria afirmando que em depoimento, o doleiro afirma que a presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabiam do esquema de corrupção na Petrobras. O PSDB entrou com uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo que o caso fosse investigado. Dirigentes do PT protocolaram um pedido de abertura de inquérito criminal para investigar o vazamento do depoimento e classificaram a reportagem de “inverídica, difamatória e caluniosa”.

Na última quinta-feira (23), o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, autorizou o depoimento do doleiro à comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) que investiga denúncias de ilegalidade na Petrobras. A autorização formal era necessária para que o doleiro deixasse a carceragem e fosse transportado para Brasília. Ainda assim, Youssef poderia optar por ficar em silêncio durante o depoimento.

Os advogados de Youssef encaminharam petição ao presidente da CPMI para tentar dispensar o depoimento do doleiro, antecipando que Youssef usaria a prerrogativa de ficar calado e os custos ao Erário seriam altos.

Leia aqui matéria publicada anteriormente pelo 247 sobre o assunto:

247 – O doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato, foi internado por complicações cardíacas, segundo nota publicada pela Policia Federal. Órgão descarta rumores de envenenamento do delator do esquema de corrupção montado na Petrobras. Leia na íntegra:

Curitiba-PR - A Polícia Federal informa que Alberto Youssef foi hospitalizado hoje, 25.10, no início da tarde, devido a uma forte queda de pressão arterial causada por uso de medicação no tratamento de doenca cardíaca crônica.

Esta é a terceira vez que ocorre atendimento médico de urgência após a sua prisão.

São infundadas as informações de possível envenenamento.

Alberto Youssef permanecerá hospitalizado para a adequação da medicação e retornará à carceragem da Polícia Federal na Superintendência em Curitiba, após o seu pleno restabelecimento.

Assessoria de Comunicação

Polícia Federal

Paraná 247 Roberta Namour Sun, 26 Oct 2014 06:38:26 +0000 http://www.brasil247.com/158322
Ibope: 53% 47%. Vox: 53,4% 46,5%. Folha: 52% a 48% http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158282 : Presidente Dilma Rousseff aparece na frente nas três pesquisas que foram divulgadas nesta noite; no Ibope, sua vantagem é de seis pontos; no Datafolha, de quatro; no Vox Populi, de 6,9 pontos. Ibope coloca a presidente Dilma Rousseff com 53% dos votos, contra 47% do senador Aécio Neves, oscilação ocorreu dentro da margem de erro; na pesquisa anterior, Dilma tinha 54% e Aécio 46%; na pesquisa Datafolha, ela tem tem 52%, contra 48% do senador Aécio Neves, o que configura empate técnico, no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos; na Vox, os números são 53,4% a 46,5%; resultado da disputa presidencial mais emocionante de todos os tempos será conhecido neste domingo, às 20h <br clear="all"> :

247 - A presidente Dilma Rousseff se mantém à frente nas pesquisas Datafolha e Ibope que acabam de ser divulgadas. No Ibope, ela tem 53%, contra 47% de Aécio, ou seja, uma vantagem de seis pontos, acima da margem de erro, que é de dois pontos.

No Datafolha, Dilma marcou 52% contra 48% de Aécio, o que configura empate técnico no limite da margem de erro. Por esse mesmo critério, os dois candidatos poderiam estar com 50% ou Dilma com 54% e Aécio com 46%.

Na pesquisa Vox Populi, Dilma tem 53,4% contra 46,5% de Aécio Neves.

Leia, abaixo, reportagem anterior da Agência Brasil sobreo Datafolha:

 

Luana Lourenço - Repórter da Agência Brasil Edição: Lílian Beraldo

Pesquisa Datafolha divulgada hoje (25) mostra a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, com 52% das intenções de votos, e Aécio Neves, do PSDB, com 48%, considerando os votos válidos (excluindo-se os brancos, nulos e indecisos).

Como o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, os dois candidatos estão empatados tecnicamente no limite da margem de erro, segundo o Datafolha. Na pesquisa anterior, divulgada na última quinta-feira (23), Dilma tinha 53% e Aécio, 47% dos votos válidos.

Considerando os votos totais, Dilma tem 47% das intenções de voto (eram 48% na pesquisa anterior) e Aécio tem 43% (tinha 42%). Votos brancos e nulos somam 5%. Além disso, 5% dos eleitores não sabem ou não responderam.

Contratada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa Datafolha ouviu 19.318 eleitores ontem (24) e hoje (25) em 400 municípios brasileiros. O nível de confiança do levantamento é 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01210/2014.

Leia, ainda, reportagem da Agência Brasil sobre o Ibope:

Luana Lourenço - Repórter da Agência Brasil Edição: Lílian Beraldo

A um dia do segundo turno, pesquisa Ibope divulgada hoje (25) mostra a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, com 53% das intenções de votos, e Aécio Neves, do PSDB, com 47%, considerando os votos válidos (excluindo-se os brancos, nulos e indecisos). A pesquisa tem margem de erro de dois pontos.

No levantamento anterior, feito na última quinta-feira (23), Dilma tinha 54% e Aécio, 46% dos votos válidos.

Considerando os votos totais, Dilma tem 49% das intenções de voto e Aécio, 43%. Votos brancos e nulos somam 5%. Eleitores indecisos ou que não responderam somam 3%.

A pesquisa foi encomendada pelo jornal O Estado de S.Paulo e pela TV Globo. O Ibope ouviu 3.010 eleitores nos dias 24 e 25 de outubro em 206 municípios. O nível de confiança é 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01195/2014.

Poder Leonardo Attuch Sat, 25 Oct 2014 16:46:00 +0000 http://www.brasil247.com/158282
Aécio se diz vítima de ameaças de morte http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158323 : Em nota à imprensa, PSDB afirma que, após confirmada a visita do senador Aécio Neves a São João del Rei, “pessoas do campo político contrário à sua candidatura presidencial passaram a divulgar ameaças de morte ao candidato e à sua família pelas redes sociais”; a PF, que já investiga o uso da Universidade Federal da cidade para divulgar material calunioso contra o candidato, também irá apurar a nova denúncia <br clear="all"> :

247 – O presidenciavel tucano Aécio Neves foi vitima de ameaças de morte nas redes sociais, segundo nota de sua campanha, após confirmação de visita a São João del Rei. Leia abaixo:

Nota à Imprensa

A Coligação Muda Brasil informa que, na tarde deste sábado (25/10), após confirmada a visita do senador Aécio Neves a São João del Rei, pessoas do campo político contrário à sua candidatura presidencial passaram a divulgar ameaças de morte ao candidato e à sua família pelas redes sociais.

É lamentável o clima de intolerância estimulado pela campanha adversária, baseada em mentiras e calúnias, que levou a essa situação de agressividade jamais vista na democracia brasileira.

A Polícia Federal, que já se encontrava na cidade para investigar o uso da estrutura física da Universidade Federal de São João Del Rei para divulgar material calunioso contra o senador Aécio Neves e a favor da campanha adversária, irá apurar também essas ameaças, a pedido da assessoria jurídica da coligação, que pleiteia a apuração da relação entre os autores das ameaças e os interesses políticos defendidos.

Em anexo, duas ameaças postadas em redes sociais e mensagem postada por professor da universidade após o início da investigação da Polícia Federal.

 

Poder Roberta Namour Sun, 26 Oct 2014 06:51:32 +0000 http://www.brasil247.com/158323
"O Estado de S. Paulo" pede voto em Aécio Neves http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158329 : Jornal comandado por Francisco de Mesquita Neto afirma que a permanência de Dilma Rousseff no poder é o caminho “para fazer germinar a cizânia social”: “Hoje, cada brasileiro tem a oportunidade de conter essa ameaça, votando no candidato que se propõe - e está credenciado para a tarefa - a reconciliar o Brasil consigo mesmo: Aécio Neves” <br clear="all"> :

247 – O jornal “Estado de S. Paulo” declara neste domingo, dia de eleição presidencial, a defesa pelo voto no presidenciável tucano Aécio Neves. Segundo a publicação da família Mesquita, é o vota pela reconciliação nacional contra a ameaça que representaria a permanência de Dilma Rousseff no poder, o caminho “para fazer germinar a cizânia social”. Leia aqui:

Um voto pela reconciliação nacional

A responsabilidade que a eleição presidencial de hoje coloca sobre os ombros dos cidadãos brasileiros se estende para muito além dos quatro anos do novo mandato do chefe de governo. Ao cabo de 12 anos do PT no poder e de uma campanha eleitoral em que predominou o mais inescrupuloso marketing em prejuízo do embate de ideias, o Brasil se acha dividido. Por enquanto, apenas em termos eleitorais.

Mas o terreno está ameaçadoramente preparado para fazer germinar a cizânia social. Mais quatro anos de PT podem significar a transformação da cada vez mais aguda hostilidade da polarização "nós" versus "eles" num conflito social escancarado cuja primeira vítima será a democracia.

Essa perspectiva assustadora será a consequência natural da política de deliberada divisão da Nação sobre a qual o lulopetismo tenta consolidar seu projeto de poder. O PT, criado há 35 anos com a generosa ideia de promover o fim das injustiças sociais, perdeu-se ao longo da jornada.

Seus melhores quadros, plenos de idealismo político, abandonaram a legenda ou foram dela descartados ao sabor das conveniências dos donos do partido.

O PT transformou-se numa enorme máquina que, para permanecer no poder, se aliou àqueles que antes combatia ferozmente como inimigos do povo. E, nessa linha, não tem o menor escrúpulo de focar sua ação, tanto na vida partidária como no exercício do poder, tão somente naquilo que rende votos. O discurso petista, do qual Lula é o principal mentor e melhor exemplo, tem três matrizes: dizer exclusivamente o que as pessoas desejam ouvir; quando na defensiva, assumir o papel de vítima; e, na ofensiva, tratar os adversários como inimigos a serem destruídos.

Em sua defesa, o PT não pode nem mais alegar que a mudança de rota em relação ao curso originalmente traçado ocorreu por imposição das circunstâncias e da necessidade de garantir com pragmatismo a governabilidade em benefício dos despossuídos. A tal história dos fins que justificam os meios.

Esse argumento desmorona quando todos os indicadores sociais e econômicos revelam que os últimos quatro anos de governo petista, sob o comando de Dilma Rousseff, significaram retrocesso. O Brasil está hoje muito pior do que quando a atual candidata à reeleição assumiu o poder.

Nessas circunstâncias, manipular importantes realizações petistas dos últimos 12 anos - pois é claro que existem, principalmente na área social - como se fossem obras do incompetente governo Dilma é um dos embustes a que o marketing eleitoral companheiro recorreu durante a atual campanha. Mas a peça de resistência da campanha eleitoral petista é aquela estocada no departamento dos recursos escusos. Primeiro, a tentativa - que contra Marina Silva deu certo no primeiro turno - de destruir a imagem do adversário com ataques infames e mentirosos. A tática foi insistentemente repetida agora contra Aécio Neves.

O mais infame da campanha lulopetista, no entanto, é o discurso em que os dirigentes do partido, imitando Lula, se especializaram: a instigação do conflito social, colocando "nós" contra "eles", e situando o PT como o último bastião de resistência do povo oprimido contra a ambição desmedida e a insensibilidade das "elites".

Qual o sentido de Lula declarar, desnudando sua natureza, que ao "agredir as mulheres" nos debates eleitorais Aécio Neves demonstrou que é capaz também de "pisar nos pobres"? Ou ao classificar o candidato tucano de "filhinho de papai"? E de equiparar seus adversários eleitorais a nazistas? É assim que se dissemina o ódio entre pessoas que deveriam, civilizadamente, apenas expor firmemente suas divergências programáticas com adversários políticos.

Quando a divergência se transforma em ódio, o caminho está aberto para o agravamento de tensões sociais e elas podem se tornar explosivas.
Hoje, cada brasileiro tem a oportunidade de conter essa ameaça, votando no candidato que se propõe - e está credenciado para a tarefa - a reconciliar o Brasil consigo mesmo: Aécio Neves.

Mídia Roberta Namour Sun, 26 Oct 2014 08:09:06 +0000 http://www.brasil247.com/158329
PSDB se diz preparado para enfrentar oposição http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158327 : "O PT não vai se conformar com uma derrota. Sabemos que vão tentar forçar um terceiro turno", diz o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG); o vice de Aécio Neves, Aloysio Nunes, já desafia João Pedro Stédile, do MST, que prometeu protestos diários se Dilma for derrotada: "Muitos movimentos são sustentados com dinheiro público. Sem o PT no poder, perdem capacidade de mobilização" <br clear="all"> :

247 – No embate com o partido da presidente Dilma Rousseff, o PSDB se diz preparado para enfrentar a oposição caso eleito.

Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, petistas afirmam que Aécio Neves começará o governo sob forte pressão dos movimentos sociais.

"O PT não vai se conformar com uma derrota. Sabemos que vão tentar forçar um terceiro turno", afirma o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG).

O vice do tucano já desafia João Pedro Stédile, do MST, que prometeu protestos diários se Dilma for derrotada. "Muitos movimentos são sustentados com dinheiro público. Sem o PT no poder, perdem capacidade de mobilização", diz Aloysio Nunes.

Poder Roberta Namour Sun, 26 Oct 2014 07:51:02 +0000 http://www.brasil247.com/158327
PML: Dilma nocauteou Aécio já no primeiro assalto http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158256 : Jornalista Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília, afirma que o debate da Globo terminou já na primeira pergunta, quando Aécio Neves tentou usar a última edição da Veja para colocar Dilma Rousseff contra a parede; “a presidente deu uma resposta a altura, desqualificando uma denúncia que nem seu autor — nem a revista que a publicou — conseguem sustentar com base em provas. Foi uma colocação firme, sem piscar”; quanto ao tucano, diz que queda era previsível já que chegou ao 2° turno “sem uma perna”: “Empurrado para um canto conservador, debateu-se em contradições insolúveis. As intervenções de Armínio Fraga como candidato a ministro da Fazenda trouxeram mais danos do que benefícios a candidatura” <br clear="all"> :

247 – Em uma luta em que precisava de apenas um empate, a presidente Dilma Rousseff saiu vitoriosa e seu adversário nocauteado já no primeiro assalto. É o que afirma o jornalista Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília, em análise sobre o debate da noite desta sexta-feira na Rede Globo.

"O debate de ontem terminou na primeira pergunta. Aécio Neves tentou usar a última edição da VEJA para colocar Dilma contra a parede. A presidente deu uma resposta a altura, desqualificando uma denúncia que nem seu autor — nem a revista que a publicou — conseguem sustentar com base em provas. Foi uma colocação firme, sem piscar.

O debate terminou aí porque, como se sabe, o último debate de uma campanha envolve uma questão essencial. Quem está na liderança das pesquisas joga na defesa e pode ganhar mesmo que empatar. Quem está atrás precisa tentar virar o jogo de qualquer maneira, mas isso só se consegue quando o interlocutor oferece brechas e oportunidades.

Num confronto que tem algo de uma luta de boxe, é preciso encaixar golpes no rival — uma forma de mostrar ao juri de eleitores, indecisos e pouco firmes, que ele tem pontos fracos que precisam ser levados em consideração. Mas a presidente atuou como se estivesse protegida por uma couraça. Quando a primeira revista não deu certo, Aécio falou de uma reportagem da Istoé".

Leia o artigo “Dilma ganhou de pouco, venceu de muito” na íntegra.

Poder Roberta Namour Sat, 25 Oct 2014 10:30:18 +0000 http://www.brasil247.com/158256
Altman: "aposta da Veja é terceiro turno golpista" http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158239 : Jornalista Breno Altman afirma que objetivo da família Civita vai além de tentativa desesperada para influenciar o resultado eleitoral: “O lodoso periódico e seus comparsas estão decididos a preparar o terreno para sabotagem e desestabilização do governo petista”; citando o jornalista da publicação Reinaldo Azevedo, que incitou o impeachment de Dilma Rousseff, ele afirma que “a alcateia dos famintos lobos da direita está se lançando, desde já, a um terceiro turno anticonstitucional, no qual o desenlace golpista venha a reverter o voto popular”; PSDB, de Aécio Neves, já apresentou ações contra a presidente Dilma e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva <br clear="all"> :

247 – O jornalista Breno Altman vê na capa da Veja com acusação sem provas contra a presidente Dilma Rousseff e contra o ex-presidente Lula uma tentativa da família Civita de desestabilização do governo petista.

Segundo ele, o objetivo vai além da influência eleitoral e visa “um terceiro turno anticonstitucional, no qual o desenlace golpista venha a reverter o voto popular”, como já declarou claramente o blogueiro da revista Reinaldo Azevedo, ao incitar o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A presidente Dilma Rousseff deu resposta histórica e contundente ao principal semanário do país: “terrorismo eleitoral”. Levou doze anos para o PT efetivamente reagir contra a organização criminosa travestida de imprensa, mas o fez com determinação.

Não foi deixada pedra sobre pedra. A fala da candidata petista à reeleição recordou campanha sistemática movida por Veja contra ela e Lula.

Denunciou por infâmia e crime eleitoral a publicação das margens do rio Pinheiros. Conclamou o povo a “responder nas urnas contra a revista e seus cúmplices” e informou que dará sua resposta na Justiça.

Os aplausos e a solidariedade à reação presidencial, contudo, não serão suficientes para o período político no qual o país está ingressando.

O objetivo da família Civita vai além de tentativa desesperada para influenciar o resultado eleitoral. O lodoso periódico e seus comparsas estão decididos a preparar o terreno para sabotagem e desestabilização do governo petista.

A alcateia dos famintos lobos da direita está se lançando, desde já, a um terceiro turno anticonstitucional, no qual o desenlace golpista venha a reverter o voto popular.

Leia a íntegra em "aposta de Veja é terceiro turno golpista"

Poder Roberta Namour Sat, 25 Oct 2014 06:08:10 +0000 http://www.brasil247.com/158239
Janot dá aval para Dirceu cumprir pena em casa http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/158240 : Em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, atesta que José Dirceu teve 142 dias descontados da pena em razão de trabalho e estudo na cadeia, e que esses fatos "inexoravelmente conduzem a constatação do requisito objetivo" do cumprimento de um sexto da condenação – o que lhe garante o direito de progressão do regime imposto na AP 470; decisão será tomada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF <br clear="all"> :

247 - Em parecer enviado nesta sexta-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, dá aval para que o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu cumpra em casa o restante de sua pena na AP 470.

Condenado a 7 anos e 11 meses de prisão pelo crime de corrupção ativa e atualmente em regime semiaberto, no qual tem autorização para sair do presídio durante o dia para trabalhar, Dirceu pediu progressão da pena argumentando que já cumpriu um sexto da pena, requisito para obtenção do benefício.

Ele foi preso no dia 15 de novembro em Brasília e acumulou horas de trabalho e estudo que contribuem para avançar o benefício.

Segundo o procurador, Dirceu teve 142 dias descontados da pena em razão de trabalho e estudo na cadeia, e que esses fatos "inexoravelmente conduzem a constatação do requisito objetivo" do cumprimento de um sexto da pena. Diz ainda que o Centro de Progressão Penitenciária de Brasília confirmou seu bom comportamento carcerário.

"O procurador-geral da República se manifesta favoravelmente à progressão de regime pleiteada pelo apenado José Dirceu de Oliveira e Silva, desde que satisfeitas as condições a serem impostas pela Vara de Execuções Penais do Distrito Federal", diz Janot no parecer.

A decisão cabe ao relator das execuções penais do processo, o ministro Luís Roberto Barroso.

Brasília 247 Roberta Namour Sat, 25 Oct 2014 06:20:20 +0000 http://www.brasil247.com/158240
Dilma: ‘Asseguro que não houve caixa 2 na campanha’ http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158244 : Após o debate da Rede Globo, a presidente Dilma Rousseff rejeitou acusações de corrupção aos jornalistas: “Asseguro que não há dinheiro de caixa dois na minha campanha”; indagada sobre as denúncias contra o PT, ela disse que em todos os partidos tem gente boa e gente ruim e afirmou: “Doa a quem doer, todos que cometeram irregularidades pagarão. Não concordo com arquivamento ou engavetamento de processo, que era uma prática usual no país”, em referência ao governo do PSDB <br clear="all"> :

247 – Após o debate da Rede Globo, a presidente Dilma Rousseff reiterou aos jornalistas, que não houve caixa 2 em sua campanha à reeleição. “Asseguro que não há dinheiro de caixa dois na minha campanha”, declarou a petista, em tom irritado.

Quando indagada sobre as denúncias de corrupção contra o PT, Dilma disse que em todos os partidos tem gente boa e gente ruim. “Doa a quem doer, todos que cometeram irregularidades pagarão. Não concordo com arquivamento ou engavetamento de processo, que era uma prática usual no país”, concluiu a petista, se referindo ao governo do PSDB.

Sobre as possíveis dificuldades que o Brasil deve enfrentar em 2015, Dilma disse não acreditar que o país enfrentará uma crise tão profunda quanto a oposição prevê.

“Acho que o Brasil se recuperou no segundo semestre. Concordo se você pontuar que o quadro internacional apresenta algumas fragilidades”, explicou a petista, acrescentando que o Brasil tem tudo para ter nos próximos meses condições melhores do que alguns meses deste ano.

Poder Roberta Namour Sat, 25 Oct 2014 07:00:25 +0000 http://www.brasil247.com/158244
Militante tucano, herdeiro do Estadão critica 'ódio do PT' http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158255 : Jornalista Fernão Lara Mesquita, herdeiro do jornal “O Estado de S. Paulo”, que caminhou pelas ruas de São Paulo com o cartaz “Foda-se a Venezuela”, em ato pro-Aécio, critica campanha do PT; “sob a regência do ex-presidente Lula, vem recrudescendo seus votos de ódio e suas ameaças de vinganças "inimagináveis" contra quem ousar resistir-lhes” <br clear="all"> :

247 – Herdeiro do “Estado de S. Paulo”, jornalista Fernão Lara Mesquita ganhou destaque nas redes sociais essa semana ao circular em ato pró-Aécio com o cartaz “Foda-se a Venezuela”.

Em artigo publicado neste sábado, o militante tucano sugere ao eleitor “pensar no Brasil” e critica a campanha petista; segundo ele, “sob a regência do ex-presidente Lula, vem recrudescendo seus votos de ódio e suas ameaças de vinganças "inimagináveis" contra quem ousar resistir-lhes”.

“Para a massa dos eleitores o volume e a intensidade com que são divulgadas as "mordidas" e os "assopros" da proposta petista são monitorados com o mesmo ajuste fino de modulação com que, na sua sempre reveladora obsessão com os falsos silogismos, contaminam com meias-verdades ou mentiras inteiras as ações e declarações dos adversários, sempre de modo a poder afirmar mais adiante que, seja o adversário, seja o eleitor, disse o que não disse ou votou no que não votou” (leia aqui).

Mídia Roberta Namour Sat, 25 Oct 2014 09:18:25 +0000 http://www.brasil247.com/158255
Serra dá força para Marconi na reta final http://www.brasil247.com/pt/247/goias247/158258 : Senador eleito por São Paulo, José Serra participou de caminhada ao lado de Marconi Perillo pelas ruas de Anápolis; Serra reforçou seu apoio ao governador e lembrou que Marconi foi o primeiro a criar programas sociais que serviram de modelo para o Bolsa Família; Marconi aproveitou para comemorar o resultado da pesquisa Veritá, que mostra o tucano com vantagem de 15 pontos sobre o rival Iris Rezende <br clear="all"> :

Goiás247 - O governador Marconi Perillo (PSDB) realizou mais uma caminhada em Anápolis nesta sexta-feira, acompanhado pelo senador eleito por São Paulo José Serra (PSDB). Seguidos por centenas de militantes e por deputados eleitos pela coligação Garantia de Um Futuro Melhor Pra Goiás, Marconi e Serra iniciaram a caminhada na Praça Santana, no Centro, e percorreram toda a Avenida Goiás acenando aos trabalhadores do comércio local, recebendo abraços e posando para fotos.

Por todo o trajeto, movimentaram as ruas e trouxeram funcionários para as portas das lojas, mobilizando o comércio. Em um momento da caminhada, foram parados por jovens que lhes entregaram rosas brancas. Ana Paula Ferreira, funcionária de uma loja na Avenida Goiás, foi para a rua acenar para o governador e o senador eleito. “Votei no Serra e no Marconi em 2010. Agora votarei em Marconi de novo, e no Aécio Neves porque juntos eles farão Goiás se desenvolver ainda mais”, disse.

José Serra foi eleito senador por São Paulo com 58,49% dos votos válidos, em um universo de quase 32 milhões de eleitores. Ele disputou com mais nove candidatos. Em 2010, quando concorreu à Presidência da República, venceu nos dois turnos em Goiás. O presidenciável Aécio Neves também venceu a disputa no Estado no primeiro turno nas eleições deste ano, com 42% dos votos válidos.

Serra, que já governou São Paulo, afirmou em vídeo gravado para a convenção que homologou a candidatura de Marconi à reeleição, em junho, que o companheiro de partido foi um grande governador, que inovou e desenvolveu Goiás, e deve continuar por mais quatro anos para garantir maior desenvolvimento.

“Conheci Marconi nos anos 90, quando era ministro da Saúde e ele se candidatou a governador de Goiás (1998). Naquela eleição, ele trouxe a renovação para o Estado. Marconi foi o criador do Bolsa Família. Primeiro homem público do Brasil em governo que adotou essa medida. Ele desenvolveu Goiás, soube dar incentivos”, observou.  

Vídeo

Assim que chegou a Anápolis, nesta sexta-feira, para caminhada pela região Central, José Serra e Marconi gravaram um vídeo selfie, já divulgado nas redes sociais do governador. Marconi lembra que Serra sempre foi “muito leal” e esteve ao seu lado “em todos os momentos”.

O senador eleito, por sua vez, destacou que o evento que ambos protagonizariam em Anápolis faria com que a frente de Marconi ante o adversário do PMDB, Iris Rezende, fosse ainda maior nas urnas, no dia 26 de outubro. “Vamos também dar impulso para a candidatura de Aécio”, garantiu.



Goiás 247 José Barbacena Sat, 25 Oct 2014 10:28:44 +0000 http://www.brasil247.com/158258
Trio garante prestígio no núcleo duro de Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158253 : Em eventual segunda gestão, presidente Dilma Rousseff deve manter Aloizio Mercadante na Casa Civil, ou torná-lo substituto de Guido Mantega na Fazenda; um de seus coordenadores de campanha mais próximo, Miguel Rossetto deve ganhar um ministério de destaque; e Giles Azevedo pode ser promovido chefe de gabinete; já Marta Suplicy deve deixar o governo  <br clear="all"> :

247 – Considerados como homens de confiança da presidente Dilma Rousseff durante a campanha pela reeleição, três nomes devem ganhar cargo de destaque em eventual próxima gestão.

Segundo o colunista Jorge Bastos Moreno, Aloizio Mercadante deve ser mantido na Casa Civil, ou se tornar substituto de Guido Mantega na Fazenda. Um de seus coordenadores de campanha mais próximo, Miguel Rossetto deve ganhar um ministério de destaque. Giles Azevedo pode ser promovido chefe de gabinete.

Já Marta Suplicy deve deixar o governo. Segundo o colunista, a ministra da Cultura estava na lista negra de Dilma por ter organizado um jantar para o “Volta, Lula”. Diz que ela pedirá demissão antes de ser demitida.

Poder Roberta Namour Sat, 25 Oct 2014 08:37:42 +0000 http://www.brasil247.com/158253
Pimentel promete investigar gestões tucanas http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/158252 WILLIAM VOLCOV: Eleito no 1° turno das eleições na disputa pelo governo de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT) promete fiscalizar gestões tucanas que comandaram o Estado desde 2002; seu governo pretende investigar denúncias feitas ao MP, de desvios na Saúde, Educação, Previdência do servidor e favorecimento a empresas privadas pela Cemig  <br clear="all"> WILLIAM VOLCOV:

247 – Eleito no 1° turno na disputa pelo governo de Minas Gerais, o candidato do PT Fernando Pimentel promete, assim que assumir o mandato, passar um pente fino nas gestões tucanas que comandaram o Estado desde 2002.

Desde 2002, com a eleição de Aécio Neves, o PSDB comandou Minas Gerais por três mandatos — duas com o agora presidenciável uma com Antonio Anastasia. O atual governador, Alberto Pinto Coelho (PP), cumpre o restante do mandato de Anastasia.

Segundo o colunista Ilimar Franco, dirigentes do PT em Minas dizem que vão investigar denúncias feitas ao MP, de desvios na Saúde, Educação, Previdência do servidor e favorecimento a empresas privadas pela Cemig. Os petistas dizem que não querem ser acusados de conivência.

Minas 247 Roberta Namour Sat, 25 Oct 2014 08:18:55 +0000 http://www.brasil247.com/158252
DEM sinaliza fim do partido após eleições http://www.brasil247.com/pt/247/bahia247/158251 Max Haack                       : Segundo o colunista do Globo Ilimar Franco, dirigentes do partido pretendem abrir negociação com dez partidos nanicos, que abrigam 24 deputados, para criar a nova legenda, independentemente do resultado da eleição; “O DEM não vai mais existir como tal. Se Aécio ganhar, faremos uma fusão para crescer. Se Aécio perder, faremos uma fusão para sobreviver”, disse Antônio Carlos Magalhães Neto, prefeito de Salvador (BA) <br clear="all"> Max Haack                       :

247 - A cúpula do DEM vai acabar com o partido. É o que afirma o colunista do Globo Ilimar Franco. Segundo ele, seus dirigentes avaliam, independentemente do resultado da eleição, que essa é a única maneira de sobreviver.

‘Eles pretendem abrir negociação com dez partidos nanicos, que abrigam 24 deputados, para criar a nova legenda. O DEM elegeu 22 deputados, e seus líderes imaginam chegar a 50. Esse caminho não é unanime. Há os que defendem se entregar nos braços do PSDB’, diz a nota.

“O DEM não vai mais existir como tal. Se Aécio ganhar, faremos uma fusão para crescer. Se Aécio perder, faremos uma fusão para sobreviver”, disse Antônio Carlos Magalhães Neto, prefeito de Salvador (BA).

Bahia 247 Roberta Namour Sat, 25 Oct 2014 08:03:07 +0000 http://www.brasil247.com/158251
Eleitores tucanos são mais anti-PT do que pró-Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/158249 Orlando Brito/Coligação Muda B: O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, participou, nesta quarta-feira (22/10), na Praça da Estação, em Belo Horizonte (MG). Aécio estava acompanhado da mãe Inês Maria, do senador ele Antonio Anastasia (PSDB-MG), li Análise realizada com a ferramenta Geofeedia durante as mobilizações em favor do presidenciável Aécio Neves indica que, entre os eleitores tucanos, a "hashtag" mais usada foi #MudaBrasil; no entanto, houve destaque para motes contrários a presidente Dilma Rousseff e ao PT  <br clear="all"> Orlando Brito/Coligação Muda B: O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, participou, nesta quarta-feira (22/10), na Praça da Estação, em Belo Horizonte (MG). Aécio estava acompanhado da mãe Inês Maria, do senador ele Antonio Anastasia (PSDB-MG), li

247 – A repercussão da campanha à Presidência nas redes sociais indica que os eleitores tucanos são mais mais anti-PT do que pró-Aécio.

É o que aponta análise realizada com a ferramenta Geofeedia durante as mobilizações em favor do presidenciável Aécio Neves. O programa coleta todo o conteúdo publicado em sete redes sociais em um determinado espaço.

Entre os eleitores tucanos, a "hashtag" mais usada foi #MudaBrasil. No entanto, houve destaque para motes contrários a presidente Dilma Rousseff e ao PT: #ForaPT foi o terceiro mais usado, e #ForaDilma ficou na quarta colocação.

Leia aqui reportagem de Alexandre Aragão sobre o assunto.

Brasil Roberta Namour Sat, 25 Oct 2014 07:49:59 +0000 http://www.brasil247.com/158249
Crime de Veja é grotesca fraude jornalística http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158139 : A revista que hoje pertence aos irmãos Giancarlo e Victor Civita Neto cometeu um atentado à democracia brasileira; a dois dias de uma eleição presidencial, fez circular uma edição sensacionalista, que acusa a presidente Dilma Rousseff, favorita à reeleição, assim como o ex-presidente Lula, de "saberem de tudo" na Petrobras, a partir da delação premiada do doleiro Alberto Youssef; eis o que diz a própria reportagem: "O doleiro não apresentou – e nem lhe foram pedidas – provas do que disse. Por enquanto, nessa fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o depoente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades"; banditismo midiático supera todos os limites e envergonha o País <br clear="all"> :

247 - O ato cometido pela família Civita em sua mais recente edição não merece outra qualificação. Trata-se de um atentado à democracia brasileira. Um crime. Uma tentativa escancarada de golpe.

A dois dias da eleição presidencial, a Abril faz circular uma edição em que a presidente Dilma Rousseff, que lidera as pesquisas Ibope e Datafolha já fora da margem de erro, é acusada de comandar um esquema de desvios na Petrobras.

Assinada pelo repórter Robson Bonin, a reportagem já principia com uma explicação, que é quase um pedido de desculpas pelo crime:

A Carta ao Leitor desta edição termina com uma observação altamente relevante a respeito do dever jornalístico de publicar a reportagem a seguir às vésperas da votação em segundo turno das eleições presidenciais. "Basta imaginar a temeridade que seria não publicá-la para avaliar a gravidade e a necessidade do cumprimento desse dever". VEJA não publica reportagens com a intenção de diminuir ou aumentar as chances de vitória desse ou daquele candidato.

Feita a explicação, parte-se para a reportagem em si sobre o depoimento de um doleiro, que já foi negado por seu próprio advogado (leia mais aqui).

Lá pelas tantas, eis o que diz o repórter: "O doleiro não apresentou – e nem lhe foram pedidas – provas do que disse. Por enquanto, nesta fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o depoente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades".

O que mais é preciso dizer?

Nada.

Simplesmente, que a família Civita cometeu um atentado contra a democracia brasileira, com a intenção se colocar acima da vontade popular, estimulando seus colunistas raivosos a já falar em impeachment, caso a presidente Dilma Rousseff confirme sua vitória no próximo domingo.


Mídia Leonardo Attuch Fri, 24 Oct 2014 11:49:27 +0000 http://www.brasil247.com/158139
Orientação ‘superior’ impediu alerta sobre crise hídrica http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/158152 : É o que revelam áudios com fala da presidente da Sabesp, Dilma Pena; "Cidadão, economize água. Isso tinha de estar reiteradamente na mídia, mas nós temos de seguir orientação, nós temos superiores, e a orientação não tem sido essa. Mas é um erro", disse a dirigente em uma reunião da empresa realizada nesse ano <br clear="all"> :

SP 247 – Áudios divulgados à imprensa nesta sexta-feira 24 revelam que a Sabesp defendia alertar a população de São Paulo sobre a crise hídrica, a fim de que se economizasse água, mas que isso não foi possível devido a "orientação superior".

A declaração foi feita pela presidente da empresa, Dilma Pena, a dirigentes da estatal durante uma reunião realizada esse ano. "Cidadão, economize água. Isso tinha de estar reiteradamente na mídia, mas nós temos de seguir orientação, nós temos superiores, e a orientação não tem sido essa. Mas é um erro", declarou.

Em nota, a empresa fez o seguinte comentário sobre o áudio: "Naquele momento, a diretoria discutia com o conselho de administração da companhia (órgão superior) a estratégia de comunicação" e ressalta que a comunicação da empresa "é feita de forma autônoma".

"O objetivo da reunião operacional foi de ampliar ao máximo as ações de comunicação para o uso racional da água junto aos funcionários da companhia", afirma ainda a Sabesp. Dilma Pena também declara, em outra fala, que também por "orientação superior", a empresa aparecia pouco na mídia.

SP 247 Gisele Federicce Fri, 24 Oct 2014 12:23:56 +0000 http://www.brasil247.com/158152
Advogado de doleiro: Veja mentiu sobre Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158095 : O advogado Antonio Figueiredo Basto, que comanda a defesa do doleiro Alberto Youssef, afirma que desconhece o depoimento de seu cliente que ancora a capa de Veja, publicada ontem, em edição extra; “Eu nunca ouvi nada que confirmasse isso (que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobras). Não conheço esse depoimento, não conheço o teor dele. Estou surpreso”, afirmou; "Estamos perplexos e desconhecemos o que está acontecendo"; tentativa de golpe contra a democracia é manobra da revista conduzida pelo jornalista Eurípedes Alcântara e pelo executivo Fábio Barbosa, que comanda a Abril, no lugar dos Civita; jornalismo brasileiro atinge seu momento mais torpe <br clear="all"> :

247 - A tentativa de golpe da Editora Abril contra a democracia brasileira não durou um dia. Menos depois de 24 horas após circular com uma edição extra, acusando a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula de "saberem de tudo" sobre o esquema denunciado na Petrobras, o "depoimento" do doleiro Alberto Youssef foi desmentido por ninguém menos que seu próprio advogado, o criminalista Antonio Figueiredo Basto.

“Eu nunca ouvi nada que confirmasse isso (que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção na Petrobras). Não conheço esse depoimento, não conheço o teor dele. Estou surpreso”, afirmou Basto. “Conversei com todos da minha equipe e nenhum fala isso. Estamos perplexos e desconhecemos o que está acontecendo. É preciso ter cuidado porque está havendo muita especulação”, alertou o advogado.

A edição de Veja foi antecipada para esta quinta-feira para tentar interferir na sucessão presidencial, sobrepondo-se à soberania popular. Ontem, pesquisas Ibope e Datafolha confirmaram a liderança da presidente Dilma Roussef nas pesquisas eleitorais (leia aqui).

Os responsáveis diretos pelo atentado à democracia cometido pela Editora Abril são o diretor de Redação de Veja, Eurípedes Alcântara, o executivo Fábio Barbosa, que conduz a gestão da empresa, além dos acionistas da família Civita. Conduziram o jornalismo brasileiro a seu momento mais irresponsável, mais vil e mais torpe.

Mídia Leonardo Attuch Fri, 24 Oct 2014 06:49:36 +0000 http://www.brasil247.com/158095
PML: golpe de Veja forçará democratização da mídia http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158119 : Tentativa canhestra e mal ensaiada de interferir no processo democrático, com uma edição antecipada para tentar solapar a soberania popular, exige que a presidente Dilma Rousseff discuta a sério a democratização dos meios de comunicação em seu provável segundo mandato, argumenta Paulo Moreira Leite, diretor do 247, em Brasília; "o golpe da semana só fará aumentar o número de cidadãos e de instituições convencidos de que a sobrevivência da democracia brasileira depende, entre outras coisas, que se cumpra a legislação que regula o funcionamento econômico da mídia", diz ele; atitude criminosa de Veja, a 48 horas de uma eleição, merece resposta institucional <br clear="all"> :

247 - A tentativa criminosa da revista Veja de solapar a democracia brasileira, a 48 horas do segundo turno da disputa presidencial, merece uma resposta institucional: a democratização dos meios de comunicação no Brasil.

Quem argumenta é Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília e ex-diretor de Veja – de um tempo em que isso não envergonhava jornalistas.

No artigo "Uma farsa óbvia e mal ensaida", ele expõe suas razões:

"O mais novo vazamento de trechos dos múltiplos depoimentos do doleiro Alberto Yousseff  expressa uma  tradição vergonhosa pela finalidade política, antidemocrática pela substância.  Não, meus amigos. Não se quer informar a população a partir de dados confiáveis. Também não se quer contribuir com um único grama para se avançar no esclarecimento de qualquer fato comprometedor na Petrobrás. Sequer o advogado de Yousseff reconhece os termos do depoimento. Tampouco atesta sua veracidade sobre a afirmação de que Lula e Dilma sabiam das “tenebrosas transações” que ocorriam na empresa, o que está dito na capa da revista.

Para você ter uma ideia do nível da barbaridade, basta saber que, logo no início,  admite-se que só muito mais tarde, através de uma investigação completa,que ninguém sabe quando irá ocorrer, nem quando irá terminar,  “se poderá ter certeza jurídica de que as pessoas acusadas são culpadas.”

Não é só. Também se admite que Yousseff “não apresentou provas do que disse.”

Precisa mais? Tem mais.

Não se ouviu o outro lado com a atenção devida, nem se considerou os argumentos contrários com o cuidado indispensável numa investigação isenta.

O que se quer é corromper a eleição, através de um escândalo sob encomenda, uma farsa óbvia e mal ensaiada. Insinua o que não pode dizer, fala o que não pode demonstrar, afirma o que não conferiu nem pode comprovar."

Detalhe importante: o "depoimento" do doleiro já foi desmentido por seu próprio advogado (leia mais aqui). Diante do crime eleitoral cometido pela revista Veja, que representa um atentado à própria democracia, o que fazer? O único caminho é discutir, a sério, a regulamentação dos meios de comunicação. Eis mais um trecho do texto de Paulo Moreira Leite:

"Com esse comportamento, a mídia brasileira prepara o caminho de sua destruição na forma que existe hoje.  Como se não bastasse os números vergonhosos do Manchetômetro, que demonstram uma postura parcial e tendenciosa, o golpe da semana só fará aumentar o número de cidadãos e de instituições convencidos de que a sobrevivência da democracia brasileira depende, entre outras coisas, que se cumpra a legislação que regula o funcionamento econômico da mídia. Está claro que este será um debate urgente a partir de 2015."

Leia a íntegra em seu blog no 247.

Mídia Leonardo Attuch Fri, 24 Oct 2014 10:02:17 +0000 http://www.brasil247.com/158119
Golpismo I: Reinaldo já prega ‘impeachment’ de Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158094 : O jornalista Reinaldo Azevedo afirma que a eleição presidencial hoje se dá entre Aécio Neves e Michel Temer, uma vez que a presidente Dilma deveria ser alvo de impeachment agora ou depois de eleita, em razão da capa de Veja desta semana; detalhe: a reportagem já foi desmentida pelo advogado do doleiro Youssef <br clear="all"> :

247 – O jornalista Reinado Azevedo afirma que a eleição presidencial deste ano se dá entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o vice Michel Temer. Sua tese é de que a presidente Dilma Rousseff será alvo de processo de impeachment, antes ou depois de eleita.

Confira um trecho, onde ele, apesar de golpista, se diz democrata:

Quanto ao risco de impeachment caso Dilma seja reeleita, vamos ser claros: trata-se apenas da legislação vigente no Brasil desde 10 de abril de 1950, que é a data da Lei 1.079, que define os crimes de responsabilidade e estabelece a forma do processo. Valia para Collor. Vale para Dilma. Se Youssef estiver falando a verdade — num processo de delação premiada — e se Dilma for reeleita, ela será deposta. Se a denúncia alcançar também seu vice, Michel Temer, realizam-se novas eleições diretas 90 dias depois do último impedimento se não tiver transcorrido ainda metade do mandato. Se os impedimentos ocorrerem nos dois anos finais, aí o Congresso tem 90 dias para eleger o titular do Executivo que concluirá o período.

Informado, o eleitor certamente decide melhor. A VEJA já está nas bancas.

Detalhe: a bala de prata de Veja já foi desmentida pelo advogado do doleiro.


 

 

Mídia Roberta Namour Fri, 24 Oct 2014 06:51:53 +0000 http://www.brasil247.com/158094
Golpismo II: Merval também fala em "impeachment inevitável" de Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158113 : Assim como o blogueiro Reinaldo Azevedo, o colunista Merval Pereira, do Globo, já apela para o "impeachment inevitável" que atingirá a presidente Dilma Rousseff em seu segundo mandato, depois das denúncias do doleiro Alberto Youssef; "Nesse caso, o impeachment da presidente será inevitável, caso ela seja reeleita no domingo. Corremos o risco de estarmos condenados a uma crise institucional das grandes com membros do Congresso, governadores e até a presidente eleita envolvidos em um processo criminal mais grave do que o mensalão", diz ele; detalhe: o depoimento de Youssef já foi negado por seu próprio advogado <br clear="all"> :

247 - Sem força para vencer uma eleição nas urnas, os golpistas agora apelam para o impeachment. É o que faz o jornalista Merval Pereira, colunista do Globo, em texto publicado nesta sexta-feira, após a reversão das pesquisas Ibope e Datafolha.

Eis o que diz Merval sobre o depoimento de Alberto Youssef, em Veja, já negado pelo próprio advogado do doleiro:

Segundo a revista, o doleiro garantiam diretamente que os dois [Dilma e Lula] sabiam do que estava acontecendo na estatal brasileira e para que servia parte do dinheiro desviado. Como na delação premiada é preciso provar as denúncias para que os benefícios dela se concretizem, o decorrer do processo mostrará se existem condições de incluir a atual e o ex-presidente em um processo criminal.

Nesse caso, o impeachment da presidente será inevitável, caso ela seja reeleita no domingo. Corremos o risco de estarmos condenados a uma crise institucional das grandes com membros do Congresso, governadores e até a presidente eleita envolvidos em um processo criminal mais grave do que o mensalão.

Ao que tudo indica, o golpe é a nova estratégia das forças que já se veem derrotadas no próximo domingo.

Mídia Leonardo Attuch Fri, 24 Oct 2014 09:01:50 +0000 http://www.brasil247.com/158113
Desespero de Veja vira piada na internet http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158137 : Após capa que acusa Dilma e Lula de saberem do esquema de corrupção na Petrobras, revista ganha montagens que responsabilizam o PT por casos absurdos: "Titanic era comandado por tataravô de Lula", diz uma; "Dilma foi a pivô das 45 separações de Gretchen", aponta outra; internautas acusam ainda a presidente e o antecessor de quererem o fim dos Beatles e de terem ligação com Lord Voldemort, o vilão da saga Harry Potter <br clear="all"> :

247 – O auge do desespero de Veja, às vésperas do segundo turno das eleições e após pesquisas apontarem liderança da presidente Dilma Rousseff, não demorou a virar piada na internet.

O PT, Lula e Dilma são agora culpados por uma série de fatos históricos que ninguém tinha conhecimento, como de terem ligação com Lord Voldemort, vilão da saga do bruxo Harry Potter, e até mesmo pelo afundamento do Titanic.

Confira aqui e abaixo alguns dos memes irônicos criados por internautas, uma reação ao crime cometido por Veja com a edição antecipada na noite desta quinta-feira 23, em que acusa os petistas de saberem de todo o esquema de corrupção que ocorria na Petrobras.

Mídia Gisele Federicce Fri, 24 Oct 2014 11:34:09 +0000 http://www.brasil247.com/158137
Sensus mostra Aécio com 9 pontos de vantagem http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158124 : Levantamento divulgado pela revista IstoÉ nesta sexta-feira 24 aponta o candidato do PSDB com 54,6% dos votos válidos nessa reta final da campanha, contra 45,4% da presidente Dilma Rousseff; pesquisa contrasta resultados de Datafolha e Ibope, que mostraram ontem a petista com seis e oito pontos à frente do tucano, respectivamente <br clear="all"> :

247 – Levantamento do instituto Sensus divulgado nesta sexta-feira 24 pela revista Istoé aponta o candidato do PSDB, Aécio Neves, com nove pontos de vantagem em relação à presidente Dilma Rousseff. O resultado contrasta com as pesquisas Datafolha e Ibope divulgadas ontem, que mostraram a petista seis e oito pontos à frente do tucano, respectivamente (leia aqui).

Segundo a Sensus, Aécio chega à reta final da campanha do segundo turno com 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% de Dilma. "Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar", noticia a Istoé.

Considerados os votos totais, a vantagem de Aécio é de oito pontos percentuais. O tucano registra, nesse caso, 48,1% das intenções de voto, ante 40% da adversária. "Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação", opina Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.

Poder Gisele Federicce Fri, 24 Oct 2014 10:47:43 +0000 http://www.brasil247.com/158124
Bolsa fecha em forte alta em último pregão antes da eleição http://www.brasil247.com/pt/247/economia/158135 : Ibovespa fechou em alta de 2,42%, a 51.940 pontos no último pregão antes das eleições depois de perder 9% em três sessões; dia foi agitado, com Veja contra Dilma e Lula e pesquisa Sensus dando Aécio 9 pontos à frente da presidente <br clear="all"> :

Por Ricardo Bomfim

SÃO PAULO - O Ibovespa fechou em alta de 2,42%, a 51.940 pontos no último pregão antes das eleições depois de perder 9% em três sessões. Mesmo com o respiro da Bolsa nesta sexta-feira (24), na semana, o índice acumula perdas de 6,79%, refletindo um cenário eleitoral que foi se tornando cada vez mais favorável à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) conforme o segundo turno se aproximava. Enquanto isso, o dólar caía ao seu menor nível em quase um ano, fechando em queda de 2,26%, a R$ 2,45. O volume financeiro foi de R$ 10,636 bilhões.

O movimento de alta desta sexta foi, para o analista da Guide Investimentos, Luis Gustavo Pereira fruto tanto de uma expectativa do mercado acerca da repercussão de reportagem da revista Veja, dizendo que Dilma e o ex-presidente Lula sabiam dos escândalos de corrupção da Petrobras, quanto uma pequena correção ante as fortes quedas da semana. No debate na Rede Globo desta noite, a acusação deverá servir de munição para o candidato Aécio Neves (PSDB).

Além disso, Trackings privados apontam a presidente Dilma Rousseff (PT) perdendo espaço na corrida presidencial segundo Roberto Padovani, economista-chefe da Votorantim Corretora. "Mercado está tirando do preço a chance de vitória de Dilma", disse à Bloomberg.

"Nesse ambiente, reportagens como a da Veja ajudam a gerar maior expectativa, mesmo sendo "questões secundárias"", disse o economista. Na direção contrária, a Eurásia disse que a denúncia contida na Revista tem pouco efeito sobre o mercado.

Ainda hoje foi divulgada uma pesquisa Sensus mostrando Aécio, 9 pontos percentuais à frente de sua adversária. O resultado foi na contramão do Datafolha e do Ibope, que mostraram Dilma 6 e 8 pontos percentuais à frente de Aécio respectivamente.

Destaques

Os maiores destaques do pregão de hoje foram novamente as ações do chamado "kit eleições" - composto por papéis de estatais e bancos -, que se despedem do "rali eleitoral" em alta. As cotações ficaram assim: Petrobras (PETR3, R$ 15,70, +4,32%; PETR4, R$ 16,30, +5,38%), Eletrobras (ELET3, R$ 6,08, +6,67%; ELET6, R$ 9,140, +5,79%), Banco do Brasil (BBAS3, R$ 25,75, +3,21%), Bradesco (BBDC3, R$ 32,89, +1,17%; BBDC4, R$ 33,65, +2,59%) e Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 33,15, +2,79%).

No campo dos resultados trimestrais, as ações das Lojas Renner (LREN3) subiram 4,68%. Sucesso foi puxado pelo aumento da receita líquida das vendas de mercadorias. O Ebitda da varejista, de R$ 204,3 milhões, foi 10% maior que a média das projeções de analistas, as quais apontavam resultado ajustado de R$ 185,6 milhões.

Economia Gisele Federicce Fri, 24 Oct 2014 11:18:41 +0000 http://www.brasil247.com/158135
Datafolha: Dilma avança em todas as classes sociais http://www.brasil247.com/pt/247/poder/158082 : Em análise, Mauro Paulino, diretor-geral do instituto de pesquisa, afirma que, se no primeiro momento, o segmento intermediário da classe média foi o responsável por desequilibrar a disputa a favor da presidente, sua liderança atual reflete o crescimento das intenções de voto tanto nos estratos mais ricos quanto nos mais pobres; ao mesmo tempo, diz que participação do tucano Aécio Neves nas classes mais altas, de onde extrai a maior parte de seus votos válidos, caiu significativamente <br clear="all"> :

247 – Diante da guinada da presidente Dilma Rousseff, que abriu nesta quinta-feira seis pontos de vantagem sobre o tucano Aécio Neves, Mauro Paulinho, diretor geral do Datafolha, e Alessandro Janoni, diretor de pesquisas, constatam que a candidata à reeleição avançou em todas as classes sociais.

“Se no primeiro momento, o segmento intermediário da classe média foi o responsável por desequilibrar a disputa a favor da presidente, sua liderança atual reflete o crescimento das intenções de voto tanto nos estratos mais ricos quanto nos mais pobres”, afirmam.

Já a participação do tucano Aécio Neves nas classes mais altas, de onde extrai a maior parte de seus votos válidos, caiu significativamente.

Na primeira pesquisa realizada após o primeiro turno, Aécio alcançava 74% entre os integrantes da classe alta e 67% entre os da média alta. Hoje, essas taxas correspondem a 64% e 58%, respectivamente.

Além disso, dizem que agora percebe-se que em comparação com o levantamento de duas semanas atrás, o tucano perdeu oito pontos no Rio e seis em São Paulo. Minas, nesse período, apesar de oscilações, ficou estável, dividida entre os dois (leia mais).

Poder Roberta Namour Fri, 24 Oct 2014 05:10:46 +0000 http://www.brasil247.com/158082
Costa diz que pagou R$ 20 mi a caixa 2 de Campos http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/158087 : Ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Campos afirmou em delação que intermediu em 2010 o pagamento de R$ 20 milhões para o caixa 2 de campanha de Eduardo Campos, então candidato à reeleição ao governo de Pernambuco; ele disse ainda que o operador da transição foi o ex-ministro da Integração Fernando Bezerra, eleito senador pelo PSB de Pernambuco; na época, Bezerra era secretário de Desenvolvimento do Estado e presidente do Porto de Suape, onde foi construída a refinaria Abreu e Lima  <br clear="all"> :

247 – O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Campos confirmou em delação premiada elo de Eduardo Campos (PSB) com o esquema de lavagem de dinheiro montado na estatal.

Segundo reportagem de Fausto Macedo, ele afirmou que intermediu em 2010 o pagamento de R$ 20 milhões para o caixa 2 de campanha de Campos, então candidato à reeleição ao governo de Pernambuco. Ele saiu vitorioso na disputa com 80% dos votos.

Costa afirma ainda que o operador da transição foi o ex-ministro da Integração Fernando Bezerra, eleito senador pelo PSB de Pernambuco. Na época, Bezerra era secretário de Desenvolvimento do Estado e presidente do Porto de Suape, onde foi construída a refinaria Abreu e Lima.

Campos morreu precocemente na queda de um avião na região de Santos, em 13 de agosto, durante sua campanha à Presidência.

Pernambuco 247 Roberta Namour Fri, 24 Oct 2014 05:22:08 +0000 http://www.brasil247.com/158087
Dilma: 'tomada de consciência explica virada' http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/158089 Foto: Ichiro Guerra: Rio de Janeiro - RJ, 23/10/2014. Dilma Rousseff durante a entrevista coletiva. Foto: Ichiro Guerra "Acontece isso nas eleições. Amplia a consciência, amplia a adesão das pessoas, a convicção, e elas assumem um rumo. Acho que é um movimento mais popular do que partidário", disse a presidente Dilma Rousseff sobre sua guinada nas pesquisas; questionada sobre a postura do ex-presidente Lula de chamar Aécio Neves de “playboy”, ela rebate: "Você acha correto alguém me chamar de leviana? Sou presidente da República. Sou mulher, mãe e avó. Então, vamos ter calma e tranquilidade" <br clear="all"> Foto: Ichiro Guerra: Rio de Janeiro - RJ, 23/10/2014. Dilma Rousseff durante a entrevista coletiva. Foto: Ichiro Guerra

por Redação Rede Brasil Atual
São Paulo – A presidenta da República, Dilma Rousseff, atribuiu ontem (23) ao debate de ideias e à comparação de projetos o crescimento de sua candidatura à reeleição e a perda de votos de seu adversário no segundo turno, Aécio Neves (PSDB). Durante entrevista coletiva no Rio de Janeiro, a petista evitou comentar diretamente pesquisas que a colocam entre seis e oito pontos à frente do oponente, mas avaliou que a conjuntura eleitoral lhe é favorável.

"Eu acho que acontece isso nas eleições. Eu acho que amplia a consciência, amplia a adesão das pessoas e a convicção que elas assumem. Acho que é um movimento mais popular do que partidário", afirmou. 

Dilma lamentou ainda o conflito ocorrido hoje no centro de São Paulo, em frente ao Teatro Municipal, entre militantes do PT e do PSDB. “Acho normal que você tenha um debate mais claro do que em outros momentos. Agora, conflitos físicos nós temos de repudiar, temos de alertar que não pode ocorrer. É de todo oportuno que tenhamos uma postura de tranquilidade neste momento.”

Questionada por um repórter se a postura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chamou Aécio de “playboy”, colabora para que ocorra um acirramento entre os lados em disputa, Dilma reagiu: “Você acha correto alguém me chamar de leviana?”, indagou, em referência ao debate de segundo turno realizado pelo SBT na última semana, quando Aécio tachou Dilma de “leviana”, “incompetente” e “conivente” com a corrupção. “Sou presidente da República. Sou mulher, mãe e avó. Então, vamos ter calma e tranquilidade.”

Ao mesmo tempo, ela expôs a ideia de que o clima de agressividade deve ser entendido como um aspecto isolado, e que no geral a população tem participado de sua campanha em clima de comemoração. “Queria fazer um apelo para que não se crie um fantasma e não se torne isso um problema que não existe. Um conflito aqui é um conflito aqui. Não é um conflito em toda a eleição.”

Também no Rio, Aécio Neves tentou imputar ao PT o clima de hostilidade na campanha, culpando particularmente Lula pela questão. “No futuro, essa campanha será tida como a de mais baixo nível de todas as que tivemos desde a redemocratização. A campanha conduzida por nossos adversários é a mais sórdida e mentirosa de todas. Hoje mesmo estão sendo presas pessoas com boletins falsos, com infâmias, com acusações levianas em relação a mim, à minha família."

Durante ato de rua na capital fluminense, Dilma preferiu destacar o crescimento do nível de empregos nos últimos 12 anos. Hoje foi divulgada a taxa de desemprego de setembro, de 4,9%, segundo o IBGE, o nível mais baixo da série histórica iniciada em 2002. O número estimado de desempregados, de 1,183 milhão, não se alterou no mês passado e caiu 10,9% na comparação anual, com 145 mil a menos em 12 meses.

"O aumento do salário e a redução do desemprego são as duas principais conquistas do meu governo e do (governo do) presidente Lula. Nesse período (2003-2014), enquanto o mundo desempregou 60 milhões de trabalhadores, criamos 20 milhões de postos de trabalho. Na crise, fala-se da perda de 100 milhões de postos de trabalho. Nesse período, criamos 12 milhões de postos", disse.

Rio 247 Roberta Namour Fri, 24 Oct 2014 05:44:31 +0000 http://www.brasil247.com/158089
Neymar declara apoio a Aécio em vídeo no YouTube http://www.brasil247.com/pt/247/esporte/158084 : "Eu vou apoiar o candidato Aécio Neves, porque me identifico muito com a proposta que ele tem para o Brasil", afirmou Neymar, atacante do Barcelona e da seleção brasileira; ele também se posicionou contra votos nulos ou brancos: "Cada voto será importante para a mudança do Brasil, para um país ainda melhor para os nossos filhos, um país que mude para alcançarmos nossos sonhos" <br clear="all"> :

247 – Em um vídeo postado no YouTube a poucos dias das eleições, o jogador Neymar declarou apoio ao candidato Aécio Neves (PSDB) na disputa.

"Eu vou apoiar o candidato Aécio Neves, porque me identifico muito com a proposta que ele tem para o Brasil", afirma o atacante do Barcelona e da seleção brasileira.

Neymar também se posiciona contra votos nulos ou brancos: "Cada voto será importante para a mudança do Brasil, para um país ainda melhor para os nossos filhos, um país que mude para alcançarmos nossos sonhos."

Ao final, diz que, "seja qual for o resultado de domingo, continuarei à disposição do meu país e do presidente eleito pelo povo".

Assista:

Esporte Roberta Namour Fri, 24 Oct 2014 05:15:50 +0000 http://www.brasil247.com/158084
Economist ironiza mobilização pró-Aécio: "revolução da cashmere" http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/158085 : Mesmo tendo anunciado apoio ao candidato do PSDB, o texto feito em tom ácido foi publicado no blog do site sobre as Américas e conta que "barões dos negócios e financistas não são conhecidos por tomar as ruas", mas completa que "milhares deles acabaram no centro de São Paulo em apoio a Aécio", acrescentando também que a Faria Lima, local da mobilização, é inclusive, "convenientemente localizada" perto dos escritórios dos "revolucionários da cashmere" <br clear="all"> :

SÃO PAULO - Nesta quinta-feira (23), a The Economist classificou a mobilização dos eleitores de Aécio Neves (PSDB) à presidência na noite de quarta-feira na Av. Brigadeiro Faria Lima, de "revolução da cashmere". A cashmere é uma lã usada em roupas que normalmente são caras, e neste caso, fazem referência à classe dos eleitores do candidato.

Mesmo tendo anunciado apoio ao candidato do PSDB, o texto feito em tom ácido foi publicado no blog do site sobre as Américas e conta que "barões dos negócios e financistas não são conhecidos por tomar as ruas", mas completa que "milhares deles acabaram no centro de São Paulo em apoio a Aécio", acrescentando também que a Faria Lima, local da mobilização, é inclusive, "convenientemente localizada" perto dos escritórios dos "revolucionários da cashmere".

A acidez fica ainda mais acentuada, quando o texto acrescenta: "Vestidos com camisas com suas iniciais gravadas e empunhando bandeiras do Aécio. Socialites bem vestidas protegidas com pashminas contra o frio fora de época entoavam frases anti-PT. Todos tirando 'selfies' com seus iPhones caros - a maioria das manifestações brasileiras são assunto para Samsungs mais baratos. A única coisa que faltou nesta 'revolução da cashmere' era champagne, flautas e o próprio Sr. Neves fazendo campanha em seu estado natal Minas Gerais". Pashmina, vale lembrar, é uma espécie de echarpe. 

O texto ainda lembra que a campanha da candidata à presidência Dilma Rousseff (PT) falou muito que o candidato tucano iria representar somente a elite, comentando que Lula chegou a ir tão longe a ponto de comparar o candidato aos nazistas, pela sua aparente intolerância aos menos favorecidos.

Ao final, o texto fala que os "revolucionários da cashmere" não parecem se importar, colocando que eles estão "cheios" do intervencionismo de Dilma Rousseff e avaliam as políticas macroeconômicas como irresponsáveis, já que levaram o País ao baixo crescimento e alta inflação.

Entrevistado para a matéria, o chefe local de uma multinacional europeia - que de acordo com o autor da matéria, está usando um "terno perfeitamente costurado, mas isto é desnecessário falar" - disse que o rali eleitoral pode dar munição ao PT, mas finaliza: "estamos aqui para mostrar o que nós pensamos".

Mídia Roberta Namour Fri, 24 Oct 2014 05:41:33 +0000 http://www.brasil247.com/158085
Feldman: Dilma envergonha o nosso país lá fora http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/158086 : Ex-coordenador da campanha de Marina Silva e aliado do presidenciável tucano Aécio Neves, deputado Walter Feldman afirmou que a candidata à reeleição não representa bem o Brasil no cenário internacional, o que pode afastar ainda mais os investidores estrangeiros do país caso ela seja reeleita: “Dilma envergonha o nosso país lá fora. O último discurso dela na ONU poderia entrar para os anais da história” <br clear="all"> :

SÃO PAULO – Após a divulgação das pesquisas do Datafolha e do Ibope, que mostraram que Dilma Rousseff, presidenciável do PT, ampliou vantagem sobre Aécio Neves, do PSDB, Walter Feldman, ex-coordenador da campanha de Marina Silva, não poupou críticas ao governo petista.

Aliado do tucano, o deputado licenciado da Rede Sustentabilidade afirmou que a candidata à reeleição não representa bem o Brasil no cenário internacional, o que pode afastar ainda mais os investidores estrangeiros do país caso ela seja reeleita.

“Dilma envergonha o nosso país lá fora. O último discurso dela na ONU poderia entrar para os anais da história”, esbravejou.

De acordo com ele, a vantagem de 42 pontos porcentuais sustentada por Dilma em relação a Aécio no Nordeste se deve ao “engessamento por causa do Bolsa Família”.

Sobre o debate realizado pela TV Globo, que será nesta sexta-feira, Feldman sinalizou que o peessedebista se portará como um estadista. “Ele enumerará as questões que serão abordadas no seu governo e mostrará como pretende melhorar as condições do país”.

Indagado sobre a participação tímida de Marina, que foi candidata pelo PSB e ficou em terceiro lugar no primeiro turno, na campanha de Aécio mesmo após a ex-senadora ter oficializado o apoio ao candidato do PSDB no segundo turno, Feldman destacou que Marina acatou todos os pedidos de aparição de Aécio. “Se ele tivesse pedido, ela teria feito mais”, explicou.

Licenciado do cargo de porta-voz da Rede até o fim das eleições, Feldman negou os rumores de que a ex-ministra do Meio Ambiente poderá participar de um ato público ao lado de Aécio amanhã no Rio de Janeiro. “Marina já está se preparando para ir ao Acre para a votação. O que pode acontecer amanhã no Rio é uma aparição relâmpago de Romário ao lado de Aécio”, concluiu.

SP 247 Roberta Namour Fri, 24 Oct 2014 05:47:27 +0000 http://www.brasil247.com/158086
Militantes do PT e PSDB entram em confronto em SP http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/158088 : Briga ocorreu em frente ao Theatro Municipal; em nota, o diretório municipal do PT disse que repudia qualquer tipo de agressão ou violência, especialmente em casos de desrespeito ao direito democrático dos partidos realizarem suas campanhas eleitorais na cidade; já o coordenador da campanha do tucano Aécio Neves na capital paulista, Andrea Matarazzo, disse que lamenta episódios como esse, porque esse não é o espírito de uma campanha eleitoral <br clear="all"> :

247 – Um grupo de militantes do PT e do PSDB entrou em confronto na tarde desta quinta-feira (23), no Centro de São Paulo, em frente ao Theatro Municipal.

Segundo a Guarda Civil, a briga começou por volta das 15h, quando pessoas com camisas e bandeiras tucanas embarcavam em dois ônibus estacionados em frente à escadaria do teatro, onde o PT monta barracas de distribuição de adesivos e santinhos. Ninguém foi detido.

Em nota, o diretório municipal do PT disse que repudia qualquer tipo de agressão ou violência, especialmente em casos de desrespeito ao direito democrático dos partidos realizarem suas campanhas eleitorais na cidade. "O Diretório Municipal do PT incentiva o diálogo e é veementemente contra confronto verbal ou físico", diz a nota.

Já o coordenador da campanha do tucano Aécio Neves na capital paulista, Andrea Matarazzo, disse que lamenta episódios como esse, porque esse não é o espírito de uma campanha eleitoral.

SP 247 Roberta Namour Fri, 24 Oct 2014 06:03:41 +0000 http://www.brasil247.com/158088
Manifestação pró-Aécio atrai público pequeno http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157943 : Grande ato contra a “podridão no país” convocado por lideranças do PSDB em São Paulo se resumiu a uma marcha de cerca de 10 mil pessoas no Largo da Batata, em Pinheiros, que logo se dispersou na avenida Faria Lima; aos gritos de "Adeus PT", "Fora Dilma" e "muda Brasil", militantes acompanharam discursos do ex-jogador Ronaldo e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de cima de um trio elétrico; mais dois atos para o presidenciável tucano estão marcados na capital paulista, na PUC-SP e no Mackenzie <br clear="all"> :

247 - Intitulado “Vem pra Rua” – uma referência aos protestos de junho de 2013 –, o ato convocado por lideranças do PSDB para a candidatura de Aécio Neves só conseguiu mobilizar cerca de 10 mil pessoas em São Paulo.

“Sou neto de nordestino, tenho orgulho disso. Nós aqui de São Paulo precisamos estar juntos com vocês todos, nós todos juntos em indignação contra essa podridão que está havendo no Brasil", disse FHC em um dos vídeos da convocação.

Aos gritos de "Adeus PT", "Fora Dilma" e "muda Brasil", militantes se juntaram no Largo da Batata, em Pinheiros, e se dispersaram na avenida Faria Lima. 

A mobilização contou com as presenças do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, do deputado federal Paulinho da Força (SDD-SP), do ex-coordenador da campanha de Marina Silva, o deputado federal Walter Feldman (PSB-SP), do ex-jogador de futebol Ronaldo Fenômeno e da cantora Wanessa Camargo.

FHC discursou, ressaltando que "a classe média e a classe trabalhadora querem mudança". "A mudança não se faz apenas com pessoas jovens. Eu, por exemplo, tenho 83 anos e continuo trabalhando para mudar este país", completou o ex-presidente.

Já Walter Feldman enalteceu a manifestação. "Esse foi um movimento das ruas, nós não organizamos nada, foi tudo feito pelas redes sociais, exatamente no mesmo espírito dos protestos de junho de 2013".

Mais duas manifestações pró-Aécio já estão marcadas, uma para hoje (23), na PUC-SP, às 20h, e outra na sexta-feira (24), no Mackenzie, às 18h. Os organizadores prometeram ainda mais um ato no sábado, véspera da eleição.

 

SP 247 Roberta Namour Thu, 23 Oct 2014 05:36:18 +0000 http://www.brasil247.com/157943
FHC: Ambição faz Dilma dizer coisas em que não crê http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157944 : "Ela não pode acreditar no que está dizendo. É verdade que fizemos a estabilização, que iniciamos os programas sociais. Dizer que não, para ganhar a eleição, me entristece", afirmou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o "excesso de ambição pelo poder" de Dilma Rousseff; ele culpa o "bombardeio" do PT pela queda no desempenho do presidenciável Aécio Neves e elogia sua "lealdade" ao defender seu governo (1995-2002), algo que José Serra e Geraldo Alckmin não fizeram <br clear="all"> :

247 – Na reta final da disputa pela Presidência, o ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso critica o “excesso de ambição pelo poder” de Dilma Rousseff.

"Ela não pode acreditar no que está dizendo. É verdade que fizemos a estabilização, que iniciamos os programas sociais. Dizer que não, para ganhar a eleição, me entristece", afirmou.

Em entrevista à “Folha de S. Paulo”, ele culpa o “bombardeio” do PT pela queda no desempenho do presidenciável Aécio Neves e elogia sua "lealdade" ao defender seu governo (1995-2002), algo que José Serra e Geraldo Alckmin não fizeram nas eleições anteriores.

Quanto às declarações de Lula, que comparou o PSDB a nazistas, ele resgatou entrevista que o ex-presidente petista deu à Playboy em 1979 dizendo que tinha admiração pelo Hitler: “Vou chamar o Lula de nazista por isso? Ele é inconsequente, diz qualquer coisa” (leia mais).

Poder Roberta Namour Thu, 23 Oct 2014 05:19:32 +0000 http://www.brasil247.com/157944
Falcão cobra do TSE transporte de eleitores rurais http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157954 : Presidente nacional do PT leva para o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Dias Toffoli, preocupação com abstenção nas eleições e pede o cumprimento da lei 6.091/74, que prevê que a Justiça Eleitoral garanta transporte a eleitores de áreas rurais <br clear="all"> :

247 – A poucos dias das eleições, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, levou para o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Dias Toffoli, sua preocupação com o número de abstenções no pleito.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, ele apresentou ofício pedindo que o TSE garanta o cumprimento da lei 6.091/74, que prevê que a Justiça Eleitoral garanta transporte a eleitores de áreas rurais. "Não se pode imputar à Justiça Eleitoral a abstenção. Ela já organiza esse transporte, conforme previsto em lei", rebateu Toffoli.

Nas contas do PT, Dilma precisria chegar a 54% dos votos válidos para garantir a eleição, caso esteja na dianteira até domingo. Na pesquisa do Datafolha realizada na terça e divulgada ontem, ela tinha 52%. Na sondagem interna do partido, tinha alcançado ontem 53%.

Brasil Roberta Namour Thu, 23 Oct 2014 06:47:07 +0000 http://www.brasil247.com/157954
Na TV, Aécio usa Marina e Dilma destaca Lula http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157945 : Em uma gravação feita para o programa de Aécio Neves, Marina Silvou reforçou o argumento do tucano ao se dizer vítima de ataques do PT e defendeu que ele encarna o desejo de mudança da população; já a campanha de Dilma Rousseff mostrou imagens de comícios lotados e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmando que "há muito tempo a gente não via uma quantidade de jovens participando de um evento político como a gente está vendo aqui" <br clear="all"> :

BRASÍLIA (Reuters) - A poucos dias do segundo turno da eleição, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, levou a terceira colocada na primeira rodada, Marina Silva (PSB), a seu programa na TV e fez um discurso indignado com os ataques da campanha adversária, enquanto a presidente Dilma Rousseff (PT) usou imagens de comícios e militantes de olho na emoção do eleitor.

O tucano, que nas pesquisas mais recentes aparece mas em desvantagem numérica, ainda que em empate técnico, utilizou quase metade do horário eleitoral obrigatório para reclamar do que considerou "infâmias" e ataques pessoais.

"O momento de uma eleição é um momento extremamente importante na vida qualquer nação, é momento de debates, momento de confirmação de valores, de fortalecimento da democracia", criticou Aécio no programa eleitoral desta quarta-feira. "Mas infelizmente não é isso que está acontecendo no Brasil. Essa eleição vai ficar marcada pela mentira, pela calúnia dos meus adversários, pela covardia."

"Em uma covarde onda de falsidades e de calúnias tentam jogar na lama o nome honrado de minha família", reclamou, afirmando que a tática também foi utilizada contra Marina e Eduardo Campos, que foi o candidato do PSB até sua trágica morte num acidente aéreo em agosto.

Em uma gravação feita especialmente para o programa de Aécio, Marina reforçou o argumento do tucano ao se dizer vítima de ataques e defendeu que ele encarna o desejo de mudança da população.

"É hora de recuperarmos a esperança. Aécio assumiu publicamente fortes compromissos com o povo brasileiro", disse a ex-senadora, referindo-se a propostas mais "progressistas" assumidas pelo presidenciável em busca de seu apoio.

"Com esses compromissos, Aécio acende uma luz na escuridão dessa campanha eleitoral", afirmou Marina.

A campanha do PSDB usou novamente depoimento da viúva de Campos, Renata, declarando apoio a Aécio.

EMOÇÃO E MILITÂNCIA

O programa petista procurou passar empolgação ao mostrar imagens de comícios com muitos militantes e bandeiras tremulando.

"Uma onda feita de força e amor, de esperança e coragem tomou conta do Brasil. Há muito que uma campanha não mexia tão profundamente com as nossas mentes e corações", diz um locutor, logo no início do programa.

Em outro momento, é exibido trecho de comício em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, maior cabo eleitoral da presidente, afirma que "há muito tempo a gente não via uma quantidade de jovens participando de um evento político como a gente está vendo aqui".

Em seguida Dilma reforça a comparação entre as gestões do PT e do PSDB, que sua campanha vem martelando desde o início da disputa.

"Temos que comparar esses dois projetos de Brasil. Um Brasil que sabe que antes podia batalhar o que quisesse, que não conquistava uma vida melhor. Agora não. Agora nós temos condições de ter uma vida melhor", disse a presidente.

Entre as personalidades que apareceram na propaganda de Dilma dando apoio a presidente estava Luiz Carlos Bresser Pereira, um dos fundadores do PSDB e ex-ministro do presidente tucano Fernando Henrique Cardoso.

(Por Maria Carolina Marcello)

 
Poder Roberta Namour Thu, 23 Oct 2014 05:31:19 +0000 http://www.brasil247.com/157945
Eduardo Saboia declara voto em Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157947 : Responsável pela maior crise no Itamaraty, ao ajudar na fuga do senador boliviano Roger Pinto, diplomata Eduardo Saboia declarou no Facebook apoio ao tucano Aécio Neves: "Votarei em Aécio com convicção, identifico nele pessoa capaz de trabalhar para que superemos a polarização exagerada entre o PT e o PSDB, apontada por Eduardo Campos e Marina Silva", postou ele, com uma foto ao lado do candidato do PSDB <br clear="all"> :

247 – Pivô do maior escândalo envolvendo o Itamaraty, o diplomata Eduardo Saboia usou o Facebook para declarar apoio ao presidenciável tucano Aécio Neves.

Em agosto do ano passado, o então encarregado de negócios na embaixada brasileira na Bolívia, ajudou na fuga do senador boliviano Roger Pinto, asilado no prédio havia 453 dias, em um carro oficial até o Brasil. O episódio causou a demissão do então chanceler, Antonio Patriota. Alvo de sindicância, ele segue com cargo no Itamaraty.

Leia a manifestação em favor de Aécio publicada na rede sociail:

“Eu votei no PT várias vezes, desde 1989. Votei em Marina e Dilma e 2010. Como tanta gente que hoje apoia o Aécio, acho que o FHC e Lula têm muitos méritos e, entre erros e acertos, contribuíram decisivamente, cada um à sua maneira, para o progresso do País. Lamentavelmente, o Governo Dilma (e não acho que a culpa é só da Presidente) não soube dar continuidade às conquistas de seus antecessores, nem fazer as necessárias correções de rumo. Em política externa isso é patente: ficamos com o pior dos dois mundos. Da "política externa que não fala fino com os EUA, nem grosso com a Bolívia" (como se diplomacia fosse tão simples assim), passamos, apesar dos esforços do Itamaraty no sentido contrário, para uma política externa da introversão. A equipe do atual Governo - com todo respeito, pois há gente de primeira qualidade - dá a impressão de esgotamento e desânimo, algo muito diferente daquela atmosfera de entusiasmo que presenciei em 2003. Não consigo imaginar esse pessoal tocando o Governo por mais quatro anos. Quanto a meu "caso", engana-se profundamente que minha declaração de apoio ao Aécio seria demonstração de motivação política no gesto humanitário de retirada do senador. Muita gente graúda no Brasil e na Bolívia me agradeceu reservadamente por ter resolvido uma questão política, que impedia, por exemplo, a realização de uma visita da Presidente à Bolívia. É claro que nunca dirão isso publicamente. Quem transformou esse episódio num problema foi o Governo brasileiro, que divulgou meu nome à imprensa, num gesto infame imposto pelo Palácio do Planalto que pôs em risco a segurança da minha família. Isso sem falar da forma desrespeitosa como foi tratado o Embaixador Marcel Biato. Diante da politização do caso, é claro que recebi apoios, notadamente do Senador Aécio Neves e do saudoso Governador Eduardo Campos. Votarei em Aécio com convicção, porque identifico nele uma pessoa capaz de trabalhar para que superemos essa polarização exagerada entre o PT e o PSDB, apontada por Eduardo Campos e Marina Silva. Aécio não se comporta como um Messias. Ele não se apresenta como o dono do PSDB e parece ter humildade suficiente para reconhecer seus erros e telhados de vidro (quem não os têm?). Demonstra disposição para trabalhar em equipe. É disso que precisamos. Não creio que fará uma política de terra arrasada ou de caça às bruxas. Aécio, quando Governador, mantinha uma relação respeitosa com o Governo Lula e se entendia com o Prefeito Fernando Pimentel. Quanto ao PT, creio, sinceramente, que, para se fortalecer (e é bom que tenhamos partidos fortes com diversas orientações), precisa passar por um processo de depuração e de debate interno. Qualquer partido ou pessoa que fica muito tempo no poder acaba perdendo a noção da realidade. Isso é da natureza humana: aconteceu com PSDB e é o que ocorre hoje com o PT. Para que a democracia brasileira se fortaleça é importante que haja alternância no poder, respeito às leis e às instituições. Por isso, no dia 26, marcarei 45 »

Brasil Roberta Namour Thu, 23 Oct 2014 05:59:55 +0000 http://www.brasil247.com/157947
Datafolha aponta vitória de Camilo Santana no Ceará http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157955 : De acordo com o levantamento do instituto em parceria com o jornal "O Povo", o petista teria 57% das intenções de voto, ante 43% do senador Eunício Oliveira (PMDB); candidato do governador Cid Gomes (Pros), Camilo Santana subiu quatro pontos em relação ao levantamento do Datafolha do último dia 15 e Eunício caiu quatro pontos  <br clear="all"> :

247 – Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira aponta vitória do candidato do PT Camilo Santana ao governo do Ceará.

De acordo com o levantamento do instituto em parceria com o jornal "O Povo", o petista teria 57% das intenções de voto, ante 43% do senador Eunício Oliveira (PMDB). A margem de erro do levantamento, que ouviu 1.240 eleitores nesta quarta (22), é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Camilo - candidato do governador Cid Gomes (Pros) - subiu quatro pontos em relação ao levantamento do Datafolha do último dia 15 e Eunício caiu quatro pontos. 

Considerando os votos totais, o petista tem 49% (tinha 45%), e o peemedebista 38% (tinha 40%). Brancos e nulos são 5% e indecisos, 8%.

Em uma semana, Camilo também conseguiu reduzir sua taxa de rejeição, de 37% para 33%.

Brasil Roberta Namour Thu, 23 Oct 2014 07:08:51 +0000 http://www.brasil247.com/157955
Mídia militante 1: herdeiro do Estado de SP diz "foda-se a Venezuela" http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157956 : Em ato pró-Aécio, convocado por dirigentes do PSDB, jornalista Fernão Lara Mesquita, herdeiro do jornal “O Estado de S. Paulo”, caminhou pelas ruas de São Paulo com o cartaz: “Foda-se a Venezuela” <br clear="all"> :

247 – Durante o ato pró-Aécio convocado por dirigentes do PSDB em São Paulo, um dos herdeiros do jornal “O Estado de S. Paulo” se destacou entre os cerca de 10 mil militantes presentes com um cartaz insultando a Venezuela. 

O jornalista Fernão Lara Mesquita caminhou pelas ruas do centro da cidade estampando a mensagem: “Foda-se a Venezuela”. A notícia é do blog de Renato Rovai, da Revista Fórum.

Intitulado “Vem pra Rua” – uma referência aos protestos de junho de 2013 –, o ato que contou com a presença do ex-presidente FHC e do ex-jogador Ronaldo contra a “a podridão que está havendo no Brasil”, não atingiu forte mobilização.

Mídia Roberta Namour Thu, 23 Oct 2014 07:17:28 +0000 http://www.brasil247.com/157956
Mídia militante 2: herdeiro do Estado de Minas avisa que não haverá governabilidade http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157957 : Após participar de comício do tucano Aécio Neves em Belo Horizonte, Geraldo Costa Neto, herdeiro do Estado de Minas, chama o ex-presidente Lula de "cachorro verborrágico" no Facebook e diz que a presidente Dilma Rousseff não terá governabilidade; mensagem também foi disparada pelo Whastapp <br clear="all"> :

247 – O herdeiro do Estado de Minas Geraldo Costa Neto usou o Facebook para atacar o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff após participar do comício do presidenciável tucano Aécio Neves, em Belo Horizonte. A mensagem também foi disparada por Whatsapp. Leia na íntegra:

Acabo de voltar do comicio do Aécio Neves . Foi um discurso histórico, de estadista, de gente grande, que pensa no país. Estou convicto de que ele vai ganhar as eleições.

Mas como bom atleticano, sempre me preparo para o pior. E desta vez estou me preparando de verdade. Este ódio que o PT está semeando no país não é decente. "Nos contra eles". "Sul contra norte". Isto é um absurdo. voces não podem fazer isso e continuar governado o país como se nada tivesse acontecido, voces passaram e muito do limite! É um horror o que esta acontecendo! Blasfemando, caluniando, isso é coisa de gente baixa, sem valores, que se unem com a cupula da corja deste país, como maluf, color, barbalho, juntando com o resto dos seus para subtrair o publico, sobre o pretexto de que tiraram pobres da miséria. Isso não lhes dá passe livre para fazer o que quiserem. Chamar uma pessoa de bem de neonazista é coisa de cachorro louco verborragico, se é que este cachorro louco soube o que foi o holocausto de fato.

Ganha-se e perde-se na vida, mas os valores não mudam de acordo com os números da ultima pesquisa. Valor não tem duas caras. Não se faz a coisa na surdina, para fisgar o desprevenido, o desinformado, o humilde.

E eu pensando que este cara iria entrar para a historia como um dos grandes....Jogou a biografia no lixo mais sombrio.
Não é esse o país que quero para os meus filhos! E por favor, se o pior acontecer, coisa que eu não acredito, deletem meu nome no face. Amizade a partir de agora so faço com quem tem os mesmos princípios que os meus. Dirijam-se a mim somente profissionalmente, mesmo que seja para vingança, que eu ja estou esperando. De outro modo, não terão minha atenção.

Voces não terão governabilidade, caso vençam, e isso não é uma ameaça, é uma premunição. Voces estão pisoteando na cabeça de milhões de pessoas de bem, que tem alma e principio. Elas não esquecarao disso. So para ter um punhado de votos a mais. Isto não se faz!!! O jogo de voces não esta sendo disputado dentro das quatro linhas. Colocam inverdades na boca dos outros e se rogam de santo. O tombo de quem faz isso geralmente vem na proporção, não sei, deve estar na bíblia.

Não sei se vou arrepender do que estou escrevendo, mas saibam que este é o meu sentimento que esta entalado ao ver que essas cenas de calunia a luz do dia não serão punidas por nenhuma instancia. Fosse num país serio...Não, isso não é correto. Não vale tudo. O tudo tem seu preço, e os juros estão correndo, mais dos que voces colocaram na nossa economia.

Mas para o bem das pessoas de valores deste país, vocês serão derrotados e o Brasil se libertará da página mais negra da política recente.

Mídia Roberta Namour Thu, 23 Oct 2014 07:29:20 +0000 http://www.brasil247.com/157957
Internet nunca teve tanta força como nessa eleição http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157878 : Tereza Cruvinel afirma, em nova coluna no 247, que "assunto eleições adquiriu uma predominância inédita nos conteúdos publicados e nas mensagens pelas redes sociais"; "Petistas e tucanos trocaram chumbo pesado o tempo todo e a artilharia de Dilma deve ter tido um peso particular em sua recuperação", escreve a jornalista; para 19% dos entrevistados, as redes sociais "influenciaram muito" o voto no primeiro turno, segundo o Datafolha; "Os candidatos que se preparem para estes novos tempos", alerta Tereza <br clear="all"> :

247 – O elemento internet "nunca teve tanta força como nessa campanha", afirma Tereza Cruvinel, em nova coluna publicada em seu blog no 247. "Petistas e tucanos trocaram chumbo pesado o tempo todo e a artilharia de Dilma deve ter tido um peso particular em sua recuperação" nas últimas pesquisas de intenção de voto, avalia a jornalista. "O assunto eleições adquiriu uma predominância inédita nos conteúdos publicados e nas mensagens pelas redes sociais", acrescenta. Leia um trecho sobre o cenário dos eleitores internautas, segundo o Datafolha:

A pesquisa Datafolha realizada na segunda-feira (20) apurou que para 19% dos entrevistados, as redes sociais "influenciaram muito" o voto no primeiro turno. Outros 20% disseram que "influenciaram um pouco". O hábito de declarar o voto nas redes sociais também foi medido: 20% disseram ter feito isso no primeiro turno e 22% já o fizeram agora, no segundo. Segundo a pesquisa, 75% dos internautas inscritos em redes sociais estão lendo notícias sobre as eleições por meio de suas contas: 68% usam o Facebook, 41% o WhatsApp e 11% o Twitter. A soma dá mais de 100% porque alguns usam mais de uma rede. De cada 10 eleitores, seis têm acesso à Internet. Metade destes conectados (47%) conta em alguma rede social e 46% deles dizem compartilhar notícias sobre o pleito.

O professor de Comunicação da UFRJ Cristiano Henrique, que fala ao blog de Tereza Cruvinel, vê um aspecto positivo nesse cenário. Para ele, as redes impulsionaram a ressurreição da política como espaço de reflexão, debate e participação da sociedade, ainda que tenham tratado mais de aspectos pessoais dos candidatos do que de suas propostas. Mas isso já é bem melhor que a passividade e a alienação.

"Os candidatos que se preparem para estes novos tempos, em que as redes terão tanto peso quanto o horário eleitoral e os debates", alerta Tereza. Leia a íntegra em A força da internet e das redes sociais

Mídia Gisele Federicce Wed, 22 Oct 2014 12:23:10 +0000 http://www.brasil247.com/157878
Tom dos colunistas revela desalento com pesquisas http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157845 : Colunistas que têm sido a tropa de choque da oposição no País demonstram certo desânimo com as mais recentes pesquisas eleitorais, que mostraram uma inversão de posições entre a presidente Dilma Rousseff e o senador Aécio Neves, a despeito do empate técnico; Ricardo Noblat admite o fracasso do discurso udenista e fala que agora todos podem roubar; Merval Pereira afirma que o Brasil segue uma trilha fascista; da mesma forma, Arnaldo Jabor prevê um bolivarianismo light, enquanto Dora Kramer diz que a força do PT se deve à "covardia" da sociedade brasileira; calma, a eleição ainda não acabou <br clear="all"> :

247 - A inversão de posições nas pesquisas eleitorais mais recentes, que colocaram a presidente Dilma Rousseff à frente do senador Aécio Neves, a despeito da situação ainda de empate técnico, provocou uma onda de desalento em algumas das principais colunas políticas da imprensa familiar no Brasil.

Enfileirados como tropa de choque da oposição, os colunistas já se mostraram mais otimistas do que agora. E, alguns, revelam até que seu discurso fracassou. É o que caso de Ricardo Noblat, do Globo, que aponta o fiasco da pregação udenista contra a corrupção. Segundo ele, a partir de agora, todos podem roubar. Eis um trecho:

Ora, se todos roubam por que não podemos roubar? Se todos são uns pilantras por que não podemos ser?

E daí?

Daí, nada.

Salvo uma parcela do eleitorado que baba de raiva quando ouve falar em roubalheira, o resto está pouco se lixando. Parte do pressuposto de que todo político é ladrão. E de que só nos resta aturá-los.

Noblat não leva em conta, por exemplo, que o combate à corrupção passa por reformas institucionais, com a mudança do sistema político e o fim do financiamento privado de campanhas.

Também mais desanimado, Merval Pereira diz que o Brasil pode estar rumando para o fascismo. Isso mesmo, o fascismo:

"Daqui para frente, é a Míriam Leitão falando mal da Dilma na televisão, e a gente falando bem dela (Dilma) na periferia. É o (William) Bonner falando mal dela no "Jornal Nacional", e a gente falando bem dela em casa. Agora somos nós contra eles [...]". 

 
Essa fala irresponsável é do ex-presidente Lula no seu papel de língua de trapo da campanha petista. O PT deu agora para nomear seus "inimigos", incentivando assim ações radicais contra jornalistas que consideram adversários do "projeto popular". 
 
Recentemente, um dirigente do partido havia nomeado sete jornalistas numa espécie de "lista negra". É uma típica ação fascista, que está sendo usada já há algum tempo na Argentina de Cristina Kirchner. É neste caminho que vamos, caso Dilma se reeleja.
 
Merval repete a linha já usada por Arnaldo Jabor, que disse que o Brasil caminhará para um "bolivarianismo light", caso a presidente Dilma Rousseff se reeleja.

Outra expoente dessa linha de frente da oposição, a colunista Dora Kramer elencou, nesta quarta-feira, as razões que justificariam a força eleitoral do PT. Eis seus pontos:

Esse ambiente é fruto de uma criação coletiva. Produto da tolerância dos informados que puseram seus atributos e respectivos instrumentos à disposição do deslumbramento, da bajulação e da opção pela indulgência. Gente que tem vergonha de tudo, até de exigir que o presidente da República fale direito o idioma do país, mas não parece se importar de lidar com quem não tem pudor algum.

Da esperteza dos arautos do atraso e dos trapaceiros da política que viram nessa aliança uma janela de oportunidade. A salvação que os tiraria do aperto em que estavam já caminhando para o ostracismo. Foram ressuscitados e por isso estão gratos.

Da ambição dos que vendem suas convicções (quando as têm) em troca de verbas do Estado.

Da covardia dos que se calam com medo das patrulhas.

Do despeito dos ressentidos.

Do complexo de culpa dos mal resolvidos.

Da torpeza dos oportunistas.

Da superioridade dos cínicos.

Da falsa isenção dos preguiçosos.

Da preguiça dos irresponsáveis.

O tom de desânimo dos colunistas, que já buscam argumentos para uma eventual derrota, é evidente e revela certa desconfiança dos quatro colunistas nas possibilidades eleitorais da oposição. Mas, talvez, estejam todos eles sendo precipitados. Afinal, o segundo turno ainda não aconteceu. Mas o fato é que estão todos de farol baixo.


Mídia Leonardo Attuch Wed, 22 Oct 2014 10:17:29 +0000 http://www.brasil247.com/157845
Aécio diz que irá revidar ataques feitos pelo PT http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/157856 : "Eu não levo desaforo para casa. Se alguém mente, eu tenho que responder", ressalta candidato do PSDB, em entrevista concedida nesta quarta-feira à Rádio Jornal, de Pernambuco; segundo ele, "Lula não está fazendo uma campanha de quem está tranquilo, quem está vitorioso. Respeito o Lula, mas faço campanha olhando para frente"; tucano disse querer "ser lembrado como o presidente da República que mais fez pelo Nordeste" e voltou a criticar tom da campanha da presidente Dilma; "Esses ataques do PT são típicos de quem não quer deixar o poder", diz <br clear="all"> :

Pernambuco 247 - O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, disse que os ataques feitos pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que comparou os tucanos a nazistas e a Herodes, apontam que o PT não está convicto de que a presidente Dilma Rousseff será reeleita no próximo dia 26.

"Não é uma campanha de quem está tranquilo, de quem está se sentindo vitorioso", disse Aécio em entrevista à Rádio Jornal, nesta quarta-feira (22). Ele disse que irá revidar os ataques sofridos e afirmou que o Governo Federal tem retaliado o Estado de Pernambuco ao não liberar recursos previstos para a realização de obras e projetos.

"Não acho apropriado um ex-presidente da República, numa campanha eleitoral, ofender seus adversários apenas porque são adversários", disse o tucano. Segundo ele, Lula proferiu um "golpe abaixo da cintura". "Nessa época eleitoral, todo tipo de exploração vem. Inclusive uma que nós classificamos como sendo abaixo da cintura", completou.

A crítica de Aécio se deve ao discurso feito por Lula, nesta terça-feira (21), no Recife, quando comparou os tucanos com os nazistas. "De vez em quando, parece que estão agredindo a gente como os nazistas agrediam no tempo da Segunda Guerra Mundial", disse o petista para milhares de pessoas que o acompanhavam em uma caminhada. Aécio disse que não deixará o fato passar em brancas nuvens. "Eu não levo desaforo para casa. Se alguém mente, me ofende, ofende a minha família, eu tenho que responder", disparou.

O tucano reconheceu que a eleição de Lula em 2002 foi de grande importância para a democracia brasileira, muito embora tenha dito que só votou no petista no segundo turno das eleições que ele disputou contra o ex-presidente Fernando Collor, em 1989.

O candidato disse, ainda, que o governo da presidente Dilma tem retaliado as gestões do PSB em nível estadual, também, no Recife. A retaliação estaria em curso desde que o ex-governador Eduardo Campos (PSB), falecido em um acidente aéreo no dia 13 de agosto, em Santos (SP), decidiu concorrer à Presidência da República.

"Me assusta a forma como o PT vem tratando o prefeito da capital [Geraldo Julio (PSB)]. Será que o governo do PT também vai tratar o governador mais votado no Brasil de forma discriminatória? Espero que não", observou..

"Quando o governo federal deixa de transferir os repasses, por exemplo, para o Hospital da Mulher do Recife, ou a área da Saúde, ou para a feira de Afogados, simplesmente porque o prefeito Geraldo Julio e o governador [eleito] Paulo Câmara tiveram uma posição solidária a Eduardo Campos, eu acho que é um grande equívoco, porque o dinheiro não é deles. É dinheiro público, do cidadão", afirmou.

Pernambuco 247 Paulo Emílio Wed, 22 Oct 2014 10:55:59 +0000 http://www.brasil247.com/157856
Diretor da Petrobras apresenta atestado e não vai à CPMI http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157859 Agência Petrobras: Diretor de Abastecimento, José Carlos Cosenza José Carlos Cosenza, substituto de Paulo Roberto Costa na diretoria de Abastecimento na Petrobras, apresentou atestado para justificar sua ausência na audiência que aconteceria hoje às 14h; depoimento foi adiado, mas ainda não há nova data; denúncias apontam que Costa teria continuado o esquema de corrupção na Petrobras por intermédio do atual diretor <br clear="all"> Agência Petrobras: Diretor de Abastecimento, José Carlos Cosenza

Agência Câmara - O diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza, apresentou atestado médico à CPI Mista para justificar sua ausência na reunião agendada para hoje, às 14h30.

No entanto, o presidente da comissão, senador Vital do Rêgo, manteve a reunião, que ocorrerá no plenário 2 da Ala Nilo Coelho, no Senado.

Consenza substituiu Paulo Roberto Costa, que saiu da Petrobras em abril de 2012. Costa foi preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), por suspeitas de superfaturamento e lavagem de dinheiro na estatal. Após acordo de delação premiada, o ex-diretor passou a cumprir pena domiciliar.

No requerimento de convocação, o deputado Rubens Bueno (PPS-PR) cita reportagens divulgadas pela imprensa para justificar o depoimento de Cosenza. Segundo uma delas, Costa teria continuado o esquema de corrupção na Petrobras por intermédio do atual diretor.

Ainda não foi marcada nova data para o depoimento.

Brasil Gisele Federicce Wed, 22 Oct 2014 10:59:41 +0000 http://www.brasil247.com/157859
"Não queremos Rollemberg", dizem petistas http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/157875 : Circula na Rodoviária do Plano Piloto material com a defesa do voto em Dilma Rousseff (PT) para presidente e Jofran Frejat (PR) para governador do Distrito Federal; com tiragem de 2 milhões de exemplares, os panfletos são impressos com o CNPJ da coligação Com a força do povo, da presidente Dilma; os cabos eleitorais do PR demonstram surpresa, enquanto petistas afirmam: “Não queremos Rollemberg” <br clear="all"> :

Brasília 247 - Como informa a jornalista Ana Maria Campos, do Correio Braziliense, muito material com a defesa do voto em Dilma Rousseff (PT) para presidente e Jofran Frejat (PR) para governador do Distrito Federal tem sido distribuído na Rodoviária do Plano Piloto.

Com tiragem de 2 milhões de exemplares, os panfletos são impressos com o CNPJ da coligação Com a força do povo, da presidente Dilma. Cabos eleitorais de Frejat se surpreenderam e tentaram entender. Os petistas foram claros: “Não queremos Rollemberg”

No DF, o candidato Rodrigo Rollemberg (PSB) lidera nas intenções de voto com 57%, enquanto Frejat tem 43%, segundo a última pesquisa divulgada pelo Ibope ontem (21). Além disso, o senador socialista e o diretório regional do PSB declararam apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB) para presidente no segundo turno. Soma-se a isso, o fato de a principal cabo eleitoral de Rollemberg ser Marina Silva (PSB), que ficou de fora do segundo turno para presidente e formou aliança com Aécio, negando-se a qualquer pacto com o PT.

Rollemberg tem um considerável histórico de alianças com os petistas, tendo integrado o governo do ex-presidente Lula, como secretário de Ciência e Tecnologia, e tendo participado da base do governador Agnelo Queiroz (PT) nas eleições de 2010, de quem se afastou dois anos depois alegando discordar da gestão.

Ao longo da campanha destas eleições, Rollemberg tem declarado oposição ao partido de Dilma e sustentou duras críticas à gestão de Agnelo. Conduta compartilhada pelo grupo político de Frejat, inclusive pelo próprio José Roberto Arruda (PR), ex-governador do DF e ex-candidato ao governo, que teve sua candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa. Arruda declarou, desde o início da campanha, que seu voto seria em Aécio.

 

Brasília 247 Leonardo Araújo Wed, 22 Oct 2014 12:06:18 +0000 http://www.brasil247.com/157875
Morrem duas pessoas vítimas de explosão em MG http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/157876 : Morreram dois funcionários vítimas da explosão dentro da Cimed Medicamentos, em Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais; um deles, identificado como Carlos Israel dos Santos Souza, de 23 anos, teve 90% do corpo queimado; o acidente deixou 26 feridos; estão internados em estado grave na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Jalber Mendes das Chagas, de 40 anos, e Gilmar Pereira de Oliveira <br clear="all"> :

Minas 247 – Morreram nesta terça-feira (22) dois funcionários vítimas da explosão dentro da Cimed Medicamentos, em Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais. Um deles, identificado como Carlos Israel dos Santos Souza, de 23 anos, teve 90% do corpo queimado. O acidente deixou 26 feridos. Estão internados em estado grave na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Jalber Mendes das Chagas, de 40 anos, e Gilmar Pereira de Oliveira.

A explosão ocorreu na estufa usada para secar medicamentos. Como consequência da explosão, as paredes e o teto do imóvel foram danificados. Segundo a assessoria de imprensa da Cimed Medicamentos, nenhum problema grave foi detectado no prédio de dois andares, que já está liberado.

O Corpo de Bombeiros informou que a unidade da Cimed em Pouso Alegre está regular. A polícia terá 30 dias para investigar as causas do acidente.

Minas 247 Leonardo Lucena Wed, 22 Oct 2014 13:51:20 +0000 http://www.brasil247.com/157876
Novo Datafolha confirma: Dilma tem 52% e Aécio, 48% http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157816 : Nova sondagem aponta praticamente para o mesmo cenário publicado na segunda-feira, de empate técnico, com vantagem numérica para a candidata do PT à reeleição: Dilma Rousseff aparece com 52% dos votos válidos, enquanto seu adversário Aécio Neves, presidenciável do PSDB, detém apoio de 48% do eleitorado; no entanto, se considerados os votos totais, os números mudaram ligeiramente, com a presidente subindo para 47%, de 46%, e o tucano com 43% das intenções de voto; Dilma cresceu entre mulheres e no Sudeste  <br clear="all"> :

SÃO PAULO - Divulgada há pouco, a nova pesquisa do Instituto Datafolha mostrou praticamente os mesmos números do levantamento anterior, publicado na segunda-feira. Na mais recente leitura, Dilma Rousseff, candidata à presidência aparece com 52% dos votos válidos, enquanto seu adversário, Aécio Neves, presidenciável do PSDB, detém apoio de 48% do eleitorado.

Neste contexto, permanece o empate técnico entre os dois candidatos considerando o limite máximo da margem de erro, de 2 pontos porcentuais.

Se considerados os votos totais, os números mudaram ligeiramente, com Dilma subindo para 47%, de 46% na pesquisa anterior, e Aécio mantendo 43% das intenções de voto. Já os votos brancos e nulos oscilaram de 5% para 6%, enquanto os indecisos caíram de 6% para 4%.

Entre os eleitores da petista, 82% acreditam que ela vencerá a disputa presidencial. O eleitorado do tucano é um pouco menos otimista, com 78% achando que ele será eleito nas urnas.

Dilma cresce entre mulheres e no Sudeste

A intenção de voto da candidata à reeleição entre as mulheres aumentou para 47%, ante 42% apontado no levantamento realizado no dia 9 de outubro. No mesmo contexto, o índice da petista na região Sudeste subiu para 40%, de 34%. Entre os eleitores que recebem entre dois e cinco salários mínimos, o porcentual da candidata do PT avançou para 45%, de 39% apontado no dia 15 de outubro.

Contratada pelo jornal Folha de S. Paulo, a pesquisa Datafolha ouviu 4.355 eleitores nesta terça-feira, em 256 municípios de todo o país. O nível de confiança do levantamento é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01160/2014.

Texto divulgado nas redes sociais usa dados errados 

247 - Uma mensagem tem circulado na internet intitulada "Farsa da pesquisa Datafolha --divulguem". O texto usa dados incorretos para sustentar a tese de que Aécio Neves (PSDB) estaria à frente de Dilma Rousseff (PT) no segundo turno.

Ao citar as intenções de voto em Dilma e Aécio em cada região do país, a mensagem utiliza dados da pesquisa Datafolha anterior, realizada em 14 e 15 de outubro (em que Aécio tinha 51%, e Dilma, 49%), e não os desta segunda-feira – que aponta a presidente com 52% e o tucano com 48%.

Poder Roberta Namour Wed, 22 Oct 2014 05:38:52 +0000 http://www.brasil247.com/157816
Otimismo com economia explica alta de Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157817 : Expectativa de aumento dos preços caiu para o patamar mais baixo da série do Datafolha, desde 2007; em abril, no momento de maior pessimismo, 64% dos brasileiros achavam que a inflação iria aumentar; agora, índice é de apenas 31%; quanto ao desemprego, poder de compra, situação econômica do país e a própria situação, a tendência é a mesma: otimismo em alta e pessimismo em queda; cenário impulsiona vantagem numérica de Dilma Rousseff em novo levantamento do instituto, em comparação com a pesquisa de segunda-feira: se considerados os votos totais, presidente sobe para 47%, de 46%, e o tucano Aécio Neves se mantém com 43% <br clear="all"> :

247 - Pesquisa Datafolha realizada nesta terça (21) mostra o brasileiro mais otimista quando ao rumo da economia e a expectativa de aumento dos preços caiu para o patamar mais baixo da série do instituto, desde 2007.

Em abril, no momento de maior pessimismo, 64% achavam que a inflação iria aumentar. Agora, índice é de apenas 31%. A esperança de queda da inflação também é recorde. Para 21%, o índice irá diminuir.

Quanto ao desemprego, poder de compra, situação econômica do país e a própria situação, a tendência é a mesma: otimismo em alta e pessimismo em queda.

O cenario confirma vantagem numérica da presidente Dilma Rousseff. A nova pesquisa do Instituto Datafolha mostrou praticamente os mesmos números do levantamento anterior, publicado na segunda-feira. Na mais recente leitura, Dilma Rousseff, candidata à presidência aparece com 52% dos votos válidos, enquanto seu adversário, Aécio Neves, presidenciável do PSDB, detém apoio de 48% do eleitorado.

Neste contexto, permanece o empate técnico entre os dois candidatos considerando o limite máximo da margem de erro, de 2 pontos porcentuais.

Se considerados os votos totais, os números mudaram ligeiramente, com Dilma subindo para 47%, de 46% na pesquisa anterior, e Aécio mantendo 43% das intenções de voto. Já os votos brancos e nulos oscilaram de 5% para 6%, enquanto os indecisos caíram de 6% para 4%. 

Economia Roberta Namour Wed, 22 Oct 2014 05:30:17 +0000 http://www.brasil247.com/157817
Goldman: "Dilma merece medalha de sacanagem" http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157819 : Tucanos reagem ao uso da crise hídrica em São Paulo pela campanha da presidente Dilma Rousseff; o comitê do presidenciável Aécio Neves teme que o problema de abastecimento do governo de Geraldo Alckmin (PSDB) transfira mais votos para a candidata à reeleição no maior colégio eleitoral do País: ‘Alckmin está no governo há anos e tem uma respeitabilidade com os paulistas que Aécio ainda não conquistou. Dilma merece a medalha da sacanagem. Fazendo o que faz, vai perder a legitimidade se for reeleita’, disse o ex-governador Alberto Goldman (PSDB); colunista Breno Altman afirma que ele flerta com golpismo <br clear="all"> :

247 – Diante de nova pesquisa Datafolha que mostra a presidente Dilma Rousseff em alta entre mulheres e no Sudeste, a campanha do tucano Aécio Neves culpa a falta d’água em São Paulo pelo cenário.

Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, interlocutores de Aécio temem que o problema de abastecimento do governo de Geraldo Alckmin (PSDB) transfira mais votos para a candidata à reeleição no maior colégio eleitoral do País.

“Alckmin está no governo há anos e tem uma respeitabilidade com os paulistas que Aécio ainda não conquistou”, diz ex-governador Alberto Goldman (PSDB), que depois, ataca o uso do tema pela campanha do PT: “Dilma merece a medalha da sacanagem. Fazendo o que faz, vai perder a legitimidade se for reeleita”.

O colunista Breno Altman afirma que ele flerta com o golpismo (leia aqui). 

SP 247 Roberta Namour Wed, 22 Oct 2014 05:50:23 +0000 http://www.brasil247.com/157819
Lula: 'Quem arrumou a casa fomos nós' http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157824 STUCKERT: Segundo o ex-presidente Lula, a mídia tradicional agride a democracia e esconde o debate de projetos: o de Dilma Rousseff seria focado em avançar nas políticas que respeitam os trabalhadores e que estão mudando o Brasil; e o do tucano Aécio Neves, levaria ao retrocesso; quanto às críticas do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, diz: "Ele, na verdade, é um desarrumador de casa. Quem arrumou a casa fomos nós" <br clear="all"> STUCKERT:

por Paulo Donizetti de Souza e Vitor Nuzzi, da Rede Brasil Atual

Parece que foi ontem, mas aconteceu em 2002. O metalúrgico, sindicalista e fundador do PT Luiz Inácio Lula da Silva tornava-se presidente da República, em sua quarta tentativa. Derrotou o partido que, hoje, 12 anos depois, diz ser o da "mudança."

O PSDB de Aécio Neves já tem até ministro anunciado, o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, que insiste: é preciso “arrumar a casa”, a economia está uma bagunça. Como assim?, pergunta Lula. "Ele, na verdade, é um desarrumador de casa. Quem arrumou a casa fomos nós."

Para o ex-presidente brasileiro, a expressão do economista é um eufemismo para aumentar o desemprego e reduzir ganhos salariais em nome da eficiência das contas públicas. Ou em sua definição: “Arrumar a casa é tirar aquilo que o povo conquistou neste período de 12 anos”.
Em meio ao vale-tudo desenfreado na reta final da eleição, Lula recebeu a Revista do Brasil para uma reflexão sobre a necessidade de aumentar a consciência política das pessoas. “Se ficar só na agressão pessoal ou partidária, eu acho que a gente não politiza a sociedade.”

Lula pede ao povo para ficar alerta em relação às propostas em jogo: manter uma política que busque reduzir as históricas desigualdades do país, projeto personificado por Dilma; ou devolver o poder a um grupo que governa para apenas uma parcela da população.

Segundo ele, a mídia tradicional trabalha diuturnamente contra o PT, esconde a comparação de projetos e despolitiza os debates. “Gostaria que a campanha, ao terminar, além do somatório de votos, tivesse um crescimento da consciência política da sociedade”, diz.

Pouco mais de um ano atrás, o senhor deu uma entrevista falando que “estava no jogo”. Agora, próximo do segundo turno, não acha que o jogo ficou mais bruto?

Os adversários, embora sejam os mesmos das outras disputas, estão mais raivosos. O que é uma contradição com todo o discurso que eles fazem ou faziam, que o PT era agressivo... Agora, é o PT que está muito tranquilo e eles que estão muito agressivos. Em alguns casos, com campanha de denúncias e difamações que somente a extrema-direita tinha competência de fazer em alguns momentos históricos do Brasil.

Agora, de qualquer forma, o jogo sempre vai ser duro quando o PT está numa disputa de uma prefeitura, de um estado ou do Brasil. Porque o PT conseguiu mudar o jeito de governar o Brasil, conseguiu estabelecer uma nova relação entre o Estado e a sociedade, entre o governo e os setores organizados da sociedade. Isso incomoda essas pessoas, porque eles não querem que as pessoas participem. Chegamos ao cúmulo de estarem raivosos porque as pessoas que votaram na Dilma são “desinformadas”, “informados” são só os que votaram neles. Acho que esse ódio que está sendo divulgado, essa campanha feita diuturnamente contra o PT, que não é de hoje – isso é desde que nós nascemos, mas mais marcadamente depois que chegamos ao governo – fez com que a campanha fosse mais radicalizada. Nós temos uma estratégia de campanha, temos uma candidata competente, que tem experiência de vida, e estamos preparados para qualquer embate. Gostaria que a campanha, ao terminar, além do somatório de votos, tivesse um crescimento da consciência política da sociedade. Que as pessoas saiam do processo eleitoral gostando mais de política, se sentindo participativas, dispostas a exigir e a cobrar mais dos eleitos. Eu espero isso. Se ficar só na agressão pessoal ou partidária, a gente não politiza a sociedade.

Essa queda de qualidade na oposição, que não privilegia o debate de projetos, tem a ver com o perfil do Fernando Henrique, do estilo dele de ser oposição?

Neste momento, há um esforço muito grande, enorme, de uma parte da imprensa brasileira de tentar ressuscitar o Fernando Henrique Cardoso. Tem muita gente que tem 30 anos hoje e nem lembra que o Fernando Henrique Cardoso foi presidente da República. Há uma tentativa de ressuscitá-lo como porta-voz de um partido que não se comporta como partido de oposição, porque não tem um programa alternativo para a sociedade. O que tem, na verdade, é uma imprensa partidarizada. A grande oposição no Brasil hoje não é o PSDB, é a imprensa. Enquanto o candidato espera o ano inteiro para ter 45 dias, para ter o horário na televisão, eles fazem campanha 24 horas por dia durante o ano inteiro, não tem limite. O Fernando Henrique tem hoje pouca ascendência sobre a campanha eleitoral, tem pouco voto. E acho que é por isso que o PSDB, desde que ele deixou a Presidência, não utiliza ele em debate. O Aécio utilizou mais porque para ganhar dentro do PSDB, precisou do apoio do Fernando Henrique, que, como todo mundo sabe, historicamente não é muito simpático ao Serra. A qualidade da oposição caiu. Aliás, a qualidade do debate político caiu muito. E Fernando Henrique tem responsabilidade nisso, porque puxa para baixo o debate, quando poderia elevar. Essa que ele disse agora, que quem votou na Dilma é a parte mais desinformada da sociedade, do Nordeste, é de uma grosseria elitista que jamais poderia sair da boca de um sociólogo. O cara estuda, mas a massa encefálica tá pronta na cabeça dele. Ele não pode mudar. Ele pensa exatamente assim, que o Brasil tem de ter uma camada pobre que não tem direito a nada. Hoje, o cidadão tem mais cidadania, mais salário, política de transferência de renda, crédito consignado, crédito rural, tudo melhorou. Então, o mundo que ele vê é do tempo que ele governava. Por isso, rebaixa tanto o debate político e econômico.

Assim como em 2010, logo depois do primeiro turno houve manifestações nas redes sociais contra os nordestinos. A conscientização não avançou, vivemos uma certa separação, principalmente, entre Sudeste e Nordeste?

Acho que o nível de consciência política às vezes acirra esse debate. Mas se você olhar historicamente, grande parte dos políticos nordestinos sempre achou que São Paulo age com eles como os Estados Unidos age com outros países. Que São Paulo é uma espécie de Estado imperialista. E, ao mesmo tempo, São Paulo leva sempre vantagem, porque é o mais rico. O que nós começamos a fazer? Começamos a estabelecer uma política de desenvolvimento que levasse em conta a diminuição das desigualdades regionais. Permitir que o país fosse mais igual, tivesse mais escolas, diminuísse a mortalidade infantil, o analfabetismo, que tivesse mais empresas e mais emprego no Nordeste. E esse foi o grande mote que fez com que o Nordeste crescesse mais do que São Paulo. E você percebe que a importância da economia paulista em relação ao PIB tem diminuído. Não é só porque tem perdido empresa, é porque o Nordeste tem ganhado empresa e gerado desenvolvimento mais rápido. O que é normal. E as pessoas começam a ter direitos, a exigir mais, e aí fomenta essa divergência que eu acho absurda. Não é só no Brasil. No mundo inteiro, sempre foi assim. Quando a camada mais pobre ou uma região começa a ascender socialmente, aqueles que já ascenderam começam a ficar com raiva. É mais gente no restaurante, no avião, no aeroporto, viajando de trem, no shopping. E gente que eles não conheciam, que antigamente não conseguia entrar no shopping. Isso vai criando um certo rancor… Esse pensamento, graças a Deus, está na cabeça de uma minoria. E não tem preconceito com nordestino rico, contra o negro rico. O preconceito está ligado à possibilidade econômica das pessoas. Eu fico triste quando um homem como Fernando Henrique Cardoso abre a boca para falar uma bobagem dessa.

Como o debate de projetos escondido no noticiário, o destaque de todos os jornais são as “denúncias” do diretor da Petrobras investigado, do doleiro. De que forma esse clima afeta a campanha da presidenta Dilma?

Estou muito preocupado. Eu tenho a impressão de que neste país tem sempre uma tentativa de golpe. Tem sempre um Carlos Lacerda querendo derrubar alguém. Você tem um processo em que as pessoas estão fazendo delação premiada, esse processo está nas mãos de um ministro da Suprema Corte, porque não pode vazar, porque depois da delação é possível investigar se é verdade. Estranhamente, como a Suprema Corte reivindicou o processo para lá, o juiz convoca as pessoas para depor e colocar na internet o depoimento, quase como se fosse uma ação política, quase como se fosse "vamos fazer um depoimento agora para dar material de campanha para os adversários do PT". Se daqui a três ou quatro meses for provado que não é verdade aquilo que ele falou, o prejuízo está feito. É gravíssimo o que está acontecendo, às vezes me cheira a tentativa de golpe mesmo, de colocar em risco o processo democrático. O que foi prometido para esses senhores na delação premiada? Será que foi só diminuir a pena ou será que foi prometido “se o PT for derrotado, poderá ter mais coisas?” A gente não sabe. É um processo insidioso, porque não tem nenhum momento na história do Brasil em que o governo investigou mais qualquer denúncia contra qualquer pessoa como neste governo, que tenha a quantidade de instrumentos, desde a transparência das coisas que o governo faz, até a fiscalização do Ministério Público, do Tribunal de Contas, da Controladoria Geral da República. Ou seja, é o governo que criou a Lei de Acesso à Informação. Eu me preocupo, porque acho que isso é uma tentativa de fazer interferência no processo eleitoral a 15 dias das eleições.

Ontem (quinta, 9 de outubro) houve um debate na GloboNews entre o ministro Guido Mantega e o Armínio Fraga (ex-presidente do Banco Central no governo FHC). Enquanto o ministro Mantega enfatizava os ganhos sociais decorrentes das escolhas econômicas que o governo fez, o Armínio insistia na necessidade de arrumar a casa. Como essas diferenças de pensamento podem ser traduzidas?

Quando o Armínio Fraga fala em arrumar a casa, é porque ele não tem coragem de dizer que é preciso ter um pouco de desemprego, na lógica dele, é preciso diminuir os ganhos salariais e o salário mínimo, acabar com essa política de transferência de renda, e é preciso dificultar o crédito. Se ele pudesse falar fora do processo eleitoral o que ele ia fazer, era exatamente isso. Por isso que ele fala “arrumar a casa”. Ele não é nenhuma arrumadeira, porque quando estava no Banco Central ajudou a desarrumar a economia deste país. A inflação estava 12,5% quando eu cheguei na Presidência da República, o Brasil devia US$ 30 bilhões para o FMI. Viviam, ele e o Malan (o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan), nos Estados Unidos buscando dinheiro para fechar a conta no final do mês, nós tínhamos um desemprego de quase 13%, o salário dos trabalhadores não aumentava, o salário mínimo não aumentava... Então, ele, na verdade, é um desarrumador de casa. Quem arrumou a casa fomos nós, que provamos que é possível aumentar o salário mínimo, o salário das categorias organizadas, que é possível fazer política de transferência de renda e, ao mesmo tempo, é possível controlar a inflação. É importante que o povo saiba claramente que o que está em jogo é um projeto de volta ao que nós já conhecemos há muito tempo neste país, a um passado em que os trabalhadores faziam greve e não ganhavam nada.

Eu cansei de fazer greve, às vezes nem inflação a gente recebia. Então, eu acho que o Guido e a presidenta Dilma têm dito, em todas as oportunidades que eu vejo eles falarem, que esta é uma crise do capitalismo, feita pelo sistema financeiro, no coração do sistema financeiro e que os trabalhadores não têm de pagar. Logo que saiu a crise, em 2008, o Gordon Brown (ex-primeiro-ministro do Reino Unido) fez uma visita ao Brasil e foi uma coisa que a imprensa deu muito destaque quando eu disse: olha, é importante que vocês saibam que não são os negros da África, os índios da América Latina os responsáveis por essa crise. Os responsáveis são os loiros de olhos azuis. E a Dilma tem dito categoricamente: não haverá prejuízo para o trabalhador brasileiro com essa crise. Apesar do negativismo da imprensa brasileira, há um reconhecimento no mundo inteiro do milagre que o Brasil fez. Embora o PIB não esteja crescendo tal como todos nós gostaríamos, a verdade é nós estamos com desemprego menor do que muitos países que conhecemos e são desenvolvidos. E esse é um valor extraordinário, emprego; e as pessoas ainda tendo aumento real de salário. Isso é muito importante. Todo mundo vê o Armínio falar de vez em quando “o salário mínimo está muito alto, cresceu em demasia”. O que ele quer? Não pode aumentar o salário mínimo? Fazer ajuste fiscal e fazer o trabalhador pagar o preço? No nosso governo não vai acontecer isso.

Ele também fala sobre diminuir os bancos públicos...

Mas é importante a gente lembrar que eles queriam privatizar todos os bancos públicos. O que incomoda para eles os bancos públicos? Quando estourou a crise em 2008, numa conversa que tive por telefone com o presidente Obama, comecei a mostrar que seria importante que os Estados Unidos tivessem um sistema financeiro mais ou menos igual ao nosso, que temos três bancos públicos fortes, e temos bancos privados fortes. Eu citava o Banco do Brasil, a Caixa, o BNDES como os três instrumentos que me permitiram acionar para tirar o Brasil da crise.

Logo que veio a crise, nós liberamos R$ 100 milhões do compulsório na expectativa de que o sistema financeiro utilizasse o dinheiro para financiar o mercado. O que aconteceu? Pegaram e compraram títulos do governo. Ou seja, fomos obrigados a fortalecer os bancos públicos. Foram o Banco do Brasil, a Caixa e o BNDES que não deixaram este país entrar na bancarrota. São esses bancos que fazem o crédito para a agricultura, que financiam Minha Casa, Minha Vida, a agricultura familiar. Esses bancos têm uma importância extraordinária para este país. E eles querem acabar.

Na nossa visão de Estado, os bancos públicos têm um papel extraordinário de equilíbrio no mercado financeiro. Eles se incomodam porque o BNDES está emprestando muito dinheiro que eles gostariam de emprestar. Emprestem! Agora, se tiver gente precisando de dinheiro e os bancos não querem emprestar, o governo vai ajudar, porque queremos que se empreste para o desenvolvimento do país.

Então, eu acho que o povo tem de ficar alerta. O “arrumar a casa” deles é tirar aquilo que o povo conquistou neste período de 12 anos. É diminuir o papel dos bancos públicos, ou vender. Eles já queriam fazer isso 12 anos atrás. Eles querem vender o patrimônio do país e, por isso, eu acho que eles não vão ganhar as eleições, porque o Brasil aprendeu que os bancos públicos têm um papel extraordinário no desenvolvimento da nossa economia.

Esse debate muito concentrado em inflação, superávit, PIB não acaba marginalizando a discussão sobre a política industrial?

Na verdade, se discute política industrial, o governo tem propostas de inovação. Nós demos um salto de qualidade na indústria automobilística.

De vez em quando, vejo as pessoas dizerem que não tem investimento. Faz quatro anos consecutivos que o Brasil é o terceiro ou quatro país a receber investimento direto. Este ano, vamos chegar a US$ 67 bilhões. No tempo deles, acho que o máximo que conseguiram foi US$ 19 bilhões, e eles faziam festa.

Quando eu estava na Presidência, muitas vezes eu discutia com o Palocci (Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda), com o Meirelles (Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central), com o Guido (Mantega, então do Planejamento, hoje Fazenda), uma coisa que não é muito aceita pelos economistas. Você tem de discutir superávit e meta de inflação, sim, mas vamos discutir meta de inflação, e vamos discutir meta de crescimento. Tentar estabelecer compromisso de controlar a inflação e de fazer a economia crescer.

Não é uma discussão fácil, porque eles (economistas) acham que não combinam as duas discussões. É um debate que nós precisamos fazer. Se eu não tiver uma meta, eu não vou atrás. Quando eu estava na Villares (metalúrgica em que Lula trabalhou no ABC Paulista) a gente recebia um lote de peças e uma cartela que dizia em quantos minutos era pra fazer cada peça. Então, eu acho que, na economia, nós também precisamos inovar. Vamos estabelecer meta de crescimento, de investimento, ciência e tecnologia, dar desafios para a gente mesmo cumprir.

Entraria emprego na meta do Copom, que considera basicamente a situação inflacionária?

Veja, o governo estabelece meta. O Banco Central só tem como instrumento os juros. Ou seja, o governo tem outro instrumento, que é cortar ou estimular o crédito. Quando chegamos na Presidência da República, no Brasil inteiro tinha apenas R$ 380 bilhões em oferta de crédito. Hoje, só o Banco do Brasil deve ter R$ 675 bilhões ou mais. Então, você tinha uma opção. Reduzir a taxa Selic e cortar o crédito. Eu dizia: cortar o crédito é cortar na veia. A taxa Selic pode demorar seis meses para surtir efeito. Agora, quando você corta o crédito é no dia seguinte. O cara não vai na loja comprar.

Então, eu era favorável... Aumentava a taxa Selic e diminuía a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo). A gente foi manuseando isso. E deu certo. A TJLP é bem menor que a taxa Selic. A gente não pode usar a palavra “subsidiado” porque a Organização Mundial do Comércio vai encher o saco, mas você pega a Caixa Econômica, o Minha Casa, Minha Vida, se a pessoa tivesse de comprar uma casa de R$ 60 mil pelo sistema financeiro normal ela pagaria R$ 900 por mês. Ela paga R$ 50 porque é subsidiado. E se não for subsidiado, como o pobre vai ter casa? O Estado tem de assumir.

É como o programa Luz para Todos. No tempo do Fernando Henrique Cardoso, tinha o Luz no Campo, em que o cara tinha de pagar tudo. Ora, mas o cara que está no meio do mato não pode pagar nada. Vamos levar pra ele. Isso custou quase R$ 20 bilhões aos cofres públicos, mas esses cidadãos têm o direito de serem tratados como o cara que mora na avenida Paulista, em Copacabana, ou na Marechal Deodoro... E nenhuma empresa privada vai levar energia se não tiver retorno. Então, o Estado tem de levar.

O debate econômico é estreito?

Acho que o debate econômico tem de ser mais plural. Hoje, nós não temos mais debate econômico porque você não tem economista, é só analista de mercado, analista de mercado, analista de mercado. O debate passa por isso. Tentamos fazer isso, e a Dilma tenta fazer, mapear quais os setores em que o Brasil é competitivo. Sabe o que acontece?

Vou te dar um exemplo. Na agricultura, o Brasil é altamente competitivo. Nós temos tecnologia, terra, água, sol. Esse é um setor em que o Brasil pode avançar. O setor de papel e celulose, podemos ter uma indústria extraordinária neste país. Na indústria química, o Brasil pode se tornar competitivo. Precisamos abrir novos mercados para que a gente possa competir com os chineses, os americanos, os alemães, naquilo que a gente pode competir.

E essa discussão de desenvolvimento tem de estar ligada ao debate econômico. Debate econômico não é só inflação, dívida pública... É discutir geração de emprego, poder do salário, ganhos sociais do povo brasileiro, industrialização, investimento em infraestrutura. A gente não pode deixar de lembrar que nós, em 12 anos, recuperamos a indústria naval brasileira. Em 1970, nós eramos a segunda indústria naval do mundo.

Em 2000, a gente tinha acabado. E nós recuperamos, já está com 86 mil trabalhadores e vai continuar crescendo. Quando o Brasil tenta fazer, teima, consegue.

Poder Roberta Namour Wed, 22 Oct 2014 06:52:57 +0000 http://www.brasil247.com/157824
Aníbal ataca presidente da ANA: "vagabundo" http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157820 : Deputado federal José Aníbal (PSDB-SP) reagiu pelo Twitter contra críticas do presidente da ANA (Agência Nacional de Águas), Vicente Andreu, à gestão da crise hídrica pelo governo Alckmin (PSDB): 'Este vagabundo,Vicente Andreu,q deveria estar trabalhando em Brasília,disse q segunda cota do volume morto é "pré-tragédia". Lodo é p onde vai Andreu. Está na Agência p aparelhar os interesses da ruína q representa. Torce contra SP. Vai dar c os burros n'água/lodo' <br clear="all"> :

247 – O deputado federal José Aníbal (PSDB-SP) usou o Twitter para atacar o presidente da ANA (Agência Nacional de Águas), Vicente Andreu, que fez duras críticas à gestão da crise hídrica pelo governo Alckmin (PSDB).

Na Assembleia, Andreu afirmou na manhã desta terça-feira (21) que, se a crise hídrica no Sistema Cantareira continuar, só restará o lodo após a retirada da segunda cota do volume morto.

“Eu acredito que, tecnicamente, será inviável. E, do ponto de vista ambiental, essa água terá problema. Se a crise se acentuar, é bom que a população saiba que não haverá alternativa a não ser ir no lodo”, disse.

Aníbal rebateu: ‘Este vagabundo,Vicente Andreu,q deveria estar trabalhando em Brasília,disse q segunda cota do volume morto é "pré-tragédia"”. E acrescentou: ‘Lodo é p onde vai Andreu.Está na Agência p aparelhar os interesses da ruína q representa.Torce contra SP.Vai dar c os burros n'água/lodo’.

SP 247 Roberta Namour Wed, 22 Oct 2014 06:06:41 +0000 http://www.brasil247.com/157820
Caetano declara voto: "prefiro Dilma agora" http://www.brasil247.com/pt/247/cultura/157821 : Um dos maiores entusiastas da campanha de Marina Silva à Presidência no primeiro turno das eleições, o cantor Caetano Veloso agora declara voto na presidente Dilma Rousseff: “Acho Aécio bom candidato e gosto dele. Mas prefiro Dilma agora”; presidente também conquistou o apoio de outros ícones da MPB: Gilberto Gil e Chico Buarque  <br clear="all"> :

247 – Um dos maiores defensores da campanha de Marina Silva à Presidência no primeiro turno, Caetano Veloso agora defende a reeleição da presidente Dilma Rousseff, segundo o colunista Ancelmo Gois.

“Voto em Dilma. Não faço campanha porque odiei o que o PT fez com Marina. Acho Aécio bom candidato e gosto dele. Mas prefiro Dilma agora”, disse.

A presidente já recebeu o apoio de dois outros ícones da MPB: Gilberto Gil e Chico Buarque, que ira gravar depoimento para o programa do PT.

"Eu votei em Marina, sou do Partido Verde, é a candidata do Partido Verde. Vou votar em Dilma no segundo turno. Convivi com ela em ambiente de governo, em situação, enfim, de ministério, que decisões precisavam ser tomadas, que a disputa pelo orçamento se dava, e ela sempre tratou o Ministério da Cultura com muito respeito, muito apreço, dando a ele muita importância", também disse Gilberto Gil.

Cultura Roberta Namour Wed, 22 Oct 2014 06:15:30 +0000 http://www.brasil247.com/157821
Folha também sugere conexão de Youssef com senador Alvaro Dias http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/157823 : Segundo reportagem, o juiz Sergio Moro impediu que Leonardo Meirelles, um dos laranjas do doleiro Alberto Youssef, revelasse detalhes sobre o político paranaense; em delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa já tinha envolvido o tucano Sérgio Guerra no esquema, que teria recebido R$ 10 milhões para ajudar a esvaziar a CPI da Petrobras em 2009; na época, Álvaro Dias era um dos representantes da comissão  <br clear="all"> :

247 – Um dos laranjas do doleiro Alberto Youssef afirmou em depoimento à Justiça federal nesta segunda-feira (20) que o esquema pagou propina Álvaro Dias, outro parlamentar do PSDB além do senador pernambucano Sérgio Guerra.

Segundo reportagem da “Folha S. Paulo”, o juiz Sergio Moro impediu que Leonardo Meirelles revelasse detalhes sobre o político.

Em delação premiada, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou que Guerra recebeu R$ 10 milhões para ajudar a esvaziar a CPI da Petrobras em 2009, quando era presidente do PSDB.

O paranaense Álvaro Dias era um dos representantes nessa CPI e deixou a comissão em outubro de 2009, alegando que a força do governo impedia qualquer investigação séria (leia aqui).

Paraná 247 Roberta Namour Wed, 22 Oct 2014 06:45:23 +0000 http://www.brasil247.com/157823
Maggi: Aécio "sacrificará" agronegócio caso eleito http://www.brasil247.com/pt/247/matogrosso247/157814 : “Não tenho dúvida nenhuma que ele sacrificaria a agricultura, em primeiro lugar, para conseguir atingir os índices da economia que ele projeta. Eles vão patrolar a gente, não tenho dúvida disso, porque já fizeram isso no passado. Com uma possível vitória do Aécio, teríamos um governo mais monetarista, focado nos controles de inflação, em cortes de linhas de crédito de bancos mundiais”, afirmou o senador Blairo Maggi (PR), aliado de Dilma Rousseff (PT) <br clear="all"> :

DOUGLAS TRIELLI, MidiaNews - O senador Blairo Maggi (PR) afirmou, nesta terça-feira (21), que, caso vença a disputa presidencial, o candidato Aécio Neves (PSDB) "sacrificará" o setor do agronegócio.

Aliado de Dilma Rousseff (PT), o senador trabalha pela reeleição da presidenta e ressalta os avanços do segmento obtidos nos governos petistas.

“Não tenho dúvida nenhuma que ele sacrificaria a agricultura, em primeiro lugar, para conseguir atingir os índices da economia que ele projeta. Eles vão patrolar a gente, não tenho dúvida disso, porque já fizeram isso no passado. Com uma possível vitória do Aécio, teríamos um governo mais monetarista, focado nos controles de inflação, em cortes de linhas de crédito de bancos mundiais”, afirmou ao MidiaNews.

Para Maggi, com objetivo de atingir índices da economia, o tucano poderá começar seu governo cortando, por exemplo, os subsídios oferecidos ao setor.

“O que eu quero dizer é que, se para conseguir os índices da economia tiver que aumentar as taxas de juros para os produtores rurais, e acabar com os programas de subsídios, eles farão isso imediatamente, não tenho dúvida disso”, disse.

Segundo Blairo, a gestão de Dilma deu continuidade ao suporte ao agronegócio, implantado desde a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“O governo da presidente Dilma e do PT é mais focado para o interior, é um governo mais da base, mais plural. E são essas são as diferenças em relação à forma de governar com o PSDB. Se houver a troca de comando, vai haver mudanças na política. Mas, obviamente, que temos que dançar conforme a música, se trocar o governo a gente se adapta e vai embora, mas as coisas serão bem diferentes”, afirmou.

“O setor, notadamente, está organizado em Mato Grosso. Os fundos setoriais e as associações tiveram uma importância grande nisso e encontrou no Governo Dilma um terreno fértil para a participação dessas associações dentro do governo. Então, foi um caminho de mão dupla. O pessoal se organizou, mas do outro lado encontrou um governo disposto a conversar, disposto a dar atenção”, disse.

Para o senador, a presidente desenvolveu um trabalho de “ajuda” para o setor que impulsiona a economia do Estado.

“Sempre tivemos problemas aqui, como deficiências de preços internacionais muito baixos. Mas o Governo fez o seu papel na hora certa, fazendo com que os preços ficassem mais reprimidos, evitando um processo de desestruturação da cadeia produtiva”, disse.

“Por todos esses motivos, apoio e voto na presidente Dilma. Para dar continuidade nesses avanços que estão acontecendo em Mato Grosso, como na infraestrutura, por exemplo”, afirmou.

Ministro mato-grossense

Blairo ainda destacou a participação do ministro da Agricultura Neri Geller (PMDB).

Para ele, a indicação do mato-grossense foi uma forma de “reconhecimento” de Mato Grosso pela presidente Dilma.

“Houve um reconhecimento por parte da presidente ao maior Estado agrícola do país e que, há mais de 20 anos, não tinha um ministro no governo. O último foi o ex-governador Dante de Oliveira. De lá para cá, não tivemos nenhuma representante no primeiro escalão”, afirmou.

Para Blairo, Geller vem desenvolvendo um trabalho relevante no ministério e está “cacifado” para continuar no cargo, caso a presidente Dilma seja reeleita.

“Ele chegou com um apoio forte do partido dele e de outros partidos. E está desempenhando um papel muito interessante. É um ministro muito ativo e presente, conseguiu entender a máquina pública e faz os enfrentamentos necessários dentro do próprio governo, porque os enfrentamentos maiores são sempre dentro próprio Governo. Porque o ministro da Agricultura não é o da Fazenda, não tem a chave do cofre. Quem tem a chave é a Fazenda, e quem determina se pode pagar ou não é o Planejamento. Mas ele, como ministro, tem procurado fazer o trabalho de enfrentamento de forma a conseguir as verbas necessárias ao setor”, disse o senador.

 

Mato Grosso 247 Roberta Namour Wed, 22 Oct 2014 05:58:23 +0000 http://www.brasil247.com/157814
“Somos ignorantes porque ignoramos os tucanos” http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/157748 Ichiro Guerra: Presidente Dilma Rousseff rebate declaração de FHC, que chamou o eleitorado petista de "mal informado", durante comício em Petrolina, no sertão pernambucano; ela defendeu o Nordeste e mandou recado aos adversários: "Essa é uma das mais importantes regiões do país, apesar do que acham os tucanos. Eles falaram que os votos que eu recebi no semiárido no Nordeste eram de pessoas ignorantes. Nós somos ignorantes, porque ignoramos os tucanos", declarou; Dilma voltou a criticar a falta de água em São Paulo; "O estado mais rico do país não se preparou para a seca. Já o governo federal se preparou e trouxe água para o Nordeste" <br clear="all"> Ichiro Guerra:

Pernambuco 247 – Em defesa dos nordestinos e da região onde o PT tem maioria de votos, a presidente Dilma Rousseff alfinetou nesta terça-feira 21 o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que chamou de "mal informado" o eleitor que vota no PT. Diante de 30 mil pessoas em Petrolina, sertão pernambucano, a candidata à reeleição disparou: "somos ignorantes porque ignoramos os tucanos".

"Essa é uma das mais importantes regiões do país, apesar do que acham os tucanos. Eles falaram que os votos que eu recebi no semiárido no Nordeste eram de pessoas ignorantes. Nós somos ignorantes, porque ignoramos os tucanos", ressaltou Dilma em seu discurso. No primeiro turno da eleição, ela venceu em todos os estados do Nordeste, menos em Pernambuco.

Depois da declaração de FHC e da liderança de Dilma no primeiro turno, as redes sociais viraram palco de comentários preconceituosos contra nordestinos e pobres, que teriam sido responsáveis pela vitória da presidente. Contra a onda de ofensas, a campanha de Aécio Neves (PSDB) chegou a pedir investigação ao Ministério Público Federal sobre os autores das mensagens.

Dilma afirmou ainda em Petrolina que não reconhece no governo tucano como o que executou políticas a favor de nenhum estado brasileiro, muito menos pelo Nordeste. "Os tucanos têm uma visão ultrapassada do Brasil. Não sabem que o Brasil e esta região estão mudando pelo braço, garra, esforço de seu próprio povo e pelas oportunidades que os governos de Lula e o meu governo fizeram aqui no semiárido", declarou.

Abaixo, reportagem da Reuters sobre o ato político:

No semiárido do Nordeste, Dilma diz que São Paulo não se preparou para a seca

(Reuters) - A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, repetiu nesta terça-feira as críticas ao governo de São Paulo pela crise de falta de água no Estado, e afirmou, em discurso no semiárido nordestino, que o governo federal investiu para enfrentar a seca no Nordeste.

A crise da água em São Paulo foi levada à disputa presidencial entre Dilma e o candidato do PSDB, Aécio Neves, pela campanha da petista, que usou o tema em sua propaganda eleitoral para criticar o governo paulista comandando desde 1995 pelo PSDB.

"Nós fomos capazes aqui no semiárido de enfrentar a seca", disse Dilma em discurso a apoiadores em Petrolina, no sertão de Pernambuco, no primeiro de três eventos como candidata no Estado nesta terça.

"O Estado mais rico do Brasil, o Estado de São Paulo, não se preparou para a seca. Hoje, diante da maior seca, nós temos condições de viver aqui e de não ficar catando pingo d'água por aí", acrescentou.

Dilma disse que desde 2003 foram construídas um milhão de cisternas no semiárido.

Na terça-feira, Aécio respondeu às críticas sobre a crise de água em São Paulo afirmando que faltou parceira do governo federal, enquanto Dilma disse que seu governo fez tudo que o Estado pediu e acusou o governo paulista de falta de planejamento.

No discurso em Petrolina, Dilma reiterou também outros ataques aos governos tucanos, a quem acusou de governar para os ricos e sem se preocupar com a população mais pobre.

"O que não havia no Brasil era oportunidade, e os governos antes do Lula não davam oportunidade para ninguém. Agora, o governo garante oportunidade", afirmou, referindo-se ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes dele, Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, governou o Brasil por dois mandatos.

Ainda nesta terça-feira Dilma tem na agenda em Pernambuco um ato público em Goiana e uma caminhada em Recife, acompanhada de Lula.

A candidata à reeleição foi a Pernambuco em busca de votos no único Estado do Nordeste onde não venceu no primeiro turno, ficando atrás de Marina Silva (PSB), que assumiu a cabeça de chapa do partido depois da morte do ex-governador pernambucano Eduardo Campos.

Marina, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, anunciou apoio no segundo turno a Aécio, assim como a viúva e a família de Campos.

(Por Pedro Fonseca)

Pernambuco 247 Gisele Federicce Tue, 21 Oct 2014 15:34:28 +0000 http://www.brasil247.com/157748
Com Chico e Lobão, PT e PSDB ampliam diferenças http://www.brasil247.com/pt/247/cultura/157732 : Adesões de estrelas da MPB e professores da academia ganham peso renovado na eleição que termina domingo; PT de Dilma Rousseff apostou no peso de Chico Buarque e na mobilização da classe para influenciar camadas  médias da população; PSDB de Aécio Neves teve declaração a favor de Lobão e promoveu desfile de cantores sertanejos no horário político, de olho no voto do campo; organicidade petista no setor favorece Dilma na reta final <br clear="all"> :

247 – Não é em toda a eleição que a influência de artistas conhecidos nacionalmente se manifesta. Nas Diretas Já, equivalente a uma campanha eleitoral, em 1984, eles estiveram na linha de frente. Tiveram peso, com a cantora Fafá de Belém e o ícone Milton Nascimento, na corrida de Tancredo Neves ao Colégio Eleitoral. Nas três eleições frustradas de Lula, a militância de nomes como Lucélia Santos e Gonzaguinha não alcançou um resultado positivo. Com a permissão de comícios com shows pagos pelos organizadores, fortunas dos partidos políticos foram gastas no mundo dos sertanejos e do axé. As duas eleições de Fernando Henrique foram embaladas por muita música popular. Este ano, as regras não permitem pagamento a artistas em troca e som, simpatia e apoio – e por isso mesmo a influência eleitoral das estrelas do mundo do entretenimento e da cultura nunca foi tão grande como nesta eleição de 2014. Eles estão no meio da disputa de PT e PSDB  pela classe média.

Em seus comerciais no horário político, a campanha do PSDB vem exibindo uma tropa de artistas populares, de Leonardo a Zezé de Camargo e Luciano, com direito a jingle extraído de sucesso da baiana Ivete Sangalo. Se não acreditasse que artistas podem render votos, os tucanos não concederiam mais de dois minutos de tevê, como têm feito, para divulgar imagens e depoimentos deles.

Nesse campo, porém, quem está se sobressaindo é a candidata do PT, Dilma Rousseff. Na noite da segunda-feira 20, no palco do emblemático Tuca, em São Paulo, artistas e intelectuais se reuniram à volta da candidata e do ex-presidente Lula como uma expressão de classe. Mais que nomes fortes, como o de José Celso Martinez Corrêa, os que estavam ali assim como, antes, acontecera em torno de Dilma no Rio de Janeiro, o fizeram de maneira organizada. Realizaram um movimento claro para influenciar, em bloco, o voto dos que ficaram do lado de fora.

Até esse ponto, uma declaração de voto, das muitas que têm aparecido nesta eleição – numa característica não apresentada, com a dimensão atual, em anteriores – fez a diferença: Chico Buarque de Hollanda.

Neste segundo turno, um depoimento curto dele, mas sem meias palavras, pode ter contribuído para a quebra do gelo, na classe média, em relação a Dilma. Sempre procurado a cada eleição, o depoimento de Chico ganhou desta vez, até mesmo pelo contraste em relação aos apoios de Aécio nessa área – o ex-roqueiro Lobão, por exemplo – mais valor.

Atos como as reuniões com artistas e intelectuais em São Paulo e no Rio e a exploração do depoimento de Chico em dois momentos distintos no horário eleitoral também mostram que a campanha do PT tratou de dar importância a esse campo. Parece estar funcionando. Segundo a pesquisa Datafolha divulgada ontem, a presidente está se recuperando na faixa de renda entre 2 e 10 salários mínimos. Ela tem a predominância sobre zero a dois salários e perde longe para Aécio na faixa de acima de salários.

Cultura Ana Pupulin Tue, 21 Oct 2014 12:57:49 +0000 http://www.brasil247.com/157732
Colunista que ataca pobres e nordestinos é afastado de jornal http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157743 Foto: Eduardo Romano: Jornal O Diário de Mogi, do município de Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo, afastou o colunista social Anderson Magalhães depois de ter publicado coluna em que idealiza que Alagoas, Piauí e Maranhão fiquem de "fora do cenário eleitoral por falta de fórum privilegiado", que Salvador só viva de dendê e cocada e que os pernambucanos sobrevivam apenas com a renda do Bolsa Família; ele prega ainda, ao defender voto contra o PT no domingo, que tranquemos em casa nossas "secretárias do lar" e não deixemos que os porteiros deixem os prédios <br clear="all"> Foto: Eduardo Romano:

247 – O colunista social Anderson Magalhães foi afastado do jornal O Diário de Mogi, do município de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, depois de ter publicado uma coluna defendendo voto contra o PT e ofendendo nordestinos, pobres e empregadas domésticas na edição nº 15 da revista Actual Magazine, que circula na região.

Em seu texto, intitulado "Desespero", ele prega voto contra o PT no próximo domingo 26, sugere "trancar nossas 'secretárias do lar' em casa, interditar as casas de forró e proibir os porteiros de saírem dos prédios". Defende que Salvador viva apenas do que produz: dendê, cocada e Luiz Caldas. E que os pernambucanos sejam sustentados apenas de R$ 97 do Bolsa Família e dos direitos autorais de "Morena Tropicana", música de Alceu Valença.

O colunista idealiza ainda que os estados nordestinos de Alagoas, Piauí e Maranhão fiquem de fora do cenário eleitoral "por falta de fórum privilegiado" e que o voto desses estados só seja validado caso a população formule "uma frase inteira sem erros de concordância e com todos os plurais". Esquece, porém, de colocar plural em uma frase da própria coluna, quando pede que "Dilma e sua corja perca seus votos" - quando o correto seria "percam".

Depois da publicação da coluna, Magalhães publicou em suas redes sociais que havia sido "mal interpretado" e que sua intenção era apenas a de ser "irônico". Em comunicado publicado nesta terça-feira 21, o jornal afirma que "discorda totalmente das opiniões emitidas pelo colunista", informa não ter responsabilidade pelo conteúdo veiculado na revista e diz que Anderson Magalhães "não é mais colunista deste jornal", onde assinava a coluna "Beatz".

Em artigo anterior, também na Actual Magazine, o colunista já havia manifestado seu mal estar com os brasileiros que passaram a andar de avião. "E tudo isso começou quando Lula e sua equipe — todos muito acostumados a andar de ônibus desde os tempos de calango — chegaram ao poder", escreve, saudosista: "Foi-se o tempo que bastava apenas chegar ao guichê, comprar a passagem e embarcar...". O cenário atual, para ele, é um terror: "Hoje é gente brotando dos ralos e carregando aquelas sacolas plásticas lotadas de cacarecos comprados em camelô e nos mercados de genéricos. O Brasil virou uma grande loja de R$ 1,99. Pelo menos é o que eu vejo nos aeroportos" (leia aqui).

Leia abaixo o artigo e o comunicado:




Mídia Gisele Federicce Tue, 21 Oct 2014 14:38:58 +0000 http://www.brasil247.com/157743
Declaração de candidato revolta professores no RS http://www.brasil247.com/pt/247/rs247/157749 : Líder nas pesquisas, José Ivo Sartori (PMDB) fez piada de mau gosto associando o piso salarial dos professores com uma loja de materiais de construção no estado, a Tumelero; "O piso! O piso eu vou lá no Tumelero e eles te dão um piso melhor, né? (risos). Ali tem piso bom, né?", afirmou; Sindicato da categoria soltou nota de repúdio, afirmando não admitir "que os trabalhadores em educação sejam tratados com falta de educação e respeito"; candidato pediu desculpas <br clear="all"> :

Rio Grande do Sul 247 – O candidato ao governo do Rio Grande do Sul José Ivo Sartori (PMDB) revoltou professores do estado ao fazer uma brincadeira associando o piso salarial da categoria com a Tumelero, loja de materiais de construção.

"Eu fui lá no Cpers (Sindicato dos Professores do Estado) e não assinei o documento exigindo um compromisso de pagar ou resgatar o salário, vamos dizer...como é que diz mesmo? O piso! O piso eu vou lá no Tumelero (loja de material de construção) e eles te dão um piso melhor, né? (risos). Ali tem piso bom, né?", afirmou o peemedebista ao Portal da Terra.

Veja o vídeo: 

Ao saber ter conhecimento das declarações do candidato, o Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Cpers-Sindicato) soltou uma nota de repúdio contra a brincadeira de Sartori. Segundo o texto, o Cpers-Sindicato "é uma entidade de todos os educadores e, enquanto tal, não tem preferência partidária. Não podemos, entretanto, aceitar que postulantes ao governo do Estado brinquem com coisas sérias".

"Conclamamos a sociedade gaúcha a defender, junto conosco, o Piso Nacional dos professores dentro do Plano de Carreira, medida essencial para garantir uma educação pública de qualidade", diz a nota. "Não admitimos que os trabalhadores em educação sejam tratados com falta de educação e respeito".

A Coligação O Novo Caminho para o Rio Grande também soltou nota."A direção da campanha O Novo Caminho para o Rio Grande esclarece que o candidato José Ivo Sartori, que também é professor, teve um trecho de 27 segundos – de uma entrevista de 54 minutos – retirada de um contexto onde ele fazia referência à promessa não cumprida de pagamento do piso salarial dos professores", diz o texto.

Ainda, conforme o comunidade, "Sartori pede desculpas por qualquer mal-estar causado, reforçando o respeito que tem pelos professores e lembrando que quem não respeita o Magistério é o candidato Tarso, do PT, que assinou a lei e não cumpre ao não pagar o piso aos professores."

Sartori disputa o segundo turno da eleição para governador do Rio Grande do Sul contra o atual chefe do Executivo gaúcho, Tarso Genro (PT). No primeiro turno, o peemedebista alcançou 40,40% dos votos válidos (2.487.889), e o petista, 32,57% (1.776.450). Pesquisa Ibope, divulgada na sexta-feira (17), mostra Sartori na primeira posição, com 60%, e seu adversário, com 40%.

Rio Grande do Sul 247 Leonardo Lucena Tue, 21 Oct 2014 15:47:32 +0000 http://www.brasil247.com/157749
Agência condena 2º volume morto. Alckmin rebate http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157747 : Presidente da ANA (Agência Nacional de Águas), Vicente Andreu Guillo, chama de "pré-tragédia" o uso da segunda cota da reserva técnica do Sistema Cantareira, principal reservatório da região metropolitana de São Paulo; governador Geraldo Alckmin ameniza situação de crise hídrica no estado: "Nós já passamos o período da seca, já entramos na primavera, nem entramos na segunda reserva técnica e temos uma terceira reserva técnica" <br clear="all"> :

SP 247 – O presidente da ANA (Agência Nacional de Águas), Vicente Andreu Guillo, afirmou nesta terça-feira 21, durante audiência na Assembleia Legislativa de São Paulo, que utilizar a segunda cota da reserva técnica no Sistema Cantareira é uma "pré-tragédia".

"[A Sabesp] quer retirar o segundo volume morto, que é a pré-tragédia. Mas não há alternativa para São Paulo que não seja chover ou tirar água do volume morto do Cantareira", disse ele. O dirigente acrescentou que, se não chover nos próximos meses, a empresa vai tirar água do "lodo".

A ANA concordou com a Sabesp, na semana passada, em retirar a segunda cota do chamado 'volume morto', que tem 106 bilhões de litros de água, caso seja necessário para o abastecimento da região. O sistema opera hoje em 3,5% de sua capacidade total, de acordo com a companhia.

Nesta terça-feira, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), amenizou o problema, afirmando que já adentramos no período de chuvas. "Nós já passamos o período da seca, já entramos na primavera, nem entramos na segunda reserva técnica e temos uma terceira reserva técnica", ressaltou.

Ele ressaltou, em entrevista hoje cedo, que a falta de água nos reservatórios paulistas é resultado de uma seca histórica. "O esclarecimento importante para população. Nós tivemos no ano passado a maior seca dos últimos 84 anos. Isso pegou o norte do estado de São Paulo o sul de Minas Gerais até o Triângulo Mineiro", afirmou.

Ele destacou ainda que as reservas técnicas são outra arma do governo estadual pra resolver o problema da crise hídrica. "A chamada reserva técnica serve para um momento excepcional. Só que nunca teve bomba ou equipamento capaz de retirar", explicou. "Fizemos em 74 dias todas as obras e a reserva foi disponibilizada", contou.

SP 247 Ana Pupulin Tue, 21 Oct 2014 15:12:01 +0000 http://www.brasil247.com/157747
Altman: “Aécio deixaria o Brasil sem sapatos” http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/157706 : Jornalista diz que candidato do PSDB "não deixa dúvidas que gostaria de dar um cavalo de pau na política internacional estabelecida pelo PT"; sob a gestão de FHC, segundo o colunista, ela "funcionava como apêndice dos interesses norte-americanos", mas teve esse processo interrompido quando Lula assumiu o poder; "Abriu-se espaço para uma outra estratégia de crescimento, na qual o Brasil tornou-se peça decisiva", ressalta; Breno Altman resgata o episódio em que o diplomata do governo tucano Celso Lafer tirou os sapatos ao chegar aos EUA, diante de exigências das autoridades de segurança, aceitando assim "o ultraje colonial contra o país que deveria representar com altivez", para dizer que Aécio Neves pretende fazer o mesmo com o governo brasileiro; leia a íntegra <br clear="all"> :

247 – O candidato do PSDB à presidência, Aécio Neves, "não deixa dúvidas que gostaria de dar um cavalo de pau na política internacional estabelecida pelo PT". A opinião é do jornalista Breno Altman, que escreve no blog feito em parceria entre o 247 e o portal Opera Mundi. Ele ressalta que, sob o governo de Fernando Henrique Cradoso, "a política internacional brasileira funcionava como apêndice dos interesses norte-americanos, submetida à estratégia econômica do governo tucano".

Altman afirma, porém, que esse processo "foi bloqueado" com a eleição de Lula como sucessor de FHC e Hugo Chávez na Venezuela. "A ALCA foi fulminada no novo cenário. Abriu-se espaço para uma outra estratégia de crescimento, na qual o Brasil tornou-se peça decisiva", diz ele. "Talvez em nenhuma outra questão foi tão profunda a mudança conduzida pelas administrações petistas. O centro da política internacional passou a ser o esforço para a integração autônoma da América Latina, como espaço prioritário para a consolidação da própria economia brasileira", acrescenta.

"A verdade é que o programa tucano representa alternativa antagônica ao curso seguido por Lula e Dilma em política internacional", afirma ainda Breno Altman. Segundo ele, "a eventual eleição de Aécio Neves teria fortes consequências regionais, provavelmente abalando o atual desenho geopolítico latino-americano e enfraquecendo o diálogo sul-sul. Não é à toa a torcida descarada e pró-tucano das elites financeiras internacionais e seus meios de comunicação".

O jornalista traz à tona o episódio em que o diplomata Celso Lafer, durante o governo tucano, tirou os sapatos ao chegar aos Estados Unidos em missão oficial, diante de exigências das autoridades de segurança. "De meias, aceitou o ultraje colonial contra o pais que deveria representar com altivez", opina Altman, fazendo um paralelo com as intenções de Aécio. "Os centros imperialistas de poder não querem outra coisa: o Brasil, novamente sem sapatos, facilitaria enormemente a manutenção de sua hegemonia planetária".

Leia a íntegra em Aécio deixaria Brasil sem sapatos

Mundo Gisele Federicce Tue, 21 Oct 2014 10:37:08 +0000 http://www.brasil247.com/157706
China e cenário eleitoral fazem Ibovespa desabar http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157703 : Bolsa cai forte com a repercussão de pesquisas CNT/MDA, Datafolha e Vox Populi, que mostraram a candidata à reeleição Dilma Rousseff à frente do tucano Aécio Neves; com queda de 2,29% no início da tarde, mas chegando a 4% mais cedo, pela manhã, Ibovespa bateu seu menor patamar desde 6 de junho; lá fora, vê-se um quadro menos favorável por conta da desaceleração do crescimento da China; ações da Petrobras despencam quase 8%; outras ações do chamado "kit eleições", composto por papéis de estatais e bancos, também registram perdas, como Eletrobras, Bradesco e Itaú <br clear="all"> :

Por Ricardo Bomfim

São Paulo - O Ibovespa abriu em forte queda nesta terça-feira (21) após a divulgação de pesquisas Datafolha e Vox Populi mostrando a presidente Dilma Rousseff (PT) 4 pontos percentuais à frente do candidato Aécio Neves (PSDB). Às 10h50, o índice caía 3,76%, a 52.258 pontos, refletindo ainda o resultado do Vox Populi e da CNT/MDA, outras duas pesquisas que mostraram vantagem da petista. Dólar superava a marca dos R$ 2,50, subindo mais de 1%.

A menos de uma semana para as eleições, o Datafolha apresentou um quadro de virada de Dilma, que, em votos válidos, passou de 49% para 52%, enquanto Aécio caiu de 51% para 48% das intenções. Além disso, a rejeição do tucano pela primeira vez superou a da presidente, saltando de 38% para 42%, contra uma queda de 42% para 39% no caso de Dilma. A avaliação positiva do governo atual também melhorou, atingindo os 43%, maior nível desde as manifestações de junho do ano passado.

Pesquisa Vox Populi, contratada pela TV Record e também divulgada ontem, foi quase uma "repetição" do quadro visto pelo Datafolha, apresentando mesma vantagem da petista em relação ao tucano. CNT/MDA já tinha colocado Dilma à frente no começo do dia.

Na mínima do dia, o Ibovespa caiu 4,38%, batendo 51.922 pontos, o menor patamar desde 6 de junho deste ano, quando teve, na mínima, 51.561 pontos.

Destaques

As maiores quedas do dia ficam por conta das ações do chamado "kit eleições", composto por papéis de estatais e bancos. As ações da Petrobras (PETR3; PETR4) caíam mais de 7%, voltando ao nível do período pré-Copa, também caíam Eletrobras (ELET3; ELET6), Bradesco (BBDC3) e Itaú (ITUB4).

Outras ações que também ganharam com o "rali eleitoral" também têm dia de queda. BM&F Bovespa (BVMF3), Cosan (CSAN3) e GOL (GOLL4) caíam por volta de 5%. No caso da companhia aérea, a queda se dá por conta da alta do dólar, uma vez que os custos da empresa (principalmente em combustíveis) são cotados na moeda norte-americana.

O mercado mostra maior preferência pelo candidato Aécio Neves, já que Dilma não é bem vista devido à percepção de maior intervencionismo governamental e expectativa de um menor ajuste fiscal caso ela ganhe as eleições. Além disso, no caso da Petrobras, a perspectiva é de que haja um maior represamento dos preços dos combustíveis para controlar a inflação, o que já vem afetando negativamente o caixa da Petrobras.

Por outro lado, o melhor desempenho fica com os papéis Santander (SANB11), que são cotados a R$ 15,40 e apresentam alta de 2,80%.

Economia Gisele Federicce Tue, 21 Oct 2014 09:45:58 +0000 http://www.brasil247.com/157703
Alckmin diz que ONU fez uso político do tema água http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157720 : Governador de São Paulo enviou ofício ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, cobrando correção das conclusões da relatora especial para água e saneamento sobre a crise da água em São Paulo; a portuguesa Catarina de Albuquerque fez uma visita ao estado em agosto e concedeu entrevistas às vésperas da eleição estadual, além de ter responsabilizado o governo pelo problema e apontado falta de investimentos <br clear="all"> :

SP 247 – O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), enviou um ofício ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, cobrando que sejam corrigidas as conclusões feitas pela relatora especial para água e saneamento da Organização, Catarina Albuquerque, sobre a crise da água em São Paulo.

O documento enviado foi enviado no dia 9 de setembro e obtido e publicado pelo blog do jornalista Fernando Rodrigues, do Uol. No documento, o tucano diz que a realtora, além de ter cometido "erros factuais", fez uso político do tema, uma vez que, quando veio a São Paulo em agosto desse ano, concedeu entrevistas à imprensa na véspera da eleição estadual, violando o código de conduta da ONU.

Em sua conclusão, Catarina apontou responsabilidade do governo estadual para a crise hídrica e ainda falta de investimentos no estado. No ofício, Alckmin usa um tom duro para dizer ainda que se a ONU não retificar o relatório de Catarina de Albuquerque, ele ficaria em dúvida sobre a habilidade da organização para realizar a Cúpula do Clima – que aconteceu no dia 23 de setembro, poucos dias depois do envio do ofício – e demonstrar "propriedade, criatividade e liderança" sobre o tema.

SP 247 Gisele Federicce Tue, 21 Oct 2014 11:39:22 +0000 http://www.brasil247.com/157720
Internautas pró-Dilma organizam 'bota-fora do Lobão' http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157730 : Cantor prometeu ir embora do Brasil se a presidente Dilma for reeleita no próximo domingo; nas redes sociais, internautas que defendem voto no PT organizam festa de comemoração no dia 26; "Faltam 6 dias para que Dilma seja reeleita e o Lobão se mude do Brasil como prometeu", celebrou um usuário no Twitter <br clear="all"> :

247 – Internautas pró-Dilma têm ironizado nas redes sociais a declaração do cantor Lobão, que prometeu ir embora do Brasil caso a presidente seja reeleita no próximo domingo 26. "Faltam 6 dias para que Dilma seja reeleita e o Lobão se mude do Brasil como prometeu", comemorou um usuário do Twitter.

"Depois do churrascão dos desinformados o grande evento de outubro será o bota fora do Lobão", escreveu mais um eleitor pró-Dilma. "Conclamo toda a militância petista a fazermos um bota fora bem legal para o Lobão. Podemos começar na Paulista dia 26", convidou outra.

No Facebook, estão sendo compartilhados banners que divulgam o 'bota-fora do Lobão'. Um deles traz a foto do roqueiro, com sua frase em destaque: "Se Dilma ganhar, vou embora do Brasil". Abaixo, um apelo: "Ajudem o Lobão ir para Miami (sic)... Vote 13 o embarque será no Aécioporto".

Confira abaixo algumas mensagens:

Mídia Gisele Federicce Tue, 21 Oct 2014 12:30:22 +0000 http://www.brasil247.com/157730
Inflação oficial fica em 0,48% na prévia de outubro http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157701 : Resultado é superior ao 0,39% da prévia de setembro e igual à taxa observada na prévia de outubro do ano passado, segundo o IBGE; o IPCA-15 acumula taxas de 5,23% no ano e 6,62% no período de 12 meses; taxa acumulada no ano supera o teto da meta de inflação do governo federal, que é 6,5% <br clear="all"> :

Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15), registrou uma taxa de 0,48% em outubro deste ano. O resultado é superior ao 0,39% da prévia de setembro e igual à taxa observada na prévia de outubro do ano passado. O dado foi divulgado hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IPCA-15 acumula taxas de 5,23% no ano e 6,62% no período de 12 meses. A taxa acumulada no ano supera o teto da meta de inflação do governo federal, que é 6,5%.

Os gastos com alimentos foram os principais responsáveis pela alta da prévia da inflação oficial. O grupo de despesas alimentação teve taxa de inflação de 0,69%, influenciada principalmente pelo aumentos de preços de 2,38% das carnes, de 3,52% da cerveja, de 1,75% do frango e de 1,35% do arroz.

O grupo de despesas habitação também teve influência relevante na prévia da inflação oficial de outubro, com uma taxa de 0,8%. Os consumidores sentiram impacto principalmente da energia elétrica (com alta de preços de 1,28%) e de gás de cozinha (de 2,52%).

O custo com vestuário também subiu (0,7%) na prévia de outubro. Os demais grupos de despesas tiveram as seguintes taxas de inflação: despesas pessoais (0,4%), saúde e cuidados pessoais (0,37%), transportes (0,25%), artigos de residência (0,13%) e educação (0,08%). O grupo comunicação não teve inflação.

O IPCA-15 de outubro foi calculado com base em preços coletados entre os dias 13 de setembro e 13 de outubro.

Economia Gisele Federicce Tue, 21 Oct 2014 09:40:49 +0000 http://www.brasil247.com/157701
Artistas fazem ato pela reeleição de Dilma na Bahia http://www.brasil247.com/pt/247/bahia247/157727 : Um grupo formado por aproximadamente 300 pessoas entre artistas, intelectuais e formadores de opinião fará um ato na tarde desta terça-feira (21) em apoio à reeleição da presidente Dilma Roussef; a organização do ato revela presença de personalidades como Jota Veloso, Márcio Meireles e do Bando de Teatro Olodum <br clear="all"> :

Bahia 247 - Um grupo composto por aproximadamente 300 pessoas entre artistas, intelectuais e formadores de opinião fará um ato na tarde desta terça-feira (21) em apoio à reeleição da presidente Dilma Roussef (PT). O evento é organizado pelo professor e especialista em políticas públicas Walter Takemoto.

A concentração ocorrerá em frente ao Teatro Castro Alves (TCA), de onde os integrantes do ato seguem até o Ginásio dos Bancários, na Ladeira dos Aflitos. "Reuniremos os que consideram importante continuar o governo Dilma para manter as conquistas sociais", disse Takemoto em entrevista ao jornal A Tarde.

A organização do ato revela presença de personalidades como Jota Veloso, Márcio Meireles e do Bando de Teatro Olodum.

As campanhas dos dois presidenciáveis, Dilma e Aécio Neves (PSDB), vêm buscando apoio de artistas consagrados para servir como cabos eleitorais e dar legitimidade às suas ambições. Dilma com Chico Buarque e Aécio com Beto Guedes, por exemplo.

Bahia 247 Romulo Faro Tue, 21 Oct 2014 12:08:28 +0000 http://www.brasil247.com/157727
Lula: não sabia que neto de Tancredo teria tanto ódio http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157673 : Em evento ao lado da presidente Dilma Rousseff no Teatro Tuca, na PUC, ex-presidente Lula voltou a criticar os ataques que a candidata à reeleição vem sofrendo de seu adversário; "Dilma apanha mais do que eu. Analisando o tratamento de Aécio a Dilma, eu sinceramente fico pensando que esse rapaz deve ter um problema. Ele é grosseiro. Jamais teria coragem de chamá-la de leviana e mentirosa. Por mais que eu não suportasse ela. Essas coisas vem de berço, a gente não aprende na universidade", alfinetou; "Eu não imaginei que o neto de Tancredo (Neves) teria tanto ódio. Ele não fala apenas que quer ganhar da Dilma, mas também que quer derrubar o PT, quer tirar a gente do país" <br clear="all"> :

SÃO PAULO - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, defendeu fervorosamente a presidenciável petista, Dilma Rousseff nesta segunda-feira em evento realizado no Teatro Tuca, na PUC. Ele destacou os ataques que a candidata à reeleição vem sofrendo de seu adversário no segundo turno da disputa presidencial, Aécio Neves, do PSDB.

“Dilma apanha mais do que eu. Analisando o tratamento de Aécio a Dilma, eu sinceramente fico pensando que esse rapaz deve ter um problema. Ele é grosseiro. Jamais teria coragem de chamá-la de leviana e mentirosa. Por mais que eu não suportasse ela. Essas coisas vem de berço, a gente não aprende na universidade”, alfinetou Lula.

O líder do PT afirmou ainda que a presidente sofre preconceitos por ser mulher, pontuando que as ofensas não se limitam mais aos nordestinos e aos pouco instruídos. “Ela não pode ser chamada de analfabeta como faziam comigo. É uma mulher qualificada. Não pode ser tratada dessa maneira desrespeitosa”, reclamou o ex-presidente.

Lula disse também que nunca viu tanto ódio disseminado como o ódio que a oposição nutre pelos petistas. “Eu não imaginei que o neto de Tancredo (Neves) teria tanto ódio. Ele não fala apenas que quer ganhar da Dilma, mas também que quer derrubar o PT, quer tirar a gente do país.

É inacreditável o ódio nesta campanha. Petistas são agredidos a todo instante”, explicou Lula, acrescentando que sempre foi favorável ao segundo turno.

Após os números do Datafolha e do Vox Populli, que mostraram Dilma com 3 pontos de vantagem em relação ao tucano, o ex-presidente demonstrou confiança na vitória de sua candidata. “Para a desgraça deles, nós vamos ganhar a eleição”.

No final do discurso, Lula voltou a lamentar as ofensas que vem marcando essa corrida presidencial. “Eu não me lembro um momento de minha vida política em que fui tão agressivo. Eles não respeitam a Dilma”, disse o ex-presidente. “Daqui para frente não tem xurumela, daqui para frente, é Dilma na urna”, concluiu.

SP 247 Roberta Namour Tue, 21 Oct 2014 05:09:01 +0000 http://www.brasil247.com/157673
Dilma compara crise da água em SP ao 'apagão' http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157677 : Em evento no maior colégio eleitoral do país, presidente Dilma Rousseff disse que tanto a crise hídrica vivida pelo governo de Geraldo Alckmin, quanto o 'apagão' de energia elétrica enfrentado pelo país entre 2001 e 2002, durante a gestão de FHC se devem à “incapacidade de gestão” do PSDB: “Aqui em São Paulo mais uma vez se mostra as consequências da visão que é contra o planejamento, o investimento planejado e que não tem responsabilidade pública do abastecimento com a população. A energia elétrica é um caso e a água é outra”; ela ainda reclamou da cobertura da imprensa sobre o desabastecimento <br clear="all"> :

247 – Em ato de apoio de artistas e intelectuais, no Tuca, na PUC, ao lado do ex-presidente Lula, a presidente Dilma Rousseff (PT) comparou nesta segunda-feira a crise hídrica vivida pelo governo de Geraldo Alckmin São Paulo ao 'apagão' de energia elétrica enfrentado pelo país entre 2001 e 2002, durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

“Aqui em São Paulo mais uma vez se mostra as consequências da visão que é contra o planejamento, o investimento planejado e que não tem responsabilidade pública do abastecimento com a população. A energia elétrica é um caso e a água é outra”, afirmou a presidente. Segundo ela, os dois casos se devem à “incapacidade de gestão” do PSDB.

A presidente criticou ainda da cobertura da imprensa sobre a falta de água em São Paulo. “Ninguém da imprensa hoje pode ficar surpreso pelo fato de que falta água. A situação de hoje é a mesma de ontem, de um mês atrás. Não há motivo para ficar tão surpreso [no período] pós eleitoral”.

Participaram do evento o vice-presidente, Michel Temer (PMDB), os ministros Marta Suplicy (Cultura), José Eduardo Martins Cardozo (Justiça), o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e os ex-ministros Luiz Dulci, Alexandre Padilha, Marcio Thomaz Bastos, Orlando Silva, Paulo Vanucchi, Juca Ferreira e o senador Eduardo Suplicy (PT-SP).

SP 247 Roberta Namour Tue, 21 Oct 2014 05:27:16 +0000 http://www.brasil247.com/157677
Por acordo, empreiteiras prometem restituir desvios http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157676 Foto: Gil Ferreira: Citadas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como pagadoras de propina no esquema de corrupção comandado pelo doleiro Alberto Youssef, empresas tentam acordo de leniência para garantir penas mais brandas a executivos; elas também já apresentaram pedidos para que o juiz Sergio Moro, do Paraná, deixe de comandar o processo  <br clear="all"> Foto: Gil Ferreira:

247 – As empreiteiras citadas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como pagadoras de propina no esquema de corrupção comandado pelo doleiro Alberto Youssef já estudam fazer um acordo de leniência, em troca de penas mais brandas para seus executivos.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, para isso, elas se comprometeriam a devolver o dinheiro desviado da estatal para o pagamento de propinas a vários partidos políticos --já foram citados nomes de PT, PMDB, PP e PSDB.

Além disso, as empresas já apresentaram pedidos para que o juiz Sergio Moro, do Paraná, deixe de comandar o processo. Alegam que as irregularidades não ocorreram no estado, e sim no Rio e em SP.

Brasil Roberta Namour Tue, 21 Oct 2014 05:37:14 +0000 http://www.brasil247.com/157676
Datafolha: Economia e educação impulsionam Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157682 : Em análise, Mauro Paulino, diretor do Datafolha, reforça que, em menos de uma semana, a presidente Dilma Rousseff cresceu em quase todos os segmentos do eleitorado, exceto entre os mais ricos e habitantes da região Sul; “Seu desempenho melhorou especialmente entre os jovens e integrantes da classe média. Mas nada se compara ao peso dos cinco pontos percentuais conquistados no Sudeste” <br clear="all"> :

247 – Diante da nova pesquisa Datafolha que projeta inversão numérica entre a presidente Dilma Rousseff e o tucano Aécio Neves, o diretor do instituto Mauro Paulino, assim como o diretor de pesquisas Alessandro Janoni sinalizam tendência pró-reeleição.

Eles constatam que, em menos de uma semana, a presidente cresceu em quase todos os segmentos do eleitorado, exceto entre os mais ricos e habitantes da região Sul.

“Pelo perfil socioeconômico e demográfico dos pontos conquistados nesse espaço de tempo, seu desempenho melhorou especialmente entre os jovens e integrantes da classe média. Mas nada se compara ao peso dos cinco pontos percentuais conquistados no Sudeste, onde ela concentrou esforços nos últimos dias”, dizem.

Já o tucano demonstra tendência oposta –perdeu pontos em vários estratos, especialmente nos níveis médios de escolaridade e renda (leia mais).

Poder Roberta Namour Tue, 21 Oct 2014 06:22:38 +0000 http://www.brasil247.com/157682
PT mina Aécio ao reciclar receita anti-Marina http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157675 : Campanha da presidente Dilma Rousseff volta a focar na chamada classe C - principal alvo da propaganda de TV, que concentra mais de um terço do eleitorado, para aumentar rejeição ao presidenciável tucano Aécio Neves; estratégia foi usada contra a então candidata do PSB, Marina Silva; a vantagem de Aécio sobre Dilma no segmento encolheu oito pontos em cinco dias, segundo o Datafolha <br clear="all"> :

247 – O PT voltou a eleger a classe C como principal alvo da campanha pela reeleição de Dilma Rousseff. O setor foi onde a então candidata do PSB, Marina Silva, começou a perder a vaga no segundo turno.

O colunista Bernardo Mello Franco destaca que, agora, a vantagem do presidenciável tucano Aécio Neves sobre Dilma no segmento encolheu oito pontos em cinco dias, mostra o Datafolha. A classe C é o principal alvo da propaganda de TV e concentra mais de um terço do eleitorado.

Nas grandes cidades, em cinco dias, a vantagem de Aécio sobre Dilma também desabou de 9 pontos para 1. Na disputa com Marina, Dilma tirou uma diferença de seis pontos em uma semana nos grandes centros.

A rejeição do tucano nos municípios com mais de 500 mil habitantes avançou igualmente de 37% para 41% nos últimos dias. O percentual de eleitores que se recusam a votar em Dilma caiu de 49% para 45% no grupo.

Poder Roberta Namour Tue, 21 Oct 2014 05:33:07 +0000 http://www.brasil247.com/157675
OAB: JB flertou com ilegalidades, mas pode advogar http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/157684 : Inscrição do ex-presidente do STF nos quadros da Ordem havia sido impugnada pelo presidente da seccional do DF, Ibaneis Rocha, que afirmou que a conduta de Joaquim Barbosa como ministro ofendeu a classe dos advogados; porém, na decisão desta segunda, o colegiado afirma que a postura de JB é “lamentável” e, “é certo, flertou muitas vezes com a ilegalidade, com o desrespeito à lei que rege a classe”, mas quadro não cabe no que a entidade entende por inidoneidade <br clear="all"> :

Por Pedro Canário
Consultor Jurídico - O ministro Joaquim Barbosa já pode se declarar um advogado. A seccional do Distrito Federal da OAB concedeu, nesta segunda-feira (20/10), a carteirinha para que o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal possa advogar. Não deve haver recurso contra a decisão.

A inscrição do ministro aposentado nos quadros da Ordem havia sido impugnada pelo presidente da seccional do DF, Ibaneis Rocha. Seu pedido, no entanto, foi feito na qualidade de advogado, e não de dirigente da autarquia no Distrito Federal.

Na impugnação, Ibaneis afirmou que a conduta de Joaquim Barbosa como ministro ofendeu a classe dos advogados por conta de suas declarações, por vezes ofensivas, à categoria.

Nos últimos momentos do julgamento da Ação Penal 470, o processo do mensalão, depois que Joaquim mandou o advogado Luiz Fernando Pacheco sair da tribuna do advogado do Pleno do STF, Ibaneis organizou uma sessão de desagravo ao colega, em que explicitava toda a sua insatisfação com a forma com que o ministro tratava a advocacia.

Para Ibaneis, a postura de Joaquim Barbosa demonstrou inidoneidade para que ele possa advogar. Na sexta-feira (17/10), o advogado do ex-presidente do STF, Marco Antonio Meneghetti, apresentou a defesa de seu cliente. No texto, o ministro reconhece que manteve uma “posição crítica” em relação à classe que agora quer integrar, mas afirma que isso não o impede de advogar. “Votar contra ou a favor de um tema que interesse aos advogados não pode ser tido como conduta inidônea”, escreveu o advogado na petição enviada à OAB-DF.

Puxão de orelha

A Comissão de Seleção da OAB-DF, responsável por analisar casos relacionados a registros de advogados na Ordem, concordou tanto com Ibaneis quanto com Joaquim Barbosa. Na decisão desta segunda, o colegiado afirma que a postura do ministro é “lamentável” e, “é certo, flertou muitas vezes com a ilegalidade, com o desrespeito à lei que rege a classe”. Mas também afirma que esse quadro não cabe no que a entidade entende por inidoneidade.

“Reserva-se a declaração de inidoneidade para a prática de crimes infamantes, de condutas administrativas eivadas do labéu da improbidade”, diz a decisão, assinada pelo advogado Maximilian Patriota, presidente da Comissão de Seleção. “Que se lhe dê a inscrição e que jamais possa dizer: ‘Esta é uma sociedade podre, da qual me orgulho de ser membro’. Ao revés, que seja docemente constrangido a admitir a nobreza da Instituição na defesa desta sociedade plural, que se quer cada vez mais democrática e atuante”, continua a decisão, antes de concluir pela reinscrição de Joaquim Barbosa nos quadros da Ordem.

O autor da impugnação, Ibaneis Rocha, está satisfeito com a situação. Disse que não vai recorrer “por entender eu fiz o que se esperava da conduta de um advogado”. “A comissão apontou que a conduta do ex-ministro flertou com a ilegalidade e ele teve de se submeter às regras da categoria que agora integrará. É o que me basta”, declarou.

Ibaneis poderia recorrer ao Conselho Pleno da seccional e, posteriormente, ao Conselho Federal da OAB. Mas era certo que Joaquim pularia o balcão para virar advogado. O presidente do Conselho Federal, Marcus Vinícius Furtado Coêlho, já havia deixado claro que pretendia conceder o registro ao ministro, caso coubesse a ele a decisão.

De todo modo, Joaquim Benedito Barbosa Gomes agora é advogado sob a inscrição OAB 3.344/DF. Não disse que área do Direito pretende seguir, apenas que se dedicará aos pareceres jurídicos.

Brasília 247 Roberta Namour Tue, 21 Oct 2014 06:43:22 +0000 http://www.brasil247.com/157684
Antes de delação, Costa tentou levar caso ao STF http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/157671 Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil:  Depoimento de Paulo Roberto da Costa na CPI da Petrobras (Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil). Defesa de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, protocolou pedido em abril pela suspensão das investigações da Operação Lava Jato, atualmente feitas pela 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, e para que todas as investigações da operação passassem para o foro do STF; solicitação foi feita antes do acordo de delação premiada que ele firmou com o Ministério Público Federal (MPF) e que permitiu a prisão domiciliar de Costa, que a cumpre em casa, no Rio de Janeiro, desde o dia 1º de outubro <br clear="all"> Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil:  Depoimento de Paulo Roberto da Costa na CPI da Petrobras (Fabio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil).

Da Agência Brasil* - A assessoria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF) corrigiu, na noite desta terça-feira (20), informação passada, mais cedo, a jornalistas, de que a defesa de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, havia pedido a suspensão das investigações da Operação Lava Jato, atualmente feitas pela 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba. Ainda de acordo com a assessoria, na petição que teria sido protocolada hoje, a defesa pedia a soltura de Costa e que todas as investigações da operação passassem para o foro do STF.

O pedido, na verdade, foi protocolado em abril, ou seja, antes do acordo de delação premiada que o ex-diretor firmou com o Ministério Público Federal (MPF). O acordo permitiu a prisão domiciliar de Costa, que a cumpre em casa, no Rio de Janeiro, desde o dia 1º de outubro. Em troca das informações repassadas na delação, sobre crimes praticados na Petrobras ou que envolvam contratos com o governo, o MPF arquivará todos os fatos novos que aparecerem contra Paulo Roberto Costa.

Ele terá também direito a um ano de prisão domiciliar e cumprimento de parte da pena, se for condenado, em regime semiaberto. O ex-diretor também se comprometeu a pagar R$ 5 milhões de indenização ao Estado pelos crimes praticados, além de entregar à Justiça todos os bens comprados com dinheiro oriundo do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Segundo o STF, o que ocorreu nesta segunda foi a chegada de petição do ministro do STF Roberto Barroso ao ministro-relator do caso no Supremo, Teori Zavascki, de pedido de acesso à delação premiada do ex-diretor pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras. Esse pedido foi feito ao plenário do STF pelo presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB). O senador já havia feito anteriormente a mesma solicitação ao ministro Teori, mas recebeu resposta negativa porque a delação ainda não tinha sido homologada pela Justiça. Agora, Barroso, relator do novo mandado de segurança, impetrado no último dia 15 de outubro, pelo senador Vital do Rêgo, pede que Zavaski preste informações sobre o caso em um prazo de dez dias.

Vital do Rêgo recorreu ao pleno do Supremo para pedir que todos os ministros votem sobre o acesso dos parlamentares ao documento. Como argumento, o senador alegou que o direito de investigação das CPIs é previsto na Constituição e não pode ser suplantado por uma lei infraconstitucional, como a que rege o sigilo das delações premiadas. Além disso, o presidente da CPMI apela para a presunção de que os membros de um Poder não cometeriam condutas ilícitas como o vazamento do conteúdo sigiloso para qualquer outra pessoa.

*Com informações de Marcelo Brandão e redação

Paraná 247 Roberta Namour Tue, 21 Oct 2014 06:16:27 +0000 http://www.brasil247.com/157671
Rolnik anuncia voto em Dilma no 2° turno http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157678 : Urbanista e professora da USP, Raquel Rolnik diz que eleger o tucano Aécio Neves é consolidar no poder interesses que até agora têm impedido mudanças: "O que vai mudar com a coalizão liderada pelo PSDB? Na velha forma de fazer política, absolutamente nada. São os mesmos pactos pela governabilidade, a distribuição de benefícios mediada por grupos políticos, o favorecimento de indivíduos (e grupos) dentro e fora do governo"; "Por isso, meu voto no segundo turno é, sem dúvida, de Dilma Rousseff", disse <br clear="all"> :

247 – A urbanista e professora da USP Raquel Rolnik declarou voto em Dilma Rousseff no 2° turno. Segundo ela, eleger Aécio é consolidar no poder interesses que até agora têm impedido mudanças. Leia:

Voto em Dilma no segundo turno

Pela primeira vez na vida, não votei no PT no primeiro turno das eleições. Sei que não fui a única a me desiludir, depois de acreditar que o PT seria capaz de reverter a velha forma de fazer política no Brasil.

Mas Aécio Neves tenta nos convencer de que representa a mudança. O que vai mudar com a coalizão liderada pelo PSDB? Na velha forma de fazer política, absolutamente nada. São os mesmos pactos pela governabilidade, a distribuição de benefícios mediada por grupos políticos, o favorecimento de indivíduos (e grupos) dentro e fora do governo.

Esses não são temas que se resolvem com a substituição de um grupo por outro. Então não há diferença alguma entre Aécio e Dilma? Há, sim. Ela se situa em dois temas da maior importância: a política econômica e a forma de relacionamento com a luta social.

Na economia, Dilma defende que o país vai crescer mais se a renda e o poder de consumo da população aumentar. Para isso, pratica aumento dos salários, distribuição de renda, controle dos juros e uma grande presença do Estado, investindo em infraestrutura e gastos sociais.

Aécio Neves, com seu projeto neoliberal, acredita que o mercado dá conta da totalidade da vida social. Cortando gastos públicos, reduzindo subsídios e aumentando os juros, o país vai atrair a confiança do capital financeiro e, assim, alavancar o crescimento econômico.

Essas diferenças têm repercussões na vida das pessoas que vão além do salário e da renda. Para a política urbana, por exemplo, esse é um debate fundamental. Lembremos que, em junho de 2013, a primeira reivindicação que levou milhares de pessoas às ruas foi a da redução das tarifas do transporte público.

Que a eficiência, a qualidade e o preço do transporte público são desafios de nossas cidades ninguém tem dúvida. Mas não há mágica para universalizar o transporte público de qualidade: isso só se faz com investimentos e grandes subsídios.

Isso vale para outros temas centrais da política urbana, como saneamento e habitação. Se o pressuposto --representado pela visão neoliberal de Aécio-- é o de abrir mais um campo de exploração mercantil, então saneamento e moradia não vão atender quem mais precisa, pois quem mais precisa não tem dinheiro para pagar sequer o custo do serviço, quanto mais com lucro! Dilma tanto sabe disso que aumentou exponencialmente os subsídios diretos nessas áreas.

Nos governos do PT, ilhas, brechas e espaços de interlocução foram abertos para dialogar com os setores mais excluídos da população: catadores, quilombolas, sem-terra, sem-teto e muitos outros. Se isso não foi capaz de reverter o centro das políticas, teve o efeito de apoiar experiências e afirmar a legitimidade da luta social e por direitos de cidadania plena no Brasil, ainda inconclusa. Já para o PSDB, governo deve ser território de tecnocratas e movimentos sociais são caso de polícia.

A radicalização da democracia exige mudanças. Tenho dúvidas se seremos capazes de fazê-las sob a liderança de Dilma, mas tenho certeza de que eleger Aécio é consolidar no poder a influência de poderosos interesses que até agora têm impedido essas mudanças. Por isso, meu voto no segundo turno é, sem dúvida, de Dilma Rousseff.

Brasil Roberta Namour Tue, 21 Oct 2014 06:04:23 +0000 http://www.brasil247.com/157678
PML: candidatos tiraram jornalistas dos debates http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157623 : Exclusão, no segundo turno, de jornalistas dos debates entre presidenciáveis "é produto de um acordo silencioso entre as duas campanhas", de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves, diz o colunista do 247 Paulo Moreira Leite; ambos tinham medo de ser questionados de forma mais dura; "A campanha de Dilma não queria jornalistas para ter certeza de que não iria enfrentar um tratamento agressivo e desigual (...). Aécio pela razão oposta: o risco era perder a vantagem comparativa que lhe garantiu um tratamento benigno no dia a dia da campanha", escreve PML; leia a íntegra em seu blog <br clear="all"> :

247 – Os jornalistas passaram de questionadores, no primeiro turno, a integrantes da plateia nos debates do segundo turno da eleição presidencial, mudança que é fruto "de um acordo silencioso entre as duas campanhas", da presidente Dilma Rousseff (PT) e de Aécio Neves (PSDB), segundo Paulo Moreia Leite, em nova coluna em seu blog no 247. Leia um trecho:

A campanha de Dilma não queria jornalistas para ter certeza de que não iria enfrentar um tratamento agressivo e desigual, registrado de forma matemática pelo Manchetômetro. Aécio também não tinha interesse na presença de jornalistas, mas pela razão oposta: o risco era perder a vantagem comparativa que lhe garantiu um tratamento benigno no dia a dia da campanha.(Veja o Manchetômetro, também). A imagem do candidato do PSDB poderia ser arranhada exatamente por profissionais que teriam de "mostrar serviço," na definição de um assessor de um dos finalistas.

O colunista ressalta que "nem o mais investigativo dos repórteres nem o mais independente dos editores pode impedir seus olhos de se interessarem por um lado da paisagem política e não pelo outro" e que "os profissionais de imprensa podem até fingir que não tem preferência política. Mas têm". Por fim, ele constata:

"A exclusão dos repórteres é a demonstração mais clara de que nem os jornais nem os jornalistas conseguiram encontrar um lugar adequado num momento tão relevante da vida de um país como uma eleição presidencial. Começaram a campanha como interlocutores dos poderes de Estado. Chegam ao final na posição de espectadores. Será preciso mais para compreender que há alguma coisa muito errada?"

Leia a íntegra em ...E os jornalistas ficaram na plateia

Mídia Gisele Federicce Mon, 20 Oct 2014 18:24:21 +0000 http://www.brasil247.com/157623
Aécio sugere que crise hídrica é também federal http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157617 : O senador Aécio Neves (PSDB-MG) reagiu aos comerciais do PT que abordaram a crise de abastecimento de água em São Paulo; Aécio elogiou medidas tomadas pelo governador Geraldo Alckmin, do seu partido, e criticou o governo federal; "Vi a água sendo discutida em São Paulo e vimos o resultado. O Estado fez algo adequado, que foi bônus para quem economizar. Talvez tenha faltado uma parceria maior com o governo federal", disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG), ao participar de ato de campanha em Minas Gerais <br clear="all"> :

SP 247 - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) reagiu aos comerciais do PT, que associaram as administrações tucanas à crise de abastecimento de água em São Paulo. Ao participar de um ato de campanha, em Minas Gerais, ele sugeriu que o governo federal também tem responsabilidade sobre o problema.  "Vi a água sendo discutida em São Paulo e vimos o resultado. O Estado fez algo adequado, que foi bônus para quem economizar. Talvez tenha faltado uma parceria maior com o governo federal", disse o presidenciável, que defendeu as medidas tomadas pelo governador Geraldo Alckmin e também atribuiu a crise à seca. "Estamos vivendo a maior estiagem dos últimos 80 anos".

Aécio insinuou aparelhamento na Agência Nacional de Águas. "Quem sabe se a ANA tivesse servido para outros fins... Nós lembramos quais eram os critérios para ocupar seus cargos", afirmou. Nesta segunda-feira, o nível do Sistema Cantareira caiu a 3,5%. Leia, abaixo, reportagem da Agência Brasil:

Nível do Sistema Cantareira está em 3,5%

Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil

O nível do Sistema Cantareira, hoje (20), está em 3,5%, de acordo com dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Ontem, o reservatório estava com 3,6% de seu nível. No final da semana passada, a Sabesp informou que restavam apenas 40 bilhões de litros de água da primeira cota da reserva técnica do Cantareira que começou a ser retirada no dia 16 de maio.

Durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Sabesp, na Câmara dos Vereadores, a presidente da companhia, Dilma Pena, admitiu que, se não chover nos próximos dias, a primeira parte da reserva técnica pode acabar em meados de novembro. A alternativa seria utilizar a segunda cota do volume morto, autorizada pela Agência Nacional de Águas (ANA) no último dia 17.

De acordo com a Sabesp, a segunda cota acrescentará mais 106 bilhões de litros ao sistema. Mas a ANA determinou que o uso dessa cota obedeça regras que garantam o abastecimento da região metropolitana de São Paulo, até abril de 2015, sem prejuízo à bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). A proposta de retirada gradual da reserva foi encaminha ao órgão federal no dia 10 de outubro, pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (Daee).

A retirada de água da segunda cota do volume morto chegou a ser vetada por uma liminar judicial, mas a decisão foi suspensa pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), desembargador federal Fábio Prieto, a pedido da Sabesp e do Daee. A ação foi proposta pelos ministérios públicos estadual de São Paulo e o federal (MPF), com a intenção de garantir que a primeira parte do volume morto não se esgotasse antes de 30 de novembro.

De acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), São Paulo deve ter temperaturas variando entre 13 graus Celsius (ºC) e 35 ºC, com o céu parcialmente nublado e pancadas de chuva. Para amanhã, a previsão é céu parcialmente nublado a nublado com possibilidade de chuva em áreas isoladas e temperaturas que variam entre 8 °C a 30 °C. Na quarta-feira o céu deve estar parcialmente nublado, com pancadas de chuva isolada à tarde, no norte e noroeste do estado. As temperaturas variam entre 5 ºC e 32 ºC.


SP 247 Leonardo Attuch Mon, 20 Oct 2014 16:42:26 +0000 http://www.brasil247.com/157617
Lula: "Se depender de mim, não serei candidato em 2018" http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157644 Ricardo Stuckert/ Instituto Lula: Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda (20) que, pela vontade dele, não disputará novamente as eleições presidenciais em 2018 porque acredita já ter cumprido sua "missão"; ainda assim, em entrevista de rádio em Recife, ele afirmou não descartar a possibilidade, a depender do cenário político daqui a quatro anos; "Se depender de mim, não. Quando chegar na eleição de 2018, estarei com 72 anos. Nós temos que ter isso em conta", ressaltou; ele disse esperar o surgimento de "quadros mais novos" para enfrentar o próximo pleito presidencial <br clear="all"> Ricardo Stuckert/ Instituto Lula:

247 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (20) que, pela vontade dele, não disputará novamente as eleições presidenciais em 2018 porque acredita já ter cumprido sua "missão". Ainda assim, em entrevista à Rádio Jornal do Commercio, em Recife, ele afirmou não descartar a possibilidade, a depender do cenário político daqui a quatro anos. "Se depender de mim, não. Quando chegar na eleição de 2018, estarei com 72 anos. Nós temos que ter isso em conta", ressaltou.

Lula disse esperar o surgimento de "quadros mais novos" para enfrentar o próximo pleito presidencial. "Acho que já cumpri a minha função. A única coisa que não posso dizer é que não disputarei em quatro anos", afirmou.

Dilma e Lula estarão em Pernambuco nesta terça-feira (21). Este foi o único Estado nordestino em que a petista não saiu vitoriosa, tendo perdido para Marina Silva (PSB). Eles devem visitar a fábrica da Fiat instalada em Goiana, na zona da mata pernambucana, fazer um comício na cidade e, no fim da tarde, participar de uma caminhada pelo centro do Recife.

Lula disse que, caso Dilma se reeleja, tratará de maneira "republicana" todos os Estados, inclusive Pernambuco, onde venceu a eleição Paulo Câmara (PSB). Ao comentar as derrotas de seu partido em Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, Lula afirmou que o momento é de "aprendizado". "Em vez de fazer disso um motivo de sofrimento, não, nós temos que fazer disso um motivo de aprendizado. Saber o que que nós não fizemos, o que deixamos de fazer. Ao invés de só ficar criticando os adversários, saber o que os adversários fizeram de certo para a gente se preparar para outro embate. Ninguém pode ficar chateado porque perdeu uma eleição, porque ninguém perdeu mais eleição do que eu neste país", afirmou.

Poder Valter Lima Mon, 20 Oct 2014 19:54:15 +0000 http://www.brasil247.com/157644
Aécio recebe apoio de ex-simpatizantes do PT http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157633 Marcos Fernandes/Coligação Muda Brasil: Manifesto intitulado "Esquerda Democrática com Aécio Neves" tem, entre as 773 assinaturas, a do ator Marcos Palmeira, o economista José Eli da Veiga, o ministro aposentado do STF Eros Grau, o ex-presidente do IBGE Sergio Besserman Vianna e o cientista político Luiz Eduardo Soares, que foi secretário de Segurança Pública no governo Lula; vários dos signatários afirmam que, no passado, votaram no PT, mas agora apoiam Aécio Neves (PSDB) <br clear="all"> Marcos Fernandes/Coligação Muda Brasil:

247 – O candidato do PSDB, Aécio Neves, recebeu o apoio de centenas de pessoas que disseram ter sido, no passado, simpatizantes do PT. O manifesto tinha, até o meio da tarde desta segunda-feira, 773 assinaturas, entre elas a do ator da Globo Marcos Palmeira, dos cineastas Zelito Viana e Wladimir Carvalho, da produtora cultural Helena Severo, do economista José Eli da Veiga e do cientista político José Álvaro Moises, ambos da USP, do ministro aposentado do STF Eros Grau, do ex-presidente do IBGE Sergio Besserman Vianna e do cientista político Luiz Eduardo Soares, que foi secretário de Segurança Pública no governo Lula.

O manifesto foi lançado no dia 16 e recebe o título de "Esquerda Democrática com Aécio Neves". No texto que traz dez tópicos, vários dos signatários afirmam que, no passado, votaram no PT, mas agora mudaram de posição e apoiam o candidato do PSDB, Aécio Neves, em defesa do pluralismo democrático.

"Sempre respeitamos o PT em cujos candidatos muitos de nós já votaram. Pensamos que o rico pluralismo da esquerda deve se combinar com a recusa a qualquer posicionamento inflexível, submisso a princípios abstratos ou comandos partidários. Não aceitamos que nenhum partido atue como se fosse o único representante coerente da esquerda ou da democracia", diz o documento.

Leia aqui o manifesto e veja quem assinou.

Poder Gisele Federicce Mon, 20 Oct 2014 18:22:18 +0000 http://www.brasil247.com/157633
Na TV, PSDB resgata elogio de Dilma a Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157628 : Comercial de 15 segundos do candidato Aécio Neves (PSDB) divulga trecho de entrevista da presidente Dilma Rousseff de 2009, em que ela define o tucano como "um dos melhores governadores do País" e diz que sua forma de fazer política é "exemplar" <br clear="all"> :

247 – A campanha do candidato Aécio Neves (PSDB) resgatou uma entrevista da presidente Dilma Rousseff em que ela elogia a gestão do tucano em Minas Gerais. A atuação de Aécio no estado tem sido um dos principais alvos de críticas da campanha presidencial do PT. O comercial de 15 segundos traz o seguinte trecho da fala de Dilma:

"O governador Aécio Neves, primeiro pela, é, sem sombra de dúvida, um dos melhores governadores do país. Segundo, porque eu acredito que o governador tem uma forma de fazer política, né, de se relacionar que é, acho que exemplar". No final, um locutor diz que Aécio teve "um trabalho aprovado até pela Dilma".

A entrevista foi concedida pela então ministra da Casa Civil do governo Lula à rádio Itatiaia, de Belo Horizonte, em abril de 2009. Na ocasião, ela já havia sido escolhida pelo ex-presidente para se candidatar como sua sucessora. Assista ao comercial do PSDB: 

Poder Gisele Federicce Mon, 20 Oct 2014 17:43:57 +0000 http://www.brasil247.com/157628
Final tem Dilma paz e amor e Lula velho de guerra http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157594 : Traçadas as linhas de ação da presidente e do ex na reta final da campanha; Dilma Rousseff ameniza ataques diretos a Aécio Neves, do PSDB, enquanto Lula bate no limite; "Ele é filhinho de papai, vingativo", disparou o ex-presidente em comício em Belo Horizonte; com São Paulo na mira, Dilma marca comício para Itaquera, na populosa Zona Leste, e critica, mas sem fulanizar, a crise da falta d'água no Estado governado pelos tucanos; discursos complementares para confundir campanha do PSDB <br clear="all"> :

247 – Depois de passar a última semana mostrando as garras para o adversário Aécio Neves, do PSDB, a presidente Dilma Rousseff mudou seu gesto de mão: nesta reta final, ela pretende suas a mímica muito mais fazer aquele coraçãozinho meigo com as duas mãos juntas. O que não significa que a artilharia pesada sobre o adversário vá cessar. O tiroteio passar a ter como maior protagonista o ex-presidente Lula. Na estratégia traçada pelo PT, Dilma agora será muito mais paz e amor, enquanto Lula será o velho guerreiro de sempre.

- O Aécio é filhinho de papai, definiu Lula durante comício em Belo Horizonte, no sábado 18, em campanha para Dilma, mas sem a presença dela. "Ele fala agora em farmácia popular, mas como governador por oito anos não fez nenhuma em Minas Gerais inteira. O moço é vingativo", completou Lula.

Antes, na quinta-feira 16, em Belém, Lula trouxe à pauta o caso do bafômetro não realizado por Aécio, em 2011, durante blitz no Rio de Janeiro. O assunto foi explorado por Dilma nos debates com Aécio e no horário político do PT.

Nesta segunda-feira 20, em entrevista ao jornalista Geraldo Freire, da rádio Jornal, do Recife, Lula chamou Aécio de "aquele moço" e fez uma comparação forte:

- A diferença entre o nosso adversário é a Dilma você pode ver no aeroporto de Recife, no de Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e outros feitos por ela para o povo. O Aécio fez um aeroporto só, para o tio dele.

Com Lula com a língua afiada, Dilma pode aparecer de modo mais meigo. No programa político do PT nesta segunda, Dilma apareceu numa longa intervenção a respeito da crise da falta d'água em São Paulo. Mas em nenhum momento ela citou o nome do governador Geraldo Alckmin e, também, de Aécio.

Os marqueteiros do PT avaliaram que o jeito mais rude de Dilma sobre Aécio atingiu o objetivo de somar na desconstrução do adversário. Especialmente nos dois primeiros debates entre eles, nas redes Bandeirantes e SBT, quando Dilma mostrou sua face agressiva.

Com cuidados especiais em relação a São Paulo, Dilma terá comício esta semana em Itaquera, na populosa Zona Leste, onde encerrou sua campanha em 2010. O PT tratou de ampliar a presença da propaganda de Dilma na capital e jogou sua militância na rua para fazer corpo a corpo com a população dos bairros. No primeiro turno, Aécio Neves venceu no Estado por 3,5 milhões de votos sobre a presidente. A intenção é reduzir essa diferença.

Clique aqui e ouça a entrevista do ex-presidente Lula à radio Jornal.

Poder Ana Pupulin Mon, 20 Oct 2014 14:58:22 +0000 http://www.brasil247.com/157594
Breno Altman: PSDB já flerta com o golpismo http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157583 : Jornalista rebate ex-governador Alberto Goldman, coordenador da campanha de Aécio Neves em São Paulo, que publicou artigo intitulado "O Brasil rejeitou o PT. Dilma não teria condições de governar o Brasil"; tucano "leva seu ódio antipetista ao paradoxismo", diz Breno Altman; "Do que está falando esse cavalheiro que um dia já foi de esquerda? Que o resultado eleitoral não deve ser acolhido?", questiona; jornalista contesta ainda o argumento de Goldman de que "o Brasil do trabalho formal", o "Brasil da cultura e da tecnologia" rejeitou o PT; "Seu discurso não é apenas antidemocrático. Apela também para o preconceito social e a fúria de classe contra os pobres. Na pior tradição da direita brasileira"; leia a íntegra <br clear="all"> :

247 – Em nova coluna publicada no blog feito em parceria entre o 247 e o site Opera Mundi, o jornalista Breno Altman contesta o artigo do tucano Alberto Goldman, ex-governador de São Paulo Alberto Goldman, coordenador da campanha de Aécio Neves (PSDB) à presidência no estado. O texto recebe o seguinte título: "O Brasil rejeitou o PT. Dilma não teria condições de governar o Brasil".

O tucano "leva seu ódio antipetista ao paradoxismo", diz Altman. "Do que está falando esse cavalheiro que um dia já foi de esquerda? Que o resultado eleitoral não deve ser acolhido?", questiona o jornalista. "O que pensa parece inspirado no que foi escrito sobre Getúlio Vargas nos anos 50. Dilma não pode vencer. Se vencer, não pode governar. Se governar tem que cair", diz.

O colunista contesta ainda a seguinte conclusão de Goldman: "O Brasil do trabalho formal, produtivo, dos seus trabalhadores e empresários, no campo e na cidade, o Brasil da cultura e da tecnologia – essa é, de fato, a elite brasileira – rejeitou, por ampla maioria, o PT e sua candidata".

"Quer dizer que o voto dos brasileiros que ganham menos de dois salários mínimos, entre os quais Dilma teve 52%, vale menos que a 'elite brasileira' identificada pelo ex-governador?", pergunta ainda Breno Altman. "Seu discurso não é apenas antidemocrático. Apela também para o preconceito social e a fúria de classe contra os pobres. Na pior tradição da direita brasileira", constata.

Leia a íntegra em Tucanos flertam com golpismo

Poder Gisele Federicce Mon, 20 Oct 2014 12:45:57 +0000 http://www.brasil247.com/157583
Para Dilma, Aécio representa os que "desempregam" http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/157601 : Presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, afirmou nesta segunda-feira, no Rio, que sua candidatura representa um projeto que tem as pessoas no centro de tudo, enquanto o adversário Aécio Neves (PSDB) é o representante daqueles que só pensam nos banqueiros e nos juros <br clear="all"> :

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, afirmou nesta segunda-feira que a sua candidatura representa um projeto que tem as pessoas no centro de tudo, enquanto o adversário Aécio Neves (PSDB) é o representante daqueles que só pensam nos banqueiros e nos juros.

Dilma voltou a criticar a política econômica dos governos tucanos e afirmou que a votação do 2o turno da corrida presidencial, no domingo, colocará frente a frente dois projetos com focos distintos.

"A eleição vai colocar de um lado aqueles que defendem os empregos e os salários, e do outro lado aqueles que desempregaram no Brasil, que reduziram salários, que se ajoelharam diante do Fundo Monetário (Internacional), aqueles que quebraram o Brasil três vezes", disse Dilma a seguidores em uma praça de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, onde fez um desfile em carro aberto.

"Eu quero pedir a vocês que defendam o futuro desse país. Vamos dizer não ao retrocesso, à volta atrás, à perda de direitos. Nós temos uma concepção que coloca as pessoas no centro de tudo, não somos aqueles que só pensam nos banqueiros e nos juros", acrescentou.

Na reta final da campanha, Dilma tem reforçado a comparação entre os governos dela e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com os dois mandatos do tucano Fernando Henrique Cardoso.

Dilma tem ressaltado que os governos do PT retiraram milhões de pessoas da miséria e são responsáveis por programas sociais como o Bolsa Família, enquanto Aécio representaria o mercado e os mais ricos.

A petista, que participou da carreata com o candidato do PRB ao governo do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, tem ainda evento nesta segunda-feira com o outro candidato no segundo turno da disputa estadual, Luiz Fernando Pezão (PMDB).

(Por Pedro Fonseca)

Rio 247 Gisele Federicce Mon, 20 Oct 2014 14:37:58 +0000 http://www.brasil247.com/157601
Dirceu pede ao STF para cumprir pena em casa http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/157603 : Defesa do ex-ministro, que atualmente cumpre pena em regime semiaberto, saindo da prisão para trabalhar durante o dia, em Brasília, protocolou nesta segunda-feira 20 pedido no Supremo para cumprir o restante da pena de 7 anos e 11 meses em regime domiciliar; até o momento, ele passou 11 meses e seis dias na Penitenciária da Papuda, sendo quase oito meses em regime fechado, uma vez que não tinha autorização da Justiça para trabalhar <br clear="all"> :

247 – Depois de 11 meses e seis dias preso na Penitenciária da Papuda, em Brasília, o ex-ministro José Dirceu pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para cumprir o restante de sua pena de 7 anos e 11 meses em regime domiciliar. O pedido foi protocolado nesta segunda-feira 20 por seus advogados.

Desde o dia 3 de julho, Dirceu cumpre regime domiciliar, saindo durante o dia do presídio para trabalhar. Antes disso, a pena foi cumprida irregularmente em regime fechado, uma vez que o ex-presidente do Supremo Joaquim Barbosa não concedeu o direito ao condenado na Ação Penal 470.

O ex-ministro de Lula, condenado por corrupção ativa, ainda não cumpriu um sexto da pena, exigência para o regime domiciliar. No entanto, a Justiça descontou os dias e que ele trabalhou fora. A cada três dias trabalhados, é descontado do detento um dia da pena.

Brasília 247 Gisele Federicce Mon, 20 Oct 2014 15:21:00 +0000 http://www.brasil247.com/157603
Sindicatos se mobilizam em defesa de empresas públicas http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157600 : Movimento sindical realiza hoje mobilização nacional contra o que chama de "ameaças de privatização que surgiram na campanha eleitoral"; Contraf-CUT (entidade que representa os trabalhadores do ramo financeiro) resgata declaração do economista Armínio Fraga, anunciado ministro da Fazenda de Aécio Neves (PSDB), em que "defendeu a redução da atuação dos bancos públicos, sinalizando com a privatização" <br clear="all"> :

247 - O movimento sindical realiza nesta segunda-feira 20, em vários lugares do País, uma mobilização nacional contra o que chama de "ameaças de privatização que surgiram na campanha eleitoral". O movimento é chamado de Atos em Defesa do Serviço Público e das Empresas Estatais.

A Contraf-CUT (entidade que representa os trabalhadores do ramo financeiro) convoca os dirigentes das entidades filiadas a se engajarem na mobilização e a organizarem atos em suas bases sindicais em defesa do Banco do Brasil, da Caixa, do BNDES, do BNB, do Banco da Amazônia e Finep.

Texto da entidade resgata declaração do economista Armínio Fraga, anunciado ministro da Fazenda em um eventual governo de Aécio Neves (PSDB), em que "defendeu a redução da atuação dos bancos públicos, sinalizando com a privatização".

A Confederação publica ainda, em seu site, trechos do artigo de Carlos Cordeiro, presidente da entidade, publicado no 247. "A sociedade brasileira não pode permitir esse retrocesso à década neoliberal dos tucanos e abrir mão dos bancos públicos, cuja importância para o desenvolvimento econômico e social do país tornaram-se mais evidentes do que nunca a partir da crise internacional de 2008, provocada pela irresponsabilidade do mercado financeiro a que Armínio Fraga representa", diz ele.

Brasil Gisele Federicce Mon, 20 Oct 2014 15:01:41 +0000 http://www.brasil247.com/157600
Nível do Sistema Cantareira está em 3,5% http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157605 Agência Brasil : No final da semana passada, a Sabesp informou que restavam apenas 40 bilhões de litros de água da primeira cota da reserva técnica do Cantareira que começou a ser retirada no dia 16 de maio <br clear="all"> Agência Brasil :

Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil 

O nível do Sistema Cantareira, nesta segunda-feira 20, está em 3,5%, de acordo com dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Ontem, o reservatório estava com 3,6% de seu nível. No final da semana passada, a Sabesp informou que restavam apenas 40 bilhões de litros de água da primeira cota da reserva técnica do Cantareira que começou a ser retirada no dia 16 de maio.

Durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Sabesp, na Câmara dos Vereadores, a presidente da companhia, Dilma Pena, admitiu que, se não chover nos próximos dias, a primeira parte da reserva técnica pode acabar em meados de novembro. A alternativa seria utilizar a segunda cota do volume morto, autorizada pela Agência Nacional de Águas (ANA) no último dia 17.

De acordo com a Sabesp, a segunda cota acrescentará mais 106 bilhões de litros ao sistema. Mas a ANA determinou que o uso dessa cota obedeça regras que garantam o abastecimento da região metropolitana de São Paulo, até abril de 2015, sem prejuízo à bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). A proposta de retirada gradual da reserva foi encaminha ao órgão federal no dia 10 de outubro, pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (Daee).

A retirada de água da segunda cota do volume morto chegou a ser vetada por uma liminar judicial, mas a decisão foi suspensa pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), desembargador federal Fábio Prieto, a pedido da Sabesp e do Daee. A ação foi proposta pelos ministérios públicos estadual de São Paulo e o federal (MPF), com a intenção de garantir que a primeira parte do volume morto não se esgotasse antes de 30 de novembro.

De acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), São Paulo deve ter temperaturas variando entre 13 graus Celsius (ºC) e 35 ºC, com o céu parcialmente nublado e pancadas de chuva. Para amanhã, a previsão é céu parcialmente nublado a nublado com possibilidade de chuva em áreas isoladas e temperaturas que variam entre 8 °C a 30 °C. Na quarta-feira o céu deve estar parcialmente nublado, com pancadas de chuva isolada à tarde, no norte e noroeste do estado. As temperaturas variam entre 5 ºC e 32 ºC.

SP 247 Gisele Federicce Mon, 20 Oct 2014 15:32:08 +0000 http://www.brasil247.com/157605
CNT/MDA aponta empate técnico, com Dilma à frente http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157569 : Pesquisa encomendada pela CNT (Confederação Nacional dos Transportes) aponta a presidente com 50,5% dos votos válidos, contra 49,5% do candidato do PSDB; em votos gerais, contando brancos e nulos, a vantagem é a mesma para Dilma Rousseff, que tem 45,5% ante 44,5% de Aécio Neves; mostras da semana passada apontavam empate técnico, mas com Aécio numericamente à frente; primeira pesquisa do segundo turno do instituto MDA foi realizada sábado e domingo, portanto antes do terceiro debate presidencial, exibido ontem à noite pela TV Record; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais; Ibovespa acentua queda após divulgação da pesquisa <br clear="all"> :

247 – Pesquisa CNT/MDA divulgada na manhã desta segunda-feira 20 confirma o empate técnico apontado nas mostras Datafolha e Ibope da semana passada, mas com a presidente Dilma Rousseff (PT) numericamente à frente de Aécio Neves (PSDB).

A candidata à reeleição registrou 50,5% dos votos válidos, contra 49,5% do candidato tucano. Esta foi a primeira pesquisa do instituto MDA no segundo turno, portanto não há cenário de comparação com levantamentos anteriores.

Contabilizando os votos gerais, com brancos e nulos, a vantagem da petista é mesma: 45,5% das intenções de voto a Dilma, ante 44,5% a Aécio Neves. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

O instituto MDA realizou 2.002 entrevistas em 137 municípios de 25 estados no sábado 18 e no domingo 19, portanto antes do terceiro debate presidencial, exibido pela TV Record na noite deste domingo.

As pesquisas Datafolha e Ibope divulgadas na semana passada apontaram resultados idênticos entre elas, com empate técnico entre Aécio (51%) e Dilma (49%), mas com Aécio dois pontos à frente. O Datafolha divulga um novo levantamento nesta segunda-feira 20, às 18h no site da Folha de S. Paulo.

O Ibovespa acentuou a queda após a divulgação da pesquisa mostrando Dilma um ponto à frente. Leia abaixo reportagem do portal Infomoney.

Bolsa acelera queda após pesquisa com Dilma à frente

Por Ricardo Bomfim

São Paulo - Com divulgação da pesquisa CNT/MDA, mostrando a candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, numericamente à frente, o Ibovespa acelerou as perdas no pregão desta segunda-feira (20).

Investidores embolsam os lucros obtidos com a alta da sexta-feira. No momento da divulgação, o índice caiu 0,6% em cinco minutos. Às 11h25 (horário de Brasília), o Ibovespa caía 1,86% a 54.689 pontos, seguindo a tendência das bolsas europeias, que também começaram o pregão desta segunda-feira (20) em baixa.

Pesquisa CNT/MDA sobre intenção de voto para os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) foi divulgada às 11h (horário de Brasília). A candidata petista apareceu com 50,5% das intenções de voto contra 49,5% de Aécio entre votos válidos. Os dois candidatos ainda estão em empate técnico por conta da margem de erro.

Datafolha também deve sair hoje às 18h no site da Folha de S. Paulo, e mais tarde no Jornal Nacional. Ainda pode ser divulgada a pesquisa Vox Populi. Todas essas pesquisas estão no radar dos investidores e devem ditar os rumos do mercado durante a semana.

Ainda no cenário eleitoral, a repercussão do debate entre os dois candidatos à Presidência na TV Record deve ter efeitos limitados na Bolsa. Considerado mais ameno que o debate do SBT, neste último, Aécio e Dilma focaram mais em propostas por medo de uma alta da rejeição a eles por conta da agressividade mostrada nos últimos dias.

O tema mais importante do fim de semana foi a admissão pela presidente Dilma, no sábado, de que houve sim desvios na Petrobras e que ela fará o possível para ressarcir os prejuízos. Foi a primeira vez que a presidente admitiu a veracidade das informações contidas na delação premiada do ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa.

No noticiário econômico, destaque para o Focus, que voltou a revisar a expectativa do crescimento do PIB para baixo. A expectativa de expansão do PIB (Produto Interno Bruto) em 2014 diminuiu para 0,27%, ante 0,28% da semana anterior. Para 2015, os economistas mantiveram a projeção do PIB para 1%.

Em relação à inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em 2014, os economistas mantiveram a projeção em 6,45%, e continuou abaixo do teto da meta, enquanto para o próximo ano a projeção também se manteve em 6,30%.

Destaques As ações da Petrobras ON e PN (PETR3; PETR4) caíam 3,69% a R$ 17,81 e 3,40% a R$ 18,75, respectivamente. Bastante sujeitas ao chamado "rali eleitoral" os papéis da empresa são influenciados pelos resultados das pesquisas de hoje. Além disso, as ações ainda refletem as notícias recentes sobre o fim da defasagem entre os preços da gasolina internamente e os práticos lá fora com a queda dos preços do petróleo. Surgiram

O principal destaque negativo fica com as ações OI PN (OIBR4), que registram desvalorização de 7,20% e são cotadas a R$ 1,16. Com essa variação, a baixa acumulada desde o início do ano chega a -67,69%.

Por outro lado, o melhor desempenho fica com os papéis Ecorodovias ON (ECOR3), que são cotados a R$ 12,00 e apresentam alta de 1,44%.

Poder Ana Pupulin Mon, 20 Oct 2014 10:19:01 +0000 http://www.brasil247.com/157569
Tereza: “democracia ganha com debate mais civilizado” http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157553 : Colunista do 247 avalia que, com os "punhais guardados" no debate de ontem, promovido pela Record, candidatos à Presidência discutiram melhor temas de interesse geral, abrindo assim espaço para o contraditório; "Ganharam com isso os eleitores e a democracia", diz Tereza Cruvinel; "Quando os dois saem da luta ensanguentados, a democracia não ganha. Vença quem vencer, o que se segue é um quadro de vindita e radicalização nefasto para o pais", acrescenta; "A trégua", acredita a jornalista, "parece ter sido 'natural', resultado da repercussão negativa do último pugilato", no SBT; Mas os dois lados, Dilma Rousseff e Aécio Neves, "estão prontos para desensarilhar as armas se for preciso", diz; leia a íntegra <br clear="all"> :

247 – O debate entre os presidenciáveis promovido neste domingo pela TV Record foi "mais civilizado", trazendo ganhos para o eleitorado, afirma a colunista Tereza Cruvinel em seu blog no 247. "Ganharam com isso os eleitores e a democracia. Os temas de interesse geral foram melhor discutidos, as diferenças na abordagem dos problemas apareceram, o espaço para o contraditório se alargou", escreve.

Na opinião da jornalista, "quando os dois saem da luta ensanguentados, a democracia não ganha. Vença quem vencer, o que se segue é um quadro de vindita e radicalização nefasto para o país". Segundo ela, "uma canelada aqui, outra ali, fazem parte do jogo e dão o tempero do debate", o que aconteceu ontem, com Aécio Neves (PSDB) fazendo "críticas pesadas" ao governo da presidente Dilma Rousseff, enquanto "ela pôde rebater e falar mais do que fez".

"A trégua parece ter sido 'natural', resultado da repercussão negativa do último pugilato", organizado por SBT, Uol e Jovem Pan, ressalta. Ela lembra que, neste domingo, os dois lados estavam prontos para "desensarilhar as armas" se fosse preciso, mas constata. "Felizmente, para todos, e sobretudo para os eleitores, ficou na temperatura adequada".

Leia a íntegra em Debate: verbo solto, punhais guardados

Poder Gisele Federicce Mon, 20 Oct 2014 09:02:14 +0000 http://www.brasil247.com/157553
Imbassahy: "O governo Dilma terá fim deplorável" http://www.brasil247.com/pt/247/bahia247/157582 : Líder do PSDB na Câmara, o deputado federal baiano Antônio Imbassahy já dá como certa a vitória de seu correligionário na disputa pela presidência da República e prevê que o governo da presidente Dilma Rousseff "terá um fim melancólico" já neste ano; o tucano volta a dizer que o PT prega terror ao dizer que Aécio, se leito, acabaria com programas de assistência social como o Bolsa Família e afirma também que o PSDB vai conseguir virar o jogo no Nordeste neste segundo turno <br clear="all"> :

Bahia 247 - Líder do PSDB na Câmara, o deputado federal baiano Antônio Imbassahy já dá como certa a vitória de seu correligionário na disputa pela presidência da República e prevê que o governo da presidente Dilma Rousseff "terá um fim melancólico" já neste ano. O tucano volta a dizer que o PT prega terror ao dizer que Aécio, se leito, acabaria com programas de assistência social como o Bolsa Família e afirma também que o PSDB vai conseguir virar o jogo no Nordeste neste segundo turno.

Abaixo os principais trechos e aqui a entrevista completa de Imbassahy ao jornal Tribuna da Bahia.

A campanha está atípica. Qual a avaliação que o senhor faz do cenário atual?

Uma avaliação muito positiva, principalmente numa perspectiva de vitória do candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB). Sem dúvida, será a vitória da mudança, a retirada de um governo que fracassou, como na economia permitindo a volta da inflação e do não crescimento da nossa nação. A nossa expectativa, sem sombra de dúvidas, é a de vitória.

Qual a avaliação que o senhor faz da passagem de Aécio por Salvador, na última sexta?

Em toda minha vida pública, eu, jamais, tinha assistido a uma demonstração de tanta vibração com a festa democrática, no mais amplo sentido, entusiasmo da população de Salvador e de muita gente que veio do interior. Não se trata de uma campanha partidária do PSDB ou de partidos da aliança, mas sim uma campanha da sociedade brasileira por mudança. A manifestação de Salvador foi muito boa.

Qual a meta para o segundo turno? Conseguem 40% do eleitorado?

Nós estamos trabalhando ativamente. Na Bahia, nós tivemos uma reorganização em 32 polos regionais, definindo responsáveis por cada um deles, e estamos na maior atividade política no sentido de colocar, de uma maneira mais clara, o Aécio Neves como uma pessoa bastante conhecida. Ele ainda não é conhecido como deveria ser na Bahia.

Como viu a votação de Aécio no Nordeste, onde Dilma saiu vitoriosa? O que fazer para virar o jogo?

O Nordeste do Brasil é uma região em que o PT tem conseguido resultados eleitorais mais favoráveis, mas existe uma tendência forte do candidato Aécio, principalmente por conta da exaustão do governo do PT.

E o Bolsa Família? Realmente o programa social tem mais peso aqui no Nordeste, na Bahia?

O Bolsa Família tem mais peso no Nordeste, evidente. Mas sempre é bom lembrar que o programa existe desde o governo Fernando Henrique Cardoso, criado da unificação dos programas de promoção de FHC, como o Bolsa Escola e Vale Gás, por exemplo. O Lula juntou todos esses programas nossos e pegou o nosso cadastro inicial. A nossa proposta não é acabá-lo, mas mate-lo e aprimorá-lo.

Se eleito, o que o povo da Bahia pode esperar do governo Aécio com um governador de oposição? O que Rui pode esperar?

Eu lembro da relação que Aécio, ainda governador de Minas Gerais, teve com o então prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, que era do PT. Tiveram uma parceria notável. E BH avançou como nunca. Aécio é uma pessoa que respeita a democracia, pois é uma tradição de família, e a Bahia, posso assegurar, será muito bem tratada. Será mais bem tratada do que se possa imaginar.

Bahia 247 Romulo Faro Mon, 20 Oct 2014 10:09:32 +0000 http://www.brasil247.com/157582
Vídeo: o sentimento das eleições nas ruas http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157579 : Ódio, paixão, indiferença... qual o sentimento que te move nessas eleições? Dilma ou Aécio? PT ou PSDB? E se o candidato perfeito te prometesse uma medida que te trouxesse plena felicidade? Que medida seria essa? Confira as opiniões dos eleitores nas ruas do Rio de Janeiro na reportagem de Bia Willcox e Luciano Olivieri <br clear="all"> :

247 - Os repórteres Bia Willcox e Luciano Olivieri foram às ruas do Rio de Janeiro neste fim de semana para captar o sentimento que move os eleitores nessa disputa presidencial, entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).

Alguns pedem mudança, outros continuidade. Enquanto um terceiro grupo diz sentir "enjoo de estômago". Assista à reportagem feita em meio ao provavelmente mais duro embate eleitoral no período da democracia brasileiro.

 

Mídia Gisele Federicce Mon, 20 Oct 2014 10:05:38 +0000 http://www.brasil247.com/157579
Bolsa fecha em queda de 2,5% após CNT mostrar Dilma à frente http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157563              : bovespa Repercutindo pesquisa CNT/MDA que mostrou a presidente Dilma 1 ponto percentual à frente de Aécio, Ibovespa fechou na mínima com expectativas para a divulgação de Datafolha e Vox Populi, ainda nesta segunda-feira <br clear="all">              : bovespa

Por Ricardo Bomfim

São Paulo - A Bolsa fechou em queda nesta segunda-feira (20), após divulgação de pesquisa CNT/MDA mostrando a presidente Dilma Rousseff (PT) 1 ponto percentual à frente do candidato Aécio Neves (PSDB) nas intenções de voto.

O Ibovespa terminou o pregão na mínima, caindo 2,55%, a 54.302 pontos. Investidores ainda repercutem baixas em bolsas internacionais e esperam Datafolha e Vox Populi. O volume movimentado na Bolsa foi de R$ 10,7 bilhões, destes, R$ 3,62 bilhões foram nas opções que venceram hoje.

Na pesquisa CNT/MDA, divulgada às 11h, Dilma apareceu com 45,5% das intenções de voto contra 44,5% do tucano. Em votos válidos, Dilma possui 50,5% e Aécio, 49,5%. Os dois candidatos ainda estão em empate técnico por conta da margem de erro. No momento da divulgação, o Ibovespa caiu 0,6% em cinco minutos.

Para o analista da Geral Investimentos, Carlos Müller, a queda no começo da manhã se deu a um cenário externo mais complicado por conta, principalmente do resultado abaixo do esperado da IBM, o que pressionou as bolsas internacionais.

Já a aceleração da queda no começo da tarde, pode ser, na opinião do analista, fruto de uma expectativa pelas pesquisas Datafolha e Vox Populi. A primeira deve sair hoje às 18h no site da Folha de S. Paulo, e a outra mais tarde no Jornal Nacional. Todas essas pesquisas estão no radar dos investidores e devem ditar os rumos do mercado durante a semana.

Ainda no cenário eleitoral, a repercussão do debate entre os dois candidatos à Presidência na TV Record deve ter efeitos limitados na Bolsa. Considerado mais ameno que o debate do SBT. Neste último, Aécio e Dilma focaram mais em propostas por medo de uma alta da rejeição a eles por conta da agressividade mostrada nos últimos dias.

O tema mais importante do fim de semana foi a admissão pela presidente Dilma, no sábado, de que houve sim desvios na Petrobras e que ela fará o possível para ressarcir os prejuízos. Foi a primeira vez que a presidente admitiu a veracidade das informações contidas na delação premiada do ex-diretor da estatal, Paulo Roberto Costa.

No noticiário econômico, destaque para o Focus, que voltou a revisar a expectativa do crescimento do PIB para baixo. A expectativa de expansão do PIB (Produto Interno Bruto) em 2014 diminuiu para 0,27%, ante 0,28% da semana anterior. Para 2015, os economistas mantiveram a projeção do PIB para 1%.

Em relação à inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) em 2014, os economistas mantiveram a projeção em 6,45%, e continuou abaixo do teto da meta, enquanto para o próximo ano a projeção também se manteve em 6,30%.

Destaques As ações da Petrobras ON e PN (PETR3; PETR4) fecharam perto da mínima do dia em 5,83% a R$ 17,12 e 6,13% a R$ 17,92, respectivamente. Bastante sujeitas ao chamado "rali eleitoral" os papéis da empresa são influenciados pelos resultados das pesquisas de hoje.

Além disso, as ações ainda refletem as notícias recentes sobre o fim da defasagem entre os preços da gasolina internamente e os praticados lá fora com a queda dos preços do petróleo.

Economia Gisele Federicce Mon, 20 Oct 2014 09:51:07 +0000 http://www.brasil247.com/157563
Coordenadora do Bolsa-Família: pai é quem cuida http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157537 : A advogada Luciana Oliveira, que coordenou por oito anos a execução do Bolsa-Família, publicou carta aberta ao candidato Aécio Neves, lembrando que o PSDB não pode reivindicar a paternidade do Bolsa-Família, como tem sido dito nos debates; “O Bolsa Família nasceu como um projeto para vencer a pobreza. O Bolsa Escola nada foi além de remendos, em época eleitoral, de um governo que estava com a popularidade baixíssima”, diz ela, em texto publicado no blog de Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília; “PSDB pai… O Pai que reivindica a paternidade de seu filho na certidão, mas que só aparece “pra visita” de quatro em quatro anos, à época das eleições?”, questiona; leia a íntegra <br clear="all"> :

247 - A advogada Luciana Oliveira, coordenadora do Bolsa-Família durante oito anos, distribuiu uma carta aberta ao candidato Aécio Neves, alegando que o PSDB não pode reivindicar a paternidade do programa. “O Bolsa Família nasceu como um projeto para vencer a pobreza. O Bolsa Escola nada foi além de remendos, em época eleitoral, de um governo que estava com a popularidade baixíssima”, diz ela. “PSDB pai… O Pai que reivindica a paternidade de seu filho na certidão, mas que só aparece “pra visita” de quatro em quatro anos, à época das eleições?”, questiona.

Seu texto foi publicado originalmente no blog de Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília. Eis um trecho:

Sr. Aécio, eu passei a integrar a equipe do Bolsa Escola (BES) em novembro de 2001, sete meses após a sua criação, e o que eu encontrei lá foi uma equipe muito determinada a fazer com que pouco dinheiro chegasse às mãos de poucas famílias. O cadastro do BES era uma vergonha: incompleto, não aceitava alterações ou atualizações cadastrais e era completamente off-line. Uma vez registradas as informações nele, elas nunca mais seriam modificadas, mesmo que uma daquelas crianças – Deus nos livre – viesse a óbito.

(...)

Naquele momento, o quadro, então, era o seguinte:

  • No Bolsa Escola (R$ 15,00 mensais pagos por criança até um limite de três, desde que tivessem entre 7 e 15 anos – educação ): 4,7 milhões de famílias beneficiárias;
  • No Bolsa Alimentação (R$ 15,00 mensais pagos por criança até um limite de três, desde que tivessem entre 0 e 6 anos – saúde): 1,6 milhão de famílias.

A verdade é que nunca houve real investimento em Programas Sociais em nosso país até ele ser dirigido por uma pessoa “do povo”. Essa é a verdade que eu vivi trabalhando pra o Governo Federal todo esse tempo. O Bolsa Escola não foi uma estratégia de combate à pobreza e muito menos de incentivo à educação no governo FHC. Nada foi além de remendos, criados às vésperas das eleições, por um governo com uma popularidade baixíssima. Poucos têm conhecimento disso, mas a alcunha de “Bolsa Esmola”, muitas vezes utilizada pelo seu partido para caracterizar o Bolsa Família, de fato, era o apelido daquele Bolsa Escola lá atrás.

Leia a íntegra aqui.

 

Brasil Leonardo Attuch Mon, 20 Oct 2014 05:41:32 +0000 http://www.brasil247.com/157537
FHC nega escândalos que marcaram era FHC http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157529 : Em carta, ex-presidente tucano FHC responde a artigo do colunista Elio Gaspari, que citava escândalos noticiados durante seu governo; ele afirma que os acusados por alegada compra de votos para sua reeleição não são do partido, diz ainda que defendeu o julgamento do chamado "mensalão mineiro" e que não houve "cartel do PSDB" de São Paulo na compra dos trens ou do metrô: "Provavelmente houve suborno de funcionários desses dois níveis de governo, mas não há acusação a partidos"; nos debates, a presidente Dilma Rousseff criticou o fato de estarem "todos soltos" <br clear="all"> :

247 – Em carta enviada à “Folha de S. Paulo”, o ex-presidente tucano FHC responde a artigo recente do colunista Elio Gaspari e nega escândalos que marcaram sua gestão (leia aqui).

Entre os pontos contestados, diz que na alegada compra de votos para sua reeleição, acusados não eram do PSDB e que nunca houve acusação formal a “ministro aludido”.

Quanto ao chamado "mensalão mineiro", diz que defendeu desde o início, de que deveria haver apuração e julgamento. "Diga-se que, quando surgiu o caso, eu não era mais presidente".

Por fim, afirma que não existe um "cartel do PSDB" de São Paulo na compra dos trens ou do metrô. “Provavelmente houve suborno de funcionários desses dois níveis de governo, mas não há acusação a partidos”.

Leia na íntegra: 

A propósito do esclarecedor artigo de Elio Gaspari "Todos soltos, todos soltos até hoje", que começa a desfazer o slogan de escândalos do PSDB, desejo esclarecer:

a) Quanto ao caso Sivam, não só que a contratação da Raytheon se deu no governo Itamar, como que ao governo nunca foi atribuído haver participado de malfeitos. A "prensa" para que o processo andasse se referia à aprovação do mesmo pelo Senado, posto que o relator do caso demorava em se pronunciar. Houve inquérito, o servidor mostrou inocência (havia sido afastado das funções por mim) e, posteriormente, foi muito justamente nomeado embaixador na Colômbia pelo presidente Lula.

b) A "pasta rosa", como dito no artigo, se refere a supostos recursos de campanha destinados, antes de meu governo, a candidatos parlamentares de vários partidos; o inquérito, no caso, competia à Justiça Eleitoral e a legislação nas eleições até 1994 era diferente da atual, não sendo fácil, de serem verdadeiras as suposições, tipificar os atos como crimes eleitorais.

c) Quanto à alegada compra de votos para a reeleição, além dos acusados não serem do PSDB e terem sido objeto de inquérito no Congresso que os levou à renúncia, quanto à insinuação vaga de que teria havido envolvimento de um ministro no processo de suborno, o ministro aludido foi espontaneamente à Comissão de Justiça da Câmara e rechaçou as aleivosias. Nunca houve acusação formal ao ministro, que eu saiba.

d) No que se refere ao chamado "mensal?o mineiro", ainda "sub judice", minha opinião, independentemente de endossar as acusações, foi, desde o início, de que deveria haver apuração e julgamento. Diga-se que, quando surgiu o caso, eu não era mais presidente.

e) Por fim, não existe um "cartel do PSDB" de São Paulo na compra dos trens ou do metrô. Segundo o relatório técnico do Cade, há acusação a empresas que formaram cartel para operar tanto em obras federais como estaduais. Provavelmente houve suborno de funcionários desses dois níveis de governo, mas não há acusação a partidos.

Ficarei grato se esta carta for publicada para assim complementar as informações do jornalista Elio Gaspari.

Cordialmente,

Fernando Henrique Cardoso

Mídia Roberta Namour Mon, 20 Oct 2014 04:23:56 +0000 http://www.brasil247.com/157529
ACM Neto: "PT quer ser dono do Nordeste" http://www.brasil247.com/pt/247/bahia247/157530 ANGELO PONTES: Líder do DEM, prefeito de Salvador ACM Neto critica estratégia da campanha de Dilma Rousseff de disseminar “medo” no eleitorado nordestino e estimular divisão entre norte e sul do país: ‘Aécio Neves foi o único candidato que desenhou um plano específico para o Nordeste. Isso incomoda o PT porque eles querem chamar para si a condição de donos, de proprietários de uma região. E, isso, não vamos aceitar’ <br clear="all"> ANGELO PONTES:

247 – O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM) criticou a campanha pela reeleição de Dilma Rousseff (PT). Segundo ele, o partido dissemina no eleitorado nordestino o "medo" de uma possível vitória do tucano e estimula a divisão entre o norte e o sul do país.

‘Aécio Neves foi o único candidato que desenhou um plano específico para o Nordeste. Isso incomoda o PT porque eles querem chamar para si a condição de donos, de proprietários de uma região. E, isso, não vamos aceitar’, disse em entrevista à “Folha de S. Paulo”.

Ele ainda criticou o governador baiano Jaques Wagner (PT) por relativizar a importância do tema "corrupção" na disputa presidencial: “O governador certamente é uma das últimas pessoas que têm autoridade para falar sobre corrupção. Seja por sua relação direta com os petistas envolvidos em escândalos recentes, seja pelo fato de ter colocado [o ex-presidente da Petrobras] José Sérgio Gabrielli como um secretário forte de seu governo” (leia aqui).

Bahia 247 Roberta Namour Mon, 20 Oct 2014 04:16:44 +0000 http://www.brasil247.com/157530
Caso eleito, Aécio espera atrair siglas da base de Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/157538 Pedro França: senador Aécio Neves (PSDB-MG) Contando com os partidos de sua coligação e com os que apoiaram a então candidata do PSB, Marina Silva, o tucano Aécio Neves chegaria ao poder com base de quase 200 dos 513 deputados na Câmara; para fortalecer núcleo, já sinaliza aproximação com o PMDB e espera atrair o PSD, de Gilberto Kassab, e o PP, que controla o Ministério das Cidades  <br clear="all"> Pedro França: senador Aécio Neves (PSDB-MG)

247 – Caso seja eleito neste domingo, o tucano Aécio Neves calcula contar cum uma base de quase 200 dos 513 deputados, somando os partidos de sua coligação e os que apoiaram a então candidata do PSB, Marina Silva, no primeiro turno.

Para fortalecer o núcleo contra o PT da presidente Dilma Rousseff, ele sinaliza aproximação com os partidos que hoje compõe a base governista. No sábado, em Porto Alegre, ele falou em governar com o "lado bom" do PMDB – sigla terá 66 deputados.

Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, em uma eventual vitória, o tucano deve atrair ainda o PSD, de Gilberto Kassab, e o PP, que controla o Ministério das Cidades. Somarão 73 deputados.

Minas 247 Roberta Namour Mon, 20 Oct 2014 05:55:42 +0000 http://www.brasil247.com/157538
Holland contesta polêmica sobre a troca da carne por ovo http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157534 : Segundo o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Marcio Holland, o que era uma análise técnica do comportamento dos preços, e não uma sugestão, adquiriu uma “dimensão política inadequada”; “Nossa política econômica não tem tolerância à inflação e não se pauta por estratégias de direcionar comportamentos de consumidores, o que não deveria haver dúvida após 12 anos de governos Lula e Dilma” <br clear="all"> :

247 – O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Marcio Holland, rebateu a polêmica gerada por seu comentário sobre trocar a carne por frango e ovos devido à elevação de preços. Segundo ele, o que era uma análise técnica do comportamento dos preços, e não uma sugestão, adquiriu uma “dimensão política inadequada”: “Nossa política econômica não tem tolerância à inflação e não se pauta por estratégias de direcionar comportamentos de consumidores, o que não deveria haver dúvida após 12 anos de governos Lula e Dilma”. Leia:

Inflação, carne bovina, frango e ovo

O que era uma análise técnica do comportamento dos preços, e não uma sugestão, infelizmente, adquiriu uma dimensão política inadequada

Em setembro, a inflação ao consumidor, medida pelo IPCA, variou 0,57%, levando a inflação a acumular alta de 4,61% no ano, de janeiro a setembro. As projeções de mercado indicam que neste ano as metas de inflação anunciadas serão cumpridas mais uma vez e por 11 anos consecutivos.

Ao explicar o comportamento de alguns itens que mais pesaramna inflação de 0,57%, observamos que o item "carnes" variou 3,17%, mas que outros itens correlacionados estão com preços mais acomodados no ano, como é o caso de "aves e ovos". Contudo, alheios ao meu esforço de explicar tecnicamente o assunto, alguns jornais repercutiram que eu teria sugerido à população a troca de itens de seu consumo diário.

Entendendo, inicialmente, os motivos para tal interpretação, o Ministério da Fazenda publicou a seguinte nota de esclarecimento no mesmo dia da repercussão do assunto:

"Em relação a reportagens publicadas hoje na imprensa, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, esclarece:

1) Ao comparar as variações dos preços dos alimentos em setembro, pretendia apenas chamar atenção para um movimento de substituição que pode estar em curso. 2) Com isso, citou o caso especifico de carnes, cujo preço subiu significativamente acima da inflação no mês passado e pode estar sendo substituída por outras fontes de proteínas, como frangos e ovos. 3) Ressaltou, inclusive, que em economia, esse fenômeno é chamado de "efeito-substituição". 4) Não houve intenção de sugerir um comportamento específico por parte das famílias".

O que era uma análise técnica do comportamento dos preços, e não uma sugestão, infelizmente, adquiriu uma dimensão política inadequada.

Sobre isso, prefiro acreditar que a história deste país, uma das democracias mais vibrantes da atualidade, vai superar desesperos de curto prazo, que levaram a uma sucessão de leviandades e em nada contribuem para o debate sobre os desafios do país nos próximos anos.

Nossa política econômica não tem tolerância à inflação e não se pauta por estratégias de direcionar comportamentos de consumidores, o que não deveria haver dúvida após 12 anos de governos Lula e Dilma. Temos mantido a inflação dentro das metas anunciadas usando sempre os instrumentos tradicionais de enfrentamento da inflação, políticas monetária e fiscal responsáveis.

Neste ano, mais uma vez, manteremos a inflação nos limites estabelecidos, mesmo com a seca que afetou fortemente preços de alimentos e de energia. Só em 2014, a energia elétrica residencial variou 13,2%. Os alimentos in natura, importantes no consumo diário da população, contudo, estão em deflação.

Podemos e almejamos ter taxas anuais de inflação ainda mais baixas nos próximos anos, o que será alcançado com o reforço e aprimoramento das boas políticas públicas que temos praticado.

Além das políticas fiscais e monetárias, daremos continuidade a uma ampla agenda de melhorias microeconômicas e, tão importante, um grande programa de investimento em infraestrutura que está em curso vai gerar aumento de competitividade e favorecerá a expansão da oferta de bens e serviços na economia, o que contribuirá para manter a estabilidade econômica com baixa inflação, sem derrubar o emprego e a renda, como ocorreu nos governos anteriores a 2003.

O esforço para manter a estabilidade econômica é tarefa permanente de qualquer governo e nós temos tido o maior zelo com essa questão. Colocar dúvida sobre isso é errado e mostra pouco apreço pelo debate mais qualificado em torno da política econômica.

Economia Roberta Namour Mon, 20 Oct 2014 05:28:33 +0000 http://www.brasil247.com/157534
Deutsche Bank vai pagar US$ 20 mi por desvios de Maluf http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157533 : Banco fechou um acordo com a Justiça de São Paulo para pagar indenização por ter sido usado pelo deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) no desvio de verbas durante as construções do túnel Ayrton Senna e da avenida Jornalista Roberto Marinho, entre (1993-96) <br clear="all"> :

247 – O Deutsche Bank fechou um acordo com a Justiça de São Paulo e vai pagar US$ 20 milhões (R$ 48,9 milhões) aos cofres públicos por ter sido usado nos desvios efetuados pelo deputado federal Paulo Maluf (PP-SP).

A verba foi desviada durante as construções do túnel Ayrton Senna e da avenida Jornalista Roberto Marinho, durante a gestão de Maluf na prefeitura (1993-96).

Do total da indenização, US$ 18 milhões serão destinados a construção de creches pela prefeitura de SP. O Estado de São Paulo receberá US$ 1,5 milhão. O restante será dividido entre o Fundo de Interesses Difusos e a Promotoria para pagar despesas com as ações de improbidade administrativa contra Maluf.

SP 247 Roberta Namour Mon, 20 Oct 2014 04:42:03 +0000 http://www.brasil247.com/157533
Protógenes cogita renunciar para escapar do STF http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/157536 : Deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) será julgado nesta terça-feira por ação em que foi condenado a 3 anos e 11 meses de prisão por violação de sigilo funcional e fraude processual; ele quer que o caso seja retirado de pauta para que antes seja apreciado o impedimento do juiz que o condenou; "Caso contrário, vou renunciar ao meu mandato, para não ser vítima de uma injustiça" <br clear="all"> :

247 – Alvo de processo marcado para esta terça-feira no Supremo Tribunal Federal, o deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) cogita renunciar para levar ação de volta à primeira instancia.

Condenado a 3 anos e 11 meses de prisão por violação de sigilo funcional e fraude processual, ele questiona o fato de o caso ser levado a julgamento antes da apreciação do impedimento do juiz Ali Mazloum que o condenou. Seu irmão foi investigado por ele na Operação Anaconda, de venda de sentenças.

"Caso contrário, vou renunciar ao meu mandato, para não ser vítima de uma injustiça", disse ele, segundo a colunista Mônica Bergamo.

Brasília 247 Roberta Namour Mon, 20 Oct 2014 05:30:27 +0000 http://www.brasil247.com/157536
Duvivier retruca Dado e “voto narcísico” http://www.brasil247.com/pt/247/cultura/157535 : Humorista Gregório Duvivier ironiza declaração do ator Dado Dolabella que o chamou de “marginal” por declarar voto na presidente Dilma Rousseff: “Na prática, o PT só piorou minha vida burguesa: o aumento do IOF para compras no exterior e a maldita tomada de três pinos me dão saudades enormes dos anos 90. Aécio seria um candidato infinitamente melhor para mim, homem-branco-heterossexual-carioca-que-viaja-para-fora-do-Brasil-uma-vez-por-ano-e-faz-a-festa-na-H-&amp;-M. Mas democracia não é -ou não deveria ser- isso que virou, esse exercício do voto narcísico” <br clear="all"> :

247 – Agredido pelo ator Dado Dolabella por declarar voto na presidente Dilma Rousseff, o humorista Gregório Duvivier rebate com humor e diz que “democracia não é -ou não deveria ser- esse exercício do voto narcísico; ninguém está pensando nos outros”. 

Ator o chamou de "marginal" por voto no PT: "Na boa, alguém que fala 'estou com Dilma', para mim, soa tipo: 'estou com ebola'. Digno de pena e reclusão da sociedade. Um marginal. Diante de tanta corrupção comprovada! Só não mais contagioso, porque não é todo mundo que é acéfalo! Tenho certeza que você não é 'Folha' da mesma pasta que essa escória. Mas está mal influenciado".

Duviver conta parte da infância em que passou de “criança tucana” até passagem ao comunismo – “ou o que eu pensava que fosse o comunismo”. E ironiza: “Na prática, o PT só piorou minha vida burguesa: o aumento do IOF para compras no exterior e a maldita tomada de três pinos me dão saudades enormes dos anos 90. Aécio seria um candidato infinitamente melhor para mim, homem-branco-heterossexual-carioca-que-viaja-para-fora-do-Brasil-uma-vez-por-ano-e-faz-a-festa-na-H-&-M. Mas democracia não é -ou não deveria ser- isso que virou, esse exercício do voto narcísico, em que pastor vota em pastor, policial vota em policial e carioca vota em bandido” (leia aqui).

Cultura Roberta Namour Mon, 20 Oct 2014 05:24:23 +0000 http://www.brasil247.com/157535
Anfitrião de Dilma, SBT tira sarro e se engaja por Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157340 : "Gente boa, foi muita emoção por hoje. Peraí que vou tomar meu remédio de pressão que a briga foi boa! beijos e boa noite!!!", publicou a jornalista Rachel Sheherazade, apresentadora do telejornal do SBT, em sua conta no Twitter, depois que Dilma sofreu uma queda de pressão ao final do debate; em outro tweet, ela escreveu: "calma, gente! não se preocupem. o Brasil tem SUS, tem a melhor saúde pública, e tem ainda Mais Médicos. não faltará assistência à presidente"; para uma empresa que é uma concessão pública e foi anfitriã da presidente, agressão revela, no mínimo, falta de educação; para quem esperava isenção do jornalismo da casa de Silvio Santos, socorrida pelo governo Lula no caso Panamericano, Sheherazade revelou total engajamento; em nota, SBT diz que opiniões de funcionários não refletem a linha editorial da emissora <br clear="all"> :

247 - Apresentadora do terceiro maior telejornal do País, no SBT, a jornalista Rachel Sheherazade não fala apenas por si, quando se manifesta no Twitter. De certa forma, representa também a casa que a emprega – especialmente no dia em que o grupo de Silvio Santos foi anfitrião de um debate que recebeu a presidente da República, Dilma Rousseff, e seu adversário, o senador Aécio Neves.

Nesse contexto, Sheherazade e o SBT foram extremamente deselegantes ao comentar a queda de pressão sofrida por Dilma, logo após o debate. Em dois tweets, a apresentadora ironizou o incidente. "Calma, gente! não se preocupem. o Brasil tem SUS, tem a melhor saúde pública, e tem ainda Mais Médicos. não faltará assistência à presidente", postou. Em seguida, repetiu a dose. "Gente boa, foi muita emoção por hoje. Peraí que vou tomar meu remédio de pressão que a briga foi boa! beijos e boa noite!!!".

Não custa lembrar que a lei eleitoral exige isenção das emissoras de TV – aliás, Dilma foi impedida de fazer seu comentário final porque teria gasto seu tempo, no momento em que se sentiu mal. Mas como esperar equilíbrio de uma emissora, cuja apresentadora principal tira sarro da presidente e se engaja por seu opositor? Em outros tweets, ele se posicionou claramente em favor de Aécio (leia aqui).

Também não custa lembrar que o SBT, além de concessão pública, pertence ao empresário Silvio Santos, que foi socorrido pelo governo Lula na quebra do banco Panamericano. Ontem, no entanto, o grupo rasgou de vez sua fantasia. Depois da publicação desta matéria, o SBT enviou ao 247, às 15h50, uma nota em que afirma que as opiniões publicadas por seus funcionários não refletem a linha editorial da emissora. Leia abaixo:

"As opiniões manifestadas por seus profissionais em redes sociais não refletem a linha editorial do SBT. A nossa carta de princípios, de março de 1988, estabelece, entre outros, a isenção e o apartidarismo como valores a perseguir. É desta forma que pautamos nosso trabalho. O jornalismo do SBT é composto por mais de 300 profissionais. As mensagens postadas em redes sociais são de inteira de responsabilidade de quem as escreve."

Mídia Gisele Federicce Fri, 17 Oct 2014 13:17:01 +0000 http://www.brasil247.com/157340
Para PML, disputa chega à “hora mais selvagem” http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157344 : debate sbt dilma aecio Colunista do 247, Paulo Moreira Leite diz que os dois candidatos à Presidência tiveram perdas e danos, mas ambos saíram confiantes do debate; Aécio Neves (PSDB) por tomar a iniciativa dos ataques; equipe de Dilma Rousseff (PT) por achar que o tucano passou do ponto, com base em pesquisas qualitativas; "A revelação de que um irmão de Dilma foi empregado na prefeitura de Belo Horizonte, durante a gestão de Fernando Pimentel, não fez bem para a candidata do PT. A revelação de que Sérgio Guerra, então presidente do PSDB, recebeu propinas de Paulo Roberto Costa, o corrupto que se tornou delator premiado, não ajuda Aécio, que fez da Petrobras sua prioridade eleitoral", avalia o jornalista; leia a íntegra <br clear="all"> : debate sbt dilma aecio

247 – Ambos os candidatos tiveram perdas e danos, saindo do debate de ontem, no SBT, confiantes, afirma o jornalista Paulo Moreira Leite. Aécio Neves (PSDB) por tomar a iniciativa dos ataques, enquanto a equipe de Dilma Rousseff (PT) por achar que o tucano passou do ponto, com base em pesquisas qualitativas, diz ele em nova coluna em seu blog no 247.

O jornalista explica que uma das pesquisas qualitativas, organizadas pelo PT, foi feita com um grupo de senhoras de classes C e D, que teria ficado "indignado" com o comportamento de Aécio com Dilma no debate. "Elas consideraram que o candidato do PSDB foi duro demais com uma adversária que também é uma senhora de 67 anos", diz PML. A segunda pesquisa, feita com homens, revelou uma "forte impressão" com a lembrança de que cerca vez Aécio se recusou a fazer o teste do bafômetro quando parado em uma blitz.

"A revelação de que um irmão de Dilma foi empregado na prefeitura de Belo Horizonte, durante a gestão de Fernando Pimentel, não fez bem para a candidata do PT. A revelação de que Sérgio Guerra, então presidente do PSDB, recebeu propinas de Paulo Roberto Costa, o corrupto que se tornou delator premiado, não ajuda Aécio, que fez da Petrobras sua prioridade eleitoral", escreve PML.

Segundo o colunista, "os estudiosos entendem que a mercadoria mais valiosa, no estágio atual da campanha, são denúncias novas", uma vez que "aquilo que o eleitor indeciso conhece já foi contabilizado e esgotou sua capacidade de produzir mudanças. Mas aquilo que ele não sabia pode interferir em seu julgamento".

Leia a íntegra do artigo em Campanha na hora mais selvagem

Poder Gisele Federicce Fri, 17 Oct 2014 14:30:05 +0000 http://www.brasil247.com/157344
PT faz comercial sobre recusa de Aécio ao bafômetro http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157355 : Nova peça da campanha da presidente Dilma Rousseff fica em linha com ataques dela, no debate do SBT, sobre a recusa do senador Aécio Neves, em 2011, de fazer teste do bafômetro durante uma blitz no Rio de Janeiro; tucano é chamado diretamente para a briga; "Ele diz que combate os privilégios dos políticos, mas se recusou a fazer o bafômetro quando foi pego na blitz", diz o narrador; vídeo fala ainda em demissão em um eventual governo do PSDB e nepotismo praticado pelo candidato; aumentam aposta na desconstrução dele; ontem, quando Dilma trouxe à tona o tema da Lei Seca no debate, Aécio disse ter errado e se arrependido de não ter se submetido ao teste <br clear="all"> :

247 – "O que será, o que será que Aécio tem para esconder?". Em linha com a posição a presidente Dilma Rousseff no debate nos estúdios do SBT, a campanha do PT na televisão passou a explorar, nesta sexta-feira 17, o episódio de negativa de realização do teste do bafômetro, em blitz no Rio de Janeiro, pelo senador Aécio Neves.

Com a pergunta feita de maneira intermitente por um locutor, o comercial mostra cenas do trabalho de prevenção ao uso de álcool no volante. O ex-presidente Lula já havia feito referência ao incidente com Aécio durante comício em Belém.

Mais cedo, ao lado da ex-candidata Marina Silva, Aécio disse "lamentar profundamente o tom do debate" no SBT, afirmando que está procurando discutir ideias e futuro. Agora, ele está sendo chamado outra vez para o campo da briga. 

Poder Marco Damiani Fri, 17 Oct 2014 14:20:44 +0000 http://www.brasil247.com/157355
OAB repreende Moro: “processo penal não é política” http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/157365 : Presidente da Comissão de Direitos de Garantia do Direito de Defesa da OAB, Fernando Santana condena, em nota, os vazamentos de trechos de depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, no âmbito da Operação Lava Jato; áudios foram divulgados pelo juiz relator do processo, Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba; "O populismo penal até pode produzir notícias, mas, no final, não produz condenações válidas", diz a nota <br clear="all"> :

Paraná 247 – O presidente da Comissão de Direitos de Garantia do Direito de Defesa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Fernando Santana, condenou, em nota, os vazamentos de trechos de depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef, no âmbito da Operação Lava Jato

Os áudios foram divulgados na semana passada à imprensa pela Justiça Federal do Paraná. O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, é o relator do processo. Segundo reportagem do portal iG, a nota oficial condenando a divulgação será divulgada nesta sexta-feira 17 pela oAB.

Nela, Fernando Santana diz não ser possível "que se divulguem informações protegidas pelo sigilo, nem que deixem de ser divulgadas informações não sigilosas que poderiam deslocar para outro órgão judiciário a competência para julgar o caso". "Processo penal não é política: apenas em regimes totalitários as duas esferas se confundem", afirma a OAB. "O populismo penal até pode produzir notícias, mas, no final, não produz condenações válidas", acrescenta.

Leia a nota na íntegra, divulgada pelo iG:

Confira a íntegra nota oficial da OAB sobre a operação Lava Jato:

O presidente da Comissão de Garantia do Direito de Defesa da OAB Nacional, conselheiro Federal Fernando Santana Rocha, diante da solicitação de posicionamento efetuada por dezenas de advogados militantes no direito penal, acerca dos últimos fatos ventilados pela mídia no que concerne a operação Lava Jato, vem apresentar a seguinte manifestação pública:

A Comissão não possui até o momento informações suficientes para uma decisão conclusiva sobre o tema, uma vez que não teve acesso aos autos do inquérito. A posição final da OAB será adotada pelo Plenário do Conselho Federal quando tiver mais elementos sobre a questão. Contudo, em linha de princípio, é possível assinalar o posicionamento expressado a seguir.

A observância das regras do processo penal é condição necessária para a validade das condenações criminais. As regras principais estão previstas na própria Constituição Federal: o devido processo legal, o princípio do juiz natural, a presunção de inocência e o direito ao efetivo exercício de ampla defesa. Se esses princípios não são observados, saímos da esfera do estado de direito, e ingressamos na do arbítrio.

O desrespeito ao devido processo legal gera nulidades processuais que podem levar à própria anulação das condenações criminais, deixando impunes pessoas que praticaram crimes graves. A busca do aplauso fácil não pode ser posta acima da preocupação fundamental com a própria efetividade do processo penal.

Não é possível que se divulguem informações protegidas pelo sigilo, nem que deixem de ser divulgadas informações não sigilosas que poderiam deslocar para outro órgão judiciário a competência para julgar o caso. Processo penal não é política: apenas em regimes totalitários as duas esferas se confundem.

Viver em uma sociedade moderna e democrática, institucionalmente madura, implica o exercício responsável e equilibrado do poder. O populismo penal até pode produzir notícias, mas, no final, não produz condenações validas.

A prevalência das garantias legais das pessoas, ainda quando venha a proteger um indivíduo, destina-se a guarnecer todo o sistema jurídico e preservar o estado de direito.

Fernando Santana Rocha

Presidente da Comissão de Garantia do Direito de Defesa

Paraná 247 Gisele Federicce Fri, 17 Oct 2014 15:01:11 +0000 http://www.brasil247.com/157365
Aécio a funcionários do BB e da Caixa: bancos públicos serão “fortalecidos” http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157356 : "Os bancos públicos serão fortalecidos e profissionalizados", garante o candidato em vídeo, contra o que chama de "boatos" dos adversários; tucano pede apoio dos bancários das duas instituições ressaltando que elas "vão sair da política para voltar a ser cada vez mais instrumentos do desenvolvimento econômico e social do País"; Aécio Neves (PSDB) lembra ter trabalhado na Caixa e diz saber que os bancos públicos são "fundamentais" para a melhoria da condição de vida dos brasileiros <br clear="all"> :

247 – Em meio a acusações do PT de que um eventual governo do PSDB deve enfraquecer o papel dos bancos públicos, o candidato Aécio Neves publicou um vídeo nesta sexta-feira 17 com um comunicado aos funcionários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. O tucano pede o apoio aos bancários das duas instituições e garante que, se for eleito, "os bancos públicos serão fortalecidos e profissionalizados".

"Em época de eleição, os boatos correm solto. Nossos adversários não têm limites para fazê-los. Eu quero aqui afirmar a cada um de vocês que, se for eleito presidente da República, espero poder contar com seu apoio. Os bancos públicos vão ser fortalecidos, vão ser profissionalizados. Eles vão sair da política para voltar a ser cada vez mais instrumentos do desenvolvimento econômico e social do País", diz.

O candidato promete ainda valorizar a carreira dos funcionários. "Eu vou prestigiar os funcionários de carreira", diz. Em seguida, lembra ter ocupado um cargo na Caixa Econômica e ressalta saber que os bancos públicos são "fundamentais". "Eu tive a oportunidade de trabalhar na Caixa Econômica Federal e sei que os bancos públicos são fundamentais à melhoria da condição de vida dos brasileiros por isso eles serão fortalecidos no meu governo, podem confiar nisso", conclui o presidenciável.

Assista: 

Economia Gisele Federicce Fri, 17 Oct 2014 14:29:37 +0000 http://www.brasil247.com/157356
Caiado prioriza Iris e Aécio fica em segundo plano http://www.brasil247.com/pt/247/goias247/157351 : Senador eleito virou figurinha carimbada nos programas eleitorais de Iris Rezende e não esconde mais o protagonismo que assumiu na campanha do PMDB em Goiás; Ronaldo Caiado já aceitou até mesmo ser secretário de Segurança Pública num possível governo de Iris; engajamento do deputado causa mal estar entre no PSDB, que não vê a mesma empolgação de Caiado em prol do candidato à presidência Aécio Neves, que ele diz apoiar; expectativa agora gira em torno do comportamento de Caiado no evento em Goiânia na próxima terça-feira com a presença de Aécio Neves <br clear="all"> :

Goiás247 - O senador eleito Ronaldo Caiado (DEM) virou a principal arma do PMDB de Iris Rezende para tentar se aproximar de Marconi Perillo (PSDB) e virar uma eleição que está favorável ao governador tucano. Caiado é figurinha fácil nos programas eleitorais de Iris e virou protagonista dentro do partido. Ele aceitou até ser secretário de Segurança Pública num governo Iris que nem existe ainda.

O comportamento engajado do deputado federal na campanha de Iris tem chamado a atenção de aliados do candidato à presidência da República, Aécio Neves, em Goiás. Ao priorizar a campanha peemedebista e mergulhar fundo no mundo irista, Caiado deixa Aécio em segundo plano. No primeiro turno, Aécio Neves venceu no Estado e na Capital.

Todo o mal estar já existe porque Caiado frequenta palanque de um partido que é aliado ao PT da presidente Dilma Rousseff que ele tanto combate e ataca. "Não vou abrir mão do mandato de senador. Continuarei sendo senador. É uma convocação temporária para ajustarmos a segurança pública em Goiás", escreveu Caiado, no Twitter, sobre o convite para ser secretário numa tentativa de acalmar os eleitores que protestaram contra sua decisão de virar auxiliar de Iris.

A coluna Giro, no jornal O Popular, desta sexta-feira informa que "deputados peemedebistas afirmam que Ronaldo Caiado tem tido grande peso político no PMDB irista". "Atribuem isto à dependência de Iris Rezende ao novo aliado nesta eleição", conclui a nota.

Ronaldo Caiado já virou até personagem no desenho animado que é exibido no programa de Iris. A animação mostra Caiado batendo num ladrão que assalta outra personagem. A expectativa agora gira em torno da visita de Aécio Neves a Goiânia, marcada para próxima terça-feira. Integrantes do PSDB já lançam dúvidas sobre a presença de Caiado no evento para o presidenciável do partido.

 

 

 

 

 

Goiás 247 José Barbacena Fri, 17 Oct 2014 14:46:58 +0000 http://www.brasil247.com/157351
Após pancadaria, Aécio e Marina se encontram http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157330 Marcos Fernandes: Candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves durante encontro com a ex-senadora Marina Silva. São Paulo, 17/10/2014 – Foto Marcos Fernandes Senador Aécio Neves e ex-candidata Marina Silva tiveram, nesta sexta, seu primeiro encontro, em São Paulo; Marina reclamou da agressividade do debate de ontem, mas Aécio atribui ataques ao PT; "Lamento profundamente o tom do debate. Propus o debate de ideias", disse; "Não posso aceitar as calúnias que são feitas", acrescentou; Marina deve aparecer no próximo programa do tucano <br clear="all"> Marcos Fernandes: Candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves durante encontro com a ex-senadora Marina Silva. São Paulo, 17/10/2014 – Foto Marcos Fernandes

247 – Um dia após um debate dominado por pancadarias entre o candidato do PSDB, Aécio Neves, e a presidente Dilma Rousseff (PT), o senador tucano teve nesta sexta-feira 17 seu primeiro encontro com Marina Silva, candidata derrotada no primeiro turno e que declarou apoio a ele no segundo.

Em telefonema ao presidenciável ontem logo após o debate, Marina reclamou do tom das discussões e ouviu de Aécio que a agressividade vinha do PT. Hoje, o candidato reforçou a tese: "Lamento profundamente o tom do debate de ontem. Propus o debate de ideias. Mas essa não é a estratégia da outra campanha", alfinetou.

"Não posso aceitar as calúnias que são feitas. Ninguém ganha eleição destruindo o outro", acrescentou o candidato. "Convoco a candidata Dilma para debatermos propostas", disse ainda Aécio Neves. Estão presentes no encontro apoiadores de Aécio, além de integrantes da Rede, PPS e outros partidos.

O ato político, que acontece na Lapa, zona oeste de São Paulo, foi classificado por Aécio como histórico para a política nacional. "O que está em jogo é a nossa libertação desse modelo político que está aí. O Brasil quer uma mudança qualificada", declarou. "Estamos aqui hoje exercendo a boa política e de postura ao desafio que temos pela frente", acrescentou.

Abaixo, reportagens da Reuters sobre o encontro:

Aécio diz que responderá ataques de Dilma à altura e lamenta tom do debate na TV

SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, lamentou nesta sexta-feira o tom do debate presidencial da véspera na TV e disse que irá responder à altura aos ataques que receber da adversária no segundo turno, a presidente Dilma Rousseff (PT).

Ao lado da ex-candidata Marina Silva (PSB), no primeiro evento público em que estiveram juntos desde que ela anunciou apoio ao tucano, Aécio disse que ambos estão inaugurando um movimento para construir uma nova agenda.

Dilma e Aécio fizeram na quinta-feira, nos estúdios do SBT, o debate mais agressivo da campanha com ataques generalizados de ambos os lados, deixando as propostas de governo em segundo plano.

Marina diz que agora faz parte de "movimento da mudança" com Aécio

Marina Silva (PSB), terceira colocada no primeiro turno da disputa pela Presidência, afirmou nesta sexta-feira ao lado do candidato do PSDB, Aécio Neves, que agora faz parte do "movimento da mudança" representado pelo candidato tucano, e que a parceira foi construída com base em compromissos de melhorar o país.

"A partir de agora você trabalha como um movimento da mudança, uma mudança que não é mudança pela mudança, mas é a mudança qualificada, que preserva as conquistas, que encara os desafios", disse Marina em evento em São Paulo, ao lado de Aécio.

"É por isso que, neste momento, eu estou aqui como parte desse movimento que se dá em cima de um compromisso que, no meu entendimento, pode ajudar a melhorar o Brasil para todos nós e a unir o Brasil pelo bem de todos nós", acrescentou Marina, apontando compromissos assumidos por Aécio como a recuperação dos fundamentos macroeconômicos e a ampliação das políticas sociais.

Marina participou com Aécio, nesta sexta, do primeiro evento público após ela ter declarado apoio formal ao candidato tucano no segundo turno da eleição contra a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT).

(Por Eduardo Simões)

Poder Felipe L. Goncalves Fri, 17 Oct 2014 11:50:14 +0000 http://www.brasil247.com/157330
Cadeirante é agredido por usar estrela do PT em SP http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157332 : Militante histórico do PT e blogueiro, Enio Barroso Filho conta ter sido parado por ocupantes de um carro que começaram a xingá-lo e pedir pra ele tirar a camisa do partido no centro de São Paulo; segundo ele, "três brutamontes" começaram a chacoalhar sua cadeira e um deles lhe deu um tapa na cabeça; Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, conta que na capital paulista, "eleitores do PT que ousaram pôr adesivos do partido ou de sua candidata a presidente nos próprios carros relatam que estes foram depredados" <br clear="all"> :

Por Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania

A mídia e o PSDB não sabem o que estão fazendo com São Paulo... Ou, o que é muito pior, sabem direitinho. E o que estão fazendo com o Estado mais desenvolvido? Estão criando hordas de fascistas de todas as idades, classes sociais, níveis de escolaridade e de ambos os sexos.

Não são (apenas) os skinheads ou neonazistas que, nas "jornadas de junho", agrediam todo aquele que usava uma camisa vermelha, mesmo sem símbolos do PT. São estudantes, donas-de-casa, homens maduros e engravatados e até pobres oprimidos por uma elite fascista, golpista, racista e pela mídia que a representa.

Ao final da noite de ontem, uma história escabrosa se somou a vários relatos de pessoas que estão sendo agredidas em São Paulo por usarem símbolos do PT e, em alguns casos, por usarem uma mísera camisa vermelha. Antes do relato, porém, algumas considerações.

No dia 5 de outubro, a mulher deste que escreve vestiu-se toda de vermelho e foi dar seu voto a Dilma Rousseff. Sua manifestação foi silenciosa e legal. Porém, dentro da universidade em que vota, foi insultada por outra mulher, que se julgou no direito de reprimir a minha por sua ousadia de se vestir com a cor que bem quis.

Em São Paulo, adesivos de Aécio Neves ou do PSDB ou com "fora Dilma" são comuns, estão em toda parte, principalmente nas indefectíveis SUV's importadas e outros carrões de luxo. Mas ninguém vê adesivos do PT ou de Dilma em carros, apesar de cerca de 1/3 dos paulistanos votar em Dilma.

Eleitores do PT que ousaram pôr adesivos do partido ou de sua candidata a presidente nos próprios carros relatam que estes foram depredados – em maior ou menor grau. Pode ser um simples risco com prego ou chave na lataria ou uma depredação maior.

Foi nesse quadro que o blogueiro Enio Barroso Filho sofreu uma agressão covarde ao impensável na última terça-feira (14).

Enio, vale dizer, faz parte do movimento de blogueiros progressistas e é petista histórico. Na foto no alto da página, pode-se vê-lo com um amigo que tem grande apreço por si, o ex-presidente Lula.

O blogueiro em questão é cadeirante; sofre de enfermidade progressiva que está lhe deformando o corpo passo a passo. Dolorosamente. Enio, porém, não perde o bom humor. Lutando contra a doença, reserva grande parte de seu tempo à militância política na internet e ao vivo.

Já vi Enio preso em locais de debates ou atos públicos por falta de acessibilidade. Não raro, tem que ser carregado com cadeira e tudo para dentro ou para fora de locais públicos que são construídos sem pensar em quem usa cadeira-de-rodas. Mas ele não desiste. E nunca reclama da doença que o fustiga.

Leia agora, abaixo, relato que o blogueiro-cadeirante postou no Facebook.

"(...) Terça-feira saí de casa para participar do 'Churrascão da Gente Desinformada', na Praça Roosevelt, à noite. Vesti minha camisa vermelha, paramentei-a com adesivos pró Dilma acompanhados da minha velha estrelinha de metal do PT que ostento com orgulho e de cabeça erguida desde Fevereiro de 1980, data da fundação do PT.

Saltei na estação República do Metrô e, como não havia nenhum elevador funcionando, (muitas estações estão assim depois da eleição do 1º turno), funcionários me levaram pela escada rolante e saí pela Rua do Arouche.

Estava escuro e ermo como quase todo o centro de São Paulo nas noites de hoje. Nisso, um carro (acho que era Pajero) encostou na calçada e seus ocupantes começaram a me xingar pedindo que eu tirasse a camisa.

Respondi que não e lhes disse:

– É Dilma!!

Um deles disse:

–Te conheço da internet, petralha do caralho! Estamos de olho!

E outro anunciou:

– Não é porque você é um aleijado comunista que não mereça uma surra pra te endireitar

Mandei irem à merda e os três brutamontes carecas e bombados (menos o motorista) desceram e começaram a chacoalhar a minha cadeira tentando me derrubar. Gritavam muito e um deles me deu um tapa na cabeça.

Pareciam drogados, enfurecidos. Não tive medo, já que isso não é novidade para mim. Na ditadura militar enfrentava soldados armados por quem fui preso quatro vezes, mas NUNCA por civis.

Muitas pessoas viram, mas nada fizeram a não ser uma moça do outro lado da rua que gritou "Polícia !!!".

Foi aí que eles me deixaram, entraram no carro e seguiram sem pressa.

Evidente que não pude anotar a placa devido as circunstâncias. Só notei adesivos no carro: "CHIC", "AÉCIO 45″ e aquele conhecido "FORA DILMA e leve o PT junto". Mas os rostos dos elementos enfurecidos, não esquecerei jamais.

Segui meu caminho na direção da Pça. Roosevelt e, encontrando uma dupla de PMs, contei o ocorrido. Um dos PMs disse que como não anotei a placa do veículo nada poderia fazer. E me 'orientou' a não andar por aí com 'esse tipo de estrelinha e esse tipo de adesivo', pois isso, nestas épocas, seria 'muito perigoso' (...)"

Quem tem a mais tênue noção do que seja fascismo, se for paulista e, sobretudo, paulistano sabe que há uma epidemia fascista em SP. Pode até haver casos parecidos em outros Estados, mas em SP, e sobretudo na capital, o problema já saiu de controle.

A mídia corporativa, todinha alinhada ao PSDB, trata de esconder. Pouco fala dos sucessivos casos de repressão fascista ao pensamento divergente da maioria. E muito menos que esse fenômeno, em São Paulo, já está ficando generalizado.

Resta saber como o país vai sair dessa. Sobretudo se a direita tucano-midiática vencer a eleição. Em São Paulo, diante do torturante racionamento de água que sobrevirá logo após a eleição, não dá para prever o que pode acontecer.

O governador Geraldo Alckmin é bem capaz de atribuir sua incúria quanto ao abastecimento de água ao "demônio petista". Seja qual for o resultado da eleição, o ódio político ameaça causar uma guerra civil no Estado mais rico da Federação. Cadáveres são questão de tempo.

Mídia Gisele Federicce Fri, 17 Oct 2014 12:17:32 +0000 http://www.brasil247.com/157332
PT-SP vai à Justiça contra preconceito de médicos http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157326 : Diretório Estadual do partido, presidido por Emídio de Souza, informou em nota ter entrado com duas representações na Justiça contra o grupo do Facebook "Dignidade médica", que publicou "diversas postagens que incitam o ódio contra os nordestinos, profissionais de baixa renda, o Partido dos Trabalhadores e a candidata à reeleição presidencial Dilma Rousseff"; na rede social, usuários que se definem médicos ou estudantes de medicina pregaram "holocausto" com eleitores de Dilma <br clear="all"> :

SP 247 – O diretório paulista do PT informou em nota divulgada nesta sexta-feira 17 que entrará na Justiça com duas representações pedindo concessão de medida cautelar endereçada ao procurador-geral da República e ao Conselho Federal de Medicina (CFM) contra o grupo do Facebook "Dignidade Médica", que pregou o "holocausto" com eleitores da presidente Dilma Rousseff (leia aqui).

Segundo o PT, os integrantes da comunidade virtual publicaram "diversas postagens que incitam o ódio contra os nordestinos, profissionais de baixa renda, o Partido dos Trabalhadores e a candidata à reeleição presidencial Dilma Rousseff". O partido afirma que "os comentários escritos contra a população nordestina possuem nítida natureza racista, com incitação de preconceito e discriminação".

"O Diretório do PT-SP pede a imediata paralisação da veiculação das mensagens com conteúdo racista e responsabilização criminal e civil dos envolvidos, por afrontar a liberdade política constitucionalmente assegurada a todos", conclui a nota, assinada pelo presidente do PT de São Paulo, Emídio de Souza, e por Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do setor jurídico do PT-SP.

SP 247 Gisele Federicce Fri, 17 Oct 2014 11:26:53 +0000 http://www.brasil247.com/157326
Médico gaúcho a Dilma: "procure um cubano, FDP" http://www.brasil247.com/pt/247/rs247/157299 : Intolerância pré-eleitoral cobre o Brasil de ódio; ontem, logo após a presidente Dilma se sentir mal, no debate do SBT, o médico gaúcho Milton Pires postou a seguinte mensagem no Facebook: "Tá se sentindo mal? A pressão baixou??? Chama um médico cubano, sua grande filha da puta!"; entre seus seguidores, urros pela agressão; um dos internautas disse que Dilma deveria buscar proteção da Lei Maria da Penha, depois de ter sido espancada; dias atrás, o alvo da violência foi o ator Gregório Duvivier; hoje, é a presidente Dilma; em artigo, colunista Breno Altman alerta para a ascensão de um neofascismo na sociedade brasileira, atiçado por meios de comunicação conservadores; médico intolerante tem sido defendido, na mídia brasileira, pelo extremista Augusto Nunes, de Veja <br clear="all"> :

247 - "Tá se sentindo mal? A pressão baixou??? Chama um médico cubano, sua grande filha da puta!". A mensagem foi postada no Facebook pelo médico gaúcho Milton Pires, funcionário da prefeitura de Porto Alegre, formado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e especialista em terapia intensiva, logo após a presidente Dilma Rousseff se sentir mal, com uma queda de pressão, no debate do SBT, ocorrido na tarde de ontem. Entre seus seguidores, urros de ódio. Um deles dizia que a presidente Dilma deveria buscar proteção da Lei Maria da Penha, após ter sido espancada no debate. 

A postagem é mais um exemplo do ódio que se alastra pela sociedade brasileira, às vésperas do segundo turno da eleição presidencial. Ontem, a notícia mais relevante do dia, foi a onda de insultos ao ator Gregório Duvivier, do grupo Porta dos Fundos, motivada por seu apoio declarado à reeleição da presidente Dilma Rousseff (leia aqui). O também ator Dado Dolabella, condenado por agressão a mulheres, comparou Duvivier a alguém contaminado pelo vírus ebola (leia aqui).

As duas agressões, a Duvivier e à presidente Dilma Rousseff, fazem parte do mesmo fenômeno: o neofascismo que se alastra pela sociedade brasileira. Em artigo publicado ontem no 247, o colunista Breno Altman afirma que os "conservadores perderam a vergonha na cara" e que o ódio ao PT retirou do armário todos os demônios da sociedade brasileira, como o racismo, a homofobia, o culto à desigualdade e o preconceito regional (leia aqui).

Extremista radical, o gaúcho Milton Pires tem um aliado na mídia conservadora, que há vários anos vem preparando o terreno para esse neofascismo. Trata-se do jornalista Augusto Nunes, de Veja.com, que o defendeu quando ele foi suspenso por 60 dias do trabalho em um hospital.

Leia, abaixo, o post de Nunes, em setembro deste ano:

Médico é suspenso por dois meses pelo crime de discordar dos jalecos estatizados que controlam um hospital em Porto Alegre

O médico Milton Pires enviou à coluna, nesta terça-feira a carta abaixo reproduzida. É um relato sucinto das perseguições movidas pela direção do Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre, contra um profissional que pensar com independência — e dizer sem medo o que pensa. A mais recente abjeção foi consumada neste 22 de setembro: baseados em acusações difusas, inconsistentes ou mesquinhas, formuladas por testemunhas anônimas, os comandantes da instituição comunicaram a Milton Pires a decisão de suspendê-lo por 60 dias. Confiram:

O SILÊNCIO DE TODOS NÓS

Milton Pires

Meus amigos:  

Trabalhando desde junho de 2010 na UTI do Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre, minha contínua luta contra as barbaridades feitas contra a saúde pública no Brasil são do conhecimento de todos. No início de 2013, Ricardo Setti publicou em seu blog no site de VEJA o artigo com o título “Santa Maria e a Guerra do Vietnam”, uma séria advertência sobre a vinda dos médicos cubanos. Depois de “Carta à Presidente Dilma” e de outros textos publicados tanto no meu blog “Ataque Aberto” quanto no grupo de Facebook “Inglourious Doctor”, comecei a pagar, pessoalmente e profissionalmente, o preço das minhas opiniões políticas.

Assassinar reputações de inimigos não é uma prática nova da esquerda brasileira. O doutor Romeu Tuma Júnior provou isso em seu livro. Trabalhando num grupo hospitalar que atende 100% dos pacientes pelo SUS, no qual entrei por concurso público e que é controlado por gente do PC do B, não é necessário ser um teórico da conspiração para compreender e admitir o que acontece quem se opõe ao modelo de gestão de saúde no Brasil. Antiga, mas eficiente, a tática é sempre a mesma – mau desempenho nas avaliações funcionais e relatos de conflitos e dificuldade de relacionamento no local de trabalho funcionam como estopim dos processos administrativos em que se pretende “limpar” o serviço público dos opositores.

Neste 22 de setembro, chegando ao Hospital Conceição para trabalhar na UTI, fui notificado de que meu ponto estava “suspenso”. Encaminhado ao setor de RH, fui informado de que eu mesmo, como médico, estou suspenso do hospital por 60 dias, sem perda de remuneração. Argumenta a instituição que isso visa não prejudicar o processo administrativo disciplinar (PAD número 51/14, que tem como objetivo a minha exoneração. Desconheço os termos de acusação. Não sei ao que respondo e não tive, até agora, nenhuma chance de defesa.

Em apelação administrativa de avaliação funcional prévia considerada muito insuficiente, testemunhas identificadas como “trabalhador da saúde 1,2,3,4..etc..” me acusam de “não examinar os pacientes, não lavar as mãos, de conflitos com familiares de pacientes da UTI , de jogar equipamentos no chão e não usar equipamentos de proteção individual”. Não sei, oficialmente, o nome de NENHUMA das pessoas que disseram isso naquele processo. Não lhes foi exigida prova alguma para que declarações que acabaram com a minha vida funcional se transformassem em VERDADES corroboradas por meus chefes.

O que está acontecendo comigo não é exceção; é a regra aplicada aos médicos brasileiros que decidem contestar a maneira com que essa gente conduz a saúde pública. Minhas chances no processo administrativo, do qual sequer tenho cópia, não são muitas. Acredito que haja alguma alternativa na Justiça comum. Neste momento, resta-me apelar àquilo que essa gente mais teme: a publicidade, a divulgação em massa pela imprensa do que se pretende fazer em silêncio. Eles são especialistas em assassinar reputações, apoiados no total aparelhamento do serviço público e terror infundido nos seus subordinados. Os efeitos são garantidos por por lei. A Lei do Silêncio de todos nós.

Rio Grande do Sul 247 Felipe L. Goncalves Fri, 17 Oct 2014 09:01:34 +0000 http://www.brasil247.com/157299
Marcelo Odebrecht tenta se blindar na Folha http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157305 : Alvo da Operação Lava-Jato, por ter sido acusada de pagar uma propina de US$ 23 milhões a Paulo Roberto Costa, a Odebrecht iniciou um trabalho de contenção de danos; ontem, o dono da empreiteira, Marcelo Odebrecht, procurou o empresário Otávio Frias Filho, da Folha de S. Paulo, para tentar se blindar; foi a Folha quem revelou o trecho da delação premiada que atinge a construtora baiana; falta apenas combinar com o juiz Sergio Moro, do Paraná, que pretende também alcançar os corruptores <br clear="all"> :

247 - Acusada de pagar uma propina de US$ 23 milhões a Paulo Roberto Costa (leia mais aqui), a construtora Odebrecht iniciou um esforço para conter os danos e blindar seu presidente, Marcelo Odebrecht. É o que informa a coluna Painel, da Folha, na seguinte nota:

Visita à Folha

Marcelo Bahia Odebrecht, diretor-presidente da Odebrecht S.A., visitou ontem a Folha, onde foi recebido em almoço. Estava com Maurício Roberto Ferro, vice-presidente Jurídico, Sergio Bourroul, diretor de Comunicação, e Zaccaria Junior, diretor de Comunicação da Odebrecht Engenharia.

É praxe, na Folha, informar quando os visitantes vão ao jornal "a convite". No caso de Marcelo Odebrecht, ele se convidou. Afinal, foi uma reportagem de Mario Cesar Carvalho, repórter investigativo do jornal, que revelou a propina de US$ 23 milhões.

Um dos objetivos do juiz Sergio Moro, que conduz a Operação Lava-Jato, no Paraná, é atingir também os corruptores – e não apenas os corruptos, como Paulo Roberto Costa, que aceitou, inclusive, devolver os recursos supostamente pagos a ele pela Odebrecht.

Não se sabe se, a partir do encontro de ontem, a Odebrecht terá um tratamento mais brando da Folha. Mas, qualquer que seja a decisão editorial, falta ainda combinar com o juiz Moro.

Economia Leonardo Attuch Fri, 17 Oct 2014 10:09:50 +0000 http://www.brasil247.com/157305
Mídia: entidades pedem fim de concessões a políticos http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/157316 : Nesta sexta-feira (17), Dia Internacional pela Democratização da Comunicação, entidades promovem uma série de atividades com o objetivo de ampliar o debate e a coleta de assinaturas em apoio ao chamado Projeto de Lei da Mídia Democrática, que propõe nova regulação do sistema de comunicação do país, a partir de medidas como o estímulo à concorrência e a proibição da outorga de concessões para políticos com mandato eletivo <br clear="all"> :

Helena Martins, Repórter da Agência Brasil - Hoje (17) é o Dia Internacional pela Democratização da Comunicação. Além de comemorar a data, entidades promovem, ao longo da semana, uma série de atividades com o objetivo de ampliar o debate e a coleta de assinaturas em apoio ao chamado Projeto de Lei da Mídia Democrática. O projeto propõe nova regulação do sistema de comunicação do país, a partir de medidas como o estímulo à concorrência e a proibição da outorga de concessões para políticos com mandato eletivo.

“Esta tem sido uma semana importante para o debate e a luta pela democratização em pauta mais uma vez”, avalia Rosane Bertotti, coordenadora do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), que está à frente da organização das atividades da semana. Segundo o FNDC, ações como debates e atos públicos ocorrem em Alagoas, na Bahia, no Ceará, em Pernambuco, Sergipe, São Paulo, no Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Distrito Federal e Maranhão.

Também está sendo promovida a campanha "#Foracoronéisdamídia", que quer alertar sobre os impactos que a posse de concessões de meios de comunicação por políticos causam na democracia. A campanha é uma parceria entre Executiva Nacional de Estudantes de Comunicação (Enecos), o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social.

Os organizadores destacam que o Artigo 54 da Constituição Federal proíbe que deputados e senadores firmem “contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes”.

Além da regra constitucional, o Códio Brasileiro de Telecomunicações estabelece que “não poderá exercer a função de diretor ou gerente de concessionária, permissionária ou autorizada de serviço de radiodifusão quem esteja no gozo de imunidade parlamentar ou de foro especial”.

Como emissoras de rádio e televisão funcionam por meio de concessões públicas, as organizações que participam da campanha defendem que essa proibição deve ser respeitada.

Essa não é, contudo, a realidade vivenciada no país. Apesar das normas, o projeto Donos da Mídia mostra que, até 2009, 271 políticos eram sócios ou diretores de 324 veículos de comunicação no país. Até então, os casos eram comuns a praticamente todas as unidades da Federação, com destaque para Minas Gerais. Os políticos citados pelo estudo eram filiados a dez partidos.

Para enfrentar esse cenário, desde 2011 tramita na Justiça a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 246. Elaborada pelo Intervozes, em parceria com o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), a ADPF questiona a outorga e a renovação de concessões de radiodifusão a pessoas jurídicas que tenham políticos com mandato como sócios ou associados. Pede ainda a proibição da diplomação e a posse de políticos que sejam, direta ou indiretamente, sócios de pessoas jurídicas concessionárias de radiodifusão.

De acordo com a ADPF, é preciso que esse tipo de relação de propriedade seja declarada inconstitucional. Sobre a situação atual, o texto mostra que a falta de fiscalização das concessões, permissões e autorizações para que essa prática seja evitada configura omissão por parte do Poder Executivo, com consequências para a garantia do direito à informação e para a própria democracia brasileira.

No ano passado, o Ministério Público Federal se posicionou sobre o tema. Ele reconheceu a proibição constitucional, mas deu parecer negativo à ADPF, alegando falta de delimitação do objeto. A ação é relatada pelo ministro Gilmar Mendes e ainda não há previsão de quando será votada.

Brasília 247 Leonardo Araújo Fri, 17 Oct 2014 10:46:14 +0000 http://www.brasil247.com/157316
Líder do PT: Aécio foi “agressivo e truculento” http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/157320 : Coordenador da campanha pela reeleição da presidente Dilma Rousseff em Pernambuco, senador Humberto Costa qualificou como "truculento" e "agressivo" o comportamento do candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) durante o debate realizado nesta quinta-feira (16) pelo SBT/UOL/Jovem Pan; Humberto também negou que o governo federal esteja fazendo algum tipo de retaliação contra o Estado, em função do apoio do PSB ao PSDB no segundo turno das eleições presidenciais <br clear="all"> :

Pernambuco 247 - O líder do PT no Senado e coordenador da campanha pela reeleição da presidente Dilma Rousseff em Pernambuco, Humberto Costa, qualificou como "truculento" e "agressivo" o comportamento do candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) durante o debate realizado nesta quinta-feira (16) pelo SBT/UOL. Para o parlamentar, o "debate acabou se transformando em uma troca de acusações" e o tempo "poderia ter sido aproveitado de uma forma melhor por ambos". Humberto também negou que o Governo Federal esteja fazendo algum tipo de retaliação contra o Estado, em função do apoio do PSB ao PSDB no segundo turno das eleições presidenciais.

"Temos que reconhecer a forma agressiva e truculenta como o candidato do PSDB se dirigiu a presidente da República, muitas vezes de forma desrespeitosa", disse Humberto em entrevista à Rádio Jornal, nesta sexta-feira (17). "Acho que o tempo do debate podia ter sido aproveitado de uma forma melhor por ambos. O debate acabou se transformando em uma troca de acusações. Nós podíamos ter tido um debate melhor sobre as propostas para o País", ressaltou.

Humberto também afirmou que o governo da presidente Dilma não tem como prática retaliar os estados que fazem oposição. "O governo federal jamais tratou qualquer estado de forma discriminatória. Esse argumento é absolutamente falho", disse o petista. A afirmação tem como objetivo rebater as acusações feitas por membros do PSB pernambucano que dizem que o Estado vem sendo penalizado com o corte de verbas federais desde que a legenda deixou a base governista para lançar o ex-governador Eduardo Campos, falecido em agosto em um acidente aéreo, como candidato à Presidência da República.

Segundo ele, até mesmo gestões adversárias como as de Antônio Anastasia, em Minas Gerais; Marconi Perillo, em Goiás; e Geraldo Alckmin, em São Paulo, elogiam a relação mantida com o Governo Federal. As administrações estaduais citadas por ele são todas do PSDB. "Eu acho que é muito ruim aqui em Pernambuco, um estado que sempre teve muita atenção do Governo Federal, querer transformar um tema desse em uma disputa eleitoral", disse.

 

Pernambuco 247 Paulo Emílio Fri, 17 Oct 2014 11:04:08 +0000 http://www.brasil247.com/157320
Cruvinel: os candidatos passaram do ponto http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157276 : "Dilma poderia ter se poupado de dizer que nunca dirigiu 'drogada e embriagada'. Passou do ponto", afirma a jornalista Tereza Cruvinel, colunista do 247, em sua análise sobre o pugilato de ontem, no SBT; no artigo, ela questiona também a resposta de Aécio às acusações de nepotismo, quando acusou o irmão de Dilma, Igor Rousseff, de ter recebido sem trabalhar na prefeitura de Belo Horizonte, e a tentativa de distorcer uma fala da presidente sobre corrupção; na sua avaliação, nem Aécio, nem Dilma fizeram o suficiente para conquistar novos votos; "Chamar Dilma de mentirosa o tempo todo cola? Convence os indecisos? E dizer o tempo todo que eles, os governos tucanos, nada fizeram, também cola? Fará sentido para os indecisos?", questiona <br clear="all"> :

247 - O debate presidencial mais agressivo desde 1989 mostrou dois candidatos que passaram do ponto em seus ataques e agressões. É como avalia a jornalista Tereza Cruvinel, colunista do 247, em seu artigo "Debate foi antes de tudo chato".

Segundo Tereza, "chatos e furiosos", os dois candidatos se repetiram, mas, desta vez, passaram do ponto. "Em seu conteúdo, o que o debate de hoje no SBT trouxe de novo em relação ao da Band foi também na área do pugilato: Dilma contornando o alambrado para abordar o fato de Aécio ter se recusado a soprar o bafômetro e levando uma descompostura dele: 'tenha a coragem de fazer a pergunta diretamente'. Dilma poderia ter se poupado de dizer que nunca dirigiu 'drogada e embriagada'. Passou do ponto. Cada vez que um deles cruza a linha do debate civilizado, o outro sobe o tom na próxima rodada e o nível cai mais um pouco", afirma.

Tereza Cruvinel também questionou o posicionamento de Aécio em relação a Igor Rousseff, irmão da presidente, e sua tentativa de distorcer uma fala dela, no debate anterior, sobre corrupção. "Outra novidade, vinda dele, foi da mesma natureza. Tendo ouvido novamente a acusação de ter empregado parentes em Minas, afirmou, e ela não contestou, que o irmão foi empregado da prefeitura de Belo Horizonte na gestão de Fernando Pimentel mas não trabalhava.  E também aquela exploração do tropeço dela nas palavras. No debate da Band, quem assistiu entendeu que Dilma se enrolou com as palavras ao afirmar que 'ninguém está acima da corrupção' e que 'qualquer um pode cometer corrupção'. Ela estava claramente querendo dizer que nenhum governante está livre da ação de corruptos, que sempre poderá haver alguém cometendo ilícitos, cabendo ao governante vigiar, investigar e punir", disse a jornalista. "Mas Aécio cobrou dela uma explicação para estas palavras em sua acepção linear. 'Então é isso que a senhora pensa, que qualquer um pode cometer corrupção e fica por isso mesmo?'. Ou coisa assim. Apelação. Dilma poderia ter reconhecido que se expressou mal e protestado contra a distorção das palavras. Limitou-se a refazer o raciocínio do debate anterior, desta vez de modo compreensível."

Em sua coluna, ela afirma ainda que nem Aécio nem Dilma fizeram o bastante para conquistar novos votos. "Chamar Dilma de mentirosa o tempo todo cola? Convence os indecisos? E dizer o tempo todo que eles, os governos tucanos, nada fizeram, também cola? Fará sentido para os indecisos?  Deste jeito, poderá haver mesmo um grande contingente de eleitores decidindo na última hora, ao sabor do humor do dia, e não da convicção."

Leia a íntegra no blog de Tereza Cruvinel.

 

Poder Leonardo Attuch Fri, 17 Oct 2014 05:33:24 +0000 http://www.brasil247.com/157276
Lula: Aécio foi "ignorante com uma mulher" http://www.brasil247.com/pt/247/amazonas247/157275 : "Quando eu vejo um homem na televisão ser ignorante com uma mulher, como Aécio tem sido nos debates, eu fico pensando: se esse cidadão é capaz de gritar com a presidenta, fico imaginando o dia que ele encontrar um pobre na frente: é capaz dele pisar ou não enxergar", disse o ex-presidente Lula em comício do PT em Manaus; ele voltou a dizer que o PSDB governa apenas para a elite: "Esse país tem que ser governado pelo sentimento do coração. Queremos um país onde todos possam tomar café, almoçar, jantar e estudar" <br clear="all"> :

247 – Cumprindo agenda política em Manaus pela reeleição de Dilma Rousseff na noite desta quinta-feira, o ex-presidente Lula criticou a postura do tucano Aécio Neves em debates:

"Quando eu vejo um homem na televisão ser ignorante com uma mulher, como ele [Aécio] tem sido nos debates, eu fico pensando: se esse cidadão é capaz de gritar com a presidenta, fico imaginando o dia que ele encontrar um pobre na frente: é capaz dele pisar ou não enxergar", disse o ex-presidente.

Lula reforçou a estratégia do PT para tentar “descontruir” Aécio, chamando-o de elitista e afirmando que ele vai retirar benefícios sociais está dando resultado.

"Este país não pode mais ser governado apenas com a cabeça da elite brasileira. Esse país tem que ser governado pelo sentimento do coração. Queremos um país onde todos possam tomar café, almoçar, jantar e estudar", disse, ao lado do senador Eduardo Braga (PMDB), candidato ao governo do Amazonas.

Amazonas 247 Roberta Namour Fri, 17 Oct 2014 05:15:33 +0000 http://www.brasil247.com/157275
Holofote sobre PSDB complica uso político na Petrobras http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/157271 : Quem também pediu propinas ao ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, foi ninguém menos que o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra; ontem, já havia surgido também a acusação de que o senador eleito Fernando Bezerra Coelho, do PSB, havia levantado R$ 20 milhões para a reeleição de Eduardo Campos, em 2010; com as revelações, o esquema de Costa se torna menos petista e mais ecumênico, atingindo todas as forças políticas, inclusive da oposição, o que dificulta a exploração política do caso, às vésperas do segundo turno <br clear="all"> :

247 - A manchete da Folha de S. Paulo desta sexta-feira traz um complicador para a estratégica política do PSDB, de usar o esquema comandado por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, como arma contra o PT, às vésperas do segundo turno. Costa também disse ter pago propinas a ninguém menos que Sergio Guerra, ex-presidente nacional do PSDB. Ontem, numa outra revelação, surgiu a história de que o senador Fernando Bezerra Coelho, do PSB, também levantou R$ 20 milhões para a reeleição de Eduardo Campos, em 2010. Assim, o esquema denunciado na Operação Lava-Jato se torna mais ecumênico e suprapartidário – e não apenas petista.

Leia, abaixo, reportagem da Reuters sobre Guerra:

(Reuters) - O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa disse em um depoimento ao Ministério Público Federal que repassou propina para o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra, para ajudar a esvaziar uma CPI criada para investigar a estatal em 2009, segundo notícia publicada no site do jornal Folha de S.Paulo.

Guerra, que morreu em março deste ano, era senador por Pernambuco e presidente do partido na época, além de integrar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

Segundo a Folha, quatro pessoas envolvidas na investigação da Operação Lava Jato confirmaram que o líder do PSDB foi citado em um dos depoimentos de Costa, depois que ele decidiu colaborar com as autoridades.

Ainda de acordo com a reportagem do jornal, Costa disse que empresas que prestavam serviços à Petrobras queriam encerrar as investigações da CPI. Embora a oposição fosse minoritária na CPI, as empreiteiras temiam prejuízos com a repercussão na imprensa das investigações.

O PSDB divulgou nota afirmando que defende que todas as denúncias de Costa sejam investigadas.
Segundo a Folha, Francisco, filho de Guerra, disse não ter nada a dizer sobre a acusação, acrescentando que preserva o legado do pai "com muita honra".

(Por Alexandre Caverni)

Paraná 247 Roberta Namour Fri, 17 Oct 2014 05:07:59 +0000 http://www.brasil247.com/157271
PSDB aciona Dilma por "calúnia e injúria" http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157280 : Em nota, campanha de Aécio Neves afirma que entrou com duas representações contra a candidata à reeleição, Dilma Rousseff, na Procuradoria Geral Eleitoral: sobre a acusação contra o presidenciável tucano de desviar R$ 7,6 bilhões da saúde no debate da Band; e ao citar prática de nepotismo: ‘ações evidenciam a campanha difamatória e mentirosa do Partido dos Trabalhadores (PT), revelando a falta de respeito à democracia e ao eleitor’ <br clear="all"> :

247 – A campanha do presidenciável tucano Aécio Neves protocolou duas ações contra a candidata à reeleição, Dilma Rousseff, por acusações proferidas durante o debate da Band no início da semana. Leia a nota do partido na íntegra: 

Nota à Imprensa: Coligação Muda Brasil entra com representação contra candidata Dilma Rousseff

Nesta quinta-feira (16/10) a Coligação Muda Brasil protocolou na Procuradoria Geral Eleitoral (PGE) duas representações para que a candidata Dilma Rousseff seja investigada pela prática dos crimes de calúnia, difamação e injúria na propaganda eleitoral.

Na primeira, levamos ao conhecimento do procurador-geral eleitoral o fato de a candidata ter acusado o candidato Aécio Neves de desviar R$ 7,6 bilhões da saúde no debate, na TV Bandeirantes, no último dia 14/10.

A afirmação da candidata petista, além de sabidamente inverídica, foi feita de forma irresponsável e maliciosa, procurando levar ao cidadão brasileiro a mensagem de que houve desvio de recursos públicos e de que o candidato Aécio assim agiu de forma criminosa.

Na segunda representação é pedida a investigação e a abertura de ação penal por ter a candidata Dilma Rousseff acusado indevidamente o candidato Aécio Neves pela prática de nepotismo, o que caracteriza evidente difamação, pois ofende a honra do senador ao imputar-lhe fato ilegal inexistente.

As representações apresentadas são instrumentos que evidenciam a campanha difamatória e mentirosa do Partido dos Trabalhadores (PT), revelando a falta de respeito à democracia e ao eleitor.

O partido também saudou a decisão do TSE de suspender a propraganda da presidente Dilma Rousseff que acusa Aécio Neves de perseguir jornalistas. Leia a nota do deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), coordenador Jurídico da Coligação Muda Brasil, sobre o assunto: 

Nota à Imprensa

Com voto do ministro Dias Toffoli, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deferiu, na noite desta quinta-feira (16/10), liminar pleiteada pela Coligação Muda Brasil para suspender propaganda eleitoral veiculada pela candidata Dilma Rousseff que acusa o candidato Aécio Neves de perseguir jornalistas.

Na ação, a Coligação Muda Brasil ressaltou que a propaganda é inverídica e ofende o candidato Aécio Neves, imputando-lhe prática difamatória. O TSE entendeu que a propaganda é abusiva e determinou sua imediata suspensão.

As mentiras que o PT vem veiculando estão sendo rebatidas, uma a uma, e a verdade está sendo restabelecida, inclusive na Justiça.

A forma de fazer política que o PT adotou desde sempre, apostando na mentira e no medo, que é reiterada nesta eleição, aponta para uma certeza: a de que precisamos mudar.

Poder Roberta Namour Fri, 17 Oct 2014 06:18:13 +0000 http://www.brasil247.com/157280
Temer : "Cunha pode não ser presidente da Câmara" http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157274 : Vice-presidente Michel Temer respondeu à declaração do líder peemedebista da Câmara de que, em eventual governo de Aécio Neves ele perderia o comando da sigla: "Seguindo este raciocínio, se Dilma vencer, ele não poderá ser presidente da Câmara nem líder do PMDB", contra-atacou Temer  <br clear="all"> :

247 – Após sequência de declarações de Eduardo Cunha, líder do PMDB na Câmara, sinalizando apoio a um eventual governo de Aécio Neves (PSDB), presidente da sigla e vice-presidente da República, Michel Temer, parte para o contra-ataque.

Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, Temer se irritou quando Cunha disse ele ele perderá o comando da sigla se Aécio for eleito. "Seguindo este raciocínio, se Dilma vencer, ele não poderá ser presidente da Câmara nem líder do PMDB", rebateu.

O presidente da sigla teria decidido reagir após receber diagnóstico de que a maioria dos deputados defende a presidente.

Poder Roberta Namour Fri, 17 Oct 2014 06:04:03 +0000 http://www.brasil247.com/157274
Beto: "Se Amaral tiver caráter, ele se filia ao PT" http://www.brasil247.com/pt/247/rs247/157267 : Ex-presidente do PSB, Roberto Amaral, gravou uma mensagem para o programa eleitoral de Dilma Rousseff, presidenciável do PT; para Beto Albuquerque (PSB), candidato à vice-presidente da chapa que era encabeçada por Marina Silva, o apoio não deve representar nenhum obstáculo para Aécio Neves: "Se Amaral tiver o mínimo de caráter, ele se filiará ao PT. Ele não renunciou à presidência do partido como está dizendo por aí. Ele perdeu a presidência. Apoiar Dilma representa um desrespeito ao legado de Eduardo (Campos), que denunciou o desgoverno de Dilma e clamava por mudança no comando do Planalto" <br clear="all"> :

SÃO PAULO - Se o clima já estava ruim no PSB, as coisas devem piorar ainda mais depois que o ex-presidente da legenda, Roberto Amaral, gravou uma mensagem para o programa eleitoral de Dilma Rousseff, presidenciável do PT. A mensagem foi exibida no programa petista desta noite. Na semana passada, o partido decidiu apoiar a candidatura de Aécio Neves, do PSDB, mesmo à revelia de Amaral, que ainda estava no comando da sigla.

Para Beto Albuquerque (PSB), candidato à vice-presidente da chapa que era encabeçada por Marina Silva, o apoio de Amaral não deve representar nenhum obstáculo para Aécio na fase final da corrida presidencial, porque não estimulará uma migração de votos para a petista.

"Se Amaral tiver o mínimo de caráter, ele se filiará ao PT. Ele não renunciou à presidência do partido como está dizendo por aí. Ele perdeu a presidência", explicou o companheiro de chapa da ex-senadora. "Apoiar Dilma representa um desrespeito ao legado de Eduardo (Campos), que denunciou o desgoverno de Dilma e clamava por mudança no comando do Planalto", completou.

Rio Grande do Sul 247 Roberta Namour Fri, 17 Oct 2014 05:58:00 +0000 http://www.brasil247.com/157267
TSE proíbe ataques em horário eleitoral http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157272 : Após suspender propaganda de rádio do PT contra Aécio Neves, presidente do tribunal, Dias Toffoli, anunciou que casos semelhantes que chegarem à Corte serão tratados da mesma forma; segundo ele, as campanhas políticas devem ser “programáticas e propositivas”, e não baseadas em ataques entre os candidatos <br clear="all"> :

Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil - Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu ontem (16) trecho de propaganda da coligação Força do Povo (PT, PMDB, PSD, PP, PR, PDT, PROS, PCdoB e PRB), veiculada no rádio na manhã de quarta-feira (15). A propaganda disse que o candidato Aécio Neves (PSDB) intimidava e perseguia jornalistas que criticavam seu governo em Minas Gerais. Com a concessão da liminar pedida por Aécio Neves, o trecho, considerado ofensivo, foi suspenso.

O presidente do tribunal, Dias Toffoli, acrescentou ainda que casos semelhantes que chegarem à Corte serão tratados da mesma forma. Ele salientou que estava sendo criada, a partir da decisão, uma jurisprudência para a questão e que as campanhas políticas devem ser “programáticas e propositivas”, e não baseadas em ataques entre os candidatos. O candidato do PSDB solicitou também um direito de resposta a ser veiculado em dois programas. Essa questão, porém, não foi posta em julgamento na sessão.

Brasil Roberta Namour Fri, 17 Oct 2014 06:44:17 +0000 http://www.brasil247.com/157272
Siqueira defende aproximação com o PSDB http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/157273 : Novo presidente do PSB, Carlos Siqueira afirma que o “apoio programático” com o presidenciável tucano já estava posta quando o então governador Eduardo Campos optou por deixar o governo Dilma Rousseff: “o PT que está no poder há 12 anos envelheceu e se afastou de sua base social e de seus ideais políticos. Impunha-se, portanto, como tarefa política, criar para os brasileiros uma oportunidade concreta de alternância” <br clear="all"> :

247 – Diante das críticas de Roberto Amaral, ex-presidente do PSB, seu sucessor Carlos Siqueira sai em defesa do “apoio programático” ao PSDB de Aécio Neves. Segundo ele, a direção fora tomada já pelo então governador de Pernambuco, Eduardo Campos, quando deixou o governo Dilma Rousseff ao “se afastar de sua base social e de seus ideais políticos”. Leia:

O PSB contra o maniqueísmo

A aproximação com o PSDB está amparada por diretrizes baseadas em sugestões do PSB. Daí a decisão de apoiar a candidatura de Aécio Neves
Para que se possa compreender as razões que levaram o Partido Socialista Brasileiro a optar pelo apoio programático à candidatura de Aécio Neves é preciso partir de um elemento de realidade. Esse elemento já estava posto quando o saudoso governador Eduardo Campos decidiu protagonizar a luta pela mudança da qualidade da práxis política: as realizações do PT de Lula não são as mesmas de Dilma Rousseff.

O diagnóstico não tinha por fundamento os nomes ou as habilidades de cada um. Referia-se de forma direta ao fato apontado por vários teóricos da política, segundo o qual há um envelhecimento de ideais, inerente à permanência no poder. Esse processo de fadiga prática e teórica leva, não raro, à aristocratização de lideranças que, na origem, eram comprometidas com as causas populares. Ou seja, o PT que está no poder há 12 anos envelheceu e se afastou de sua base social e de seus ideais políticos.

Impunha-se, portanto, como tarefa política, criar para os brasileiros uma oportunidade concreta de alternância. Esse é um princípio básico do regime democrático, ao qual nosso partido se engajou sem qualquer ambivalência já no momento de sua fundação, em 1947.

Essa qualificação pode parecer estranha, mas é relevante no contexto de época e também na atualidade, quando se tenta sacrificar um princípio do regime democrático em nome de uma tentativa de apropriação das causas populares por uma única agremiação partidária, neste caso o PT.

Ora, os que de fato são democratas não podem partilhar da ideia de uma democracia condicional, ou seja, que só é boa quando as forças pelas quais militam vencem.

A análise qualificada do cenário político exige deixar de lado o maniqueísmo simplório, que, ao longo de toda a história, justificou os totalitarismos à direita e à esquerda. Nesse sentido, o PSB se mantém fiel às suas tradições e recusa as pechas que servem a um discurso que se aproxima dos malfadados ideais do partido único.

Nota-se, em complemento, que a aproximação com o PSDB não é incondicional e que está amparada por diretrizes programáticas baseadas em sugestões do PSB. Daí a nossa firme decisão de apoiar de forma entusiástica a candidatura de Aécio Neves à Presidência da República.

Quanto às questões que maculariam nossa coligação com o PSDB --favorecimento do grande capital, renúncia à soberania nacional e aliança com o capital financeiro internacional--, basta recordar que o petismo que chegou ao poder se valeu de um quadro ligado à banca internacional e eleito deputado federal pelo PSDB, Henrique Meirelles, para comandar o Banco Central. Sua política no BC assegurou ganhos extraordinários às instituições financeiras nacionais e internacionais.

O fato de o PSB não se ver na condição de proprietário da verdade lhe permite entender que há uma possibilidade libertária. Isso quer dizer, na atual conjuntura, desfazer o equívoco de que o futuro já tenha sido totalmente inventado por um único sujeito político.

O futuro que vislumbramos guarda diferentes ordens de possibilidades e nos orientamos em direção a ele tendo por farol nossos valores históricos e democráticos, e não a adesão acrítica a ideais que não nos pertencem.

Eduardo Campos compreendeu que um ciclo hegemônico se esgotara e com ele o dinamismo de nosso desenvolvimento econômico e social. O PSB, que sempre se posicionou em prol das causas populares, teve a coragem de extrair de sua leitura de conjuntura as devidas consequências políticas.

Precisamos recompor os fundamentos que permitirão melhorar a qualidade de vida de nossa gente. Para isso, é preciso ter a ousadia da mudança!

Pernambuco 247 Roberta Namour Fri, 17 Oct 2014 06:23:43 +0000 http://www.brasil247.com/157273
Agressor de mulher chama Duvivier de “marginal” http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157211 : Intolerância: o ator Dado Dolabella, que já foi acusado três vezes de agredir ex-namoradas, decidiu partir para cima do ator e poeta Gregório Duvivier; o motivo é o fato de Duvivier, integrante do Porta dos Fundos, declarar apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff; "Na boa, alguém que fala 'estou com Dilma', para mim, soa tipo: 'estou com ebola'. Digno de pena e reclusão da sociedade. Um marginal", escreveu Dolabella em sua página no Facebook; nesta manhã, 247 noticiou que Duvivier foi agredido verbalmente, num restaurante do Leblon, por outro brucutu de extrema direita; neofascistas estão à solta <br clear="all"> :

247 – Acusado três vezes de violência doméstica, o ator Dado Dolabella chamou de "marginal" o ator e poeta Gregorio Duvivier por ter declarado apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Hoje, mais cedo, o 247 noticiou que Duvivier foi agredido verbalmente em um restaurante do Leblon depois do artigo que publicou contra a pressão, no Rio de Janeiro, para se votar em Aécio Neves (PSDB).

"Na boa, alguém que fala 'estou com Dilma', para mim, soa tipo: 'estou com ebola'. Digno de pena e reclusão da sociedade. Um marginal. Diante de tanta corrupção comprovada! Só não mais contagioso, porque não é todo mundo que é acéfalo! Tenho certeza que você não é 'Folha' da mesma pasta que essa escória. Mas está mal influenciado", disparou Dado pelo Facebook.

Duvivier, integrante do grupo humorístico Porta dos Fundos, compartilhou o texto em sua página na rede social com bom humor. "Estou sendo alvo de zuêra", escreveu. Dolabella tem na foto do perfil uma tarja com "Aécio 45" e divulga em sua página uma série de posts em prol do tucano. Ontem à tarde, ele escreveu um texto no qual defende que política "se discute sim, com respeito, para expor os lados".

Dado Dolabella já foi acusado três vezes por violência doméstica contra suas ex-namoradas Luana Piovani, Eliza Joenck e Viviane Sarahyba. Ele também já foi indiciado por uso de drogas ilícitas. Gregorio Duvivier tem sido alvo de agressões desde que escreveu o artigo na Folha, na segunda-feira 13.

Brasil Gisele Federicce Thu, 16 Oct 2014 14:34:34 +0000 http://www.brasil247.com/157211
Dilma versus Dilma: quem vai vencer essa guerra? http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157200 : Campanha da presidente Dilma Rousseff decide explorar no horário político a falta de água em São Paulo; 13,5 milhões de habitantes do Estado, em 68 municípios, sofrem nesse momento com interrupções regulares no fornecimento; presidente da Sabesp, Dilma Pena aponta investimentos feitos pela companhia e diz que reservas técnicas de cerca de 150 bilhões de litros evita seca; PT busca desgastar PSDB para tirar vantagem de Aécio Neves no Estado; ele bateu Dilma Rousseff no 1º turno por 3,5 milhões de votos em SP; luta decisiva <br clear="all"> :

247 – Duas Dilmas estão frente a frente numa batalha decisiva em São Paulo. A presidente irá explorar em sua campanha na tevê a questão da falta de água no Estado, enquanto Dilma Pena, presidente da Sabesp, já está escalada como principal porta-voz de defesa. Ela, no entanto, sai em desvantagem.

Em dimensão, cerca de 13,5 milhões de habitantes de São Paulo, em 68 municípios, estão sofrendo, neste momento, com algum tipo de interrupção no fornecimento de água. Nunca choveu tão pouco num mês de outubro, seguido por forte baixa hídrica em setembro.

Em nota, a Sabesp afirma que há no Complexo Cantareira "40 bilhões de litros de água, contando com a primeira cota da reserva técnica". Dilma Pena sublinhou que "ainda há 106 bilhões de litros numa segunda reserva técnica disponível para uso".

- Não há nenhum caso de falta de água por 12 horas seguidas em qualquer região do Estado, sustentou a presidente da estatal, complementada pelo governador Geraldo Alckmin:

- Não vai acabar a água, sustentou ele.

Para o PT, parece ser pouco. O comando da campanha está decidido a inserir a questão da água no horário eleitoral gratuito.

Dilma Rousseff perdeu a eleição para Aécio Neves em São Paulo, no primeiro turno. O tucano obteve no Estado 17,5 milhões de votos, 3 milhões a mais que a adversário. Em relação à votação obtida em 2010, Dilma Rousseff perdeu 2,8 milhões de votos. A importância do Estado é decisiva, por ser o de maior eleitorado do País, que representa, sozinho, 83% de todos os votos em jogo na região Nordeste.

Os líderes tucanos juraram "ampliar" a diferença de votos para Aécio, mas não contavam com o agravamento da crise hídrica e a nova dimensão de suas repercussões políticas. A batalha Dilma versus Dilma debaixo do sol escaldante e das torneiras que vão secando pode ser mais importe para o destino da sucessão presidencial do que muitas outras.

Economia Ana Pupulin Thu, 16 Oct 2014 13:15:17 +0000 http://www.brasil247.com/157200
Economistas divulgam manifesto em apoio a Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157220 : Entre os nomes que assinam o documento estão os de Luiz Gonzaga Belluzzo, Luiz Carlos Bresser-Pereira, Márcio Pochmann e Maria da Conceição Tavares; acadêmicos dizem declarar voto na presidente "para o Brasil continuar avançando, com democracia e desenvolvimento econômico para todos"; segundo eles, País vive hoje "uma profunda transformação social que interrompeu o ciclo histórico da desigualdade" <br clear="all"> :

247 – Um vasto grupo de economistas divulgou um manifesto em que ressaltam o bom momento vivenciado pelo Brasil atualmente e declarando voto na presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição.

Entre os acadêmicos, estão as assinaturas de Luiz Gonzaga Belluzzo, Luiz Carlos Bresser-Pereira, Márcio Pochmann, Maria da Conceição Tavares e Ladislau Dowbor, entre muitos outros, além dos ministros Guido Mantega, Aloizio Mercadante e do senador Eduardo Suplicy.

No documento, eles afirmam que "o Brasil está vivendo uma profunda transformação social que interrompeu o ciclo histórico da desigualdade no País". Segundo os economistas, "mesmo no contexto econômico global mais adverso dos últimos tempos, o governo Dilma manteve seu foco no aumento do bem-estar da população".

"O que está em jogo nesta eleição é a volta ao passado ou a continuidade do modelo que abre as portas do futuro", dizem os acadêmicos, que defendem o voto em Dilma para que "o Brasil continuar avançando, com democracia e desenvolvimento econômico para todos". Leia aqui a íntegra do manifesto e confira as assinaturas.

Economia Gisele Federicce Thu, 16 Oct 2014 15:34:02 +0000 http://www.brasil247.com/157220
PML vê “sombra” da AP 470 em divulgação da Lava Jato http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157188 : Colunista do 247 diz que "inquérito sobre a Petrobras ameaça repetir em detalhes a história da AP 470", o chamado 'mensalão', conduzida pelo ex-ministro Joaquim Barbosa, na qual houve "a opção em enquadrar e acusar parlamentares ligados ao PT e ao governo Lula"; fato "atropelou a denúncia sobre o mensalão mineiro", que chegou antes à Justiça, diz; Lava Jato, sob o comando do juiz Sérgio Moro, "permite adivinhar desdobramentos políticos e orientar prejuízos eleitorais com alvos escolhidos e bem definidos", afirma o jornalista, que constata: "Quando o eleitor conhecer a verdade, toda a verdade, pode ser tarde demais" <br clear="all"> :

247 – A investigação sobre a Petrobras no âmbito da Operação Lava Jato ameaça repetir "em detalhes" a história da Ação Penal 470, o chamado 'mensalão', afirma Paulo Moreira Leite, em nova coluna em seu blog no 247. O jornalista diz que "rumores de que até o PSDB recebeu benefícios no esquema que agia na estatal reforça dúvidas sobre divulgação seletiva de investigações".

PML resgata que o processo conduzido pelo ex-ministro Joaquim Barbosa no STF, assim como a Lava Jato, tinha poderes para causar prejuízos pela divulgação seletiva de denúncias em uma campanha eleitoral. No processo, houve a "opção", diz, de "enquadrar e acusar parlamentares ligados ao Partido dos Trabalhadores e ao governo Lula", o que "atropelou a denúncia sobre o mensalão mineiro, que chegou com antecedência no Supremo Tribunal Federal".

O jornalista define a Lava Jato como "uma operação política midiática, de duvidosa consistência jurídica, mas conhecido efeito político". E acrescenta que "a divulgação seletiva da investigação conduzida pelo juiz Sergio Moro permite adivinhar desdobramentos políticos e orientar prejuízos eleitorais com alvos escolhidos e bem definidos". Quando o eleitor conhecer a verdade, toda a verdade, constata PML, pode ser tarde demais.

Leia a íntegra em Sombra da AP 470 na investigação sobre a Petrobras

Poder Gisele Federicce Thu, 16 Oct 2014 11:10:48 +0000 http://www.brasil247.com/157188
Lula: quem não fez bafômetro pode governar? http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157181 : Ex-presidente questionou ontem, durante comício no Pará, a capacidade do candidato do PSDB, Aécio Neves, de governar o País, e lembrou episódio vivenciado pelo tucano em 2011; "Ontem (terça) eu assisti o debate e ouvi o Aécio dizendo que tem responsabilidade e competência pra governar o país. Como alguém que se recusa a fazer o teste do bafômetro, por estar dirigindo bêbado, pode governar o país?", perguntou Lula; petista comparou os anos de governo do PT com os do PSDB, lembrando que "só se governava para um terço da população" <br clear="all"> :

247 – O ex-presidente Lula questionou na noite desta quarta-feira 15, durante comício no município de Ananindeua, no Pará, a capacidade do candidato do PSDB, Aécio Neves, de governar o País. Ele mencionou um episódio vivenciado pelo tucano em 2011, quando ele se recusou a fazer o teste do bafômetro e teve a habilitação, que estava vencida, apreendida em blitz no Rio de Janeiro.

"Ontem (terça-feira) eu assisti o debate e ouvi o Aécio dizendo que tem responsabilidade e competência pra governar o país. Como alguém que se recusa a fazer o teste do bafômetro, por estar dirigindo bêbado, pode governar o país?", questionou Lula. "Palavras são muito fáceis de dizer", discursou. No ato, ele fez campanha para Helder Barbalho (PMDB), candidato a governador do Pará.

"No debate na televisão, eu vi um candidato dizer: 'o meu governo é o governo da decência e da competência'. Eu fico imaginando que decência e que competência se um dia ele foi parado as 3 da manhã na rua do rio de janeiro e se recusou a colocar a boca no bafômetro pra saber se ele tinha bebido ou não", disse ainda o ex-presidente, sem mencionar o nome de Aécio.

Lula comparou os anos sob governos do PT no Brasil e sob o governo de Fernando Henrique Cardoso. "Houve um tempo nesse país que quem ganhava só um salário mínimo não podia sonhar com casa própria, um tempo em que a gente agia como um vira-lata, pedindo licença para outros países do que a gente faria e um tempo em que só se governava para um terço da população", afirmou.

Poder Gisele Federicce Thu, 16 Oct 2014 10:16:05 +0000 http://www.brasil247.com/157181
Advogados pedem punição de juiz por abrir delação http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/157185 : Abaixo-assinado articulado por criminalistas de todo o Brasil pedirá à OAB que se manifeste e peça investigação ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre divulgação à imprensa, pelo juiz Sérgio Moro, de depoimentos prestados à Justiça pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef no âmbito da Operação Lava Jato; eles alegam vazamento seletivo de informações e pedem punição a Moro <br clear="all"> :

247 – Um abaixo-assinado organizado por advogados criminalistas de todo o País pedirá ao presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Coelho, que se manifeste a respeito da divulgação dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef sob acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato.

O documento defende ainda que a entidade peça investigação sobre o caso ao Conselho Nacional de Justiça, segundo reportagem do portal iG. Os advogados alegam que há divulgação seletiva de informações e defendem também punição ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelo processo. Segundo o iG , o presidente da OAB deve levar o caso à Comissão Especial de Garantia do Direito de Defesa da Ordem.

A Justiça Federal do Paraná, os procuradores e policiais federais envolvidos com o processo de delação premiada negam qualquer tipo de manipulação na divulgação das denúncias. Parte do áudio do depoimento de Costa foi divulgada na semana passada pela Justiça do Paraná. Na delação, o ex-diretor da Petrobras revelou um esquema de propina com contratos da Petrobras que beneficiava PT, PP e PMDB.

Paraná 247 Gisele Federicce Thu, 16 Oct 2014 10:35:04 +0000 http://www.brasil247.com/157185
Sabesp reitera que “água não acaba em novembro” http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157170 : Em nota divulgada nesta manhã, a empresa "afirma que há no sistema cantareira ainda 40 bilhões de litros contando com a primeira cota da reserva técnica", além de "106 bilhões de litros da segunda reserva técnica disponível para uso"; ontem, durante a CPI da Sabesp na Câmara Municipal de São Paulo, a presidente da companhia, Dilma Pena, afirmou que com esse ritmo de chuvas, há água disponível para abastecer a população até meados de novembro, sem contar a segunda reserva técnica; Sabesp aguarda decisão da Justiça para usá-la <br clear="all"> :

247 - A Sabesp divulgou uma nota na manhã desta quinta-feira 16 reiterando, com letras garrafais, que "a água NÃO vai acabar em novembro" no estado de São Paulo.

O comunicado é divulgado um dia depois de a presidente da companhia, Dilma Pena, ter afirmado em depoimento à CPI da Sabesp, na Câmara Municipal, que, com o ritmo atual de chuvas, haverá água para abastecer a população até meados de novembro (leia aqui).

Dilma Pena se referia à água já existente no Sistema Cantareira, principal reservatório da região metropolitana de São Paulo, que hoje opera com 4,3% de sua capacidade, sem contar a água disponível na segunda cota do chamado volume morto.

Na nota de hoje, a Sabesp assegura que "há no sistema cantareira ainda 40 bilhões de litros contando com a primeira cota da reserva técnica. Há também mais 106 bilhões de litros da segunda reserva técnica disponível para uso". 

A companhia aguarda decisão da Justiça para, caso necessário, utilizar a segunda cota da reserva técnica. Leia a nota:

NOTA DA SABESP

A Sabesp reitera que a água NÃO vai acabar em novembro. A companhia afirma que há no sistema cantareira ainda 40 bilhões de litros contando com a primeira cota da reserva técnica. Há tambem mais 106 bilhões de litros da segunda reserva técnica disponível para uso. As obras para captação desse volume já estão sendo finalizadas e a água será bombeada se houver necessidade, garantindo o abastecimento até março. Há ainda mais 162 bilhões de litros para serem captados, além da segunda reserva.

ASSESSORIA DE IMPRENSA SABESP

SP 247 Gisele Federicce Thu, 16 Oct 2014 09:37:27 +0000 http://www.brasil247.com/157170
Prévia do PIB cresce 0,27% em agosto, diz BC http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157176 : Avanço do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta quinta-feira, é registrado na comparação com julho, quando havia subido 1,52%; na comparação com agosto de 2013, o IBC-Br recuou 0,15% e acumula alta de 0,93% em 12 meses, ainda segundo o BC <br clear="all"> :

Por Camila Moreira

SÃO PAULO (Reuters) - A economia brasileira desacelerou com força em agosto, reforçando as avaliações de que a atividade não tem conseguido mostrar recuperação consistente a pouco mais de uma semana do disputado segundo turno da eleição presidencial.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado nesta quinta-feira, avançou 0,27 por cento em agosto na comparação com julho, quando havia subido 1,52 por cento, segundo números dessazonalizados.

O resultado do índice, considerado espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), ficou pouco abaixo do esperado em pesquisa da Reuters com analistas, de alta de 0,30 por cento.

Na comparação com agosto de 2013, o IBC-Br recuou 0,15 por cento e acumula alta de 0,93 por cento em 12 meses, ainda segundo o BC.

"É simplesmente o registro de perda de fôlego de toda a atividade econômica do país", disse o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, para quem o PIB crescerá 0,3 por cento neste ano, mas "sem dúvida" com viés de baixa.

A economia brasileira, que entrou em recessão técnica no primeiro semestre, é uma das questões centrais na disputa pela Presidência entre a presidente Dilma Rousseff (PT) e o candidato do PSDB, Aécio Neves, em meio a um cenário de inflação elevada.

Dados recentes já haviam indicado que a economia continuou patinando no terceiro trimestre do ano. A produção industrial avançou 0,7 por cento em agosto, mas ainda mostrando contração no acumulado do ano, enquanto que as vendas no varejo subiram 1,1 por cento no mesmo período, mas o movimento foi considerado apenas pontual.

Com a atividade econômica debilitada, o mercado de trabalho mostra perda de fôlego, apesar do nível de desemprego baixo. A criação de vagas formais de trabalho em setembro foi a pior para o mês em 13 anos.

Pesquisa Focus do BC aponta que a expectativa de economistas para este ano é de crescimento do PIB de apenas 0,28 por cento, contra expansão de 2,5 por cento em 2013.

O IBC-Br incorpora estimativas para a produção nos três setores básicos da economia: serviços, indústria e agropecuária, assim como os impostos sobre os produtos.

Economia Gisele Federicce Thu, 16 Oct 2014 09:49:23 +0000 http://www.brasil247.com/157176
Ódio ao PT fez mais uma vítima: Gregório Duvivier http://www.brasil247.com/pt/247/cultura/157146 : O ator e poeta Gregório Duvivier, integrante do grupo Porta dos Fundos, foi agredido verbalmente e quase fisicamente no Rio de Janeiro; o motivo: ter declarado seu apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff e criticado a pressão para votar em Aécio Neves; aos berros, num restaurante do Leblon, um radical de direita o classificava como integrante da "esquerda caviar", expressão disseminada no País pelo colunista neocon Rodrigo Constantino; discurso de ódio ao PT, que vem sendo alimentado há vários anos por meios de comunicação conservadores, alimenta a radicalização política e a violência; estimulados por brucutus como Constantino, trogloditas de alma fascista saem da toca <br clear="all"> :

247 - O discurso de ódio ao PT, que vem sendo alimentado há vários anos por colunistas de extrema direita e meios de comunicação conservadores, já deságua em violência. Ontem, a vítima foi o poeta e ator Gregório Duvivier, que integra o grupo de humor Porta dos Fundos. O relato está na coluna desta quinta-feira do jornalista Ancelmo Gois:

Gregório Duvivier almoçava ontem no Celeiro, no Leblon, quando um sujeiro disse que não ficaria mais ali porque ia "acabar metendo a porrada" nele. O talentoso ator e escritor ficou calado. 

Mas o agressor continuou o xingamento, dizendo que ele era da "esquerda caviar" e que deveria estar almoçando no bandejão, "já que gosta tanto de pobre". Meu Deus!

Dois dias atrás, em artigo publicado na Folha de S. Paulo, Duvivier criticou a patrulha política para que votasse em Aécio Neves e declarou seu apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff. "Nos postes da cidade, os adesivos se multiplicam. ´Aqui se vota Aécio´. Você, que não vota como o poste: ame o Rio - ou deixe-o. Aqui não é sua área. Aqui se brinda pelo fim da maioridade penal. Aqui a gente cansou da corja do PT e quer gente nova - mas logo quem? O mensalão tucano, a compra da reeleição, o aeroporto, o helicóptero, tudo virou pó", disse ele. “A militância de jipe e os comentaristas de portal não me dão essa opção. Se quem defende causas humanitárias e direitos civis é tachado de petista, não me resta outra opção senão aceitar essa pecha”.

Instantes depois, o colunista neocon Rodrigo Constantino, que escreve em Veja.com e disseminou a expressão "esquerda caviar", publicou artigo afirmando que o apoio de Gregório Duvivier a Dilma representaria "mais um ponto" para Aécio. "Causas humanitárias? Tipo… aquelas adotadas na Venezuela ou em Cuba, países que o PT defende? Direitos civis? Tipo… aqueles presentes nos países islâmicos que o PT também defende? Pergunto-me: pode apenas a burrice explicar algo assim?", questionou o colunista de Veja.com, tão troglodita quanto alguns de seus colegas e o agressor de Duvivier.

Como diria Nelson Rodrigues, os idiotas perderam a modéstia e os agressores, de alma fascista, agora saem da toca.

 

 
Cultura Leonardo Attuch Thu, 16 Oct 2014 06:05:43 +0000 http://www.brasil247.com/157146
Dilma vai reforçar "desconstrução" de Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157141 : Em empate técnico com Aécio Neves nas pesquisas Datafolha e Ibope, presidente Dilma Rousseff considera uma vitória aumento de rejeição ao tucano e prevê reforçar ataques contra o adversário em seu programa; intenção é explorar mais tática de tachar o candidato de “elitista” e afirmar que ele vai retirar benefícios sociais; no grupo com renda familiar de até dois salários mínimos, a rejeição a Aécio subiu oito pontos e foi a 46%; na região Nordeste, o índice saltou dez pontos e alcançou 55% <br clear="all"> :

247 – Animada com o resultado das pesquisas Datafolha e Ibope desta quarta-feira, que projetam a presidente Dilma Rousseff em empate técnico com Aécio Neves (PSDB), a campanha do PT vai reforçar a estratégia de “desconstrução” do tucano.

A avaliação do PT, segundo o colunista Bernardo Mello Franco, é de que a tática do PT de tachar Aécio de elitista e afirmar que ele vai retirar benefícios sociais está dando resultado.

Na última semana, a rejeição ao tucano no grupo com renda familiar de até dois salários mínimos subiu oito pontos e foi a 46%. Na região Nordeste, o índice saltou dez pontos e alcançou 55%.

Segundo análise do Datafolha, a presidente Dilma também tem vantagem entre os indecisos: o alto potencial de conversão pró-petista é o dobro do observado para o tucano (13% contra 6%). É um segmento mais feminino e menos escolarizado do que a média da população.

Poder Roberta Namour Thu, 16 Oct 2014 05:16:33 +0000 http://www.brasil247.com/157141
Aécio e Dilma começam a formar suas equipes http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157148 : Em caso de reeleição, a presidente Dilma Rousseff cogita nomear o atual ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, para o Ministério da Fazenda; se confirmado, ele seria substituído por Jaques Wagner, atual governador da Bahia; um dos coordenadores de sua campanha, Miguel Rossetto, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, deve assumir a Secretaria Geral da Presidência; no lado tucano, em eventual governo de Aécio Neves, além de Armínio Fraga na Fazenda, ex-governador de Minas, Antonio Anastasia, poderá ser nomeado ministro do Planejamento ou chefe da Casa Civil; senador eleito José Serra (PSDB) é sondado para o Itamaraty <br clear="all"> :

247 – A 10 dias do 2° turno das eleições à Presidência, os candidatos Dilma Rousseff e Aécio Neves começam a formas suas equipes de governo.

Em caso de reeleição, a presidente Dilma Rousseff cogita nomear o atual ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, para o Ministério da Fazenda. Ele assumiu o papel de porta-voz econômico da campanha do PT para contrapor Armínio Fraga do lado tucano. Já o ex-presidente Lula insiste em emplacar o empresário Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar, na vaga de Guido Mantega.

Se Mercadante for efetivado na Pasta, Jaques Wagner, atual governador da Bahia, é o nome cotado para a Casa Civil.

Outro dado como certo no novo governo é o de Miguel Rossetto, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, que deve ser a Secretaria Geral da Presidência.

Em eventual governo de Aécio Neves, sem surpresas, Armínio Fraga será o ministro da Fazenda. No Banco Central, dois despontam como favoritos: é Eduardo Loyo e Ilan Goldfajn.

O ex-governador de Minas, Antonio Anastasia, também poderá ser nomeado ministro do Planejamento ou chefe da Casa Civil. Especulações indicam o senador eleito José Serra (PSDB) no Itamaraty.

Leia aqui reportagem de Raymundo Costa sobre o assunto.

Poder Roberta Namour Thu, 16 Oct 2014 07:09:18 +0000 http://www.brasil247.com/157148
Cunha: dos 66 deputados do PMDB, 33 são Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/157142 : Líder do PMDB na Casa, deputado Eduardo Cunha, diz que seu partido, maior da base governista, está dividido nesta eleição por ter se sentido preterido pelo governo: “O PMDB tem a nítida sensação de que não é partícipe de nada, nem da campanha eleitoral. O PMDB foi apenas um aluguel de tempo de televisão”; diante disso, sinaliza novamente aproximação com o PSDB e afirma que dos 66 deputados do PMDB, 33 estão com o tucano Aécio Neves <br clear="all"> :

247 – Cotado como favorito para assumir a presidência da Câmara, líder do PMDB na Casa, deputado Eduardo Cunha, do Rio, sinaliza novamente possível aproximação com o PSDB.

Ele diz que seu partido, maior da base governista, está dividido nesta eleição por ter se sentido preterido. “O PMDB tem a nítida sensação de que não é partícipe de nada, nem da campanha eleitoral. O PMDB foi apenas um aluguel de tempo de televisão”, diz em entrevista à “Folha de S. Paulo”. Diante disso, afirma que dos 66 deputados do PMDB, 33 estão com o tucano Aécio Neves.

Quanto ao governo Dilma, diz que a presidente cometeu muitos erros políticos e teria de ter demitido a diretoria inteira da Petrobras quando começaram a surgir as acusações de corrupção dentro da estatal (leia mais).

Brasília 247 Roberta Namour Thu, 16 Oct 2014 05:22:59 +0000 http://www.brasil247.com/157142
STF proíbe Jefferson de falar sobre política http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/157138 : Ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que a Vara de Execuções Penais (VEP) do Rio de Janeiro advirta o ex-deputado Roberto Jefferson de não dar entrevista: alguém com direitos políticos cassados “não pode participar da vida política”; ele falou com a "Folha de S. Paulo" nesta semana, em seu primeiro dia de trabalho fora da prisão <br clear="all"> :

Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil - O ex-deputado Roberto Jefferson está proibido de falar sobre política com a imprensa. A determinação é do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na decisão, Barroso determina que a Vara de Execuções Penais (VEP) do Rio de Janeiro advirta Jefferson “quanto à impossibilidade de realização, nos horários destinados ao cumprimento das tarefas laborais, de atividades estranhas àquelas previamente informadas pelo empregador”.

Ontem (15) à noite, Roberto Barroso explicou que o tema política está vetado para o ex-parlamentar. “Sobre política, ele não pode dar entrevista”, salientou. No entendimento do ministro, alguém com direitos políticos cassados “não pode participar da vida política”. Caso Jefferson queira dar entrevistas sobre outro assunto, terá de pedir permissão ao juiz titular da VEP do Rio de Janeiro.

Conforme o ministro, a decisão foi motivada por uma entrevista de Jefferson ao jornal Folha de São Paulo, no dia 13 de outubro, no escritório de advocacia onde passou a trabalhar, após autorização judicial. Na entrevista, o ex-deputado diz que o escândalo envolvendo a Petrobras é o “epílogo do mensalão”. Condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão, Jefferson cumpre pena de sete anos de prisão, em regime semiaberto.

Rio 247 Roberta Namour Thu, 16 Oct 2014 06:33:08 +0000 http://www.brasil247.com/157138
MP arquiva investigação contra Serra sobre cartel http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157140                                 : Por 5 votos a 3, Conselho Superior do Ministério Público entendeu que "não foram até o momento identificados indícios de envolvimento do ex-governador José Serra na prática de atos de improbidade" no cartel de empresas do trem e metrô de São Paulo; tucano ainda é alvo de inquérito da PF sobre o assunto e será intimado a prestar esclarecimentos <br clear="all">                                 :

247 - O Conselho Superior do Ministério Público confirmou decisão do procurador-geral de Justiça Márcio Elias Rosa e arquivou investigação contra suposto envolvimento do ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) no cartel de empresas do trem e metrô.

Esquema denunciado pela Siemens ocorreu de 1998 a 2008, em gestões do PSDB, desde o governo de Mario Covas.

Por 5 votos a 3, o conselho entendeu que "não foram até o momento identificados indícios de envolvimento do ex-governador José Serra na prática de atos de improbidade".

Ele era suspeito de ter pressionado a Siemens a desistir de medidas judiciais para anular a vitória da espanhola CAF, em um certame para o fornecimento de 320 vagões. Caso a Siemens avançasse nas ações judiciais, Serra anularia a licitação, segundo o ex-dirigente Nelson Branco Marchetti.

Serra ainda é alvo de inquérito da PF sobre o assunto e será intimado a prestar esclarecimentos.

SP 247 Roberta Namour Thu, 16 Oct 2014 08:22:51 +0000 http://www.brasil247.com/157140
TSE garante acesso a Dilma de informações da Sensus http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157139  Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13: 15/10/2014- São Paulo- SP, Brasil- A candidata à Presidência da República Dilma Rousseff durante o ato de apoio dos professores em SP. Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13 Divulgada no último sábado (11/10) pela revista Istoé, a pesquisa deu 52,4 por cento das intenções de voto para o candidato Aécio Neves, da coligação Muda Brasil, enquanto Dilma foi preferida por 36,7 por cento dos entrevistados; em petição apresentada ao TSE, presidente pediu acesso aos dados e levantou supostas irregularidades no levantamento <br clear="all">  Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13: 15/10/2014- São Paulo- SP, Brasil- A candidata à Presidência da República Dilma Rousseff durante o ato de apoio dos professores em SP. Foto: Ichiro Guerra/ Dilma 13

Consultor Jurídico - O ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto, do Tribunal Superior Eleitoral, determinou que a empresa Sensus Data World Pesquisa e Consultoria S/C Ltda forneça à candidata Dilma Rousseff e à Coligação Com a Força do Povo acesso ao sistema interno de controle, verificação e fiscalização da coleta de dados de recente pesquisa de intenção de voto para presidente da República.

Os documentos solicitados deverão ser encaminhados à área jurídica da campanha por e-mail ou por intermédio de mídia, devendo ser preservada a identidade dos entrevistados.

Em petição apresentada ao TSE, Dilma e sua coligação requereram acesso aos dados e fundamentaram o pedido na necessidade de investigação de supostas irregularidades na pesquisa, como a ausência de identificação da fonte dos dados estatísticos e dos fatores de ponderação, o superdimensionamento do percentual de eleitores com nível superior e a indicação de custeio exclusivo pelo instituto de pesquisa.

Segundo a pesquisa, divulgada no último sábado (11/10) pela revista Istoé, deu 52,4 por cento das intenções de voto para o candidato Aécio Neves, da coligação Muda Brasil, enquanto Dilma foi preferida por 36,7 por cento dos entrevistados. Com informações da Assessoria de Comunicação do TSE.

Mídia Roberta Namour Thu, 16 Oct 2014 07:57:50 +0000 http://www.brasil247.com/157139
Datafolha: Pezão abre 12 pontos de vantagem no Rio http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/157143 : Em levantamento divulgado esta semana, governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) aparece com 56% das intenções de votos válidos ante 44% do senador Marcelo Crivella (PRB); eleitores que declararam votar nulo ou em branco chegam a 10% e indecisos a 8% <br clear="all"> :

247 – A pesquisa Datafolha desta quarta-feira aponta vantagem de 12 pontos do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), contra o senador Marcelo Crivella (PRB) na disputa pelo Palácio Guanabara.

De acordo com o levantamento, Pezão tem 56% das intenções de votos válidos, enquanto o adversário registra 44%. A margem de erro é de três pontos percentuais. Eleitores que declararam votar nulo ou em branco chegam a 10% e indecisos a 8%.

Crivella também aparece com maior rejeição entre o eleitorado: 43% dos eleitores declararam não votar no senador --na última pesquisa do primeiro turno, eram 15%. Já Pezão teve rejeição de 36% --ele tinha 20% no dia 2 de outubro.

Rio 247 Roberta Namour Thu, 16 Oct 2014 05:41:42 +0000 http://www.brasil247.com/157143
Datafolha: Aécio e Dilma mantêm empate técnico http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157109 : Presidenciáveis do PSDB e do PT registraram exatamente os mesmos percentuais de intenção de voto em comparação com a primeira pesquisa do instituto no segundo turno, divulgada no dia 9; candidato tucano Aécio Neves manteve 51% dos votos válidos, contra 49% da presidente Dilma Rousseff; dados confirmam disputa acirrada a 11 dias da eleição; em votos totais, Aécio caiu um ponto, de 46% para 45%, contra 43% de Dilma, que também tinha um ponto a mais há uma semana; 6% dos entrevistados não sabem em quem votar <br clear="all"> :

247 – Os números da segunda pesquisa do instituto Datafolha confirmam uma disputa bastante acirrada no segundo turno das eleições. O candidato do PSDB, Aécio Neves, manteve os mesmos 51% das intenções de votos válidos da mostra divulgada no dia 9, assim como a presidente Dilma Rousseff, que registrou 49%, como na última pesquisa. Os números refletem empate técnico entre os candidatos.

Em votos totais, o tucano caiu um ponto em comparação com a pesquisa anterior, de 46% para 45%. A candidata à reeleição pelo PT também registrou queda de um ponto, de 44% para 43%. De acordo com a pesquisa, 6% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar, número que também não mudou. Os eleitores que votarão em branco ou nulo oscilaram de 4% para 6%.

Segundo o Datafolha, 42% dos entrevistados têm intenção de votar em Aécio "com certeza", mesmo percentual para Dilma. Já os eleitores que "talvez" votem no tucano caíram de 22% para 18%, enquanto os de Dilma subiram, de 14% para 15%. A rejeição ao candidato do PSDB também subiu, de 34% para 38%, enquanto a da petista caiu de 43% para 42%.

As duas pesquisas têm margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A mostra foi feita com 9.081 eleitores em 366 municípios.

Poder Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 18:26:37 +0000 http://www.brasil247.com/157109
Aécio: 'Ainda dá tempo de acabar com a campanha da calúnia' http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157113 Marcos Fernandes/Coligação Muda Brasil: "Estamos assistindo do outro lado uma campanha desesperada, que não consegue olhar para o futuro", disse o tucano ao comentar, em evento em São Paulo, as críticas que tem recebido em relação a seus mandatos no governo mineiro; "Candidata, ainda é tempo, vamos falar de Brasil, ainda é tempo, tire a sua campanha do gueto da calúnia", acrescentou Aécio Neves <br clear="all"> Marcos Fernandes/Coligação Muda Brasil:

SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, voltou a criticar nesta quarta-feira a campanha da sua adversária, a presidente Dilma Rousseff (PT), e disse que ainda há tempo de tirar a disputa do "gueto da calúnia".

"Estamos assistindo do outro lado uma campanha desesperada, que não consegue olhar para o futuro", disse o tucano ao comentar, em evento em São Paulo, as críticas que tem recebido em relação a seus mandatos no governo mineiro.

"Candidata, ainda é tempo, vamos falar de Brasil, ainda é tempo, tire a sua campanha do gueto da calúnia", acrescentou. "Quero apresentar propostas, é isso que me move", disse.

"Cada hora é uma mentira, uma infâmia, uma calúnia. Foi assim com Eduardo Campos, com Marina Silva e foi assim no passado com meus companheiros Geraldo Alckmin e José Serra. É o modus operandi do PT", acrescentou.

Na véspera, Aécio e Dilma participaram do primeiro debate na TV da campanha pelo segundo turno. Enquanto a presidente centrou sua artilharia nos dois mandatos do tucano como governador, o candidato do PSDB bateu na tecla do que chama do fracasso dela na Presidência.

Em um embate de perguntas e respostas, com reiteradas trocas de acusações, Dilma citou vários indicadores desfavoráveis de Minas Gerais, Estado governado por Aécio entre 2003 e 2010, todos eles refutados pelo tucano, com os dois se acusando em vários momentos de estarem faltando com a verdade.

EDUCAÇÃO

O candidato aproveitou o Dia do Professor nesta quarta e falou que, se eleito, quer ser conhecido como o candidato que revolucionou a educação no Brasil.

"Vou falar com governadores e prefeitos para garantir que o pagamento do piso seja feito. É só com a valorização do professor que conseguiremos isso", afirmou.

"A União será parceira na educação... Deixo meu compromisso de, até 2016, ter o acesso universalizado de todas as crianças de até 4 anos de idade", afirmou o candidato no evento em um clube na capital paulista, onde também assinou o compromisso de "candidato amigo da criança" da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq).

"Vamos ter a coragem de fazer que a escola ensine ao aluno", acrescentou.

(Por Vinícius Cherobino)

Poder Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 18:49:08 +0000 http://www.brasil247.com/157113
Samuel Pinheiro Guimarães declara voto em Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157107 Wilson Dias/ABr           : Diplomata e ex-ministro de Lula diz que, "depois de muito refletir", chegou à conclusão de que "devemos prosseguir no esforço de construção de uma sociedade mais justa, mais próspera, mais democrática e soberana" e que, "por isto, e por muitas razões", votará na presidente Dilma Rousseff no dia 26; ele enumera 31 motivos para seu voto na reeleição <br clear="all"> Wilson Dias/ABr           :

247 - O diplomata e ex-ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos durante o governo Lula, Samuel Pinheiro Guimarães, declarou seu voto na reeleição da presidente Dilma Rousseff e enumerou 31 razões para isso. Leia abaixo sua mensagem e os motivos:

ESTIMADOS AMIGOS E AMIGAS...

Estamos em um momento decisivo da vida brasileira.

Teremos de optar entre propostas distintas.

De minha parte, e depois de muito refletir, cheguei à conclusão de que devemos prosseguir no esforço de construção de uma sociedade mais justa, mais próspera, mais democrática e soberana.

Por isto, e por muitas razões além daquelas que enumero a seguir, votarei dia 26 em Dilma Rousseff.

Votar em Dilma, para:
01. aumentar o emprego, que é a maior preocupação de cada brasileiro, com carteira assinada;

02. controlar a inflação sem prejuízo do desenvolvimento;

03. aumentar o salário mínimo de que depende a enorme maioria dos brasileiros;

04. garantir as conquistas dos trabalhadores em termos de horário, férias, licença maternidade, previdência social, aposentadoria;

05. expandir o programa Minha Casa, Minha Vida que atende a aspiração fundamental da casa própria;

06. eliminar a pobreza e a indigência no Brasil;

07. reduzir cada vez mais a mortalidade infantil;

08. aumentar a expectativa de vida de todos os brasileiros;

09. eliminar o analfabetismo inclusive funcional;

10. ampliar cada vez mais o número de vagas nas escolas técnicas e nas universidades;

11. fortalecer a cultura brasileira em todos os seus aspectos;

12. dobrar o investimento público em ciência e tecnologia;

13. reduzir a violência e o número de homicídios;

14. fazer a reforma política, com ampla participação popular, eliminar a influência do poder econômico e criar uma verdadeira democracia;

15. lutar de forma legal contra a corrupção, punindo tanto os corruptos como os corruptores;

16. democratizar os meios de comunicação e garantir a possibilidade e a liberdade de expressão para todos os brasileiros;

17. ampliar radicalmente as oportunidades de mulheres, negros e pobres em todas as esferas da sociedade e do Estado;

18. defender os direitos humanos de todos os brasileiros e combater toda a discriminação, preconceito e violência que tenha como origem a raça, a orientação sexual, o gênero, o nível de renda, a crença religiosa e a origem regional;

19. demarcar as terras indígenas e eliminar o desmatamento ilegal;

20. reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil;

21. forrtalecer a soberania do Brasil;

22. promover a integração e a cooperação com os vizinhos da América do Sul e da África;

23. defender a paz, a auto determinação, a não intervenção, e a solução pacífica de controvérsias como os princípios fundamentais da ação internacional do Brasil;

24. construir mais ferrovias, mais rodovias, mais portos e aeroportos;

25. expandir o transporte urbano público e gratuito;

26. fazer a reforma agrária, fortalecer a agricultura familiar e expandir a produção e a exportação agrícola;

27. alcançar a autonomia energética;

28. reconstruir a indústria brasileira;

29. tornar o sistema tributário mais justo e menos concentrador de riqueza;

30. reduzir as taxas de juros e democratizar o credito;

31. realizar uma Olimpíada ainda melhor do que a Copa.

Brasil Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 17:55:19 +0000 http://www.brasil247.com/157107
Com debate, Dilma retomou a ofensiva na 2ª semana http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157091 Ichiro Guerra: Avaliação é da colunista do 247 Tereza Cruvinel; "Um sinal claro do bom desempenho de Dilma foi a reação matinal do mercado, com a bolsa caindo e o dólar subindo", observa a jornalista, que viu o esforço do candidato Aécio Neves (PSDB) em desconstruir o governo de Dilma e o dela em desconstruir a imagem do adversário tucano; de acordo com Tereza, segunda semana da campanha do segundo turno tem agora o "vento um pouco virado, graças a um desempenho de Dilma que surpreendeu até os petistas mais desanimados" <br clear="all"> Ichiro Guerra:

247 – Com o bom desempenho no debate na TV Bandeirantes, a presidente Dilma Rousseff "retomou a ofensiva" na segunda semana da campanha do segundo turno, avalia Tereza Cruvinel, em nova coluna em seu blog no 247. "Um sinal claro do bom desempenho de Dilma foi a reação matinal do mercado, com a bolsa caindo e o dólar subindo", afirma ela (leia mais aqui).

A jornalista viu o esforço de Aécio Neves (PSDB) em desconstruir o governo Dilma e o da presidente em desconstruir a imagem do tucano. A segunda semana da campanha tem agora o "vento um pouco virado, graças a um desempenho de Dilma que surpreendeu até os petistas mais desanimados", escreve Tereza.

"Para virar o vento na segunda semana, como dissemos aqui, o comando de campanha apostava em três movimentos: um bom desempenho de Dilma no debate, a volta de Lula à cena eleitoral e o reaquecimento da militância. Este último ponto é que não parece confirmado. O vermelho ainda é desbotado nas ruas", analisa ainda.

Leia a íntegra em Debate: Dilma retomou ofensiva

Poder Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 16:30:27 +0000 http://www.brasil247.com/157091
Mantega: gasolina pode subir mesmo com petróleo mais barato http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157097 : "O preço da gasolina está mais alto, então a Petrobras está ganhando com isso. Mas isso não significa que não haverá aumento, isso é uma decisão da empresa", afirmou o ministro da Fazenda <br clear="all"> :

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deixou em aberto a possibilidade de reajuste nos combustíveis praticados pela Petrobras neste ano, mesmo com a redução no preço do petróleo no exterior e o fim da defasagem de preços da gasolina no mercado interno.

"Havia defasagem (em relação aos preços no exterior), agora não há defasagem. Agora é em benefício da Petrobras. O preço da gasolina está mais alto, então a Petrobras está ganhando com isso. Mas isso não significa que não haverá aumento, isso é uma decisão da empresa", afirmou Mantega, que também é presidente do Conselho de Administração da estatal, a jornalistas.

Na véspera, o Credit Suisse divulgou relatório apontando que a gasolina vendida pela Petrobras às distribuidoras de combustíveis agora está mais cara que a média dos valores praticados no mercado externo, em função da queda acentuada do preço do petróleo.

O documento mostrou que o preço da gasolina no mercado internacional estava 1 por cento mais baixo do que os valores no mercado doméstico brasileiro. Em 25 de setembro, os preços internacionais da gasolina estavam 24,3 por cento acima dos preços no mercado doméstico.

Mesmo diante do fim da defasagem, uma fonte do governo disse à Reuters na véspera que a decisão de elevar os preços da gasolina ainda neste ano estava mantida. Isso porque há a necessidade de melhorar o caixa da Petrobras.

A discussão sobre o aumento nos preços da gasolina ocorre em meio ao cenário de inflação elevada, com o IPCA acima do teto da meta da inflação em 12 meses.

No exterior, os preços do petróleo têm caído nas últimas semanas diante do fraco crescimento da economia global. O preço do Brent já acumulava perdas de cerca de 25 por cento desde o pico do ano registrado em junho.

(Por Nestor Rabello)

Economia Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 17:02:29 +0000 http://www.brasil247.com/157097
Vital formaliza ao STF pedido de acesso à delação http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157093 Lia de Paula/Agência Senado: Presidente da CPI Mista da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) deu entrada nesta quarta-feira 15 com um mandado de segurança no Supremo para que o colegiado tenha acesso aos depoimentos de Paulo Roberto Costa <br clear="all"> Lia de Paula/Agência Senado:

Mariana Jungmann - Repórter da Agência Brasil

O presidente da Comissão Parlamentar Misa de Inquérito (CPMI) da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), protocolou hoje (15) mais um pedido de mandado de segurança (ação nº 133.278) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que os membros da comissão tenham acesso ao conteúdo da delação premiada do ex-diretor da companhia Paulo Roberto Costa.

Costa foi preso na Operação Lava Jato que investigou crimes financeiros e lavagem de dinheiro e aceitou colaborar com a Justiça em troca de redução de suas penas. Parte de seu depoimento, no qual são citados nomes de autoridades do Executivo e do Legislativo federal envolvidas em corrupção, vazou e foi divulgada pela imprensa.

Vital do Rêgo já tinha solicitado ao ministro Teori Zavascki, responsável pelo processo no STF, o acesso aos depoimentos, mas recebeu resposta negativa porque a delação ainda não tinha sido homologada pela Justiça. Agora, o presidente da CPMI recorreu ao pleno do Supremo para pedir que todos os ministros votem sobre o acesso dos parlamentares ao documento.

Como argumento, o senador alega que o direito de investigação das CPIs é previsto na Constituição e não pode ser suplantado por uma lei infraconstitucional, como a que rege o sigilo das delações premiadas. Além disso, Vital do Rêgo apela para a presunção de que os membros de um Poder não cometeriam condutas ilícitas como o vazamento do conteúdo sigiloso para qualquer outra pessoa.

Por fim, o presidente da CPMI pediu aos ministros do Supremo uma medida liminar que permita o acesso ao depoimento, porque a comissão deverá apresentar relatório final até o dia 7 de dezembro. "A delação premiada ou a colaboração premiada hoje é um fato jurídico perfeito, está em curso da ação penal competente. E nós entendemos que, no âmbito do nosso direito constitucional, o cabe em dever ao Supremo. O Supremo deve portanto, encaminhar essas informações que serão muito úteis para o desfecho do relatório do deputado Marco Maia (PT-RS) [relator da CPMI]", disse Vital, logo após protocolar eletronicamente o mandato de segurança.

Brasil Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 16:37:20 +0000 http://www.brasil247.com/157093
Veja os bens que Paulo Roberto Costa devolverá à União http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157089 : Na lista constam cerca de US$ 23 milhões em contas bancárias na Suíça, US$ 2,8 milhões em conta no Royal Bank of Canada em Cayman, uma lancha Costa Azul avaliada em R$ 1,1 milhão, um Range Rover Evoque que ele recebeu de presente do doleiro Alberto Youssef, avaliado em R$ 300 mil, entre outros bens; quanto mais ele entregar documentos e pessoas que o ajudaram a praticar as atividades ilícitas, maior será a redução de sua pena, e vice-versa <br clear="all"> :

Por João Sandrini

(SÃO PAULO) – Ontem recebi de um amigo uma cópia do acordo de delação premiada assinado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Os principais trechos do acordo já haviam sido revelados pela imprensa, mas, curioso que sou, quis saber em detalhes o que Costa havia oferecido ao Ministério Público e à Justiça em troca de uma drástica redução de pena. Os incentivos do acordo parecem bem corretos. Se o ex-diretor da Petrobras mentir à Justiça, perde as benesses da delação premiada. Quanto mais ele entregar documentos e pessoas que o ajudaram a praticar as atividades ilícitas, maior será a redução de sua pena, e vice-versa. Costa também se comprometeu a abrir toda sua movimentação financeira, a de familiares e a de empresas controladas para que os procuradores possam saber se ainda há bens adquiridos com dinheiro ilícito escondidos em algum lugar. O mais impressionante do documento, no entanto, é a revelação da vida de luxo e do patrimônio que Costa conseguiu acumular desviando dinheiro em contratos fechados pela Petrobras. Segue a lista completa do que ele prometeu devolver à União:

- cerca de US$ 23 milhões em contas bancárias na Suíça em nome de parentes ou empresas controladas que praticavam atividade criminosa;

- US$ 2,8 milhões em conta no Royal Bank of Canada em Cayman;

- lancha Costa Azul avaliada em R$ 1,1 milhão;

- terrenos em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, avaliados em R$ 3,202 milhões;

- R$ 762 mil apreendidos em sua casa;

- US$ 181 mil apreendidos em sua casa;

- 10.850 euros apreendidos em sua casa;

- Range Rover Evoque que ele recebeu de presente do doleiro Alberto Youssef, o outro delator do esquema. O veículo é avaliado em R$ 300 mil.

- vai pagar indenização de R$ 5 milhões à União pelos crimes cometidos;

- se forem identificados outros bens oriundos de atividade por meio da análise de toda sua movimentação financeira, também serão apreendidos.

Brasil Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 16:08:14 +0000 http://www.brasil247.com/157089
Caged: Brasil abre 123.785 vagas formais em setembro http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157080 : Saldo do mês passado é resultado de 1.770.429 admissões e de 1.646.644 demissões; no acumulado do ano até setembro, foram criados no Brasil 904.913 empregos com carteira assinada, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira 15; em agosto, haviam sido criados 101.425 postos de trabalho, sem ajustes <br clear="all"> :

247 - O Brasil abriu 123.785 vagas formais de trabalho em setembro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado pelo Ministério do Trabalho nesta quarta-feira. Em agosto, haviam sido criados 101.425 postos com carteira assinada, sem ajustes.

O saldo do mês passado é resultado de 1.770.429 admissões e de 1.646.644 demissões. No acumulado do ano até setembro, foram criados no Brasil 904.913 empregos com carteira assinada, segundo dados do cadastro.

Em comparação com o mesmo mês do ano passado, houve queda de 41,35% na criação empregos. Em setembro de 2013, o número ficou em 211.068 pela série sem ajuste.

Os setores que mais ampliaram a oferta de vagas em setembro foram serviços (62,4 mil novas vagas), comércio (36,4 mil vagas) e indústria de transformação (24,8 mil vagas). Dois segmentos registraram queda nos postos de trabalho: indústria extrativa mineral (-455) e agropecuária (-8,9 mil), influenciada pelo fim da colheita da maior parte das safras.

Os estados que mais geraram empregos no mês passado foram Pernambuco (21,9 mil), Alagoas (13,7 mil), Rio de Janeiro (12,7 mil) e Paraná (11,5 mil). Por outro lado, quatro estados registraram mais demissões que contratações em setembro, com todos os resultados negativos na casa das dezenas ou das centenas: Acre (-90), Piauí (-401), Minas Gerais (-840) e Rondônia (-937).

Com agências Reuters e Brasil

Economia Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 15:41:30 +0000 http://www.brasil247.com/157080
Neca segue Marina em “apoio total” a Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157057 : Em viagem pela Europa, herdeira do banco Itaú avisa que dá "apoio total a Marina no posicionamento de apoio ao Aécio"; Neca Setúbal, amiga e financiadora da ex-candidata do PSB, é cotada no PSDB para ser ministra da Educação num eventual governo tucano; avô do candidato, Tancredo Neves nomeou pai de Neca, Olavo Setúbal, ministro das Relações Exteriores, em 1985; histórico de ótimas relações <br clear="all"> :

247 – Por meio de sua assessoria, uma vez que está em viagem pela Europa, a herdeira do banco Itaú, Neca Setúbal, transmitiu pelo jornal DCI, especializado em economia e negócios, que "dá apoio total no posicionamento de Marina no apoio a Aécio".

Apoiadora de primeira hora de Marina e financiadora do instituto de estudos da ex-candidata do PSB, Neca é doutora em Educação. Pela assessoria, ela transmitiu que não disputa cargos num eventual futuro governo Aécio, mas integrantes do comando do PSDB consideram seu nome qualificado para ocupar um ministério.

Há um precedente histórico entre as duas famílias. O avô de Aécio, Tancredo Neves (1910-1985), convidou o pai de Neca, Olavo Setúbal (1923-2008), então presidente do banco Itaú, para ser seu ministro das Relações Exteriores. 'Olavão', como era conhecido o banqueiro bonachão, que foi prefeito indicado de São Paulo, efetivamente exerceu o cargo durante a presidência de José Sarney.

A declaração chega três dias após coletiva em que Marina, acompanhada de Beto Albuquerque (vice na chapa), integrantes do PSB e do grupo político Rede Sustentabilidade, declarou apoio ao tucano "dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido". No primeiro turno, a amizade e ligação política e financeira entre Neca e Marina foi explorada pelo PT na desconstrução da imagem da adversária.

Fontes ligadas ao PSB afirmam que Neca pode ser convidada a compor o grupo ministerial de Aécio, caso este seja eleito no próximo dia 26. Com exclusividade ao DCI, a fonte revelou que Neca não negociou cargo, e sim o PSDB, que mostrou ter interesse em tê-la como integrante de um possível governo.

Poucos dias antes do primeiro turno das eleições, a herdeira de Olavo Setubal (fundador do banco Itaú e ex-prefeito de São Paulo, morto em 2008), atacou o que chamou de "tentativa de desqualificar sua imagem para desqualificar Marina", já que a ex-candidata sofreu duros golpes por sua relação com Neca.

Economia Marco Damiani Wed, 15 Oct 2014 13:39:25 +0000 http://www.brasil247.com/157057
Disputa eleitoral provoca nova baixa na imprensa http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157068 : Mais uma vítima do partidarismo dos jornais; em O Globo, após debate em altos brados na chefia, editora do caderno País é colocada em licença de três meses; sob mando de Ascânio Seleme, jornalista Fernanda de Escóssia deixa posto para entrada de Luis Antônio Novais, bem alinhado com a família Marinho; na 'plural' Folha de S. Paulo, jornalista Xico Sá foi proibido de expressar voto em presidente Dilma Rousseff em sua própria coluna assinada; patrulha ostensiva faz vítimas entre não alinhados <br clear="all"> :

247 - A disputa eleitoral causa mais uma baixa nas redações, depois da saída do jornalista Xico Sá da Folha de S. Paulo (leia aqui), após ser proibido de declarar voto em Dilma Rousseff em sua própria coluna na publicação da família Frias.

Agora, o jornal O Globo, da família Marinho, decidiu licenciar por três meses a editora de País Fernanda da Escóssia, responsável pela cobertura eleitoral. Considerou-se na cúpula do veículo que, com ela como editora, o jornal não vinha produzindo uma cobertura tão "hardy", anti-Dilma e anti-PT, como a desejada pelos donos.

No lugar dela entra o bem-alinhado com a casa Luis Antonio Novais, o Mineiro. Fernanda vinha  tendo conflitos diários com a editora executiva Silvia Fonseca, vigilante editorial do diretor Ascânio Seleme.  No fechamento de sexta-feira, ela teve uma briga feia com Silvia e o 'aquário' do jornal – onde ficam os chefes - por conta de divergências na cobertura da disputa Dilma-Aécio Neves no segundo turno.

Após um bate-boca que durou cerca de uma hora, foi decidido que Fernanda ficará de licença por três meses. O jornal não diz, porém, se ela não voltará para a editoria ou mesmo para a empresa, onde quem cai em desgraça não tem perdão.

Mineiro era editor-executivo desde a gestão do falecido diretor-geral Rodolfo Fernandes. Preterido na sucessão, há poucos meses foi deslocado para outra função por Ascânio e substituído por Silvia, que era editora de País. Esta, por sua vez, foi substituída pela adjunta Fernanda da Escóssia, agora defenestrada. Mineiro, alinhado com o comando, foi agora acionado para assumir a coordenação da cobertura eleitoral, imprimindo-lhe um tom ainda mais pró-PSDB na reta final do segundo turno.

Mídia Ana Pupulin Wed, 15 Oct 2014 14:43:41 +0000 http://www.brasil247.com/157068
Presidente da Sabesp: sem chuva, temos água até novembro http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/157088 : "Temos disponibilidade suficiente para atender à população nesse regime de chuvas até meados de novembro", quando acaba a primeira cota da reserva técnica no Sistema Cantareira, disse Dilma Pena em depoimento à CPI da Sabesp na Câmara Municipal de São Paulo; ela ressaltou que o estado passa "por uma grave crise" e lembrou que a companhia está construindo uma obra que poderá aumentar o nível do sistema em até 12% <br clear="all"> :

Elaine Patricia Cruz - Repórter da Agência Brasil 

A presidenta da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Dilma Pena, admitiu hoje (15) que São Paulo passa "por uma grave crise" e que, se não chover nos próximos dias, a primeira cota de volume morto do Sistema Cantareira pode acabar em meados de novembro, levando à falta d'água na capital. A reserva técnica ou volume morto é o volume que está abaixo do nível mínimo da estrutura de captação de água nas represas.

"Temos disponibilidade suficiente para atender à população nesse regime de chuvas até meados de novembro", disse Dilma em depoimento na comissão parlamentar de inquérito (CPI) da Câmara Municipal que investiga o contrato entre a Sabesp e a prefeitura de São Paulo e a falta d'água em alguns bairros da capital.

Por causa da falta de chuvas desde o início do ano, a capital e vários municípios do interior do estado enfrentam grave problema de abastecimento de água. O Sistema Cantareira, um dos mais afetados pela estiagem, responde pelo abastecimento de água para 9 milhões de pessoas na capital e na região metropolitana de São Paulo. Hoje, por exemplo, o sistema opera com 4,3% de sua capacidade, diz a Sabesp.

Para contornar o problema, a companhia ainda espera autorização judicial para usar a segunda cota do volume morto do sistema. Desde o dia 15 de maio, a Sabesp tem captado água da primeira cota.

Em seu segundo depoimento na CPI, Dilma lembrou que a Sabesp está construindo uma obra que poderá aumentar o nível do sistema em até 12%. "Temos uma obra já licenciada, em fase de finalização, para disponibilizar 106 milhões de metros cúbicos para o Cantareira. A população da cidade de São Paulo e da região metropolitana, inclusive de Campinas [interior do estado], poderá contar com essa água."

Também presente à audiência, o promotor José Eduardo Ismael Lutti criticou as ações adotadas pela companhia para evitar a crise no abastecimento de água da capital. "O que fica claro, depois de ouvir declarações de funcionários da Sabesp, é que a companhia não planeja o bastante para garantir a segurança hídrica em qualquer tipo de cenário, a não ser acreditando que as chuvas virão normalmente." Segundo Lutti, a esperança da companhia é a adesão das pessoas ao bônus por ela oferecido aos clientes que economizarem água. "Não há um planejamento do recurso hídrico com segurança", disse ele.

Nesta quarta-feira, Dilma Pena voltou a descartar que haja racionamento em São Paulo, apesar de moradores de diversos bairros reclamarem da falta de água. Na semana passada, ela disse que a companhia tem diminuído a pressão do bombeamento de água à noite, o que estaria afetando o abastecimento em residências instaladas em locais altos ou sem caixa d'água.

SP 247 Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 16:00:15 +0000 http://www.brasil247.com/157088
Lula desmente Aécio sobre convite a Armínio no BC http://www.brasil247.com/pt/247/poder/157045 : Em nota, ex-presidente nega que teria convidado o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, que ocupou o cargo durante a gestão de FHC, para permanecer no governo quando assumiu a presidência, em 2003; afirmação foi feita ontem na TV Bandeirantes pelo candidato do PSDB, Aécio Neves; "Nunca fiz esse convite. É lamentável um candidato falsificar fatos históricos em um debate para a Presidência da República", afirmou Lula <br clear="all"> :

247 – O ex-presidente Lula desmentiu, nesta quarta-feira 15, que tenha feito convite para que o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga permanecesse no cargo quando assumiu o governo federal, em 2003.

A afirmação foi feita pelo candidato do PSDB, Aécio Neves, na noite desta terça-feira durante debate na TV Bandeirantes. "Nunca fiz esse convite", afirmou Lula em nota.

"Lula, quando assumiu o governo, pediu que Armínio Fraga ficasse mais um tempo no Banco Central. Isso é história", disse Aécio durante o debate.

O candidato do PSDB também afirmou que a presidente Dilma Rousseff tem "obsessão" por Armínio Fraga e ressaltou que Lula e Antonio Palocci, ministro da Fazenda do ex-presidente petista, elogiaram o ex-dirigente do Banco Central.

"Estou impressionado com sua obsessão com o Armínio Fraga. Talvez por ele ter sido tão elogiado por Palocci e por Lula", disse.

O economista Armínio Fraga ocupou a presidência do BC durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Esse ano foi anunciado como ministro da Fazenda em um eventual governo Aécio.

Leia a nota:

"Ontem, o candidato Aécio Neves mentiu no debate da TV Bandeirantes ao falar que eu teria convidado Armínio Fraga para permanecer no Banco Central após o término do governo Fernando Henrique Cardoso. Nunca fiz esse convite. É lamentável um candidato falsificar fatos históricos em um debate para a Presidência da República".

Luiz Inácio Lula da Silva

Poder Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 12:17:24 +0000 http://www.brasil247.com/157045
Altman: reforma política é “a melhor ideia nova” http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/157032 : Jornalista diz que "nenhuma outra iniciativa seria mais adequada" ao lema da campanha da presidente Dilma, que fala em governo novo, ideias novas, "que o compromisso de enviar ao Congresso, no primeiro dia do segundo mandato, projeto de lei que convoque imediatamente uma Constituinte exclusiva para a reforma política"; Breno Altman avalia que "escândalos como o da Petrobras, qualquer que seja o resultado das investigações, são sintomas do estado de putrefação da ordem política construída na transição pós-ditadura"; no blog feito em parceria com o 247, ele afirma ainda que o governo do PT tem o desafio de "construir um bloco político e social capaz de mudar profundamente as instituições do Estado" <br clear="all"> :

247 – Com base no slogan "governo novo, ideias novas", da campanha da presidente Dilma Rousseff, nenhuma iniciativa seria mais adequada do que propor uma Constituinte exclusive para a reforma política, opina o jornalista Breno Altman, em seu blog desenvolvido em parceria entre o Opera Mundi e o 247. "O país precisa de um ordenamento institucional que reduza o peso do poder econômico e fortaleça a soberania popular", defende.

Mas "não se trata apenas de mudar o sistema eleitoral, ainda que isso seja imprescindível", diz ele. "A crise da democracia brasileira, no entanto, demanda soluções mais amplas", acrescenta. Na opinião de Altman, os governos do PT se afirmaram por seu desempenho na distribuição de renda e a luta contra a miséria. "O PT tem agora o desafio, para que seu projeto não seja represado e derrotado, de construir um bloco político e social capaz de mudar profundamente as instituições do Estado".

Leia abaixo a íntegra do artigo:

Constituinte para reforma política é a melhor ideia nova

A presidente Dilma Rousseff recebeu, na noite da última segunda-feira, os resultados oficiais do plebiscito popular pela convocação de uma Constituinte para a reforma política. Quase oito milhões de pessoas, mobilizadas por uma frente de partidos e movimentos, votaram a favor dessa iniciativa, entre os dias 1º e 7 de setembro.

Não é tema que lhe seja estranho: fez parte do pacto que propôs ao país no bojo das manifestações de junho do ano passado. Compreendeu que as ruas não ferviam apenas por reivindicações pontuais ou contra a repressão policial, mas porque o sistema político está apodrecido e perdeu representatividade.

O PT fez uma escolha a partir de 2003: implementar mudanças sem reformar as instituições políticas do país, instrumentos de um Estado oligárquico, antipopular e autoritário. Sem maioria parlamentar de esquerda, Lula e seus companheiros percorreram caminho diferente dos demais governos progressistas da região, cujo pontapé inicial foi exatamente a realização de processos constituintes.

A radicalização da democracia, com novas regras para a participação popular e o funcionamento das comunicações, entre outras questões, estabeleceu-se como pedra angular das mudanças efetivadas, por exemplo, na Bolívia, no Equador e na Venezuela. Essa agenda precedeu qualquer transformação econômica ou social. De fato, permitiu que emergisse uma correlação de forças capaz de impulsionar todas as demais reformas.

Fortificações burguesas

Os governos petistas adiaram este debate. Prevaleceu estratégia mais gradualista, com menor risco de choques e rupturas, esgueirando-se pelas contradições entre distintas frações das classes dominantes para formar maiorias provisórias. Muitas vezes, por contas de alianças fora do arco progressista, tendo que negociar e recuar de seu próprio programa.

Este caminho permitiu, apesar das crises políticas, a adoção de políticas distributivas que reconfiguraram parcialmente o modelo de desenvolvimento, com base em um crescente mercado interno de massas.

Não foram mudanças estruturais, mas realocaram amplamente os fundos públicos a favor dos pobres das cidades e do campo, que viveram um dos períodos de maior ascensão social e conquista de direitos da história brasileira.

A continuidade e o aprofundamento destas mudanças, porém, passaram a entrar em conflito cada vez mais intenso com as fortificações burguesas no Estado e da sociedade. O controle conservador sobre o parlamento e o poder judiciário, associado ao monopólio dos meios de comunicação, se tornam obstáculos progressivamente intransponíveis.

Mantidas as velhas e corruptas estruturas da democracia liberal, o processo de transformações poderá ser travado e derrotado. Não é à toa que a presidente referiu-se à reforma política como "reforma de todas as reformas". O país precisa de um ordenamento institucional que reduza o peso do poder econômico e fortaleça a soberania popular.

Escândalos como o da Petrobras, qualquer que seja o resultado das investigações, são sintomas do estado de putrefação da ordem política construída na transição pós-ditadura. O Estado está desenhado para ser dirigido por grupos empresariais que financiam atividades eleitorais, organizam grupos de pressão e instalam seus interesses de classe nos centros de poder.

Novo desafio

Não se trata apenas de mudar o sistema eleitoral, ainda que isso seja imprescindível. O fim do financiamento empresarial das campanhas eleitorais e a votação em lista partidária, entre outras regras, seriam passos fundamentais para a representação ser libertada de interesses corporativos e refundada nos marcos de uma disputa político-ideológica mais nítida.

A crise da democracia brasileira, no entanto, demanda soluções mais amplas. Outros passos decisivos seriam a adoção de mecanismos para revogação dos mandatos eletivos, a convocação de plebiscitos impositivos pelo presidente da República ou por parcela do eleitorado, além da institucionalização dos conselhos e conferências na gestão do Estado.

Também seria indispensável a democratização dos meios de comunicação, superando a ditadura fática que grupos familiares exercem sobre tudo o que se vê, se ouve e se lê. O Estado precisa garantir a pluralidade de informação e entretenimento contra a usurpação monopolista que coloca em xeque a liberdade de expressão prevista em nossa Constituição.

As administrações de Lula e Dilma se afirmaram, desde 2003, por seu desempenho na distribuição de renda e a luta contra a miséria. O PT tem agora o desafio, para que seu projeto não seja represado e derrotado, de construir um bloco político e social capaz de mudar profundamente as instituições do Estado.

A campanha da presidente Dilma fala em governo novo, ideias novas. Nenhuma outra iniciativa seria mais adequada a esse lema que o compromisso de enviar ao Congresso, no primeiro dia do segundo mandato, projeto de lei que convoque imediatamente uma Constituinte exclusiva para a reforma política.

Brasil Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 11:32:21 +0000 http://www.brasil247.com/157032
Bolsa fecha em queda de 3% à espera de pesquisas http://www.brasil247.com/pt/247/economia/157028 : Uma onda de aversão ao risco nesta quarta-feira 15 derrubou o índice, que chegou a cair 5,34% em seu pior momento deste pregão, atingindo sua maior queda desde 8 de agosto de 2011; apesar de pequena recuperação, Bolsa fechou o dia com perdas de 3,24%, aos 56.135 pontos; no radar dos investidores, especulações a respeito do cenário eleitoral, quedas das bolsas no exterior com dados fracos dos Estados Unidos, além do vencimento de contratos futuros e opções de Ibovespa; papéis da Petrobras chegaram a cair 8%, fechando em queda de quase 7% <br clear="all"> :

247 – O mercado financeiro começou o dia em forte deslize, de 2,15%, em razão da expectativa de investidores e especuladores sobre as pesquisas eleitorais a serem divulgadas hoje: Datafolha e Ibope. E involuiu, antes mesmo da primeira hora de pregão, para perda no índice Bovespa de 3,5%. A queda chegou a 5,34% ao longo do dia. Índice amenizou perdas, mas não evitou forte queda no encerramento do pregão, que fechou em -3,24%.

Como o índice Bovespa baixou, isso significa que o chamado mercado teme um bom desempenho da presidente Dilma Rousseff, do PT, sobre o senador Aécio Neves, do PSDB. A ação da Petrobras foi uma das mais penalizadas, chegando a cair 8% em seu pior momento do pregão. As ações fecharam com perdas de quase 7%.

Outras duas do chamado kit eleição – influenciadas diretamente pelas projeções eleitorais – também tiveram perdas pesadas: Cemig, - 2,60%, e Itaú, -2,56%.

Contribui para o mau humor o desempenho de Dilma no debate da Rede Bandeirantes, ontem, quando, para a maioria dos analistas, houve um empate, no geral, com Aécio, mas com momentos de vantagem para a presidente.

Abaixo, notícia do portal Infomoney, parceiro de 247:

Ibovespa tem queda de 3% com aversão ao risco, pessimismo no exterior e eleições

Por Rodrigo Tolotti Umpieres

SÃO PAULO - Uma onda de aversão ao risco derrubou o Ibovespa nesta quarta-feira (15), com o índice chegando a cair 5,34% em seu pior momento deste pregão, atingindo sua maior queda desde 8 de agosto de 2011 quando a S&P rebaixou o rating dos EUA para abaixo do AAA. Apesar de uma pequena recuperação, o benchmark fechou o dia com perdas de 3,24%, aos 56.135 pontos.

No radar dos investidores, especulações a respeito do cenário eleitoral, quedas das bolsas no exterior com dados fracos dos Estados Unidos, além do vencimento de contratos futuros e opções de Ibovespa. Essa combinação de fatores acabou se tornando uma "bomba" para a Bolsa, que além de acompanhar o cenário no exterior ainda registrou queda ainda mais forte.

Lá fora, os principais índices americanos caíram mais de 1%, com o Dow Jones tendo o pior desempenho, com queda de 1,06%. Na Europa, as bolsas também fecharam no vermelho, com a maioria dos índices registrando baixas de quase 3%. Enquanto isso, o dólar fechou com forte alta de 2,38% em relação ao real, cotado a R$ 2,4570 na compra e R$ 2,4575 na venda.

Para o gestor da Humaitá, Frederico Mesnik, há uma forte aversão ao risco, que varre o mercado doméstico hoje, enquanto os investidores aguardam por novas pesquisas eleitorais. Ele lembra ainda que hoje é dia de vencimento do índice futuro e isso pode estar contribuindo para uma pressão extra no mercado. "Os investidores não estão 'rolando' suas posições, uma vez que o Ibovespa Futuro está cotado muito próximo do à vista, com isso, muitos estão se desfazendo de suas carteiras, o que aumenta a pressão vendedora", disse.

Já o analista João Pedro Brugger, da Leme Investimentos, aponta que, embora não haja nenhuma notícia, "parece que pode haver uma especulação sobre pesquisa positiva ao governo". Nesta noite será divulgada uma nova pesquisa eleitoral do Ibope e Datafolha para o segundo turno durante o Jornal Nacional. Os dois institutos são vistos mais de perto pelo mercado, sendo que o último levantamento dos dois institutos apontou um "empate técnico" entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB).

Também houve quem atribuísse a queda do índice ao debate eleitoral de ontem, no qual algumas pessoas consideraram o desempenho de Aécio aquém do esperado. No entanto, Brugger acredita que o debate não teve tanto peso assim. "Ele ficou bem dividido, e dificilmente ele [Aécio] perderia votos por causa disso, mesmo se Dilma fosse superior".

Destaques da Bolsa As ações da Petrobras (PETR3; PETR4) caíram 6,86% e 6,93%, respectivamente, mesmo com o noticiário corporativo positivo. Com a queda dos preços do petróleo no mercado internacional, a gasolina internamente está 1% mais cara que os preços internacionais, o que deve ser benéfico aos caixas da estatal. Além disso, o governo brasileiro manteve a indicação de que irá reajustar o preço da gasolina ainda este ano, mesmo diante do fim da defasagem entre os preços praticados no exterior e no mercado local. As ações da estatal chegaram a cair mais de 6% no início do pregão.

Enquanto isso, o melhor desempenho fica com os papéis Fibria (FIBR3), que fecharam cotados a R$ 24,80 e apresentaram alta de 1,51%, sendo a única ação que avançou mais de 1% neste pregão.

O noticiário em torno da compra da TIM (TIMP3) pela Oi (OIBR4) também está no radar, com declarações do presidente da da Telecom Italia, Marcos Patuano, que sinalizou ao mercado que a TIM Brasil, controlada pelo grupo, não está à venda, mas confirmando que irá considerar a possibilidade de venda dependendo do preço. "Temos uma ideia de criação de valor para o nosso grupo ao ficar no Brasil. Se alguém quer convencer a Telecom Itália a fazer o contrário, isso vai ter um preço".

Economia Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 10:30:03 +0000 http://www.brasil247.com/157028
Noblat: Dilma venceu Aécio no debate da Band http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157003 : Segundo o colunista Ricardo Noblat, presidente Dilma Rousseff usou contra Aécio Neves acusações de forte apelo popular; “A recíproca não foi verdadeira”: “Dizer que Aécio empregou parentes quando governou Minas Gerais é uma coisa que todo mundo entende e pode guardar na memória. Enumerar os escândalos do governo de FHC que ficaram impunes, idem”, destaca ele; após dar Dilma como vencedora do debate, Noblat, que geralmente é o primeiro blogueiro destacado na página do Globo, deixou a home do site <br clear="all"> :

247 – Para o colunista Ricardo Noblat, a presidente Dilma Rousseff saiu vitoriosa do debate desta terça-feira contra o presidenciável tucano Aécio Neves. Segundo ele, Dilma usou contra Aécio Neves acusações de forte apelo popular e diz que “a recíproca não foi verdadeira”.

“Chamar Dilma de leviana ou de mentirosa não acrescenta votos a Aécio. Pode até soar como uma indelicadeza aos ouvidos mais sensíveis. Dizer que Aécio empregou parentes quando governou Minas Gerais é uma coisa que todo mundo entende e pode guardar na memória. Dizer que ele responde a processo por improbidade administrativa, também. Enumerar os escândalos do governo de Fernando Henrique que ficaram impunes, idem” (leia mais).

Com a coluna que coloca Dilma como vencedora do debate da Band, Noblat, que geralmente é o primeiro blogueiro destacado no site do jornal O Globo, foi ocultado da página, que relaciona nesta manhã oito colunistas. Noblat não está entre eles. Veja o print da página abaixo, tirado às 9h30. O jornalista foi recolocado no fim da manhã entre os colunistas, após a notícia do 247.

 

Mídia Roberta Namour Wed, 15 Oct 2014 07:41:43 +0000 http://www.brasil247.com/157003
Ator Danny Glover declara apoio a Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/cultura/157050 : Casado com uma brasileira, o ator norte-americano mandou uma mensagem de incentivo à presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, pelo Twitter; “O Brasil é o maior país na luta contra a pobreza e nos últimos 12 anos se tornou um exemplo para a humanidade. #Dilma13″, escreveu Glover <br clear="all"> :

Revista Fórum - O ator norte-americano Danny Glover resolveu manifestar o seu apoio à presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) por meio de uma mensagem no Twitter.

"O Brasil é o maior país na luta contra a pobreza e nos últimos 12 anos se tornou um exemplo para a humanidade. #Dilma13″, escreveu.

Conhecido por suas atuações em filmes como A Cor Púrpura, Ensaio sobre a Cegueira e Máquina Mortífera, Glover é casado com a professora e pesquisadora brasileira Eliane Cavalleiro, com quem atua em movimentos de luta pela igualdade racial.

Abaixo, sua publicação no Twitter, feita nesta terça-feria à noite:

 

Cultura Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 12:41:55 +0000 http://www.brasil247.com/157050
Candidatos não darão entrevista ao JN no 2º turno http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157053 : Motivo foi a falta de acordo entre os comitês de campanha do PT e do PSDB e a TV Globo sobre o tempo que seria dedicado às entrevistas; o tempo estipulado pela emissora era de 15 minutos, como no primeiro turno, mas os partidos queriam que houvesse um mínimo dedicado às respostas, o que não foi aceito <br clear="all"> :

247 - A presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e o adversário Aécio Neves (PSDB) não darão entrevistas ao Jornal Nacional, da TV Globo, antes do segundo turno das eleições. Isso porque os comitês de PT e PSDB não entraram em um acordo com a emissora sobre o tempo dedicado à entrevista. Leia abaixo a nota de Lauro Jardim, na coluna Radar:

Globo e candidatos a presidente desistem das entrevistas no "Jornal Nacional" neste segundo turno

As entrevistas com Dilma Rousseff e Aécio Neves no Jornal Nacional, previstas para ir ao ao na segunda-feira e terça-feira da semana que vem, foram canceladas.

O motivo foi um impasse entre a Globo a os assessores de campanha do PT e do PSDB. As entrevistas teriam quinze minutos, como ocorreu no primeiro turno, mas PT e PSDB pediam que houvesse um "tempo líquido mínimo" para as respostas de cada um dos candidatos.

Ou seja, queriam a garantia de que Dilma e Aécio falariam um número mínimo de minutos, dentro do tempo total da entrevista. A Globo não aceitou.

Mídia Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 13:00:24 +0000 http://www.brasil247.com/157053
Mônica Bergamo sobre debate: “muitos socos, mas nenhum nocaute” http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/157029 : Para jornalista, debate entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) na TV Bandeirantes terminou empatado; segundo ela, a petista surpreendeu o adversário pelo tom afirmativo, obrigando-o a debater temas sensíveis, como os problemas do governo dele em Minas Gerais; o tucano contra-atacou, direcionando a discussão para as denúncias contra a Petrobras <br clear="all"> :

247 – Apesar da troca de acusações de mentiras, provocações e ironias, o debate entre os candidatos à presidência Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) na TV Bandeirantes, o primeiro do segundo turno, não teve vencedor. A avaliação é da jornalista Mônica Bergamo, comentarista de política da BandNews FM.

"Foi um debate com muitos socos, mas sem nenhum nocaute", avaliou. Segundo ela, a presidente Dilma, candidata à reeleição, surpreendeu o adversário pelo tom afirmativo que usou, obrigando-o a debater temas sensíveis, a exemplo de sua gestão no governo de Minas Gerais.

O tucano, por sua vez, contra-atacou, levando a discussão para as denúncias que envolvem a Petrobras e os altos índices de inflação e baixo crescimento econômico durante o governo Dilma. Os dois também disputaram por mais de uma vez a paternidade de programas sociais do governo do PT, como o Bolsa Família.

Mídia Gisele Federicce Wed, 15 Oct 2014 10:30:40 +0000 http://www.brasil247.com/157029
Aécio admite cargo no RJ e quer abrir números de MG http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/156992 : Presidenciável tucano Aécio Neves teve que enfrentar dois novos constrangimentos: as acusações de que, na juventude, morou no Rio de Janeiro enquanto era funcionário da Câmara dos Deputados, e de falta de transparência no repasse de verbas de publicidade do governo mineiro para rádios de sua família; no primeiro caso, negou irregularidade; quanto às rádios, disse apoiar divulgação dos valores; "Quanto a esses números, obviamente, eu não tenho ciência a respeito deles, mas eu estimulo o governo de Minas, se ele tiver acesso e condição, que os dê, não tem o menor problema", afirmou <br clear="all"> :

247 – O presidenciável tucano Aécio Neves sofreu duas novas acusações nesta semana: a de ter morado no Rio, enquanto era funcionário da Câmara dos Deputados, na juventude, e a de ter repassado verbas de publicidade para rádios de sua família, quando foi governador de Minas Gerais. Em nota, ele reconhece ter trabalho para o gabinete do pai, o deputado Aécio Ferreira da Cunha (1927-2010), aos 19 anos, quando ainda era estudante no Rio de Janeiro. Este fato foi explorado pela campanha da presidente Dilma Rousseff, em sua página no Facebook, num post que dizia que enquanto ela estava "na luta", enfrentando a ditadura, Aécio vivia "na mamata".

Segundo o texto da campanha de Aécio, ele cuidava da agenda do pai, que era do PDS (Partido Democrático Social) e não havia irregularidade. Os ocupantes de cargos na Câmara só passaram a ter de atuar em Brasília ou no Estado de representação após "a edição do Ato da Mesa número 58, de 2010", completa a nota. "Sem ter o que propor para o futuro nem ter argumentos para explicar o fracasso de seu governo, [o PT] apela para uma campanha baseada em farsas e mentiras", diz (leia abaixo a integra).

Quanto aos gastos com publicidade do governo de Minas Gerais em suas rádios, no período em que governou Estado, diz desconhecer os números, mas defende a divulgação dos mesmos.

A família de Aécio controla a rádio Arco Íris, em Belo Horizonte, e as rádios São João e Colonial, de São João del Rei, e o semanário "Gazeta de São João del Rei".

"Quanto a esses números, obviamente, eu não tenho ciência a respeito deles, mas eu estimulo o governo de Minas, se ele tiver acesso e condição, que os dê, não tem o menor problema", afirmou nesta terça-feira (14), em São Paulo.

Leia aqui a nota da coligação Muda Brasil: 

Nota à Imprensa

A presidente Dilma Rousseff, sem ter o que propor para o futuro nem ter argumentos para explicar o fracasso de seu governo, apela para uma campanha baseada em farsas e mentiras.

Aécio Neves começou a trabalhar na Câmara dos Deputados em 2 de janeiro de 1980. Ele cuidava da agenda do deputado Aécio Cunha. Não havia nenhuma irregularidade no fato de ele estudar no Rio de Janeiro e trabalhar para o gabinete. Apenas com a edição do Ato da Mesa número 58, de 2010, os ocupantes de cargos na Câmara passaram a ter que atuar obrigatoriamente em Brasília ou no Estado de representação do deputado. A informação que consta no site da Câmara dos Deputados de que Aécio trabalhou na Casa a partir de 1977 está errada, e a Coligação está pedindo à Câmara a sua correção.

Essa não foi a única farsa do dia da ainda presidente. Em seu perfil oficial no Facebook, ela diz que o PSDB foi à Justiça contra o critério que garante o reajuste real do salário mínimo. A verdade é que os partidos de oposição buscaram na Justiça a derrubada de outro artigo da lei: o que dá ao governo poder de fixar o mínimo por decreto. E o fizeram para garantir que os reajustes continuassem a ser votados pelo Congresso todos os anos. Vale lembrar que, tradicionalmente, o Congresso, como representante da sociedade, conseguiu fazer com que os governos dessem reajustes maiores ao salário mínimo. Algo que a lei de Dilma impediu.

Em nenhum momento, a ação judicial do PSDB contesta os critérios para reajuste do salário mínimo aprovados em 2011.

Aécio Neves se orgulha de sua biografia. São 27 anos de mandato eletivo aprovados pela população de seu Estado. E se orgulha de sua campanha, baseada em propostas e na verdade.

Minas 247 Roberta Namour Wed, 15 Oct 2014 05:38:28 +0000 http://www.brasil247.com/156992
Parte do PT quer que Dilma reconheça "erros na Petrobras" http://www.brasil247.com/pt/247/poder/156995 : Ala da campanha de Dilma Rousseff, que inclui o marqueteiro João Santana, o coordenador Miguel Rossetto, o governador da Bahia, Jaques Wagner, e Fernando Pimentel, eleito em Minas Gerais, defende que a presidente reconheça erros na gestão da estatal e insista na punição dos culpados; por outro lado, grupo de Rui Falcão, presidente do PT, e Aloizio Mercadante, ministro da Casa Civil, prefere manter a linha do uso da reforma política como arma contra a corrupção <br clear="all"> :

247 – A pouco mais de 10 dias para o 2° turno das eleições, parte da campanha pela reeleição de Dilma Rousseff defende uma mudança de postura diante do caso de corrupção delatado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Uma ala defende que Dilma reconheça erros na gestão da estatal e insista na punição dos culpados. Entre os favoráveis à ideia estariam o marqueteiro da campanha João Santana, Miguel Rossetto, um dos coordenadores da campanha, Jaques Wagner, atual governador da Bahia, e Fernando Pimentel, governador eleito de Minas Gerais.

Eles, no entanto, enfrentariam resistência do grupo de Rui Falcão, presidente do PT, Aloizio Mercadante, ministro da Casa Civil, e Franklin Martins, da coordenação da campanha. Esses, preferem manter a linha do uso da reforma política como arma contra a corrupção.

O PT tenta obter na Justiça a integra das declarações do processo da Operação Lava Jato e processou Paulo Roberto Costa por difamação.

Leia aqui reportagem de Valdo Cruz e Natuza Neryde sobre o assunto.

Poder Roberta Namour Wed, 15 Oct 2014 06:38:37 +0000 http://www.brasil247.com/156995
Dirceu pode obter prisão domiciliar na segunda http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/156993 : Condenado a 7 anos e 11 meses de prisão na AP 470 por envolvimento com o esquema do chamado “mensalão”, ex-ministro da Casa Civil José Dirceu poderá receber a qualquer momento autorização do Poder Judiciário para cumprir a pena em casa; ele está preso na Papuda desde o dia 15 de novembro e pode avançar benefício de progressão do regime com horas de trabalho e estudo   <br clear="all"> :

247 – Preso há 11 meses, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu poderá receber a qualquer momento autorização do Poder Judiciário para cumprir a pena em casa.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal indica que na próxima segunda-feira, 20, ele poderá obter a progressão da pena do regime semiaberto para o aberto.

Condenado a 7 anos e 11 meses de prisão na AP 470 por envolvimento com o esquema do chamado “mensalão”, Dirceu foi preso em 15 de novembro do ano passado.

Pela lei, um preso pode pedir progressão de regime após o cumprimento de um sexto da punição, no caso do ex-ministro, a partir de março de 2015. No entanto, como acumulou horas de trabalho e estudo, pode avançar o benefício.

Brasil Roberta Namour Wed, 15 Oct 2014 05:51:59 +0000 http://www.brasil247.com/156993
Câmara: Vemos em Aécio possibilidade de melhorar o país http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/156991 : Governador de Pernambuco, Paulo Câmara afirma que Aécio Neves nunca foi a candidatura ideal; mas, sem Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva, "caminho a se trilhar" com presidenciável tucano foi quase unanime: "Vemos em Aécio a possibilidade de melhorar o país"; quanto a decisão de Roberto Amaral, então presidente do partido, de declarar voto em Dilma Rousseff, disse que “houve total falta de compromisso com a maioria do partido” <br clear="all"> :

247 – O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), lamenta a mudança do cenário político de seu partido. Segundo ele, Aécio Neves nunca foi a candidatura ideal. Mas, após a morte de Eduardo Campos e a saída de Marina Silva da disputa no 1° turno, afirma que o “caminho a se trilhar” com presidenciável tucano foi quase unanime. "Vemos em Aécio a possibilidade de melhorar o país", afirma.

Em entrevista ao Globo, ele diz que a militância do Estado está animada com a campanha de Aécio e que ele vai crescer e ganhar em Pernambuco. Diz ainda que a presença da viúva de Campos, Renata, ficará restrita ao que já foi, o encontro de sábado, por conta da família.

Quanto a posição de Roberto Amaral de declarar voto em Dilma Rousseff, disse “houve total falta de compromisso com a maioria do partido”. Diz que ele quebrou o acordo do PSB e isso inviabilizou sua permanência no comando do partido.

Pernambuco 247 Roberta Namour Wed, 15 Oct 2014 05:32:52 +0000 http://www.brasil247.com/156991
Justiça proíbe Cielo de usar nome de nadador http://www.brasil247.com/pt/247/relacoes_com_investidores/156990 : Credenciadora de cartões de crédito e débito perdeu disputa com o nadador Cesar Cielo na Justiça Federal no Rio de Janeiro; decisão fez ações despencarem 6,5% na Bovespa, cotada a R$ 38,58 <br clear="all"> :

SÃO PAULO (Reuters) - As ações da empresa de meios de pagamento Cielo caíam com força nesta terça-feira, após decisão da Justiça Federal no Rio de Janeiro que proibiu a companhia de usar a marca, em uma disputa com o nadador Cesar Cielo.

Às 16h15, a ação da maior empresa de cartões do país caía 6,5 por cento na Bovespa, cotada a 38,58 reais. No mesmo instante, o Ibovespa avançava 0,1 por cento.

Consultada, a empresa afirmou que vai recorrer da decisão, que é de primeira instância.

(Por Aluísio Alves)

Relações com Investidores Roberta Namour Wed, 15 Oct 2014 05:26:27 +0000 http://www.brasil247.com/156990
Anastasia defende ‘choque de gestão’ de Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/156989 : Ex-governador de Minas Gerais, senador eleito pelo PSDB, Antonio Anastasia rebate reportagem da “Folha de S. Paulo” e diz que Aécio Neves, recolocou as contas do Estado em ordem e tornou melhor a vida dos cidadãos mineiros: “Em 2004, Minas alcançou o deficit zero com um resultado fiscal positivo de R$ 90 milhões (...) Minas recuperou a credibilidade e voltou a receber recursos federais e internacionais” <br clear="all"> :

247 – Ex-governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB) rebate reportagem da “Folha de S. Paulo” que questionou o ‘choque de gestão’ de Aécio Neves em Minas Gerais. Segundo o tucano, Aécio recolocou as contas do Estado em ordem e tornou melhor a vida dos cidadãos mineiros. Leia:

Aécio e o bem-sucedido choque de gestão

O choque de gestão em Minas, implantado por Aécio Neves, recolocou as contas do Estado em ordem e tornou melhor a vida dos cidadãos mineiros

Em 2003, o então governador Aécio Neves implantou em Minas Gerais uma gestão moderna, eficiente e criativa. O choque de gestão, como ficou conhecido esse modelo, significa gastar menos com a administração para investir mais no cidadão e oferecer mais e melhores serviços públicos.

Desde meados dos anos 1990, Minas enfrentava um persistente desequilíbrio fiscal. Para 2003, havia previsão de um deficit de R$ 2,4 bilhões. Faltavam recursos para as despesas e até para a folha de pessoal. Havia uma grande dívida com fornecedores, ausência de crédito internacional, fuga de investimentos privados e deterioração da infraestrutura pública. Os investimentos com recursos do Tesouro do Estado praticamente não existiam.

Em tempo recorde, o governo de Minas conseguiu sanear as finanças e equilibrar as contas. A equipe de governo cortou, enxugou, fundiu órgãos e conseguiu gastar menos e, principalmente, melhor.

Em 2004, Minas alcançou o deficit zero com um resultado fiscal positivo de R$ 90 milhões. O Estado havia encontrado o equilíbrio entre receita e despesa. Os servidores passaram a receber em dia. Minas recuperou a credibilidade e voltou a receber recursos federais e internacionais. Desde então, o Estado mantém suas finanças em ordem.

Esse modelo consolidou-se na segunda geração do choque de gestão (2007-2010). A partir de 2009, o foco na meritocracia levou o governo de Minas a implantar os acordos de resultados em todos os órgãos e entidades, que antes eram optativos.

Os acordos são uma contratualização de metas que resultam no pagamento de prêmio por produtividade aos servidores em função do cumprimento do que é acordado. Cada escola, cada hospital, cada presídio, por exemplo, pactua metas que, cumpridas representa, melhores serviços para os cidadãos.

A partir de 2011, o modelo, em sua terceira geração, evoluiu para um processo de participação da sociedade na priorização das ações, com metas regionalizadas e formação de comitês regionais em todo o Estado.

Os resultados podem ser observados em todas as áreas. De 2003 a 2013, os investimentos do Executivo em escolas, hospitais, estradas, saneamento, segurança, entre outros serviços, saltaram de R$ 600,9 milhões para R$ 4,275 bilhões.

Na educação, de acordo com o Ministério da Educação, Minas Gerais lidera o ranking entre os Estados brasileiros no ensino fundamental. O Estado tem a melhor classificação entre as redes estaduais e também o melhor índice quando consideradas todas as redes de ensino. No ensino médio, a rede estadual mineira continua entre as melhores do país como terceira colocada entre as redes estaduais e em quarto lugar entre todas as redes.

Minas tem a melhor saúde do Sudeste e a quarta melhor do país, de acordo com o Ministério da Saúde. No plano nacional, ficou em quarto lugar, atrás apenas de Estados mais ricos e homogêneos, como Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Quem conhece a complexidade dos desafios da gestão pública pode avaliar o tamanho do esforço que há por trás de resultados como esse.

Na segurança, o Estado tem a segunda menor taxa de homicídios do Sudeste e a oitava menor do país. Minas é o Estado que mais investe em segurança no Brasil proporcionalmente ao Orçamento.

Nas agendas de desenvolvimento, o trabalho teve como focos o planejamento de médio e longo prazo, a partir do Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado, do alinhamento de prioridades, da integração entre planejamento e Orçamento, da retomada da atração de investimentos privados, da instituição de parcerias público-privadas e de outros modelos de referência, que atraem visitantes de outros Estados e países.

O choque de gestão deu resultados concretos, recolocou as contas do Estado em ordem e, principalmente e mais importante, melhorou a qualidade de vida dos cidadãos de Minas Gerais.

Minas 247 Roberta Namour Wed, 15 Oct 2014 05:20:41 +0000 http://www.brasil247.com/156989
Câmara aprova MP que desonera folha de pagamentos http://www.brasil247.com/pt/247/economia/156988 : Texto aprovado reduz permanentemente a tributação da folha dos atuais 20% para 1% ou 2%, dependendo do setor; a Medida Provisória (MP) também retoma o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para Empresas Exportadoras (Reintegra), ampliando restituição da tributação paga pelos exportadores para a Receita Federal de até 3% para até 5% <br clear="all"> :

Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil - A Câmara dos Deputados aprovou ontem (14), em votação simbólica, a Medida Provisória (MP) 651/14 que traz uma série de medidas de incentivo ao setor produtivo. A principal delas torna permanente a desoneração da folha de pagamentos de contratação de pessoal. O texto aprovado reduz permanentemente a tributação da folha dos atuais 20% para 1% ou 2%, dependendo do setor. Estão incluídos ainda setores que não foram abrangidos pelas medidas anteriores de desoneração.

A MP retoma o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para Empresas Exportadoras (Reintegra), ampliando restituição da tributação paga pelos exportadores para a Receita Federal de até 3% para até 5%. O texto prevê também a reabertura do prazo para adesão ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis), tanto para empresas quanto para pessoas físicas. A adesão poderá ser feita até 15 dias depois que o projeto de lei proveniente da medida provisória for sancionado pela presidenta Dilma Rousseff.

Os deputados aprovaram ainda a ampliação do prazo para o fim dos lixões e instalação de aterros sanitários para até 2018. A ampliação integrava uma lista de 11 artigos retirados aprovados na comissão mista que analisou a medida e que foram retiradas pelo presidente Henrique Eduardo Alves por serem considerados estranhos ao tema original da MP.

A aprovação do texto-base da MP foi possível graças a um acordo de líderes que garantiu a matéria ser votada por consenso. Porém o acordo abrangia somente o texto base da MP que recebeu ainda sete emendas e quatro destaques, o que gerou desgaste e discussão entre os parlamentares.

O líder do governo, deputado Henrique Fontana (PT-RS), alegou que, durante a reunião de líderes, foi acordado que não haveria a apresentação de destaques. “O que nós acordamos foi que aprovaríamos o texto base, sem destaques, e que qualquer aperfeiçoamento poderá ser feito quando a medida for para o Senado. Os destaques podem alterar a essência do texto e perderemos todo o trabalho de consenso que foi construído”, disse Fontana.

O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), rebateu Fontana. Segundo ele, o entendimento foi contrário e possibilitava a apresentação de destaques. Um dos pontos de divergência da aprovação foi uma emenda proposta pelo PMDB que obriga as empresas de médio porte (com valor de mercado inferior a R$ 700 milhões) com capital aberto na Bolsa de Valores a divulgar seus balanços em jornais de grande circulação, mas de maneira resumida.

O relator da MP, deputado Newton Lima (PT-SP), criticou a aprovação. Segundo ele, a medida vai onerar as médias empresas. “O texto original busca reduzir os custos e um deles é as empresas terem que publicar no Diário Oficial e nos grandes jornais os balancetes, que é o que a Lei de Sociedades Anônimas pede, queríamos eliminar essa obrigação e reduzir esse custo”, disse Lima.

Temendo que novo entrave impedisse a conclusão da votação, Alves sugeriu que os líderes tentassem chegar a um acordo. Após debaterem, os parlamentares optaram por retirar do texto outro ponto divergente, que permitia à Advocacia-Geral da União desistir de ações e fazer acordos entre o governo e o devedor nas causas de até R$ 500 mil para as dívidas não tributárias com autarquias e fundações públicas federais.

Em seguida, os deputados rejeitaram duas emendas e concluíram a votação da MP. A sessão foi encerrada e as votações deverão ser retomadas na semana que vem. O texto segue agora para o Senado, onde precisa ser aprovado antes do dia 6 de novembro, quando perderá a eficácia por decurso de prazo.

Economia Roberta Namour Wed, 15 Oct 2014 05:06:35 +0000 http://www.brasil247.com/156988
Gilmar adia processo de cassação de Vargas no TSE http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/156986 : Após voto favorável da ministra Luciana Lóssio, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao pedido do PT pela perda do mandato do deputado federal André Vargas (sem partido-PR) por ele ter deixado o partido sem justificativa; julgamento foi adiado por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, que quer mais tempo para analisar caso <br clear="all"> :

Marcelo Brandão - Repórter da Agência Brasil - O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, pediu ontem (14) vista do processo movido pelo PT, que pede a perda de mandato do deputado André Vargas (sem partido - PR). Antes da manifestação de Mendes, a relatora do processo no tribunal, Luciana Lóssio, votou pela perda do mandato do parlamentar.

No dia 25 de abril, Vargas desligou-se do PT, após 24 anos de filiação à legenda. Segundo o PT, Vargas não prestou, de acordo com a lei, as justificativas para sua desfiliação. “Resta caracterizado, a toda evidência, o desligamento voluntário da agremiação e exposição de motivos pessoais alheios ao programa partidário ou que denotem discriminação”, argumentou o advogado do partido.

Em 2007, a Resolução 22.610 do TSE definiu quatro hipóteses em que parlamentares podem mudar de partido sem perda do mandato. De acordo com o tribunal, é justa causa para desfiliação partidária a criação de partido, bem como a incorporação ou fusão de partido, mudança ou desvio do programa partidário e discriminação pessoal.

O deputado também responde a processo de cassação na Câmara dos Deputados, por envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato. O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar aprovou, por unanimidade, o pedido de cassação de Vargas.

Ele tenta reverter a decisão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Na semana passada, porém, a matéria não pode ser votada na comissão por falta de quórum.

Paraná 247 Roberta Namour Wed, 15 Oct 2014 05:14:05 +0000 http://www.brasil247.com/156986
Eleição leva Petrobras de volta à liderança na AL http://www.brasil247.com/pt/247/economia/156905 : Estatal presidida por Graça Foster bate recordes de extração do petróleo do pré-sal, mas é o efeito da disputa presidencial na bolsa de valores que joga para cima ações da companhia; levantamento da consultoria Economatica mostra que a Petrobras foi a empresa que mais cresceu em valor de mercado na América Latina e Estados Unidos em outubro, voltando à liderança na região; valor de mercado já alcança US$ 116,3 bilhões; ontem, papéis subiram mais de 10% após apoios a Aécio Neves e liderança do tucano em pesquisa <br clear="all"> :

247 – Em meio a pesquisas eleitorais, a volatilidade na bolsa de valores garantiu à Petrobras ganhos recordes nas últimas semanas. De acordo com levantamento da consultoria Economatica, a companhia foi a única a registrar crescimento de valor de mercado em outubro, voltando assim à liderança entre as empresas da América Latina e Estados Unidos, ganhando de todas as companhias americanas.

Segundo a pesquisa, a Petrobras fechou o dia 13 de outubro com US$ 116,3 bilhões de valor de mercado. O valor de mercado da empresa no dia 30 de setembro era de US$ 93,7 bilhões, contra US$ 116,3 bilhões nesta segunda-feira 14, o que representa crescimento de US$ 22,6 bilhões em sua valorização.

Entre as 10 maiores companhias da América Latina, há seis brasileiras, três mexicanas e uma colombiana. O setor bancário é o que possui mais representantes, com três instituições: Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil.

Entre seis países da América Latina e os Estados Unidos, a bolsa brasileira é a única que apresenta crescimento de valor de mercado no mês de outubro. No dia 30 de setembro, a Bovespa tinha US$ 959,5 bilhões, contra US$ 1,02 trilhões no dia 13 de outubro, crescimento de US$ 68,0 bilhões.

O mercado norte-americano, no mesmo período, registrou queda de valor de mercado de US$ 1,16 trilhões, valor superior ao de todas as empresas brasileiras de capital aberto. As sete bolsas da América Latina acumulam valor de mercado de US$ 2,19 trilhões no dia 13 de outubro.



Os papéis da Petrobras subiram mais de 10% nesta segunda-feira 13, comemorando apoios ao candidato do PSDB, Aécio Neves, declarados no fim de semana, e pesquisa que apontou o tucano com 17,6 pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff (PT). Leia reportagem do portal Infomoney abaixo:

Dia de euforia: Petrobras sobe mais de 10% e 19 companhias superam 5% de alta

Por Leonardo Silva • Marina Neves

SÃO PAULO - A sessão desta segunda-feira (13) foi de muita euforia na Bolsa, com o Ibovespa fechando com alta de 4,78%, a 57.956 pontos. Chamaram atenção do mercado nesta sessão as ações das estatais e dos bancos, que dispararam em meio a 19 ações que superaram alta de 5%. Vale mencionar que em meio à tanta euforia, apenas 5 ações, das 69 companhias do principal índice da Bolsa brasileira fecharam em queda.

As ações das estatais e bancos foram impulsionadas pelo apoio de Marina Silva (PSB) a Aécio Neves (PSDB) para o segundo turno das eleições presidenciais, que ocorrerão no dia 26 de outubro, além da pesquisa eleitoral Sensus, que mostrou grande diferença entre os candidatos à presidência, com o candidato do PSDB liderando a disputa com 17 pontos de vantagem.

E entre todas as 63 ações que fecharam no positivo, as ações da Vale também "respiraram", impulsionadas pelo preço do minério de ferro, principal produto da exportadora - que se destoou das outras companhias que possuem perfil exportador, que reagiram a nova queda do dólar nesta sessão e fecharam em queda. Ainda no lado verde da Bolsa, as ações da Light repercutiram um possível reajuste nas tarifas da companhia.

Estatais

As ações das estatais dispararam nesta sessão, reagindo ao agitado noticiário eleitoral do final de semana. No sábado, a pesquisa Sensus mostrou uma diferença de 17,6 pontos percentuais entre o candidato Aécio Neves (PSDB) e a presidente Dilma Rousseff (PT). Ele aparece com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff, com 41,2%.

"Além do crescimento da candidatura de Aécio Neves, observa-se um forte aumento na rejeição da presidenta Dilma Rousseff", afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. A pesquisa mostra que o índice de eleitores que afirmam não votar em Dilma de forma alguma é de 46,3%. A rejeição de Aécio Neves é de 29,2%. De acordo com Guedes, a rejeição torna praticamente impossível uma reeleição de Dilma.

Além da pesquisa eleitoral, no domingo, a ex-candidata à presidência do PSB, Marina Silva, oficializou o seu voto e o seu apoio ao candidato tucano à presidência Aécio Neves (PSDB).

Além da Petrobras (PETR3, R$ 20,75 +9,96%; PETR4, R$ 22,13, +10,54%), vale mencionar a alta nos papéis de Banco do Brasil (BBAS3, R$ 33,48, +10,86%), Eletrobras (ELET3, R$ 7,15, +6,08%; ELET6, R$ 10,55 , +7,43%). Nesta sessão, as ações da Petrobras chegaram a subir mais de 11%, sendo que a última vez que isto ocorreu foi na segunda-feira do dia 6, um dia após o primeiro turno mostrar que a próxima fase da disputa seria entre Aécio e Dilma.

Setor financeiro Seguindo o mesmo movimento das estatais, as ações dos bancos também registraram altas repercutindo o cenário eleitoral. Assim como a Petrobras, as ações de Bradesco (BBDC3, R$ 38,18, +6,59%; BBDC4, R$ 39,30, +8,20%) e Itaú (ITUB4, R$ 38,00,+7,56%), são as companhias que mais reagiram ao "Rali Eleitoral".

Além dos bancos, vale mencionar as ações da BM&FBovespa (BVMF3, R$ 12,95, +7,65%), seguindo o fluxo extremamento positivo do índice.

Vale (VALE3, R$ 27,49, +4,72%: VALE5, R$ 24,10, +4,87%) Seguindo a mesma euforia da Bolsa e reagindo ao preço do minério de ferro, as ações da Vale fecharam a sessão com forte alta nesta sessão. O principal produto da exportadora iniciou a semana com forte alta, avançando 4% para US$ 83,1 por tonelada.

Além disso, a mineradora deve repercutir os bons dados divulgados sobre a economia da China. Em agosto, a balança comercial da China registrou superávit de US$ 49,8 bilhões, ante US$ 47,3 bilhões em julho, segundo dados da Administração Geral de Alfândega do país. O resultado veio acima das expectativas, que projetavam um superávit de US$ 42 bi.

Exportadoras Destoando das altas do dia, as ações de outras companhias exportadoras, fora Vale e siderúrgicas, fecharam com perdas nesta sessão, em meio à queda do dólar. Dado o perfil exportador das empresas, um movimento como esse é visto como desfavorável, já que as receitas dessas companhias são atreladas à moeda norte-americana. Hoje, o dólar fechou com queda de 1,27%, cotado a R$ 2,39.

Vale mencionar a queda nos papéis da Embraer (EMBR3, R$ 21,10, -4,48%, que liderou as perdas do Ibovespa, além de Fibria (FIBR3, R$ 24,38, -3,71%) e Suzano (SUZB5, R$ 8,94, -2,61%).

Light (LIGT3, R$ 21,44, +2,10%) Para além do cenário político, destaque também para a alta das ações da Light. No radar da companhia seguiu a informação de que a companhia, que atua no Rio de Janeiro, pode ter um reajuste em suas tarifas superior a 25% em novembro, disse O Globo.

Durante reunião com investidores no início de outubro, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores do grupo, João Zolini, disse que a exposição involuntária da companhia em 2013 ficou em 140 e 160 megawatts (MW) médios e em 2014 de 330 MW médios.

Economia Gisele Federicce Tue, 14 Oct 2014 12:13:24 +0000 http://www.brasil247.com/156905
Xico Sá: ‘Reinaldo é tido como neutro e eu tenho que pedir demissão?’ http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/156895 Edição 247, Fotos: Reprodução - Luiz Murauskas: Jornalista, que pediu demissão da Folha de S. Paulo depois de ter tido uma coluna pró Dilma vetada pelo jornal, reclama do argumento do editor-executivo, Sérgio Dávila, que afirmou ontem ao 247 que "os colunistas devem evitar fazer proselitismo eleitoral em seus textos"; "Rapaz, reflexão final, me perdoem,amigos, mas exijo reflexão: reinaldo azevedo é tido como neutro e eu me fodo tenho q pedir demissao?", questionou Xico Sá no Twitter <br clear="all"> Edição 247, Fotos: Reprodução - Luiz Murauskas:

247 – Depois de ter pedido demissão da Folha de S. Paulo, onde trabalhou por 20 anos, o jornalista Xico Sá publicou um texto em sua página no Facebook na madrugada desta terça-feira 14 explicando o episódio.

Conforme noticiou ontem o 247, ele explica que a Folha não quis publicar uma coluna sua que declarava voto na presidente Dilma Rousseff (PT), argumentando que seria "proselitismo eleitoral", o que feria os princípios da casa.

Antes, no Twitter, ele comparou sua situação à de Reinaldo Azevedo, outro colunista da Folha. "Rapaz, reflexão final, me perdoem, amigos, mas exijo reflexão: reinaldo azevedo é tido como neutro e eu me fodo tenho q pedir demissao?", questionou. Reinaldo, que também escreve para a revista Veja, é crítico ferrenho do PT, do governo Dilma e do ex-presidente Lula.

Em sua versão sobre o caso, Xico Sá descreveu sua resposta à Folha: "Argumentei que outros colunistas, de alguma forma, feriam o princípio interno, no que me acho prenhe de razão, né não? Ou seriam textos inocentes?". Ele também voltou a criticar a cobertura política da imprensa: "É muito desequilíbrio. É praticamente jornalismo de campanha. Não cobertura".

Leia abaixo a íntegra do texto, que relata os argumentos de ambas as partes nos itens 4 e 5.

NOTA AOS LEITORES E AMIGOS

Caríssimos amigos & leitores, pretendia nem mais falar desse assunto, mas devido à forma como se alastrou –rizomáticos riachos e riachinhos delleuzianos & gonzaguianos em busca do velho Chico em anos de bom inverno no Navio e no Pajeú-, creio que devo alguma satisfação na praça, além dos "pinduras" morais e existenciais de sempre. Valha-me meu bom Deus, viver é dívida, canelada e dividida de bola.

Como só os galãs vencem por nocaute, procurarei, mal-diagramado por natureza que sou, triunfar nessa luta por pontos, minando, nas cordas do ringue ideológico, vosso juízo emprenhado pelas redes sociais. Vamos lá;

1) Não há herói nenhum nesse episódio. O máximo que chego é a anti-herói macunaímico ou ao João Grilo do cordel teatralizado pelo bravo Suassuna. E olhe lá, e olhe lá, amiga Karina Buhr, eu só quero tocar meu tamborzinho cósmico.
2) Como já informaram alguns sites, pedi demissão do meu posto de colunista (do caderno de Esportes) da Folha, jornal com o qual mantenho uma velha relação de duas décadas, entre idas e vindas, furos, erramos assumidos variados, pés-na-bunda de ambas as partes, grandes momentos, crises profissionais e esticadas D.Rs (discussões de relação) gutenberguianas.
3) Eis que na sexta-feira, 10/10, mandei a coluna em cima da hora, só para variar. Nas linhas tortas -o velho Graça me entenderia nessa hora, embora corrigisse a minha escrita adjetivosa-, tratava do Fla-Flu eleitoral, defendia que os jornais saíssem do armário –como as publicações americanas- e tecia queixas à cobertura desequilibrada da Folha e da imprensa no geral. E repare que a Folha, senhoras e senhores, é bem melhor em se comparando aos outros jornalões, vide grande revelação do aeroporto privado de Aécio e o mínimo questionamento do choque de gestão nas Gerais, esse fetiche econômico insustentável até para a Velhinha de Taubaté do meu amigo Veríssimo.
Bem, como eu ia falando, defendia na coluna que os jornais assumissem suas explícitas posições, donde encerrei o desabafo gonzo-lírico-político usando o direito de declarar minha preferência pela Dilma.
4) A direção do jornal entendeu que o texto feria um dos princípios da casa; o de não permitir fazer proselitismo político ou eleitoral em favor de nenhum candidato. Sugeriu, civilizadamente, que alterasse o texto. Prosa vai, prosa vem. Refleti e mantive a escrita. Argumentei que outros colunistas, de alguma forma, feriam o princípio interno, no que me acho prenhe de razão, né não? Ou seriam textos inocentes?
5) Finquei pé, mais honra do que birra, pantins e queixumes. A direção do jornal sugeriu que eu poderia publicar, porém na página 3., na segunda-feira. É a página de "tendências & debates", na qual convidados, não gente da casa, manifesta livremente suas opiniões, inclusive de voto. Migrar para um espaço de "forasteiros" não me fez a cabeça, não achei que fosse a solução para o impasse. Qual o faroeste dos irmãos Cohen, achei que também teria o direito de ser, pelo menos um dublê, à esquerda, dos caras que botam para quebrar nas suas colunas da Folha. O faroeste moderno se chama "Onde os fracos não têm vez".
6) Daí o meu pedido de desligamento como colunista do jornal, função que exercia na figura de PJ (pessoa jurídica mediante nota fiscal), não como funcionário contratado pelo grupo Folha.
7) No dia seguinte, não mais na condição de colunista, soltei uma saraivada de posts de escárnio e maldizer nas redes sociais, em um espasmo de ira & lirismo que defini, no twitter, como um manifesto gonzo-político livremente inspirado na minha atual releitura de Hunter Thompson e na memória do genial Nezinho do Jegue, personagem de "O Bem Amado", do baiano Dias Gomes, que, uma vez alcoolizado, insultava a humanidade. Eis um direito divino, dionisíaco, um direito dos malucos, além muito além de todas as Constituições, como diria o gênio-mor Antonin Artaud e seu duplo.
8) Um dos posts dessa performance dionisíaco-tuiteira-brizolista, meu caro e amado Zé Celso, vociferava também contra os petistas, considerando que não desejava o (inevitável e irrefreável) uso da minha opinião como propaganda oficial. "Phueda-se o PT", com PH e tudo, dizia este monstruoso cronista. Relembrava que o governo do PT e de todas as siglas da sacanagem alfabética têm que ser investigados sim. Meu reclamo é/era pontual; por que só os caras de um lado são responsabilizados pela história universal da infâmia e ninguém publica, para valer, o "rebuceteio" –para usar um clássico da pornochanchada nacional- do outro lado da suruba pornô-política, querido Reinaldo Moraes?
É muito desequilíbrio. É praticamente jornalismo de campanha. Não cobertura.
9) O pedido de demissão. Finalmente explico. Mais demorado do que a declaração de voto da queridíssima Marina, que infelizmente esqueceu a nova política na qual eu caí feito um patinho de primeiro turno na lagoa Rodrigo de Freitas.
A demissão. Suspense à Hitchcock.
Vixe. Volver a los 17, como cantaria Mercedes Sosa, a quem escuto ao fundo dessa escrita, alternando com Nação Zumbi, óbvio. Volver à minha pobre coluneta do caderno de Esporte da Folha. Defendi meu patrimônio imaterial único e universal, quase um sufrágio, meu direito, daí o finca-pé que resultou no meu pedido de afastamento do universo folhístico.
Ingenuidade achar que, em período de extremada passionalidade e justíssima crítica ao desequilíbrio na cobertura da "imprensa burguesa" (outro termo vintage comuno-anarquista usado e abusado nos meus posts com toda sinceridade desse mundo) neguinho não fosse compartilhar essa bagunça barroca toda, agora falo com meu irmão Wally Salomão, para o que der e viesse. Rede social é como aquela parada bíblica do olhai os lírios do campo, eles não tecem, eles não fiam...
10) Enfim, o resto é barulho, mas creio que narrei, com alguma vantagem pessoal comum aos narradores de primeira pessoa, a onda toda –ai de mim, amigo Walter Benjamin! Donde reafirmo, não há heroísmo algum além de uma refrega dramática de um velho cronista, talvez um pouco ultrapassado e dionisíaco, com la prensa burguesa, reafirmo o clichê da velha bossa, afinal de contas renascemos sempre num Cocoon metafísico de águas imaginárias e milagrosas.
Como diria, agora meu brother Arnaldo Baptista, quero voltar pra Cantareira.
Deus abençoe os velhos e as crianças, eis meu dizer sobre essa confusão toda que eu achei tão normal como falar do seu candidato no boteco da esquina, era assim na vida antigamente.
Por que isso virou tão chato e eu não posso?
Justo num texto tão babaca, defendendo uma candidatura que só consegue ser mil vezes melhor do que Aécio mesmo. Afinal de contas essa peleja é um W.O. da porra. Ou deveria ser para quem tivesse juízo.
Ah, cadê a dialética do esclarecimento das espumas flutuantes dos mares de cerveja, viejo Wander Wildner?
Aliás, por que eu não poderia escrever aquele texto babaca, aliás eu tenho sido um péssimo cronista, tanto de amor como de futebol, preciso me reciclar, reler todo o Machado de Assis, ele me ensina, também relatei isso aos meninos folhais.
Eu careço ouvir todo Jards Macalé, meu ídolo. Esse episódio cá Folha, aliás, não é político, é ridículo se pensamos na grandeza da vida. As folhas das folhas da relva, menino Holden, é o que doravante me interessa como razão de viver debaixo de uma árvore ou sob o guarda-chuva moral dos caras que viram polícia do texto sem saber que uma besteirinha de nada pode virar idiotice e totalitarismo.
Agora voltei de vez para "O Apanhador...", mas, juro, me perdõe, pela confusão toda com o jornal, com as redes sociais e qualquer coisa. Como dizia Holden, "gosto de Jesus e tudo, os apóstolos é que são uns chatos."
Beijos, Xico Sá, Copacabana, primavera do ano da graça de 2014

Mídia Gisele Federicce Tue, 14 Oct 2014 11:20:34 +0000 http://www.brasil247.com/156895
Bovespa fecha em alta na expectativa de debate e pesquisas http://www.brasil247.com/pt/247/economia/156885 : Índice chegou a ter queda, mas virou no início da tarde após boatos de que Aécio Neves (PSDB) deve aparecer à frente de Dilma Rousseff (PT) nas pesquisas de amanhã; debate da Band, que acontece hoje à noite, no radar do mercado; com isso, o índice encerrou o dia com ganhos de 0,10%, aos 58.015 pontos <br clear="all"> :

Por Rodrigo Tolotti Umpieres

SÃO PAULO - O Ibovepa ameaçou passar por uma sessão de realização nesta terça- feira (14), mas, diante de novos rumores eleitorais e expectativas pelo debate de hoje e novas pesquisas, acabou virando para alta. Com isso, o índice encerrou o dia com ganhos de 0,10%, aos 58.015 pontos - atingindo na mínima do dia perdas de 1,20%, enquanto na máxima subiu 1,55% -, com destaque para a Vale (VALE3; VALE5), que ficou entre os maiores ganhos do dia, que tenta "respirar" na Bolsa após atingir sua mínima em 5 anos no mês passado.

A reversão de tendência nesta sessão ocorreu após o mercado começar a trabalhar com um crescimento de Aécio Neves (PSDB) nas próximas pesquisas eleitorais, que serão divulgadas amanhã, quando serão divulgados os levantamentos do Ibope e Datafolha - tidas pelo mercado como as "mais confiáveis" dentre os institutos de pesquisa.

Segundo analistas ouvidos pelo InfoMoney, o mercado já trabalho com uma vantagem do candidato tucano sobre a petista acima da margem de erro, saindo do cenário de "empate técnico" apresentado nas pesquisas anteriores de ambos institutos. Contudo, é importante ressaltar que nenhuma das pesquisas chegou ao dia final de coleta de dados - o Ibope tinha coleta prevista entre os dias 10 e 15; já o Datafolha entrevistaria os eleitores entre hoje e amanhã.

"A coleta das pesquisas será finalizada amanhã e, por isso, os rumores de alta do Aécio não passam de especulações", disse Luiz Roberto Monteiro, operador da mesa institucional da Renascença Corretora. O analista-chefe da SLW Corretora, Pedro Galdi, vai na mesma linha: ele pondera que ainda é muito cedo para antecipar qualquer resultado, mas isso não impede que o mercado já tente antecipar essas indicações. Galdi lembra ainda que as bolsas norte- americanas estão em um dia de forte alta, o que pode ajudar a manter o otimismo no mercado.

Monteiro, da Renascença, enxerga um bom motivo para tal otimismo: a coleta das pesquisas vai até amanhã, ou seja, após o 1º debate entre os presidenciáveis, que acontecerá hoje às 22h15 na Rede Bandeirantes. "Considerando o desempenho de Aécio no último debate do primeiro turno, é esperado que ele seja muito melhor que a Dilma hoje à noite. Caso isso se confirme, o eleitorado que responder os levantamentos amanhã deve impulsionar as intencões de voto do tucano", explica o operador.

Vox Populi e cenário externo

A pesquisa Vox Populi, divulgada pelo Jornal da Record na noite de ontem mostrou a presidente Dilma e o adversário Aécio Neves empatados dentro da margem de erro, com leve vantagem numérica para a petista: 45% a 44%. O resultado da pesquisa não impactou tanto o mercado, visto que ela não mostrou um resultado tão diferente dos últimos levantamentos Datafolha e Ibope, que são os principais institutos, disse o analista da XP Investimentos, Thiago Souza. Além disso, o mercado está à espera do debate hoje à noite e das pesquisas que serão divulgadas amanhã.

Além do noticiário eleitoral, a virada da Bolsa também foi impulsionada pelo cenário externo, com as bolsas norte-americanas também passando a subir forte no início da tarde, após dias de de grandes perdas para os principais índices de Wall Street. Apesar de reduzirem os ganhos, S&P 500, Dow Jones e Nasdaq conseguiram fechar no positivo.

No mercado cambial o dia foi de correção, com o dólar fechando em alta após a forte queda de ontem, quando caiu mais de 1% e voltou a se aproximar dos R$ 2,39. Hoje, a moeda norte-americana encerrou o pregão com ganhos de 0,33%, cotada a R$ 2,3990 na compra e R$ 2,4005 na venda.

Destaques Além da aceleração dos ganhos das ações da Vale e das siderúrgicas, que ficaram entre as maiores altas, destaque também para a Oi (OIBR4) e TIM (TIMP3), que subiram em meio à notícia de que o Ministro de Comunicações, Paulo Bernardo, afirmar que a Oi estaria interessada em comprar a TIM.

Do lado oposto, o pior desempenho ficou com os papéis das imobiliárias e Cielo (CIEL3), que fecharam cotados a R$ 38,66 e apresentaram forte baixa de 6,32%. Essas ações estão entre as que mais subiram nos últimos pregões e passam por um dia de correção.

Economia Gisele Federicce Tue, 14 Oct 2014 10:18:39 +0000 http://www.brasil247.com/156885
CPMI quer que plenário do STF decida sobre delação http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/156930 : Mesmo após dois pedidos negados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, o presidente da CPMI da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), vai insistir em obter o conteúdo da delação premiada do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa; para o senador, sem as informações da delação, o processo dentro da CPMI não se fecha <br clear="all"> :

Karine Melo – Repórter da Agência Brasil 

Mesmo após dois pedidos negados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Teori Zavascki, o presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), vai insistir em obter o conteúdo da delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa.

"Hoje à tarde vou conversar com o advogado-geral do Senado [Alberto Cascais] que é quem tem competência, em nome da CPI, para ajuizar o mandado de segurança para insistirmos na delação", disse Vital em entrevista na manhã desta terça-feira (14) à Agência Brasil.

Para Vital do Rêgo, sem as informações da delação, o processo dentro da CPMI não se fecha. Na avaliação do senador, a Corte tem que marcar posição a respeito da competência da CPMI resguardada na Constituição Federal de ter acesso a autos de investigação em juízo. "Eu não entendo [as recusas] e vou querer, com um mandado de segurança, uma posição da Corte que valerá para outros possíveis fatos dessa natureza, vou querer um posicionamento do colegiado", disse.

"Você tem o [conteúdo] geral, mas não tem o específico. Eu vou insistir com a posição do Supremo porque é uma posição emblemática, é uma posição simbólica que o Supremo tem que marcar. Esses mesmos poderes a Constituição Federal conferiu à CPI.

O presidente da CPMI criticou o fato de partes do conteúdo da delação terem vazado para a imprensa. "Eu acho que tudo tem que ser publicizado desde que não incorra em segredo de justiça. Aquilo que é segredo de Justiça, é crime vazar. Não se pode ter vazamentos colocados na mídia que tem consequências e a CPI, que é um órgão de investigação, que a Constituição garante esses poderes especiais, não ter acesso", reclamou.

Por pressão dos partidos de oposição, que querem uma reunião de emergência para tratar das informações prestadas no último dia 8 por Paulo Roberto Costa ao juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal no Paraná, Vital veio a Brasília, consultar líderes, por telefone, sobre a viabilidade de uma reunião ainda essa semana, que não deve ocorrer, pois vários parlamentares estão em seus estados, envolvidos na campanha eleitoral para o segundo turno.

Em áudio do depoimento divulgado pela imprensa, Costa diz que parte da propina cobrada de fornecedores da Petrobras era direcionada para atender ao PT, PMDB e PP.

"Há uma tendência de calendário muito difícil com relação a esse processo, mas eu vim a Brasília fazer essas consultas com o intuito de ter um mínimo necessário de convergência em torno da decisão que nós vamos ter que tomar", ressaltou.

A próxima reunião oficial da CPMI será no dia 22 de outubro, quando os parlamentares vão ouvir o diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza. Ele substituiu Paulo Roberto Costa, que saiu da Petrobras em abril de 2012.

Brasil Gisele Federicce Tue, 14 Oct 2014 15:05:42 +0000 http://www.brasil247.com/156930
Marina deve gravar para a campanha de Aécio http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/156916 REUTERS/Paulo Whitaker: Candidatos à Presidência Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) em debate na TV. 16/09/2014 REUTERS/Paulo Whitaker Candidata derrotada no primeiro turno topou fazer gravação para a campanha do tucano, mas não quer subir em palanque algum no segundo turno desta eleição; Aécio Neves (PSDB) tenta marcar um encontro com Marina Silva (PSB), o que deve ocorrer até sexta-feira <br clear="all"> REUTERS/Paulo Whitaker: Candidatos à Presidência Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) em debate na TV. 16/09/2014 REUTERS/Paulo Whitaker

Minas 247 – O presidenciável Aécio Neves (PSDB) tenta marcar um encontro com a ex-senadora Marina Silva (PSB) com objetivo de reproduzir imagens para o guia eleitoral. Marina já teria aceitado fazer uma gravação, mas aguarda um contato direto do tucano. A ex-ministra, no entanto, decidiu que não subirá em palanque algum no segundo turno desta eleição. A socialista foi a terceira colocada no primeiro turno, com 20% dos votos válidos, atrás de Aécio, com 33%, e da presidente Dilma Rousseff (PT), com 41%.

O ex-governador de Minas afirmou que pode se encontrar com Marina ainda nesta semana e deixou claro que o apoio não significa uma futura participação da ex-ministra em um eventual governo tucano.

"A forma como a Marina veio honra a boa política brasileira. Não pediu absolutamente nada, não insinuou absolutamente nada em relação a cargos. Estamos fazendo algo muito maior", disse Aécio, nesta segunda-feira (13), em Curitiba.

Durante entrevista coletiva, no último domingo (12), Marina disse que sua decisão de apoiar Aécio teve como base a carta de compromisso do tucano, divulgada um dia antes, no sábado (11). Para reforçar o seu posicionamento, a ex-ministra afirmou que a "alternância de poder fará bem ao Brasil".

"Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos", complementou.

PSB

Não só Marina como o PSB apoia a candidatura de Aécio à presidência da República. Neste final de semana, o tucano recebeu apoio da família do ex-presidenciável Eduardo Campos (PSB), morto após acidente aéreo, em agosto. O ex-presidente nacional da legenda socialista Roberto Amaral, que deixou o cargo nesta segunda-feira (13), afirmou, em carta, que seu partido cometeu "suicídio político-ideológico" ao apoiar o presidenciável tucano.

O dirigente afirmou que, ao apoiar o presidenciável tucano, o PSB "renega compromissos programáticos e estatutários, suspende o debate sobre o futuro do Brasil, joga no lixo o legado de seus fundadores – entre os quais me incluo – e menospreza o árduo esforço de construção de uma resistência de esquerda, socialista e democrática".

"Denunciamos a estreiteza do maniqueísmo PT-PSDB, oferecemos nossa alternativa e fomos derrotados: prevaleceu a dicotomia, e diante dela cumpre optar. E a opção é clara para quem se mantém fiel aos princípios e à trajetória do PSB", diz o texto.

Partido fundado por Marina Silva e abrigado no PSB por não ter conseguido registro na Justiça Eleitoral para disputar as eleições de 2014, a Rede Sustentabilidade também descartou apoiar Dilma no segundo turno.

Minas 247 Leonardo Lucena Tue, 14 Oct 2014 13:45:27 +0000 http://www.brasil247.com/156916
“Economia e 'campeonato' de corrupção devem dominar debates” http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/156915 : Segundo o jornalista Kennedy Alencar, nos três debates em que Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) deverão se enfrentar até domingo, "Dilma deverá dizer que os tucanos não se importam com o emprego e a renda dos mais pobres. Já Aécio deverá dizer que a petista descuidou da inflação a ponto de o governo recomendar que as pessoas comam ovo no lugar de carne"; além disso, diz ele, partidos também "vão trocar ataques mútuos sobre corrupção" <br clear="all"> :

247 – Nos três debates em que a presidente Dilma Rousseff (PT) e candidato Aécio Neves (PSDB) deverão se enfrentar até o próximo domingo na televisão, os principais temas deverão ser economia e uma espécie de 'campeonato' de corrupção, prevê o jornalista Kennedy Alencar.

Segundo ele, "Dilma deverá dizer que os tucanos não se importam com o emprego e a renda dos mais pobres. Já Aécio deverá dizer que a petista descuidou da inflação a ponto de o governo recomendar que as pessoas comam ovo no lugar de carne".

Além disso, "PT e o PSDB também vão trocar ataques mútuos sobre corrupção, em uma espécie de 'campeonato' para apontar um partido como mais corrupto do que o outro", diz ele. "A presidente Dilma precisa criar um fato político para tentar reverter o bom momento de Aécio. Ela precisa vencer. Para o tucano, basta empatar", avalia.

Leia o texto em seu blog.

Mídia Gisele Federicce Tue, 14 Oct 2014 13:32:28 +0000 http://www.brasil247.com/156915
Aécio ganhou 1ª semana, mas Dilma inicia reação http://www.brasil247.com/pt/247/poder/156830 REUTERS/Ricardo Moraes: Os candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) durante debate na quinta-feira.  REUTERS/Ricardo Moraes Colunista Tereza Cruvinel, do 247, avalia que o senador Aécio Neves fechou um arco mais amplo de alianças, mas afirma que o PT inicia seu contra-ataque agora; segundo ela, petistas avaliam que "a largada vantajosa do tucano de decorreu do impacto positivo de sua virada espetacular na reta final do primeiro turno e da divulgação, ainda sob o calor da apuração, das revelações da delação premiada de Paulo Roberto Costa e Alberto Yousef"; reação passa por três pontos: despertar a militância, a viagem de Lula por várias regiões do País e o debate desta noite na Band, onde Dilma espera ter um bom desempenho; "nestas duas semanas, os dois exércitos vão para o tudo ou nada, com todas as armas" <br clear="all"> REUTERS/Ricardo Moraes: Os candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) durante debate na quinta-feira.  REUTERS/Ricardo Moraes

247 – O candidato do PSDB Aécio Neves saiu vitorioso da primeira semana do segundo turno, avalia Tereza Cruvinel, em nova coluna em seu blog no 247. No entanto, ela avalia que o contra-ataque do PT começa agora. Leia, abaixo, um trecho:

"Os petistas admitem sua vantagem inicial mas subestimam o efeito Marina Silva. Acham que ela tem limitada capacidade de transferir votos e que, antes de sua declaração de apoio, que demorou uma semana para acontecer, já tinham ido para o colo de Aécio seus eleitores que não ficariam mesmo com Dilma. Seriam de 60% a 70% dos que votaram em Marina no primeiro turno. Contestam a pesquisa Sensus/IstoÉ, que dá uma vantagem de 17 pontos ao tucano, apontando-a como parte do esforço da mídia para criar “fatos psicológicos adversos”. No tracking da campanha de Dilma, no domingo, ela estaria um ponto à frente de Aécio. 

Avaliam que a largada vantajosa do tucano de decorreu do impacto positivo de sua virada espetacular na reta final do primeiro turno e da divulgação, ainda sob o calor da apuração, das revelações da delação premiada de Paulo Roberto Costa e Alberto Yousef. O efeito dos dois fatos já estaria se dissipando. A campanha de Dilma espera mudar o jogo na semana que começa hoje, apostando em três movimentos:

  1. Despertar a militância, que se intimidou ou ficou tonta com o resultado do primeiro turno. O PT está convocando sua tropa a voltar para a rua e enfrentar a batalha das duas próximas semanas.
  2. Lula começa uma viagem de campanha pelo Norte e o Centro-Oeste. Depois irá a Pernambuco e ao Nordeste mas não quer ir agora, em cima da declaração de apoio da família Campos ao tucano.
  3. Dilma se prepara para ter um bom desempenho no debate na TV Bandeirantes, de modo a obter melhor resultado nas pesquisas que serão divulgadas no final da semana."

Leia a íntegra em Aécio ganha a primeira semana

Poder Gisele Federicce Tue, 14 Oct 2014 04:56:27 +0000 http://www.brasil247.com/156830
Chico Buarque entra na campanha de Dilma à reeleição http://www.brasil247.com/pt/247/cultura/156862 : Cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda irá gravar um depoimento em defesa da reeleição de Dilma, que deve ser exibido no horário eleitoral gratuito; um dos pontos fortes dos governos Lula e Dilma, segundo Chico, é a "política externa"; segundo ele, o governo atual “não fala fino com os Estados Unidos nem grosso com a Bolívia”, dizia Chico"; outro ícone da MPB, Gilberto Gil, que apoiou Marina Silva no primeiro turno, também declarou voto à candidata petista no segundo <br clear="all"> :

247 - A presidente Dilma Rousseff ganhou um apoio de peso, nesta segunda semana do segundo turno. Em informação antecipada pelo Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda decidiu gravar uma declaração de apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff, que será exibida no horário eleitoral gratuito.

Chico é um entusiasta da política externa iniciada no governo Lula, com o chanceler Celso Amorim, e mantida por Dilma. “Este é um governo que não fala fino com os Estados Unidos nem grosso com a Bolívia”, disse Chico, numa frase célebre. Ele defende a política de integração com os países latino-americanos e também uma postura menos subalterna do Brasil em relação aos Estados Unidos.

Outro ícone da MPB, Gilberto Gil, que apoiou Marina Silva no primeiro turno, declarou em video que vai votar na candidata petista no segundo. 

"Eu votei em Marina, sou do Partido Verde, é a candidata do Partido Verde. Vou votar em Dilma no segundo turno. Convivi com ela em ambiente de governo, em situação, enfim, de ministério, que decisões precisavam ser tomadas, que a disputa pelo orçamento se dava, e ela sempre tratou o Ministério da Cultura com muito respeito, muito apreço, dando a ele muita importância", disse Gilberto Gil.

Cultura Felipe L. Goncalves Tue, 14 Oct 2014 05:29:19 +0000 http://www.brasil247.com/156862
Jefferson: caso Petrobras é último ato do "mensalão" http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/156860 : Segundo o ex-deputado Roberto Jefferson, o escândalo denunciado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa é o "epílogo do mensalão", que ele denunciou ao jornal em 2005; afirma que os dois episódios tiveram a mesma motivação: financiar o "projeto do PT para se perpetuar no poder"; ele diz ainda que a presidente Dilma Rousseff é uma 'mulher séria e honrada, mas tem uma herança de corrupção terrível do partido e precisa botar panos quentes para não atingir o Lula' <br clear="all"> :

247 – Cumprindo pena da AP 470, o ex-deputado Roberto Jefferson, afirmou que o escândalo denunciado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa é o "epílogo do mensalão", que ele denunciou ao jornal em 2005.

Segundo ele, em entrevista Bernardo Mello Franco, os dois episódios tiveram a mesma motivação: financiar o "projeto do PT para se perpetuar no poder".

Jefferson diz que a presidente Dilma Rousseff é uma “mulher séria e honrada, mas tem uma herança de corrupção terrível do partido e precisa botar panos quentes para não atingir o Lula.

Sobre a disputa eleitoral, diz que vibrou muito com o presidenciável tucano Aécio Neves, que compara ao lutador Rocky, personagem de Sylvester Stallone: "É o Aécio Balboa. Apanhou nove assaltos e virou a luta no décimo, no debate da Globo. Ele mostrou, com apoio do eleitor, que não somos uma republiqueta bolivariana. Essa turma do Maduro está caindo de podre aqui no Brasil" (leia mais).

Rio 247 Roberta Namour Tue, 14 Oct 2014 05:19:14 +0000 http://www.brasil247.com/156860
Empreiteiras vão alegar extorsão no esquema do doleiro http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/156867 : Advogado Marcio Thomaz Bastos, que comanda a defesa de grandes empresas, como Camargo Corrêa e Odebrecht, vai sustentar a tese de que seria impossível participar de concorrências na Petrobras sem pagar propina ao esquema montado pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa; Polícia Federal e a Justiça Federal no Paraná deram cinco dias para que empreiteiras justifiquem depósitos milionários em contas de empresas fantasmas   <br clear="all"> :

247 – Acusadas de pagamento de propina para obter vantagens em contratos com a Petrobras, as maiores empreiteiras do Brasil deverão alegar que foram vítimas de extorsão. 

Elas foram citadas na delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa como integrantes do esquema comandado pelo doleiro Alberto Youssef de lavagem de dinheiro e suborno de agentes públicos. 

Marcio Thomaz Bastos, que comanda a defesa de empresas como Camargo Corrêa e Odebrecht, vai sustentar a tese de que seria impossível participar de concorrências na estatal sem pagar propina a agentes políticos envolvidos na subtração de recursos públicos.

A Polícia Federal e a Justiça Federal no Paraná abriram inquéritos para que as empreiteiras justifiquem, num prazo de até cinco dias, depósitos milionários que fizeram em empresas pertencentes ao doleiro.

Num despacho emitido na última sexta-feira (10), o juiz Sergio Moro, responsável pelo processo da Operação Lava Jato, lista 12 construtoras que fizeram os repasses. Segundo o magistrado, "há indícios veementes" de que as empresas do doleiro eram fantasmas e eram usadas para lavagem de dinheiro, com emissão de "notas fiscais fraudadas", por não ter condições para prestar serviços.

Leia aqui reportagem de André Guilherme Vieira e Arthur Rosa sobre o assunto.

Brasil Roberta Namour Tue, 14 Oct 2014 07:02:52 +0000 http://www.brasil247.com/156867
Barbosa: Aécio livrará política externa de influência partidária http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/156866 : Coordenador da área externa do programa de governo de Aécio Neves, ex-embaixador do Brasil, Rubens Barbosa diz que as propostas de governo do presidenciável tucano, “moderadas e focadas na defesa do interesse nacional, recolocarão a política externa no seu leito normal, com continuidade e renovação constante e livre de influência partidária” <br clear="all"> :

247 – Ex-embaixador do Brasil, Rubens Barbosa critica a política externa do governo Dilma Rousseff e defende a eleição do tucano Aécio Neves.

Ele aponta “equívocos” cometidos por causa da influência partidária: a omissão do Brasil no conflito entre a Rússia e a Ucrânia e em relação a guerra civil na Síria; e o desprezo pelas violações dos direitos humanos na região e em outros países, para os quais abrimos as portas do BNDES, muitas vezes tendo de perdoar a dívida. Diz ainda que o Itamaraty, “marginalizado”, perdeu o papel de principal formulador e executor da política externa. 

Coordenador da área externa do programa de governo de Aécio Neves, indica que sua eleição pode reverter a situação: “As propostas de governo de Aécio Neves — moderadas e focadas na defesa do interesse nacional — recolocarão a política externa no seu leito normal, com continuidade e renovação constante e livre de influência partidária” (leia mais).

Brasil Roberta Namour Tue, 14 Oct 2014 06:47:39 +0000 http://www.brasil247.com/156866
Movimentos reforçam apoio à reforma de Dilma http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/156864 Foto: Ichiro Guerra: Brasília - DF, 13/10/2014. Dilma Rousseff durante o Ato de apoio a Dilma e pela Reforma Política. Foto: Ichiro Guerra “O que para mim é mais relevante é o fato de que eu não acredito que será possível uma reforma sem a participação popular. Para mim, é precondição que haja uma manifestação popular, um plebiscito sobre as principais matérias, que a população seja informada dessas questões, que vote, se manifeste”, disse. De acordo com a candidata, a reforma trará um “efetivo combate à corrupção”, disse a presidente Dilma Rousseff em encontro com integrantes de movimentos sociais  <br clear="all"> Foto: Ichiro Guerra: Brasília - DF, 13/10/2014. Dilma Rousseff durante o Ato de apoio a Dilma e pela Reforma Política. Foto: Ichiro Guerra

Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil - A candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, se encontrou ontem (13) com de diversas entidades que defendem uma Assembleia Nacional Constituinte para discutir a reforma política. Em um auditório lotado, integrantes de movimentos sociais entregaram a Dilma o resultado de uma consulta popular sobre o tema. A candidata, que cita a reforma política como “a mãe de todas as reformas”, foi aclamada pelos presentes.

Organizada por 480 entidades, entre sindicatos, organizações não governamentais, movimentos populares, movimentos estudantis e institutos culturais, a campanha do Plebiscito Constituinte se reúne até quarta-feira (15), em Brasília, com o objetivo de pressionar os Três Poderes da República para que a proposta seja concretizada. A consulta recebeu quase 8 milhões de assinaturas, que pedem uma assembleia constituinte “exclusiva e soberana sobre o sistema político”. No ato desta segunda-feira, de acordo com a organização, estiveram presentes cerca de mil pessoas, oriundas de 23 estados e do Distrito Federal.

As entidades aproveitaram o encontro para cobrar de Dilma, enquanto candidata, uma posição sobre o tema. “Eu tenho a convicção de que o Brasil precisa de reforma política. Acho que esta é uma das pautas mais importantes, porque para mim ela é a mãe de todas as reformas”, disse. Para Dilma, a reforma trará um avanço institucional e contribuirá também para o combate à corrupção.

Em entrevista a jornalistas antes de se encontrar com as entidades, Dilma Rousseff disse ser favorável ao fim do financiamento empresarial de campanha, às eleições proporcionais em dois turnos, à paridade dos homens e das mulheres como candidatos e ao fim das coligações proporcionais. A candidata evitou responder se é contra a reeleição, mas declarou que é preciso analisar detalhadamente as condições para essa proposta, que deve estar “na mesa clarinha”. Para ela, “ninguém consegue fazer um governo efetivo com quatro anos”.

“O que para mim é mais relevante é o fato de que eu não acredito que será possível uma reforma sem a participação popular. Para mim, é precondição que haja uma manifestação popular, um plebiscito sobre as principais matérias, que a população seja informada dessas questões, que vote, se manifeste”, disse. De acordo com a candidata, a reforma trará um “efetivo combate à corrupção”. “Se os escândalos necessários a ser investigados se restringissem a esse que está sendo investigado [sobre as denúncias envolvendo a Petrobras], eu acho que seria um ponto fora da curva, e a gente não ia precisar de reforma política”, disse. Segundo ela, a diferença para governos anteriores é que agora as denúncias são investigadas.

Apesar de receber o apoio de militantes que entoavam durante o evento gritos como “para o Brasil avançar, Constituinte já”, Dilma declarou a jornalistas que esse não é o ponto central. “Eu tenho muita simpatia, mas não posso me posicionar sobre uma Assembleia Nacional Constituinte porque eu represento uma coligação. Então tenho de construir isso dentro de uma coligação”, disse, lembrando o ano passado, quando defendeu a proposta após as manifestações de junho. “Depois, como não tínhamos unidade sobre isso, passamos a defender o plebiscito”.

A candidata disse que esta é uma posição com a qual se simpatiza e que não vê maiores obstáculos. “Agora, não acho que o centro seja esse. O centro, para mim, é plebiscito. Se você não fizer um plebiscito... A assembleia constituinte pode eleger qualquer pessoa. Então quem é quem vai definir como é que é que o povo vai votar em uma assembleia constituinte, acho que é o povo brasileiro”, disse.

Na entrevista, Dilma disse ainda que se encontraria ainda esta noite com Roberto Amaral. Hoje, durante reunião do Diretório Nacional do PSB, em Brasília, Carlos Siqueira, ex-coordenador da campanha de Campos, foi escolhido, em chapa única, como o novo presidente do partido. Na última quinta-feira (8), o PSB anunciou apoio ao tucano. No sábado (11), a família do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos manifestou apoio a Aécio. No mesmo dia, o presidente interino do PSB, Roberto Amaral, publicou em sua página oficial na internet uma carta criticando a posição tomada pela executiva nacional do partido. Na carta, Amaral diz que, com a decisão, o PSB “jogou no lixo” o legado de seus fundadores.

Outro político que apontou para um caminho diferente do seu candidato no primeiro turno foi o bispo Manoel Ferreira, presidente da Assembleia de Deus Ministério de Madureira. Membro do PSC, ele pediu votos para o candidato à Presidência Pastor Everaldo, mas diz que agora pretende tomar uma posição individual e institucional, como dirigente religioso, em favor de Dilma, devido às conquistas sociais.

Brasil Roberta Namour Tue, 14 Oct 2014 05:53:21 +0000 http://www.brasil247.com/156864
PSB e PPS vão se unir por 4ª maior bancada na Câmara http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/156859 : "Será um reencontro ideológico e histórico das forças da esquerda. O novo Congresso precisará passar por uma reorganização, em um processo virtuoso", diz o presidente do PPS, Roberto Freire; dirigentes das duas siglas que integravam chapa de Marina Silva e agora declararam apoio a Aécio Neves, vão se reunir ainda hoje  <br clear="all"> :

247 – O PSB e o PPS, partidos aliados da chapa de Marina Silva e agora de Aécio Neves, negociam uma união para ganhar peso no Congresso. Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, dirigentes dos dois partidos vão se reunir hoje e esperam concretizar a fusão em novembro, logo após o segundo turno. 

A nova sigla manteria o nome do PSB e teria uma bancada de 44 deputados em 2015 --a quarta maior da Câmara, atrás de PT, PMDB e PSDB, para criar uma alternativa à polarização entre petistas e tucanos. "Será um reencontro ideológico e histórico das forças da esquerda", diz o presidente do PPS, Roberto Freire. "O novo Congresso precisará passar por uma reorganização, em um processo virtuoso."

O PSB ainda pretende incorporar ou formar um bloco com siglas nanicas, com PEN, que elegeu dois deputados federais, e o PHS, que apoiou Marina e terá cinco cadeiras.

Brasília 247 Roberta Namour Tue, 14 Oct 2014 05:09:39 +0000 http://www.brasil247.com/156859
Amaral: PSB renunciou ao seu futuro http://www.brasil247.com/pt/247/poder/156858 : Em artigo, ex-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, critica aliança com o presidenciável tucano Aécio Neves: “Um partido socialista não pode desaparelhar o Estado para melhor favorecer o grande capital, muito menos renunciar à sua soberania e aliar-se ao capital financeiro internacional, que constrói e que construirá crises necessárias à expansão do seu domínio. Ora, ao dar apoio a Aécio Neves, o PSB resolveu se aliar à social-democracia de direita, abandonando o campo da esquerda” <br clear="all"> :

247 – Roberto Amaral, que deixou a presidência do PSB nesta segunda-feira, voltou a criticar a aliança do partido com o presidenciável tucano: “ao dar apoio a Aécio Neves, o PSB resolveu se aliar à social-democracia de direita, abandonando o campo da esquerda”. Leia aqui:

O PSB renunciou ao seu futuro

Quando se alia a Aécio Neves, o PSB renega seus compromissos e joga no lixo da história a oposição que moveu ao governo FHC

A recém-revelada disputa interna no PSB não tem como cerne a disputa da presidência do partido. O que está --e sempre esteve-- em jogo é a definição do modelo de Brasil que queremos e, por consequência, do partido que queremos. É nesse ponto que as divergências são insuperáveis, pois entra em jogo uma categoria de valores incompatível com a pequena política.

Quando se alia a Aécio Neves, o PSB renega seus compromissos programáticos e estatutários. Joga no lixo da história a oposição que moveu ao governo FHC e o esforço de seus fundadores para instalar no solo da paupérrima política local uma resistência de esquerda, socialista e democrática.

No plano da política imediata, essa decisão que dividiu o PSB, talvez de forma definitiva, revoga a luta pela qual Eduardo Campos se fez candidato (e os pressupostos de sua tese, encampada lealmente por Marina Silva na campanha), a saber, a denúncia da velha, nociva e artificial polarização entre PT e PSDB, que só interessa, dizia ele, aos verdadeiros detentores do poder.

Como honrar esse legado tornando-se refém de uma de suas pernas, justamente a mais atrasada? O resto é a pequena política, miúda, a politicagem dos que, não podendo formular, reduzem o fazer político aos golpes e aos "golpinhos", à conquista das pequenas sinecuras das estruturas partidárias e à promessa de recompensa nos desvãos do Estado. Insistir nesse tipo de prática é outro erro.

Que a crise do PT sirva ao menos de lição. E quem não aprende com a história está condenado a errar seguidamente. Aliás, estamos em face de uma das fontes da tragédia brasileira: a visão míope, tomando o que é acessório como o principal, o episódico como o estratégico, a miragem como a realidade.

Nessa decisão em que o PSB jogou pela janela sua própria história e fez em pedaços a galeria de seus fundadores, movido pela busca do poder pelo poder, o partido renunciou ao seu futuro. Podendo ousar construir as bases do socialismo do século 21, democrático, optou pela cômoda rendição ao statu quo. O partido renunciou tanto à revolução como à reforma.

Um partido socialista não pode se conciliar com o capital em detrimento do trabalho, aceitar a pobreza nem a exploração do homem pelo homem, como se um fenômeno irrevogável fosse. Um partido socialista não pode desaparelhar o Estado para melhor favorecer o grande capital, muito menos renunciar à sua soberania e aliar-se ao capital financeiro internacional, que constrói e que construirá crises necessárias à expansão do seu domínio. Ora, ao dar apoio a Aécio Neves, o PSB resolveu se aliar à social-democracia de direita, abandonando o campo da esquerda.

O pressuposto de um partido socialista é o debate, o convívio com as diferenças e a prevalência da lealdade e da ética. Quando esse tronco se rompe, é impossível manter a copa de pé.

A vida partidária exige liturgia. Como presidente do Partido Socialista Brasileiro, procurei me manter equidistante das disputas, embora tivesse minha opção. Isento, ouvi as correntes e dirigi a reunião da comissão executiva que optou pelo suicídio político-ideológico que não pude evitar.

Anfitrião, recebi, segundo meus princípios éticos, o candidato escolhido pela maioria. Cumprido o papel, estou livre para lutar pelo Brasil que sonhamos, convencido de que apoiar a presidenta Dilma Rousseff é, hoje, nas circunstâncias, a única opção para a esquerda socialista, independentemente dos muitos erros do PT, no governo e fora dele.

Poder Roberta Namour Tue, 14 Oct 2014 05:12:33 +0000 http://www.brasil247.com/156858
Proibido de apoiar Dilma, Xico Sá deixa a Folha http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/156823 : Um dos mais veteranos colunistas da Folha, o jornalista Xico Sá deixou o jornal após ser impedido de publicar artigo em que declarava seu apoio à presidente Dilma Rousseff; em email ao 247, o editor-executivo da Folha, Sergio Dávila, confirmou a saída; "Sim, Xico Sá pediu demissão da Folha. Em sua última coluna semanal, que seria publicada no sábado 11/10 no caderno Esporte, ele declarava voto num dos candidatos à corrida presidencial, o que fere a política do jornal, segundo a qual os colunistas devem evitar fazer proselitismo eleitoral em seus textos"; Xico Sá declarou seu voto em Dilma no Twitter, no sábado, e criticou a "imprensa burguesa"; "Pq não investigar todos?", questionou <br clear="all"> :

247 – O jornalista e escritor Xico Sá pediu demissão da Folha de S. Paulo depois de ter tido um artigo vetado pelo jornal. Na coluna, que seria publicada no sábado 11, no caderno Esporte, ele declarava seu voto na presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição. A informação foi confirmada ao 247 nesta tarde pelo editor-executivo do jornal, Sérgio Dávila. Leia abaixo seu email:

Sim, Xico Sá pediu demissão da Folha. Em sua última coluna semanal, que seria publicada no sábado 11/10 no caderno Esporte, ele declarava voto num dos candidatos à corrida presidencial, o que fere a política do jornal, segundo a qual os colunistas devem evitar fazer proselitismo eleitoral em seus textos. Se quiserem, podem escrever artigo em que revelam seu voto e defendem candidatura na pág. A3 da Folha. Esta opção foi dada a Xico Sá, que recusou a oferta.

No sábado, Xico Sá disparou ataques contra o que chamou de "imprensa burguesa" e contra o candidato Aécio Neves (PSDB) em sua página no Twitter. Ele também declarou seu voto em Dilma na rede social.

"Phoda-se o PT, a merda é q ñ há a mínima manchete contra os outros. ai tá a putaria jornalística e eu,lá de dentro, sei cuma funciona", escreveu Xico Sá no Twitter. "Amo encher a boca e dizer IMPRENSA BURGUESA. é q só há um lado a fuder, nisso é desonesta, escrota, fdp. P q ñ investigar todos?", questionou em seguida.

"Nego acha q por trabalhar na imprensa burguesa desde os 18 anos ñ posso ser contra a orientação política dos chefes. oxi,ai q devo ser mesmo. um dia ainda vou contar tudo q a imprensa ñ deixa sair se for contra a orientação política dos grandes jornais. só podem os reinaldões etc", ameaçou, citando o colunista Reinaldo Azevedo, também colunista da Folha.

Sobre as eleições, publicou: "façam bonito, vcs são do jogo, mas o governo brasileiro foi muito importante para o meu povo e eu estou com meu povo. Dilma é foda!!!". E ainda: "se fosse votar por vcs burguês era Aécio até o talo; mas cuma prefiro votar pelo meu povo da porra e q necessita, é Dilma, carajo". Xico Sá criticou Aécio e perguntou: "na boa, do fundo del corazón, cuma alguém pode em Aécio? juro q não vou julga-lo por nenhuma das 50 escrotidões q poderia julgá-lo".

Confira abaixo a sequência de tuítes publicada por ele no último sábado:

Mídia Gisele Federicce Mon, 13 Oct 2014 17:48:52 +0000 http://www.brasil247.com/156823
Altman: voto de esquerda definirá sucessão http://www.brasil247.com/pt/247/poder/156813 : "A adesão de Marina Silva ao candidato tucano, Aécio Neves, consolida o bloco de centro-direita no cenário eleitoral. Trata-se do capítulo final de um enredo que começou a ser escrito há dois anos, nos centros de comando da oposição ao governo petista", diz o jornalista Breno Altman, em seu novo blog, desenvolvido em parceria entre o Opera Mundi e o 247; "As urnas poderão ser favoráveis ao PT se as ruas forem tomadas por um sentimento apaixonado de resistência contra o retrocesso neoliberal, fundado sobre novo pacto programático que faça avançar e aprofundar as reformas"; leia a íntegra <br clear="all"> :

247 - O jornalista Breno Altman, diretor do site Opera Mundi, estreia, nesta segunda-feira um novo blog, em parceria com o 247, no endereço www.brenoaltman.com. Ele avalia que a eleição presidencial será decidida pelo voto de esquerda. Leia abaixo:

VOTO DE ESQUERDA DECIDIRÁ ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

A adesão de Marina Silva ao candidato tucano, Aécio Neves, consolida o bloco de centro-direita no cenário eleitoral. Trata-se do capítulo final de um enredo que começou a ser escrito há dois anos, nos centros de comando da oposição ao governo petista

Por Breno Altman

Parte da burguesia e de seus braços midiáticos imaginou que o PT somente poderia ser derrotado por uma dissidência dentro de seu próprio campo, que trouxesse os principais partidos de direita a reboque em eventual segundo turno. A operação apresentava contornos parecidos com a estratégia desfechada em 1994, quando Fernando Henrique foi catapultado como nome capaz de liderar o reordenamento da coalizão neoliberal, provisoriamente destroçada com o impedimento de Fernando Collor.

A candidatura de Eduardo Campos nasceu com a marca dessa política, robustecida quando Marina Silva aceitou ser vice-presidente na fórmula do PSB, depois de inviabilizada a formação de seu partido. A ideia era que tal postulação impediria a vitória da presidente Dilma Rousseff logo no primeiro turno, ao roubar franjas de seus votos naturais.  Se Eduardo fosse à segunda volta, teria o apoio automático do PSDB e seus aliados. O drama, para o conservadorismo, era que a atração dos sufrágios socialistas, caso Aécio Neves estivesse na cédula final, era mais insegura.

A morte trágica do ex-governador de Pernambuco mudou a posição das peças no tabuleiro. Marina Silva, alçada à cabeça de chapa, rapidamente assumiu ampla dianteira nas pesquisas. Fez, a partir de então, movimentos cujos zigues-zagues determinaram seu apogeu e declínio.

Acenou para setores progressistas do eleitorado, especialmente dos grandes centros urbanos, que estavam cansados ou insatisfeitos com os governos petistas. Suas armas, para esses segmentos, eram de ordem biográfica e narrativa, adotando um discurso melífluo de conexão com os movimentos juvenis eclodidos em junho de 2013. Ao mesmo tempo, tratou de ocupar o máximo de espaço à direita, mesclando tanto a assimilação do programa econômico do neoliberalismo quanto a convocação subliminar do voto evangélico, entre outros trunfos.

Sua posição de vanguarda nas sondagens de opinião, por fim, também permitiu a sedução passageira do eleitorado tucano menos fiel, inclinado a apoiar qualquer nome capaz de derrotar o PT.

Primeiro turno: declínio de Marina Silva

Quando a campanha de Dilma começou a polemizar com as opções programáticas de Marina, vinculando a candidatura neossocialista à plataforma do capital financeiro e ao campo do conservadorismo, uma fração dos votantes marinistas, mais à esquerda, acabou retornando ao leito petista. Imediatamente se produziu declínio da ex-senadora nas enquetes, suficiente para o voto útil conservador regressar a Aécio.

O resultado do primeiro turno, apesar de tantos sobressaltos na campanha, acabou apresentando resultado político semelhante a 2010, mas com certo esvaziamento da atual presidente. Dilma caiu de 46,91% dos votos válidos para 41,59%. Aécio teve 33,55% dos sufrágios, contra 32,61% de José Serra há quatro anos. Marina Silva subiu de 19,33% para 21,32%. Os partidos menores foram de 1,15% para 3,54%, com forte crescimento do PSOL de Luciana Genro, que obteve 1,55% contra 0,87% do postulante Plínio de Arruda Sampaio em 2010.

O cenário apontaria para fácil vitória de Dilma no segundo turno se as condições econômicas e políticas fossem as mesmas de 2010, quando o PT atraiu metade dos votos de Marina e sua candidata venceu com 56% dos votos. Mas o fato novo das eleições correntes é a existência de uma potente onda conservadora, que se manifesta na maior facilidade de convencimento dos eleitores de centro pela direita, particularmente através da ação dos principais meios de comunicação.

Ao contrário do que se poderia apostar há alguns meses, o principal partido direitista, o PSDB, é capaz de liderar uma aliança que absorve o PSB de Marina e outras agremiações menos relevantes. Menos por suas virtudes, mais porque a fórmula de centro, dessa vez, não era uma terceira via como eventualmente o foi em 2010, mas hipótese orgânica de fatias burguesas agora reunificadas sob a chapa tucana.

Segundo turno: identidade de esquerda

São muitos os sinais que a candidata do PT somente vencerá as eleições se aprofundar sua identidade de esquerda e popular, prosseguindo e ampliando o movimento já realizado no primeiro turno. O candidato da direita, apoiado pelo centro, corre para mostrar que as principais conquistas sociais não estão em risco. A presidente precisa apontar claramente, através da história e do programa, porque a vitória do PSDB significa a derrocada das mudanças iniciadas em 2003. Aécio precisa diluir as diferenças com o campo progressista para vencer. Dilma somente será vitoriosa se demarcar radicalmente essas fronteiras.

A vitória petista pressupõe a manutenção dos 43 milhões de votantes do primeiro turno e a conquista de outros nove milhões de eleitores. Quase dois milhões podem vir da extrema-esquerda. Outros 7 ou 8 milhões terão que sair do marinismo, o que equivale a um terço dos que sufragaram a candidata do PSB na primeira volta.

Pode-se supor que esse contingente, em sua maioria, votou por Dilma na última rodada de 2010, não possui raízes conservadoras ou antipetistas, não está sob hegemonia dos paradigmas da direita. Suas fileiras estão constituídas por setores sociais, proletários e médios, que se desencantaram com o gradualismo petista e sua capacidade de oferecer respostas imediatas às más condições e perspectivas de vida nas grandes cidades. Suas expectativas não são de menos Estado e mais mercado, ao contrário: mobilizaram-se por mais serviços públicos e menos concessões aos interesses do capital.

Estratégia de confronto

Para dirigir os votos dessas camadas, o petismo depende de uma firme estratégia de confronto. A comparação dos doze anos dos governos de Lula e Dilma com os oito de gestão tucana é parte essencial dessa equação, mas insuficiente. O enfrentamento provavelmente só será bem-sucedido se incluir a disputa programática, que marque a candidatura tucana como a representação das elites e dos ricos contra os pobres, a justiça social, a soberania nacional, os direitos civis e a democracia, valores a serem coluna vertebral da plataforma petista.

A recuperação destes eleitores de Marina Silva para o campo progressista não se restringe a propostas que possam atender a demandas específicas, nas distintas áreas da gestão pública. A propaganda antipetista dificilmente será vencida por compromissos de serviço e eficácia, ainda que esses sejam fundamentais. A disputa do centro – entendido em seu perfil político e social – depende da polarização explícita e frontal entre dois projetos de país, que substitua a tentação da alternância pela negação do retrocesso.

A argamassa da direita, nesse momento, é o denuncismo anticorrupção, aproveitando-se de seu domínio sobre os meios de comunicação e sobre o poder judiciário. Manter-se nessa agenda, na qual a capacidade de fogo do conservadorismo é determinada por seu poderio midiático, seria condenar a campanha petista à defensiva.

As urnas poderão ser favoráveis ao PT se as ruas forem tomadas por um sentimento apaixonado de resistência contra o retrocesso neoliberal, fundado sobre novo pacto programático que faça avançar e aprofundar as reformas.

Poder Leonardo Attuch Mon, 13 Oct 2014 15:59:13 +0000 http://www.brasil247.com/156813
Magistrados defendem divulgação de depoimentos http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/156822 : Em nota, Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e Associação Paranaense dos Juízes Federais (Apajufe) defendem o trabalho da Justiça Federal no Paraná, no caso da divulgação dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e do doleiro Alberto Youssef e afirmam que os processos judiciais "são públicos e qualquer pessoa pode ter acesso, inclusive às audiências" <br clear="all"> :

Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

Em nota divulgada hoje (13), a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e Associação Paranaense dos Juízes Federais (Apajufe) defendem o trabalho da Justiça Federal no Paraná, no caso da divulgação dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e do doleiro Alberto Youssef. Eles foram ouvidos no último dia 8, como parte das investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

As associações esclarecem que os processos judiciais "são públicos e qualquer pessoa pode ter acesso, inclusive às audiências, salvo nas hipóteses de segredo de Justiça, de acordo com as previsões legais dos artigos 5º, LX, e 93, IX da Constituição". "A Ajufe e Apajufe não aceitam qualquer declaração que possa colocar em dúvida a lisura, eficiência e independência dos magistrados federais brasileiros", completa a nota.

Conforme dirigentes das entidades, as dez ações penais da Operação Lava Jato na 13ª vara federal da Justiça Federal do Paraná não correm em segredo de justiça, incluindo a dos interrogatórios de Costa e Youssef. De acordo com a nota, tais depoimentos não devem ser confundidos com outros realizados decorrentes de acordo de delação premiada. Estes últimos, sob análise do Supremo Tribunal Federal, estão em segredo de justiça.

No depoimento divulgado pela Justiça Federal, Costa informou que empreiteiras repassavam parte do valor de contratos firmados com a Petrobras para PP, PT e PMDB. Já Youssef ressaltou que que Lula, à época presidente da República, foi pressionado por partidos aliados a aceitar a indicação de Paulo Roberto Costa para a Diretoria de Abastecimento da Petrobras.

A divulgação dos depoimentos provocou a reação da presidenta da República e candidata à reeleição, Dilma Rousseff. Ela classificou como "muito estranho" e "estarrecedor" a divulgação dos áudios dos depoimentos. "É importante que haja de fato um interesse legítimo, real, concreto de punir corruptor e corruptores. Agora, que não se use isso de forma leviana em períodos eleitorais e de forma incompleta. A investigação deve ser feita sem manipulação política e sem qualquer outro tipo de intervenção", disse a presidenta na última sexta-feira (10).

Brasil Gisele Federicce Mon, 13 Oct 2014 17:13:07 +0000 http://www.brasil247.com/156822
Contrário a Aécio, Amaral deixa comando do PSB http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/156826 : O PSB confirmou a eleição do primeiro-secretário, Carlos Siqueira, como o novo presidente da legenda em substituição ao ex-ministro do governo Lula Roberto Amaral; com a decisão, tomada por 21 votos a 7, o alinhamento do PSB à candidatura de Aécio Neves (PSDB) ganha o reforço dos socialistas de forma quase unânime; Amaral era uma das poucas vozes discordantes do alinhamento da legenda com o PSDB, defendendo que o PSB apoiasse o PT ou se mantivesse neutro no segundo turno das eleições presidenciais <br clear="all"> :

Pernambuco 247 - O PSB confirmou a eleição do primeiro-secretário, Carlos Siqueira, como o novo presidente da legenda em substituição ao ex-ministro do Governo Lula, Roberto Amaral. Com a decisão, tomada por 21 votos a 7, o alinhamento do PSB à candidatura presidencial de Aécio Neves (PSDB) ganha o reforço dos socialistas de forma praticamente unânime.

Amaral era uma das poucas vozes discordantes do alinhamento da legenda socialista com o PSDB. As desavenças internas começaram quando Amaral marcou a reunião da Executiva Nacional para definir os quadros de comando do partido faltando apenas uma semana para a realização das eleições.

Os diretórios estaduais, fortemente influenciados pela ala pernambucana, pressionaram o dirigente para que a data fosse alterada, além de entenderem que a data havia sido definida de maneira a reconduzir Amaral e o diretório paulista à direção do partido em detrimento das demais instâncias partidárias.

Um outro ponto que pesou contra Amaral foi a sua relutância em apoiar a candidatura do PSDB no segundo turno. Considerado um socialista histórico, Amaral sempre teve uma aproximação forte com o PT e defendia que a legenda apoiasse a reeleição da presidente Dilma Rousseff ou optasse pela neutralidade.

Neste final de semana, ele manifestou por meio de uma carta aberta, a sua insatisfação com a legenda pelo apoio dado a Aécio na última quinta-feira (9). Amaral assumiu a presidência do PSB com a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo campos, em um acidente aéreo ocorrido em Santos (SP) no último dia 13 de agosto.

Nas eleições internas desta segunda-feira, Amaral não compareceu à reunião realizada no Hotel Nacional, em Brasília, onde o PSB elegeu os membros que comporão a Executiva Nacional do partido pelos próximos três anos. Assim como ele, a ex-coordenadora da campanha presidencial de Marina Silva, Luiza Erundina, também não participou do encontro.

O novo presidente, Carlos Siqueira, é considerado como um sujeito discreto e, também, um hábil articulador, além de ser próximo de Roberto Amaral. Esta aproximação poderá ajudar a acalmar os ânimos internos e evitar um possível racha nas fileiras socialistas.

Siqueira, que era um dos coordenadores da campanha presidencial de Campos, foi destituído da função por marina Silva assim que esta foi alçada à condição de cabeça de chapa após a morte de Eduardo. Siquira saiu atirando contra Marina. Agora, nas últimas semanas, ele disse que já teria conversado com Marina sobre o episódio e que os dois teriam se entendido sobre o acontecido.

Pernambuco 247 Paulo Emílio Mon, 13 Oct 2014 18:17:19 +0000 http://www.brasil247.com/156826
Segundo exame descarta suspeita de ebola no Brasil http://www.brasil247.com/pt/247/saudeebemestar/156821 : Ministério da Saúde informou nesta segunda-feira 13 que deu negativo o resultado do segundo exame feito no paciente com suspeita de ebola. O Instituto Evandro Chagas, em Belém, confirmou que o homem de 47 anos, procedente da Guiné, não tem o vírus <br clear="all"> :

Aline Leal - Repórter da Agência Brasil

O Ministério da Saúde informou hoje (13) que deu negativo o resultado do segundo exame feito no paciente com suspeita de ebola. O Instituto Evandro Chagas, em Belém, confirmou que o homem de 47 anos, procedente da Guiné, não tem o vírus.

Segundo o ministro, Arthur Chioro, os critérios para a alta do paciente serão analisados pela equipe médica do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio, onde está internado. As pessoas que tiveram contato com ele, e que ficaram em observação, foram liberadas do monitoramento.

O ministro disse que as medidas de prevenção da doença permanecem iguais. "Todas as medidas de prevenção e de vigilância em relação ao ebola permanecem. Ao mesmo tempo que passamos tranquilidade à população, entendemos que se trata de uma enfermidade de risco pequeno, mas que não podem ser descartadas as medidas de prevenção", avaliou o ministro.

O homem natural da Guiné chegou ao Brasil no dia 19 de setembro. Em Cascavel, o africano sentiu febre no dia 8 de outubro, e no dia seguinte procurou uma Unidade de Pronto-Atendimento. Ministério da Saúde foi acionado e o paciente transferido para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, onde permanece em observação.

Foram feitos dois exames de sangue no paciente, um no dia em que o ministério foi avisado da suspeita e outro 48 horas depois. É o procedimento indicado pela Organização Mundial da Saúde para confirmação ou descarte de um caso da doença.

A Guiné é um dos países da África Ocidental onde há uma epidemia de ebola. No país, pelo menos 1.350 pessoas foram contaminadas e 778 morreram com a febre hemorrágica, desde o começo do ano.

Saúde e Bem Estar Gisele Federicce Mon, 13 Oct 2014 17:08:15 +0000 http://www.brasil247.com/156821
Marília Arraes: "Família de Eduardo não é um partido" http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/156816 : A prima do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e vereadora do Recife, Marília Arraes (PSB), criticou o apoio do PSB e da família Campos ao candidato Aécio Neves (PSDB); segundo ela, "a família de Eduardo Campos não é um partido"; "Acredito que é contraditório e é a mesma coisa de rasgar a nossa história. O pernambucano sabe o que a gente sofreu quando meu avô, Miguel Arraes, foi governador. Nós sofremos o maior arrocho, fechamento de torneiras para o Estado de Pernambuco. Foi uma perseguição que mostra qual é a política do PSDB de Aécio. Nós do PSB fomos as principais vítimas disso", disse <br clear="all"> :

Pernambuco 247 - A prima do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e vereadora do Recife, Marília Arraes (PSB), criticou o apoio do PSB ao candidato Aécio Neves (PSDB), bem como o fato da família do socialista ter aderido à postulação tucana, algo considerado essencial pelo PSDB para alavancar a votação de Aécio no Nordeste. Segundo Marília, a "a família de Eduardo Campos não é um partido".

A declaração de Marília foi feita na manhã desta segunda-feira (13) em entrevista à Rádio Jornal. Segundo a parlamentar, o apoio do PSB e mesmo da família Campos ao PSDB vai de encontro a história do próprio partido. "Essa política do Aécio nós conhecemos. Nós e (Miguel) Arraes fomos o grupo mais perseguido pelo PSDB quando Fernando Henrique era presidente. Essa política eu enxerguei na candidatura de Paulo Câmara (eleito governador de Pernambuco pelo PSB) e na candidatura de Eduardo à Presidência", disparou.

"Acredito que é contraditório e é a mesma coisa de rasgar a nossa história. O Pernambucano sabe o que a gente sofreu quando meu avô, Miguel Arraes, foi governador. Nós sofremos o maior arrocho, fechamento de torneiras para o Estado de Pernambuco. Foi uma perseguição que mostra qual é a política do PSDB de Aécio. Nós do PSB fomos as principais vítimas disso", afirmou Marília.

Marília vem desfiando um rol de críticas ao PSB desde que Eduardo Campos tentou colocar filho mais velho, João, no comando da Juventude Socialista do PSB. As costuras políticas visando as eleições presidenciais aprofundaram estas desavenças e Marília acabou por não apoiar a candidatura de Paulo Câmara ao Governo do Estado e nem a postulação de Marina Silva à Presidência da República.

"Eu não tenho como defini-la (Marina Silva) porque eu não a conheço. Ela estava, como eu costumo dizer, "matriculada" no PSB. Ela não é socialista. Ela não é do partido. Ela queria lançar o seu partido, a Rede, mas não conseguiu. Entrou no PSB por uma questão de conveniência, então eu não posso considerá-la como co-partidária minha nem como membro do PSB", disparou.

Pernambuco 247 Paulo Emílio Mon, 13 Oct 2014 16:34:52 +0000 http://www.brasil247.com/156816
Aécio ignora Wagner: "Tenho coisas mais relevantes para ler" http://www.brasil247.com/pt/247/bahia247/156827 : As críticas que recebeu do governador Jaques Wagner parecem não ter incomodado o candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves; questionado sobre as declarações do petista, como a de que ele "não tem apreço pelo trabalho", Aécio disse que não se importa; "Tenho coisas mais relevantes para ler" <br clear="all"> :

Bahia 247 - As duras críticas que recebeu do governador Jaques Wagner parecem não ter incomodado o candidato do PSDB à presidência da República, Aécio Neves. Questionado sobre as declarações do petista, Aécio disse em evento de campanha em Curitiba-PR que não se importa com o teor da entrevista concedida por Wagner ao jornal Folha de São Paulo. "Tenho coisas mais relevantes para ler".

O governador da Bahia afirmou, entre outras coisas, que Aécio "não tem muito apreço ao trabalho", não pode dar aula de ética e que o PSDB promove a "destilaria do ódio" nesta campanha. Mesmo depois de informado sobre o teor da entrevista, o tucano continuou em silêncio.

Aécio reafirmou que a presidente Dilma Rousseff está "à beira de um ataque de nervos" e que voltou a patrocinar "ataques" conta ele, assim como fez com Marina Silva (PSB) e Eduardo Campos (PSB) no primeiro turno. "Mas comigo isso não vai pegar. Estou pronto para o debate, no que depender de mim, propositivo e de alto nível", disse o tucano.

Bahia 247 Romulo Faro Mon, 13 Oct 2014 18:24:02 +0000 http://www.brasil247.com/156827
"Aécio acena à esquerda e preserva a direita" http://www.brasil247.com/pt/247/poder/156777 : Colunista do 247 Tereza Cruvinel afirma que documento divulgado pelo candidato tucano para viabilizar o apoio de Marina Silva, "com acenos à esquerda, informa que vale tudo para tirar o PT do poder, inclusive prometer um governo com propostas semelhantes à dos governos petistas"; Aécio Neves "absorve algumas políticas e propostas dos governos petistas", propõe ampliar o Bolsa Família, mas não comete o mesmo erro da candidata derrotada em 1º turno de ser contra a exploração do pré-sal; "Ou seja, faz um aceno à esquerda, admitindo até ampliar a própria visão, mas isso não incomoda a direita nesta altura do campeonato. Havendo a vitória, removido o PT do poder, depois tudo se ajeita", diz a jornalista <br clear="all"> :

247 – Na carta que divulgou no último sábado, no Recife, para viabilizar o apoio de Marina Silva à sua candidatura, o tucano Aécio Neves, em busca da vitória no segundo turno, fez acenos à esquerda sem incomodar a direita, diz Tereza Cruvinel, em nova coluna no 247. Documento "absorve algumas políticas e propostas dos governos petistas, entre elas a participação da sociedade nos conselhos relacionados com os serviços sociais, proposta por Dilma num projeto que enfrenta forte oposição do PSDB no Congresso", descreve a jornalista.

Aécio defender ainda a ampliação do Bolsa Família – "certamente isso não agrada seus eleitores de elite que detestam o Bolsa-Família, mas agora o que importa é vencer", comenta Tereza – e prega o "combate a toda discriminação, seja étnica, de gênero, de orientação sexual, religiosa, ou qualquer outra que fira os direitos humanos e a liberdade de escolha de cada cidadão" – segundo a colunista, "outro ponto da carta que não deve agradar eleitores conservadores de Aécio".

"Bem ao estilo de seu avô Tancredo na campanha para o Colégio Eleitoral, Aécio define seus compromisso como sendo 'a visão de brasileiro, mais do que de representante de um partido', e prega a unidade de todos que votaram contra a continuidade: 'Não para abdicarem do que creem, mas para ajudarem a ampliar nossa visão e para podermos, juntos, construir um Brasil melhor'. Ou seja, faz um aceno à esquerda, admitindo até ampliar a própria visão, mas isso não incomoda a direita nesta altura do campeonato. Havendo a vitória, removido o PT do poder, depois tudo se ajeita", conclui Tereza Cruvinel.

Leia a íntegra em A carta de Aécio a Marina

Poder Gisele Federicce Mon, 13 Oct 2014 13:03:55 +0000 http://www.brasil247.com/156777
Richa discorda de FHC sobre "desinformados" http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/156788 : "Acredito que a votação forte do PT, não só agora, mas em todas eleições anteriores, é em função dos programas sociais, que têm uma predominância muito forte no Nordeste", disse governador eleito no Paraná, Beto Richa (PSDB); opinião do ex-presidente é de que o eleitor que vota no PT está "desinformado" <br clear="all"> :

Paraná 247 – O governador reeleito do Paraná, Beto Richa (PSDB), discordou do seu correligionário e ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso. Segundo FHC, quem vota no PT está desinformado.

"Respeito muito a opinião do presidente, mas nesse aspecto discordo. Acredito que a votação forte do PT, não só agora, mas em todas eleições anteriores, é em função dos programas sociais, que têm uma predominância muito forte no Nordeste. E isso fez com que ao longo dos últimos anos fortalecesse demais o seu partido e os partidos aliados", disse Richa, conforme a Agência Estado. O tucano foi reeleito com 55,67% dos votos válidos.

Após a divulgação do resultado do primeiro turno da eleição presidencial, com ampla vitória da presidente Dilma Rousseff (PT) na Região Nordeste, FHC afirmou aos colunistas Josias de Souza e Mario Magalhães, do portal Uol, que o "PT está fincado nos menos informados, que coincide de ser os mais pobres". "Não é porque são pobres que apoiam o PT, é porque são menos informados", declarou.

Dilma atingiu 41,6% dos votos válidos no primeiro turno, seguida pelo presidenciável do PSDB, Aécio Neves, com 33,5%. A petista conquistou 59,5% do eleitorado nordestino, enquanto o tucano atingiu 15% dos votos válidos.

Paraná 247 Leonardo Lucena Mon, 13 Oct 2014 13:13:47 +0000 http://www.brasil247.com/156788
Vaticano defende mudança da Igreja em relação aos gays http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/156784 : Numa grande mudança de tom, um documento do Vaticano declarou nesta segunda-feira que os homossexuais têm "dons e qualidades a oferecer" e indagou se o catolicismo pode aceitar os gays e reconhecer aspectos positivos de casais do mesmo sexo <br clear="all"> :

Por Philip Pullella

CIDADE DO VATICANO (Reuters) - Numa grande mudança de tom, um documento do Vaticano declarou nesta segunda-feira que os homossexuais têm "dons e qualidades a oferecer" e indagou se o catolicismo pode aceitar os gays e reconhecer aspectos positivos de casais do mesmo sexo.

O documento, preparado após uma semana de discussões sobre temas relacionados à família no sínodo que reuniu 200 bispos, disse que a Igreja deveria aceitar o desafio de encontrar "um espaço fraternal" para os homossexuais sem abdicar da doutrina católica sobre família e matrimônio.

Embora o texto não assinale nenhuma mudança na condenação da igreja aos atos homossexuais ou em sua oposição ao casamento gay, usa uma linguagem menos condenatória e mais compassiva que comunicados anteriores do Vaticano, sob o comando de outros papas.

A declaração será a base das conversas da segunda e última semana da assembleia, convocada pelo papa Francisco. Também servirá para aprofundar a reflexão entre católicos de todo o mundo antes de um segundo e definitivo sínodo no ano que vem.

"Os homossexuais têm dons e qualidades a oferecer à comunidade cristã: seremos capazes de acolher essas pessoas, garantindo a elas um espa