Opinião

Israel, Líbano e uma humilhação doída para a humanidade

Pois que se fartem, se explodam, mastigando os bens do alheio, até se afogarem no mais fundo charco de sua imundície humana

Israelenses celebram invasão do Líbano em Jerusalém
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Israelenses celebram invasão do Líbano em Jerusalém
Israelenses celebram invasão do Líbano em Jerusalém(Photo: Reprodução)Reprodução

A imagem é de um vídeo distribuído da Fepal – Federação Palestina, distribuído hoje nas redes sociais. Multidão entusiasmada, celebrando a invasão do país vizinho, o Líbano. Há outras imagens, em outros vídeos, em que israelenses cantam, dançam, bebem e festejam como se fosse a grande vitória contra inimigos ferozes. Os libaneses! 

Que grande vergonha, que humilhação doída para a Humanidade! Uma população nutrida com ódio, desde a primeira mamada, massageada com a pomada do despeito, polvilhada com o talco da ira e da ambição desmedidas pelo que pertence ao próximo. Um povo, isto é, a parte de um povo para quem não bastam as glórias das proezas admiráveis, na ciência, nas artes, na cultura, de muitos dos seus, criadores e inventores geniais.

Quer mais do que isso, quer tudo que cobiça, mesmo que a despeito da honra, dos valores éticos, dos princípios da própria religião. Manada irada em galope desenfreado para abocanhar o que não lhe pertence. Não posso comparar à volúpia de desesperados que atacam caminhões de cargas roubadas, como vemos tantas vezes fazerem os miseráveis das favelas no noticiário das TVs.

Afinal, é um povo próspero, bem nutrido, vacinado, instruído, que ignora todos os princípios civilizatórios para passar a mão grande no que não é seu, mesmo à custa de milhões de mortes (pois chegará a tanto), sofrimentos, suplícios, inanição, corpos despedaçados.

Profecias antecipavam assim o final dos tempos, com o advento da degradação moral absoluta.

Pois que se fartem, se explodam, mastigando os bens do alheio, até se afogarem no mais fundo charco de sua imundície humana.

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Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.

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