Das seis milhões de vítimas dos campos de concentração nazistas – judeus, católicos, comunistas, ciganos, homossexuais, etc – um milhão e 500 mil eram crianças. E centenas de milhares eram bebês. O número exato é desconhecido.
A ordem do médico e monstro Joseph Mengele, válida para todos os campos de extermínio, era identificar todas as mulheres grávidas e encaminhá-las às câmaras de gás, antes que dessem à luz.
Os recém-nascidos daquelas que burlavam a ordem, recebiam injeções letais ou eram afogados, tal como relatou Gisella Perl em seu livro “Eu fui uma médica em Auschwitz”.
O argumento dos nazistas era “impedir que os vingadores, na forma de crianças, crescessem e confrontassem nossos filhos e netos”.
O infanticídio nazista é o tema da exposição produzida pelo governo alemão e que está sendo exibida, em primeira mão, no Brasil, desde terça-feira, em Brasília, no Salão Negro do Senado Federal.
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