Campanha “nem que a vaca tussa” defende direitos trabalhistas

Atos de centrais sindicais ocorrerão em todo o País nesta sexta-feira 26, em defesa dos "direitos trabalhistas e conquistas sociais" e pela valorização salarial feita nos doze anos de governo do PT; nome do movimento faz referência à frase dita pela presidente Dilma Rousseff ao negar que faria qualquer alteração na CLT, como Marina Silva defende fazer

Atos de centrais sindicais ocorrerão em todo o País nesta sexta-feira 26, em defesa dos "direitos trabalhistas e conquistas sociais" e pela valorização salarial feita nos doze anos de governo do PT; nome do movimento faz referência à frase dita pela presidente Dilma Rousseff ao negar que faria qualquer alteração na CLT, como Marina Silva defende fazer
Atos de centrais sindicais ocorrerão em todo o País nesta sexta-feira 26, em defesa dos "direitos trabalhistas e conquistas sociais" e pela valorização salarial feita nos doze anos de governo do PT; nome do movimento faz referência à frase dita pela presidente Dilma Rousseff ao negar que faria qualquer alteração na CLT, como Marina Silva defende fazer (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Ganha força nesta sexta-feira 26 o movimento nacional "Mexer nos meus direitos, nem que a vaca tussa", organizado pelas centrais sindicais em defesa dos "direitos trabalhistas e conquistas sociais" dos últimos anos.

A campanha foi aberta em Brasília, nesta manhã, pelo coordenador nacional de mobilização da CUT, Jacy Afonso, e pela direção nacional da CUT na capital federal. A mobilização também será em favor da política de valorização salarial feita nos doze anos de governo do PT.

O nome do movimento faz referência à declaração feita pela presidente Dilma Rousseff (PT) quando negou que faria qualquer tipo de alteração na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), ao contrário do que sugeriu sua adversária, Marina Silva (leia mais).

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Sem dar detalhes, a candidata do PSB disse que as leis trabalhistas precisam ser "atualizadas", contra a burocratização, e defendeu a terceirização de trabalhadores, o que gerou desconfiança entre os movimentos trabalhistas.

"Não vamos permitir esse discurso dos dois candidatos da oposição de que querem flexibilizar a CLT", disse o presidente do PT, Rui Falcão, que convocou a militância a participar do movimento. "Flexibilizar significa retirar direitos dos trabalhadores. E a nossa presidenta já disse, não vamos mexer em 13º, em férias, em horas extras, nada que foi conquistado com muita luta", acrescentou o dirigente petista.

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