Brasil 24/7 http://www.brasil247.com/ O seu jornal digital 24 horas por dia 7 dias por semana pt Copyright 2016, Brasil 24/7 Mon, 08 Feb 2016 14:35:39 +0000 60 Newscoop http://www.brasil247.com/themes/publication_1/theme_4/assets/img/logo.png Brasil 24/7 http://www.brasil247.com/ 144 120 Berzoini: “Impeachment se combate com bom governo” http://www.brasil247.com/pt/247/poder/216302 : Ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República acredita que a pauta do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff deva ser tratada "incidentalmente"; "O melhor combate ao impeachment é governar bem", diz Ricardo Berzoini em entrevista ao Congresso em Foco; como responsável pela relação entre Executivo e Legislativo, sua estratégia para a sobrevivência do governo é de médio prazo; "Para barrar o impeachment, o governo precisa de um terço dos votos dos deputados. Mas, além disso, necessitamos manter e até ampliar a base de apoio no Congresso até o final do mandato, em 2018", argumenta <br clear="all"> :

247 – Responsável pela relação do governo com o Congresso Nacional, o ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Ricardo Berzoini, prepara uma plano de médio prazo para derrubar o processo de impeachment que corre contra a presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.

Para ele, "o melhor combate ao impeachment é governar bem". Ao portal Congresso em Foco, ele detalha que "governar bem" significa executar a terceira etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, garantir os investimentos em logística sem atrasos e melhorar a qualidade do crédito nos bancos públicos, entre outras ações.

Em sua avaliação, o governo não pode parar suas ações por conta do barulho feito pela oposição diariamente na defesa do afastamento da presidente do poder. "O impeachment é um tema a ser tratado incidentalmente", opina, explicando o que seria uma estratégia de médio prazo contra essa pauta.

"Para barrar o impeachment, o governo precisa de um terço dos votos dos deputados. Mas, além disso, necessitamos manter e até ampliar a base de apoio no Congresso até o final do mandato, em 2018", argumenta, lembrando que não basta convencer os deputados de que Dilma não cometeu crime de responsabilidade.

Poder Gisele Federicce Mon, 08 Feb 2016 10:53:55 +0000 http://www.brasil247.com/216302
Requião lança plano de olho na presidência http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/216301 : Senador começou a sair a campo para viabilizar sua candidatura a presidente da República, em 2018, dentro do PMDB; uma das primeiras tarefas foi elaborar, em conjunto com economistas e intelectuais, cinco pontos essenciais à retomada do desenvolvimento do país; Roberto Requião se inspira em Bernie Sanders, pré-candidato democrata que ameaça derrotar a ex-primeira-dama Hillary Clinton nos EUA, com 10 pontos pelos quais contesta a supremacia de Wall Street; "Requião, você é o nosso Bernie Sanders do Brasil", comparou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), entusiasta da candidatura do colega paranaense <br clear="all"> :

Blog do Esmael Morais - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) começou sair a campo para viabilizar sua candidatura à presidente da República, em 2018, dentro do partido. Uma das primeiras tarefas dele foi elaborar, em conjunto com economistas e intelectuais, 5 pontos essenciais à retomada do desenvolvimento do país. São eles: 1- o compromisso com a democracia; 2- o compromisso com a soberania; 3- o compromisso com a solidariedade; 4- o compromisso com o desenvolvimento; e 5- o compromisso com a sustentabilidade.

Inspirado no nova-iorquino Bernie Sanders, o pré-candidato democrata que ameaça derrotar no partido a ex-primeira-dama Hillary Clinton com 10 pontos os quais contestam a supremacia de Wall Street.

“Requião, você é o nosso Bernie Sanders do Brasil”, comparou em mensagem o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). O petista é um entusiasta da candidatura do colega paranaense à sucessão da presidente Dilma Rousseff (PT).

Os cinco pontos de Requião são o ponto de partida da discussão de uma proposta para economia brasileira. O documento será levado à apreciação de uma pré-convenção do PMDB dos três estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – no próximo dia 5 de março, em Porto Alegre, data em que o senador completará 75 anos. Já a convenção nacional do partido ocorrerá no dia 12 de março próximo, em Brasília.

Tal qual o democrata Bernie, Requião é o pesadelo dos banqueiros. O senador peemedebista propõe, dentre outras medidas para retomar a economia brasileira, limitar os juros dos cartões de crédito em 15% ao ano ante os 431% atuais.

Paraná 247 José Barbacena Mon, 08 Feb 2016 10:34:34 +0000 http://www.brasil247.com/216301
Nilo Batista: Globo ataca e fere o Estado de Direito http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/216294 : Advogado do ex-presidente Lula, Nilo Batista rebate reportagem publicada pela coluna Expresso, do site da revista Época, que aponta que seu escritório faturou R$ 8,8 milhões com a Petrobras por meio de quatro contratos firmados durante o governo petista; segundo o criminalista, as informações publicadas estão "incompletas ou fora de contexto, de modo a sugerir a seus leitores algum tipo de vinculação entre o fato de Nilo Batista &amp; Advogados Associados ter sido remunerada pela Petrobras e de ter se agregado recentemente ao esforço de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva"; nota afirma ainda que Batista é o novo "alvo" da imprensa "tendenciosa" que mira, na verdade, Lula <br clear="all"> :

247 - O criminalista Nilo Batista divulgou uma nota em resposta à reportagem "Criminalista contratado por Lula faturou R$ 8,8 milhões com a Petrobras", publicada na coluna Expresso, do site da revista Época, da Editora Globo.

Para o advogado, que recentemente foi contratado para trabalhar na defesa de Lula, as informações da matéria foram publicadas de forma "incompletas ou fora de contexto, de modo a sugerir a seus leitores algum tipo de vinculação entre o fato de Nilo Batista & Advogados Associados ter sido remunerada pela Petrobras e de ter se agregado recentemente ao esforço de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva".

A nota acusa a imprensa "tendenciosa" de fazer de Nilo Batista seu novo "alvo" e ainda de ferir "frontalmente o Estado democrático de direito" ao atacar advogados "infundadamente e de modo leviano e injustificável". O texto também cita Roberto Teixeira, outro advogado de Lula que vem sendo citado em reportagens recentemente. Leia a íntegra da nota:

Nota de desagravo ao escritório Nilo Batista & Advogados Associados.

Em matéria intitulada "Criminalista Contratado por Lula faturou R$ 8,8 milhões com a Petrobras", divulgada, a partir das 6:02h de 5 de fevereiro de 2016, na coluna Expresso, mantida no site da Revista Época na internet, seu autor expôs informações incompletas ou fora de contexto, de modo a sugerir a seus leitores algum tipo de vinculação entre o fato de Nilo Batista & Advogados Associados ter sido remunerada pela Petrobras e de ter se agregado recentemente ao esforço de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Uma vez mais a imprensa tendenciosa, comprometida com interesses escusos, descompromissada com a verdade e em mais uma tentativa de criminalização de partidos políticos e, em especial, do ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva, resolve atacar, também, os advogados de defesa do ex-presidente. Desta vez o alvo foi o renomado, tradicional e respeitável escritório Nilo Batista & Advogados Associados.

Tal como Nilo Batista, o respeitável advogado Roberto Teixeira também tem sido atacado levianamente.

Os ataques ao advogado Roberto Teixeira e ao escritório de Nilo Batista fere não só os 10 advogados que fazem parte do escritório, como a todos os advogados do país que se dedicam com ética e denodo na defesa de direitos e garantias fundamentais.

É imperioso ressaltar que a advocacia tem acento constitucional e é indispensável à justiça.

O exercício livre da atividade profissional do advogado é pressuposto da democracia. Não há justiça sem advogado.

De igual modo o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa, a presunção de inocência entre outros, são princípios fundamentais do Estado democrático de direito.

Independente de quem quer que seja investigado ou acusado o direito de defesa é sagrado.

Não é despiciendo lembrar que Nilo Batista tem uma trajetória em defesa dos direitos humanos e da democracia. Durante o regime de exceção Nilo juntamente com outros advogados defendeu inúmeros presos políticos e acusados pela ditadura.

Contudo, não é a primeira vez que Nilo Batista é atacado por estar ao lado daqueles que lutaram e lutam pelos direitos sociais, pelos direitos humanos -em sua maior amplitude - e pela democracia material. Quando governou o Estado do Rio de Janeiro ao lado de Leonel Brizola, Nilo também foi ofendido como pessoa e profissional, mas seguiu firme na luta em defesa dos excluídos e vulneráveis.

Quando a imprensa ataca infundadamente e de modo leviano e injustificável advogados fere frontalmente o Estado democrático de direito.

Mídia Gisele Federicce Mon, 08 Feb 2016 08:26:17 +0000 http://www.brasil247.com/216294
Defesa de Lula: ‘Estado’ publica “novas mentiras” http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/216320 : Advogado Roberto Teixeira divulga nota para desmentir reportagem publicada nesta segunda-feira 8 pelo jornal Estado de S. Paulo, em que afirma que um topógrafo "foi chamado às pressas" por Teixeira para fazer "alterações na área" do sítio em Atibaia em 2015; segundo o advogado, há "toda evidência" de que o jornal "manipulou as palavras do topógrafo Claudio Benatti" <br clear="all"> :

247 – O advogado Roberto Teixeira, que defende o ex-presidente Lula, divulgou uma nota nesta segunda-feira 8 para rebater reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo intitulada "Topógrafo diz que fez alterações na área de propriedade", sobre o sítio em Atibaia usado por Lula e sua família.

O jornal, que já foi "cabalmente desmentido em relação ao que foi publicado no dia 04/02/2016 ('Compra de sítio em Atibaia foi lavrada em escritório de compadre de Lula'), segundo a defesa de Lula, volta a publicar "novas mentiras", desta vez "manipulando as palavras do topógrafo Claudio Benatti e misturando assuntos estritamente jurídicos com 'obras realizadas na propriedade'".

Leia abaixo a íntegra da nota:

Nota

Depois de ser cabalmente desmentido em relação ao que foi publicado no dia 04/02/2016 ("Compra de sítio em Atibaia foi lavrada em escritório de compadre de Lula"), o jornal O Estado de S.Paulo, que é dirigido por um conselho de credores, passou a atacar a minha atuação como advogado, buscando, claramente, fragilizar a defesa de meus clientes.

O jornal já tentou na mesma reportagem em que foi desmentido, qualificar-me como "empresário", atividade que jamais tive, pois nos últimos 46 anos me dediquei de forma ininterrupta à advocacia, tendo sido, inclusive, eleito pelos meus pares em duas oportunidades para exercer a presidência da Subsecional da OAB de São Bernardo do Campo (SP), além de ter sido presidente de banca do Exame de Ordem do Estado de São Paulo.

O jornal também mentiu ao afirmar que a compra do sítio "Santa Barbara" teria envolvido transação em dinheiro vivo no meu escritório. Demonstrei, através de documentos incontestáveis, que o preço foi pago integralmente por meio de cheques administrativos, sendo mendaz também essa versão do diário.

Na data de hoje (08/02/2016), o jornal publicou nova reportagem ("Topógrafo diz que fez alterações na área da propriedade") por meio da qual está, à toda evidência, manipulando as palavras do topógrafo Claudio Benatti e misturando assuntos estritamente jurídicos com "obras realizadas na propriedade". Como já disse anteriormente, já fiz a indicação do referido profissional a diversos clientes para dar suporte a trabalhos jurídicos envolvendo a conferência das dimensões de um imóvel ou a delimitação da propriedade. No caso concreto, o Sr. Benatti foi indicado exatamente para fazer o levantamento da área que estava sendo adquirida pelos meus clientes Fernando Bittar e Jonas Suassuna, no ano de 2010, quando prestei assessoria jurídica no processo de aquisição. Posteriormente, no ano de 2015, o mesmo profissional foi indicado apenas para subsidiar um estudo jurídico tendente à melhor divisão da propriedade. Ou seja, não houve qualquer atividade do profissional na propriedade no ano mencionado, como sugere a reportagem.

É mentirosa a afirmação de que o "topógrafo fez alterações na propriedade", uma vez que o trabalho por ele realizado teve por objetivo apenas dar suporte a providências jurídicas que estavam sob a minha responsabilidade como advogado. E este trabalho jurídico se restringiu à elaboração de documentos, como o contrato particular de compra e venda, a lavratura da escritura de compra e venda e um estudo jurídico visando a uma nova divisão da propriedade.

É lamentável a conduta do jornal, que se prestou a conceder suas páginas para a publicação de novas mentiras, como forma de tentar fragilizar a defesa jurídica dos meus clientes e retribuir o vazamento seletivo de documentos e informações, promovido de forma regular por autoridades descomprometidas com o Estado Democrático de Direito.

Roberto Teixeira

Mídia Gisele Federicce Mon, 08 Feb 2016 13:18:55 +0000 http://www.brasil247.com/216320
Na TV, PT diz que é hora de deixar pessimismo de lado http://www.brasil247.com/pt/247/poder/216282 : No comercial que levará ao ar nesta terça-feira de carnaval, o PT vai tentar resgatar o otimismo em relação ao partido e ao país: “Está na hora de mudar o enredo. Vamos deixar de lado o pessimismo e construir novas vitórias. O Brasil é o nosso bloco, é a nossa escola, é o nosso estandarte”, diz o locutor do comercial; diante do cerco contra o ex-presidente Lula e da crise enfrentada pelo governo Dilma Rousseff, o vídeo mostra apenas atores fantasiados e referências às diferentes festas pelo Brasil, sem a participação de políticos <br clear="all"> :

247 - No comercial que levará ao ar nesta terça (9), o PT recorrerá ao “espírito de Carnaval” para tentar resgatar o otimismo em relação ao partido e ao país, segundo a colunista Natuza Nery.

Diante do cerco da imprensa e de operações da PF em curso contra o ex-presidente Lula, além da crise enfrentada pelo governo Dilma Rousseff, o vídeo mostra apenas atores fantasiados e referências às diferentes festas pelo Brasil, sem a participação de políticos.

“Está na hora de mudar o enredo. Vamos deixar de lado o pessimismo e construir novas vitórias. O Brasil é o nosso bloco, é a nossa escola, é o nosso estandarte”, diz o locutor.

Poder Roberta Namour Mon, 08 Feb 2016 06:21:37 +0000 http://www.brasil247.com/216282
‘Indicação de Dimas por Aécio quase rachou o PT’ http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/216201 : Deputado estadual Rogério Correia conta ao 247 que era líder da bancada do PT em Minas quando o senador Aécio Neves (PSDB-MG) indicou o nome de Dimas Toledo para a diretoria de Furnas, o que, segundo ele, quase causou um racha no partido no Estado; "Eu fui um dos que me revoltei", afirma, sobre o fato de o governo Lula, à época, ter acatado a indicação de um tucano em detrimento do PT; acusado de coordenar um esquema de propina na estatal, Aécio nega as acusações argumentando que não poderia ter influência para indicar alguém em um governo petista; "Seria como se o técnico do São Paulo escalasse o time do Corinthians", disse; Correia rebate: "Ele nunca foi técnico de um time só, sempre vestiu duas camisas"; o petista, que já foi à PGR mais de uma vez levar documentos contra Aécio, diz que "não falta nada" para se abrir uma investigação e que se o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não apurar as denúncias de Furnas, estará cometendo "um pecado" <br clear="all"> :

Gisele Federicce, 247 – A indicação do nome de Dimas Toledo para a diretoria de Furnas pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), logo após as eleições de 2002, quando Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito presidente, quase causou um racha no PT, contou ao 247 o deputado estadual Rogério Correia (PT-MG), que à época era líder da bancada do partido em Minas.

Aécio nega a indicação sob o argumento de que não teria como ter influência para apresentar nomes em um governo petista, uma vez que fazia parte da oposição. Seria como se "o técnico do São Paulo escalasse o time do Corinthians", disse o tucano em um vídeo postado no Facebook na última semana, em que anunciou que processaria o lobista Fernando Moura, que o acusou de coordenar um esquema de propina na estatal em delação premiada na Lava Jato.

"Ora, ele nunca foi técnico de um time só, sempre vestiu duas camisas", rebateu Rogério Correia, confirmando que o senador teria, sim, influência para indicar o diretor de Furnas. Segundo o petista, a aceitação, pelo governo, do nome de um tucano em detrimento do PT quase causou um racha na legenda estadual. Correia lembra do movimento "Lulécio", de 2006, e diz que foi um dos que "mais se revoltou".

"O PT do sul de Minas ficou indignado. Isso é segredo de polichinelo em Minas", acrescentou o deputado em referência à indicação de Toledo por Aécio. "Ele é muito cara de pau de dizer que não foi ele", afirma. Aécio foi acusado pelo lobista Fernando Moura de receber um terço do montante de toda a propina que corria no esquema de Furnas – outro terço iria para o PSDB nacional e outro, para o de São Paulo.

O deputado do PT, que já foi por mais de uma vez à Procuradoria Geral da República levar documentos que segundo ele comprovam o esquema de Furnas e o envolvimento de Aécio, diz que "não falta absolutamente nada" para se começar a investigar o caso. "Eu até estou dizendo que se não se investigar Furnas, é pecado. O Aécio nem rezando um terço ele sai dessa. Porque tem toda a documentação necessária para isso", afirmou.

De acordo com o petista, Furnas "já foi comprovada de diversas formas, sendo uma delas através da lista, que foi periciada". "Um jornalista quase morreu, eu quase tive o mandato cassado, mas a lista foi examinada pela perícia da polícia e deu como autêntica. Só isso já era mais do que suficiente", defende.

Antes da divulgação da lista citada por Correia, o deputado lembra que a procuradora da República no Rio Andrea Bayão Ferreira já havia feito uma investigação e concluído que havia propina na estatal. Em 2012, ela denunciou Dimas Toledo, então ex-diretor de Planejamento, e um grupo de políticos e empresários acusados de participarem do esquema de recebimento de propina - os nomes da lista.

Depois, destaca o deputado, o doleiro Alberto Youssef faz a denúncia de que Aécio recebia uma mesada de R$ 100 mil vinculada à empresa Bauruense, subcontratada de Furnas. E agora a nova revelação do delator Fernando Moura, dizendo que o senador ficaria com um terço do dinheiro. Para o tucano, a inclusão de seu nome na investigação é uma forma de envolver a oposição e seu partido, o PSDB, no escândalo da Petrobras. Correia rebate o argumento usado por Aécio, sustentando que "antes de petrolão" ele "já denunciava Furnas".

"O crime é antes do petrolão. O problema é que nunca ninguém quis apurar", afirma. Segundo ele, o senador conseguiu "fugir" de investigação até agora porque "comprou a imprensa" em Minas e chegou a "mandar cassar mandatos". Sobre a informação de que Aécio irá processar Fernando Moura, o deputado provoca: "Por que ele nunca processou o Dimas Toledo? Porque é bandido dele".

Minas 247 Gisele Federicce Sat, 06 Feb 2016 19:37:00 +0000 http://www.brasil247.com/216201
Simon vê Lula fora em 2018: “Não vai ser mais nada” http://www.brasil247.com/pt/247/rs247/216296 : Após mais de 50 anos de vida pública, ex-senador peemedebista deixou a política, mas ainda arrisca palpites; Pedro Simon exalta a Operação Lava Jato e critica o ex-presidente Lula, descartando o petista da disputa do Planalto em 2018; "Não sei o que vai acontecer com ele, mas, certamente, ele ficará marcado como uns dos homens públicos que levou à ruína do País. Ele não vai ser mais nada, as pessoas estão muito esclarecidas agora"; para Simon, "Lula não pode mais dizer que não sabia" <br clear="all"> :

Rio Grande do Sul 247 - Com mais de 50 anos de vida pública, o ex-senador Pedro Simon acredita que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não "vai ser mais nada". Em entrevista à revista IstoÉ, o peemedebista afirma que pede proteção divina para o juiz Sérgio Moro e revela sua decepção com os antigos aliados petistas.

"Quando houve a primeira denúncia no caso dos Correios, eu subi à tribuna e disse que o Lula iria demitir os envolvidos. Mas ele não demitiu, nem deixou que criássemos a CPI. Precisamos do STF para criá-la. Hoje, o Lula não pode mais dizer que não sabia, porque está tão provado, está tão certo, que o melhor é ele ficar quieto", afirma.

"Não sei o que vai acontecer com ele, mas, certamente, ele ficará marcado como uns dos homens públicos que levou à ruína do País. Ele não vai ser mais nada, as pessoas estão muito esclarecidas agora. O PT vai pagar suas contas e o Lula deixará a cúpula do partido", acrescentou.

Simon exalta a Operação Lava Jato e afirma que o maior escândalo de corrupção teve origem no governo Lula: "O Judiciário brasileiro nunca existiu, só existia para ladrão de galinha. Hoje, ele mudou. Com o Sérgio Moro as coisas vão aparecer. Vai ficar provado que o maior escândalo criminoso do século foi feito no Brasil e, pode ter várias origens, mas teve seu apogeu no governo Lula".

"Eu rezo todas as noites pelo Sério Moro e pelo Papa Francisco. Tenho muito medo que aconteça alguma coisa com eles, porque são duas pessoas muito boas e que estão fazendo coisas extremamente relevantes", opina. Leia aqui a íntegra da entrevista.

Rio Grande do Sul 247 José Barbacena Mon, 08 Feb 2016 09:27:22 +0000 http://www.brasil247.com/216296
Paes: crise “não afetou em nada” o Carnaval do Rio http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/216297 Tânia Rêgo/Agência Brasil: <p>Rio de Janeiro - O prefeito Eduardo Paes entrega a chave da cidade ao Rei Momo, Wilson Dias da Costa Neto, no Palácio da Cidade e oficializa o o início do carnaval no Rio (Tânia Rêgo/Agência Brasil)</p> "Mesmo com a crise, o carnaval do Rio este ano está sendo um sucesso. Os hotéis estão lotados, os turistas estão vindo na mesma proporção de todos os anos", disse o prefeito do Rio de Janeiro, lembrando que a Prefeitura até investiu mais para a festa deste ano; "O carnaval é uma festa que traz gente do País e de todo o mundo. Movimenta a economia do Rio, gera muita receita e aumenta arrecadação", comemora <br clear="all"> Tânia Rêgo/Agência Brasil: <p>Rio de Janeiro - O prefeito Eduardo Paes entrega a chave da cidade ao Rei Momo, Wilson Dias da Costa Neto, no Palácio da Cidade e oficializa o o início do carnaval no Rio (Tânia Rêgo/Agência Brasil)</p>

Rio 247 – A crise econômica que afeta o Brasil não chegou perto do Carnaval do Rio de Janeiro, assegura o prefeito da capital, Eduardo Paes (PMDB), que entregou a chave da cidade ao Rei Momo na última sexta-feira (5), declarando aberta a festa.

"Mesmo com a crise, o carnaval do Rio este ano está sendo um sucesso. Os hotéis estão lotados, os turistas estão vindo na mesma proporção de todos os anos", comemora o peemedebista em entrevista à jornalista Sonia Racy.

Ele destaca que a Prefeitura até investiu mais neste ano. "Este ano tivemos que ajudar mais as escolas, porque elas tiveram dificuldades para arrumar patrocínio. Dobramos a verba que repassamos para eles e o desfile tem sido lindo".

"O carnaval é uma festa que traz gente do País e de todo o mundo. Movimenta a economia do Rio, gera muita receita e aumenta arrecadação", comemora o prefeito, que lamenta que não estará mais no cargo no carnaval do ano que vem. Leia aqui a íntegra.

Rio 247 Gisele Federicce Mon, 08 Feb 2016 09:29:47 +0000 http://www.brasil247.com/216297
Projeto tucano ameaça patrimônio de R$ 4,5 tri http://www.brasil247.com/pt/247/economia/216286 Marcos Oliveira/Agência Senado: Projeto de Lei (PL) 555/2015, de autoria do senador Tarso Jereissati (PSDB-CE), visa a privatização, de em uma só tacada, parcela significativa de todas as estatais brasileiras, o que inclui também empresas administradas pelos estados, municípios e Distrito Federal; só no âmbito federal, são 140 estatais, com patrimônio líquido de R$ 611,7 milhões, que poderão passar às mãos do mercado; conforme o texto , as estatais deverão manter em circulação no mercado pelo menos 25% das suas ações ordinárias, retomando uma política executada pelo governo Fernando Henrique Cardoso nos anos 1990, que vendeu ao capital internacional valiosos patrimônios brasileiros, como a Companhia Vale do Rio Doce <br clear="all"> Marcos Oliveira/Agência Senado:

Najla Passos, da Carta Maior

O Brasil possui hoje, só no âmbito federal, 140 empresas estatais que empregam 538.436 trabalhadores e têm seus ativos totais avaliados em R$4,5 trilhões, conforme os últimos dados consolidados pelo Ministério do Planejamento (MP), em dezembro de 2014. Só o patrimônio líquido dessas estatais é de R$ 611,7 milhões. Um patrimônio do povo brasileiro ameaçado pela cobiça do mercado.

São estatais de porte, atuação e até imagem consolidada diversas. Entre elas está a Petrobrás, gigante do petróleo mundial envolvida em escândalos de corrupção, mas também está a conceituada Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), referência internacional no desenvolvimento de tecnologia para a produção de alimentos saudáveis.

Estão também agentes consolidados do sistema financeiro, como o Banco do Brasil (BB), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco da Amazônia (Basa) e a Caixa Econômica Federal (CEF). E, ainda, empresas de atuação em outras áreas de importância estratégica para o país, como Eletrobrás, Telebrás e Correios.

Essas estatais também têm natureza jurídica diferentes. Há empresas públicas, cujo controle é todo do estado, mas também há as empresas de capital aberto, cuja parcela minoritárias das ações já está nas mãos de investidores privados. No entanto, estas últimas ainda são minoria. Das 140, apenas nove negociam ações em bolsas: Petrobrás, BB, BB Seguridade, Basa, Bndespar, Eletrobrás, Eletropar, BNB e Telebrás.

É justamente essa realidade que o Projeto de Lei (PL) 555/2015 quer mudar. De autoria do senador Tarso Jereissati (PSDB-CE), a proposta visa entregar ao mercado, em uma só tacada, parcela significativa de todas as estatais brasileiras, o que inclui não só essas 140 empresas administradas pelo governo federal, mas também às dos estados, municípios e do Distrito Federal.

Conforme o texto do projeto, as estatais deverão manter em circulação no mercado pelo menos 25% das suas ações ordinárias. Pelo menos. O projeto, portanto, propõe uma retomada da política entreguista executada pelo governo Fernando Henrique Cardoso nos anos 1990, que vendeu ao capital internacional – a preço de banana, como denunciava à época o jornalista Antônio Biondi – valiosos patrimônios brasileiros, como a Companhia Vale do Rio Doce.

Mas é uma retomada com nova roupagem, dado o evidente insucesso da política anterior que, de tão escrachada, naufragou ao propor, por exemplo, que a Petrobrás fosse rebatizada de ‘Petrobrax’ para agradar o mercado internacional. O discurso que justifica tamanho disparate, hoje, está amparado na luta contra a corrupção, usado em larga escala, inclusive, por quem mais se beneficia dela.

Ao mercado, tudo!

E não é só isso. O projeto também condiciona a direção das estatais brasileiras a um pequeno grupo de executivos com formação, visão e experiência de mercado. Proíbe, por exemplo, que ministros e ocupantes de altos cargos públicos, sindicalistas ou cidadãos com filiação partidária (em um país que se diz democrático) ocupem cadeiras nos conselhos das empresas. Pela proposta, esses cargos ficam reservados exclusivamente a pessoas com comprovação de 10 anos de mercado, o que acaba por excluir também acadêmicos e intelectuais de notório saber.

Dentre todas as mudanças propostas pelo projeto, a mais grave é a que altera a função social das estatais, hoje definida a partir de uma atuação em prol do bem-estar da população brasileira. Pelo projeto tucano, a atuação das estatais deve ser balizada única e exclusivamente pelos interesses do mercado. Se aquela agência-barco da CEF que percorre a Amazônia não dá lucro, que seja fechada. Danem-se os ribeirinhos que a têm como a única opção de acesso ao sistema financeiro!

O cordão da direita

Embora o texto do projeto tenha sido gestado em ninho tucano, com a contribuição pública do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o apadrinhamento do senador José Serra (PSDB-SP), ele também agrada aos setores do PMDB mais capturadas pelo mercado – que, é sempre bom lembrar, não são poucos. Incluído na Agenda Brasil proposta pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também caiu nas graças do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A dupla de peemedebistas investigada pela Operação Lava jato aprovou uma comissão especial mista, formada por membros das duas casas, para avaliar o projeto em tempo recorde e, em menos de três meses, disponibilizá-lo para votação. Com isso, o projeto não tramitou pelas comissões usuais do Senado e da Câmara e o debate público em torno do tema ficou totalmente comprometido.

Agora, servidores dessas estatais e as centrais sindicais de luta do país se mobilizam para tentar barra-lo. Mas a luta é inglória. O presidente do Senado já anunciou que colocará o projeto em votação na terça (16), imediatamente após o retorno da casa do carnaval. Fragilizado pelas crises política e econômica, o governo não tem empreendido os esforços mínimos necessários para derrotá-lo. Ao contrário. Há grupos do próprio governo que apoiam o PL-555/2015.

Economia Roberta Namour Mon, 08 Feb 2016 06:24:15 +0000 http://www.brasil247.com/216286
Lava Jato faz 2 anos sob críticas de advogados http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/216291 : Defesas dos réus afirmam que o juiz Sérgio Moro e o Ministério Público Federal têm usado as prisões preventivas para forçar os réus a aceitar a delação premiada; "O problema não é a delação, mas o modo como tem sido obtida. Para sair da preventiva, que ainda não foi julgada, é preciso dizer algo. Mais: é preciso uma confissão que agrade a hipótese do investigador. É uma falha que gera nulidade absoluta do processo", afirmou Pedro Estevam Serrano, advogado da Odebrecht; outra questão polêmica é sobre a transcrição do depoimento de alguns delatores; a defesa de Marcelo Odebrecht acusou a força-tarefa de ter manipulado trecho o depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o empresário <br clear="all"> :

247 – A operação Lava Jato, conduzida pelo juiz Sérgio Moro, completa dois anos sob críticas de advogados. Defesas dos réus afirmam que o juiz e o Ministério Público Federal têm usado as prisões preventivas para forçar os réus a aceitar a delação premiada.

"O problema não é a delação, mas o modo como tem sido obtida. Para sair da preventiva, que ainda não foi julgada, é preciso dizer algo. Mais: é preciso uma confissão que agrade a hipótese do investigador. É uma falha que gera nulidade absoluta do processo", afirmou Pedro Estevam Serrano, advogado da Odebrecht na área cível, em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’.

Outra questão polêmica é sobre a transcrição do depoimento de alguns delatores. A defesa de Marcelo Odebrecht acusou a força-tarefa de ter manipulado trecho o depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o empresário.

Em vídeo, Costa afirma: "Nem põe o nome dele aí porque com ele não, ele não participava disso". Segundo o advogado Alberto Toron, que defendeu o dono da UTC, Ricardo Pessoa, a denúncia de Odebrecht "é muito grave". "Fica clara a parcialidade do juiz", diz.

Para Roberson Henrique Pozzobon, procurador da República que integra a força-tarefa da Lava Jato no Paraná, rebate as críticas e fala em "tempestade em copo d'água" (leia mais).

Paraná 247 Roberta Namour Mon, 08 Feb 2016 07:37:06 +0000 http://www.brasil247.com/216291
Florence: os que atacam a política do PT querem levar o país à recessão http://www.brasil247.com/pt/247/bahia247/216290 : Novo líder do PT na Câmara, Afonso Florence critica o documento “Uma ponte para o futuro”, apresentado pelo vice Michel Temer, presidente do PMDB: ‘Enquanto os representantes dos patrões só analisam câmbio, PIB e bolsa, os representantes dos trabalhadores monitoram esses indicadores mas privilegiam os índices de empregos e salários. Os que atacam a política econômica do PT e propõem retirar direitos dos trabalhadores querem aprofundar o ajuste e levar o país à recessão. O “Ponte para o futuro” já ficou conhecido entre os progressistas como “Um salto para o passado”’ <br clear="all"> :

247 – O novo líder do PT na Câmara, Afonso Florence criticou o documento “Uma ponte para o futuro”, apresentado pelo vice Michel Temer, presidente do PMDB: “Nos governos de Lula e Dilma foram criados mais de 20 milhões de empregos, o salário mínimo subiu 76% acima da inflação, mais de 28 milhões de pessoas saíram da miséria e 40 milhões entraram na classe média. Enquanto os representantes dos patrões só analisam câmbio, PIB e bolsa, os representantes dos trabalhadores monitoram esses indicadores mas privilegiam os índices de empregos e salários”, disse.

Segundo ele, em um artigo intitulado “Volta ao passado”, os que atacam a política econômica do PT e propõem retirar direitos dos trabalhadores querem aprofundar o ajuste e levar o país à recessão: “As propostas de Temer estão em sintonia com o ajuste implementado por Levy e sua equipe, particularmente na parte a que o PT e as centrais sindicais e os movimentos sociais resistiram. As propostas do PT buscam a retomada da atividade econômica, a geração de empregos e o crescimento da renda e do trabalho, com a preservação das conquistas sociais dos trabalhadores”.

‘O “Ponte para o futuro” já ficou conhecido entre os progressistas como “Um salto para o passado”’, conclui (leia aqui).

Bahia 247 Roberta Namour Mon, 08 Feb 2016 07:06:31 +0000 http://www.brasil247.com/216290
Empresa ligada a deputado do PMDB é suspeita na máfia da merenda http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/216289 : Uma empresa que pertence ao empresário Gustavo Spido, que fez dobradinha com o presidente do PMDB estadual, Baleia Rossi, nas eleições de 2014, foi contratada para a construção de um centro de distribuição da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), em Bebedouro, que nunca foi concluído; obra recebeu repasse de R$ 384 mil do governo Alckmin (PSDB); durante a investigação da operação Alba Branca, Baleia Rossi foi apontado como um dos beneficiários do esquema de propina da merenda escolar, ao lado do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Fernando Capez (PSDB), e do secretário estadual de Logística e de Transportes, Duarte Nogueira <br clear="all"> :

247 – Uma empresa que pertence ao empresário Gustavo Spido, que fez dobradinha com o presidente do PMDB estadual, Baleia Rossi, nas eleições de 2014, foi contratada para a construção de um centro de distribuição da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), em Bebedouro, que nunca foi concluído.

A obra recebeu repasse de R$ 384 mil do governo do Estado – de um contrato no valor total de R$ 1,2 milhão assinado em 2013 com a cooperativa. A Coaf é acusada de comandar um esquema de superfaturamento de preços e pagamento de propina em contratos da merenda escolar com o governo de Geraldo Alckmin (PSDB).

Durante a investigação da operação Alba Branca, do Ministério Público Estadual e da Polícia Civil, Baleia Rossi foi apontado como um dos beneficiários do esquema, ao lado do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Fernando Capez (PSDB), e do secretário estadual de Logística e de Transportes, Duarte Nogueira.

Leia aqui reportagem de José Maria Tomazela sobre o assunto.

SP 247 Roberta Namour Mon, 08 Feb 2016 06:46:40 +0000 http://www.brasil247.com/216289
Governo reduz recursos de 8 dos 9 principais programas sociais http://www.brasil247.com/pt/247/economia/216284 : Líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE) sustenta que o impacto dos cortes em 2016 não será tão expressivo quanto o de 2015 e descarta críticas contra o governo: “A população sabe que a sua vida melhorou nos últimos anos, portanto, não temos que temer mobilização social”; a oposição, no entanto, diz que cenário deixa governo “mais vulnerável”; “Isso leva a uma insatisfação geral e vai ter reflexo nas eleições. De modo geral, é muito negativo eleitoralmente », disse o senador tucano José Serra  <br clear="all"> :

247 – Em 2015, o governo reduziu recursos de 8 dos 9 principais programais sociais que foram carros-feche das gestões de Lula e de Dilma Rousseff, segundo levantamento do ‘Estado de S. Paulo’. Para este ano, o governo pretende revisar alguns deles, mas o Bolsa Família, Fies e Minha Casa Minha Vida serão poupados.

O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), sustenta que o impacto dos cortes em 2016 não será tão expressivo quanto o de 2015. “Os programas sociais são a alma de nossos governos e não serão fragilizados. Neste ano, começamos com uma nova agenda”, disse. Ele não teme que os cortes gerem novos protestos. “A população sabe que a sua vida melhorou nos últimos anos, portanto, não temos que temer mobilização social.”

Já a oposição aponta que cenário deixa governo “mais vulnerável”. “O PT está lidando hoje com três flagelos: os escândalos, o desemprego com queda de renda e agora a deterioração das políticas sociais”, afirmou o senador José Serra (PSDB-SP). “Isso leva a uma insatisfação geral e vai ter reflexo nas eleições. De modo geral, é muito negativo eleitoralmente”, acrescentou (leia mais).

Economia Roberta Namour Mon, 08 Feb 2016 07:00:51 +0000 http://www.brasil247.com/216284
Siglas contestam lei que pode tirar Russomanno e Crivella das eleições http://www.brasil247.com/pt/247/poder/216281 : Dirigentes de ao menos 33 partidos vão ao Supremo Tribunal Federal, logo após o Carnaval, contra resolução da Justiça Eleitoral que proíbe as agremiações de lançarem candidatos a prefeito e a participarem de alianças em cidades onde não haja diretório municipal registrado, segundo a colunista Natuza Nery; em São Paulo, o PRB de Celso Russomanno, líder nas pesquisas para a prefeitura, está cadastrado na Justiça Eleitoral com uma comissão provisória, o que inviabilizaria a candidatura; o mesmo acontece com o PRB no Rio, onde o partido trabalha para lançar o senador Marcelo Crivella à sucessão do peemedebista Eduardo Paes <br clear="all"> :

247 - Dirigentes de ao menos 33 partidos vão ao STF (Supremo Tribunal Federal), logo após o Carnaval, contra resolução da Justiça Eleitoral que proíbe as agremiações de lançarem candidatos a prefeito e a participarem de alianças em cidades onde não haja diretório municipal registrado. É o que afirma a colunista Natuza Nery. Segundo ela, as siglas consideram o expediente “uma afronta do TSE ao Legislativo”, e sustentam que, durante a discussão da reforma política na Câmara, o tema foi debatido e rejeitado pelos deputados.

Em São Paulo, o PRB de Celso Russomanno, líder nas pesquisas para a prefeitura, está cadastrado na Justiça Eleitoral com uma comissão provisória, o que inviabilizaria a candidatura.

O mesmo acontece com o PRB no Rio, onde o partido trabalha para lançar o senador Marcelo Crivella à sucessão do peemedebista Eduardo Paes. Lá, PMDB e PSB estão no mesmo barco.

“Quando determina que os partidos criem diretórios, o TSE está interferindo na autonomia partidária, garantida pela Constituição, para definir suas estruturas internas. Logo, essa resolução é inconstitucional”, diz Marcos Pereira, presidente nacional do PRB.

Poder Roberta Namour Mon, 08 Feb 2016 06:33:52 +0000 http://www.brasil247.com/216281
Dilma troca agências de publicidade do governo http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/216285 José Cruz/Agência Brasil: <p>Brasília- DF- Brasil- 31/03/2015- A presidenta Dilma Rousseff, o ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil, o vice-presidente Michel Temer, o ex-presidente José Sarney e o novo ministro Edinho Silva, durante cerimônia de posse (José Cruz/Agência Brasil)</p> Atualmente, a comunicação do governo está sob a responsabilidade do ministro Edinho Silva e estaria sofrendo críticas por parte dos petistas;  desde novembro, uma equipe da Secom (Secretaria de Comunicação Social) da Presidência se dedica à elaboração de um edital que será lançado dentro de seis meses <br clear="all"> José Cruz/Agência Brasil: <p>Brasília- DF- Brasil- 31/03/2015- A presidenta Dilma Rousseff, o ministro Aloizio Mercadante, da Casa Civil, o vice-presidente Michel Temer, o ex-presidente José Sarney e o novo ministro Edinho Silva, durante cerimônia de posse (José Cruz/Agência Brasil)</p>

247 - O governo Dilma Rousseff decidiu trocar as agências de publicidade responsáveis por sua comunicação.

Segundo reportagem de Catia Seabra, desde novembro, uma equipe da Secom (Secretaria de Comunicação Social) da Presidência se dedica à elaboração de um edital que será lançado dentro de seis meses.

Atualmente, a comunicação do governo está sob a responsabilidade do ministro Edinho Silva e estaria sofrendo críticas por parte dos petistas (leia mais).

Brasil Roberta Namour Mon, 08 Feb 2016 07:13:13 +0000 http://www.brasil247.com/216285
Marta: Todo mundo tem medo de vaia http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/216283 : Pré-candidata do PMDB à Prefeitura de São Paulo, senadora Marta Suplicy “desfilou” entre os raros políticos que apareceram no espaço que o advogado Marco Aurélio Carvalho fechou para convidados, no Camarote do Bar Brahma, em SP; "Eles não vêm porque é aquela coisa, medo de serem vaiados", disse ex-petista; "Tá todo o mundo com medo de vaia. Mas eu posso. Onde eu chego, falam comigo, querem tirar foto" <br clear="all"> :

247 – A pré-candidata do PMDB à Prefeitura de São Paulo, senadora Marta Suplicy atribuiu a ausência de políticos no carnaval deste ano ao medo de críticas: "Eles não vêm porque é aquela coisa, medo de serem vaiados", disse ex-petista, no espaço que o advogado Marco Aurélio Carvalho fechou para convidados, no Camarote do Bar Brahma, em SP.

"Tá todo o mundo com medo de vaia. Mas eu posso. Onde eu chego, falam comigo, querem tirar foto", acrescentou ela, em entrevista à colunista Mônica Bergamo.

Questionada sobre o cerco ao ex-presidente Lula, disse: "A gente fica assim, né?", com um sorriso amarelo.

SP 247 Roberta Namour Mon, 08 Feb 2016 06:53:16 +0000 http://www.brasil247.com/216283
Gilberto Gil: ‘ninguém pode negar a dimensão de Lula’ http://www.brasil247.com/pt/247/bahia247/216242 : Durante o carnaval em Salvador, o cantor, compositor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil afirmou que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff morreu e que a política precisa se reeducar; já sobre Lula, disse que tem esperanças de que o ex-presidente possa "se livrar dessas investigações"; “Que ele possa ter saídas, que não comprometam definitivamente sua estatura, sua presença, sua história, sua dimensão de homem público, defensor dos setores menos protegidos da sociedade brasileira” <br clear="all"> :

Bahia 247 – O camarote mais disputado por quem quer ver e ser visto no carnaval de Salvador é o Expresso 2222. Claro, o principal anfitrião é o cantor, compositor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil. Por isso, políticos, artistas e celebridades buscam um lugarzinho ao sol naquele espaço. Mas no carnaval também há espaço para que opiniões sobre política sejam dadas. Foi exatamente o que conseguiu a jornalista Patrícia França, do jornal A Tarde, na entrevista concedida por Gilberto Gil.

Gilberto Gil elogiou a estratégia da presidente Dilma Rousseff de criar uma aproximação maior com a situação e os partidos da base aliada ao retomar o 'Conselhão', formado por 90 notáveis de vários segmentos da sociedade. "Um dos aspectos mais insistentes nas críticas que se fazem à presidente é o fato de que ela não dialoga, não investe na aproximação com os vários setores da vida política, não trabalha no sentido mais ecumênico da política. Então, tenho impressão de que os gestos todos dela são nesta direção, de tornar uma gestão mais ativa, mais partilhada".

Ele disse acreditar que o processo de impeachment morreu e que a política precisa se reeducar. Para Gil, a Operação Lava Jato pode ser o início desse processo. "Há quatro, cinco, oito anos atrás, quando vinha essa queixa contra os políticos e a corrupção, eu costuma dizer sempre: 'Olha, não só são os políticos'. E se a gente for olhar bem, eles não são nem os principais responsáveis. A Lava Jato mostra muito claramente isso, os grandes interesses (empresariais e econômicos)."

Já sobre o ex-presidente Lula, Gil falou que tem esperanças de que ele "possa se livrar das investigações". "Que ele possa ter saídas, que não comprometam definitivamente sua estatura, sua presença, sua história, sua dimensão de homem público, defensor dos setores menos protegidos da sociedade brasileira, que ninguém pode negar que ele seja um deles. Ele tem sido um deles. Enfim, tomara que ele se livre de tudo isso".

Leia aqui a íntegra da entrevista.

Bahia 247 Voney Malta Sun, 07 Feb 2016 14:00:19 +0000 http://www.brasil247.com/216242
Advogado: mídia volta a mirar Lula com “factoide” http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/216254 : Em nota, Cristiano Zanin Martins, que defende Luis Claudio Lula da Silva, filho do ex-presidente, rebate reportagem da Folha de S. Paulo que afirma que o empresário do esporte teria recebido dinheiro do Corinthians sem prestar serviços; "A mídia de fofocas vale-se de pseudo-depoimentos que 'atestam' a inexistência do serviço (...). E ignora-se que o clube, desde 2011, é um dos 16 times que integram o campeonato nacional de futebol americano organizado pela empresa Touchdown, de propriedade de Luis Claudio, através do time Corinthians Steamrollers", responde; para a defesa, "trajetória no Corinthians é a peça da vez para desqualificar o profissional Luis Claudio" e, "com o factoide, esperam, em verdade, robustecer os ataques ao ex-presidente"; leia a íntegra <br clear="all"> :

247 - A defesa do empresário Luis Claudio Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, rebateu por meio de nota divulgada neste domingo 7 reportagem da Folha de S. Paulo que afirma que Luis Claudio, que atua no setor esportivo, teria recebido dinheiro do Corinthians sem prestar serviços.

"A mídia de fofocas vale-se de pseudo-depoimentos que 'atestam' a inexistência do serviço (...). E ignora-se que o clube, desde 2011, é um dos 16 times que integram o campeonato nacional de futebol americano organizado pela empresa Touchdown, de propriedade de Luis Claudio, através do time Corinthians Steamrollers", diz o texto assinado pelo advogado Cristiano Zanin Martins.

Para a defesa, a "sua trajetória no Corinthians é a peça da vez para desqualificar o profissional Luis Claudio" e, "com o factoide, esperam, em verdade, robustecer os ataques ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a clara finalidade de interferência no cenário político-eleitoral do País". O advogado ressalta ainda que "o burburinho produzido pela mídia é a espuma que vem justificar a abertura de inúmeras e arbitrárias frentes de investigação".

Leia a íntegra:

NOTA

Hoje, está sob lupa a prestação de serviço de Luis Claudio Lula da Silva ao Sport Club Corinthians Paulista nos anos de 2011 a 2013. A mídia de fofocas vale-se de pseudo-depoimentos que "atestam" a inexistência do serviço. Desconsidera-se – por conveniência – que o Corinthians, por meio de seus representantes legais, jamais questionou tal contratação ou a prestação desses serviços. E ignora-se que o clube, desde 2011, é um dos 16 times que integram o campeonato nacional de futebol americano organizado pela empresa Touchdown, de propriedade de Luis Claudio, através do time Corinthians Steamrollers.

Com o novo "fato", o jornalismo dito investigativo faz suceder na imprensa as manchetes de outrora em cima da Operação Zelotes, que pôs no foco nosso cliente apenas porque prestou serviços a um dos investigados e recebeu remuneração por isso. Esvaziada essa linha midiática, sua trajetória no Corinthians é a peça da vez para desqualificar o profissional Luis Claudio. Com o factoide, esperam, em verdade, robustecer os ataques ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a clara finalidade de interferência no cenário político-eleitoral do País.

Registra-se que nenhuma das contratações de Luis Claudio, alvo do crivo da imprensa, recebeu qualquer questionamento por parte dos entes privados que dela participaram. Mas não escapa à defesa que o burburinho produzido pela mídia é a espuma que vem justificar a abertura de inúmeras e arbitrárias frentes de investigação e, ainda, aumentar a leitura de publicações que não têm compromisso com a verdade e com o Estado Democrático de Direito.

O fato é que, após oito meses de investigação e execração pública, não foi indicada qualquer conduta de Luis Claudio que pudesse tangenciar um ilícito penal e justificar uma investigação policial. Registramos, portanto, como absolutamente improcedentes também as novas acusações quanto às atividades no Corinthians.

Cristiano Zanin Martins

SP 247 Gisele Federicce Sun, 07 Feb 2016 16:11:13 +0000 http://www.brasil247.com/216254
Os equívocos do PT e o sonho de Lula http://www.brasil247.com/pt/colunistas/leonardoboff/216208 : Teólogo Leonardo Boff engrossou o coro dos que defendem que o PT repense seu discurso e faça uma autocrítica; "O PT deve ao povo brasileiro uma autocrítica nunca feita integralmente. Para se transformar numa fênix que ressurge das cinzas, deverá voltar às bases e junto com o povo reaprender a lição de uma nova democracia participativa, popular e justa que poderá resgatar a dívida histórica que os milhões de oprimidos ainda esperam desde a colônia e da escravidão", afirma; para Boff, o "PT redimido" continuará sendo o melhor instrumento de representação "das grandes maiorias empobrecidas e marginalizadas do Brasil"; "Quem erra sempre pode aprender dos erros. Caso queira permanecer e cumprir sua missão histórica, o PT faria bem em seguir este percurso redentor", defende <br clear="all"> :

Durante quatro a cinco décadas houve vigorosa movimentação das bases populares da sociedade discutindo que "Brasil queremos", diferente daquele que herdamos. Ele deveria nascer de baixo para cima e de dentro para fora, democrático, participativo e libertário. Mas consideremos um pouco os antecedentes histórico-sociais para entendermos por quê esse projeto não conseguiu prosperar.

É do conhecimento dos historiadores, mas muito pouco da população, como foi cruenta a nossa história tanto na Colônia, na Independência como no reinado de Dom Pedro I, sob a Regência e nos inícios do reinado de Dom Pedro II. As revoltas populares, de mamelucos, negros, colonos e de outros foram exterminadas a ferro e fogo, a maioria fuzilada ou enforcada. Sempre vigorou espantoso divórcio entre o Poder e a Sociedade. Os dois principais partidos, o Conservador e o Liberal, se digladiavam por pífias reformas eleitorais e jurídicas, porém jamais abordaram as questões sociais e econômicas.

O que predominou foi a Política de Conciliação entre os partidos e as oligarquias mas sempre sem o povo. Para o povo não havia conciliação mas submissão. Esta estrutura histórico-social excludente predominou até aos nossos dias.

No entanto, pela primeira vez, uma coligação de forças progressistas e populares, hegemonizadas pelo PT, vindo de baixo, chegou ao poder central. Ninguém pode negar o fato de que se conseguiu a inclusão de milhões que sempre foram postos à margem. Far-se-iam em fim as reformas de base?

Um governo ou governa sustentado por uma sólida base parlamentar ou assentado no poder social dos movimentos populares organizados.

Aqui se impunha uma decisão. Na Bolívia, Evo Morales Ayma buscou apoio na vasta rede de movimentos sociais, de onde ele veio como forte líder. Conseguiu, lutando contra os partidos. Depois de anos, construiu uma base de sustentação popular, de indígenas, de mulheres e de jovens a ponto de dar um rumo social ao Estado e lograr que mais da metade do Senado seja hoje composta por mulheres. Agora os principais partidos o apoiam e a Bolívia goza do maior crescimento econômico do Continente.

Lula abraçou a outra alternativa: optou pelo Parlamento no ilusório pressuposto de que seria o atalho mais curto para as reformas que pretendia. Assumiu o Presidencialismo de Coalizão. Líderes dos movimentos sociais foram chamados a ocupar cargos no governo, enfraquecendo, em parte, a força popular.

Para Lula, mesmo mantendo ligação com os movimentos de onde veio, não via neles o sustentáculo de seu poder, mas a coalizão pluriforme de partidos. Se tivesse observado um pouco a história, teria sabido do risco desta política de Coalização que atualiza a política de Conciliação do passado.

A Coalizão se faz à base de interesses, com negociações, troca de favores e concessão de cargos e de verbas. A maioria dos parlamentares não representa o povo mas os interesses dos grupos que lhes financiam as campanhas. Todos, com raras exceções, falam do bem comum, mas é pura hipocrisia. Na prática tratam da defesa dos bens particulares e corporativos. Crer no atalho foi o sonho de Lula que não pode se realizar.

Por isso, em seus oito anos, não conseguiu fazer passar nenhuma reforma, nem a política, nem a econômica, nem a tributária e muito menos a reforma agrária. Não havia base.

A "Carta aos Brasileiros" que na verdade era uma Carta aos Banqueiros, obrigou Lula a alinhar-se aos ditames da macroeconomia mundial. Ela deixava pouco espaço para as políticas sociais que foram aproveitadas tirando da miséria 36 milhões de pessoas. Nessa economia, o mercado dita as normas e tudo tem seu preço. Assim parte da cúpula do PT, metida nessa Coalizão, perdeu o contato orgânico com as bases, sempre terapêutico contra a corrupção. Boa parte do PT traiu sua bandeira principal que era a ética e a transparência.

E o pior, traiu as esperanças de 500 anos do povo. E nós que tanta confiança depositávamos no novo, com as milhares comunidades de base, as pastorais sociais e os grupos emergentes... Elas aprenderam articular fé e política. A mensagem originária de Jesus de um Reino de justiça a partir dos últimos e da fraternidade viável, apontava de que lado deveríamos estar: dos oprimidos. A política seria uma mediação para alcançar tais bens para todos. Por isso, as centenas de CEBs não entraram no PT; fundaram células dele e grupos, como instrumento para a realização deste sonho.

O partido cometeu um equívoco fatal: aceitou, sem mais, a opção de Lula pelo problemático presidencialismo de coalizão. Deixou de se articular com as bases, de formar politicamente seus membros e de suscitar novas lideranças.

E aí veio a corrupção do "mensalão" sobre o qual se aplicou uma justiça duvidosa que a história um dia tirará ainda a limpo. O "petrolão" pelos números altíssimos da corrupção, inegável, condenável e vergonhosa, desmoralizou parte do PT e parte das lideranças, atingindo o coração do partido.

O PT deve ao povo brasileiro uma autocrítica nunca feita integralmente. Para se transformar numa fênix que ressurge das cinzas, deverá voltar às bases e junto com o povo reaprender a lição de uma nova democracia participativa, popular e justa que poderá resgatar a dívida histórica que os milhões de oprimidos ainda esperam desde a colônia e da escravidão.

Apesar de tudo, e quer queiramos ou não, o PT, como disse o ex-presidente uruguaio Mujica, quando esteve entre nós, representa a alma das grandes maiorias empobrecidas e marginalizadas do Brasil. Essa alma luta por sua libertação e o PT redimido continua sendo seu mais imediato instrumento.

Quem cai sempre pode se levantar. Quem erra sempre pode aprender dos erros. Caso queira permanecer e cumprir sua missão histórica, o PT faria bem em seguir este percurso redentor.

*Leonardo Boff, escreveu: Depois de 500 anos que Brasil queremos, Vozes. Petrópolis 2000.

Leonardo Boff Leonardo Boff Sun, 07 Feb 2016 06:36:26 +0000 http://www.brasil247.com/216208
Conselho de Segurança da ONU condena foguete da Coreia do Norte http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/216266 : Órgão das Nações Unidas condenou veementemente neste domingo o mais recente lançamento de foguete da Coreia do Norte e prometeu tomar medidas punitivas, ao passo que Washington busca garantir que o órgão de 15 países imponha "sérias consequências" contra Pyongyang assim que possível; o país está sob sanções da ONU desde seu primeiro teste nuclear, em 2006. Desde então, o país conduziu mais três testes atômicos <br clear="all"> :

Por Louis Charbonneau

NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas condenou veementemente neste domingo o mais recente lançamento de foguete da Coreia do Norte e prometeu tomar medidas punitivas, ao passo que Washington busca garantir que o órgão de 15 países imponha "sérias consequências" contra Pyongyang assim que possível.

"Os membros no Conselho de Segurança condenaram este lançamento", disse a repórteres o embaixador venezuelano Dario Ramirez Carreno, presidente do conselho este mês. Ele disse que o lançamento era "uma séria violação às resoluções do Conselho de Segurança".

O diplomata acrescentou que a entidade "reafirmou sua intenção de desenvolver medidas significativas em uma nova resolução do Conselho de Segurança em resposta ao teste nuclear" em janeiro, assim como ao lançamento do foguete neste domingo.

Junto a seus colegas japonês e sul-coreano, a embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Samantha Power, disse a repórteres: "Nós vamos garantir que o Conselho de Segurança imponha sérias consequências. As mais recentes transgressões da Coreia do Norte exigem que nossa resposta seja ainda mais firme".

A Coreia do Norte está sob sanções da ONU desde seu primeiro teste nuclear, em 2006. Desde então, o país conduziu mais três testes atômicos, incluindo um no mês passado, com numerosos lançamentos de mísseis balísticos.

As sanções restringem o trabalho do país em armas nucleares e mísseis balísticos, colocam diversos indivíduos e entidades em uma lista negra e barram a liderança norte-coreana de importar bens de luxo.

Os EUA e a China começaram a discutir uma resolução para expandir as existentes sanções após o teste atômico conduzido por Pyongyang em 6 de janeiro. Power disse esperar que o conselho tenha uma resolução para ser votada "assim que possível".

Mundo Gisele Federicce Sun, 07 Feb 2016 18:42:05 +0000 http://www.brasil247.com/216266
Para ombudsman, Folha protege Aécio na Lava Jato http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/216221 : Jornalista Vera Guimarães Martins, ombudsman da Folha de S. Paulo, criticou neste domingo, 7, a falta de destaque do jornal à declaração do lobista Fernando Moura, de que o senador Aécio Neves, presidente do PSDB, recebia um terço do esquema de propinas montado em Furnas; "A citação ao tucano apareceu com maior ou menor destaque na capa dos grandes diários, mas não deu as caras na "Primeira Página" da Folha", criticou; Vera lembra que o senador tucano é o maior líder da oposição, "e nessa condição tem sido crítico contundente do governo petista a cada revelação trazida pelas investigações" e recomenda ao jornal dirigido por Otávio Frias Filho que "leve em conta as mudanças no país" <br clear="all"> :

247 - A jornalista Vera Guimarães Martins, ombudsman da Folha de S. Paulo, criticou neste domingo, 7, a falta de destaque do jornal à declaração do lobista Fernando Moura, que disse ao juiz federal Sérgio Moro que Furnas Centrais Elétricas mantinha um esquema de propina semelhante ao da Petrobras, com divisão de um terço do arrecadado para o senador Aécio Neves, presidente do PSDB. 

"A citação ao tucano apareceu com maior ou menor destaque na capa dos grandes diários, mas não deu as caras na "Primeira Página" da Folha. A reportagem tinha bom tamanho, mas ficou espremida em uma só coluna ao lado de um anúncio. Foi pouco", criticou. 

"A menção a Aécio Neves merecia visibilidade por um trio de razões. O senador tucano é o maior líder da oposição, e nessa condição tem sido crítico contundente do governo petista a cada revelação trazida pelas investigações –muitas delas obtidas nas mesmas condições em que seu nome foi mencionado, com réus confessos e disse me disse", elencou Vera Martins. Ela lembra que Furnas tem um histórico recheado de denúncias de desvio de recursos.

A jornalista reconhece que Fernando Moura não "delator confiável", pelo fato dele ter mudado as versões da sua primeira delação premiada. "Mas, se confiabilidade fosse condição "sine qua non" para publicar notícias da Lava Jato, os jornais teriam engavetado dezenas de reportagens e manchetes nos últimos dois anos. Basta lembrar de Alberto Youssef, que fez acordo de delação em 2004, no caso Banestado, e cujas traficâncias ressurgiram maiores no escândalo da Petrobras", afirmou. 

Vera Martins finaliza recomendando ao jornal dirigido por Otávio Frias Filho que leve em conta as mudanças no país. "Toda vez que um delator levanta história com alguma raiz conhecida, a reação dos contrariados é dizer que se trata de notícia requentada com interesses políticos, para prejudicar esse ou aquele. Pode até ser, mas os tempos agora são outros."

Leia na íntegra a crítica da ombdsman da Folha. 

Mídia Aquiles Lins Sun, 07 Feb 2016 09:39:15 +0000 http://www.brasil247.com/216221
PGR tem evidências para denunciar mulher de Cunha http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/216257 Marcos Oliveira/Agência Senado: Segundo o colunista Lauro Jardim, do Globo, a Procuradoria-Geral da República, comandada por Rodrigo Janot, avalia já ter evidências suficientes para apresentar denúncia contra a jornalista Cláudia Cruz, mulher do presidente da Câmara e acusada de se beneficiar de contas na Suíça do deputado, por onde passou propina de esquema da Petrobras; recursos chegaram a pagar até academia <br clear="all"> Marcos Oliveira/Agência Senado:

247 - A Procuradoria-Geral da República, comandada por Rodrigo Janot, avalia já ter evidências suficientes para apresentar denúncia contra a jornalista Cláudia Cruz, mulher do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A informação foi publicada na coluna deste domingo 7 do jornalista Lauro Jardim, do Globo. Cláudia é acusada de se beneficiar de contas na Suíça em nome do deputado, por onde passou dinheiro de propina de esquema da Petrobras investigado na Operação Lava Jato.

Os recursos chegaram a pagar despesas pessoais de Cláudia Cruz e da filha em países como Inglaterra, Espanha e Estados Unidos, entre outros, como academia e faturas de cartão de crédito, de acordo com um relatório do Ministério Público suíço.

Segundo informações encaminhadas da Suíça, Cunha e a mulher abriram quatro contas secretas no banco Julius Baer em nome de quatro diferentes offshores: Orion SP, Netherton Investments, Triumph SP e Kopek. Três delas foram abertas em 2008 e uma em 2007.

Brasília 247 Aline Lima Sun, 07 Feb 2016 16:58:10 +0000 http://www.brasil247.com/216257
FHC condena Barbosa e sugere impeachment http://www.brasil247.com/pt/247/poder/216217 : Em novo artigo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso condenou a troca de Joaquim Levy por Nelson Barbosa e, em seu movimento pendular em relação ao governo Dilma, voltou a insinuar um golpe; "ao derrubar o ministro Levy, renasceu a esperança do 'mais do mesmo', ou seja, mais crédito e mais consumo", disse FHC, sobre o pacote de crédito de Nelson Barbosa; "Há forças capazes de corrigir os desatinos cometidos. Para isso, é preciso que lideranças não comprometidas com o lulopetismo, apoiadas pelos grupos sociais que nunca se deixaram ou não se deixam mais seduzir pelo seu falso encanto, assumam a sua responsabilidade histórica, dentro da Constituição, para fazer o certo em benefício do povo e do país", disse ainda FHC <br clear="all"> :

247 – Em seu artigo mensal, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso condenou a substituição de Joaquim Levy por Nelson Barbosa e voltou a insinuar a necessidade de um impeachment da presidente Dilma Rousseff. Confira abaixo:

O certo e o errado

Por Fernando Henrique Cardoso

O castelo de areia das grandezas do lulopetismo está desabando ao sopro da crise econômica e da Lava-Jato, como tantas vezes escrevi. Em meio ao desmoronamento, o lulopetismo procura embaçar a vista de quem assiste à sua queda dizendo que tudo não passa de uma trama “da direita” para desacreditá-lo por ser “de esquerda”.

Para desmontar a farsa, vale a pena ler a entrevista dada às páginas amarelas da “Veja”, na semana passada, por José de Sousa Martins, importante sociólogo e insuspeito de ser “de direita”. Martins diz que, no caso do PT, a dicotomia direita/esquerda provém da metamorfose do pensamento católico, que separa os bons dos maus, os fiéis dos que não creem. Há na matriz do petismo um reducionismo que transforma os adversários em inimigos e tem dificuldade de lidar com nuances de opinião. É a essa matriz que o lulopetismo busca retornar, agora como farsa.

Sobre a “esquerda” e a “direita” no Brasil, há anos eu repito a frase que ouvi do historiador Sergio Buarque de Holanda quando examinava uma tese de livre-docência sobre a política brasileira no Império. No trabalho, o autor confrontava o pensamento liberal, conservador e progressista. Sergio, referindo-se a um personagem simbólico de nossos conservadores naquele período, perguntou com certa ironia ao candidato: “você acredita que Bernardo Pereira de Vasconcelos lia Edmund Burke (um clássico do conservadorismo inglês, que via com maus olhos a Revolução Francesa)”? “Não”, respondeu o próprio Sergio, ele não era um verdadeiro conservador, não defendia ideias; ele era apenas um “atrasado”. Boa parte dos atuais lulopetistas tampouco é de esquerda, defende ou crê apenas em noções atrasadas.

Mas a disputa política não é uma batalha para ver quem são os mais bem informados. Ela sempre envolve percepções. Assim, o chavão dos “pobres versus ricos”, por mais que seja tosco, pode funcionar. Do mesmo modo pode aliciar muita gente o embuste de que a Lava-Jato seja uma manobra para perseguir os deserdados da fortuna em favor dos poderosos, como se os poderosos nos últimos 13 anos não tenham sido eles, em ligação corrupta com parte da elite econômica e política.

Por isso, cabe aos políticos de oposição, na luta ideológica, continuar a desmantelar as fortalezas do atraso. Além de desmontar o argumento da “armação jurídica”, é preciso reduzir ao ridículo a ladainha de que a crise atual decorre de fatores externos: vejam só, dizem eles, estávamos certos, foram as ondas externas (não mais marolas, mas tsunamis) que nos afetaram. Tão certos pensam que estavam que, ao derrubar o ministro Levy, renasceu a esperança do “mais do mesmo”, ou seja, mais crédito e mais consumo (por quem já está endividado e muitas vezes com menos renda e não raro sem emprego).

O que está claro para quem tem alguma noção das coisas e da História pode ser turvo para o cidadão comum. Por isso a repetição petista de uma argumentação descabelada pode parecer inútil, mas não é; é uma tentativa de preservar a imagem de que só o PT defende os pobres e só ele se opõe ao capitalismo desumano. Convém persistir em mostrar que o que foi feito na política econômica petista não foi obra do inevitável, mas produto de erros crassos.

Erros que não remetem à divisão esquerda/direita, mas se explicam pelo atraso na compreensão da política econômica e pelo interesse em manter o poder e os bolsos dos partidos e de alguns de seus dirigentes recheados com dinheiro alheio, dinheiro do povo. Que medida no presente pode ser mais “de esquerda”, mais progressista, do que recuperar o emprego e o poder de compra da maioria da população? E como fazer isso sem debelar a inflação? E como debelar a inflação sem ajuste fiscal? E como garantir o emprego futuro sem reconquistar a confiança do setor privado, já que o Estado sem os capitais privados não pode assegurar a retomada do investimento?

Qual a alternativa “de esquerda” a essas medidas? O novo “pacote de crédito público”, versão envergonhada da política que pedalou a ilusão da prosperidade em 2013 e 2014 rumo à reeleição, e que resultou em mais dívida para as famílias e mais desarranjo das finanças públicas, esta preocupação “de direita”, que obceca os “neoliberais”?

Houve quem escrevesse, e o fez em inglês, que às vezes há uma confusão no senso comum entre os conceitos políticos de esquerda e direita (right) e as noções corriqueiras de certo (right) e errado. As políticas de crescimento econômico do lulopetismo não foram “de esquerda”, mas certamente foram erradas.

É importante repisar isso para mostrar que as políticas de distribuição de renda precisam ser sustentáveis para produzir resultados duradouros. Muito do que foi conquistado desde o Plano Real está hoje ameaçado. Para amenizar o drama da terrível crise atual, é preciso manter a rede de proteção social que foi tecida em meu governo e reforçada no governo Lula. Mas é urgente corrigir os desatinos fiscais do lulopetismo, desaparelhar o Estado, reconquistar a confiança da sociedade e retomar a agenda de reformas que o lulopetismo abandonou em favor de anabolizantes pró-crescimento que produziram medonhos efeitos colaterais para o país. Só assim será possível retomar a trajetória que corresponde às aspirações da Constituição de 1988, contra a qual o PT votou, por julgá-la conservadora: um Brasil democrático, não apenas mais desenvolvido, mas so

Há forças capazes de corrigir os desatinos cometidos. Para isso, é preciso que lideranças não comprometidas com o lulopetismo, apoiadas pelos grupos sociais que nunca se deixaram ou não se deixam mais seduzir pelo seu falso encanto, assumam a sua responsabilidade histórica, dentro da Constituição, para fazer o certo em benefício do povo e do país.

Poder Leonardo Attuch Sun, 07 Feb 2016 08:05:37 +0000 http://www.brasil247.com/216217