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As nuances da democracia e a liberdade de Picciani

Reprodução/TV Globo

Colunista Ricardo Bruno afirma que "a decisão da Assembléia Legislativa do Rio de revogar a prisão do presidente da Casa, Jorge Picciani, e dos deputados Paulo Melo e Edson Albertassi deve ser tomada como uma saudável manifestação de independência dos poderes, própria do estado democrático de direito. A iniciativa é juridicamente perfeita, adequa-se a deliberações recentes do STF e não constitui estímulo à impunidade como apregoam os justiceiros de plantão"; "A democracia não é linear, não permite a preponderância de um poder sobre os demais, não se esgota na possibilidade de punir. Sua beleza é exatamente o estrito respeito aos direitos ainda que isto retarde ou dificulte a correção de distorções ou mesmo a punição para os envolvidos em supostos crimes", diz ele

A hora da Globo

Reprodução | REUTERS | Divulgação

Sem nenhum outro argumento, o JN anunciou, em quatro oportunidades, num jogral constrangido de seus apresentadores, que uma "investigação interna" nada encontrou que corroborasse a denúncia de pagamento de propina feita, nos Estados Unidos, pelo empresário argentino Alejandro Burzaco. "Investigação interna" é, obviamente, uma fantasia ridícula pensada às pressas para ser colocada no Jornal Nacional, uma vez que a outra alternativa - não falar sobre o assunto - deixou de ser viável, por causa das redes sociais


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