O presidente do Brasil é um delinquente. Ele ameaça a democracia, ataca os poderes, agride as pessoas, estimula e convoca a convulsão social, faz chacota com o povo brasileiro passeando de moto sem máscaras, aglomerando a torto e a direito, fazendo pouco caso de 583.866 vítimas de Covid-19, pior, quando menos de 32% da população está imunizada e sofre o pavor de um dia ser acometida pela doença, à espera de uma terceira pandemia que, se chegar, levará todo mundo em massa. Não há dúvidas de que sua ação e omissão agravam todo esse cenário mórbido, não por acaso já está o dito cujo acusado no Tribunal Penal Internacional sendo tomado como coveiro pela grandíssima maioria dos seres pensantes da Terra.
Bolsonaro não crê no diálogo. Não torce pela convergência. É do time da briga, se possível da morte. Crê mais importante fuzil que feijão. A seu juízo um violão vira arma mortal. É justo que as instituições brasileiras sigam aceitando esse ponto fora da curva como um deslize normal da democracia?
Bolsonaro não quer a melhoria de seu povo e de seu país, tampouco do mundo. Ele quer o caos. Ele é o caos. É a deturpação da civilização. Precisa ser contido se é que ainda há tempo. É a escória da política se é que isso pode ser chamado de política. Traição ao Estado, traição ao país, traição ao povo. Não estamos em guerra, mas se estivéssemos o caso seria para pensar em pena de morte pela aplicação do art. Art.5º, LVII, a, da Constituição Federal: “CF – XLVII – não haverá penas: a) de morte, salvo em caso de guerra declarada, nos termos do art. 84, XIX”.
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