Brasil 24/7 http://www.brasil247.com/ O seu jornal digital 24 horas por dia 7 dias por semana pt Copyright 2015, Brasil 24/7 Mon, 31 Aug 2015 10:12:13 +0000 60 Newscoop http://www.brasil247.com/themes/publication_1/theme_4/assets/img/logo.png Brasil 24/7 http://www.brasil247.com/ 144 120 'Se é inocente, Cunha deve se afastar do cargo e provar' http://www.brasil247.com/pt/247/sergipe247/194925 : O deputado federal João Daniel (PT) foi o único parlamentar sergipano que assinou o manifesto pedindo o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB/RJ) da presidência da Câmara; ele explicou ao 247 que endossou tal iniciativa por entender que as denúncias feitas pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra Cunha são “muito graves”; outros 34 deputados federais assinaram o documento; “As denúncias que estão feitas ao presidente da Câmara são muito graves. Nós não podemos ter uma das mais importantes autoridades do poder constituído do nosso país com tantas denúncias como as que foram feitas pelo MPF e pela PGR”, ponderou <br clear="all"> :

Valter Lima, do Sergipe 247 - O deputado federal João Daniel (PT) foi o único parlamentar sergipano que assinou o manifesto pedindo o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB/RJ) da presidência da Câmara. Ele explicou que endossou tal iniciativa por entender que as denúncias feitas pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra Cunha são “muito graves”. Outros 34 deputados federais assinaram o documento.

“As denúncias que estão feitas ao presidente da Câmara são muito graves. Nós não podemos ter uma das mais importantes autoridades do poder constituído do nosso país com tantas denúncias como as que foram feitas pelo Ministério Público Federal pela PGR”, ponderou. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o peemedebista recebeu ao menos 5 milhões de dólares em propina no esquema de corrupção da Petrobras.

“Nada melhor para o presidente da Câmara do que ele mostrar que é inocente e que não tem culpa em nada é pedir o imediato afastamento do cargo, uma vez que há na denúncia a acusação de que ele está usando a Presidência da Câmara e o Poder para fazer sua defesa. Isso é um absurdo, não podemos admitir”, frisou.

O petista ressalvou, no entanto, que o grupo de deputados que pede o afastamento de Cunha não está condenando-o. “Queremos que ele prove a verdade. Se ele diz que não tem culpa que se afaste. Quando for concluída a investigação, caso não haja comprovação de nada, ele volta e assume novamente. Mas neste momento ele não tem condições morais de presidir a Casa Federal”, reforçou. Parlamentares de oito partidos assinaram o manifesto.

Sergipe 247 Valter Lima Mon, 31 Aug 2015 09:18:41 +0000 http://www.brasil247.com/194925
Sergipe receberá quatro novos shoppings http://www.brasil247.com/pt/247/sergipe247/194927 : Em Aracaju, além dos dois centros já existentes (Jardins e Riomar), um novo empreendimento ganha forma na zona norte, o Aracaju Parque Shopping; outro estabelecimento já foi anunciado por uma grande construtora da capital, para ser erguido no conjunto Augusto Franco; no interior, também está prevista a inauguração de novos shoppings nas cidades de Itabaiana e Lagarto, já em obras e que juntamente ao Shopping Prêmio, de Nossa Senhora do Socorro, na região da Grande Aracaju, e o Avelan Shopping com 50 lojas, inaugurado há um ano em Nossa Senhora da Glória, vão contabilizar oito empreendimentos comerciais em todo o estado <br clear="all"> :

ASN - A confiança depositada no crescimento de Sergipe e a boa infraestrutura que tem sido proporcionada para a implantação de novos empreendimentos no estado, são os principais fatores apontados pelos empresários para a chegada de novos shoppings na capital e interior sergipano. Em Aracaju, além dos dois centros já existentes, um novo empreendimento ganha forma na zona norte. Outro estabelecimento já foi anunciado por uma grande construtora da capital. No interior, também está prevista a inauguração de novos shoppings nas cidades de Itabaiana e Lagarto, já em obras e que juntamente com o Shopping Prêmio, de Nossa Senhora do Socorro, na região da Grande Aracaju, e o Avelan Shopping com 50 lojas, inaugurado há um ano em Nossa Senhora da Glória, vão contabilizar oito empreendimentos comerciais em todo o estado, gerando emprego e renda para o povo sergipano.

Até o final de setembro de 2016, entra em funcionamento o novo shopping da capital sergipana. O Aracaju Parque Shopping, que está sendo erguido no bairro Industrial, pelo grupo empresarial Nortista, será o terceiro centro de compras da cidade. Construído em uma área de 70 mil m², na avenida João Rodrigues, o empreendimento representa um investimento de R$ 220 milhões e terá três pavimentos, sendo um térreo e dois andares, com seis lojas âncoras, quatro mega lojas, 211 lojas satélites, seis salas de cinema e 25 lojas na praça de alimentação. Além disso, o novo shopping contará com 1.400 vagas de estacionamento, inclusive com deck park (área coberta e na parte interna do prédio).

Para o empresário Marcos Franco, embora o ano seja de dificuldades na economia do país, os investimentos feitos pelo Governo do Estado e prefeitura têm garantido o apoio necessário para que o projeto do grupo ganhe forma. “A infraestrutura do bairro, a viabilidade do trânsito no local, a iluminação pública e a questão da segurança fizeram com que investíssemos nesse novo ramo, o que fará com que aquela região cresça ainda mais nos campos comercial e imobiliário, sem contar com a oferta de novos postos de trabalho, cerca de três mil empregos diretos quando o shopping estiver funcionando”, afirmou ao destacar que a proposta é fazer um empreendimento diferenciado dos demais. “Teremos uma ou outra loja igual, mas estamos apostando em novas lojas para atrair todos os públicos. Queremos um shopping simpático, moderno e agradável”, enfatizou o empresário que tem tradição nos ramos de confecções e comunicação e agora aposta no primeiro empreendimento do grupo nessa área.

Outro empresário que espera vencer a atual crise econômica com muito trabalho é Messias Peixoto, de Itabaiana. Proprietário de uma das maiores redes de supermercado do interior, ele agora investe na construção do primeiro shopping center do município serrano, o Shopping Peixoto. O investimento de R$ 50 milhões prevê a geração de três mil novos postos de trabalho no município, em um espaço de 24 mil metros quadrados de área construída. “Serão 140 lojas, sendo quatro âncoras, um supermercado, quatro salas de cinema, 18 lojas para fast food, dois grandes restaurantes, área de lazer com parque infantil e um estacionamento com capacidade para 600 automóveis e 300 motos”, divulgou ao ressaltar que não teme as dificuldades. A prova disso é que seu empreendimento está com 60% das obras concluídas. “Esperamos abrir as portas do Shopping Peixoto no próximo mês de maio”, confirmou.

Proprietário dos dois centros de comércio em funcionamento na capital (RioMar e Jardins) o empresário João Carlos Paes Mendonça também aposta no momento atual para ampliar seus empreendimentos em Sergipe. Recentemente, ele anunciou que vai investir R$ 120 milhões na ampliação do RioMar, o mais antigo shopping da cidade. “Serão criadas 93 novas lojas, que se somarão as 157 já existentes, e 1500 vagas de estacionamento, com a construção de um edifício garagem. Além disso, estamos analisando também a ampliação do shopping Jardins”, afirmou, explicando a presença forte do grupo no Nordeste e em Sergipe. “Estamos em praças que julgamos as principais para atuação na região: em Aracaju, terra de origem, e nas três principais capitais do Nordeste Recife, Salvador e, mais recentemente em Fortaleza”, disse.

Existe ainda a perspectiva de Aracaju receber outro imponente shopping no Augusto Franco, zona sul da cidade, este erguido por uma construtora sergipana, que já tem o projeto e o terreno, aguardando apenas as autorizações da administração municipal. O terreno de 200 mil metros fica próximo a ponte Gilberto Vilanova de Carvalho sobre o Rio Poxim, num investimento de aproximadamente R$ 200 milhões. Serão 400 lojas satélites e 10 megalojas ou âncoras, além de sete salas de cinema.

Para o professor Ricardo Lacerda, assessor econômico do governo, a inauguração de Shopping Centers em bairros de Aracaju e no interior reflete o crescimento na renda das famílias e a expansão do emprego com carteira assinada nos últimos anos. “Milhares de famílias em todo o estado passaram a ter acesso a um tipo de mercado de consumo e ao lazer, que antes eram restritos às classes de renda mais elevadas”, analisou.

De acordo com sua análise, bairros como o Augusto Franco e o Industrial vem se transformando. “O comércio e os serviços mais sofisticados não estão mais restritos a alguns bairros centrais e da zona sul da Cidade. Além disso, todos perceberam a transformação do Siqueira Campos com a instalação de dezenas de clínicas particulares e dos granes pólos do interior como Itabaiana, Lagarto e Nossa Senhora do Socorro, que se transformaram em termos urbanos e de Nossa Senhora da Glória que recebe agora o Campus do Sertão da Universidade Federal de Sergipe”, ressaltou Lacerda, citando os fatos como mudanças significativas trazidas pelo crescimento do emprego e da renda em Sergipe.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia, Chico Dantas, entende a expansão dos shoppings como sinal de que os empresários estão confiantes com o desenvolvimento de Sergipe. “Somos um estado que tem um ambiente favorável de negócios, com a atuação constante do Governo na atração de novos investimentos, e isso reflete na hora dos empresários implantarem novos empreendimentos. Só em Aracaju, serão mais dois novos shoppings. Além desses, teremos a chegada de dois no interior, ou seja, o novo cenário econômico do estado, de descentralização e da distribuição do emprego, metade na capital e metade no interior, aumenta os investimentos de centros comercias nos municípios sergipanos”, disse.

Sergipe 247 Valter Lima Mon, 31 Aug 2015 09:31:43 +0000 http://www.brasil247.com/194927
Mercado vê recessão mais forte e inflação menor http://www.brasil247.com/pt/247/economia/194922 : Economistas de instituições financeiras voltaram a piorar suas projeções para o desempenho do PIB tanto neste ano quanto no próximo, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central nesta segunda-feira; a estimativa para a contração econômica neste ano agora é de 2,26%, ante 2,06% anteriormente, na sétima semana seguida de deterioração; já para 2016, a queda esperada foi a de 0,40%, contra 0,24% anteriormente; o Focus mostrou ainda ligeiros ajustes nas perspectivas de inflação, apontando que o IPCA deve subir 9,28% em 2015 e 5,51% em 2016, contra 9,29% e 5,50% respectivamente na pesquisa divulgada na semana passada <br clear="all"> :

SÃO PAULO (Reuters) - Economistas de instituições financeiras voltaram a piorar suas projeções para o desempenho do Produto Interno Bruto tanto neste ano quanto no próximo, mostrou a pesquisa Focus do Banco Central nesta segunda-feira.

A estimativa para a contração econômica neste ano agora é de 2,26 por cento, ante 2,06 por cento anteriormente, na sétima semana seguida de deterioração. Já para 2016, a queda esperada do Produto Interno Bruto (PIB) foi a de 0,40 por cento, contra 0,24 por cento no último levantamento.

Essas mudanças não devem ter capturado ainda o impacto do resultado do PIB do segundo trimestre, divulgado na sexta-feira passada, e tendem, por isso mesmo, piorar ainda mais. Entre abril e junho, a economia brasileira encolheu 1,9 por cento sobre os três meses anteriores e caiu 2,6 por cento na comparação anual, entrando oficialmente em recessão.

O Focus mostrou ainda ligeiros ajustes nas perspectivas de inflação, apontando que o IPCA deve subir 9,28 por cento em 2015 e 5,51 por cento em 2016, contra 9,29 por cento e 5,50 por cento respectivamente na pesquisa divulgada na semana passada.

Sobre a política monetária, as expectativas não mudaram. O Focus continuou mostrando que a Selic deve ficar em 14,25 por cento no fim deste ano e cair a 12,00 por cento ao final do ano que vem. Para a reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom), permanece a visão de manutenção da taxa básica de juros em 14,25 por cento.

Confiança do comércio tem 4ª queda seguida em agosto e atinge menor nível histórico, diz FGV

O Índice de Confiança de Comércio (Icom) recuou 4,1 por cento em agosto na comparação com julho, caindo pela quarto mês consecutivo e atingindo o menor nível da série histórica, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.

Em agosto, o Icom marcou 86,1 pontos, ante 89,8 pontos no mês anterior, quando apresentou queda de 0,9 por cento.

"A deterioração da percepção sobre o nível atual de demanda mostra que o comércio continua enfrentando dificuldades no terceiro trimestre", disse em nota o superintendente-adjunto para ciclos econômicos da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Jr.

O Índice da Situação Atual (Icom), segundo a FGV, recuou 12,1 por cento em agosto sobre o mês anterior, para 56,5 pontos, o menor nível da série iniciada em março de 2010. O Índice de Expectativas (Icom) ainda conseguiu ficar em território positivo, com leve alta de 0,4 por cento, a 115,7 pontos.

(Por Camila Moreira)

Economia Gisele Federicce Mon, 31 Aug 2015 09:14:29 +0000 http://www.brasil247.com/194922
Governo apresenta orçamento com déficit http://www.brasil247.com/pt/247/economia/194889 : <p>10/09/2014. Cr�dito: Carlos Moura/CB/D.A Press. Brasil. Bras�lia - DF. O ministro Ricardo Lewandowski toma posse como presidente do Supremo Tribunal Federal - STF. Presidente do Senado, Renan Calheiros ao lado da Presidente da Rep�blica, Dilma Rousseff.</p> Sem nova CPMF, equipe econômica decide encaminhar ao Congresso proposta de Orçamento da União pela primeira vez com déficit primário – que deverá ficar entre R$ 25 bilhões e R$ 30 bilhões; a decisão teria sido comunicada pela presidente Dilma Rousseff ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); o líder do Governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), disse que o governo e os parlamentares poderão negociar alternativas para cobrir o déficit durante a tramitação da proposta orçamentária: “Com a frustração da CPMF, se não tiver outra solução, a saída é apresentar o orçamento com o déficit e depois negociar. Aí, é uma conversa do Congresso com o Executivo”, disse  <br clear="all"> : <p>10/09/2014. Cr�dito: Carlos Moura/CB/D.A Press. Brasil. Bras�lia - DF. O ministro Ricardo Lewandowski toma posse como presidente do Supremo Tribunal Federal - STF. Presidente do Senado, Renan Calheiros ao lado da Presidente da Rep�blica, Dilma Rousseff.</p>

247 - Após desistir de criar um tributo nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o Executivo decidiu enviar ao Congresso uma proposta de Lei Orçamentaria com previsão de déficit em 2016.

A decisão teria sido comunicada pela presidente Dilma Rousseff a líderes aliados, entre eles o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Em entrevista a Agência Brasil, o líder do Governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), disse que o governo e os parlamentares poderão negociar alternativas para cobrir o déficit durante a tramitação da proposta orçamentária.

“Com a frustração da CPMF, se não tiver outra solução, a saída é apresentar o orçamento com o déficit e depois negociar. Aí, é uma conversa do Congresso com o Executivo”, disse Delcídio.

O texto do Orçamento, além de prever a arrecadação e os gastos do governo, traz as estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país), a inflação e o salário mínimo para o próximo ano.

Esta é a primeira vez que o orçamento federal é enviado ao Congresso com deficit primário – que deverá ficar entre R$ 25 bilhões e R$ 30 bilhões - desde que o inicio do cálculo, na administração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (com informações da Agência Brasil).

Economia Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 05:07:35 +0000 http://www.brasil247.com/194889
'Existem líderes incentivando esse ódio' http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/194888 : Após ser hostilizado em ato na Avenida Paulista, em São Paulo, ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, diz que “discurso de ódio e intolerância é assustador” e que “essa situação de falta de educação e grosseria não é própria do povo brasileiro”; segundo ele, divergência é normal, mas o discurso de ódio e intolerância é assustador: “acho que existem alguns líderes incentivando esse ódio”, acrescentou, citando movimentos sociais e partidos políticos <br clear="all"> :

247 – O ministro da Justiça, Eduardo Cardozo, criticou o ‘discurso de ódio e de intolerância’ das ruas, após ser hostilizado em ato na Avenida Paulista, em São Paulo.

Em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’, ele disse que a manifestação de pensando em geral é legitima, mas ressaltou que a ofensa pessoal não é condizente com a democracia.

“Essa situação de falta de educação e grosseria não é própria do povo brasileiro”, disse. Segundo ele, divergência é normal, mas o discurso de ódio e intolerância é assustador: “acho que existem alguns líderes incentivando esse ódio”, acrescentou, citando movimentos sociais e partidos políticos (leia mais).

SP 247 Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 05:19:09 +0000 http://www.brasil247.com/194888
Tucano quer convocar Lula na CPI do BNDES http://www.brasil247.com/pt/247/goias247/194911 : "Vou apresentar requerimento para ouvir Lula, na CPI do BNDES sobre os fatos que a Revista Época revelou na edição de hoje (domingo). O BNDES usou centenas de milhões de dólares nas obras do Porto de Mariel, tocadas pela Odebrecht. Esse investimento foi feito com dinheiro público e se há indícios de irregularidades, a CPI deve e vai averiguar!”, publicou o deputado federal Alexandre Baldy (PSDB-GO), no Facebook <br clear="all"> :

247 - O deputado federal Alexandre Baldy (PSDB-GO) informou que irá protocolar nesta segunda-feira (31) requerimento na CPI do BNDES para convocar o ex-Lula e o ex-presidente da Odebrecht Alexandrino Alencar.

O objetivo, segundo nota divulgada nas redes sociais, é o esclarecimento sobre suposto tráfico de influência de Lula para favorecer a empreiteira em Cuba.

"Vou apresentar requerimento para ouvir Lula, na CPI do BNDES sobre os fatos que a Revista Época revelou na edição de hoje (domingo). O BNDES usou centenas de milhões de dólares nas obras do Porto de Mariel, tocadas pela Odebrecht. Esse investimento foi feito com dinheiro público e se há indícios de irregularidades, a CPI deve e vai averiguar!”, publicou o deputado no Facebook.

Goiás 247 Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 07:11:38 +0000 http://www.brasil247.com/194911
Relator alerta que Brasil pode perder grau de investimento http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/194910 LUCIO BERNARDO JR: Para o relator-geral do Orçamento de 2016, deputado Ricardo Barros (PP-PR), o governo deveria ter apresentado receitas condicionadas como a nova CPMF, o que poderia ajudar a impedir novamente a revisão da meta fiscal do próximo ano, de 0,7% do PIB; "Se o Congresso não as aprovasse, o impacto seria mais lá na frente e não agora", disse <br clear="all"> LUCIO BERNARDO JR:

247 - O relator-geral do Orçamento de 2016, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que o envio ao Congresso da peça orçamentária com previsão de déficit pode antecipar a perda do grau de investimento do País.

Para ele, o governo deveria ter apresentado receitas condicionadas como a nova CPMF, o que poderia ajudar a impedir novamente a revisão da meta fiscal do próximo ano, de 0,7% do PIB.

“O governo deveria ter mandado com as receitas condicionadas. Se o Congresso não as aprovasse, o impacto seria mais lá na frente e não agora”, avaliou, em entrevista ao Broadcast, da Agência Estado.

“Não dá para o servidor não sofrer as consequências da crise”, disse ele. “Eu, como relator, vou procurar a ajustar as contas para fechar o orçamento com equilíbrio até o prazo final”, completou (leia mais).

Paraná 247 Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 07:01:50 +0000 http://www.brasil247.com/194910
Procuradoria nega irregularidades com gráfica em campanhas http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/194909 : Em maio, o ministro do STF Gilmar Mendes encaminhou ofícios informando 'possíveis irregularidades' nos serviços prestados pela gráfica VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior Ltda às campanhas de Dilma Rousseff, Aécio Neves (PSDB), Arlindo Chinaglia (PT-SP), Rui Costa (PT) e José Serra (PSDB) <br clear="all"> :

247 - A Procuradoria-Geral Eleitoral do Ministério Público Federal afirmou que não encontrou irregularidades em contratos e serviços executados pela gráfica VTPB Serviços Gráficos e Mídia Exterior Ltda.

“Conforme análise, não foram constatadas irregularidades praticadas pela empresa no que diz respeito às esferas eleitoral e penal. Os fatos narrados não trazem indícios de que os serviços gráficos não tenham sido prestados, nem apontam majoração artificial de preços. Por isso, a PGE manifestou-se pelo arquivamento do procedimento”, informou a PGE, acrescentando que “outras representações continuam em andamento na Procuradoria-Geral da República”, disse o MP em nota de esclarecimento, divulgada neste domingo.

Em maio, o ministro Gilmar Mendes, relator das contas eleitorais da candidatura de Dilma Rousseff no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), encaminhou ofícios a quatro órgãos informando “possíveis irregularidades” envolvendo a fornecedora e as campanhas de Dilma Rousseff, Aécio Neves (PSDB), Arlindo Chinaglia (PT-SP), Rui Costa (PT) e José Serra (PSDB).

Leia aqui reportagem de André Borges sobre o assunto.

Brasil Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 06:50:49 +0000 http://www.brasil247.com/194909
'Boa parte da mídia abdicou do jornalismo para fazer oposição' http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/194902 : Segundo o pesquisador Venício Lima, a grande mídia funciona como se tivesse um supraeditor, como se as principais notícias, a pauta, a narrativa, fossem cotidianamente editados por um super editor, que dá a elas o mesmo enquadramento; "Boa parte da mídia brasileira não me interessa porque abdicou de fazer jornalismo para fazer oposição política", disse  <br clear="all"> :

Joana Tavares, do Brasil de Fato

Pesquisador há décadas sobre o papel social da mídia, o professor aposentado da Universidade de Brasília Venício Lima é autor de vários livros sobre o assunto e segue refletindo sobre o comportamento dos veículos de comunicação, a necessidade de regulação do setor e o papel da comunicação alternativa e pública.

 
Brasil de Fato -  Temos visto uma cobertura cada vez mais parecida, especialmente da política, nos veículos da mídia hegemônica. Apesar de pequenas diferenças de linha editorial, parece haver uma homogeneização no tratamento de alguns temas, como na questão da crise e da operação Lava Jato. Como você avalia esse comportamento? 
 
Venício Lima - Na verdade, não acho que constitui uma novidade. Há muitos anos, em livro que publiquei com o Kucinski [“Diálogos da perplexidade: reflexões críticas sobre a mídia”], comentamos essa questão da posição homogênea da grande mídia. É a ideia de que a grande mídia funciona como se tivesse um supraeditor, como se as principais notícias, a pauta, a narrativa, fossem cotidianamente editados por um super editor, que dá a elas o mesmo enquadramento. Isso é tão verdadeiro que às vezes as mesmas palavras aparecem reiteradamente, para os mesmos assuntos, para a mesma pauta, em diferentes veículos. Isso não é uma novidade, e expressa apenas o fato sabido e conhecido de que os oligopólios privados de mídia no Brasil têm interesses comuns e defendem basicamente as mesmas propostas e são contra as mesmas propostas, projetos e políticas. 
 
A que você atribui essa recente inflexão em alguns veículos, como a Folha e o Globo, na questão do golpe ou impecheament contra a presidenta?
 
É uma questão delicada. Os grandes oligopólios no Brasil têm, sobretudo o grupo Globo, historicamente conseguido se adaptar às conjunturas e preservar seu interesse. E, correspondente a isso, o Estado brasileiro também historicamente não tem sido capaz de fazer prevalecer a natureza de serviço público, sobretudo na radiodifusão. Um observador como eu, sem acesso a fontes privilegiadas, sem vínculos com partidos ou nada do tipo, me valho da minha experiência e dos dados públicos. O que se sabe agora é que houve uma reunião do secretário de comunicação da presidência com os controladores do grupo Globo e, por ocasião de uma homenagem à Globo no Senado, uma reunião com executivo do grupo e nove senadores do PT. Depois desses encontros, de fato observa-se uma inflexão na cobertura política e um posicionamento diferente com relação ao impeachment da presidente. O que não se sabe é se houve – e muito provavelmente houve – algum tipo de entendimento, de acordo. Como foi feito no passado, com outros governos, em outras situações. O Estado brasileiro e qualquer grupo que temporariamente controlam sua máquina têm sido incapazes de fazer prevalecer políticas de interesse público e negociam com esses meios, que se tornam cada vez mais poderosos e mais capazes de fazer valer seus interesses. Depois saberemos melhor do que se trata. Vi especulações em relação à atribuição das frequências, utilização do chamado 4G, questões tecnológicas que o Estado tem poder, disputa entre os velhos grupos e operadoras... teremos que ver se se confirma a inflexão e saberemos o que foi negociado. Mas certamente alguma coisa foi negociada.
 
Na sua avaliação, por que os governos do PT não avançaram na questão da regulação do mercado de comunicação?
 
Essa pergunta tem que ser feita aos governos do PT. Eu não consigo compreender. Houve momentos em que se acreditava que os governos petistas iam pelo menos propor uma atualização da legislação, a regulação dos artigos que estão na Constituição, que fossem encaminhar projetos ao Congresso. Isso ocorreu em diversos países da América Latina em que projetos democráticos chegaram ao poder, mas nada disso aconteceu no Brasil. Tenho dito que esses governos caíram numa armadilha de acreditar que seria possível que os oligopólios de mídia apoiassem um projeto político, com repercussão na economia, que beneficiasse as classes populares, que promovesse a inclusão. Há informações seguras que durante muito tempo figuras importantes nos governos petistas acreditavam que era possível trazer o apoio desses oligopólios para a execução dessas políticas. Assim, a negociação com eles, as verbas publicitárias, empréstimos etc, deveriam ser a prioridade da política de comunicação do governo. Em detrimento da construção de um sistema público de comunicação, como, aliás, manda a Constituição. Ao cair nessa armadilha, perderam-se as oportunidades históricas de se fazer o que era necessário fazer e que não foi feito.
 
A partir da pressão da sociedade e também dada a virulência desses meios hegemônicos contra o governo do PT, você acredita que há possibilidade de avanço na regulação neste segundo mandato da Dilma?
 
De novo, quem tem que responder são os agentes públicos do governo, ou a própria presidente. Posso dar uma reposta de observador que tem décadas que acompanha essas questões. Sou pessimista. Não vejo no momento atual de crise política e de diluição completa da sustentação parlamentar do governo possibilidades de avanço. As condições são adversas para que se implemente algo nessa área. É interessante observar que o discurso de regulação econômica da mídia, que fez parte da campanha eleitoral, que foi vocalizado diversas vezes pelo ministro das comunicações, desapareceu. Não se fala mais nisso. Além disso, até mesmo medidas que poderiam e podem ser tomadas por diferentes setores do governo, que independem de aprovação parlamentar, não têm sido tomadas. Como, por exemplo, a revisão de critérios das verbas oficias de publicidade e a fiscalização de arrendamento de emissoras. Coisas que fazem parte do papel do Ministério das Comunicações, em alguns casos, ou podem ser de decisão política da presidência, medidas que poderiam ser tomadas independentes de aprovação do parlamento, que é sabida e declaradamente de oposição ao governo.
 
Você escreveu que não temos no país uma "narrativa pública alternativa". Na sua avaliação, como os veículos comunitários, sindicais e populares poderiam avançar para pautar a pluralidade de vozes e visões de mundo? 
 
Tem uma questão histórica, na mídia alternativa brasileira, incluindo as TVs e rádios comunitárias, a mídia sindical, o sistema público de um modo geral, que é a dificuldade de unificar sua narrativa. Há avanços, mas são ainda muito tímidos em relação ao que seria necessário. Eu considero absolutamente crítica a necessidade de apoio do governo ao sistema público de comunicação. A Empresa Brasil de Comunicação, EBC, tem, a duras penas, tentado produzir uma alternativa de qualidade à mídia comercial. Mas é muito difícil, porque a forma como a EBC está regulamentada depende de recursos não só do governo, mas de contribuição à radiodifusão pública, que inclusive vem sendo questionado na Justiça. É uma situação financeira difícil. E mesmo a empresa conseguindo, em seus diferentes veículos, produzir programas de boa qualidade, é difícil quebrar a inércia da audiência, que há décadas é dominada pela mídia comercial. A mídia pública não consegue ser divulgada fora dela própria e fica reduzida à sua pequena audiência. Acho que esta é das possibilidades que devem ser apoiadas. Inclusive uma coisa que esquecemos é que as pessoas que acreditam na necessidade de uma mídia alternativa à comercial devem apoiar a TV pública assistindo sua televisão e ouvindo suas emissoras de rádio.
 
Ao mesmo tempo em que assistimos ao fortalecimento da mídia comercial, aumenta o número de demissões e se discute o futuro do jornalismo. O que se desenha para o cenário da comunicação hoje?
 
Essa não é uma peculiaridade brasileira. É algo que está acontecendo na sociedade contemporânea e decorre de uma transição tecnológica, cujos resultados não sabemos ainda. Há uma nova geração surgindo que não terá os mesmos hábitos de consumo de mídia e isso já está claro, sobretudo no Brasil. E isso tem implicação para modelos de negócio. Mas sou daqueles que não compartilho o entusiasmo, muitas vezes acrítico, com relação ao acesso à informação que as novas tecnologias possibilitam. Os dados que temos no Brasil e no mundo confirmam que, apesar da transição e das mudanças de plataforma tecnológica, os grandes produtores de conteúdo continuam os velhos grupos da mídia tradicional. Pesquisas confirmam e isso é visto junto a segmentos que acessam a internet, blogs e sites: os mais citados são da velha mídia. Esse quadro se repete nas redes sociais, às quais 90% das pessoas que acessam a internet estão vinculadas. Importante destacar que essas redes não são produtoras de conteúdo, elas distribuem conteúdo e facilitam a interação. E o conteúdo distribuído vem em grande medida dessa velha mídia.
 
Do ponto de vista da força de trabalho, tenho defendido há anos que as novas tecnologias não implicam na desqualificação da mão de obra. Ao contrário, ela tem ter que ser mais qualificada para sobreviver no mercado de distribuição de conteúdo. Essa geração, embora embevecida com as redes, vai precisar de informação de qualidade. Eu não posso ser exemplo, já tenho meus 70 anos, mas sou seletivo no dinheiro que gasto para receber informação. Boa parte da mídia brasileira não me interessa porque abdicou de fazer jornalismo para fazer oposição política. Quero informação para compreender o mundo e me ajudar a tomar posições. Não quero generalizar minha posição, mas me parece que será preciso uma qualificação da força de trabalho para produzir informação de qualidade. Isso já está ficando claro em alguns países do mundo. Mas ninguém tem bola de cristal. Estamos claramente vivendo um momento de transição, que não é só no Brasil.
 
Como você vê iniciativas como o jornal Brasil de Fato, que chega aos dois anos em Minas Gerais?
 
Absolutamente fundamentais. Eu como indivíduo estou numa tentativa de lançamento de um jornal popular aqui em Brasília, como forma de furar o bloqueio da mídia comercial. É muito importante não esperar que a grande mídia venha a ser aliada para projetos que beneficiem classes subalternas, nem aqui, nem em lugar nenhum. O Brasil é exceção na América Latina porque não conseguiu ter, nem na mídia impressa, nem eletrônica, uma alternativa à mídia comercial. Outros países têm essa construção, como Argentina, México, Bolívia. Acho fundamental, apoio como posso e cumprimento grupos que conseguem, com todas as dificuldades, produzir de alguma forma uma imprensa alternativa. 

Mídia Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 06:42:13 +0000 http://www.brasil247.com/194902
Lula faz cobrança sobre assassinato de jovem http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/194890 : Ex-presidente Lula lamenta a morte de Malcon Jonas do Nascimento Lima, de 17 anos, filho ‘do companheiro Preto Zezé, presidente da Central Única das Favelas’: “É mais uma vítima jovem e negra que nos deixa tão precocemente. Nossos jovens não podem morrer tão cedo e sim ter mais oportunidades para estudar e ter uma vida plena. Em especial se mostra cada mais urgente o enfrentamento da violência contra a juventude negra no Brasil” <br clear="all"> :

247 – Pelo Facebook, o ex-presidente Lula lamentou a morte de Malcon Jonas do Nascimento Lima, de 17 anos, filho ‘do companheiro Preto Zezé, presidente da Central Única das Favelas’ e cobrou providências. O adolescente foi assassinado em Fortaleza, no ultimo sábado.

Leia a mensagem de Lula:

Recebi com enorme tristeza a notícia do assassinato do jovem Malcon Jonas do Nascimento Lima, de apenas 17 anos, filho do companheiro Preto Zezé, presidente da Central Única das Favelas.

É mais uma vítima jovem e negra que nos deixa tão precocemente. Nossos jovens não podem morrer tão cedo e sim ter mais oportunidades para estudar e ter uma vida plena. Em especial se mostra cada mais urgente o enfrentamento da violência contra a juventude negra no Brasil.

Neste momento de tristeza e saudade, me junto ao amigo Preto Zezé, a sua mãe Leila, e a toda família de Malcon.

Luiz Inácio Lula da Silva

 

Brasil Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 05:36:49 +0000 http://www.brasil247.com/194890
Chico Alencar cobra o afastamento de Cunha http://www.brasil247.com/pt/247/rio247/194891 : “Os partidos e as instâncias públicas precisam afastar de seus quadros e funções os acusados da operação Lava Jato, como Eduardo Cunha », disse o deputado Chico Alencar, do PSOL-RJ; segundo ele, ‘o respeito à função pública impõe que não prossiga ali, até que todo o processo seja concluído. Urge repudiar o "pacto de silêncio" no Parlamento sobre a iniciativa do Ministério Público Federal, após cinco meses de investigação’ <br clear="all"> :

247 – O deputado do PSOL Chico Alencar voltou a cobrar o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB) da Presidência da Câmara após acusações da Lava Jato:

“Para já, os partidos e as instâncias públicas precisam afastar de seus quadros e funções os acusados da Operação Lava Jato. Eles não podem ser ministros ou ocupar presidências de mesas diretoras ou comissões no Poder Legislativo. Não é possível tergiversar, sob pena de se consolidar a cínica "gangsterização" da política nacional”, disse.

Leia o artigo de Chico Alencar abaixo:

Acrisia, hipocrisia e democracia

Os partidos e as instâncias públicas precisam afastar de seus quadros e funções os acusados da operação Lava Jato, como Eduardo Cunha

Acrisia é um termo médico do século 19, usado quando o diagnóstico de um paciente é impreciso. Vem do grego e, no sentido etimológico, quer dizer "confusão, falta de discernimento, caráter indeciso de uma doença". Tudo a ver com a realidade brasileira atual.

Por outro lado, ainda no campo semântico, vale lembrar que toda crise –de ordem pessoal ou social– demanda um acrisolamento, isto é, uma depuração. Pede que, no cadinho dos conflitos em ebulição, os agentes políticos consigam tirar as sujeiras do "metal precioso" da nossa institucionalidade.

Valiosa é a nossa construção democrática, que necessita, nesta quadra crítica, de qualidades superiores. De avanços, e não de retrocessos. Isso só virá com uma refundação da República, que é bem mais do que o impedimento da presidenta, assunção do vice ou eleições presidenciais antecipadas com as mesmas regras do jogo endinheirado que aprofundou a degradação.

Só uma cidadania ativa e horizontal impulsionaria uma reforma política que libertasse o sistema político da prisão dos conglomerados econômicos, uma reforma tributária progressiva –que, de fato, gravasse os mais ricos–, uma auditoria e renegociação da dívida pública –como prevê a Constituição Federal– e uma constituinte eleita com normas que assegurassem a igualdade de condições.

Trata-se de redesenhar o molde institucional do país, democratizando os Poderes, a cultura e a comunicação de massa.

A história, no entanto, não tem o ritmo das nossas ansiedades. Sua dinâmica varia de acordo com as conjunturas e as forças sociais em confronto. Sérgio Buarque de Holanda falava do "modus paulatim" e do "modus saltantim" desta sábia senhora.

Paciência é preciso: reconheçamos que o melhor acrisolamento, o passo adiante para a nossa democracia, ainda não tem acúmulo político que o torne alternativa imediata à crise. Ainda carecemos de maior consciência, organização e mobilização populares para tanto.

O cenário mais provável é mais do mesmo, na tradição continuísta do pacto pelo alto das oligarquias no poder. Estamos na transição entre o velho não sepultado e o novo que ainda não nasceu.

Nesses intervalos turbulentos, de grande imprevisibilidade, surgem atores inconsistentes e oportunistas de todo o tipo. Delineia-se o costumeiro: mudar alguma coisa para que tudo, na essência, permaneça como está.

Porém, ainda que aquém do necessário horizonte histórico de um novo modelo político e econômico, atitudes imediatas devem ser tomadas. Elas exigem que se abandone o mar poluído de cumplicidades e hipocrisia em que se afogam as forças políticas dominantes, aí incluída a oposição conservadora, ávida por ter "a chave do cofre e a caneta de volta", como proclamou um líder da minoria que tem sido maioria na Câmara dos Deputados.

Para já, os partidos e as instâncias públicas precisam afastar de seus quadros e funções os acusados da Operação Lava Jato. Eles não podem ser ministros ou ocupar presidências de mesas diretoras ou comissões no Poder Legislativo. Não é possível tergiversar, sob pena de se consolidar a cínica "gangsterização" da política nacional.

Como é sabido, mesmo fora dos meios jurídicos, a situação de um investigado em inquérito é distinta da de um denunciado. Nesse caso, ele está formalmente acusado de ter praticado crimes, como é o caso do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

O respeito à função pública impõe que não prossiga ali, até que todo o processo seja concluído. Urge repudiar o "pacto de silêncio" no Parlamento sobre a iniciativa do Ministério Público Federal, após cinco meses de investigação.

Rio 247 Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 05:47:20 +0000 http://www.brasil247.com/194891
Cunha: É melhor expor realidade que pedalar depois http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/194895 Zeca Ribeiro: <p>Sessão extraordinária para discussão e votação de diversos projetos Data: 27/08/2015 - Foto: Alex Ferreira / Câmara dos Deputados</p> Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) não se disse surpreso com a previsão de déficit orçamentário e sinalizou que qualquer aumento de imposto será barrado na Câmara: “É a realidade do governo. É melhor mandar a realidade do que ficar pedalando depois”, afirmou, em referência ao julgamento das contas de 2014 no Tribunal de Contas da União <br clear="all"> Zeca Ribeiro: <p>Sessão extraordinária para discussão e votação de diversos projetos Data: 27/08/2015 - Foto: Alex Ferreira / Câmara dos Deputados</p>

247 – Diante da notícia de previsão de déficit orçamentário, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não se disse surpreso e sinalizou que qualquer aumento de imposto será barrado na Câmara.

“É a realidade do governo. É melhor mandar a realidade do que ficar pedalando depois”, disse, em referência ao julgamento das contas de 2014 no Tribunal de Contas da União.

Em entrevista ao Globo, ele afirma ainda que o rombo pode ser maior: “Mesmo com déficit no Orçamento, está arriscado o déficit real ser maior do que eles vão prever. E não podem errar de novo. Dar déficit e aumentar esse déficit depois será um desastre fenomenal” (leia mais).

Brasília 247 Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 06:00:24 +0000 http://www.brasil247.com/194895
Concessões devem injetar mais de R$ 30 bi em aeroportos http://www.brasil247.com/pt/247/economia/194894 : Terminais de Natal, Guarulhos, Brasília, Viracopos, Galeão e Confins já receberam R$ 13,4 bilhões em investimentos; outros quase R$ 13 bilhões estão previstos para os próximos anos; e, com a nova rodada de concessões, anunciada em junho e prevista para 2016, serão mais R$ 8,5 bilhões nos aeroportos de Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre <br clear="all"> :

247 – As concessões realizadas pelo governo já injetaram R£ 13,4 bilhões nos aeroportos de Natal, Guarulhos, Brasília, Viracopos, Galeão e Confins. Outros quase R$ 13 bilhões estão previstos para os próximos anos.

Com a nova rodada de leilões, anunciada em junho e prevista para 2016, serão mais R$ 8,5 bilhões nos aeroportos de Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre.

Na semana passada, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, revelou a intenção do governo de vender algo perto de 10% - de um total de 49% - da participação que a Infraero tem nos aeroportos concedidos à iniciativa privada para levantar capital.

"Estamos com estudo concluído pelo Banco do Brasil, o ministro Nelson Barbosa [Planejamento] já aprovou. É perfeitamente viável", afirmou Padilha, segundo reportagem da ‘Folha de S. Paulo’ (leia mais). 

Economia Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 05:57:52 +0000 http://www.brasil247.com/194894
Carlos Araújo: agenda de Dilma é sair da crise http://www.brasil247.com/pt/247/poder/194892 : Ex-marido e conselheiro informal de Dilma Rousseff, Carlos Araújo diz que a presidente ficou abalada com a crise econômica e com a queda na popularidade, mas permanece tranquila por acreditar na recuperação do apoio ao governo com a volta do crescimento; segundo ele, apesar do “ajuste severo”, Dilma não vai embarcar em uma agenda conservadora que defenda a flexibilização dos direitos dos trabalhadores: “A agenda de Dilma é sair da crise”, afirma <br clear="all"> :

247 – O ex-marido e conselheiro informal de Dilma Rousseff, Carlos Araújo, revelou que a presidente ficou abalada com a crise econômica e com a queda na popularidade. No entanto, ele disse que ela permanece tranquila por acreditar na recuperação do apoio ao governo com a volta do crescimento.

Em entrevista ao Valor, disse ainda que, apesar do “ajuste severo”, Dilma não vai embarcar em uma agenda conservadora que defenda a flexibilização dos direitos dos trabalhadores: “A agenda de Dilma é sair da crise”.

Sobre a pressão do maior partido da base aliada, ele minimiza: “O PMDB está muito bem no governo, é o aliado mais importante, mas parte substancial do partido já não apoiou a reeleição de Dilma. Não é uma situação nova” (leia mais).

Poder Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 05:24:29 +0000 http://www.brasil247.com/194892
Taques: falar de golpe é para quem perdeu espaço http://www.brasil247.com/pt/247/matogrosso247/194893 : Para o governador do Mato Grosso, Pedro Taques, que trocou o PDT pelo PSDB, é “natural” discutir a possibilidade de impeachment de Dilma: “Essa história de golpe é conversa de quem está perdendo espaço político”; questionado sobre o pós-Dilma, ele diz que, no caso de novas eleições, Eduardo Cunha (PMDB) assumiria, “mas falta ao presidente da Câmara, nesse instante, a possibilidade de conduzir esse processo”, em referência à Lava Jato; “O princípio de presunção de inocência se aplica ao Direito Penal, não à construção política”, disse  <br clear="all"> :

247 – Recém-filiado ao PSDB, o governador do Mato Grosso, Pedro Taques, defende ser “natural” discutir a possibilidade de impeachment de Dilma: “Essa história de golpe é conversa de quem está perdendo espaço político”.

Em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’, ao ser questionado sobre o pós-Dilma, ele diz que, no caso de novas eleições, Eduardo Cunha (PMDB) assumiria, “mas falta ao presidente da Câmara, nesse instante, a possibilidade de conduzir esse processo”, em referência à Lava Jato. “O princípio de presunção de inocência se aplica ao Direito Penal, não à construção política”, disse.

Quanto ao comportamento incoerente do PSDB nas votações do Congresso, fala no ‘efeito da hipocrisia política’: “quando está no poder defende isso, mas quando vai para oposição defende aquilo. Os discursos do PT e PSDB são mais ou menos assim. Mas na política, como diz o ‘filosofo’ Raul Seixas, só o idiota não muda de opinião” (leia mais).

Mato Grosso 247 Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 05:42:47 +0000 http://www.brasil247.com/194893
Cartel do Metrô racha Ministério Público de SP http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/194897 : Otávio Ferreira Garcia, secretário-executivo da Promotoria, e os promotores Marcelo Camargo Milani e Nelson Luis Sampaio de Andrade assinam texto em que se declaram "veementemente contra" a possibilidade de acordos com as empresas envolvidas escândalo do cartel do Metrô de São Paulo; a Alstom negocia ressarcir cofres contra punições  <br clear="all"> :

247 – A possibilidade de acordos no caso do cartel do metrô em SP rachou o Ministério Público. Segundo a colunista Mônica Bergamo, Otávio Ferreira Garcia, secretário-executivo da Promotoria, e os promotores Marcelo Camargo Milani e Nelson Luis Sampaio de Andrade assinam texto em que se declaram "veementemente contra" a possibilidade de acordos com as empresas envolvidas escândalo do cartel do Metrô de São Paulo.

A francesa Alstom é uma das que conversam sobre a possibilidade de ressarcir a empresa em troca de extinção de ação que poderia declará-la inidônea.

Segundo eles, os acordos só seriam "plausíveis" com o "inequívoco e integral reconhecimento das condutas anticoncorrenciais ilícitas e fraudulentas" (leia mais).

SP 247 Roberta Namour Mon, 31 Aug 2015 06:12:38 +0000 http://www.brasil247.com/194897
Agosto vai chegando ao fim e o Brasil merece paz http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/194875 : Para quem esperava um mês de agosto dramático como o de 1954, quando Getúlio Vargas se suicidou, ou de 1961, quando Jânio Quadros renunciou à presidência da República, o de 2015 vai terminando de maneira relativamente suave; quem queria protestar, protestou; se a direita soltou balões de Lula vestido de presidiário, uma militante da União da Juventude Socialista o furou e prometeu furar de novo; passado o Carnaval político, a mensagem mais importante foi transmitida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot; "Não interessa à sociedade que as controvérsias sobre a eleição se perpetuem: os eleitos devem poder usufruir das prerrogativas de seus cargos e do ônus que lhes sobreveem. Os derrotados devem conhecer sua situação e se preparar para o próximo pleito"; ele será ouvido? <br clear="all"> :

247 – Agosto, mês do desgosto. Assim vaticinavam os colunistas políticos que esperavam que o Brasil vivesse uma nova tragédia política neste agosto de 2015.

Foi num dia 24 de agosto, o de 1954, que Getúlio Vargas se matou. E foi num dia 25, o de 1961, que Jânio Quadros renunciou à presidência da República, num movimento que colocou em marcha as engrenagens para o golpe militar de 1964.

Antes desse agosto de 2015, bem que a presidente Dilma Rousseff avisou não ter vocação nem para Getúlio, nem para Jânio. Mas muitos preferiam não escutá-la. E tentaram fazer de tudo para que ela sofresse um processo de impedimento pelas chamadas 'pedaladas fiscais' – um caso já adiado para outubro.

Turbulências, de fato, aconteceram. No dia 16, milhares de pessoas foram às ruas, em várias capitais, pregando o 'Fora, Dilma!'. Como rescaldo desse movimento, a direita brasileira tem desfilado em pontos de alta concentração urbana com um boneco do ex-presidente Lula vestido como presidiário. Da mesma forma, uma militante da União da Juventude Socialista furou o boneco e outros prometeram furar quantos mais forem lançados pela extrema direita.

Nesse carnaval político, todos puderam se manifestar, mas o fato é que a elite brasileira vem clamando por um mínimo de paz. Em entrevistas recentes, empresários de peso, como Abílio Diniz (Brasil Foods), Luiz Carlos Trabuco (Bradesco), Roberto Setubal (Itaú-Unibanco), Rubens Ometto (Cosan) e Robson Andrade (CNI), têm clamado por respeito às urnas e um mínimo de apoio para que a presidente Dilma tenha governabilidade.

No entanto, ninguém se manifestou de modo tão oportuno como o procurador-geral da República, ao arquivar uma das representações movidas pelo PSDB a respeito das eleições presidenciais de 2014. "Não interessa à sociedade que as controvérsias sobre a eleição se perpetuem: os eleitos devem poder usufruir das prerrogativas de seus cargos e do ônus que lhes sobreveem. Os derrotados devem conhecer sua situação e se preparar para o próximo pleito", disse ele.

Ainda falta um dia para o mês de agosto chegar ao fim, mas o fato é que o Brasil merece paz. Sem ela, a economia não sairá do atoleiro em que se encontra e o 'quanto pior, melhor' não deveria interessar a nenhuma liderança política do País. Nem aos que pretendem ser governo amanhã.

Brasil Leonardo Attuch Sun, 30 Aug 2015 16:13:55 +0000 http://www.brasil247.com/194875
Impasse fiscal exige acordo político http://www.brasil247.com/pt/blog/terezacruvinel/194884 : "O recuo da CPMF foi correto pois,  diante do furor das reações, o governo estaria apenas cavando mais uma derrota política no Congresso. Mas sem os estimados R$ 80 bilhões que o tributo garantiria, não há como apresentar uma proposta sem déficit", diz a colunista Tereza Cruvinel, que prevê como consequência a perda do grau de investimento; segundo ela, "num país de elites responsáveis, teria chegado a hora do entendimento"; Tereza argumenta que caberá ao Congresso encontrar uma solução para o rombo fiscal; "Politicamente seria muito ruim para o governo entregar o abacaxi para o Congresso descascar mas talvez possa vir por este caminho a construção de uma saída fiscal, quem sabe em torno da própria CPMF" <br clear="all"> :

As reações à recriação da CPMF podem ter sido ditadas,  pelo menos em parte, mais pela forma do anúncio e não por seu real significado fiscal. Nas condições  políticas atuais, o governo não pode tirar propostas da algibeira sem antes negociá-las. Afora isso, o tributo sobre o cheque alcançaria universalmente os que mais podem com uma alíquota pequena diante do risco trazido por sua ausência: a perda do grau de investimento, caso o governo seja obrigado a enviar ao Congresso uma proposta orçamentária para 2016 com déficit fiscal.

Neste domingo, a presidente Dilma se reuniu com alguns de seus ministros para discutir exatamente o PLOA (projeto de lei orçamentária anual) que precisa ser apresentado ao Congresso até esta segunda-feira, 31 de agosto.   O recuo da CPMF foi correto pois,  diante do furor das reações, o governo estaria apenas cavando mais uma derrota política no Congresso. Mas sem os estimados R$ 80 bilhões que o tributo garantiria, não há como apresentar uma proposta sem déficit, ainda que descumprindo a promessa de um superávit de 0,7%.

Não há notícias da reunião, por ora, mas o impasse informa que, num país de elites responsáveis, teria chegado a hora do entendimento. As acusações e o jogo de culpas deveria ceder lugar à busca de soluções de interesse do país. Pois, como avisou o ministro Levy, consequências haverá (do orçamento deficitário, da perda eventual do grau de investimento e de outros aspectos da crise fiscal).

Hoje mesmo o senador Romero Jucá (PMDB-RR) –  respeitado por seu preparo técnico e a capacidade de construir soluções (o que tem feito dele relator frequente de matérias complexas) – sugeriu que o Governo envie a proposta com o déficit e chame o Legislativo a construir uma solução. Esta é a hora que chega. A de um acordo político em torno do impasse fiscal.

Politicamente seria muito ruim para o governo entregar o abacaxi para o Congresso descascar mas talvez possa vir por este caminho a construção de uma saída fiscal, quem sabe em torno da própria CPMF.  Mas isso só aconteceria se houvesse uma ampla negociação entre os dois poderes e entre as diferentes forças políticas, incluindo a oposição.  Uma vez apresentada a proposta orçamentária deficitária, teria início uma concertação política em busca dos R$ 80 bilhões  O PMDB, partido de Romero, naturalmente seria o regente, tanto por ser majoritário no Senado, onde Renan Calheiros já coordena a chamada Agenda Brasil, como pelo fato de dominar a crucial Comissão Mista de Orçamento, presidida pela senadora Rose de Freitas.  Mas,  nesta altura da crise, há coisas bem mais graves em causa, para além da  disputa de protagonismo.

Mas sobre tudo isso paira a pergunta: terão nossos líderes, nossas elites políticas, desprendimento bastante para distinguir o interesse nacional de seus interesses eleitorais e partidários? 

A palavra está com eles.

Tereza Cruvinel Tereza Cruvinel Sun, 30 Aug 2015 17:08:45 +0000 http://www.brasil247.com/194884
Aldir Blanc: FHC é um oportunista de elite http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/194864 : Compositor e escritor Aldir Blanc fez duras críticas neste domingo, 30,  ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB); "FHC não é príncipe coisa nenhuma. Trata-se de um oportunista de elite, com o demagógico pé na cozinha", afirmou; para Blanc, Eduardo Cunha é "é mais do que o bandido-mor do país"; sobre também para o ministro Gilmar Mendes, relator das contas da presidente Dilma Rousseff no TSE; "Não quero um Brasil no qual o missinistro Gilmar legisle pra um lado só", afirma <br clear="all"> :

247 - O compositor e escritor Aldir Blanc fez duras críticas ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) em artigo publicado no Globo neste domingo, 30.

"FHC não é príncipe coisa nenhuma. Trata-se de um oportunista de elite, com o demagógico pé na cozinha. Duda Cucunha é mais do que o bandido-mor do país", afirmou. 

"Cucunha é praga propinada devastando o país, como provam suas ações contra o ajuste fiscal, para depois "orar", e ganhar mais dinheiro. Como um lacaio de PC Farias, que poderia, no máximo, fazer comercial tipo "antes eu era assim" contra caspa, preside aquela casa de tolerância, cacetada, é fenômeno putulítico, sendo o "lítico" aí significando Idade da Pedra. As duas primeiras sílabas não preciso explicar", critica.

Sobrou também para o ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do TRibunal Superior Eleitoral (TSE) e relator das contas da presidente Dilma Rousseff. "Não quero um Brasil no qual o missinistro Gilmar legisle pra um lado só. Não quero um país onde uma bruaca ateromatosa lamente que Dilma não tenha sido enforcada no DOI-Codi. Não suporto anomalias esperneando porque não mataram todos em 64. E onde o protótipo do corno pergunte ao filho no colo: "O que Dilma é?". A criança: "p(*)ta". Desejo um país onde haja clamor nacional contra essa barbárie", afirmou. 

 

Mídia Aquiles Lins Sun, 30 Aug 2015 13:28:54 +0000 http://www.brasil247.com/194864
Dilma precisa "ir ao oculista", ironiza Gilmar http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/194863 : Relator das contas da presidente Dilma Rousseff e do PT no TSE, o ministro Gilmar Mendes usou de ironia para sugerir que a presidente Dilma Rousseff tinha conhecimento das irregularidades na Petrobras, investigadas pela Operação Lava Jato; "A mim me parece que é difícil qualquer pessoa que estava em posição de responsabilidade dizer que desconhecia essas práticas", disse Gilmar neste domingo, em entrevista ao Correi Braziliense; "E nós estamos falando só da Petrobras, agora recentemente começamos a falar da Eletrobras. Agora, se ninguém sabe e ninguém viu, precisa ir ao oculista, além de outros sentidos que podem estar perdidos por aí", afirmou <br clear="all"> :

Brasília 247 - O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e relator das contas da presidente Dilma Rousseff e do PT, o ministro Gilmar Mendes afirmou neste domingo, 30, que o fato do TSE ter aprovado as contas da presidente não exclui o fato de novas investigações.

"Acredito que a gente mudou um pouco o paradigma na apreciação das contas eleitorais. Quando fui designado relator, chamei técnicos do Banco Central, da Receita, do TCU, do próprio conselho de contabilidade. Então, fizemos uma análise um pouco mais aprofundada. Sempre se vem com este discurso: "Ah, mas as contas das chapas já foram aprovadas". Mas foram aprovadas com ressalvas e já com apontamento de problemas, alguns sérios. A decisão do tribunal foi unânime no sentido de investigações terem curso", afirmou o ministro em entrevista ao Correio Braziliense. 

"O que se está dizendo agora é que se usou o TSE ou a Justiça Eleitoral para lavagem de dinheiro. Porque, veja, se 3% de um dado contrato foram dados a título de doação, temos corrupção e o fenômeno da lavagem de dinheiro, utilizando a Justiça eleitoral como esse instrumento", afirmou. 

Questionado se a presidente Dilma Rousseff não poderia saber das irregularidades na Petrobras, Gilmar Mendes evitou ser taxativo e usou de ironia para responder. "Não vou emitir juízo sobre isso. Agora, a mim me parece que é difícil qualquer pessoa que estava em posição de responsabilidade dizer que desconhecia essas práticas. Mas isso deve ser investigado nos devidos processos. E nós estamos falando só da Petrobras, agora recentemente começamos a falar da Eletrobras. Isso é extremamente preocupante. Agora, se ninguém sabe e ninguém viu, precisa ir ao oculista, além de outros sentidos que podem estar perdidos por aí", afirmou. 

O ministro do TSE também comentou sobre seu voto na ação de descriminalização do porte de drogas, sobre a redução da maioridade penal e outros assuntos. Leia aqui na íntegra. 

 

 

Brasília 247 Aquiles Lins Sun, 30 Aug 2015 13:11:37 +0000 http://www.brasil247.com/194863
Alckmin assume tom radical e pede fim 'da praga do PT' http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/194850 : Governador Geraldo Alckmin despiu-se do seu estilo moderado e durante evento que marcou a entrada no PSDB do governador de Mato Grosso, Pedro Taques, assumiu o tom radical contra o PT; "Temos que nos livrar dessa praga que é o PT. O PT do desemprego, da inflação, dos juros pornográficos e dessa praga do desvio do dinheiro público. Hoje é tempo de honestidade", disse Alckmin; além dos seis governadores tucanos, estavam presentes o senador José Serra, a senadora Ana Amélia (PP-RS) e deputados tucanos de vários estados; Pedro Taques se disse um "soldado" da sigla a lutar pela transformação do país <br clear="all"> :

SP 247 - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), foi a Cuiabá prestigiar a filiação do governador Pedro Taques ao PSDB e lá assumiu o tom radical contra o PT. 

"Temos que nos livrar dessa praga que é o PT. O PT do desemprego, da inflação, dos juros pornográficos e dessa praga do desvio do dinheiro público. Hoje é tempo de honestidade", disse Alckmin. 

Alckmin disse que a entrada de Taques "alargou a fronteira da esperança". "Mato Grosso alargou as fronteiras do Brasil. 'Empurrou' o meridiano que estava demarcado pelo tratado de Tordesilhas. Hoje, Pedro Taques alarga a esperança e a confiança dos brasileiros no país, como nosso companheiro no PSDB", declarou.

A entrada de Taques no ninho tucano, após deixar o PDT, reuniu os principais nomes do PSDB nacional.O evento contou com a presença de outros líderes tucanos, como o presidente nacional do partido, senador Aécio Neves, e os governadores Beto Richa (PR), Marconi Perillo (GO), Simão Jatene (PA) e Reinaldo Azambuja (MS), bem como do presidente do Instituto Teotônio Vilela, José Aníbal, e de deputados federais e senadores. Os tucanos foram recebidos com um ato político que reuniu cerca de 3.000 pessoas em um hotel fazenda de Cuiabá. 

Em seu discurso de filiação, Pedro Taques afirmou que será mais um "soldado" da sigla a lutar pela transformação do país. “Quero dizer que eu sou um soldado para lutar por um Brasil melhor. Sou um soldado para trabalhar por um Brasil mais justo, para trabalhar por um Brasil mais ético”, disse o governador.  Taques falou durante cerca de dez minutos e lembrou de momentos considerados históricos para explicar o porquê de sua escolha pelo PSDB (leia mais). 

 

SP 247 Aquiles Lins Sun, 30 Aug 2015 06:34:41 +0000 http://www.brasil247.com/194850
Não dá para comemorar o fim da nova CPMF http://www.brasil247.com/pt/blog/paulomoreiraleite/194860 Lula Marques : <p>Brasília-DF 28-07-2015 Brasília/DF Lula Marques/ agência PT. Presidenta , Dilma participa do Encontro de trabalho - Pronatec Jovem Aprendiz na micro e pequena empresa</p> "Consumada em apenas 72 horas, a derrota da proposta de relançar uma nova versão da CPMF não deve dar motivo a qualquer tipo de comemoração. É ruim como sinal político e como perspectiva econômica", diz Paulo Moreira Leite, diretor e colunista do 247; "Não vamos nos enganar: um Estado empobrecido e sem recursos é o caminho mais fácil para se retomar programas de privatização e terceirização interrompidos de 2003 para cá. Este é o horizonte", afirma; ele afirma, ainda, que a mensagem política foi negativa; "O mesmo poder econômico que assumiu a defesa das instituições democráticas, repelindo articulações golpistas pelo impeachment, mostrou sua cara quando correu o risco de ser contrariado num debate crucial.  A reação – unificada – e também raivosa, em determinados círculos, revela o esforço para manter o governo Dilma sob controle, com movimentos definidos e monitorados" <br clear="all"> Lula Marques : <p>Brasília-DF 28-07-2015 Brasília/DF Lula Marques/ agência PT. Presidenta , Dilma participa do Encontro de trabalho - Pronatec Jovem Aprendiz na micro e pequena empresa</p>

Consumada em apenas 72 horas, a derrota da proposta de relançar uma nova versão da CPMF não deve dar motivo a qualquer tipo de comemoração. É ruim como sinal político e como perspectiva econômica.

Falando de economia. A partir do ajuste anunciado no segundo mandato, o governo trabalha com um orçamento apertado. Transformou o superávit primário na maior prioridade e cultiva um receio permanente de qualquer medida que possa prejudicar a avaliação das agencias de risco. Mesmo quem defende a recessão atual como consequência inevitável de um esforço necessário de arrumação da economia, sabe que ela não é uma fatalidade do destino nem precisava atingir o patamar desastroso a que chegou.  

A queda da economia soma os efeitos perversos da Lava Jato – sobre a qual o governo não tem o menor controle – com os cortes de investimentos públicos, que em grande parte dependem da caneta da equipe econômica. O saldo só poderia ser péssimo.

Caso viesse a ser discutida, explicada e quem sabe aprovada, com uma projeção de R$ 68 bilhões de receita a mais, a CPMF permitiria uma folga para investimentos. É um dinheiro para ninguém botar defeito, vamos combinar. O governo não só poderia prestar algum  socorro maior para a saúde pública, como poderia negociar o apoio a Estado e municípios que já não conseguem caminhar. Com mais receita, haveria menor pressão política para se fazer novos cortes – movimento permanente quando uma economia orientada  para a austeridade e não para o crescimento, como acontece hoje.

Não vamos nos enganar: um Estado empobrecido e sem recursos é o caminho mais fácil para se retomar programas de privatização e terceirização interrompidos de 2003 para cá. Este é o horizonte.  

Conclusão: se havia alguma possibilidade de alívio numa situação econômica cada vez mais difícil, o cancelamento da proposta  só irá agravar a situação. Até porque não se vê propostas alternativas na prateleira de projetos viáveis – capazes de gerar o mesmo ganho. Nem adianta perguntar aos adversários mais aguerridos da CPMF se eles tem alguma alternativa para criar estímulos de outra origem. Isso não faz parte do cardápio que quer nos fazer acreditar que um Estado cada vez menor é a fórmula mágica para uma economia cada vez melhor. Eu acho que isso é apenas ideologia. Há quem diga que é economia.

A mensagem política também é complicada.  O projeto vazou antes de ser discutido pelo governo – o que demonstra uma situação de fraqueza e mesmo deslealdade. Parlamentares do PT chegaram a se declarar contra a proposta, num movimento visto entre seus pares como um sinal de que tentam encontrar um pretexto para mudar de partido antes de 2016 e mesmo 2018. Coisas da política em 2015.

O mais importante ocorreu em outra esfera. O mesmo poder econômico que assumiu a defesa das instituições democráticas, repelindo articulações golpistas pelo impeachment, mostrou sua cara quando correu o risco de ser contrariado num debate crucial. A reação – unificada – e também raivosa, em determinados círculos, revela o esforço para manter o governo Dilma sob controle, com movimentos definidos e monitorados. Resta saber se o Planalto irá acomodar-se a esse situação ou tentará outros caminhos para reconstruir sua aliança histórica com as grandes camadas da população, que garantiram a vitória de seu governo e até agora só receberam a conta do ajuste.

Paulo Moreira Leite Paulo Moreira Leite, ão Sun, 30 Aug 2015 12:32:33 +0000 http://www.brasil247.com/194860
Cardozo é vaiado em manifestação na Paulista http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/194886 Marcelo Camargo/Agência Brasil: Brasília- DF- Brasil- 26/02/2015- O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, durante entrevista coletiva no Ministério da Justiça (Marcelo Camargo/Agência Brasil) O ministro, que mora na região, caminhava no início da tarde com um amigo para uma livraria, quando foi surpreendido pela aglomeração de pessoas ligadas a movimentos contra o governo. Ele foi seguido por um grupo de manifestantes e recebeu vaias até a porta do estabelecimento, onde também recebeu cumprimentos de pessoas que apoiam o governo;  “Eu acho que passa um pouco do ponto, ou passa muito do ponto, do ponto de vista de se fazer imputações à honra de autoridades. As pessoas devem criticar. É legitimo que critiquem, que manifestem suas posições, mas há certas questões que são ofensivas, que atingem a imagem e a honra, acho que isso não se coloca de bom tom numa democracia que custamos tanto para conquistar”, disse ele <br clear="all"> Marcelo Camargo/Agência Brasil: Brasília- DF- Brasil- 26/02/2015- O Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, durante entrevista coletiva no Ministério da Justiça (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Maiana Diniz - Repórter da Agência Brasil

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi seguido e vaiado hoje (30) por manifestantes que participavam de protesto contra o governo e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na Avenida Paulista, região central de São Paulo.

O ministro, que mora na região, caminhava no início da tarde com um amigo para uma livraria, quando foi surpreendido pela aglomeração de pessoas ligadas a movimentos contra o governo. Ele foi seguido por um grupo de manifestantes e recebeu vaias até a porta do estabelecimento, onde também recebeu cumprimentos de pessoas que apoiam o governo.

O fundador do Revoltados Online, Marcello Reis, registrou o momento em vídeo, no qual o ministro diz que acha a manifestação “absolutamente democrática”. É possível ouvir manifestantes gritando palavrões e expressões “pega ladrão”.

Mais tarde, em entrevista à rádio CBN, o ministro disse que apoia a democracia a todo custo, mas que algumas pessoas agiram de forma radical. “Eu acho que a democracia exige convivência e respeito e a liberdade de manifestação tem que ser assegurada. Acho que, às vezes, algumas pessoas infelizmente passam do ponto, faltam com a boa educação, mas é da vida. Antes assim, antes com a liberdade das pessoas poderem se expressar, mesmo que às vezes abusando, do que com a ausência de direitos e com a ditadura.”

Segundo Reis, o principal objetivo da manifestação de hoje era chamar a atenção da imprensa nacional e internacional para o movimento contra o governo e o ex-presidente Lula, representado por um boneco inflável vestido de presidiário. O boneco foi inflado em frente ao prédio do Tribunal de Contas da União (TCU) para pressionar por agilidade na análise de denúncias de irregularidades nas contas do governo em 2014 e ficou exposto até as 14h. Reis contou que houve um princípio de tumulto entre pessoas contra e a favor do governo, mas o conflito foi contido pela Polícia Militar.

O ministro Cardozo também criticou o uso do boneco inflável de Lula. “Eu acho que passa um pouco do ponto, ou passa muito do ponto, do ponto de vista de se fazer imputações à honra de autoridades. As pessoas devem criticar. É legitimo que critiquem, que manifestem suas posições, mas há certas questões que são ofensivas, que atingem a imagem e a honra, acho que isso não se coloca de bom tom numa democracia que custamos tanto para conquistar”, disse Cardozo na entrevista.

SP 247 Leonardo Attuch Sun, 30 Aug 2015 20:05:57 +0000 http://www.brasil247.com/194886
Governo vê risco cada vez menor de impeachment http://www.brasil247.com/pt/247/poder/194856 : Palácio do Planalto avalia que diminuiu nas últimas semanas o risco de um processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff com base nas chamadas pedaladas fiscais, que estão sob análise do Tribunal de Contas da União (TCU); além do fôlego com ações para barrar as movimentações pró-impeachment no Congresso, a denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, por envolvimento no esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato, está sendo encarado como o fator principal da derrocada do projeto de golpismo com base no que pode ser decidido pelo TCU; tucanos ligados ao presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), têm concentrado as atenções nos quatro processos que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral que podem levar à impugnação dos mandatos de Dilma e do vice Michel Temer <br clear="all"> :

247 - O Palácio do Planalto avalia que diminuiu nas últimas semanas o risco de um processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff com base nas chamadas pedaladas fiscais, que estão sob análise do Tribunal de Contas da União (TCU).

Além do fôlego com ações para barrar as movimentações pró-impeachment no Congresso, a denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, adversário do Planalto, por envolvimento no esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato, está sendo encarado como o fator principal da derrocada do projeto de golpismo com base no que pode ser decidido pelo TCU.

Esses desdobramentos levaram a oposição a considerar o caminho do impeachment como o mais improvável. Tucanos ligados ao presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), têm concentrado as atenções nos quatro processos que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral que podem levar à impugnação dos mandatos de Dilma e do vice Michel Temer.

 

Poder Aquiles Lins Sun, 30 Aug 2015 09:19:59 +0000 http://www.brasil247.com/194856
Dono de restaurante “proíbe” Beto Richa e tucanos corruptos http://www.brasil247.com/pt/247/parana247/194862 : Chef curitibano Beto Madalosso, herdeiro do tradicional restaurante Madalosso, o maior do América Latina e um dos maiorres do mundo, segundo o Guiness, incluiu no cardápio a inscrição "Políticos corruptos NÃO são bem vindos"; jornalista Esmael Morais lembra que Madalosso foi presidente da Paraná Turismo por quatro meses no governo Beto Richa; "O dono de restaurantes presta um desserviço à democracia ao propor que o governador e seus correligionários como Luiz Abi Antoun sejam enxovalhados em público mais ou menos como recentemente fizeram com petistas em São Paulo", afirma; generalização pressupõe que Madalosso deixará de atender a todos os políticos e abrir mão das milionárias receitas nas campanhas eleitorais <br clear="all"> :

Do Blog do Esmael - Fica registrada aqui a solidariedade do Blog do Esmael com o governador Beto Richa e aos tucanos, que estão proibidos de frequentar os restaurantes do chef Beto Madalosso — a Forneria Copacabana, conforme anotou o colunista Reinaldo Bessa, edição deste domingo (30) no jornal Gazeta do Povo. O moço também é herdeiro do tradicional restaurante Madalosso, o maior do país, no gastronômico bairro de Santa Felicidade.

O chef Madalosso incluiu no cardápio a inscrição "Políticos corruptos NÃO são bem vindos", mas, aos ouvidos de quem é da política, soa hipocrisia fajuta porque o restaurante da família Madalosso é conhecido justamente pelos almoços e jantares fornecidos a políticos corruptos ou não!

Madalosso foi presidente da Paraná Turismo por quatro meses no governo Beto Richa. Seria mágoa pela demissão?

O dono de restaurantes presta um desserviço à democracia ao propor que o governador e seus correligionários como Luiz Abi Antoun sejam enxovalhados em público mais ou menos como recentemente fizeram com petistas em São Paulo (não é à tona que o Paraná é considerado Quinta Comarca, basta ver mais essa macaquice).

Pode ser que Madalosso seja um gênio — ou seu marqueteiro –, mas a medida é recheada de burrice (comercial, inclusive). Pode até que ganhe um ou outro cliente mais exaltado, mas em perspectiva perde pela postura notadamente fascista e despolitizada, que retira a capacidade de raciocínio da clientela.

Qual político correrá risco de constrangimento público na rede de restaurantes de Madalosso, haja vista que no "escuro" todos são pardos?

A generalização pressupõe que Madalosso deixará de atender a todos os políticos e abrir mão das milionárias receitas nas campanhas eleitorais.

O Blog do Esmael se solidariza com os tucanos acusados de corrupção no Paraná. Todos têm direito à presunção da inocência. Todos, mesmo os conhecidos ladrões do erário.

Paraná 247 Aquiles Lins Sun, 30 Aug 2015 12:27:09 +0000 http://www.brasil247.com/194862
Merkel pede que União Europeia aceite mais imigrantes http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/194877 REUTERS/Philippe Wojazer: <p>Chanceler alemã, Angela Merkel, durante entrevista coletiva em Bruxelas. 13/07/2015 REUTERS/Philippe Wojazer</p> "Se a Europa tem solidariedade, e nós também já mostramos solidariedade a outros, então deve mostrar isso agora", disse ela a jornalistas em Berlim. "Devemos agir rapidamente" <br clear="all"> REUTERS/Philippe Wojazer: <p>Chanceler alemã, Angela Merkel, durante entrevista coletiva em Bruxelas. 13/07/2015 REUTERS/Philippe Wojazer</p>

BERLIM (Reuters) - A chanceler alemã Angela Merkel convocou os outros países da União Europeia neste domingo a receberem uma parcela maior de refugiados que chegam nos países do bloco, enquanto seu governo tem dificuldades para lidar com um número recorde de imigrantes ilegais.

A Alemanha estima que o número de pessoas procurando por asilo no país quadruplique para 800 mil em 2015.

O ministro do Interior Thomas de Maiziere afirmou que o país poderia lidar com este número neste ano, mas não em longo prazo. 

Merkel, a favor de abrigos adequados para os refugiados antes que o inverno chegue, disse que a Europa deve agir rapidamente.

"Se a Europa tem solidariedade, e nós também já mostramos solidariedade a outros, então deve mostrar isso agora", disse ela a jornalistas em Berlim. "Devemos agir rapidamente."

Alguns governos europeus se recusaram a aceitar refugiados e resistiram às propostas da União Europeia por um plano comum para lidar com essa crise, que se intensifica na medida em que mais migrantes fogem da guerra e da pobreza na África, na Ásia e no Oriente Médio.

Merkel deve se encontrar com De Maiziere e outras figuras importantes entre seus pares conservadores nesta noite de domingo para decidirem como proceder diante da crise dos refugiados, disseram fontes do partido da chanceler.

(Reportagem de Paul Carrel e Andreas Rinke)

Mundo Leonardo Attuch Sun, 30 Aug 2015 16:27:00 +0000 http://www.brasil247.com/194877
PSDB, que criou CPMF, é contra volta do imposto http://www.brasil247.com/pt/247/economia/194825 : "Somos contra o aumento dos impostos", disse, neste sábado, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), ao comentar a possível volta da CPMF; "Nós, do PSDB, não apoiaremos nenhuma proposta que puna ainda mais os já tão punidos cidadãos, consumidores e contribuintes brasileiros"; criado em 1997, no governo FHC, o imposto caiu no segundo mandato do ex-presidente Lula, após intensa campanha promovida por entidades empresariais; neste sábado; o ex-presidente Lula afirmou que "a CPMF nunca deveria ter acabado"; com um déficit previsto de R$ 130 bilhões para 2016, o governo federal conta com a receita de R$ 80 bilhões do imposto para ajustar suas contas <br clear="all"> :

247 – O PSDB, que foi responsável pela criação da CPMF, em 1997, hoje se manifestou oficialmente contra a volta do imposto, em declaração feita pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do partido.

"Sobre CPMF, a posição do PSDB é a mesma que externei durante a campanha eleitoral até aqui. Somos contra o aumento dos impostos. O ajuste rudimentar que esse governo vem propondo se ancora, se sustenta em dois pilares. Primeiro deles, supressão de direitos dos trabalhadores, e o segundo, aumento de carga tributária", disse ele. "O ajuste deveria estar sustentado em dois outros pilares, que seria a redução de despesas, com a requalificação do Estado, e a retomada do crescimento, pois aí se arrecadará mais. E o governo me parecer não ter condições de fazer nem uma, nem outra coisa. Nem diminuir as suas despesas, nem tampouco estimular o país, os investidores e o mercado a participar da retomada do crescimento. Nós, do PSDB, não apoiaremos nenhuma proposta que puna ainda mais os já tão punidos cidadãos, consumidores e contribuintes brasileiros."

Neste sábado, ao participar de um debate com o ex-presidente uruguaio José Pepe Mujica, o ex-presidente Lula defendeu a volta do imposto. "Não sei se é verdade que [Chioro] defendeu a CPMF. Mas a verdade é que ela não deveria ter sido retirada. Mas você deveria reivindicar para os governadores e prefeitos, porque eles precisam de dinheiro para a saúde", disse Lula ao cumprimentar o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

No PSDB, o Instituto Teotônio Vilela questionou a volta do imposto. Confira abaixo:

O governo do PT não sossega. Depois de ter dedicado os últimos meses a promover um arrocho fiscal de péssima qualidade, prepara-se agora para voltar a avançar sobre o bolso dos contribuintes. Está em gestação mais um impostaço, começando pela ressurreição da famigerada CPMF.

O plano da presidente Dilma é enviar ao Legislativo uma proposta de emenda constitucional recriando o imposto do cheque. O tributo foi cobrado dos brasileiros até 2007, quando foi derrubado pelo Congresso, numa vitória histórica da sociedade contra a sanha arrecadatória do PT. Incidia à alíquota de 0,38% sobre movimentações financeiras e chegou a render R$ 36 bilhões (ou R$ 58 bilhões em valores atualizados pela inflação).

A justificativa oficial é de que, sem avançar ainda mais no bolso dos brasileiros, a conta fiscal do ano que vem não fechará. São necessários mais R$ 80 bilhões para tapar o rombo da incúria petista. Os ministros chamados de “desenvolvimentistas” ou da “ala política” do governo defendem que a melhor alternativa para arranjar o dinheiro é esfolar ainda mais o contribuinte.

A carga tributária vem crescendo de forma contínua nas gestões do PT e hoje alcança perto de 34% do PIB. O brasileiro trabalha cinco meses do ano só para pagar impostos, segundo cálculos do IBPT. Em contrapartida, somos o país onde o retorno do que é recolhido pelos contribuintes ao fisco é um dos piores do mundo em termos de serviços públicos prestados.

Mas isso não é suficiente para frear os ímpetos arrecadatórios do governo petista. Além do aumento da CPMF, também está sob análise a mudança na forma de cobrança do PIS/Cofins, com impacto brutal sobre prestadores de serviço, em especial. O governo alega que quer “simplificar” o sistema, mas o resultado é bem distinto: com a medida, as alíquotas podem mais que dobrar e render uma arrecadação extra de R$ 50 bilhões.

Na realidade, os contribuintes brasileiros estão sendo chamados a pagar a conta dos descalabros promovidos pela gestão da presidente Dilma nos últimos anos. Com sua mal sucedida política de desoneração fiscal, voltada para atender os amigos do rei com fartos e baratos recursos públicos, as receitas tributárias vêm caindo. Já viu para quem vai sobrar a fatura, não é?

Além do impostaço, o governo já adiantou que o arrocho fiscal deverá se aprofundar no próximo ano, com mais cortes de benefícios sociais. Está em estudo dobrar a carência para concessão de aposentadoria por invalidez e tornar ainda mais severas as regras para concessão de auxílio-doença (já alteradas neste ano). Programas sociais também serão dizimados. Num país onde até doação de girafa é objeto das garras do leão nada mais surpreende. Segure sua carteira, porque o bicho está solto e faminto.

Economia Leonardo Attuch Sat, 29 Aug 2015 14:57:02 +0000 http://www.brasil247.com/194825
Ao Congresso, CNC repudia volta da CPMF http://www.brasil247.com/pt/247/economia/194773 : Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) encaminhou uma carta ao Senado e à Câmara manifestando-se contra a proposta de recriação da CPMF; presidente da entidade, Antonio Oliveira Santos, assina o texto, destacando que qualquer aumento da carga tributária é prejudicial aos interesses nacionais, especialmente na atual conjuntura de recessão econômica, alta inflação e desemprego; para ele, a a medida seria "inoportuna e contrária aos interesses nacionais" <br clear="all"> :

247 - A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) encaminhou uma carta ao Senado e à Câmara dos Deputados manifestando repúdio à proposta de recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF).

O presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, assina o texto, que foi enviado nesta sexta-feira 28, destacando que qualquer aumento da carga tributária é prejudicial aos interesses nacionais, especialmente na atual conjuntura de recessão econômica, alta inflação e desemprego.

O presidente da CNC faz um retrospecto do período em que o imposto foi instituído, em 1996, com o objetivo de proporcionar recursos ao Fundo Nacional de Saúde. "A CPMF vigorou dois anos, mas foi prorrogada sucessivamente até dezembro de 2007, quando finalmente foi extinta graças à pressão da sociedade civil, das classes produtoras e da imprensa", afirma Oliveira Santos, no documento.

Ainda de acordo com o texto da CNC, o Congresso também recusou, em oportunidade anterior, a proposta de rebatizar o tributo como Contribuição Social para a Saúde (CSS), tendo em vista experiências anteriores e o fato de já existirem contribuições criadas com a finalidade de financiar o Sistema Nacional de Saúde, tais como a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Antonio Oliveira Santos reitera, por fim, o pedido aos senadores e deputados para rejeitarem a recriação da CPMF, classificando a medida como inoportuna e contrária aos interesses nacionais.

As cartas podem ser lidas na íntegra aqui (Senado) e aqui (Câmara).

Economia Gisele Federicce Fri, 28 Aug 2015 19:02:46 +0000 http://www.brasil247.com/194773
Lula: 'a CPMF nunca deveria ter acabado' http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/194804 Ricardo Stuckert/Instituto Lula: Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu neste sábado, 29, a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, a CPMF; durante discurso em seminário em São Bernardo do Campo, com participação do ex-presidente do Uruguai, José Mujica, Lula disse que o chamado "imposto do cheque" nunca deveria ter sido extinto; "Não sei se é verdade que [Chioro] defendeu a CPMF. Mas a verdade é que ela não deveria ter sido retirada", disse Lula, ao cumprimentar o ministro da Saúde, Arthur Chioro, presente no evento; "Mas você deveria reivindicar para os governadores e prefeitos, porque eles precisam de dinheiro para a saúde", afirmou; CPMF foi derrubada pelo Congresso em 2007, numa articulação comandada pela senadora Kátia Abreu (PMDB), então no DEM, hoje ministra da Agricultura <br clear="all"> Ricardo Stuckert/Instituto Lula:

SP 247 - Durante participação no seminário internacional em São Bernardo do Campo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu neste sábado, 29, o retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

"Não sei se é verdade que [Chioro] defendeu a CPMF. Mas a verdade é que ela não deveria ter sido retirada. Mas você deveria reivindicar para os governadores e prefeitos, porque eles precisam de dinheiro para a saúde", disse Lula ao cumprimentar o ministro da Saúde, Arthur Chioro. Diante do ex-presidente do Uruguai José "Pepe" Mujica, Lula afirmou ao ministro da Saúde, Arthur Chioro, que o chamado "imposto do cheque" nunca deveria ter sido extinto.

O governo da presidente Dilma Rousseff considera recriar a CPMF, em meio às dificuldades financeiras enfrentadas com a crise econômica. Com o crescimento do PIB de 2016 reestimado para um patamar abaixo de 0,5%, o rombo no Orçamento do ano que vem é de cerca de R$ 130 bilhões em relação ao estimado em abril, quando foi encaminhado ao Congresso o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Déficit nas contas do governo reforça a necessidade da recriação da CPMF, mesmo com repercussão negativa.

A presidente Dilma Rousseff analisa com o ministro Joaquim Levy uma sugestão: propor a criação da nova CPMF por um período de apenas um ano; ideia seria carimbar o envio de uma Proposta de Emenda Constitucional ao Congresso como uma medida emergencial, para realizar a travessia econômica em 2016.

Criada em 1997 pelo governo Fernando Henrique Cardoso, a CPMF acabou extinta pelo Legislativo em 2007, já no segundo mandato de Lula à frente do Palácio do Planalto. Um dos integrantes do primeiro escalão encarregados de negociar a eventual criação do novo tributo, o ministro da Saúde defende uma alíquota de pelo menos 0,38%, o último percentual da CPMF.

SP 247 Aquiles Lins Sat, 29 Aug 2015 12:48:29 +0000 http://www.brasil247.com/194804
Amaral: 'Não tenho nenhum respeito ético pelas posições de Aécio' http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/194789 : Expressão histórica da esquerda no país, ex-presidente do PSB mante posição dura contra o presidente do PSDB, que agora fala que "não há elemento jurídico claro" para impeachment da presidente Dilma Rousseff; "Ele assumiu o lado golpista. Ele agora, com esse negócio de dizer que não tem motivo, “ainda”, é uma coisa sem sentido. Tem motivo ou não tem? Dizer que não tem motivo ainda. Quer dizer, ainda vai se procurar? E ele descobriu agora que não tem motivo? E quando ele estava pedindo novas eleições?", questionou Roberto Amaral <br clear="all"> :

Eduardo Maretti, da RBA - O ex-presidente nacional do PSB Roberto Amaral, representante histórico da esquerda brasileira, tem defendido a formação de uma frente popular para unir forças progressistas em defesa da democracia . Crítico mordaz de seu próprio partido, o PSB, que refundou no pós-ditadura, em 1985, junto com Jamil Haddad, Antônio Houaiss e Evandro Lins e Silva, Amaral comentou, a mais recente declaração do senador Aécio Neves (PSDB-MG). “Eu não tenho nenhum respeito ético pelas posições do ex-candidato Aécio”, diz Amaral.

Em aparente recuo, o senador tucano disse em entrevista a Kennedy Alencar, publicada nessa sexta-feira, 28, no blog do jornalista, que “ainda não está claro” haver motivos para o impeachment de Dilma Rousseff.  “Reconheço isso. Mas nada impede que dentro de algum tempo isso ocorra”, afirmou ainda Aécio. “Dizer que não tem motivo, 'ainda'... Quer dizer, ainda vai se procurar? E ele descobriu agora que não tem motivo?”, questiona Roberto Amaral.

Ele também não economiza críticas ao seu partido, o PSB, que apoiou Aécio no segundo turno em 2014, e volta a dizer que o partido adotou uma postura "oportunista". “Vejo muito mal (o papel do PSB no atual processo político), desde agosto do ano passado, quando ele decidiu não apoiar a Dilma”, diz. “A decisão do PSB de apoiar Aécio foi burra e oportunista.”

Ministro de Ciência e Tecnologia do governo Lula (entre 2003 e 2004), Amaral vem criticando seu partido também pela intenção, hoje adiada, de alguns líderes de se fundir com o PPS, que “completaria a direitização do partido”.

Está programado para 5 de setembro o lançamento da Frente Brasil defendida por Amaral, em Belo Horizonte.

Hoje, o senador Aécio Neves parece ter recuado e afirmou que ainda não “ainda está claro” que haja razão jurídica para o impeachment. Como o sr. recebe tal afirmação?

Eu não tenho nenhum respeito ético pelas posições do ex-candidato Aécio. Ele assumiu o lado golpista. Ele agora, com esse negócio de dizer que não tem motivo, “ainda”, é uma coisa sem sentido. Tem motivo ou não tem? Dizer que não tem motivo ainda... Quer dizer, ainda vai se procurar? E ele descobriu agora que não tem motivo? E quando ele estava pedindo novas eleições?

Então, não levo a sério, não considero importante nem relevante a declaração dele. Isso faz parte de algum jogo de política menor, e nós temos que nos preocupar com questão política maior. A questão fundamental é o respeito ao processo. Ele está querendo recuperar as tradições da UDN, que toda vez que perdia eleições propunha um golpe de Estado. O que temos que discutir é a voz soberana das urnas.

Como avalia a conjuntura?

É fundamental no processo democrático a defesa do mandato da presidente da República, independentemente de ser a Dilma, como era importante garantir a posse e o mandato de Juscelino. O que resta é a regra do processo democrático. Esta é a regra democrática: você disputa, ganha ou perde e vai em frente. Isso é fundamental para a ordem democrática. Isso é fundamental para a economia brasileira.

A economia brasileira, a economia produtiva, a nossa política externa, não podem ficar permanentemente à espera de uma crise, esperar se a crise se agrava, ou se vai amainar. Nós temos que ingressar na normalidade. Já se vão quase oito meses da posse e quase um ano das eleições. As eleições já terminaram. O que estou querendo é que os liberais entendam que o pleito do impeachment ou da convocação de eleições é um pleito golpista. Quando em 1954 ficaram inventando o “mar de lama”, a questão não era o “mar de lama”, que provou-se que era inexistente. A questão era impedir o governo Vargas, e impedir o reajuste do salário mínimo e impedir as estatais que ele estava criando.

A mesma coisa se operou em 1964. O problema era a promessa de reformas de base do Jango, e a direita então inventou que estava defendendo a Constituição, os liberais acreditaram nisso, foram às ruas a favor da queda de Jango, e o primeiro ato dos golpistas foi destruir a Constituição.

Como o sr. vê o desdobramento da crise, com otimismo ou pessimismo?

O que estou querendo passar é que a questão vai além da sustentação ou não do mandato da Dilma. Com o mandato dela mantido, temos que enfrentar a ascensão do pensamento de direita; sem o mandato dela, temos que enfrentar a ascensão das forças de direita. É preciso dar sustentação de centro-esquerda ao governo dela. A política se faz com correlação de forças. Se as forças progressistas liberais de esquerda não fortalecerem o governo da Dilma, ela vai ficar nas mãos das forças conservadoras.

Qual sua posição sobre o papel do PSB nesse processo?

Vejo muito mal, desde agosto do ano passado, quando ele decidiu não apoiar a Dilma. Ele não entendeu que o projeto Aécio – e está muito claro agora – era um processo de direitização, de redução dos direitos dos trabalhadores e de autoritarismo, que está construindo esse clima de intolerância no Brasil.

O sr. chegou a dizer há alguns meses que o PSB está dominado por oportunistas...

É o seguinte: a decisão do PSB de apoiar o Aécio foi uma decisão burra e oportunista. Por que oportunista? Porque o fez pensando que o Aécio ia ganhar as eleições. Então, pegou todo o nosso patrimônio, pegou toda a nossa história, todos os nossos projetos e jogou nessa aventura, pensando que o Aécio ia ser eleito. Só por isso. E foi uma decisão burra porque, diante da crise dos partidos de esquerda – e não precisa explicar, está todo mundo vendo essa crise –, o PSB poderia ser o grande desaguadouro dos quadros de esquerda, progressistas, que estão insatisfeitos com seu partido.

Se Eduardo Campos não tivesse morrido, o PSB poderia ter sido esse desaguadouro?

É o mais provável, mas não estou totalmente seguro disso, porque tudo dependeria de como seria o final de campanha, como seria no segundo turno, como seria a posição do partido. Ele morreu no inicio do primeiro turno.

O sr. também já criticou muito a eventual fusão do PSB com o PPS, que foi adiada...

Foi adiada porque houve uma reação da militância, mas a expressão é correta: foi adiada. Não quer dizer que foi de todo afastada. Isso completaria a direitização do partido.

Nesse quadro, o sr. teria condições de se manter no PSB?

O meu papel no PSB sempre foi de puxar o partido pela esquerda. Quando decidi com Antônio Houaiss e o Jamil Haddad refundar o partido, nós pensávamos em um partido socialista. A minha posição não mudou. Eu continuo achando que o Brasil precisa de um partido socialista e coerente, e vou continuar lutando por isso.

Brasil Aquiles Lins Sat, 29 Aug 2015 07:12:45 +0000 http://www.brasil247.com/194789
Rombo no orçamento reforça necessidade da CPMF http://www.brasil247.com/pt/247/economia/194785 : Com o crescimento do PIB de 2016 reestimado para um patamar abaixo de 0,5%, o rombo no Orçamento do ano que vem é de cerca de R$ 130 bilhões em relação ao estimado em abril, quando foi encaminhado ao Congresso o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias; o déficit nas contas do governo reforça a necessidade da recriação da CPMF, mesmo com repercussão negativa; a presidente Dilma Rousseff analisa com o ministro Joaquim Levy uma sugestão: propor a criação da nova CPMF por um período de apenas um ano; ideia seria carimbar o envio de uma Proposta de Emenda Constitucional ao Congresso como uma medida emergencial, para realizar a travessia econômica em 2016 <br clear="all"> :

247 - O governo reestimou a expectativa de crescimento do PIB para o ano que vem para um patamar abaixo de 0,5%, o que afetou sua programação de receitas e despesas.

Segundo o relator-geral do Orçamento, deputado Ricardo Barros (PP-PR), o rombo no Orçamento de 2016 é de cerca de R$ 130 bilhões em relação ao estimado em abril, quando foi encaminhado ao Congresso o projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias).

Diante da piora das perspectivas para a economia, o governo reduziu em R$ 60 bilhões sua estimativa de receitas, afirmou o parlamentar. Por outro lado, as despesas obrigatórias, que incluem gastos da Previdência e a folha de servidores, sofreram uma elevação de cerca de R$ 80 bilhões.

Para cobrir o buraco, que já foi amenizado por uma revisão das despesas não obrigatórias, uma das alternativas é a recriação da CPMF, que renderia R$ 60 bilhões aos cofres da União, segundo o parlamentar —Estados e municípios ficariam com uma fatia adicional.

Segundo o jornalista Kennedy Alencar, diante repercussão negativa sobre a eventual volta da CPMF, o Palácio do Planalto analisa uma sugestão: propor a criação da nova CPMF por um período de apenas um ano.

Ou seja, carimbar o envio de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) ao Congresso como uma medida emergencial. Assumir que é mesmo para realizar a travessia econômica em 2016, fechando as contas públicas.

Economia Aquiles Lins Sat, 29 Aug 2015 06:32:52 +0000 http://www.brasil247.com/194785
'Xerife' de Minas aponta rombo tucano de R$ 1,1 bi http://www.brasil247.com/pt/247/minas247/194793 : Controlador-geral do Estado de Minas, Mário Spinelli, nos governos de Aécio Neves e Antônio Anastasia, ambos do PSDB, as empresas prestavam serviços para o Estado e na hora de pagar, o governo cancelava os empenhos; "Isso vai para o ano seguinte, sem orçamento, sem nada. É um verdadeiro absurdo. Essa prática o Estado vem fazendo há mais de 10 anos. Só no ano passado, cancelou R$ 1,138 bilhão de empenhos liquidados", revelou; Spinelli nega ter sido convidado por Pimentel para integrar o governo para investigar especificamente os governos de Aécio e Anastasia; “Jamais aceitaria uma missão como essa”, disse <br clear="all"> :

Minas 247 - O controlador-geral do Estado de Minas, Mário Spinelli, afirmou que os governos de Aécio Neves e Antônio Anastasia, ambos do PSDB, deixaram de pagar R$ 1,1 bilhão a empresas contratadas pelo governo, entre os anos de 2003 e 2014. 

"A empresa vinha, prestava o serviço para o Estado. O Estado, na hora de pagar, cancelava o empenho. Isso vai para o ano seguinte, sem orçamento, sem nada. É um verdadeiro absurdo. Essa prática o Estado vem fazendo há mais de 10 anos. Só no ano passado, cancelou R$ 1,138 bilhão de empenhos liquidados. É uma prática que prejudica muito o equilíbrio orçamentário, porque você joga a conta para este ano. Esse ano, o Estado tem que pagar R$ 1,138 bilhão sem previsão de orçamento", disse Spinelli em entrevista ao Estado de S. Paulo neste sábado, 28. 

Spinelli foi chamado para ser controlador-geral pelo governador Fernando Pimentel (PT). Chegou ao governo com a fama de ser “xerife”, principalmente por ter sido protagonista na ação que desbaratou a chamada Máfia dos Fiscais do ISS na época em que ocupava a função de controlador-geral da Prefeitura de São Paulo, na gestão de Fernando Haddad (PT).

Ele nega ter sido convidado por Pimentel para integrar o governo para investigar especificamente os governos de Aécio e Anastasia. “Eu jamais aceitaria uma missão como essa. A minha missão é atemporal. A gente vai fiscalizar e punir, penalizar independentemente de governo”, disse. 

Márcio Spinelli disse também que foi feita uma força-tarefa para julgar e demitir servidores públicos envolvidos em irregularidades. "Demitimos 126 funcionários do Estado nos últimos dois meses, que é um número muito grande. Nós identificamos que deveria haver esse esforço na área correcional, porque isso é uma medida preventiva também. Criamos uma força tarefa para analisar e julgar esses processos num tempo recorde. E tirar essas pessoas do serviço público", afirmou. 

Leia na íntegra a entrevista de Mário Spinelli. 

 

 

Minas 247 Aquiles Lins Sat, 29 Aug 2015 08:40:41 +0000 http://www.brasil247.com/194793
Marcelo Neri: Brasil vive 'filme dramático', após transformação http://www.brasil247.com/pt/247/economia/194794 : Para o economista Marcelo Neri, ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos e atual chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV-RJ, o Brasil vive um "filme dramático" após uma década de avanços; "Nossa trajetória positiva dos últimos anos está em risco", afirma; segundo o economista, no entanto, o Brasil não voltará para os indicadores da era pré-Lula e destaca avanços registrados nos últimos 13 anos de governo do PT; "Em 2000, 45% dos municípios brasileiros tinham um IDH abaixo de 0,5. Em 2010, estavam perto de 0,6. Houve, portanto, uma transformação profunda. E não é só renda", afirmou <br clear="all"> :

247 - Para o economista Marcelo Neri, ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos e atual chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV-RJ, o Brasil vive um "filme dramático" após uma década de avanços. "Nossa trajetória positiva dos últimos anos está em risco."

Em entrevista à Folha, Neri diz que os mais pobres vinham "bombando" por conta do mercado de trabalho até o governo Dilma 2, que entrou numa espiral de rápido aumento do desemprego. "Quando analisamos os motivos de a renda ter crescido e a desigualdade caído, não é tanto por causa do Bolsa Família ou do impacto do salário mínimo sobre a Previdência. O principal foi o peso da renda do trabalho, formal e informal", afirma.

Segundo o economista, no entanto, o Brasil não voltará para os indicadores da era pré-Lula. "Estamos no final desse ciclo. Vamos voltar para trás agora? Certamente, mas não voltaremos para o começo nem para o meio do caminho, espero. Teríamos que passar por uma crise muito forte, com desajustes crescentes", afirmou. 

Sobre os avanços registrados nos últimos 13 anos de governo do PT, Marcelo Neri destacou a transformação de indicadores importantes como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). "Em 2000, 45% dos municípios brasileiros tinham um IDH abaixo de 0,5. Em 2010, estavam perto de 0,6 (quanto mais próximo de 1, melhor). Houve, portanto, uma transformação profunda. E não é só renda", afirmou.

Leia na íntegra a entrevista de Marcelo Néri. 

Economia Aquiles Lins Sat, 29 Aug 2015 09:27:30 +0000 http://www.brasil247.com/194794
Levy: 'É possível evitar recessão em 2016' http://www.brasil247.com/pt/247/economia/194792 : Em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou que é possível evitar uma recessão no ano que vem; segundo Levy, "houve um momento em que a incerteza política contribuiu para uma desaceleração da economia"; mas já "há alguns indicadores" de que "essa fase esteja sendo superada" e que a economia pode voltar a melhorar no início do próximo ano; em reposta às críticas da Fiesp, Levy afirmou que a política econômica do governo "está atacando os reais problemas do Brasil"; "Se você só olha pra ponta do pé, você tropeça, você cai. Se você olha na direção e você sabe pra onde você está indo, você vence, mesmo que tenha uma travessia e desafios" <br clear="all"> :

247 - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou em entrevista ao colunista Kennedy Alencar que é possível evitar uma recessão no ano que vem. Segundo Levy, "houve um momento em que a incerteza política contribuiu para uma desaceleração da economia". Ele afirma que "há alguns indicadores" de que "essa fase esteja sendo superada" e que a economia pode voltar a melhorar no início do próximo ano.

Rebateu crítica feita pelo presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que disse: "Se o ministro da Fazenda não tiver a competência para encontrar caminhos para resolver a questão econômica brasileira a não ser o caminho do aumento de impostos, é melhor ele arrumar a mala dele e ir fazer outra coisa. Ele vai prejudicar muito o Brasil."

O ministro da Fazenda afirmou que "a política que está sendo conduzida não é uma política que vai prejudicar o Brasil, não". "É uma política que está atacando os reais problemas do Brasil. (...) Se você só olha pra ponta do pé, você tropeça, você cai. Se você olha na direção e você sabe pra onde você está indo, você vence, mesmo que tenha uma travessia e desafios. Então, eu tenho muita tranquilidade nisso".

Assista a entrevista de Joaquim Levy no SBT Brasil.

Economia Aquiles Lins Sat, 29 Aug 2015 08:14:18 +0000 http://www.brasil247.com/194792
Fiúza vê volta da CPMF como 'pixuleco oficial' http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/194786 : Para o jornalista Guilherme Fiúza, a volta do CPMF não se destina a cobrir rombos do orçamento ou a financiar gastos com Saúde; sua tese é que o novo imposto, criado no governo FHC e abolido em 1997, será usado para "pagar pxuleco"; ou seja, discurso anticorrupção será usado para inviabilizar o equilíbrio das contas públicas <br clear="all"> :

247 – O discurso anticorrupção será usado para inviabilizar o equilíbrio das contas públicas. O primeiro sinal veio da coluna do jornalista Guilherme Fiúza, publicada no jornal O Globo. Segundo ele, a volta do CPMF não se destina a cobrir rombos do orçamento ou a financiar gastos com Saúde. Sua tese é que o novo imposto, criado no governo FHC e abolido em 1997, será usado para "pagar pxuleco". Confira abaixo:

CPMF, o pixuleco oficial

Os companheiros agradecem as boas maneiras, e partem desinibidos para novos saques

Dilma foi barrada no Palácio. A presidente vinha andando pelos salões da sede do governo federal quando um funcionário abriu os braços e impediu a passagem dela. O episódio se deu no momento em que vazava o plano do governo petista de recriar a CPMF. Foi como se o funcionário do Palácio tomasse a frente de um país abobado, prestes a levar calado mais uma facada dos companheiros, e dissesse a Dilma: “Não, minha senhora. CPMF é demais. Daqui a senhora não vai passar”.

A expressão ultrajada da presidente foi captada pelo fotógrafo Orlando Brito — no momento em que o chefe interino do Cerimonial do Planalto, Fernando Igreja, se punha no caminho dela, deixando passar apenas os atletas dos Jogos Parapan-Americanos que visitavam o Planalto. Nenhuma explicação factual para o acontecimento patético será tão precisa quanto o grito simbólico da cena: Dilma foi barrada no Palácio porque não devia mais estar lá.

A representante legal do maior projeto de pilhagem da História do país ainda respira por aparelhos porque, no quesito aparelhagem, seu partido é bom. Não é para qualquer um ter advogados de estimação na Corte Suprema, nem um procurador-geral da República para chamar de seu. Nas listas de Janot, o petrolão parece um desastre natural, uma nevasca de propinas que se abateu sobre os políticos brasileiros. Olhando, ninguém diz que é um esquema montado pelo estado-maior petista para roubar a Petrobras em favor do partido governante. Sabatinado no Senado, Rodrigo Janot disse que pau que bate em Chico, bate em Francisco. Só não bate em Dilma — porque em mulher sapiens não se bate nem com uma franja.

A presidente já foi citada mais de uma dezena de vezes na Lava-Jato, que produziu uma nevasca de evidências do financiamento eleitoral dela com dinheiro sujo de petróleo. Os tesoureiros petistas, entre delatados, denunciados, condenados e presos, já entraram para o anedotário como a profissão mais perigosa do mundo — anedota que só tem graça para os milionários com estrelinha na lapela. Enquanto o crime de responsabilidade dormita no TCU, com a tropa do cheque pedalando as pedaladas fiscais, o bom entendedor, e também o nem tão bom, já viu que o governo do PT montou um sistema de assalto ao dinheiro do povo — o que talvez explique o seu título de governo popular. E o impeachment, misteriosamente, continua sendo pronunciado como palavrão em convento.

Os companheiros agradecem as boas maneiras, e partem desinibidos para novos saques. E bota desinibição nisso: no momento em que o país entra oficialmente em recessão, com um rombo recorde de R$ 10 bilhões nas contas públicas em julho — joias de uma década de pilhagem —, os oprimidos profissionais tiram da cartola a ressurreição da CPMF. Já que você não quer falar em impeachment, querido contribuinte, vai passar a pagar pixuleco também. Mas não se preocupe: é pixuleco oficial, contabilizado, tudo certinho. Você nem vai precisar apertar a mão do companheiro Vaccari.

Para um governo tão preocupado com o povo, que chega a destruir o setor elétrico para fingir que a conta de luz é barata, recriar a famigerada CPMF é o sinal definitivo do desespero. Estão raspando o tacho. Até Delfim Netto, o oráculo do Lula, resolveu fazer o boletim de ocorrência do desastre financeiro. E note-se que Delfim foi aquele amigo das horas difíceis, sempre com um malabarismo teórico na ponta da língua para dizer que a administração petista ia muito bem, obrigado. Para Delfim Netto, desembarcar do seu doce teatro progressista, o brejo realmente deve ter alcançado a vaca.

Mas, para um povo cordial e pacato, até o brejo é relativo. Daqui a pouco aparece um intelectual antenado para dizer que, se é para tombar no chão, melhor afundar... Ou então que o brejo já vinha se chegando há muito tempo, e a vaca só estava no lugar errado, na hora errada. Os respeitáveis economistas Mansueto Almeida, Marcos Lisboa e Samuel Pessoa, por exemplo — que não são malabaristas — escreveram que o tombo fiscal brasileiro tem pouco a ver com a era petista. Sugeriram inclusive que este signatário é maniqueísta e só pensa no PT. Seja como for, após 12 anos de déficits escondidos com maquiagem contábil, reaquecimento da inflação, derrubada dos investimentos graças ao sequestro do Estado pelo partido e, finalmente, uma recessão genuinamente petista, as ponderações do trio de notáveis são pura poesia para João Santana.

Melhor mesmo parar de pensar no PT. Vamos concentrar só no brejo. Mas se você acha, ainda assim, que pagar CPMF para financiar pixuleco é um pouco demais, faça como o chefe do cerimonial do Palácio: tome posição e diga àquela senhora que daqui ela não passa.

Guilherme Fiuza é jornalista

Mídia Leonardo Attuch Sat, 29 Aug 2015 06:34:03 +0000 http://www.brasil247.com/194786
Pedro Taques agora é oficialmente tucano http://www.brasil247.com/pt/247/poder/194803 : Hoje recebi um dos homens públicos mais respeitados, não só em Mato Grosso como em todo o Brasil", afirmou o senador Aécio Neves (PSDB-MG); "Estamos todos muito felizes, o PSDB hoje se fortalece muito mais com a chegada do governador Pedro Taques, um homem de caráter e de espírito público valioso", afirmou o governador paulista Geraldo Alckmin <br clear="all"> :
DOUGLAS TRIELLI e CAMILA RIBEIRO 
DA REDAÇÃO do MídiaNews
 
O governador Pedro Taques assina, na manhã deste sábado (29), a ficha de filiação ao PSDB, dez dias depois de anunciar a escolha pelo partido comandado pelo senador Aécio Neves (MG).

Taques deixou o PDT - pelo qual se elegeu senador e governador - no dia 10 deste mês e demorou, pelo menos, uma semana, até anunciar a adesão do tucanato.

O governador chegou a ser assediado por vários partidos, além do PSDB - entre eles, o PSB, que, em Mato Grosso, tem como principal líder o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes.

Ex-candidato a presidente da República, o senador Aécio Neves conduz, no Hotel Fazenda Mato Grosso, o ato de filiação de Pedro Taques ao PSDB.

Ele estará acompanhado do senador José Serra (SP) e do deputado federal Nilson Leitão, presidente regional do PSDB.

Ao menos 5 mil pessoas são esperadas para o evento. Entre os convidados, estão as principais lideranças políticas do Estado. 

Além disso, devem estar presentes os governadores de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; de Goiás, Marconi Perillo; do Paraná, Beto Richa; e do Pará, Simão Jatene; além do prefeito de Manaus (AM), Artur Virgílio.

O evento será aberto às 8 horas para a chegada dos participantes. Às 9 horas, estão marcadas apresentação da Associação de Músicos e artistas de Mato Grosso; apresentação de Siriri e Cururu e da Fanfarra de Várzea Grande.

Já às 9h30, Aécio e Taques estarão com jornalistas em uma coletiva de imprensa, no salão Curicaca do hotel. 

Em seguida, o evento segue para o salão principal, em que diversos políticos terão a oportunidade de discursar para o governador.

Ainda ocorrerá uma homenagem, em vídeo, ao ex-governador Dante de Oliveira, falecido em 2006. Ele também trocou o PDT pelo PSDB.

Por fim, por volta de meio-dia, o governador irá assinar a ficha de filiação tucana. O evento será encerrado por Aécio.

O governador Pedro Taques ainda deve anunciar o número de prefeitos que o seguirão para o PSDB. 

Nos bastidores, a informação é de que ao menos 40 prefeitos já confirmaram a filiação, que deverá ocorrer somente na semana que vem.

Histórico

Pedro Taques oficializou sua saída do PDT no último dia 10, por meio de um ofício sucinto, encaminhado ao diretório do partido em Cuiabá. 

A saída do partido começou a ser especulada após os desentendimentos com o deputado estadual Zeca Viana, presidente regional da legenda.

No último dia 18, o governador anunciou que se filiaria ao PSDB.

A decisão amadureceu, principalmente, após várias conversas com o governador Geraldo Alckmin e o senador Aécio Neves. 

O que pesou, fundamentalmente, para decisão - que admitia também a hipótese de ir para o PSB - foi a maior estrutura política e a musculatura eleitoral, do PSDB, em todo o país; além da certeza de que a sigla permanecerá na oposição à presidente Dilma Rousseff (PT).

Previsão de organizadores é de 5 mil pessoas no ato de filiação (Atualizada às 8h30)

Cerca de quatro mil pessoas estão presentes no Hotel Fazenda Mato Grosso, no Coxipó, para prestigiar o ato de filiação do governador Pedro Taques ao PSDB.

O governador encontra-se no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, para recepcionar o presidente nacional do partido, senador Aécio Neves (MG).

Aécio vem acompanhado do senador José Serra (SP) e do deputado federal Nilson Leitão, presidente do PSDB em Mato Grosso.

Samira diz que momento é importante para esposo (Atualizada às 9h55) 

À imprensa, a primeira-dama do Estado, Samira Martins, afirmou que este é um importante momento na carreira de Pedro Taques.

"Ele está muito feliz e muito empolgado. Ele tem uma grande admiração pela organização do PSDB e pela união das lideranças. Acho que esse foi um dos atrativos que levou ele a optar pelo partido", disse. 

Samira disse ainda não descartar uma possível filiação ao tucanato. "Se ele me pedir com carinho...", brincou.

Filiação de Taques "oxigena" o partido, diz Thelma de Oliveira (Atualizada às 9h57)

Já a ex deputada federal Thelma de Oliveira, esposa do falecido ex-governador Dante de Oliveira, afirmou que a filiação de Taques ao tucanato "oxigena" o partido.

"Recebo ele com muita alegria, até porque muitos dos ideais que o governador defende são tucanos. Ele já era tucano sem saber", disse.

Ela, no entanto, negou a comparação entre Taques e o seu ex-marido.

"Cada um tem sua história, sua trajetória, mas eles comungam de ideias comuns, que é o compromisso de construir um Estado voltado para a população", completou.

Vice governador diz que filiação é "um ganho" para Mato Grosso (Atualizada às 10h)

 O vice-governador Carlos Fávaro (PP) afirmou que a filiação de Taques ao PSDB fará Mato Grosso viver um novo momento de destaque no cenário político nacional. 

"Mato Grosso estava sendo relegado a segundo plano na política nacional, mas, agora, o Estado seguirá novo rumo de transformação, como já teve na época do ex-governador Dante de Oliveira".

Segundo ele, o perfil de Taques, voltado ao combate a corrupção, fará de Mato Grosso uma grande vitrine.

"Além dessa atuação voltada ao combate implacável a corrupção, ele também tem se notabilizado por fazer um Governo eficiente, enérgico, trazendo prosperidade para o Estado e que servirá de exemplo para esse momento de crise pelo qual passa o país", disse.

Fávaro também descartou a possibilidade de seguir para o novo partido do governador.

Paulo Taques diz que momento do governador é "histórico" (Atualizada às 10h05)

O secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, também já esta no Hotel Fazenda. Ele disse que não poderia deixar de acompanhar o governador Pedro Taques em mais um "momento histórico" de sua carreira política.

Ele disse que sua esposa, a advogada Adréia Zamar Taques, que sofreu um AVC nesta semana, já está bem e deixou a UTI do Hospital Santa Rosa. E, portanto, ele resolveu passar rapidamente no evento.

"Fiz questão de passar aqui rapidamente, ficar um pouco ao lado do Pedro, neste momento importante da carreira dele", disse.

"O Taques tem uma característica singular na carreira dele, pois ele é um político que já veio de fora pra dentro. Começou na política como senador, o que já lhe trouxe um prestígio político e um respeito político muito grande", afirmou.

Aécio Neves e Pedro Taques acabam de chegar para o ato de filiação ( Atualizada às 10h50)

O senador Aécio Neves e o governador Pedro Taques acabam de chegar no Hotel Fazenda Mato Grosso. 

No local, Aécio vai conduzir o ato de filiação de Taques ao PSDB. 

Também estão presentes o governador do Estado de São Paulo, Geral Alckmin, o senador José Serra, governador do Paraná Beto Richa, o governador do Pará Simão Janete, o governador de Goiás Marconi Perillo e o deputado federal por Mato Grosso, Nilson Leitão. 

 

 
Aécio diz que PSDB vive momento histórico (Atualizada às 11h)

Antes da entrevista coletiva o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves afirmou que o partido hoje vive um momento histórico.

Segundo ele, o PSDB é um partido que nasceu com ética. 

Ele afirmou que um partido político se faz com homens e ideais e que, no PSDB não faltam ideais e projetos para o Brasil.

"Também não nos faltam quadros qualificados e hoje recebi em os um dos homens públicos mais respeitados, não só em Mato Grosso como em todo o Brasil", afirmou.

 Segundo o senador, a filiação de Taques ao PSDB é um momento único e de grande alegria para todos os companheiros. 

"Taques é um dos quadros mais cobiçados pelos partidos políticos sérios". 

Alckmin diz que PSDB se fortalece com a filiação de Pedro Taques (Atualizada às 10h10)

"Estamos todos muito felizes, o PSDB hoje se fortalece muito mais com a chegada do governador Pedro Taques, um homem de caráter e de espírito público valioso".
Poder Leonardo Attuch Sat, 29 Aug 2015 12:20:25 +0000 http://www.brasil247.com/194803
Hollande, Merkel e Putin apoiam cessar-fogo no leste da Ucrânia http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/194814 REUTERS/Valentyn Ogirenko: <p>Militares ucranianos em cima de blindados após treinamento. 11/08/2015 REUTERS/Valentyn Ogirenko</p> Em comunicado, o gabinete do presidente da França, Francois Hollande, afirmou que ele também acertou com a chanceler alemã, Angela Merkel, e com o presidente russo, Vladimir Putin, que seria útil realizar um encontro com o chefe de Estado ucraniano, Petro Poroshenko, nas próximas semanas <br clear="all"> REUTERS/Valentyn Ogirenko: <p>Militares ucranianos em cima de blindados após treinamento. 11/08/2015 REUTERS/Valentyn Ogirenko</p>

PARIS (Reuters) - França, Alemanha e Rússia apoiam o plano para um total cessar-fogo no leste da Ucrânia a partir de 1º de setembro, informou neste sábado a presidência francesa depois de os líderes dos três países terem conversado por telefone.

A Ucrânia e separatistas pró-Rússia, em um gesto para reforçar um frágil cessar-fogo, acertaram no dia 26 de agosto encerrar todas as violações de trégua a partir da próxima terça-feira, disseram representantes da OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação na Europa) e de grupos rebeldes.

Em comunicado, o gabinete do presidente da França, Francois Hollande, afirmou que ele também acertou com a chanceler alemã, Angela Merkel, e com o presidente russo, Vladimir Putin, que seria útil realizar um encontro com o chefe de Estado ucraniano, Petro Poroshenko, nas próximas semanas.

"Eles apoiaram fortemente os pedidos para um total cessar-fogo a partir de 1º de setembro", informou o gabinete de Hollande. "Eles salientaram que o respeito ao último cessar-fogo é uma necessidade, dada a situação de civis no leste da Ucrânia".

Os dois lados concordaram em fevereiro em realizar um cessar-fogo no leste ucraniano, paralelo a um processo político, incluindo planos para uma eleição local e a criação de um status de autogestão para regiões com tendências separatistas.

Porém, confrontos esporádicos entre as duas forças, com mortes de civis, soldados ucranianos e separatistas, minaram o acordo obtido em fevereiro.

(Por John Irish)

Mundo Leonardo Attuch Sat, 29 Aug 2015 14:23:03 +0000 http://www.brasil247.com/194814
Processada por Lula, Época volta a atacá-lo http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/194801 : Revista Época que circula nesta semana volta a atacar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva; reportagem principal da revista das Organizações Globo, da família Marinho, retrata o ex-presidente como "lobista informal" da construtora Odebrecht em Cuba; citando "telegramas secretos do Itamaraty" reportagem assinada por Thiago Bronzatto atesta que "sim, Lula intermediou negócios para a Odebrecht em Cuba"; revista já é alvo de processo criminal movido pelo ex-presidente, acusado de ser operador de esquema de corrupção, em reportagem “repleta de falácias e afirmações divorciadas das práticas éticas e sensatas do bom jornalismo", segundo o Instituto Lula; além de Thiago Bronzatto, são acionados por reparação de danos morais os jornalistas Diego Escosteguy e Filipe Coutinho, que "imputaram a Lula a prática de conduta criminosa sem um fiapo sequer de prova” <br clear="all"> :

247 - A revista Época que circula nesta semana voltou a atacar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Reportagem principal da revista das Organizações Globo, da família Marinho, retrata o ex-presidente como "lobista informal" da construtora Odebrecht em Cuba. 

Citando "telegramas secretos do Itamaraty" e documentos confidenciais do governo brasileiro, em que burocratas descrevem as condições camaradas dos empréstimos do BNDES às obras da Odebrecht em Cuba, a reportagem assinada por Thiago Bronzatto atesta que "sim, Lula intermediou negócios para a Odebrecht em Cuba" (leia mais).

O Porto de Mariel em Cuba recebeu financiamento de US$ 898 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Desde que os Estados Unidos e Cuba reataram suas relações diplomáticas, Mariel tem sido considerado como estratégico para o comérgio na região. O Brasil é o segundo maior parceiro comercial de Cuba. À medida em que a ilha socialista iniciar e ampliar negócios com os Estados Unidos, melhores condições econômicas as empresas brasileiras terão para instalar subsidiárias em Cuba e, dali, vender produtos para o mercado americano.

A credibilidade da revista Época não anda de vento em popa. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com ação, na semana passada, por reparação de danos morais contra os jornalistas Diego Escosteguy, Thiago Bronzatto e Filipe Coutinho, todos da revista Época. Bronzatto e Coutinho são os repórteres que assinam as oito páginas de reportagens da edição de 20 de abril que acusam Lula de ser operador de esquema de corrupção; Escosteguy é editor-chefe da publicação semanal da Editora Globo.

“A matéria está repleta de falácias e afirmações vis – todas, sem exceção de uma sequer – divorciadas das práticas éticas e sensatas do bom jornalismo. [Os autores da reportagem] imputaram a Lula a prática de conduta criminosa sem um fiapo sequer de prova”, afirma a ação, protocolada na 12ª Vara Cível de Brasília no último dia 21 de agosto.

O Instituto Lula expôs as inúmeras incorreções das reportagens, em detalhes, em esclarecimento público intitulado “As sete mentiras da capa de Época sobre Lula”. Em resposta, a revista Época reafirmou as informações publicadas de forma genérica, apesar dos sinais óbvios de problemas de texto e apuração, nunca reconhecido pela revista (leia mais).

Mídia Aquiles Lins Sat, 29 Aug 2015 12:15:15 +0000 http://www.brasil247.com/194801
Cotas já garantiram 111 mil vagas para estudantes negros nas universidades http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/194811 : Criada com o objetivo de ampliar o acesso da população negra, indígena e a de baixa renda ao ensino superior, a Lei de Cotas, que completa três anos neste sábado,  garantiu mais de 111 mil vagas para estudantes negros em cursos superiores de universidades e institutos federais; até o fim de 2015, o número deve chegar a 150 mil <br clear="all"> :
Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil

Criada com o objetivo de ampliar o acesso da população negra, indígena e a de baixa renda ao ensino superior, a Lei de Cotas, que completa três anos hoje (29),  garantiu mais de 111 mil vagas para estudantes negros em cursos superiores de universidades e institutos federais. Os dados são da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir), divulgados esta semana. Até o fim de 2015, o número deve chegar a 150 mil.

A lei reserva no mínimo 50% das vagas das instituições federais de ensino superior e técnico para estudantes de escolas públicas, devendo ser preenchidas por candidatos autodeclarados pretos, pardos e indígenas, levando em consideração a proporção desses grupos na população total do estado onde fica a instituição. A legislação também garante que, das vagas reservadas a escolas públicas, metade será destinada a estudantes de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo.

Levantamento realizado pela Seppir mostra que, em 2013, 50.937 vagas das instituições federais de ensino superior e técnico foram ocupadas por estudantes negros. No ano passado, o número subiu para 60.731. A estimativa da secretaria é que até o fim 2015, 40 mil vagas sejam ocupadas por negros, totalizando 150 mil vagas. Os números definitivos deste ano só serão conhecidos em 2016.

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Criada para ampliar o acesso da população negra, indígena e a de baixa renda ao ensino superior,  Lei de Cotas completa três anos Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

Reparação
Para a ex-reitora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e ex–ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), Nilcéa Freire, a legislação visa corrigir uma distorção histórica na sociedade brasileira que remonta à escravidão, que fez com que estes grupos ficassem praticamente relegados, quase sem acesso ao ensino superior.

“Eu diria que estamos pagando, de certa forma, a dívida com os nossos ancestrais que padeceram na escravidão. Até hoje podemos ver resquícios desse processo. Basta olhar, nas universidades, o conflito que houve para implantar o sistema de cotas. E se você olha para determinadas categorias, como as trabalhadoras domésticas, só agora, depois de tantos anos é que elas começam a conquistar o seu status de trabalhadoras como as demais”, disse Nilcéa em entrevista ao programa de rádio Viva Maria, transmitido pelas Rádio Nacional da Amazônia, Rádio Nacional de Brasília, Rádio Nacional do Rio de Janeiro e Rádio Nacional do Alto Solimões, veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

A Uerj foi a primeira instituição de ensino superior no país a adotar o sistema de cotas, em 2001. Na época, Nilcéa era a reitora da instituição, onde se formou em Medicina. Ela destaca que um dos efeitos mais positivos da legislação foi ter possibilitado que negros e negras de escolas públicas, jovens da periferia e das favelas tenham chance de sonhar com uma carreira. “Quando eu vejo na minha universidade de origem a foto da formatura da primeira turma de médicos que prestou vestibular já no regime de cotas eu fico muito feliz. É uma turma colorida que tem a diversidade do povo brasileiro”, disse.

Ela lembra que o debate sobre a legislação gerou muita polêmica e resistência por parte de alguns segmentos. Nilcéa comparou a resistência ao que chamou de “lógica do ônibus cheio”.

“Depois que você entra, você não quer mais que ele pare em nenhum ponto e essa lógica permanece na sociedade brasileira. Nós ainda temos um caminho longo a trilhar na construção de uma sociedade mais solidária. Porque, na verdade, trata-se de ampliar os laços de solidariedade para que a sociedade toda possa avançar junto e não somente parte da sociedade”, afirmou.

Críticas
Alguns críticos da política de cotas argumentavam que as ações afirmativas feriam o princípio da igualdade previsto na Constituição. A polêmica sobre as ações afirmativas levou o caso até o Supremo Tribunal Federal, que em julgamento histórico, em 2012, considerou, por unanimidade, a iniciativa constitucional.

Na época, o relator, ministro Ricardo Lewandowski, lembrou que em 2012 apenas 2% dos negros conquistavam um diploma universitário no Brasil e afirmou que aqueles que hoje são discriminados têm um potencial enorme para contribuir para uma sociedade mais avançada.

“Para possibilitar que a igualdade material entre as pessoas seja levada a efeito, o Estado pode lançar mão, seja de políticas de cunho universalista – que abrangem um número indeterminado de indivíduos, mediante ações de natureza estrutural – seja de ações afirmativas, que atingem grupos sociais determinados, de maneira pontual, atribuindo a estes certas vantagens, por um tempo limitado, de modo a permitir-lhes a superação de desigualdades decorrentes de situações históricas particulares”, afirmou Lewandowski em seu voto.

Atualmente a Lei de cotas é cumprida por 128 instituições federais de ensino.

Brasil Leonardo Attuch Sat, 29 Aug 2015 14:16:16 +0000 http://www.brasil247.com/194811
Steve Jobs é retratado como brilhante e brutal em novo documentário http://www.brasil247.com/pt/247/cultura/194818 : “Steve Jobs: The Man in the Machine” não traz nenhuma grande novidade factual. Mas o longa contrasta o homem que certa vez aspirou ser um monge budista com o executivo que negou a paternidade de seu primeiro filho no início e presidiu uma companhia que pagava uma ninharia aos operários chineses em fábricas de iPhone, além de ter cortado fundos de seus programas filantrópicos enquanto lucrava bilhões <br clear="all"> :

Por Jill Serjeant

NOVA YORK (Reuters) - Quatro anos após sua morte, o co-fundador da Apple Steve Jobs ainda fascina o público, e duas grandes produções de cinema lançadas nesta temporada se dedicam a analisar sua vida e carreira.

Para o premiado documentarista Alex Gibney, esse é também o momento de se reavaliar a personalidade do rígido perfeccionista que revolucionou o modo como as pessoas se comunicam, mas cuja maneira como tratava amigos, familiares e colegas de trabalho era algumas vezes cheia de contradições.

“Steve Jobs: The Man in the Machine” não traz nenhuma grande novidade factual. Mas o longa contrasta o homem que certa vez aspirou ser um monge budista com o executivo que negou a paternidade de seu primeiro filho no início e presidiu uma companhia que pagava uma ninharia aos operários chineses em fábricas de iPhone, além de ter cortado fundos de seus programas filantrópicos enquanto lucrava bilhões.

“Ele tinha o foco de um monge, mas nada da empatia”, diz Gibney no filme.

O documentário, que chega aos cinemas dos EUA em 4 de setembro, usa filmagens de arquivos e entrevistas com jornalistas, alguns antigos amigos e ex-funcionários da Apple. Tanto a Apple como a viúva de Jobs, Laurene, não quiseram cooperar com a produção.

Outro filme sobre Jobs, o longa "Steve Jobs", estrelado por Michael Fassbender, está previsto para ser lançado em outubro.

Cultura Leonardo Attuch Sat, 29 Aug 2015 14:30:20 +0000 http://www.brasil247.com/194818
Liderança do Syriza encolheu, enquanto Tsipras busca novo mandato http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/194823 REUTERS/Christian Hartmann: <p>Primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, durante sessão parlamentar, em Atenas. 14/08/2015 REUTERS/Christian Hartmann</p> O ex-primeiro-ministro grego Alexis Tsipras exortou neste sábado que seus partidários deem a ele um mandato para que possa completar a transformação política da nação, em um momento no qual as pesquisas mostram que o seu partido, o esquerdista Syriza, está na frente para as eleições do próximo mês, porém com menor margem <br clear="all"> REUTERS/Christian Hartmann: <p>Primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, durante sessão parlamentar, em Atenas. 14/08/2015 REUTERS/Christian Hartmann</p>

Por George Georgiopoulos e Renee Maltezou

ATENAS (Reuters) - O ex-primeiro-ministro grego Alexis Tsipras exortou neste sábado que seus partidários deem a ele um mandato para que possa completar a transformação política da nação, em um momento no qual as pesquisas mostram que o seu partido, o esquerdista Syriza, está na frente para as eleições do próximo mês, porém com menor margem.

Tsipras renunciou na semana passada, dias após fechar um acordo de ajuda de 86 bilhões de euros com os credores da zona do euro e do Fundo Monetário Internacional (FMI). O objetivo do abrupto anúncio foi esmagar a rebelião de um grupo de congressistas de extrema-esquerda e aumentar o seu poder.

Mas a aposta de Tsipras de convocar eleições antecipadas para o dia 20 de setembro pode ser um tiro pela culatra, com a maioria dos gregos desaprovando a sua atitude de buscar um novo mandato e a forma como ele negociou com os credores.

Em maio, o Syriza tinha vantagem de 15,2 pontos percentuais sobre a oposição do partido conservador Nova Democracia, mas essa margem caiu para apenas 1,8 por cento, de acordo com uma pesquisa do instituto MRB, divulgada neste sábado pelo jornal Agora.

Outras pesquisas mostraram que a liderança diminuiu, sugerindo que o momento é da legenda Nova Democracia.

Tsipras afirmou que pretende completar o que começou quando o Syriza venceu as eleições, em janeiro.

Ele exortou que seus partidários lutem contra o velho e "odiado" sistema político que, segundo ele, é responsável pelo fato de a Grécia necessitar de ajuda internacional. O ex-premiê justificou sua decisão de fechar um acordo para obter um terceiro pacote de ajuda internacional.

"Não nos arrependemos por termos lutado, nem por ter evitado uma catástrofe no final", disse. "Quem quiser nos abandonar tem o direito de fazê-lo, mas estamos avançando. Ainda não lutamos nossas melhores batalhas".

Discordando de Tsipras, dissidentes do Syriza formaram um partido mais à esquerda, o Unidade Popular.

A pesquisa do MRB mostrou que o novo partido já tem o apoio de 4,2 por cento dos eleitores, acima do limite mínimo de 3 por cento para entrar no Congresso. O Syriza aparece com 24,6 por cento, enquanto o Nova Democracia tem 22,8 por cento.

A pesquisa também mostrou que 68,6 por cento dos eleitores desaprovaram a decisão de Tsipras de renunciar ao cargo.

Todas as recentes pesquisas sugerem que o Syriza tem chances remotas de ganhar maioria parlamentar. O partido de direita Gregos Independentes, aliados de Tsipras no governo de coalizão, não deve chegar ao Parlamento desta vez.

A pesquisa do MRB, com base em 1.008 entrevistas em todo o país de 25 a 27 de agosto, mostrou que 75,4 por cento dos gregos querem que a nação permaneça na zona do euro, embora quase 73 por cento tenham uma visão negativa do pacote de ajuda negociado por Tsipras.

Mundo Leonardo Attuch Sat, 29 Aug 2015 14:40:38 +0000 http://www.brasil247.com/194823
Marconi lidera movimento em defesa da Celg e Goiás http://www.brasil247.com/pt/247/goias247/194799 : Governador comandou reunião e recebeu apoio de representantes do Fórum Empresarial, do Fórum de Engenharia e do corpo diretivo da Celg para aprovação da emenda que reduz dívida da empresa em R$ 400 milhões; texto foi derrubado no Congresso após ação de Ronaldo Caiado e os deputados peemedebistas Daniel Vilela e Pedro Chaves;  "É uma luta do setor produtivo também porque se a Celg fica prejudicada, Goiás fica prejudicado, o setor produtivo será afetado”, afirma Pedro Alves, presidente da Fieg; presidente da Faeg, José Mário Schreiner disse que o setor produtivo não poderia jamais se esquivar de entrar nessa luta: “Conte com nosso irrestrito apoio, governador"   <br clear="all"> :

Goiás 247 - Representantes do Fórum Empresarial e do Fórum de Engenharia ratificaram apoio ao governo de Goiás no trabalho pela aprovação da cláusula que reduz a dívida da Celg. Reunião realizada na tarde de sexta-feira, com a participação do governador Marconi Perillo e presidentes e diretores da Celg, discutiu os efeitos negativos da retirada da cláusula da MP 675, que reduziria a dívida da Celg Distribuição com Itaipu Binacional em R$ 400 milhões.

A direção da Celg D explicou que com a exclusão da cláusula, o passivo da distribuidora com a geradora de energia saltará de R$ 900 milhões para R$ 1,3 bilhão, porque pelas regras atuais o saldo devedor seria cobrado em dólares, com taxa anual de juros de 12% (confira abaixo a relação de participantes da reunião).

As entidades reconhecem a importância da liquidação da dívida da Celg para a administração pública e para o setor produtivo. Presidente da Fieg, Pedro Alves de Oliveira afirmou que o fórum empresarial está à disposição para colaborar com o que for possível para que seja de conhecimento da sociedade o prejuízo que a supressão da emenda trará para os goianos.

“É uma luta do setor produtivo também, porque se a Celg fica prejudicada, Goiás fica prejudicado, o setor produtivo fica prejudicado”, frisou. Presidente da Faeg, José Mário Schreiner disse que o setor produtivo não poderia jamais se esquivar de entrar nessa luta. “Conte com nosso irrestrito apoio”, declarou.

O presidente da Fecomércio, José Evaristo, afirmou que não vê como o Fórum Empresarial não se engajar em uma luta que envolve a sanidade da Celg. “É mais do que uma obrigação, é essencial que nós apoiemos uma batalha que finaliza a recuperação da companhia”, disse.

O presidente do Sistema OCB/Goiás, Guilherme Barbosa de Souza, afirmou que se os empresários tivessem a oportunidade de converter algumas dívidas dolarizadas em moeda nacional, o setor estaria hoje bem melhor do que está. “Então é claro que vamos apoiar Goiás nessa luta”, justificou.

Carlos Alberto Moura, presidente do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon), disse que caso a cláusula de desdolarização não seja aprovada, "os efeitos recairão não apenas sobre a Celg Distribuição, mas sobre a economia de Goiás e a população goiana, que será penalizada".

Marconi afirmou que a emenda foi suprimida por razões políticas, que potencializaram a questão de forma completamente equivocada e irresponsável. “Fizeram isso por falta de informação ou por maldade política mesmo, jogando contra a empresa, contra Goiás e contra o governo federal”, ressaltou. Ao tomarem conhecimento detalhado sobre os prejuízos que a companhia terá caso a discussão seja trancada e adiada novamente, as lideranças do setor produtivo afirmaram que apoiam o governo de Goiás no trabalho pela aprovação da cláusula que reduz a dívida da Celg.

A dívida

A dívida da Celg com Itaipu teve início em 2006 e perdurou até 2010. Conforme explicou o presidente da CelgPar, José Fernando Navarrete, a Celg adquiria suprimento de energia de Itaipu, repassava o custo aos consumidores nas contas de energia, recebia o valor e não pagava Itaipu. “Isso gerou a dívida dolarizada acrescida de juros de 1% ao mês que hoje soma R$1,3 bilhão”, explicou.

Navarrete destacou que a dívida da Celg com Itaipu ainda não foi liquidada por definição do governo federal, que apontou quais as dívidas que deveriam ser priorizadas quando o governo contraiu empréstimo de R$ 3,5 bilhões em 2011 para recuperar a companhia.

“Quando assumimos a Celg em janeiro de 2011, a companhia tinha um montante de dívida de R$ 7 bilhões. Urgia pagar de imediato um valor aproximado de R$ 3,5 bilhões que foi uma operação de crédito que nós conseguimos com a União. A União passou a administrar a Celg a partir de janeiro de 2012. Ela foi quem escolheu a prioridade das nossas dívidas que iam ser pagas com os R$ 3,5 bilhões. Poderia e deveria ter sido uma prioridade pagar Itaipu, que era uma dívida de risco e alta. Mas como ela não ia diretamente para o Tesouro da União, a União preferiu nos emprestar o recurso, mas indicando quais dívidas ela queria que fossem quitadas, e deixou essa dívida para trás”, elucidou.

 

Goiás 247 José Barbacena Sat, 29 Aug 2015 11:04:15 +0000 http://www.brasil247.com/194799
Gilmar ironiza gastos de campanha do PT: '1 Barusco' http://www.brasil247.com/pt/247/goias247/194768 : Em Goiânia para participar de um evento de magistrados, o ministro Gilmar Mendes criou a moeda “Barusco” para falar do valor dos gastos de campanha da presidente Dilma, em alusão ao valor devolvido à Justiça pelo ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco; “Foram R$ 360 milhões. Pelos cálculos modernos estabelecidos no Brasil seria correspondente a um Barusco”, disse o ministro do Tribunal Superior Eleitoral; há uma semana, Gilmar pediu novo inquérito sobre as contas de campanha de Dilma <br clear="all"> :

Goiás 247 - Em Goiânia para participar de um evento de magistrados nesta sexta-feira, o ministro Gilmar Mendes ironizou e criou a moeda “Barusco”, em alusão ao valor devolvido à Justiça pelo ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco.

O termo foi usado pelo ministro para quantificar os valores movimentados pelo PT, enquanto ele falava do valor dos gastos de campanha da presidente Dilma Rousseff em 2014.

“Foram R$ 360 milhões. Pelos cálculos modernos estabelecidos no Brasil seria correspondente a um Barusco”, disse o ministro do Tribunal Superior Eleitoral. Gilmar pediu novo inquérito sobre as contas de campanha de Dilma na sexta-feira passada.

Na entrevista em Goiânia, Gilmar Mendes ignorou as críticas de que seja tucano e citou a Venezuela.

“Eu tenho a impressão de que há um tipo de agrupamento político no Brasil que não acha que juiz bom é juiz morto, mas acha que juiz bom é que vota a seu favor. Esse é um modelo que funciona bem na Venezuela, mas não tem nada a ver com o nosso país”, disse.

Goiás 247 José Barbacena Fri, 28 Aug 2015 18:36:15 +0000 http://www.brasil247.com/194768
STJ considera anulação da Lava Jato improvável http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/194770 Agência Brasil: "Acho muito pouco provável, acho improvável pelos fatos como estão postos", avaliou o ministro Francisco Falcão, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), nesta sexta-feira 28; desde as prisões dos primeiros investigados na Lava Jato, em novembro do ano passado, as defesas dos acusados dizem que há ilegalidades nas decisões da Justiça Federal que fundamentaram as prisões <br clear="all"> Agência Brasil:

André Richter - Repórter da Agência Brasil

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Francisco Falcão, considera improvável a anulação da Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras. Desde as prisões dos primeiros investigados na Lava Jato, em novembro do ano passado, as defesas dos acusados dizem que há ilegalidades nas decisões da Justiça Federal que fundamentaram as prisões.

Em março, o STJ abriu inquéritos contra os governadores do Acre, Tião Viana, e do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. Eles foram citados em depoimentos de delação premiada do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. "Acho muito pouco provável, acho improvável pelos fatos como estão postos", avaliou Falcão.

Em uma entrevista hoje (28) sobre o lançamento de um seminário sobre o combate à lavagem de dinheiro, o ministro Luis Felipe Salomão, relator dos processos contra os governadores, ressaltou que, além dos depoimentos, é preciso apresentação de provas contra os acusados.

"A delação é um dos elementos de prova. É preciso que venha sufragada pelo conjunto de provas para o juiz formar sua convicção. E essa é uma garantia não só do acusado, mas de toda a sociedade", disse o ministro.

Em 2011, a Operação Satiagraha foi anulada pelo STJ. Na ocasião, os ministros da Quinta Turma entenderam que as provas da operação ficaram comprometidas com a participação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) na operação. No mesmo ano, o tribunal considerou ilegais as provas obtidas na Operação Castelo de Areia, que investigou a empreiteira Camargo Correa.

Brasil Gisele Federicce Fri, 28 Aug 2015 18:53:46 +0000 http://www.brasil247.com/194770
“Pobre é preso como traficante. Playboy faz acerto com delegado” http://www.brasil247.com/pt/247/favela247/194759 Reprodução: Afirmação é do ex-investigador da Polícia Civil e escritor Roger Franchini. Para ele preconceito e moralismo são os entraves para uma discussão mais profunda sobre a descriminalização de drogas no país. Franchini acredita que o tema ter chegado ao STF foi um grande avanço, mas que sem a regulamentação do mercado, a violência policial da prisão em flagrante em nada mudará, pois quem continuará a decidir se é porte ou tráfico ainda será a cor e a classe social do flagrado <br clear="all"> Reprodução:

Por Maitê Berna, para a Ponte

“Pobre é preso como traficante. Playboy faz acerto com delegado.”

Para ex-investigador, possível descriminalização do uso de drogas pelo STF não muda o essencial: polícia continuará a distinguir usuários e traficantes pela classe social

Preconceito e moralismo são os entraves para uma discussão mais aprofundada sobre a descriminalização de drogas no país. É o que defende o ex-investigador da Polícia Civil e escritor Roger Franchini, autor de livros como Ponto Quarenta: a Polícia para Leigos e Matar Alguém. Para ele, o tema ter chegado ao Supremo Tribunal Federal foi um grande avanço, mas sem a regulamentação do mercado, a violência policial da prisão em flagrante em nada mudará, pois quem continuará a decidir se é porte ou tráfico ainda será a cor e a classe social do flagrado. O STF suspendeu na quinta-feira (20), por tempo indeterminado, a discussão sobre a descriminalização depois que o ministro Luiz Edson Fachin fez um pedido de vista do processo de revisão da lei antidrogas. O relator do caso, Gilmar Mendes, já havia se manifestado a favor da posse para uso pessoal.

Abaixo você confere a entrevista de Roger Franchini a Ponte:

Por que o tema da descriminalização de drogas sempre volta e ainda está muito longe de ser superado?

Por causa do preconceito da grande mídia e da nossa sociedade que impede a análise técnica, o que afasta a discussão de qual é o impacto real, não apenas da descriminalização, mas também da regulamentação do mercado de drogas. Atualmente não temos um critério para entender por que a maconha é proibida e o álcool e o cigarro não são. Se é por uma questão meramente de letalidade, não há motivos que justifiquem isso. Essa cegueira me incomoda. Quando você transporta o debate para o ambiente cientifico não há dúvidas sobre a questão. Eu acho muito importante essa discussão ter chegado ao STF, porque lá é um ambiente técnico e a gente espera que o julgamento seja pautado por esses critérios.

Descriminalização e regulamentação do mercado. Quais as diferenças entre esses conceitos?

Mundialmente, temos dois exemplos: um é do Uruguai, que detém o monopólio da maconha, desde a plantação, passando pela venda e até o uso. Lá existe uma coisa bem peculiar: cada cidadão tem uma cota mensal e se você é de fora não pode usar. Mesmo você sendo cidadão você tem que se inscrever. Tem que dizer para o governo: “olha, eu sou maconheiro e quero usar”. O que é uma coisa absurda, porque você não precisa prestar contas a ninguém sobre algo de foro íntimo, muito menos ao Estado. E tem o modelo norte americano, presentes no Colorado e no estado de Washington, que são muito mais liberais para isso. Lá eles vendem maconha como a gente compra e vende cerveja. O mercado da maconha em Washington foi a segunda maior fonte de renda do governo nos últimos dois meses e no Uruguai temos a notícia que nunca mais houve morte derivada do tráfico. A maconha tem uma peculiaridade, porque ela é muito mais usada que as outras. Quem usa crack usa maconha. Quem usa cocaína ou LSD também fuma maconha. O mercado da maconha tem uma demanda muito maior.

Qual a sua maior crítica à proposta de revisão da lei?

A discussão é um grande passo, mas ainda vai manter a hipocrisia. Porque, por mais que o uso seja descriminalizado, para você conseguir a droga vai continuar sendo tráfico. Creio eu que serão determinados alguns parâmetros: você vai poder plantar em casa, vai poder ter dois, três gramas com você. Mas a questão de você plantar em casa não é algo fácil, não é todo mundo que está disposto a isso. Ou seja, vamos poder usar a droga, mas não vamos poder comprar a droga.

Então, na prática não vai mudar nada?

O nosso grande problema hoje é a questão de quem é usuário e quem é traficante. É uma decisão muito delicada que é tomada pelo policial militar. Quando um PM chega com alguém na delegacia com um montinho de maconha na mão, o flagrante esta praticamente pronto. É muito raro que um delegado contrarie a ocorrência de um PM, porque isso cria um atrito muito grande entre as duas instituições. Muito embora caiba ao delegado definir o crime de acordo com a norma, essa decisão é sem dúvida influenciada pelo PM.

E a tendência do PM é a de criminalizar essas situações?

Ele parte principalmente da ideia de que tem que limpar a rua. E o simples fato de você levar alguém pra delegacia pra assinar um termo circunstanciado de porte de droga não atinge o que ele quer. O cara vai sair com ele de lá e é bem capaz de voltar para o mesmo lugar para fumar a mesma maconha. Então pra ele é muito melhor que ele faça um flagrante de tráfico. E as maiores vítimas são aquelas pessoas que incomodam a PM. Normalmente alguém que já foi preso por tráfico ou por um roubo e que está na rua fumando um baseadinho. E aí pra transformar esse baseado num crime de tráfico não é difícil. Então é muito delicado essa relação entre traficante e usuário. E eu acho que a tendência do STF é determinar quantidade de droga tolerada, mas imagino que caberá à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) definir esses critérios sobre que determinada quantidade não faz mal.

Na sua visão, isso seria adequado?

Não é perfeito, mas considerando como nossa sociedade é reacionária, conservadora e raivosa, eu acho que é a saída menos ruim. Mais honrosa e menos ruim. Mas vai faltar a regulação de mercado, porque enquanto houver essa proibição da mercancia da maconha, as maiores vítimas vão continuar sendo as pessoas menos favorecidas, que trabalham vendendo, produzindo. E quer saber? Se o STF criar algum critério quantitativo, por exemplo, 10 gramas, eu não acho difícil que as biqueiras angariem 20, 30 pessoas cada uma com 10 gramas. O que me deixa muito preocupado é que nós vamos ficar numa situação muito hipócrita. Mas a nossa sociedade ainda não está preparada para discutir isso.

Por quê?

Você trata de uma maneira o usuário da periferia e o usuário playboy de condomínio. Quando esse usuário playboy de condomínio é pego com dois três cigarrinhos de maconha, a própria PM já se sensibiliza, sabe que é de uma boa família. É um tipo de usuário que a família vai pra delegacia e o cara diz pro delegado: “olha, meu filho usa maconha, mas não é bandido, é estudante”. O pai, por um acaso, deve ser alguém da classe média, o dito cidadão de bem. Esse cenário seria outro completamente diferente se uma outra pessoa, negra, parda, fosse pega em Heliópolis, por exemplo, com essa mesma quantidade de cigarros de maconha. O policial ia forçar para que ele fosse preso por tráfico. Eu não me preocupo nem um pouco com esse usuário de condomínio, bem nascido, porque ele vai ter uma família pra fazer o acerto com o delegado. A questão é esse rapaz da periferia. Ele não vai ter escolha e vai até mesmo abraçar a imagem de ser um traficante. A nossa sociedade não dá a ele a chance de ser usuário. A nossa sociedade sempre vai vê-lo como membro do tráfico, porque a proximidade dele com a violência é muito maior. O playboy manda alguém ir na biqueira pra ele, algum mais descolado e malandrão. O outro ali da periferia, não. Ele vai sozinho na biqueira, é bem provável que conheça o dono e o risco de ele ser pego numa batida policial e ser levado é muito grande. E, uma vez que a pessoa pega cadeia, é muito difícil retomar a vida. Não apenas pela força de vontade, mas a ficha dele vai estar marcada. Ele já nasceu marcado e depois o tráfico o marcou. O mundo já o vê de uma outra forma e as chances para que ele sobreviva só serão dadas pelo crime, pelo PCC.

Dá para colocar todas as drogas na mesma prateleira?

Não. O melhor critério para saber quais as drogas têm que ser legalizadas, desde a plantação, mercado e uso, é a letalidade delas. Por que hoje em dia temos medicamentos tarja preta, por que temos que ir ao médico para contar nossa história e ele avaliar se devemos e quanto devemos usar desses medicamentos? Eu, por exemplo, não vejo nenhum motivo medicinal para usar cocaína, mas eu vejo para a maconha. Uma curiosidade é que muitas pessoas usuárias de crack quando estão em crise de abstinência fumam maconha, porque a maconha alivia os sintomas da abstinência de outras drogas. Mas não é uma substituição, é como um medicamento. Nos anos 60, o LSD era usado experimentalmente como remédio e vinha dando bons resultados, mas aí começou aquela cruzada contra drogas, aquela demonização que colocou a cocaína, a maconha e todo o resto no mesmo saco, na vala comum, sem conseguir fazer a analise técnica necessária. O tráfico de crack é mais sujo, porque tem um público que não tem mais discernimento do que é certo e errado. O público da maconha é mais hedonista, que usa fundamentalmente pelo prazer que dá, como há quem use cerveja.

Se você tivesse a oportunidade de estar no STF o que diria aos ministros?

Que não há motivos para essa demonização da maconha, que a guerra contra as drogas é uma guerra custosa e perdida, que a gente enxuga gelo todo dia, todo policial sabe disso. Acho que todos esses ministros se não fumaram, conhecem alguém, algum parente que já fumou. A política antidrogas só é tolerado por uma questão cultural, por uma prestação de contas histórica que nos tínhamos com os Estados Unidos, onde tudo começou. Eles proibiram a maconha por uma questão meramente preconceituosa contra os negros e mexicanos. Eles não achavam que a maconha era tao mal quanto o álcool, por exemplo, e tem um detalhe: mesmo a bebida tendo sido proibida, depois foi liberada porque viram que não funcionou.

Você criticou os custos da guerra as drogas, tem ideia de valores?

Vamos fazer uma conta, só por brincadeira. Vamos pensar num flagrante. Digamos que um delegado em são Paulo ganhe R$ 7 mil, dividindo por 30 dias no mês e 24 horas por dia, dá um pouco mais de R$ 9 a hora. Aí tem o  custo com os dois PMs, o escrivão. Dá uns R$ 30 a hora. Cada flagrante dura pelo menos 4 horas, então a gente chega a R$ 200 mais ou menos. Em São Paulo, são 50 flagrantes por dia. Portanto, são R$ 10 mil. Coloca na conta o custo social de mobilizar aquela equipe para algo inócuo, que não vai dar em nada. E estou falando apenas de uma ponta. Ainda não coloquei na conta a equipe que fez grampo na boca de fumo por quase um mês, esperando a droga chegar e prender os caras. Também não falei de quem é preso por tráfico e aguarda o julgamento na cadeia 2, 3 meses, e mesmo absolvido, o custo social disso é alto, porque essa pessoa vai sair e não vai conseguir um emprego. Nem considerei também o filho desse cara, que vai crescer sob a pecha de que o pai foi preso no tráfico. Enfim, é um custo financeiro é um custo social que nem mesmo o mais liberal dos liberais tem como justificar.

Mas quebrar as estruturas do tráfico é possível?

O mercado da droga está inserido no mercado legalizado. Além do mais, não existe investimento na bolsa de valores que se equipare ao retorno do tráfico. E é por isso que tem maluco que se arrisca a entrar na Tailândia com droga mesmo sabendo que se ele for pego ele vai morrer. Porque é um dinheiro muito rápido. O risco vale para quem não tem muitos valores de vida ou não tem muitas perspectivas. Imagine uma pessoa que nasceu na periferia onde não tem escola, onde ele sabe que nunca vai entrar na faculdade, que vai ser sozinho na vida. Aí dão a ele a chance de ganhar R$ 5 mil por mês, só para levar um carro de uma cidade pra outra. Os caras dizem pra ele: “olha, você só tem que levar o carro de São Bernardo pra São Paulo e leva R$ 5 mil por mês na mão”. Depois esse cara pega a pecha de que é bandido, de que é traficante, que precisa morrer, porque ele está envenenando as nossas crianças, as nossas famílias. Ele sabe que é errado e eu não estou dizendo que ele é um santo, mas de todos os erros que ele viria a fazer na vida, esse é o menos arriscado. Porque tem outra coisa em jogo: se ele entrar na cadeia como traficante ainda terá um respaldo ali dentro daquele meio social, muito maior do que se ele estiver largado na rua levando tapa de PM na madrugada.

 

Favela 247 Artur Fri, 28 Aug 2015 17:50:38 +0000 http://www.brasil247.com/194759
Além do pugilato tucano durante a CPI do Carf http://www.brasil247.com/pt/blog/paulomoreiraleite/194719 : Para Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em Brasília, a discussão entre dois senadores tucanos durante sessão da CPI do Carf, nesta quinta-feira, "merece uma reflexão maior"; o líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), "passou corretivo público" e pediu respeito ao investigado em discurso direcionado ao presidente da CPI, Ataídes Oliveira (TO), depois que este se irritou com o silêncio de um depoente; "Alimentada pela Operação Zelotes, da Polícia Federal, a CPI do Carf não está focalizada no PT, alvo político que uma oposição derrotada quatro vezes nas urnas pretende destruir de qualquer maneira. Seu objeto é uma máquina que movimenta R$ 6 bilhões a cada três meses entre grandes empresas com dívidas pesadas junto à Receita", lembra PML <br clear="all"> :

Num Congresso que abriu 22 CPIs em 2015, a audiência de ontem à tarde na CPI que investiga denúncias de corrupção no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) prometia encerrar-se com uma encenação igual a todas as outras.

Chamado para dar seu testemunho, um ex-conselheiro do CARF apresentou um habeas corpus obtido no Supremo que lhe garantia o direito de permanecer calado. Até aí, nada de novo. A reação do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), presidente da CPI, também ocorreu dentro do roteiro já esperado nessas horas. Ataídes mostrou-se irritado, indignado e agressivo. Sem medir palavras, disse que a CPI "vai continuar a persegui-lo de perto."

A novidade ficou por conta do senador Cássio Cunha Lima, líder do PSDB. Presente à cena, ele passou um corretivo público no colega. Entre outras afirmações, o líder tucano disse que o presidente da CPI deveria "perseguir os fatos, não as pessoas." Disse ainda que os resultados da investigação "não devem ser construídos com constrangimento." Obrigado a se defender numa situação que poderia evoluir para uma humilhação pública, Ataídes devolveu a crítica. Primeiro, reclamou que o líder tucano não costuma dar as caras com muita frequência nos trabalhos. "Vossa excelência não tem participado da nossa comissão", disse. Ataídes ainda completou a insinuação de que Cunha Lima agira de caso pensado: "Hoje aparece aqui. Acho que o senhor veio para fazer isso."

Aos brados, Cunha Lima rebateu, lembrando, mais uma vez, a importância de se assegurar uma postura civilizada perante os depoentes: "Vossa excelência me respeite. Respeite a mim e respeite quem é investigado." Não adiantou muito. Ao ser lembrado que, entre outras coisas, devia a presidência da CPI à liderança do PSDB -- ou seja, ao próprio Cássio Cunha Lima --, Ataídes retrucou: "Vossa excelência é meu líder lá fora. Não vai determinar o que faço aqui."

 

O diálogo de ontem, que reproduzo com base numa reportagem de Vandson Lima, do Valor Econômico, tem muito a ensinar sobre bons e maus modos nas CPIs. Não se trata de uma questão de etiqueta.

O desrespeito é uma atitude política, de quem aceita métodos truculentos para fazer avançar seus interesses políticos -- e nós sabemos muito bem até onde se quer chegar com esse tipo de exemplo. A postura de Cunha chama a atenção porque não tem sido comum nos dias atuais, em particular nas audiências onde aliados do governo Dilma prestam depoimento.

O PSDB, o DEM, o PMDB-Cunha e seus aliados têm uma tropa de choque ocupada em usar a liberdade de expressão assegurada aos parlamentares para tentar humilhar, agredir e ameaçar depoentes. Eles não costumam respeitar o habeas corpus obtido no STF e promovem cenas de execração pública de testemunhas que têm o direito consticucional ao silêncio e deveriam ser dispensadas sem muita demora. Assistiram com um sorriso cúmplice a montagem de um circo fascista -- inclusive com ratos -- durante o depoimento de João Vaccari Neto à CPI da Petrobrás. Nenhum abriu a boca para exigir um tratamento digno com a testemunha, atitude que ajuda a dar uma postura de violência e ódio incompatível com os valores democráticos. 

Não é preciso procurar nenhuma motivação oculta para explicar a postura do líder do PSDB ontem, de confrontar um colega de partido que agia de acordo com um manual de mau comportamento típico para a ocasião. Ao pedir um tratamento civilizado diante de uma testemunha, por mais negras que possam ser as suspeitas lançadas contra ela, Cunha Lima agiu corretamente.  

O futuro dirá se foi um gesto específico, num caso particular, ou se envolve uma postura de responsabilidade e respeito pelo Congresso. 

Alguns fatos merecem uma reflexão maior, porém. Alimentada pela Operação Zelotes, da Polícia Federal, a CPI do Carf não está focalizada no PT, alvo político que uma oposição derrotada quatro vezes nas urnas pretende destruir de qualquer maneira. Seu objeto é uma máquina que movimenta 6 bilhões de reais a cada três meses entre grandes empresas com dívidas pesadas junto a Receita, escritórios de consultoria, pagamentos legítimos por serviços prestados e um imenso esquema de suborno, como fica demonstrado, inclusive, por grampos telefônicos explícitos, envolvendo as partes interessadas, onde pode-se ouvir combinações sobre o favor a ser prestado e o preço a ser cobrado.

Se você somar todos os débitos acumulados com a receita, em todos os níveis administrativos, chegará a R$ 2,2 trilhões. O PIB brasileiro, que é a soma de toda a riqueza do país, é de R$ 5,5 trilhões.

Na mesma linha da jurisprudência Cássio Cunha Lima ("respeite a mim e respeite quem é investigado"), você não vai ler aqui os nomes dos casos mais chamativos, já que a investigação não foi concluída. Mas para ter uma idéia, é bom saber que uma multinacional de automóveis havia recebido uma multa de R$ 269 milhões. Após investir R$ 20 milhões numa firma de consultoria, conseguiu um desconto de 99,5%, pagando apenas R$ 900 000. Um dos maiores grupos regionais de comunicação do país livrou-se de uma multa de meio bi com quatro pagamentos que totalizaram R$ 12 milhões. Em dinheiro vivo, sacado na boca do caixa.

  

Do ponto de vista político, a CPI caminha sobre areia movediça, na qual é grande o risco de atirar em quem se vê, acertar quem não se esperava -- e afundar junto. Num país onde grandes empresas privadas -- que têm tem seus "problemas com a Receita" -- também são grandes financiadoras de campanha, todo cuidado é pouco.

Num levantamento precioso, o jurista Heleno Torres, professor da Universidade de São Paulo, demonstra que uma causa bem defendida contra a Receita leva 20 anos para terminar. A etapa no CARF leva oito anos. É importante porque é ali que se julga o mérito das partes, que irá definir quem ganhou, quem perdeu.

Paulo Moreira Leite Paulo Moreira Leite Fri, 28 Aug 2015 13:28:05 +0000 http://www.brasil247.com/194719
Dilma defende democracia e promete crescimento http://www.brasil247.com/pt/247/ceara247/194761 Roberto Stuckert Filho/PR: "Meu Governo Pensa DUAS EM Coisas: em Como Aumentar o Emprego, garantir Que o País volte a Crescer, E em Recolher uma INFLAÇÃO, Porque NÓS sabemos Como um INFLAÇÃO corrói a renda do Trabalho, a renda do Empreendedor", discursou a presidente, AO unidades Entregar fazer Minha Casa, Minha Vida não Ceará; Segundo Dados de Hoje fazer IBGE, o PIB recuou 1,9% no Trimestre Segundo, confirmando recessão da Economia; Dilma destacou also that o Brasil tem "garra" para Superar SUAS dificuldades e assegurou that NÃO haverá retrocessos, SEJA em Relação AOS Programas Sociais OU à democracia; "Todos Nós sofremos como consequencias de ter hum país NÃO Democrático, that NÃO respeitava como leis, Não deixava como PESSOAS darem SUAS Opiniões. O Nós TEMOS Muito O Que Preservar, Nós conquistamos Muita Coisa" <br clear="all"> Roberto Stuckert Filho/PR:

(Reuters) - A presidente Dilma Rousseff afirmou Nesta sexta-feira that NÃO permitirá retrocesso na democracia e Que o país SABE SUAS Superar dificuldades.

Alvo de Pedidos de entregues impeachment À Câmara, Alguns Já recusados ​​e Outros AINDA soluçar Análise do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Dilma e Seu Governo TEM sofrido Críticas e enfrenta Período de baixa Popularidade, O Que Alimenta um tese de Setores favoráveis ​​Ao afastamento.

"Nos TEMOS Muito O Que Preservar, Nós conquistamos Muita Coisa. De: Não Vamos Deixar haver retrocesso Neste país NEM não Que se REFERÊ AOS Programas NEM não REFERÊ Que se A Questão da democracia", Disse um presidente Durante cerimónia de Entrega de Residências do Programa Minha Casa Minha Vida nenhum Ceará.

Dilma, that foi presa e torturada Durante a Ditadura Militar, lembrou that todos sofreram "como consequencias de ter hum país that NÃO era Democrático", acrescentando Que o Brasil Hoje TEM A "garra" dificuldades SUAS parágrafo Superar.

A presidente aproveitou o evento parágrafo Dizer AINDA that Seu Governo se Concentra em Aumentar o Emprego e Recolher uma INFLAÇÃO. De: Não comentou, não entanto, a Divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) Nesta sexta-feira, that apontou Uma recessão na Economia Brasileira.

"Eu Quero Dizer Pará Voces that O meu Governo Pensa DUAS EM Coisas: em Como Aumentar o Emprego, garantir Que o País volte a Crescer, Primeira Coisa", afirmou Dilma.

"Segunda Coisa, em Recolher uma INFLAÇÃO, Porque NÓS sabemos Como um INFLAÇÃO corrói a renda do Trabalho, a renda do empreendedor."

Entre abril e junho, o PIB encolheu 1,9 POR cento Sobre os Três meses Anteriores e Caiu 2,6 POR cento na Comparação anual, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Nesta sexta-feira.

(Por Maria Carolina Marcello, em Brasília)

Ceará 247 Gisele Federicce Fri, 28 Aug 2015 17:57:37 +0000 http://www.brasil247.com/194761
Doria formaliza em SP pré-candidatura pelo PSDB http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/194762 : Apresentador de televisão e empresário João Doria Jr. formalizou sua pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB; com o lema de que é preciso "acelerar São Paulo", em referência ao projeto de redução de velocidade em diversas vias da capital implantado pelo prefeito Fernando Haddad (PT), Doria disse que, caso seja eleito, a cidade "não vai ser a São Paulo do devagar quase parando"; o vereador Andrea Matarazzo e os deputados federais Bruno Covas e Ricardo Trípoli também devem lançar suas pré-candidaturas pelo PSDB <br clear="all"> :

SP 247 -O apresentador de televisão e empresário João Doria Jr. é oficialmente pré-candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB. Doria é o primeiro integrante do PSDB a se posicionar oficialmente como pré-candidato para disputar a Prefeitura da capital nas eleições municipais do próximo ano. A expectativa é que o vereador Andrea Matarazzo e os deputados federais Bruno Covas e Ricardo Trípoli também lancem suas pré-candidaturas em breve.

A pré-candidatura de Doria foi formalizada nesta sexta-feira (28) durante um evento do diretório municipal da capital paulista. "Nosso amigo João Doria já está vestindo os hábitos de político", disse o senador tucano Aloysio Nunes para quem "existe na capital um forte sentimento de mudança".

Segundo Doria, caso seja eleito em 2016 o seu objetivo é "acelerar São Paulo". "Não vai ser a São Paulo do devagar quase parando", ironizou em referência ao projeto implantado pelo prefeito Fernando Haddad (PT) para reduzir a velocidade dos veículos em diversas vias da capital.

SP 247 Paulo Emílio Fri, 28 Aug 2015 18:00:56 +0000 http://www.brasil247.com/194762
Aécio rebate Araújo: nosso calendário é para 2018 http://www.brasil247.com/pt/247/rs247/194760 : Em entrevista à Rádio Gaúcha, o senador mineiro rebateu o ex-marido da presidente Dilma Rousseff, Carlos Araújo, que afirmou ser Aécio a principal cabeça por trás dos protestos e do pedido de impeachment da petista; "Em primeiro lugar devo agradecer as considerações do Carlos Araújo de me considerar extremamente forte para vencer as eleições, porque só isso justificaria uma ação que visasse novas eleições. Para nós, do PSDB, ao contrário do que diz Carlos Araújo, o calendário eleitoral prevê eleições em 2018. Se o governo conseguir chegar lá, para nós este é o tempo", afirmou o tucano <br clear="all"> :

Rio Grande do Sul 247 - Em entrevista à Rádio Gaúcha, nesta sexta-feira, o senador Aécio Neves (PSDB) rebateu o ex-deputado e ex-marido da presidente Dilma Rousseff (PT), Carlos Araújo, que afirmou ser Aécio a principal cabeça por trás dos protestos de rua e do pedido de impeachment da petista.

"Em primeiro lugar devo agradecer as considerações do Carlos Araújo de me considerar extremamente forte para vencer as eleições, porque só isso justificaria uma ação que visasse novas eleições. Para nós, do PSDB, ao contrário do que diz Carlos Araújo, o calendário eleitoral prevê eleições em 2018. Se o governo conseguir chegar lá, para nós este é o tempo", afirmou o tucano.

"Na verdade, se discute impeachment no Brasil - e esta não é uma palavra proibida - pelo descumprimento da lei, pelos equívocos cometidos pelo governo. Pelas denúncias sucessivas que não somos nós da oposição que estamos fazendo, como a utilização de propina na campanha eleitoral. Não somos nós que vamos investigar. É o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Como as denúncias que estão levando hoje o Tribunal de Contas a discutir um parecer que demonstra que de forma deliberada houve descumprimento da Constituição", completou Aécio.

"Se for para 2018, o partido não vai deixar ele [Aécio] ser candidato. Será o Alckmin, todo mundo sabe. Aécio tem interesse em fazer uma eleição imediata para impedir a candidatura de Alckmin", disse Araújo, em entrevista concedida à mesma Rádio Gaúcha, no começo de agosto.

Aécio também comentou sobre a possível candidatura de Lula ao Palácio do Planalto.

"Acho que é um direito que o ex-presidente tem e, para nós da oposição, não é nada surpreendente. O que tenho dito é que não temos que nos preocupar com quem será o candidato do governo ou do petismo, por mais fragilizado que se acredita que chegarão. O que temos que dizer é que, além das críticas, que temos obrigação de fazer, das denúncias que temos feito em relação às ações do governo e dos seus membros, temos também que mostrar que estamos preparados para dar uma injeção de ânimo, de confiança na economia brasileira".

 

Rio Grande do Sul 247 José Barbacena Fri, 28 Aug 2015 17:42:47 +0000 http://www.brasil247.com/194760